Tag: Draft NBA 2026

  • Sérvio de Iowa State vai testar as águas do Draft 2026

    Sérvio de Iowa State vai testar as águas do Draft 2026

    Olha só que interessante: Milan Momcilovic, o sérvio arremessador de Iowa State, confirmou que vai declarar para o Draft da NBA de 2026. Mas calma aí — não significa que ele vai sair da faculdade de vez. É mais um “vou ver se rola”, sabe?

    O cara teve uma temporada absurda pelos Cyclones. Média de 16.9 pontos por jogo, acertando QUASE METADE dos arremessos de 3 (48.6% em 7.6 tentativas por noite). Mano, isso é coisa de monstro. Com 2,03m de altura, ele tem aquele perfil que as franquias da NBA adoram: ala que estica a quadra e pode arremessar de qualquer lugar.

    A decisão ainda não tá batida

    “Provavelmente, definitivamente, vou testar o draft”, disse Momcilovic para o Cyclone Alert durante o torneio da Big 12. “Porque acho que tive um bom ano e arremessei muito bem.” Cara confiante, né?

    Mas ele mesmo admitiu que não sabe que tipo de feedback vai receber dos scouts. “Não sei que retorno vamos ter. Vamos ver se fico no draft ou volto. Isso ainda está para ser decidido.”

    Temporada que chamou atenção

    A campanha de Iowa State terminou no Elite Eight do March Madness, perdendo para Tennessee. Frustrante? Com certeza. Mas individualmente, Momcilovic mostrou evolução gigante. 50.6% de aproveitamento geral nos arremessos é coisa séria para um cara que puxa tanto de 3.

    Sinceramente, acho que ele tem potencial para ser selecionado, mas talvez ainda não no primeiro round. E vocês, acham que ele deveria ficar mais um ano na faculdade ou partir pro sonho da NBA mesmo? Eu, no lugar dele, testaria também — nunca se sabe quando uma oportunidade dessas aparece de novo.

  • Jazz vai pra Phoenix só pra queimar no sol mesmo

    Jazz vai pra Phoenix só pra queimar no sol mesmo

    Olha, vou ser sincero com vocês: o Utah Jazz tá fazendo um tanking tão descarado que até dói de assistir. E sabem de uma coisa? Eu não tô nem reclamando.

    O time de Salt Lake City (21-53) visita o Phoenix Suns (40-33) neste sábado, e cara… é basicamente um passeio no deserto pra tomar uma surra e manter as chances no draft. Depois daquela “performance” contra o Denver — onde tiraram os titulares no último quarto como se fosse garbage time desde o primeiro minuto —, o Jazz garantiu praticamente a 5ª melhor chance na loteria.

    A corrida do tanking tá pegando fogo

    E não é só o Jazz não. Todo mundo tá de olho nesse draft porque, sinceramente, pode ser um dos últimos em que essa estratégia ainda funciona. A NBA tá mudando as regras da loteria de novo pra próxima temporada, e vai ficar tudo mais complicado.

    Mas voltando ao jogo de hoje: Phoenix precisa desesperadamente dessa vitória. O time do Devin Booker tá lutando pra não cair pro 7º lugar no Oeste, mas perderam 6 dos últimos 7 jogos. Perderam até pro Raptors, gente. Pro Raptors. Isso mostra que o start de foguete da temporada já era mesmo.

    Do lado do Jazz, é praticamente um hospital em quadra. Sem George, Collier, Markkanen, JJJ, Kessler e Nurkic — basicamente todo mundo que importa —, Will Hardy vai apostar nos garotos de novo.

    Os moleques tão dando show

    E olha, não vou mentir: tô curtindo ver esses jovens jogarem. O Ace Bailey, que começou a temporada meio devagar, virou uma máquina nas últimas semanas. Cody Williams também tá provando que não é só “o irmão do Jalen” e fez 24 pontos com 7 assistências contra Denver.

    Brice Sensabaugh então… esse cara é puro basquete ofensivo. Pode virar um dos melhores sextos homens da liga em pouco tempo, marquem minhas palavras.

