Tag: Finais Conferência Leste

  • Koby Altman rasga elogios a Kenny Atkinson e descarta demissão

    Koby Altman rasga elogios a Kenny Atkinson e descarta demissão

    Olha, depois de levar aquela varredura do Knicks nas finais do Leste, eu imaginei que ia rolar uma limpa geral no Cleveland. Mas não, pessoal. O presidente dos Cavs, Koby Altman, veio público e falou uma parada que me surpreendeu: Kenny Atkinson tá mais seguro que nunca no cargo.

    “Quando ganhamos como organização, ganhamos como organização. Quando perdemos, todos nós assumimos a responsabilidade, e nem sempre tem que ter um bode expiatório”, disse Altman. Cara, isso é maturidade organizacional ou o que?

    Os números não mentem

    E sinceramente, olhando friamente os números, é difícil questionar o trabalho do Atkinson. Campanha regular de 116-48 em duas temporadas — isso é mais de 70% de aproveitamento, galera. Tá, nos playoffs a coisa fica 13-14, mas convenhamos: o cara tirou esse time de uma situação complicada e botou nas finais de conferência.

    “Do ponto de vista do coaching, normalmente você diria: ‘Em termos de jogadores, do elenco, eu gostaria de ter isso aqui.’ Não posso dizer isso”, comentou Atkinson. “A diretoria nos deu um elenco maravilhoso, talentoso.”

    Monstro de humildade, né? Assumir que o problema não foi falta de peças é coisa de técnico experiente.

    A temporada da ressurreição

    Agora vem a parte que eu acho mais impressionante: essa temporada foi uma loucura para o Cleveland. Começaram 17-16, um monte de lesionado, 41 formações iniciais diferentes — quarenta e uma, gente! — e ainda assim terminaram com 52 vitórias.

    “Para ele estabilizar isso tudo foi incrível”, disse Altman. E aí chegaram as trocas: James Harden, Dennis Schröder, Keon Ellis… O cara teve que reinventar o sistema do zero em dois meses e meio. E funcionou.

    Vocês acham que qualquer técnico conseguiria fazer isso? Eu tenho minhas dúvidas. Atkinson mostrou uma capacidade de adaptação que poucos têm na liga.

    Pipeline de desenvolvimento

    Uma coisa que me chama atenção é como Altman destacou o desenvolvimento de jogadores jovens. Jaylon Tyson, Tyrese Proctor, Craig Porter Jr. — caras que talvez nem existissem no radar de outros times, mas que em Cleveland viraram peças importantes.

    “É fácil apontar para a derrota barulhenta e dizer: ‘Cara, todos nós queremos algumas dessas posses de volta’”, admitiu Altman. “Eu quero aquela série de volta. Mas temos que assumir isso como organização.”

    Olha, eu gosto dessa transparência. Nada de jogar a culpa só no técnico. É o time inteiro que tem que evoluir para quebrar essa barreira das finais de conferência. O Knicks mostrou que é possível — eles chegaram lá ano passado também.

    Na minha visão, Cleveland tá no caminho certo. Dois anos, duas campanhas sólidas, evolução clara do grupo. Agora é ver se conseguem dar o próximo passo em 2025.

  • Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cara, que vexame. Os Cleveland Cavaliers conseguiram uma façanha que ninguém queria: fazer o tipo errado de história nos playoffs. E olha que eu torcia pra eles chegarem longe esse ano…

    Imagina só a cena: dia 17 de maio, o Donovan Mitchell e a galera toda comemorando a classificação pras finais da Conferência Leste. Todo mundo eufórico, né? Oito dias depois — OITO DIAS — já estavam de férias. Os Knicks mandaram eles pra casa de um jeito que até doeu assistir.

    O vexame do jogo 4

    130 a 93. Em casa. Nas finais de conferência. Sinceramente, eu não esperava um colapso desses. O Mitchell deve ter ficado se perguntando o que diabos aconteceu com o time que vinha jogando tão bem durante a temporada.

    Mas o pior é que isso já é um padrão meio preocupante. Quatro anos consecutivos sem chegar nas finais da NBA. Quatro! O Mitchell chegou justamente pra quebrar essa escrita, mas parece que o problema é mais profundo do que só precisar de um craque.

    Os números que explicam tudo

    Sabe o que me chamou atenção? Os Cavs tomaram 20 pontos ou mais de bola perdida em DEZ jogos desses playoffs. Dez! De 18 jogos totais. Isso é mais da metade dos jogos sendo destruído no contra-ataque.

