Tag: G League

  • 5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    Olha que interessante: cinco jogadores acabaram de receber o convite dos sonhos. Saíram do G League Elite Camp direto pro NBA Draft Combine. Pra quem não sabe, isso é tipo ser chamado da série B pro time principal — uma oportunidade de ouro que pode mudar a vida desses caras.

    Os escolhidos foram Rafael Castro, Jacob Cofie, Bryce Hopkins, Trey Kaufman-Renn e Aaron Nkrumah. Nomes que talvez vocês não conheçam ainda, mas que podem estar fazendo história daqui uns anos.

    Os gigantes do garrafão

    Castro é um pivô de 2,11m que jogou em George Washington. O cara é monstro: 15.3 pontos por jogo com 62.7% de aproveitamento nos arremessos. Cara, 62%! E ainda pegava 9.1 rebotes, 1.8 roubadas e 1.7 tocos. Sinceramente, números assim chamam atenção de qualquer scout.

    Cofie também é do garrafão, mas um pouco mais baixo (2,08m) e veio da USC. Os números dele são mais modestos — 9.9 pontos e 6.8 rebotes — mas 1.8 bloqueios por jogo não é brincadeira. Esse tipo de defensivo sempre tem espaço na NBA.

    A versatilidade que a liga ama

    Hopkins terminou a carreira universitária em St. John’s como um ala de 2,01m que sabia fazer de tudo: 13.6 pontos, 6.2 rebotes. Jogador completo, desses que os técnicos adoram porque encaixam em qualquer sistema.

    Kaufman-Renn (que nome é esse, cara?) foi titular por três anos em Purdue. Com 2,06m, o ala fazia 14.2 pontos com impressionantes 57.8% de aproveitamento, 8.3 rebotes e ainda distribuía 2.5 assistências. Versatilidade pura.

    E tem o Nkrumah, de Tennessee State, que com 1,98m era o cestinha do time: 17.7 pontos, além de roubar 2.8 bolas por jogo. Esse cara sabe jogar basquete, não tem jeito.

    Na minha visão, essa chamada pro Combine é gigantesca pra esses cinco. Agora é mostrar que não foi sorte — que realmente merecem uma chance na melhor liga do mundo. Vocês acham que algum deles consegue ser draftado?

  • Drew Timme aproveitou a oportunidade dos Lakers como poucos fariam

    Drew Timme aproveitou a oportunidade dos Lakers como poucos fariam

    Olha, eu preciso admitir uma coisa: quando os Lakers pegaram o Drew Timme lá da G League em novembro, eu não sabia se o cara ia conseguir se adaptar. Mas, cara, que história inspiradora esse maluco construiu.

    “Quando me chamaram pela primeira vez, eu pensei: ‘Eu posso não saber p*rra nenhuma, mas vou jogar pra caralho’”, contou Timme numa entrevista exclusiva. E essa mentalidade, mano — é isso que separa quem fica de quem volta pra casa.

    O dois-way contract é uma parada complicada, viu? Você fica nesse vai e vem entre NBA e G League, nunca sabe se vai jogar ou ficar no banco. Mas o Timme encarou numa boa. “É a natureza do trabalho”, ele disse. “Bons soldados seguem ordens, eu faço o que me mandam.”

    A explosão contra o Portland

    Aí que vem a parte boa da história. Com o Deandre Ayton e o Jaxson Hayes machucados, o JJ Redick resolveu dar uma chance pro garoto. E que chance! Contra o Portland, dia 17 de janeiro, o Timme simplesmente destruiu: 21 pontos, 9/12 nos arremessos de quadra e ainda meteu 3 de 4 do perímetro.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. O cara veio da G League e jogou com uma confiança absurda, como se sempre tivesse estado ali. Dois dias depois, contra o Denver — que não é time qualquer —, fez mais 9 pontos numa vitória importantíssima fora de casa.

    O que torna ele especial

    Mas sabe o que mais me impressionou no Timme? O cara tem handles de armador num corpo de pivô. Na G League, era comum ver ele subindo a bola e organizando as jogadas. 4.8 assistências por jogo com o South Bay, chegando até 9 numa partida só.

