Tag: G League

  • Raptors dispensam Tyreke Key após temporada sólida na G League

    Raptors dispensam Tyreke Key após temporada sólida na G League

    Os Toronto Raptors decidiram dispensar o armador Tyreke Key, encerrando assim uma passagem que começou com bastante promessa em abril.

    Olha, essa dispensa meio que me pegou de surpresa. Key não fez feio nenhum na G League — muito pelo contrário. O cara teve médias bem sólidas: 14.9 pontos, 2.5 rebotes e 1.7 assistências em 47 jogos pelo Raptors 905. E não foi só estatística não, o garoto jogou mesmo.

    Performance que impressionou

    Key foi peça importante na campanha do 905 nesta temporada. Ajudou o time a conquistar a primeira colocação no Tip-Off Tournament da G League — o que não é moleza. Chegaram até a final do Winter Showcase de 2025 e garantiram vaga nos playoffs.

    Em 16 jogos como titular, mostrou que tem potencial para algo maior. Média de quase 15 pontos com 24.5 minutos por jogo é produção de quem sabe jogar bola. Mas no final das contas, não foi suficiente para garantir uma vaga no elenco principal dos Raptors.

    O que vem por aí?

    Sinceramente? Acho que Key vai encontrar oportunidade em outro lugar rapidinho. Jogador que produz na G League sempre desperta interesse, ainda mais com o histórico que ele construiu no 905.

    Os Raptors estão claramente fazendo uma limpeza no elenco, preparando terreno para outras movimentações. E vocês, acham que foi a decisão certa? Ou Key merecia pelo menos uma chance real no time principal?

    Uma coisa é certa: o garoto mostrou que tem talento. Agora é esperar pra ver onde ele vai parar e se consegue finalmente cravar uma vaga fixa na NBA. Pelo que vi dele na G League, tem potencial para isso.

  • Mac McClung domina G League e leva MVP com números absurdos

    Mac McClung domina G League e leva MVP com números absurdos

    Gente, o Mac McClung não brinca em serviço! O cara simplesmente destruiu a G League essa temporada e levou o MVP com números que fazem qualquer um cair pra trás: 31.8 pontos de média. Trinta e um vírgula oito. Isso aí não é número de liga de desenvolvimento, é estatística de All-Star da NBA mesmo.

    E olha que não foi só chute de longe não — McClung meteu 51.5% do campo e ainda acertou 38.1% das bolas de três em 40 jogos pelo Windy City Bulls. O monstro ainda distribuiu quase 8 assistências por jogo. Sinceramente, como esse cara ainda não conseguiu uma vaga fixa na NBA?

    Os times All-G League saíram do forno

    Junto com McClung no primeiro time vieram Tristen Newton (que ficou em segundo no MVP) e DaQuan Jeffries (terceiro colocado). Newton pelo Rio Grande Valley Vipers — que aliás é time afiliado do Houston Rockets — e Jeffries defendendo o Stockton Kings.

    A galera do primeiro time é de respeito: Isaac Jones (Motor City Cruise) e Lester Quinones (Osceola Magic) completaram o quinteto. Jones, inclusive, já teve algumas chances na NBA essa temporada. Será que não rola uma promoção definitiva?

    Segundo e terceiro times trazem nomes conhecidos

    No segundo time, chamou atenção ver Killian Hayes ali no Cleveland Charge. Lembram dele? Foi primeira escolha do Detroit Pistons em 2020 e meio que não emplacou. Agora tá tentando se reerguer na G League — e aparentemente tá indo bem.

    Drew Timme também apareceu no segundo time pelo South Bay Lakers. Esse aí foi uma lenda no college basketball em Gonzaga, mas ainda tá correndo atrás do sonho NBA. Kobe Bufkin (também South Bay Lakers), A.J. Lawson (Raptors 905) e Jahmir Young (Sioux Falls Skyforce) completaram a seleção.

    No terceiro time, destaque pra Ron Harper Jr. no Maine Celtics — filho do bicampeão da NBA Ron Harper. A genética ajuda, mas tem que mostrar serviço mesmo assim, né?