    E não é coincidência, não. Quando você usa duas torres no garrafão (como eles fazem com Mobley e Allen), fica complicado correr de volta pra defender. A quadra fica desbalanceada, os caras não conseguem acompanhar o ritmo do jogo moderno.

    E agora, qual é o plano?

    Na minha visão, a diretoria vai ter que mexer bastante no elenco. O core com Mitchell é bom, mas falta atleta, falta gente que defenda com intensidade. Vocês acham que eles vão conseguir manter essa formação ou precisam de uma reformulação mais drástica?

    Porque uma coisa é certa: do jeito que está não rola. Você não pode desperdiçar o prime do Mitchell assim. O cara veio pra Cleveland justamente pra brigar por título, e aí o time desaba nos momentos decisivos.

    Enfim, vai ser uma off-season bem movimentada em Cleveland. Espero que eles aprendam com esses erros e voltem mais preparados ano que vem. Porque talento não falta — o que falta é consistência mental nos playoffs.

  • Torcida dos Knicks invade Cleveland atrás de ingressos baratos

    Torcida dos Knicks invade Cleveland atrás de ingressos baratos

    Olha só que loucura: a torcida dos New York Knicks literalmente invadiu Cleveland na véspera do jogo 4 das finais da Conferência Leste. E o motivo? Ingressos baratos, meu amigo. Enquanto no Madison Square Garden você precisa vender um rim pra assistir um jogo dos playoffs, em Cleveland os fãs conseguiram entrar por 150-200 dólares.

    É surreal ver essa onda laranja e azul tomando conta da cidade. Milhares de nova-iorquinos fizeram a peregrinação até Ohio pra ver os Knicks tentarem uma vaga nas finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. Vinte e sete anos, cara! E se conseguirem, vão brigar pelo primeiro título em 53 anos.

    A diferença de preço é absurda

    Monica Martinez dirigiu seis horas pra chegar em Cleveland e nem estava planejando ficar. “É insano. Não estávamos nem planejando ficar”, disse ela. “Estendemos nossa viagem. Esperei 25 anos por isso, então vamos fazer tudo e com estilo.”

    Vernon Balanza, de Forest Hills, conseguiu ingresso pro jogo 3 por apenas 137 dólares. Compara isso com o MSG, onde o ingresso mais barato custa 500-600 dólares. “É caro demais”, ele disse sobre a arena mais famosa do mundo. “Mesmo assim, não consigo me convencer a pagar isso.”

    Sinceramente? Eu entendo perfeitamente. Se você é um fã de carteirinha mas não tem o orçamento de um executivo de Wall Street, essas viagens acabam sendo a única chance de ver seu time jogando eliminatórias ao vivo.

    Até ex-jogador entrou na onda

    O mais engraçado foi ver Stephon Marbury – lembram dele? – animando os passageiros num voo pra Cleveland. “Depois do jogo, não antes do jogo, nós vamos à loucura”, ele gritou. “Vai New York, vai New York!”

    Archer Batravil veio lá de Miami (é, nasceu no Brooklyn mas mora na Florida agora) e resumiu o sentimento: “Significa o mundo pra mim como nova-iorquino de nascença, vivendo e morrendo com cada arremesso. Já fazem 27 anos desde 1999. Tô pronto pro jogo da vingança contra os Spurs.”

    Falando nisso, vocês acham que os Knicks conseguem mesmo chegar nas finais? E se chegarem, será que aguenta os Spurs ou o Thunder na decisão? Essa temporada tá sendo um negócio muito louco pra quem acompanha a NBA de perto.

  • Técnico dos Cavs diz que ‘analiticamente’ está vencendo por 2-1

    Técnico dos Cavs diz que ‘analiticamente’ está vencendo por 2-1

    Olha, eu já vi muito técnico falando besteira quando o time tá perdendo, mas o Kenny Atkinson dos Cavaliers conseguiu superar tudo isso. Com o Cleveland tomando uma surra de 3-0 dos Knicks nas finais da Conferência Leste, o cara vem com essa: “analiticamente, ganhamos dois dos três jogos”.

    Sério mesmo, Kenny?

    A matemática do desespero

    Segundo Atkinson, os Cavs deveriam ter vencido pelo “placar esperado” em pelo menos dois dos três primeiros jogos. Na cabeça dele, Cleveland perdeu porque os arremessos não entraram como deveriam estatisticamente entrar, enquanto os Knicks acertaram muito mais do que era “normal”.

    “Estávamos arremessando muito abaixo do esperado e eles muito acima”, disse o técnico. “Eu sei que ninguém quer ouvir isso… Todo mundo se baseia no resultado.”

    E ele tá certo numa coisa: ninguém mesmo quer ouvir isso. Porque resultado é o que importa no final das contas, não é mesmo?