    Phoenix entra como favorito por 16,5 pontos, e honestamente? Acho pouco. O Jazz literalmente não quer ganhar, e os Suns precisam voltar aos trilhos se quiserem ter alguma chance nos playoffs.

    Vocês acham que o tanking do Jazz tá sendo muito óbvio ou é só estratégia mesmo? Porque assistir esses caras “tentando” perder tá sendo quase cômico às vezes.

    De qualquer forma, aproveitem esses últimos jogos da temporada porque, segundo a franquia, ano que vem eles prometem competir de verdade. AJ Dybantsa que se prepare pra vestir o uniforme dourado e azul!

  • Caleb Wilson deixa North Carolina e vai pro Draft 2026

    Caleb Wilson deixa North Carolina e vai pro Draft 2026

    Olha, eu sabia que isso ia acontecer, mas ainda assim deu aquele aperto no peito quando vi o post do Caleb Wilson no Instagram. O garoto de 2,08m simplesmente anunciou que tá indo pro Draft de 2026 depois de uma temporada cortada pelas lesões em North Carolina.

    “Never take it for granted” — foi assim que ele legendou as fotos. Cara, que timing pesado, né? O moleque teve uma das melhores temporadas de um calouro que eu já vi: 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo, acertando absurdos 57.8% dos arremessos de quadra. Números de gente grande mesmo.

    Lesões atrapalharam tudo

    A temporada do Wilson virou uma novela de lesão. Primeiro quebrou a mão esquerda contra Miami em fevereiro, ficou seis jogos fora. Voltou, e aí… quebraram o polegar fazendo uma enterrada no treino. No treino! Dá pra acreditar? Operou no dia seguinte e tchau temporada.

    No final das contas, ele perdeu nove dos últimos jogos da temporada dos Tar Heels. E justamente quando o time mais precisava dele — porque convenhamos, North Carolina não tava nada bem esse ano.

    Próximo destino: top 5 do Draft

    O Sam Vecenie, do The Athletic, já projeta o Wilson como quarta escolha geral, indo pro Indiana Pacers. Quarta escolha! Pro cara que jogou só 20 e poucos jogos na temporada. Isso te dá uma ideia do potencial que estamos falando aqui.

    E olha que ele tava competindo numa das turmas de calouros mais forte da história do basquete universitário. Mesmo assim, ficou com a segunda melhor marca de PER entre os prospectos pro Draft, só atrás do Cameron Boozer. PER de 31.2 — isso é coisa de monstro mesmo.

    A saída dele só complica mais ainda a situação caótica que tá North Carolina. Time eliminado na primeira rodada do March Madness pro VCU (que vexame, né?), técnico Hubert Davis demitido na terça-feira… tá tudo desmoronando por lá.

    E vocês viram a hashtag que ele usou? #8out — referência ao número que ele usava. Até na despedida o moleque mostrou classe.

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Com esse tanto de lesão e o caos que virou o programa, melhor partir pra próxima mesmo. E pelo que vi dele jogando, quando tava 100%, o Wilson tem tudo pra ser uma peça importante na NBA. Resta saber se consegue se manter saudável.

  • Ngongba II pode ser pick 22 no Draft — Hawks de olho no pivô de Duke

    Ngongba II pode ser pick 22 no Draft — Hawks de olho no pivô de Duke

    Olha, eu confesso que não esperava ver Patrick Ngongba II subindo tanto nas projeções do Draft 2026, mas o cara tá provando que merece mesmo. O pivô de Duke aparece como pick 22 no mock draft mais recente do USA TODAY, e sinceramente? Faz todo sentido.

    O que mais me impressiona no Ngongba é como ele evoluiu do primeiro pro segundo ano. Não é todo dia que você vê um pivotão de 2,11m com essa visão de jogo — o cara tem a maior taxa de assistências entre todos os calouros e sophomores da altura dele no college. Isso é absurdo pra um big man.

    Por que Atlanta faz sentido?