    “Minha confiança como principal organizador e facilitador melhorou muito”, ele explicou. “Consigo controlar o ritmo e o fluxo do jogo.” E isso é monstro, cara. Quantos pivôs você vê por aí fazendo isso?

    A defesa também evoluiu pra caramba, principalmente no perímetro — algo essencial no basquete moderno. O cara entendeu que não basta só ser grande, tem que saber se movimentar e ajudar os companheiros.

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco dos Lakers na próxima temporada? Na minha visão, se continuar com essa mentalidade e aproveitando as oportunidades, pode sim virar uma peça importante. Afinal, jogador que joga duro e ainda tem skill diferenciado é o tipo de cara que todo técnico quer no banco.

  • Três de Gonzaga no radar da NBA: Combine pode abrir portas

    Três de Gonzaga no radar da NBA: Combine pode abrir portas

    Olha, eu sempre fico animado quando vejo jogadores universitários conseguindo essas chances de mostrar serviço para a NBA. E dessa vez são três caras de Gonzaga que estão no radar: Graham Ike, Isiah Harwell e Jack Kayil.

    O interessante é que cada um deles está em situações bem diferentes. Ike e Harwell foram convidados pro G-League Combine (que rola de 8 a 10 de maio em Chicago), enquanto Jack Kayil já foi direto pro NBA Combine — que é o evento principal, de 10 a 17 de maio.

    A estratégia do G-League Combine

    Sinceramente, eu acho essa divisão super inteligente da NBA. O G-League Combine virou tipo uma “peneira” — quem se destaca lá ganha o direito de participar do evento principal. Foi exatamente isso que aconteceu com Ryan Nembhard ano passado, que hoje está no Dallas Mavericks.

    Graham Ike é um cara que eu acompanho há um tempo. Forward sólido, joga duro no garrafão e tem um arremesso decente de média distância. Já o Harwell chegou como transfer de Houston e mostrou que tem potencial pra jogar nas duas posições (armador e ala). Vocês acham que eles conseguem se destacar o suficiente pra subir pro NBA Combine?

    Jack Kayil e o dilema alemão

    Agora, o caso do Kayil é mais complicado. O moleque foi convidado direto pro NBA Combine — o que já mostra que alguém lá em cima está de olho nele. Mas tem um porém: ele tem compromissos com o Alba Berlin, na Alemanha.

    Na minha opinião, isso pode até ser bom pros fãs de Gonzaga. Se ele não participar do Combine por causa dos compromissos na Europa, as chances dele ficar mais um ano na universidade aumentam bastante. E olha, pra um time como Gonzaga, ter um cara com potencial NBA no elenco não é pouca coisa.

    O prazo pra jogadores universitários desistirem do Draft vai até 27 de maio. Pros internacionais, como o Kayil, é até 13 de junho. Vai ser interessante acompanhar essas decisões.

    A temporada de Draft sempre traz essas histórias fascinantes. Desde caras lutando pra conseguir uma chance no G-League até outros que já estão no radar direto da NBA. E o bacana é que dá pra acompanhar tudo isso — o G-League Combine rola no site oficial da G-League, enquanto o NBA Combine vai passar na ESPN2.

    O Draft 2026 vai ser no Barclays Center, no Brooklyn, nos dias 23 e 24 de junho. Duas noites de sonhos se realizando e corações se partindo. Enfim, é isso que a gente ama no basquete, não é?

  • Lakers mudam time da G League pra Palm Desert – que jogada é essa?

    Lakers mudam time da G League pra Palm Desert – que jogada é essa?

    Olha só que novidade: os Lakers resolveram dar uma mexida no time da G League deles. O South Bay Lakers vai virar Coachella Valley Lakers e se mudar pra região de Palm Springs, jogando na Acrisure Arena em Palm Desert a partir da temporada 2026-27.

    Sinceramente? Achei meio aleatório no começo, mas pensando melhor faz sentido. Os caras já vinham jogando uns amistosos de pré-temporada por lá desde 2023, então não é como se fosse terra completamente estranha.

