Tag: Eastern Conference

  • Giannis não quer vir pra Cleveland? Cavs podem estar sonhando

    Giannis não quer vir pra Cleveland? Cavs podem estar sonhando

    Olha, vou ser direto com vocês: parece que o sonho dos Cavaliers com Giannis Antetokounmpo pode estar mais pra pesadelo. Segundo o Chris Haynes, que manja muito do que rola nos bastidores da NBA, Cleveland não tá nem perto da lista de preferências do Greek Freak.

    “Não ouvi falar de Cleveland como um time que ele teria interesse”, disse Haynes no NBA on Prime. E olha, quando um insider desse calibre fala isso, é bom prestar atenção.

    A situação complicada dos Cavs

    Os Cavaliers estão numa sinuca de bico. Depois de apanharem feio nas finais da Conferência Leste, eles sabem que precisam de algo grande pra abrir a janela de título que tá se fechando rapidamente. E o Giannis seria perfeito — se ele quisesse vir, né.

    O problema é que o cara tem só mais um ano de contrato e pode simplesmente falar: “Ó, se vocês me trocarem, só vão me ter por uma temporada porque depois vou embora”. Isso aí desanima qualquer time que tá pensando em dar a casa e a vaca pelo grego.

    Sinceramente? Eu entendo a posição do Giannis. Cleveland não é exatamente um destino dos sonhos na NBA, mesmo com todo o respeito ao LeBron por ter levado um título pra lá. Mas convenhamos: depois de Milwaukee, o cara provavelmente quer algo mais glamouroso.

    Vale a pena o risco?

    Mas aí fica a pergunta: será que os Cavs deveriam tentar mesmo assim? Olha o que os Raptors fizeram com o Kawhi Leonard em 2019 — sabiam que era só por um ano, apostaram todas as fichas e ganharam o título.

    Claro, é um puta risco. Você pode entregar seus melhores ativos, o Giannis não se adaptar ou se machucar, e no final das contas você fica sem nada. Mas pô, quando é que Cleveland vai ter outra chance de ter um MVP de 29 anos no seu elenco?

    Na minha visão, se o preço baixar por causa dessa incerteza (o que é bem improvável, convenhamos), os Cavs têm que pelo menos tentar conversar. Porque ficar parado esperando um milagre também não vai levar a lugar nenhum.

    E vocês, acham que vale a pena apostar tudo numa temporada com o Giannis? Ou é melhor construir algo mais sustentável a longo prazo?

  • Perkins detona Cavs: ‘Todo mundo tem que ser demitido’

    Perkins detona Cavs: ‘Todo mundo tem que ser demitido’

    Cara, eu já vi muita coisa feia na NBA, mas o que aconteceu com o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste foi de doer o coração. Kendrick Perkins não aguentou e falou tudo o que a gente tava pensando — e olha que ele não poupou ninguém.

    “Eles apanharam e foram humilhados”, disse Perkins no First Take. “Foi uma vergonha para a liga testemunhar aquilo. A falta de vontade de competir nesse estágio dos playoffs.”

    E o cara foi ainda mais longe. Na opinião dele, Dan Gilbert tinha que demitir TODO MUNDO — desde o último cara do banco até o técnico. Até o Donovan Mitchell, que fez seus pontinhos mas “não foram pontos poderosos”, nas palavras do ex-pivô.

    A decepção foi geral

    Sinceramente? Eu entendo a revolta do Perkins. Os Cavs chegaram nas finais do Leste pela primeira vez desde 2018, todo mundo empolgado, e aí… tomaram uma varrida humilhante do Knicks. Perderam TODOS os jogos por dois dígitos. Isso é de arrebentar o coração de qualquer torcedor.

    O próprio Dan Gilbert, dono do time, não conseguiu ficar quieto. Foi no Twitter desabafar que o esforço do time “estava muito longe do que precisava ser”. Quando o dono sai publicamente pra criticar, você sabe que a coisa tá feia mesmo.

    E agora, quem fica?

    Apesar de toda essa pressão, os Cavs decidiram manter Kenny Atkinson como técnico — segundo a ESPN. Não sei se concordo com essa, mas enfim. O problema maior mesmo são as decisões que vão ter que tomar com o elenco.

    James Harden, que chegou no deadline como a contratação bomba, vai ser agente livre. 36 anos, ganhando quase 40 milhões… vale a pena apostar nele de novo? E o Donovan Mitchell pode estender o contrato, mas depois dessa performance, será que ele ainda quer ficar?

