Tag: G League

  • Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Cara, que evolução absurda! Tristan Enaruna, do Cleveland Charge, acabou de ser eleito o Jogador Que Mais Evoluiu da G League e, sinceramente, merecidíssimo. O cara simplesmente dobrou — DOBROU — sua média de pontos de uma temporada pra outra.

    Vamos aos números que deixam qualquer um de queixo caído: de 11.0 pontos por jogo na temporada passada, o ala saltou pra incríveis 20.3 pontos. E não foi só sorte de uma ou duas partidas não — foram 38 jogos mantendo esse nível monstro, com 54.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    A transformação completa do jogador

    Mas ó, não foi só nos pontos que o Tristan melhorou. O percentual geral de arremessos dele subiu de 51.8% pra absurdos 62.0%. Na linha dos três pontos? De 29.2% pra 37.2%. Nos lances livres então nem se fala — de 58.8% pra 75.0%. É uma evolução em todas as áreas do jogo, que coisa linda de se ver.

    E o mais legal? Todo esse trabalho rendeu uma call-up pros Cleveland Cavaliers no dia 28 de janeiro. Imagina a sensação do cara realizando o sonho de todo jogador de basquete — chegar na NBA.

    O reconhecimento merecido

    O técnico do Charge, Eli Kell-Abrams, não economizou nos elogios (e com razão): “Esse prêmio é um grande testemunho do trabalho diário que o Tristan coloca, de como ele foi intencional com seu desenvolvimento, e da confiança crescente com que ele continua jogando”.

    Vocês acham que ele consegue se firmar nos Cavs? Porque olhando esses números, o potencial tá aí. A G League tem sido cada vez mais uma vitrine real pra talentos que merecem uma chance — Gabe Vincent e Lester Qunones, que também ganharam esse prêmio antes, são exemplos perfeitos disso.

    Na minha visão, o Enaruna representa exatamente o que a G League deveria ser: um lugar onde caras dedicados podem trabalhar suas falhas, evoluir e mostrar que merecem estar no mais alto nível. Que venham mais histórias como essa!

  • Grizzlies apostam em veterano da G League com contrato de 10 dias

    Grizzlies apostam em veterano da G League com contrato de 10 dias

    Olha, eu confesso que não esperava essa. O Memphis Grizzlies acaba de assinar um contrato de 10 dias com Lucas Williamson, um ala de 27 anos que vem se destacando na G League. E quando digo destacando, é porque o cara realmente tem mostrado serviço.

    Williamson (1,93m, 93kg) jogou 46 partidas nesta temporada entre Memphis Hustle e Windy City Bulls, fazendo médias de 7.2 pontos, 2.3 rebotes, 1.3 assistências e 1.1 roubo de bola em 23.7 minutos por jogo. Números modestos? Talvez. Mas às vezes é exatamente esse tipo de jogador que faz a diferença quando você precisa.

    Veterano da G League com história

    O que mais me chama atenção é a experiência do cara. Quatro temporadas na G League, 139 jogos no currículo passando por Ontario Clippers, Memphis Hustle e Windy City Bulls. Isso não é pouca coisa — ele conhece o sistema, sabe o que esperar.

    E aqui vem uma curiosidade que eu acho massa: Williamson foi peça fundamental naquele time histórico de Loyola Chicago que chegou no Final Four da NCAA em 2018. Lembram? Aquele Cinderella run épico que todo mundo amou. O cara ainda levou o prêmio de Melhor Defensor da Missouri Valley Conference duas vezes (2021 e 2022).

    Memphis precisa de profundidade

    Sinceramente, faz sentido para os Grizzlies. O time tem sofrido com lesões — como sempre, né? — e precisa de caras que possam entrar, não atrapalhar e contribuir nos detalhes. Williamson parece ser exatamente esse perfil: defensor sólido, veterano, sem muita pressão para ser a estrela.

    É aquele tipo de contratação que pode dar muito certo ou passar despercebida. Mas vocês sabem como é a NBA: às vezes o cara que ninguém espera nada vira peça importante. Quem diria que um veterano de 27 anos da G League poderia ajudar Memphis nessa reta final de temporada?

    Vamos ver se ele consegue aproveitar essa chance. Dez dias para mostrar serviço e quem sabe garantir algo mais duradouro. E aí, acham que ele tem potencial para ficar?