    E aí, vocês acham que McClung finalmente vai conseguir uma chance real na NBA ou vai ficar eternamente sendo o rei da G League? Com esses números, pelo menos uma oportunidade ele merecia…

  • Pistons acerta com gigante que tá destruindo na G League

    Pistons acerta com gigante que tá destruindo na G League

    Olha só que notícia boa pros Pistons: Tolu Smith acabou de ganhar um contrato padrão de duas temporadas após impressionar geral na G League. E quando eu digo impressionar, é IMPRESSIONAR mesmo.

    O cara tem 2,11m e veio de Mississippi State sem ser draftado em 2024. Sabe como é, né? Às vezes o Draft passa batido em alguns jogadores que depois explodem. E pelo jeito, Smith pode ser um desses casos.

    Os números da G League são de outro planeta

    Vamos aos fatos: em 26 jogos na G League esta temporada, o monstro tá fazendo 19,4 pontos, 11,0 rebotes e 3,4 assistências em menos de 29 minutos. Double-double quase automático, cara. É muita bola pra um pivô que ninguém conhecia direito.

    Na NBA mesmo, ele só jogou 13 partidas até agora, com médias mais modestas de 3,9 pontos e 3,5 rebotes em 10 minutinhos. Mas sinceramente? Pra um cara que tava num contrato two-way, esses números já mostram que ele consegue se virar no nível mais alto.

    Detroit aposta no futuro do garrafão

    Os Pistons tão claramente vendo alguma coisa especial nesse Smith. E faz sentido, né? O time de Detroit tá numa reconstrução gigante e precisa de peças que possam crescer junto com o projeto. Um pivô de 2,11m que consegue pontuar, pegar rebote E ainda distribuir assistências? É ouro no bolso.

    A pergunta que não quer calar: será que Smith consegue manter essa consistência da G League quando ganhar mais minutos na NBA? Eu tô apostando que sim. O cara tem físico, tem fundamentos, e mais importante — tem fome de provar que merece estar ali.

    Vocês acham que Detroit acertou em dar esse contrato ou foi precipitado demais?

  • Mac McClung bicampeão MVP da G League — que monstro!

    Mac McClung bicampeão MVP da G League — que monstro!

    Gente, o Mac McClung fez de novo. O cara que virou lenda nos concursos de enterrada agora conquistou o segundo MVP da G League na carreira — e olha que ele só tinha ganhado o primeiro em 2024. Ou seja: bicampeão em sequência. Absurdo!

    Os números do garoto pelo Windy City Bulls foram simplesmente surreais. Média de 31.8 pontos por jogo liderando toda a liga, mais 7.9 assistências e 3.6 rebotes. E não era só volume não — o aproveitamento de quadra foi de 51.5% nos arremessos de campo e 38.1% nas bolas de três. Em 40 jogos, cara. Consistência pura.

    De enterrador a cestinha completo

    Sinceramente, eu não esperava que o Mac virasse esse fenômeno ofensivo. Todo mundo conhece ele pelas enterradas históricas no All-Star (aquele voo sobre o Shaq ainda me dá arrepios), mas ver ele dominando uma temporada inteira na G League como armador e pontuador principal? Isso é evolução.

    A competição pelo MVP não foi moleza. Tristen Newton, do Rio Grande Valley Vipers (afiliado do Houston Rockets), ficou em segundo, e DaQuan Jeffries, do Stockton Kings, completou o pódio. Mas o Mac simplesmente estava em outro nível.

    O futuro bate à porta

    E aí que vem a parte mais interessante: os Bulls converteram o contrato dele para Two-Way em fevereiro. Isso significa que agora ele pode alternar entre a G League e a NBA. Com esses números absurdos, vocês acham que ele não vai ganhar uma chance real na liga principal?

    Olha, na minha visão, o Mac McClung representa exatamente o que a G League deveria ser: um lugar onde talentos únicos podem se desenvolver e provar seu valor. O cara saiu de viral das redes sociais para bicampeão MVP de uma liga profissional. Que história, né?

    Agora é torcer para ver se Chicago vai dar uma oportunidade real para ele mostrar esse basquete todo na NBA. Depois de dois MVPs seguidos, acho que ele mais do que mereceu.