    Olha, eu acho que o Cavs tinha tudo pra pelo menos brigar com o Knicks. Tinham o Mobley, o Mitchell em grande fase, montaram um time caro pra caramba… e aí entregaram o ouro de bandeja assim.

    Vocês acham que o Perkins exagerou ou falou a real? Porque sinceramente, depois de uma humilhação dessas, mexer no time todo pode ser mesmo a única saída.

  • Cavs mantêm Atkinson após varrida – decisão acertada ou teimosia?

    Cavs mantêm Atkinson após varrida – decisão acertada ou teimosia?

    Olha, eu não sei se fico aliviado ou preocupado com essa notícia. Os Cavaliers acabaram de anunciar que vão manter Kenny Atkinson como técnico e toda a estrutura do front office para a próxima temporada, mesmo depois de levarem uma varrida histórica dos Knicks nas finais da Conferência Leste.

    Sinceramente? Parte de mim entende a decisão. O cara levou Cleveland às finais de conferência pela primeira vez desde 2018 – e olha que sem o LeBron desde 92, viu. Não é pouca coisa. Atkinson até ganhou o prêmio de Técnico do Ano em 2025, quando os Cavs foram o primeiro colocado no Leste.

    A montanha-russa de Atkinson em Cleveland

    Mas aí que tá o problema. Em 2025, eles tinham TUDO pra ir longe. Time completo, primeiro lugar garantido… e o que aconteceu? Caíram logo na segunda rodada pro Indiana. Ano passado, com 52 vitórias (bem menos que antes), precisaram suar pra passar Raptors e Pistons em dois Game 7 seguidos.

    E quando finalmente chegaram onde queriam? Varrida. Zero jogos ganhos contra os Knicks. Zero chances de ir pras Finais da NBA.

    Na coletiva pós-eliminação, quando perguntaram sobre a segurança no emprego, Atkinson disse: “Escuta, eu tenho confiança, confiança em mim primeiro, confiança no grupo”. Cara, respeito a postura, mas números não mentem: 13 vitórias e 14 derrotas nos playoffs como técnico dos Cavs.

    O problema dos US$ 229 milhões

    Aqui que a coisa fica interessante (e assustadora). Os Cavaliers tiveram a FOLHA SALARIAL MAIS CARA DA HISTÓRIA DA NBA essa temporada. US$ 229 milhões antes dos impostos. Duzentos e vinte e nove milhões de dólares, mano!

    E pra quê? Pra tomar varrida nas finais de conferência? Pra ter Dean Wade como agente livre sem saber se fica? Pra ter Donovan Mitchell podendo assinar extensão e James Harden com contrato pra reestruturar – e ninguém sabe o que vai rolar?

    Vocês acham que vale a pena manter todo mundo depois desse investimento astronômico? Eu tô dividido. Por um lado, continuidade às vezes funciona. Por outro, quando você gasta essa grana toda e não consegue nem ganhar UM jogo nas finais de conferência…

    A torcida de Cleveland merece essa resposta? Depois de tanto sofrimento pós-LeBron, finalmente chegaram perto da glória e… nada. Agora é torcer pra que 2027 seja diferente, mas sinceramente, não sei se só manter todo mundo vai resolver o problema de mentalidade que esse time claramente tem.

  • Leon Rose chora no banco: Knicks estão de volta às Finais da NBA!

    Leon Rose chora no banco: Knicks estão de volta às Finais da NBA!

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi Leon Rose desabando em lágrimas nas arquibancadas de Cleveland ontem, quase chorei junto. O homem que reconstruiu o New York Knicks do zero estava ali, abraçado com o filho, vendo o time que ele moldou com as próprias mãos varrer os Cavaliers e chegar às Finais da NBA pela primeira vez desde 1999.

    Que momento absurdo. Sinceramente, quem acompanha NBA há mais tempo sabe o quanto os Knicks eram piada nos últimos anos. E ver o Leon Rose, esse cara que normalmente fica nas sombras, se derretendo de emoção… mano, isso é basquete puro.

    De agente a salvador dos Knicks

    Leon Rose assumiu como presidente dos Knicks em março de 2020, numa situação que — vamos ser honestos — era praticamente impossível. O time vinha de uma sequência ridícula de fracassos, especialmente depois que perdeu Kevin Durant e Kyrie Irving em 2019. Imagina a pressão?