  • Grizzlies pescam Adama Bal na G League com contrato de 10 dias

    Grizzlies pescam Adama Bal na G League com contrato de 10 dias

    Os Memphis Grizzlies acabaram de assinar com Adama Bal um contrato de 10 dias por necessidade. E quando eu digo necessidade, é necessidade mesmo — o time está praticamente se desfazendo com tantas lesões.

    Bal estava jogando pelo Westchester Knicks na G League depois de não ter sido selecionado no Draft de 2025, vindo de Santa Clara. O cara tem 2,01m e jogou 29 partidas na liga de desenvolvimento, fazendo média de 7.4 pontos em 18.4 minutos por jogo. Números modestos? Sim. Mas às vezes é exatamente isso que um time precisando de corpos em quadra quer ver.

    Memphis tá desesperado por jogadores

    A situação em Memphis é meio dramática, não vou mentir. Vários jogadores foram descartados para o resto da temporada por lesão, e outros tantos estão lidando com machucados que não acabam com a season mas ainda assim atrapalham. É aquela situação onde você olha pro banco e pensa: “cara, onde estão os jogadores?”

    Esses contratos por necessidade (hardship) são exatamente pra isso — quando o time fica tão espremido que precisa buscar reforço em qualquer lugar. E a G League virou meio que o quintal dos times da NBA pra essas situações.

    Quem é Adama Bal?

    Sinceramente, não é um nome que estava na ponta da língua de ninguém. Saiu de Santa Clara no Draft passado sem ser escolhido e foi parar no afiliado dos Knicks. Mas olha só — o cara pelo menos estava jogando consistentemente na G League, e isso já é algo.

    Com 2,01m, deve conseguir ajudar um pouco na frente, nem que seja pra dar uns minutos e deixar outros jogadores descansarem. Às vezes é isso mesmo que esses caras precisam: uma oportunidade, mesmo que pequena.

    E aí, vocês acham que ele consegue aproveitar esses 10 dias pra mostrar serviço? Memphis tá num momento complicado da temporada, pode ser que role uns minutinhos pra ele mesmo.

  • Shackelford explode com 54 pontos e vira lenda do Valley Suns

    Shackelford explode com 54 pontos e vira lenda do Valley Suns

    Cara, vocês conhecem o Jaden Shackelford? Se a resposta é não, é porque provavelmente não acompanham a G League de perto. Mas depois da quarta-feira passada, todo mundo vai lembrar desse nome. O cara simplesmente DESTRUIU tudo no Mullett Arena e encerrou a temporada do Valley Suns da forma mais espetacular possível.

    54 pontos. Cinquenta e quatro. Em uma noite. Não é erro de digitação não.

    O cara que todo mundo dormiu no draft

    Olha, eu vou ser sincero: Shackelford não passar no draft de 2022 foi uma injustiça. O maluco era o cestinha do Alabama em 2021, numa equipe que tinha Herb Jones (que hoje tá voando no Pelicans) e Joshua Primo. Isso mesmo, ele carregava o time nas costas com esses talentos todos ao redor.

    Desde então, ficou pingando entre Thunder e Suns, sempre provando seu valor na G League. E nesta temporada? Monstro total. 22.2 pontos por jogo, aproveitamento de 43% nos arremessos de quadra, 38% de três. Numbers que gritam NBA, na minha opinião.

    A noite que mudou tudo

    Quarta-feira foi daquelas noites mágicas do basquete. Era o último jogo da temporada regular contra o Mexico City Capitanes, e o Shackelford decidiu que ia fazer história. 16 de 26 arremessos, 5 de 10 de três, 12 de 14 nos lances livres. Eficiência absurda!

    E o mais legal? Com esses 54 pontos, ele se tornou o maior pontuador da história da franquia Valley Suns. Imagina a emoção do cara realizando esse feito bem na última partida da temporada. Cinema puro.

    Sinceramente, não sei como ainda não teve uma chance real na NBA. Uma performance dessas força qualquer scout a olhar duas vezes pro cara. O Valley Suns terminou com apenas 11 vitórias em 36 jogos, mas pelo menos os fãs viram um show histórico.

    E aí, vocês acham que essa explosão do Shackelford vai finalmente abrir as portas da NBA pra ele? Porque na minha visão, talento ele sempre teve. Só faltava essa noite mágica pra todo mundo prestar atenção.