  • Nets promove Tre Scott da G-League com contrato de emergência

    Nets promove Tre Scott da G-League com contrato de emergência

    Olha, o Brooklyn Nets acabou de fazer aquele movimento clássico de fim de temporada: promoveu Tre Scott do Long Island Nets (o time da G-League) com um contrato de 10 dias por necessidade médica. E sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    O cara vinha fazendo a diferença lá embaixo

    Scott não estava brincando na G-League não. Em 47 jogos pelo Long Island, o moleque de 2,03m vinha fazendo 12 pontos, quase 5 rebotes e 2 assistências por jogo. Números sólidos para um cara que estava esperando a oportunidade aparecer.

    O mais interessante é que ele já conhece a casa — participou do training camp do Nets no começo da temporada. Então não vai chegar completamente perdido, sabe como funciona o esquema do técnico e já tem alguma química com o elenco.

    Lesão abre a porta

    A promoção dele veio porque Danny Wolf deve ficar fora pelo resto da temporada com uma entorse no tornozelo. Cara, que azar do Wolf — a temporada toda lutando por minutagem e agora isso.

    Para Scott, que não foi draftado em 2020 depois de sair de Cincinnati, é aquela chance de ouro. Ala de 2,03m tem sempre espaço na NBA, ainda mais um que consegue jogar múltiplas posições como ele.

    Será que cola?

    Vamos ser honestos: contrato de 10 dias é basicamente um teste. O Nets vai avaliar se ele consegue contribuir nos últimos jogos da temporada. Se rolar química e ele mostrar que pode ajudar, quem sabe não vira algo mais permanente para a próxima temporada?

    Eu acho que o cara tem tudo para aproveitar. Já estava acostumado com o ritmo profissional na G-League, conhece o sistema do time, e ala versátil sempre encontra minutagem. Vocês acham que ele consegue se firmar? Ou vai ser só mais um desses contratos de emergência que a gente esquece na semana seguinte?

  • Portland leva multa pesada por contato ilegal com Yang Hansen no Draft

    Portland leva multa pesada por contato ilegal com Yang Hansen no Draft

    Olha só que situação complicada rolou em Portland: a NBA meteu uma multa de US$ 100 mil nos Trail Blazers, e ainda suspendeu dois executivos por duas semanas sem salário. Tudo isso por causa de contato ilegal com Yang Hansen antes do Draft de 2025, lá em dezembro de 2023.

    Os suspensos foram Sergi Oliva e Mike Schmitz, ambos gerentes assistentes do time. A NBA não tá pra brincadeira quando se trata das regras do Draft, né?

    Portland se entregou

    O mais interessante é que o próprio Portland se entregou pra NBA quando descobriu a situação. Pelo menos foram honestos… O time soltou uma nota dizendo que colaboraram totalmente com a investigação e aceitaram a decisão da liga.

    Cara, na época do Draft, quando perguntaram pros Blazers sobre a escolha “surpresa” do Hansen na 16ª posição, eles disseram que estavam acompanhando o cara há anos. Aparentemente era verdade mesmo – acompanharam tanto que passaram dos limites.

    O gigante chinês que lembra Jokic

    Yang Hansen é um pivô de 2,16m que saiu da China, e não vou mentir: a comparação com Nikola Jokic me deixa curioso. Dizem que ele tem um passe parecido com o sérvio, o que seria absurdo pra um cara desse tamanho.

    Por enquanto, o garoto ainda tá se desenvolvendo. Na NBA mesmo, jogou apenas 41 partidas com média de 7.2 minutos e 2.3 pontos por jogo. Nada demais, né? Mas na G League, com o Rip City Remix, a coisa muda: 17.1 pontos e 9.1 rebotes em 14 jogos. Aí sim!

    Vocês acham que Portland arriscou essa multa porque realmente via algo especial no Hansen? Ou foi só uma precipitação mesmo? Sinceramente, acho que quando você quebra as regras do Draft assim, é porque acredita muito no potencial do cara. Espero que o investimento valha a pena!

  • Memphis Grizzlies aposta em Lucas Williamson: da G League para a NBA

    Memphis Grizzlies aposta em Lucas Williamson: da G League para a NBA

    Cara, que história bacana essa! O Memphis Grizzlies acabou de assinar um contrato de 10 dias com Lucas Williamson, um cara que vem batalhando na G League há um tempão e finalmente conseguiu sua chance na NBA aos 27 anos.

    Pra quem não conhece, o Williamson é um ala de 1,93m que passou a temporada toda ralando entre o Memphis Hustle (time afiliado dos Grizzlies na G League) e o Windy City Bulls. Os números dele não são de outro mundo — 7.2 pontos, 2.3 rebotes e 1.3 assistência por jogo — mas, olha, esse cara é conhecido pela defesa, não pelo ataque.