    Mas o cara foi cirúrgico. Trouxe Tom Thibodeau como técnico, conseguiu levar o time aos playoffs em 2021 (primeira vez desde 2013!), e aí que começou a magia de verdade. Jalen Brunson em 2022 — que contratação monstro. OG Anunoby no meio da temporada. E as trocas mais corajosas? Mandou Julius Randle embora pra pegar Karl-Anthony Towns e ainda conseguiu Mikal Bridges dos Nets.

    O mais impressionante pra mim foi quando ele demitiu o próprio Thibodeau no ano passado e trouxe Mike Brown. Decisão difícil, mas que deu certo. Vocês acham que foi fácil dispensar o cara que te ajudou a sair do buraco?

    A promessa que virou realidade

    Lembro perfeitamente da carta que Leon Rose mandou pros torcedores quando assumiu o cargo. O cara falou: “Queremos criar uma organização vencedora que dê aos fãs dos Knicks e à cidade de Nova York o time que vocês merecem.”

    Na época, eu pensei: “Ah, mais um discurso de dirigente.” Que bom que eu estava errado.

    Agora os Knicks estão a quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e um anos, galera. Uma geração inteira de nova-iorquinos nunca viu o time levantar um troféu da NBA. E o Leon Rose — que começou a carreira como agente de jogadores — pode ser o cara que vai quebrar essa maldição.

    O adversário nas Finais ainda não está definido. Thunder e Spurs estão empatados 2-2 na Conferência Oeste, com jogo decisivo hoje à noite em Oklahoma City. Mas independente de quem vier pela frente, uma coisa é certa: os Knicks chegaram pra brigar de igual pra igual.

    Que história linda, né? De agente dos bastidores a presidente campeão — se tudo der certo. O choro do Leon Rose ontem foi de pura emoção, e eu entendo perfeitamente. Quando você ama basquete de verdade, momentos assim te pegam desprevenido mesmo.

  • Knicks fazem história: 10 vitórias seguidas que reescreveram a NBA

    Knicks fazem história: 10 vitórias seguidas que reescreveram a NBA

    Cara, os New York Knicks estão fazendo algo que eu nunca pensei que ia ver na minha vida. Dez vitórias seguidas nos playoffs, e não é qualquer sequência não — é uma que tá reescrevendo os livros de história da NBA.

    Pensa comigo: eles estavam perdendo por 2-1 pro Atlanta no primeiro round. Parecia que ia ser mais uma temporada de frustração pro torcedor dos Knicks. Mas aí o time simplesmente explodiu. Ganhou os três jogos restantes contra os Hawks, passou por cima do Philadelphia com uma varredura de 4-0, e agora tá 3-0 contra Cleveland nas finais do Leste.

    Dominação histórica: +225 pontos de saldo

    Olha só esse número absurdo: os Knicks ganharam esses dez jogos por uma diferença combinada de 225 pontos. Nunca, e eu digo NUNCA, houve uma sequência de dez vitórias tão avassaladora na história da NBA — nem na temporada regular, nem nos playoffs.

    Pra vocês terem uma ideia do que isso significa: o recorde anterior de maior saldo em dez vitórias seguidas nos playoffs era do Golden State Warriors de 2016-17, com +171. E adivinha quem era assistente técnico naquele time? Mike Brown, atual técnico dos Knicks. O cara sabe o que tá fazendo.

    “Não há nada fácil nisso”, disse Brown após mais uma vitória. “Eles estão fazendo as coisas que sempre falo: cobrando uns aos outros, acreditando no processo, jogando com um espírito competitivo incomparável.”

    Quebrando recordes a cada jogo

    Essa sequência de dez vitórias coloca os Knicks entre os maiores da história. Eles se juntaram a times lendários como o Boston de 2024, Cleveland de 2016 e 2017, e San Antonio de 2012 que também conseguiram dez vitórias seguidas numa mesma pós-temporada.

    O mais impressionante? Antes dessa temporada, a maior sequência de vitórias dos Knicks nos playoffs era de apenas seis jogos, lá em 1999. Agora eles estão voando muito mais alto.

    E tem mais números monstruosos: os Knicks marcaram 1.222 pontos nessa sequência. Dos sete times anteriores que conseguiram marcar tantos pontos em dez jogos de playoff, cinco foram campeões da NBA. Coincidência? Eu acho que não.

    Aproveitamento absurdo nos arremessos

    Sabe qual é o segredo dessa dominância toda? Os caras estão acertando 53,8% dos arremessos durante essa sequência. É de longe o melhor aproveitamento da NBA desde 25 de abril, quando a sequência começou. Oklahoma City vem em segundo com 50,1%, e nenhum outro time passa dos 50%.