    Os Hawks aparecem como destino provável, e eu acho uma escolha inteligente. Time precisa de profundidade no garrafão, e Ngongba traz exatamente o que eles procuram: um cara que sabe passar a bola e criar espaço pra si mesmo. Ele não é só um pivô tradicional — o moleque sabe cortar pro aro como poucos.

    As estatísticas dele em Duke são sólidas sem ser espetaculares: 10.7 pontos, 6 rebotes e quase 2 assistências por jogo. Mas é o arremesso de 3 que me preocupa — 27.6% não vai cortar na NBA. Precisa melhorar urgente se quiser ser mais que um role player.

    O timing perfeito do March Madness

    Com Duke no Sweet 16, Ngongba tem a chance perfeita de mostrar serviço quando toda a liga tá assistindo. E vocês sabem como é — uma boa performance no March Madness pode mudar tudo na noite do Draft.

    Atlanta vai ter três picks nesse Draft (7º, 22º e 57º), então podem se dar ao luxo de apostar em potencial com Ngongba. Na minha opinião, é uma pick segura pra segundo turno — o cara não vai bustar, mas também não sei se vira All-Star.

    E aí, acham que ele aguenta a pressão de ser drafted no primeiro turno? Ou vocês acham que deveria ficar mais um ano no college?

  • AJ Dybantsa pode ser segunda escolha do Draft: o monstro de BYU

    AJ Dybantsa pode ser segunda escolha do Draft: o monstro de BYU

    Gente, vocês viram o que esse cara fez no March Madness? AJ Dybantsa simplesmente meteu 35 pontos e 10 rebotes no único jogo de BYU no torneio. TRINTA E CINCO. E olha que nem foi surpresa — o maluco já tinha feito 40 contra Kansas State no torneio da Big 12.

    Na minha opinião, esse garoto pode muito bem ser a segunda escolha geral no Draft de 2026. O Brooklyn Nets está ali na rabeira da liga com o pior ataque da NBA, e sinceramente? Dybantsa seria a injeção de ânimo perfeita.

    Os números não mentem

    Cara, os stats desse jovem são de outro mundo. 25.3 pontos por jogo na temporada, acertando mais de 51% dos arremessos de quadra. E o mais impressionante: ele liderou TODO o basquete universitário americano em pontos sem assistência — foram 680! Isso significa que o garoto cria as próprias jogadas, não depende de ninguém pra fazer cesta.

    Nos últimos 17 jogos da temporada, a média subiu pra 28.8 pontos. Monstro mesmo.

    Brooklyn precisa urgente de pontuação

    Olha, eu acompanho os Nets faz tempo e posso garantir: eles estão desesperados por alguém que consiga botar a bola na cesta. O time tem o pior ataque da liga, e Dybantsa seria exatamente o tipo de jogador que pode mudar isso do dia pra noite.

    O que mais me impressiona no garoto é a versatilidade — 6.7 rebotes e 3.8 assistências por jogo mostram que ele não é só um pontuador. É um jogador completo que pode fazer diferença em várias facetas do jogo. E acertando 34% das bolas de três? Perfeito pro basquete moderno.

    Claro que muito pode mudar até junho, mas se eu fosse apostar hoje, diria que Brooklyn vai de Dybantsa mesmo. E vocês, acham que ele aguenta a pressão de ser uma escolha tão alta logo de cara?

  • Koa Peat pode ser pick 12 no Draft: Portland de olho no brasileiro

    Koa Peat pode ser pick 12 no Draft: Portland de olho no brasileiro

    Olha só que notícia boa pra gente! O Koa Peat, ala brasileiro que tá fazendo a festa no Arizona, apareceu como pick 12 no último mock draft do USA Today. E adivinha quem tá de olho nele? Portland Trail Blazers.

    Cara, eu confesso que não esperava o Koa subir tanto assim nas projeções. Quando ele chegou no Arizona, todo mundo sabia que tinha talento, mas ser cotado pra primeira rodada do Draft 2026? Isso é coisa séria.

    Por que Portland faz sentido?