    Por que Palm Desert?

    O presidente de operações dos Lakers, Lon Rosen, disse que é uma “oportunidade incrível” pro time. E cara, ele meio que tem razão — a franquia já tinha história na região desde os anos 80, quando o time do Showtime fazia pré-temporada por lá. Magic, Kareem, todo mundo já pisou naquelas quadras.

    A Acrisure Arena comporta umas 11 mil pessoas e já hospeda o Coachella Valley Firebirds, time de hockey afiliado ao Seattle Kraken. Ou seja, a estrutura tá lá, moderna, abriu em dezembro de 2022.

    O que acontece com South Bay?

    Depois de nove temporadas no UCLA Health Training Center, o pessoal tá fazendo as malas. E olha, não foi uma temporada ruim pra se despedir não — terminaram 26-10, conseguiram o primeiro seed da Conferência Oeste, só perderam pros Stockton Kings na final de conferência. Nada mal.

    A história desse time da G League é meio doida mesmo. Começou como Los Angeles D-Fenders lá em 2006, jogava no Staples Center (hoje Crypto.com Arena), depois foi pro Toyota Sports Center em 2011, virou South Bay Lakers em 2017… Agora vai ser Coachella Valley Lakers. Quantas mudanças!

    E aí, vocês acham que essa mudança vai dar certo? Região de Palm Springs não é exatamente conhecida pelo basquete, mas quem sabe não rola uma surpresa? Os ingressos de temporada já tão à venda — depósito de 100 dólares, totalmente reembolsável. Pelo menos não tão pegando o dinheiro e correndo, né?

  • Lakers mudando de cidade? Calma, é só o time da G-League mesmo

    Lakers mudando de cidade? Calma, é só o time da G-League mesmo

    Olha, quase que eu tenho um infarto quando vi a manchete “Lakers estão se mudando”. Por um segundo pensei: será que a franquia mais icônica da NBA tá deixando Los Angeles? Respira fundo. É “só” o time da G-League deles mesmo.

    Os Lakers anunciaram que o South Bay Lakers — o time afiliado na liga de desenvolvimento — vai sair de El Segundo e se mudar pra região de Palm Springs. E não é só mudança de endereço não: agora vão se chamar Coachella Valley Lakers. Bonitinho, né?

    Nova casa, novo nome

    A partir da temporada 2026-27, eles vão jogar na Acrisure Arena, em Palm Desert. É uma arena de 11 mil lugares que normalmente recebe shows e jogos de hockey — inclusive é a casa do time afiliado do Seattle Kraken no hockey.

    “Tenho um relacionamento de longa data com Jerry e Jeanie Buss”, disse Irving Azoff, um dos caras por trás da arena. Cara, imagina ter essa intimidade com a família Buss? Deve ser o sonho de qualquer fã dos Lakers.

    E olha que não é novidade total: os Lakers já fizeram uns jogos de pré-temporada lá em 2024, contra Timberwolves e Suns. Testaram as águas e gostaram.

    Por que essa mudança faz sentido

    Sinceramente, eu acho essa jogada inteligente pra caramba. A região de Coachella Valley não tem muita opção de esporte profissional, então os Lakers vão chegar como reis da cocada preta. E ainda tem toda essa história dos Lakers com a região — o time dos anos 80 (aquele Showtime absurdo) fazia treinos por lá.

    Lon Rosen, presidente de operações dos Lakers, disse que é uma oportunidade incrível. E não tá mentindo não. Expandir a marca Lakers pra outras regiões da Califórnia? Genial.

    Os ingressos de temporada já tão sendo vendidos, com depósito a partir de 100 dólares. Baratinho pra padrão americano, na moral.

    A máquina de fazer jogadores continua funcionando

    E vocês sabem o que mais me impressiona? A capacidade desse programa da G-League dos Lakers de revelar talento. Em 20 anos, foram 60 promoções pra NBA com 38 jogadores diferentes. Isso é trabalho de formiguinha bem feito.