  • Kings pescam DaQuan Jeffries na G League com contrato de 10 dias

    Kings pescam DaQuan Jeffries na G League com contrato de 10 dias

    Os Sacramento Kings acabaram de pescar um cara que tava fazendo a diferença na G League. DaQuan Jeffries assinou um contrato de 10 dias com o time, aproveitando a exceção por dificuldades do elenco.

    E olha, o cara não tava brincando por lá não. Jeffries vinha fazendo números absurdos pelo Stockton Kings na G League: 23.5 pontos, 5.9 rebotes e 2.5 assistências por jogo em 28 partidas. Quase 24 pontos de média, mano!

    Veterano que conhece a casa

    A parada interessante é que Jeffries não é nenhum novato na NBA — muito pelo contrário. O cara já rodou por meia liga: passou por Charlotte Hornets, Houston Rockets, Memphis Grizzlies, New York Knicks e até pelos próprios Kings. São 111 jogos na carreira, com 25 como titular.

    Claro que os números na NBA foram mais modestos: 4.6 pontos e 2.1 rebotes em média. Mas convenhamos, é bem diferente jogar 15 minutos na NBA do que ser protagonista na G League, né?

    Aposta certeira ou desespero?

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente dos Kings. O time precisa de profundidade no elenco e Jeffries mostrou que pode contribuir quando tem oportunidade. Além disso, ele já conhece a organização — isso conta muito.

    E vocês, acham que ele consegue se firmar dessa vez em Sacramento? Ou vai ser só mais um contrato de 10 dias que não vira nada? O cara tem 27 anos, tá na idade certa pra aproveitar uma chance dessas.

    Os próximos jogos vão mostrar se Jeffries consegue traduzir aqueles números da G League pro nível NBA. Torço por ele — sempre gosto quando um cara que rala nas divisões de base consegue uma nova oportunidade.

  • Mac McClung vira GOAT da G-League com 59 pontos absurdos

    Mac McClung vira GOAT da G-League com 59 pontos absurdos

    Gente, eu preciso falar sobre o que aconteceu ontem à noite na G-League. Mac McClung — sim, aquele cara das enterradas insanas do All-Star — simplesmente fez história de uma forma que ninguém esperava.

    O maluco não só marcou 59 pontos (CINQUENTA E NOVE!) pelo Windy City Bulls, como também virou o maior pontuador da história da G-League. Passou o Renaldo Major, que tinha 5.299 pontos na carreira, e agora é oficialmente o GOAT das ligas menores.

    A noite mágica que mudou tudo

    Cara, os números dessa partida contra o Birmingham Squadron são de outro planeta. McClung acertou 19 de 34 arremessos, cravou 8 bolas de três em 17 tentativas e ainda foi 8/10 nos lances livres. Ah, e de quebra ainda distribuiu 10 assistências.

    Sinceramente? Eu tô impressionado. O cara tá fazendo média de mais de 31 pontos por jogo esta temporada. TRINTA E UM! Na G-League, mas ainda assim é absurdo.

    E o mais louco é que McClung só jogou 10 partidas na NBA na carreira toda. Dez. Enquanto isso, ele tá destruindo todo mundo na liga de desenvolvimento como se fosse um videogame no modo fácil.

    Hora de subir pro time principal?

    Olha, eu sei que a NBA é um bicho completamente diferente da G-League. A velocidade é outra, a defesa é mais intensa, e por isso o Mac nunca conseguiu se estabelecer por lá. Mas depois de uma performance dessas…

    Os fãs tão pegando no pé do Chicago Bulls nas redes sociais (e com razão). Um cara postou: “Mac McClung marca melhor que muitos jogadores da NBA”. Outro desabafou: “59 pontos, 10 assistências, 8 bolas de três… e vocês ainda deixam ele num contrato two-way enquanto o banco dos Bulls tá uma bagunça?”

    Vocês acham que ele merece uma chance real na NBA? Porque eu tô começando a achar que sim. O cara já provou que sabe jogar bola — e não é só nas enterradas do All-Star Weekend. É claro que defender na NBA é outra história, mas alguém que marca 59 pontos numa noite merece pelo menos ser testado, não acham?