    A análise do Bryan Kalbrosky faz todo sentido. Portland adora draftar atletas explosivos, e o Koa é exatamente isso — um cara versátil que pode jogar de várias posições e ainda distribuir o jogo. Os números dele no Arizona impressionam: 13.6 pontos, 5.3 rebotes e 2.7 assistências por jogo.

    Mas tem um detalhe que me chamou atenção: quando o Koa tá em quadra, o Arizona joga num ritmo muito mais acelerado (4.1 posses extras por jogo). Isso casa perfeitamente com o estilo de Portland, que adora correr pro ataque.

    O que ainda precisa melhorar

    Sinceramente, só tem uma coisa preocupando: o arremesso de 3. Com 31.6% do perímetro, dá pra melhorar bastante. Na NBA atual, se você não consegue esticar a quadra, fica difícil ter minutos consistentes como ala.

    Mas olha, 53.7% nos arremessos de quadra é absurdo. O moleque tem mão boa, só precisa ajustar a distância. E convenhamos — quantos brasileiros conseguem ser All-Big 12? O Koa tá provando que pode competir no mais alto nível.

    Expectativa pra March Madness

    Com o torneio universitário chegando no Sweet 16, essa é a chance de ouro pro Koa mostrar serviço quando a pressão tá no máximo. NBA scouts vão estar de olho em cada jogada.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter essa projeção e realmente sair na primeira rodada? Eu tô torcendo muito — seria mais um brasileiro fazendo história na melhor liga do mundo.

  • Braylon Mullins pode ser pick 29 do Draft: UConn tem nova joia

    Braylon Mullins pode ser pick 29 do Draft: UConn tem nova joia

    Olha só quem tá chamando atenção no March Madness: Braylon Mullins, do UConn. O garoto de 19 anos está sendo projetado como pick 29 no Draft de 2026, indo parar no Cleveland Cavaliers. E cara, depois de ver o que ele aprontou nesta temporada, não dá pra dizer que é surpresa.

    A temporada complicada que virou sucesso

    O começo foi tenso, não vou mentir. Mullins perdeu o início da temporada por causa de uma lesão no tornozelo — daquelas que deixam qualquer fã de coração na mão. Mas quando voltou? Monstro. Simplesmente monstro.

    Nos primeiros 18 jogos como titular, o cara acertou 40,7% dos arremessos de 3 pontos. Quarenta vírgula sete por cento! Pra um calouro, isso é absurdo. Claro que teve aquele jogo no March Madness onde ele errou todos os 8 arremessos de três (ai, doeu até em mim), mas convenhamos — todo mundo tem um dia ruim, né?

    Na minha visão, o que mais impressiona no Mullins é como ele joga sem a bola. Não é só mais um arremessador parado no canto da quadra. O garoto se movimenta, acha espaços, entende o jogo. Isso é ouro puro na NBA atual.

    Os números que convencem

    Vamos aos dados: 12 pontos por jogo, 3,5 rebotes, 1,4 assistência. O aproveitamento geral de 43,5% nos arremessos de quadra tá bem sólido, e os 34,5% de três são mais do que respeitáveis para um novato na NCAA.

    Sinceramente? Eu acho que ele tem potencial pra ser mais que um especialista em três pontos. A movimentação dele lembra um pouco o que a gente via no Leandro Barbosa nos seus melhores momentos — não pela posição, mas pela inteligência de jogo.

    E vocês acham que Cleveland é um bom fit pra ele? Com Donovan Mitchell comandando o ataque, Mullins poderia ter tempo pra se desenvolver sem pressão absurda. O Cavs precisa de profundidade no perímetro, e um cara que pode entrar e acertar uns três logo de cara sempre é bem-vindo.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, e Mullins definitivamente é um nome pra ficar de olho. Se conseguir manter essa consistência no restante do March Madness, pode até subir algumas posições. Quem sabe, né?