    Austin Reaves, que hoje é peça-chave dos Lakers? Veio de lá. Alex Caruso, aquele defensive player monstro que todo mundo ama? Também. Brandon Ingram, que hoje é All-Star no Pelicans? Idem. Josh Hart, Lonzo Ball, Kyle Kuzma… a lista não para.

    E mais recentemente? Bronny James Jr. passou por lá (obviamente), junto com Dalton Knecht e outros jovens promissores. Na última temporada, aliás, eles foram o primeiro lugar da Conferência Oeste com 26-10. Nada mal, né?

    Vocês acham que essa mudança vai ajudar ainda mais no desenvolvimento dos jogadores? Eu tenho a sensação de que jogar numa arena menor, mais íntima, pode ser bom pra alguns garotos ganharem confiança antes do salto pra NBA.

  • Lakers mudam time da G League pra Coachella Valley – jogada genial?

    Lakers mudam time da G League pra Coachella Valley – jogada genial?

    Olha só que movimento interessante dos Lakers: eles vão transferir o time da G League pra região de Coachella Valley, na Califórnia. A partir da temporada 2026-27, o que antes era só “Lakers da G League” vai virar oficialmente Coachella Valley Lakers e jogar na Acrisure Arena, em Palm Desert.

    Pra quem não conhece a região, é ali perto de Palm Springs — um lugar que já tem uma conexão histórica com a franquia dourada. Os Lakers dos anos 80, aquele time do Magic Johnson e do Kareem, costumavam fazer pré-temporada por lá. Então não é uma mudança do nada, sabe?

    Saindo de El Segundo depois de tanto tempo

    O time sempre jogou em El Segundo, mas sinceramente? Acho que essa mudança faz todo sentido. Coachella Valley tá crescendo muito como hub de entretenimento — não só por causa do festival, mas a região inteira tá se desenvolvendo. E a Acrisure Arena é uma arena moderna, com toda infraestrutura que os caras da G League merecem.

    Irving Azoff, da Oak View Group, tá empolgadíssimo com a parceria. O cara tem uma relação antiga com a família Buss e deixou claro que considera isso uma grande oportunidade. E olha, ele não tá errado não.

    Estratégia de longo prazo ou só mudança de endereço?

    Na minha opinião, isso vai muito além de simplesmente trocar de cidade. Os Lakers sempre foram espertos em expandir a marca — e Coachella Valley é um mercado que tava meio inexplorado no basquete profissional. Imagina só: você pega uma região que já recebe milhões de pessoas por ano (obrigado, festival de Coachella) e planta um time de basquete ali.

    Lon Rosen, presidente de operações dos Lakers, falou que a região sempre teve “presença forte” da franquia. Cara, isso é marketing inteligente demais. Eles tão transformando uma conexão histórica numa oportunidade de negócio real.

    E vocês, acham que vai dar certo? Eu tô curioso pra ver como vai ser a recepção dos fãs locais. G League às vezes não tem o apelo que deveria ter, mas com a marca dos Lakers por trás e numa arena nova… pode ser que role uma química legal.

    Uma coisa é certa: 2026 ainda tá longe, mas os Lakers já tão pensando no futuro. Típico deles, né?

  • De perto do Alabama pro Brooklyn: a história insana de Chaney Johnson

    De perto do Alabama pro Brooklyn: a história insana de Chaney Johnson

    Mano, eu tô impressionado com a história do Chaney Johnson. Cara que saiu da Division II direto pro Brooklyn Nets — isso é coisa de filme, sério.

    Pra quem não conhece, Johnson é um ala de 23 anos que tá fazendo história nos Nets com um contrato two-way. E quando eu digo fazendo história, é porque o cara literalmente veio do nada. Zero ofertas de Division I saindo do ensino médio no Alabama. ZERO. Imagina a frustração?

    Mas olha só a mentalidade do monstro: em vez de desanimar, ele foi pra Alabama/Huntsville (Division II) e simplesmente resolveu dominar tudo. Foi eleito Jogador do Ano da Gulf South Conference em 2023. Aí sim as grandes escolas começaram a prestar atenção.