    Quando você junta esse aproveitamento com uma defesa sufocante, o resultado é o que estamos vendo: uma máquina de fazer cestas que não dá chance pros adversários.

    Na estrada, então, eles viraram uns verdadeiros guerreiros. Cinco vitórias seguidas fora de casa nos playoffs, todas por diferenças de dois dígitos. Só Miami em 2013 e Golden State em 2017 conseguiram fazer isso antes — e os dois foram campeões naqueles anos.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar contra Cleveland e chegar nas finais? Eu tô começando a acreditar seriamente nesse time. Depois de anos de sofrimento, talvez seja a hora de Nova York brilhar de novo.

  • Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Gente, que susto foi esse? Donovan Mitchell simplesmente saiu de quadra no meio do segundo quarto do Jogo 3 das finais da Conferência Leste e foi direto pro vestiário. Meu coração quase parou.

    As câmeras da ESPN flagraram o cara caminhando em direção aos vestiários e, cara, todo mundo já pensou o pior. Ainda mais numa série decisiva contra os Knicks — imagina perder o Mitchell justamente agora?

    O alívio veio rápido

    Mas olha, graças a Deus foi só um susto. A própria ESPN reportou depois que ele não estava acompanhado de nenhum médico ou fisioterapeuta, o que já era um bom sinal. E realmente, em poucos minutos o monstro voltou pro banco e ainda entrou em quadra antes do final do segundo quarto.

    Sinceramente? Provavelmente foi só uma necessidade fisiológica mesmo, sabe como é. Ou quem sabe ajustar alguma coisa no equipamento. Mas no calor do momento, com a tensão dos playoffs, qualquer movimento estranho do seu craque já deixa todo mundo em pânico.

    Por que esse susto mexe tanto com a gente?

    É que o Mitchell tem sido absolutamente fundamental pra essa campanha dos Cavaliers. O cara tá carregando o time nas costas, e perder ele numa série contra os Knicks seria praticamente o fim das pretensões de título de Cleveland.

    Vocês viram como a torcida ficou? O pessoal do Twitter já tava entrando em desespero coletivo. E eu não culpo ninguém — quando você vê seu astro sumindo no vestiário no meio de um jogo decisivo, o coração dispara mesmo.

    No final das contas, foi só mais um daqueles momentos que fazem os playoffs da NBA serem tão intensos. Todo detalhe importa, cada segundo conta, e qualquer coisa fora do normal vira notícia na hora.

  • Colin Cowherd diz que Brunson pode ser o melhor Knick da história

    Colin Cowherd diz que Brunson pode ser o melhor Knick da história

    Cara, o Colin Cowherd mandou uma que me deixou pensando aqui. O cara disse que o Jalen Brunson tem tudo pra ser o MELHOR jogador da história dos Knicks. Isso mesmo, melhor que o Ewing, melhor que qualquer um que já vestiu a camisa laranja e azul.

    E olha, depois do que eu vi no jogo 2 contra os Cavs (109-93, que sufoco), tô começando a concordar com o maluco.

    O cara que abriu mão de grana pra ganhar título

    A parada é a seguinte: Brunson literalmente deixou dinheiro na mesa em julho de 2024. Ele topou ganhar menos pra que o time pudesse contratar outros jogadores e montar um elenco de verdade. Que jogador faz isso hoje em dia? Sinceramente, acho que pouquíssimos teriam essa visão.

    Como o próprio Cowherd falou no programa dele: “Ele entende o panorama geral. Se ele conseguir um troféu, isso vai valer mais de 150 milhões de dólares na vida dele. Melhor Knick de todos os tempos.”

    E não é só papo furado não. O cara realmente entende que abrir mão de salário significa poder trazer gente como o Mikal Bridges. É pensar no coletivo, coisa rara no esporte hoje.

    Knicks na pole position das finais do Leste

    Com essa vitória sobre Cleveland, New York tá bem encaminhado pra chegar nas finais da conferência. Imagina só: Knicks nas finais da NBA pela primeira vez desde 1999? Seria absolutamente surreal.

    Brunson tá liderando esse time de uma forma que eu não via há anos no Madison Square Garden. O cara não precisa de holofotes nem de drama nas redes sociais – ele simplesmente joga. E joga pra caramba.

    “Algumas pessoas conseguem se destacar sem precisar de validação 24/7”, completou Cowherd. E é exatamente isso que diferencia o Brunson da galera.