    McClung virou lenda da G-League de forma definitiva. Agora é ver se alguém vai ter coragem de dar uma oportunidade real pra ele brilhar no palco principal.

  • Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Cara, a história do Markelle Fultz é de dar dó mesmo. O cara foi primeira escolha do draft de 2017 — PRIMEIRA ESCOLHA! — e agora tá aí mendigando um contrato de 10 dias com os Raptors. É de quebrar o coração de qualquer fã de basquete.

    Os Raptors acabaram de anunciar a contratação do armador, que não jogava na NBA desde a temporada passada quando fez uns jogos apagados pelo Kings. E quando digo apagados, é apagado mesmo: 2.9 pontos por jogo em 21 partidas. Praticamente um fantasma em quadra.

    De promessa a decepção

    Vocês lembram da expectativa em cima do Fultz? O Philadelphia trocou a terceira escolha E MAIS uma primeira rodada só pra subir duas posições no draft e pegar ele. Imaginem o desespero dos caras hoje em dia vendo onde ele chegou.

    As lesões perseguiram o moleque desde o começo. Nos dois primeiros anos na NBA, jogou menos de 20 partidas por temporada. Menos de vinte! É como se ele fosse um jogador fantasma no roster dos Sixers.

    Sinceramente, eu sempre torci pra esse cara dar a volta por cima. Ele até teve uns momentos em Orlando — na temporada 2022-23 chegou a fazer uma média de 14 pontos com 51.4% de aproveitamento nos arremessos. Nada mal pra quem tava praticamente morto e enterrado.

    Última chance nos playoffs?

    O timing da contratação não é coincidência. O Immanuel Quickley tá com fasceíte plantar no pé direito (que lesão chata, meu Deus), e os Raptors precisam de profundidade na posição. Eles tão em quinto no Leste e querem brigar nos playoffs.

    O mais interessante é que o Fultz pode jogar na pós-temporada porque não tava em roster da NBA depois de 1º de março. Regra meio estranha, mas enfim.

    Antes de voltar pra NBA, ele tava jogando no Raptors 905 (o time da G League). Os números não eram absurdos — 9.4 pontos e 6.2 assistências em cinco jogos — mas pelo menos mostrou que ainda sabe jogar basquete.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser mais uma tentativa frustrada de ressurreição? Eu, na moral, torço pra que ele consiga. Todo mundo merece uma segunda (terceira, quarta…) chance.

  • Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o Utah Jazz renovou o contrato de 10 dias do Bez Mbeng pela segunda vez, pensei: esse cara deve ter algo especial mesmo. Não é todo dia que um jovem de Yale consegue impressionar uma franquia da NBA a ponto de ganhar uma segunda chance.

    O que Mbeng mostrou até agora?

    Em cinco jogos pelo Jazz (sendo um como titular), o armador de 1,93m está fazendo números interessantes: 4,8 pontos, 4,2 assistências, 4,0 rebotes e 1,6 roubos de bola em 33 minutos por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que veio do college, tá longe de ser ruim.

    O que me chama atenção mesmo é a versatilidade do garoto. Armador que pega rebote? Que defende bem? Isso é ouro no basquete moderno. E sinceramente, com o Jazz em fase de reconstrução, faz todo sentido testar jovens talentos assim.

    A trajetória até aqui

    Antes de chegar ao Jazz, Mbeng estava arrebentando na G League pelo Sioux Falls Skyforce. Em 41 jogos, cravou médias de 6,5 pontos (com 49,5% de aproveitamento nos arremessos), 5,0 rebotes e 3,8 assistências. O mais louco? O cara fez um triple-double contra o Rio Grande Valley em fevereiro: 12 pontos, 13 rebotes e 12 assistências. Monstro!

    Na faculdade, em Yale, o negócio era ainda mais impressionante. Quatro temporadas, 120 jogos, e o cara foi eleito Melhor Jogador da Ivy League em 2024-25. Ah, e pegou o prêmio de Melhor Defensor da liga por três anos seguidos. Três! Isso não é coincidência, galera.

    Vai colar na NBA?

    Essa é a pergunta que não quer calar, né? Na minha visão, o Mbeng tem perfil pra pelo menos ser um jogador de rotação sólido. Não vai ser estrela, mas no basquete de hoje, um cara que defende múltiplas posições, distribui bem a bola e não precisa forçar o ataque tem muito valor.