    Auburn e o salto da carreira

    A virada mesmo veio quando ele transferiu pro Auburn. E cara, que timing perfeito — chegou bem na hora de ajudar os Tigers na campanha histórica até a Final Four de 2025. Saindo do banco, fez 8.3 pontos e 6.5 rebotes por jogo no March Madness. Nada espetacular no papel, mas quem assistiu sabe que ele foi fundamental.

    O mais impressionante é como ele chegou lá. O técnico Bruce Pearl não deixou o cara nem sair do prédio depois da visita. “Você vai ficar aqui”, basicamente. E o Johnson? “Beleza, vamo que vamo.”

    O que me chama atenção é essa sede dele. Em entrevista exclusiva, ele falou: “Eu estava sempre pensando na próxima coisa. Preciso sair do ensino médio? OK, vou pra D2. Preciso sair da D2? OK, vou continuar trabalhando pra chegar no Auburn.” É essa mentalidade que separa os caras especiais dos comuns.

    Do Draft ignorado ao Brooklyn

    Aí vem a parte mais louca: passou despercebido no Draft de 2024. Completamente ignorado. Assinou um Exhibit 10 com o Cleveland, não conseguiu vaga no roster principal, foi pro G League… e aí que a história fica interessante.

    No Cleveland Charge (afiliada do Cavs no G League), o cara simplesmente virou líder do vestiário em questão de semanas. O técnico Eli Kell-Abrams disse que “ninguém jogava mais duro que o Chaney”. Em 16 jogos lá, chamou tanta atenção que os Nets resolveram apostar nele em dezembro.

    E no domingo passado? Double-double de 16 pontos e 13 rebotes. Monstro. Eu fico pensando: quantos caras com talento “superior” já desistiram pelo caminho enquanto esse cara aqui tá realizando o sonho na NBA?

    O Johnson sempre credita tudo ao “meu Senhor e Salvador Jesus Cristo” — e olha, independente da sua religião, você tem que respeitar a humildade e a força mental do cara. Saiu de uma cidadezinha no Alabama, passou por todos os níveis possíveis do basquete americano, e agora tá dividindo quadra com Kevin Durant.

    Vocês acham que ele consegue firmar uma vaga definitiva no Brooklyn? Eu tô torcendo muito pra esse cara, sinceramente. História dessas a gente torce mesmo sendo de outro time.

  • Greensboro Swarm é campeão da G League pela primeira vez!

    Greensboro Swarm é campeão da G League pela primeira vez!

    Que jogaço! O Greensboro Swarm fez história e conquistou o primeiro título da G League da franquia. E olha, não foi moleza não — eles atropelaram o Stockton Kings por 2 a 0 numa final melhor de três que deixou todo mundo de queixo caído.

    O MVP que ninguém esperava

    Mas a grande estrela da festa foi Tosan Evbuomwan. O cara simplesmente resolveu no jogo decisivo: 22 pontos pra selar o título. Evbuomwan tem contrato de mão dupla com o Swarm e o Charlotte Hornets, e sinceramente? Depois dessa performance, não me surpreenderia nada se ele ganhasse mais minutos na NBA.

    É impressionante como a G League virou esse laboratório incrível pra revelar talentos. Quantos caras não começaram aí embaixo e hoje são peças importantes nos times principais?

    Charlotte deve estar de olho

    O timing não poderia ser melhor pro Hornets. Com a temporada da NBA chegando ao fim, ter um cara motivado e em alta na afiliada é ouro puro. Evbuomwan já mostrou que sabe jogar sob pressão — e isso vale ouro na liga.

    Na minha opinião, esse título do Swarm não é só sobre eles. É sobre como o sistema de desenvolvimento da NBA tá funcionando. A G League cada vez mais se consolida como uma ponte real entre o college e a NBA.

    E aí, vocês acham que o Evbuomwan consegue uma chance real no time principal dos Hornets na próxima temporada? Eu tô torcendo pra ver esse moleque jogar no nível mais alto!