    E aí, vocês acham que ele realmente tem potencial pra ser o maior da história da franquia? Eu tô quase convencido. Se trouxer um título pro Knicks depois de mais de 50 anos, cara… aí sim seria pra entrar direto no panteão dos imortais de Nova York.

    O jogo 3 contra os Cavs é no sábado. Vamos ver se conseguem fechar essa série e dar mais um passo rumo ao sonho.

  • Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cara, eu vou ser sincero: não esperava que o Cleveland ia demolir Detroit desse jeito no Jogo 7. 125 a 94. Trinta e um pontos de diferença. Na casa dos Pistons. Foi uma humilhação histórica.

    Vocês viram o Donovan Mitchell ontem? O cara simplesmente decidiu que não ia mais ficar tentando arremesso de 3 — foi direto pro garrafão, atacou a cesta o jogo todo. E olha que curioso: quando você vai pra cima com vontade, as coisas funcionam. Quem diria, né?

    Mitchell destruiu sozinho

    O maluco fez 26 pontos e literalmente marcou mais que Cade Cunningham, Jalen Duren e Tobias Harris somados. Isso mesmo, sozinho ele fez mais que três caras importantes dos Pistons juntos. Absurdo demais.

    E não foi só isso — 8 assistências e 7 rebotes. No terceiro quarto, quando Detroit ainda sonhava com uma reação, Mitchell veio e meteu 15 pontos no período. Game over. Fim de papo.

    A real é que Detroit pareceu um time jovem que não tava preparado pra pressão. E olha que eles fizeram 60 vitórias na temporada regular! Mas Jogo 7 é outro nível de pressão, meu amigo.

    Os torres fizeram a diferença

    Evan Mobley e Jarrett Allen foram monstruosos no garrafão. 44 pontos, 19 rebotes e 3 tocos entre os dois. Detroit queria jogar físico, dominar a tinta, mas os dois gigantes de Cleveland simplesmente engolharam Duren, Isaiah Stewart e Paul Reed.

    E tem mais: Sam Merrill saiu do banco pegando fogo. 23 pontos, 5 de 8 do perímetro. Quando o reserva tá assim, é sinal que vai dar ruim pro adversário mesmo.

    Cleveland executou o plano de jogo perfeitamente desde o primeiro minuto. No primeiro tempo foram 18 assistências em 22 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, movimento de bola que dá gosto de ver. Aproveitamento de 52.4% nos arremessos e 8 bolas de 3.

    ECF contra os Knicks

    Agora é partir pra semifinal do Leste contra o New York. E olha, se o Cleveland jogar assim que jogou no Jogo 7, pode dar trabalho sério pros Knicks no Madison Square Garden.

    Já Detroit… cara, que decepção. Um time que dominou a temporada regular, fez 60 vitórias, mas na hora H não conseguiu responder. Cunningham com 13 pontos em 16 tentativas, Harris 0 de 6 arremessos. Só Daniss Jenkins (17 pontos) e Duncan Robinson (13 pontos) apareceram, mas não foi suficiente nem de longe.

    Agora fica aquela pergunta: será que Detroit consegue encontrar um segundo armador/criador de jogadas pra temporada que vem? E quanto vão pagar no Duren, que foi brilhante na temporada mas sumiu nos jogos decisivos?

    Uma coisa é certa: Cleveland mostrou que quando quer, quando executa direito, tem talento pra brigar com qualquer um no Leste. Veremos se conseguem manter esse nível contra os Knicks.

  • Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Posso chamar de casa’

    Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Posso chamar de casa’

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi o Donovan Mitchell falando que quer ficar em Cleveland “pelo maior tempo possível”, meu coração de fã de NBA bateu mais forte. Cara, é raro ver um astro desse nível genuinamente apaixonado por uma cidade que não seja LA ou Miami.

    “Eu amo Cleveland”, disse Mitchell ao The Athletic. “Já falei isso antes: quero jogar aqui pelo maior tempo que conseguir.” E não é papo furado não — dá pra ver nos olhos do cara quando ele joga lá.

    O amor é recíproco (e faz todo sentido)

    Sinceramente? Cleveland acertou em cheio quando trouxe o Mitchell. O cara chegou lá e simplesmente transformou a franquia. 27.9 pontos por jogo nesta temporada, mesmo com um monte de lesão no elenco. O resultado? 52 vitórias e o 4º lugar no Leste — algo que os Cavs conseguiram apenas nove vezes na história da franquia.