  • Mock Draft 2026: Dybantsa lidera, mas Boozer está firme no top 3

    Mock Draft 2026: Dybantsa lidera, mas Boozer está firme no top 3

    Cara, o Mock Draft 2026 da CBS Sports saiu e já vou adiantando: AJ Dybantsa segue como número 1 absoluto. Mas olha, o que mais me chamou atenção foi o Cameron Boozer se consolidando no top 3. O filho do Carlos Boozer tá mostrando que o basquete é de família mesmo.

    Dybantsa pelo Indiana faz todo sentido. O cara é um monstro de 2,06m que tá metendo 25.5 pontos por jogo em BYU. Wingspan de mais de 2,13m e consegue criar jogada do nada. Na minha visão, ele tem tudo pra ser franquia player — só espero que não seja mais um prospecto que promete demais e entrega de menos.

    Boozer consolidado no top 3

    E o Boozer? Sinceramente, acho que pode ser a pick mais segura do draft. 22.4 pontos e 10.3 rebotes por Duke. O cara joga com uma maturidade absurda pra um calouro, tem QI de basquete altíssimo e já chegaria pronto pra contribuir na NBA. Pelo Brooklyn seria perfeito.

    O que eu curto no Boozer é que ele não é só hype — é resultado. Enquanto outros caras do topo ainda têm interrogações, ele entrega consistência todo jogo. Lembra um pouco do Jayson Tatum quando saiu de Duke, sabe? Aquele tipo de jogador que você sabe que vai dar certo.

    Surpresas no meio da primeira rodada

    Keaton Wagler subindo pra quinta posição me surpreendeu positivamente. O cara de Illinois tá com 40.8% do perímetro e 4.4 assistências. Com 1,98m de altura, seria um combo guard interessante pro Utah — principalmente com o Keyonte George já estabelecido por lá.

    Darryn Peterson pelo Washington no segundo pick também faz sentido. 1,98m jogando de armador, 38.2% de três pontos… tem potencial pra ser especial. A questão é: vocês acham que ele aguenta a pressão de ser pick tão alta?

    O que mais me impressiona é como esse draft tá equilibrado no topo. Diferente de anos anteriores onde tinha um consenso absoluto, aqui qualquer um dos primeiros cinco pode virar estrela — ou busto completo.

    Uma coisa é certa: com a loteria rolando no dia 10 de maio, os GMs já tão fazendo hora extra nos ginásios universitários. March Madness sempre muda algumas posições, e esse ano não vai ser diferente.

  • AJ Dybantsa pode ser a 1ª escolha de 2026 – Peterson perdeu a pole?

    AJ Dybantsa pode ser a 1ª escolha de 2026 – Peterson perdeu a pole?

    Olha só que reviravolta na corrida pelo Draft de 2026! O AJ Dybantsa, do BYU, acabou de ultrapassar o Darryn Peterson na preferência dos executivos da NBA para a primeira escolha geral. E eu vou ser sincero com vocês — não vi essa chegando no começo da temporada.

    Segundo o Jeremy Woo, da ESPN, que tem fontes espalhadas pelos front offices da liga, a galera tá “inclinando” pro Dybantsa depois das conversas das últimas semanas. O cara simplesmente fechou o gap que existia entre ele e o Peterson, e agora é considerado o favorito.

    A despedida épica do Dybantsa

    A temporada do BYU acabou cedo — eliminação logo na primeira rodada do March Madness pro Texas. Mas cara, que forma de se despedir! O moleque meteu 37 pontos, 10 rebotes e ainda acertou TODOS os 12 lances livres que tentou. Doze de doze. Isso é pressão nas veias.

    O que mais impressionou os olheiros foi a evolução na tomada de decisão dele ao longo da temporada. Ficou mais agressivo quando precisava, mas sem forçar jogadas desnecessárias. E a capacidade de criar jogadas pros companheiros? Evoluiu absurdo. É esse tipo de maturidade que faz a diferença quando você tá pensando na primeira escolha.

    Peterson tropeçou na reta final?

    Enquanto isso, o Peterson teve uma temporada complicada no Kansas. Lesão, doença, câimbras — o cara não conseguiu ter consistência. Nos últimos nove jogos até jogou bem, com média de 20.6 pontos, mas os percentuais de arremesso deixaram a desejar: apenas 38.8% dos arremessos de quadra e 31.9% das bolas de três.