  • Jazz aposta em Hayden Gray da G-League com contrato de 2 anos

    Jazz aposta em Hayden Gray da G-League com contrato de 2 anos

    O Utah Jazz acabou de fazer uma movimentação interessante no mercado, assinando com o armador Hayden Gray por dois anos. E olha, eu confesso que não esperava essa — o cara estava jogando pelo Maine Celtics na G-League e agora vai ter a chance de mostrar serviço na NBA.

    Gray não é nenhum desconhecido para quem acompanha a liga de desenvolvimento. O armador de 1,93m fez uma temporada bem sólida por lá: 48 jogos, sendo 23 como titular, com médias de 9.9 pontos, 2.8 rebotes, 5.8 assistências e 2.1 roubos de bola em quase 28 minutos por partida.

    Números que chamam atenção

    Sinceramente, o que mais me impressiona nos números do Gray são as assistências e os steals. 5.8 passes para cesta por jogo na G-League é coisa séria — mostra que o cara tem visão de jogo e consegue distribuir bem a bola. E 2.1 roubos? Isso indica que ele tem boas mãos defensivas, algo que sempre é valorizado na NBA.

    Claro, G-League é uma coisa, NBA é outra completamente diferente. Mas o Jazz claramente viu algo nele que vale a pena apostar.

    Vaga liberada no elenco

    A contratação do Gray faz o Jazz voltar ao limite máximo de 15 jogadores com contratos padrão. Isso porque o segundo contrato de 10 dias do Kennedy Chandler expirou depois do jogo de sexta-feira — uma oportunidade que o jovem armador não conseguiu aproveitar.

    E aí, vocês acham que o Gray vai conseguir se firmar no elenco do Jazz? O time de Utah está claramente em processo de reconstrução, então pode ser uma boa oportunidade para ele mostrar que tem potencial. Na minha visão, dois anos de contrato mostra que a organização realmente acredita no potencial dele — não é só um teste rápido.

    Vamos acompanhar como ele se adapta ao ritmo da NBA. Às vezes esses caras que vêm da G-League com fome de provar seu valor acabam surpreendendo todo mundo.

  • Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Olha só que movimentação inteligente do Celtics: trouxe o Dalano Banton de volta justamente no finalzinho da temporada regular. E não é só sobre basquete não — é matemática pura.

    O timing foi cirúrgico, cara. Boston fechou o roster com 15 jogadores literalmente no último dia possível, e com isso conseguiu ficar abaixo da luxury tax por apenas 11 mil dólares. Onze mil! Para uma franquia que vale bilhões, é como se você tivesse economizado R$ 20 na conta de luz.

    A jogada genial da diretoria

    Mas peraí que a coisa é mais profunda. Ficando abaixo da luxury tax E do segundo apron, os Celtics resetaram todas as penalidades que vinham acumulando por serem “tax repeater”. Na prática, isso significa muito mais flexibilidade financeira nas próximas temporadas.

    Sinceramente? Achei uma baita jogada do Brad Stevens. Conseguir preencher o roster, dar uma chance pro Banton e ainda economizar milhões em penalidades futuras — isso é gestão de alto nível.

    Banton conhece a casa

    E o Dalano já tem história com Boston, né. Passou metade da temporada 2023-24 lá, voltou com um contrato de 10 dias no começo desta temporada, e agora tá de volta com um bi-anual.

    O cara de 2,03m passou a maior parte do ano mandando ver na G League pelo Texas Legends. E que números, hein: 24,9 pontos, 6,9 assistências e 4,1 rebotes por jogo em 44 partidas. Para um armador dessa altura, são números bem sólidos.

    Vocês acham que ele consegue minutos nos playoffs? Com a profundidade que o Celtics tem, vai ser difícil, mas ter um cara versátil assim no banco sempre ajuda. E olha que ele já provou que consegue contribuir quando chamado — não é à toa que Boston quis ele de volta pela terceira vez.

    No fim das contas, todo mundo sai ganhando: Banton tem mais uma chance na NBA, os Celtics completam o roster gastando mixaria e ainda se livram de penalidades futuras. Isso é que eu chamo de win-win-win.