    Monstro demais, né?

    E o que mais me impressiona é que não é só sobre basquete. Mitchell disse que tanto ele quanto a noiva se sentem bem em Cleveland. “É um lugar que posso chamar de casa, entende?”, falou. Isso vale ouro no mundo da NBA, onde jogador muda de time como troca de camisa.

    Os playoffs vão definir tudo

    Agora vem a parte crucial. Mitchell tem contrato até 2027-28, com uma opção de jogador em 2027 que ele provavelmente vai exercer. Os Cavs querem estender o contrato dele o quanto antes — e quando chegar a hora, vai ser um max contract absurdo.

    Mas como o próprio Mitchell disse: “O objetivo é vencer — contanto que continuemos vencendo no mais alto nível.” Ou seja: se Cleveland não conseguir brigar por título nos próximos anos, essa história de amor pode esfriar rapidinho.

    Os playoffs começam no sábado contra o Toronto Raptors. É aqui que o bicho pega de verdade. Mitchell já provou que consegue elevar o nível da equipe na temporada regular, mas nos playoffs é outra história. Vocês acham que Cleveland tem time pra ir longe este ano? Eu tenho minhas dúvidas, mas torço pra que provem que estou errado.

    Uma coisa é certa: ver um superastro genuinamente feliz numa cidade pequena como Cleveland é refrescante. Oxalá dê certo essa união — a NBA fica mais interessante quando times históricos voltam a ser relevantes.

  • Celtics voltaram a ser candidatos ao título com Brown dominando

    Celtics voltaram a ser candidatos ao título com Brown dominando

    Cara, quem disse que os Celtics iriam afundar sem o Jayson Tatum estava completamente errado. Completamente.

    Olha só a situação: todo mundo prevendo que Boston ia virar piada da liga com o Tatum se recuperando da lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu nos playoffs do ano passado. Galera falando que seria um “ano perdido”, que o time acabaria no draft lottery depois de perder peças importantes do título de 2024 como Jrue Holiday, Porzingis e Al Horford.

    E o que aconteceu? Os caras conquistaram a 50ª vitória pelo quinto ano consecutivo. Cinquenta vitórias em um “ano de transição”.

    Jaylen Brown assumiu as rédeas e virou monstro

    O Jaylen Brown não só pegou a responsabilidade de liderar o time — ele literalmente explodiu. Médias de carreira: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências. Esses números são de candidato a MVP, galera.

    “Obviamente minha mentalidade era chegar e competir. Mas a forma como o grupo se juntou tão rapidamente… não demorou muito. Achei que demoraria um pouco mais”, admitiu o Brown. E sinceramente, eu também não esperava que eles se adaptassem tão rápido assim.

    O mais impressionante é que todo mundo contribuiu. Derrick White sendo uma muralha na defesa (liderou todos os armadores da NBA em arremessos contestados), Payton Pritchard se ajustando perfeitamente, Sam Hauser mantendo a mira quente de três, e o Neemias Queta — nosso brasileiro — crescendo muito no primeiro ano como titular.

    A volta de Tatum mudou tudo (para melhor)

    Quando o Tatum voltou em março, muita gente ficou com o pé atrás. Será que ia bagunçar a química que o time tinha construído? Será que o Brown ia conseguir dividir o protagonismo?

    A resposta veio na quadra: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.1 assistências em 16 jogos. O cara voltou e se encaixou como uma luva. “É impressionante a velocidade com que ele voltou ao seu nível, mantendo o foco em permanecer saudável”, disse o técnico Mazzulla.

    E vocês sabem qual foi o momento mais simbólico da volta dele? O jogo no Madison Square Garden contra os Knicks — o primeiro lá desde a lesão. Tatum falou que esses momentos fortaleceram o amor pelo basquete que ele tinha medo de perder durante a reabilitação.

    “Você passa por altos e baixos mentalmente quando sofre uma lesão, especialmente uma como a que eu tive. Momentos de dúvida… Mas definitivamente há um senso de gratidão”, admitiu Tatum.

    Agora os Celtics estão como segundo seed do Leste e prontos para mais uma campanha de playoffs. A dupla Brown-Tatum já jogou junta por nove temporadas — mais que lendas como Russell-Cousy (7 anos) e até Shaq-Kobe (8 anos).

    E aí, vocês acham que eles conseguem repetir o título de 2024? Porque pelo que estou vendo, esse time está faminto e mais maduro que nunca.