    O Jazz claramente viu algo nele — senão não daria uma segunda chance. E olha, considerando que o time tá em rebuilding mesmo, por que não apostar num jovem hungão que já mostrou que sabe jogar basquete de verdade?

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco ou é só mais um teste que não vai dar certo? Eu tô torcendo pro garoto, até porque ver alguém saindo de Yale e chegando na NBA é sempre inspirador.

  • Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Gente, vocês lembram do Markelle Fultz? Aquele garoto que foi primeira escolha geral do draft em 2017 e que simplesmente esqueceu como arremessar? Pois é, o cara tá de volta à NBA — Toronto Raptors acabou de assinar um contrato de 10 dias com ele.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Fultz vinha jogando pela filial dos Raptors na G League, o tal do Raptors 905, e os números até que não estavam ruins: 9.4 pontos, 2.4 rebotes e 6.2 assistências em quase 24 minutos por jogo. Nada espetacular, mas pro cara que praticamente sumiu do basquete, tá valendo.

    O que esperar do retorno?

    A real é que Fultz virou quase uma lenda urbana da NBA. Primeira escolha geral dos Sixers, promessa absurda, e do nada desenvolveu aqueles problemas de arremesso que ninguém conseguia explicar direito. Lembram daqueles vídeos dele tentando acertar lance livre? Era de dar dó.

    Na temporada passada pelo Sacramento Kings, ele mal viu quadra — só 21 jogos, média de menos de 9 minutos, números praticamente inexistentes. Mas cara, às vezes um cara só precisa da oportunidade certa, né?

    Toronto fazendo a aposta certa?

    Os Raptors tão em quinto no Leste, disputando posição com Hawks e Sixers (que ironia, né?). Com apenas um jogo de vantagem na coluna de derrotas, cada movimento conta. E sinceramente? Acho que eles não têm muito a perder com essa.

    Fultz sempre teve visão de jogo absurda — essas 6.2 assistências na G League mostram que a cabeça ainda funciona. Se o arremesso voltar nem que seja 70% do que era antes dos problemas, o Toronto pode ter achado um diamante bruto no lixão.

    E aí, vocês acham que o Fultz consegue se reerguer dessa vez? Ou será mais uma tentativa que vai dar em pizza? Eu, particularmente, torço pelo garoto — todo mundo merece uma segunda (ou terceira, ou quarta) chance.

  • Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Cara, quem diria que em 2026 ainda estaríamos falando do Markelle Fultz? O moleque que foi primeira escolha geral em 2017 pelo Sixers acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors, e olha — eu tô torcendo pra dar certo dessa vez.

    Vocês lembram da saga toda, né? O garoto chegou sendo vendido como o próximo grande armador da liga, mas as lesões simplesmente destruíram os primeiros anos de carreira dele. Menos de 20 jogos em CADA uma das duas primeiras temporadas. Absurdo o azar que esse moleque teve.

    Da promessa ao ostracismo

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada passada no Sacramento Kings jogando apenas 21 partidas. Depois disso? G-League com o Raptors 905. É duro ver um cara que já foi primeira escolha geral tendo que provar seu valor na liga de desenvolvimento, mas pelo menos ele não desistiu.

    Na minha visão, a melhor fase dele foi mesmo em 2022-23 pelo Orlando Magic. 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, aproveitamento de 51.4% nos arremessos. Nada espetacular, mas sólido. O cara se reinventou como um armador defensivo que sabe distribuir a bola — bem diferente daquele prospecto que prometia ser o próximo grande cestinha da liga.

    Timing perfeito para os Raptors

    E o timing dessa contratação? Perfeito. Os Raptors estão numa briga insana pra não cair no play-in da Conferência Leste, dividindo essa zona de perigo com Hawks, Sixers (ironia do destino), Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço nessa altura do campeonato pode fazer a diferença.

    Sinceramente, eu acho que o Fultz pode ajudar. O cara amadureceu, passou por perrengue e hoje sabe exatamente qual é o papel dele numa equipe NBA. Não vai ser aquele armador franchise que todo mundo esperava, mas pode ser um sexto homem competente que entra, joga duro na defesa e não faz besteira com a bola.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar em Toronto? Dez dias pode parecer pouco, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra provar que ainda tem lugar na melhor liga de basquete do mundo.