    O caminho até chegar aqui foi longo

    Sinceramente, eu admiro a persistência do cara. Lucas rodou por vários times da G League desde que não foi draftado em 2022. Passou pelo Ontario Clippers, voltou pro Hustle, foi pro Bulls… São 139 jogos na liga de desenvolvimento ao longo de quatro temporadas. Isso é muita dedicação.

    E vamos falar da faculdade dele? Cinco anos em Loyola Chicago, onde foi duas vezes o Jogador Defensivo do Ano da Missouri Valley Conference (2021 e 2022). Mais impressionante ainda: ele fazia parte daquele time dos Ramblers que chegou no Final Four da March Madness em 2018. Lembram dessa? Foi uma das Cinderelas mais legais da história do torneio.

    Por que Memphis apostou nele agora?

    Olha, não é coincidência que os Grizzlies foram buscar justamente um cara conhecido pela defesa. O time de Memphis sempre teve essa identidade mais física, mais “grit and grind” como eles falam por lá. Com as lesões que eles vêm enfrentando nesta temporada, faz total sentido dar uma chance pra um jogador experiente que conhece o sistema da organização.

    Aos 27 anos, o Williamson não é mais aquele prospecto jovem cheio de potencial. Ele é um veterano da G League que sabe exatamente qual é seu papel: entrar, jogar duro na defesa e fazer as coisas certas. Às vezes é disso que um time precisa, né?

    Vocês acham que ele consegue aproveitar essa oportunidade e talvez conquistar um contrato mais longo? Eu torço pelo cara — essa persistência merece ser recompensada. E quem sabe não vemos mais alguns brasileiros seguindo esse caminho da G League pra NBA?

  • Jazz aposta mais uma vez em Kennedy Chandler com novo contrato

    Jazz aposta mais uma vez em Kennedy Chandler com novo contrato

    O Utah Jazz decidiu dar mais uma chance para Kennedy Chandler, assinando com o armador um segundo contrato de 10 dias. E olha, depois dos números que ele vem apresentando, não é surpresa nenhuma.

    Chandler tem 1,83m e 77kg — não é o físico mais imponente da liga, né? Mas o garoto de 23 anos vem mostrando que tamanho não é documento. Em seis jogos pelo Jazz, ele tá fazendo uma média absurda de 14.2 pontos e 6.8 assistências por partida. Isso em mais de 32 minutos por jogo, inclusive com uma partida como titular.

    Da G League direto pro show

    Antes de chegar em Utah, Chandler estava destruindo tudo no Delaware Blue Coats, time da G League. Foram 41 jogos como titular em 42 aparições — praticamente intocável no lineup. Os números? 17 pontos e 9 assistências por jogo. Monstro.

    Sinceramente, sempre fico impressionado quando vejo caras saindo da G League e fazendo diferença imediata na NBA. Não é fácil fazer essa transição, mas Chandler parece ter se adaptado rapidinho ao ritmo da liga principal.

    Trajetória de luta

    O armador foi escolhido pelo Dallas Mavericks na 38ª posição do draft de 2022 — uma escolha bem no finalzinho da segunda rodada. Passou por Memphis na temporada 2022-23, jogou 36 partidas, mas acabou rodando muito pela G League desde então. Foram 153 jogos espalhados por quatro times diferentes: Memphis Hustle, Long Island Nets, Raptors 905 e Delaware.

    Essa jornada toda me lembra muito do Raulzinho, que também passou perrengue na G League antes de conseguir se firmar (embora no caso do brasileiro tenha sido mais difícil ainda). É aquela coisa: às vezes o timing não bate, mas quando a oportunidade aparece, você tem que agarrar com unhas e dentes.

    Na faculdade, Chandler foi uma peça importante no Tennessee em 2021-22, sendo titular em todos os 34 jogos e fazendo 13.9 pontos por partida. Memphis de berço, Tennessee na faculdade e agora tentando se firmar no Jazz — a trajetória do cara é bem interessante.

    E aí, acham que ele consegue um contrato por mais tempo? Pelos números que vem apresentando em Utah, eu apostaria que sim. O Jazz claramente viu algo especial no garoto.

  • Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Cara, que evolução absurda! Tristan Enaruna, do Cleveland Charge, acabou de ser eleito o Jogador Que Mais Evoluiu da G League e, sinceramente, merecidíssimo. O cara simplesmente dobrou — DOBROU — sua média de pontos de uma temporada pra outra.

    Vamos aos números que deixam qualquer um de queixo caído: de 11.0 pontos por jogo na temporada passada, o ala saltou pra incríveis 20.3 pontos. E não foi só sorte de uma ou duas partidas não — foram 38 jogos mantendo esse nível monstro, com 54.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    A transformação completa do jogador

    Mas ó, não foi só nos pontos que o Tristan melhorou. O percentual geral de arremessos dele subiu de 51.8% pra absurdos 62.0%. Na linha dos três pontos? De 29.2% pra 37.2%. Nos lances livres então nem se fala — de 58.8% pra 75.0%. É uma evolução em todas as áreas do jogo, que coisa linda de se ver.

    E o mais legal? Todo esse trabalho rendeu uma call-up pros Cleveland Cavaliers no dia 28 de janeiro. Imagina a sensação do cara realizando o sonho de todo jogador de basquete — chegar na NBA.

    O reconhecimento merecido

    O técnico do Charge, Eli Kell-Abrams, não economizou nos elogios (e com razão): “Esse prêmio é um grande testemunho do trabalho diário que o Tristan coloca, de como ele foi intencional com seu desenvolvimento, e da confiança crescente com que ele continua jogando”.

    Vocês acham que ele consegue se firmar nos Cavs? Porque olhando esses números, o potencial tá aí. A G League tem sido cada vez mais uma vitrine real pra talentos que merecem uma chance — Gabe Vincent e Lester Qunones, que também ganharam esse prêmio antes, são exemplos perfeitos disso.

    Na minha visão, o Enaruna representa exatamente o que a G League deveria ser: um lugar onde caras dedicados podem trabalhar suas falhas, evoluir e mostrar que merecem estar no mais alto nível. Que venham mais histórias como essa!

  • Grizzlies apostam em veterano da G League com contrato de 10 dias

    Grizzlies apostam em veterano da G League com contrato de 10 dias

    Olha, eu confesso que não esperava essa. O Memphis Grizzlies acaba de assinar um contrato de 10 dias com Lucas Williamson, um ala de 27 anos que vem se destacando na G League. E quando digo destacando, é porque o cara realmente tem mostrado serviço.

    Williamson (1,93m, 93kg) jogou 46 partidas nesta temporada entre Memphis Hustle e Windy City Bulls, fazendo médias de 7.2 pontos, 2.3 rebotes, 1.3 assistências e 1.1 roubo de bola em 23.7 minutos por jogo. Números modestos? Talvez. Mas às vezes é exatamente esse tipo de jogador que faz a diferença quando você precisa.

    Veterano da G League com história

    O que mais me chama atenção é a experiência do cara. Quatro temporadas na G League, 139 jogos no currículo passando por Ontario Clippers, Memphis Hustle e Windy City Bulls. Isso não é pouca coisa — ele conhece o sistema, sabe o que esperar.

    E aqui vem uma curiosidade que eu acho massa: Williamson foi peça fundamental naquele time histórico de Loyola Chicago que chegou no Final Four da NCAA em 2018. Lembram? Aquele Cinderella run épico que todo mundo amou. O cara ainda levou o prêmio de Melhor Defensor da Missouri Valley Conference duas vezes (2021 e 2022).

    Memphis precisa de profundidade

    Sinceramente, faz sentido para os Grizzlies. O time tem sofrido com lesões — como sempre, né? — e precisa de caras que possam entrar, não atrapalhar e contribuir nos detalhes. Williamson parece ser exatamente esse perfil: defensor sólido, veterano, sem muita pressão para ser a estrela.

    É aquele tipo de contratação que pode dar muito certo ou passar despercebida. Mas vocês sabem como é a NBA: às vezes o cara que ninguém espera nada vira peça importante. Quem diria que um veterano de 27 anos da G League poderia ajudar Memphis nessa reta final de temporada?

    Vamos ver se ele consegue aproveitar essa chance. Dez dias para mostrar serviço e quem sabe garantir algo mais duradouro. E aí, acham que ele tem potencial para ficar?