De perto do Alabama pro Brooklyn: a história insana de Chaney Johnson

Mano, eu tô impressionado com a história do Chaney Johnson. Cara que saiu da Division II direto pro Brooklyn Nets — isso é coisa de filme, sério.

Pra quem não conhece, Johnson é um ala de 23 anos que tá fazendo história nos Nets com um contrato two-way. E quando eu digo fazendo história, é porque o cara literalmente veio do nada. Zero ofertas de Division I saindo do ensino médio no Alabama. ZERO. Imagina a frustração?

Mas olha só a mentalidade do monstro: em vez de desanimar, ele foi pra Alabama/Huntsville (Division II) e simplesmente resolveu dominar tudo. Foi eleito Jogador do Ano da Gulf South Conference em 2023. Aí sim as grandes escolas começaram a prestar atenção.

Auburn e o salto da carreira

A virada mesmo veio quando ele transferiu pro Auburn. E cara, que timing perfeito — chegou bem na hora de ajudar os Tigers na campanha histórica até a Final Four de 2025. Saindo do banco, fez 8.3 pontos e 6.5 rebotes por jogo no March Madness. Nada espetacular no papel, mas quem assistiu sabe que ele foi fundamental.

O mais impressionante é como ele chegou lá. O técnico Bruce Pearl não deixou o cara nem sair do prédio depois da visita. “Você vai ficar aqui”, basicamente. E o Johnson? “Beleza, vamo que vamo.”

O que me chama atenção é essa sede dele. Em entrevista exclusiva, ele falou: “Eu estava sempre pensando na próxima coisa. Preciso sair do ensino médio? OK, vou pra D2. Preciso sair da D2? OK, vou continuar trabalhando pra chegar no Auburn.” É essa mentalidade que separa os caras especiais dos comuns.

Do Draft ignorado ao Brooklyn

Aí vem a parte mais louca: passou despercebido no Draft de 2024. Completamente ignorado. Assinou um Exhibit 10 com o Cleveland, não conseguiu vaga no roster principal, foi pro G League… e aí que a história fica interessante.

No Cleveland Charge (afiliada do Cavs no G League), o cara simplesmente virou líder do vestiário em questão de semanas. O técnico Eli Kell-Abrams disse que “ninguém jogava mais duro que o Chaney”. Em 16 jogos lá, chamou tanta atenção que os Nets resolveram apostar nele em dezembro.

E no domingo passado? Double-double de 16 pontos e 13 rebotes. Monstro. Eu fico pensando: quantos caras com talento “superior” já desistiram pelo caminho enquanto esse cara aqui tá realizando o sonho na NBA?

O Johnson sempre credita tudo ao “meu Senhor e Salvador Jesus Cristo” — e olha, independente da sua religião, você tem que respeitar a humildade e a força mental do cara. Saiu de uma cidadezinha no Alabama, passou por todos os níveis possíveis do basquete americano, e agora tá dividindo quadra com Kevin Durant.

Vocês acham que ele consegue firmar uma vaga definitiva no Brooklyn? Eu tô torcendo muito pra esse cara, sinceramente. História dessas a gente torce mesmo sendo de outro time.

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