    E pra piorar, o Kansas foi eliminado no domingo com aquela buzzer-beater dolorosa do St. John’s. Dói até de lembrar, principalmente quando você tá brigando pela primeira posição do draft.

    Mas calma aí — o Peterson ainda tem tudo pra dar a volta por cima. O teto dele é altíssimo, e algumas equipes já tão projetando ele num papel estilo Anthony Edwards. Arremessador elite, explosão atlética… é material de franquia mesmo.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa consegue manter essa vantagem até 2026? Ainda tem muito chão pela frente, e sabemos como esses rankings podem mudar rapidamente. Os workouts pré-draft e os exames médicos vão ser decisivos nessa briga.

    Cameron Boozer, de Duke, ainda aparece como terceira opção, mas bem distante dos dois. A disputa mesmo tá entre esses dois monstros — e sinceramente, qualquer um que for escolhido primeiro vai ter que carregar muita expectativa nas costas.

  • NBA vai acabar com o tanking? 3 propostas bombásticas vazaram

    NBA vai acabar com o tanking? 3 propostas bombásticas vazaram

    Gente, a coisa ficou séria. A NBA apresentou três propostas absolutamente radicais para acabar de vez com o tanking, e olha… eu não sei se tô mais empolgado ou preocupado com o que pode vir por aí.

    Depois de uma temporada inteira vendo times literalmente jogando para perder (olhando pra vocês, Jazz e Wizards), Adam Silver decidiu que chega. As três ideias que vazaram são tão malucas que vão virar o draft de cabeça pra baixo.

    A primeira bomba: 18 times na loteria

    A primeira proposta é simples e ao mesmo tempo revolucionária: 18 times participam da loteria do draft. Isso mesmo — os 10 piores times da liga MAIS os 8 que disputam o play-in.

    Aqui fica interessante: os 10 piores teriam chances iguais de 8% cada um de subir na loteria. Já os 8 do play-in dividiriam os 20% restantes em ordem decrescente. Cara, imagina o desespero dos times que estão no meio da tabela — de repente não vale mais a pena tankar!

    Na minha visão, essa é a mais “suave” das três. Mas ainda assim seria uma revolução completa no que conhecemos hoje.

    A segunda é ainda mais louca

    Se você achou a primeira radical, espera só pela segunda: 22 times na loteria. Os mesmos 18 de antes MAIS os 4 times eliminados na primeira rodada dos playoffs.

    Mas o mais maluco é que eles vão considerar o histórico de duas temporadas, igual a WNBA faz. E tem mais — cada time teria um “piso” mínimo de vitórias por temporada. Se você só ganhou 14 jogos, pra efeito de loteria conta como 20.

    Sinceramente? Isso acabaria com o tanking de uma vez por todas. Ninguém ia querer ficar ruim de propósito sabendo que pode cair ainda mais na loteria.

    A terceira é pura loucura controlada

    A última proposta é um sistema “cinco por cinco” que parece coisa de filme. Os 5 piores times teriam chances iguais, e haveria duas loterias separadas.

    Primeiro sorteariam os 5 primeiros picks. Depois, uma segunda loteria pros 13 restantes. O detalhe genial? Se um dos 5 piores não conseguir um top-5 pick, o pior que pode acontecer é cair pro 10º lugar. É tipo uma rede de proteção pra time muito ruim não se dar mal demais.

    Olha, eu tô tentando imaginar como seria a última temporada com essas regras. O Jazz com o pior record da NBA poderia ter acabado com a 10ª pick? É de doer o coração dos caras de Utah.

    O que vocês acham dessas propostas? Eu confesso que tô curioso pra ver qual vai passar na votação de maio. Uma coisa é certa: o tanking como conhecemos pode estar com os dias contados.

    E sinceramente, depois de ver tanto time claramente perdendo de propósito essa temporada, talvez seja hora de uma mudança mesmo. O basquete fica mais emocionante quando todo mundo joga pra vencer, não acham?