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que realmente importam: os Knicks estão fazendo 115 pontos de média contra apenas 101,7 dos Cavaliers. Nova York acertou 129 de 250 arremessos de quadra (51,6%) contra 109 de 254 de Cleveland (42,9%). Do perímetro, ambos os times estão numa faixa parecida – Knicks com 34/96 (35,4%) e Cavs com 37/126 (29,4%).

    Mas sabe o que é mais impressionante? No Jogo 1, os Cavaliers tinham 22 pontos de vantagem e conseguiram entregar tudo. Os Knicks fizeram uma corrida de 44-11 nos últimos 7 minutos e meio do quarto período até a prorrogação. Isso não é azar estatístico – é desmoronamento mental mesmo.

    Missão impossível pela frente

    A situação dos Cavs é desesperadora: nenhum time na história da NBA conseguiu virar uma série depois de perder os três primeiros jogos. Apenas três equipes conseguiram pelo menos levar para o Jogo 7 nessa situação.

    O Jogo 4 acontece nesta segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), em Cleveland. Se os Knicks ganharem, voltam às finais da NBA pela primeira vez desde 1999. E olha, do jeito que as coisas estão andando, essa “vantagem analítica” dos Cavaliers não vai significar muita coisa.

    Vocês acham que o Atkinson tá certo em confiar nas estatísticas ou é só desespero mesmo? Porque pra mim, parece mais uma tentativa de manter o vestiário confiante numa situação praticamente impossível.

  • Mitchell e os Cavs no desespero: “Fazer cestas e parar eles”

    Mitchell e os Cavs no desespero: “Fazer cestas e parar eles”

    Cara, tá difícil de assistir o que tá rolando com o Donovan Mitchell e os Cavaliers nessa série contra os Knicks. 3-0 na série, costas contra a parede, e o cara resume a estratégia em três coisas básicas: “fazer algumas cestas, conseguir algumas paradas defensivas e acertar os lances livres”.

    Olha, eu entendo a frustração do Mitchell. O cara finalmente chegou na sua primeira Final de Conferência na carreira — depois de OITO tentativas, imaginem — e agora tá vendo tudo desmoronar desse jeito.

    A caminhada até aqui foi linda, mas…

    Pra chegar até aqui, Cleveland teve que passar por Toronto e Detroit, e pela primeira vez desde 2018 os Cavs voltaram às finais do Leste. Mitchell, no seu nono ano na NBA e quarto em Cleveland, finalmente quebrou a maldição das eliminações na segunda rodada.

    Mas aí que tá o problema. Chegou na final de conferência e simplesmente não consegue jogar bola. O primeiro jogo foi aquele colapso histórico no último quarto que todo mundo viu, e nos jogos 2 e 3 o ataque simplesmente não funcionou contra a defesa dos Knicks.

    Os números não mentem

    No jogo 3, cinco caras pontuaram em dois dígitos pelos Cavs. Mitchell fez 23 pontos, mas com apenas quatro assistências. Evan Mobley liderou com 24 pontos e seis rebotes, James Harden contribuiu com 19 e cinco assistências, e Jarrett Allen cravou 17 pontos com sete rebotes.

    Números até que decentes no papel, mas que não adiantaram nada contra os Knicks. E sinceramente? A resposta do Mitchell pra pergunta do repórter meio que resume tudo: eles tão errando o básico.

    “Fazer algumas cestas, conseguir algumas paradas defensivas e acertar os lances livres” — cara, isso é o que qualquer técnico de escolinha ensina. Quando um jogador do calibre do Mitchell fala isso numa final de conferência, é porque a coisa tá realmente feia.

    O jogo 4 é domingo, em casa, às 8h da noite (horário de lá). Vocês acham que os Cavs conseguem pelo menos forçar um quinto jogo? Ou os Knicks fecham logo e vão pra final? Porque olhando assim, parece que Cleveland tá completamente perdido nessa série.

  • Mitchell sobre invasão dos fãs dos Knicks: ‘Sou de NY, não me choca’

    Mitchell sobre invasão dos fãs dos Knicks: ‘Sou de NY, não me choca’

    Cara, que situação constrangedora pros Cavs ontem à noite. Não só tomaram uma surra dos Knicks por 121 a 108 no Jogo 3 das finais do Leste, como ainda tiveram que aguentar a torcida visitante tomando conta da Rocket Arena. Imagina a cena: você tá na sua casa e escuta “Let’s Go Knicks” ecoando por todo o ginásio. Dor pura.

    A situação ficou tão bizarra que até Donovan Mitchell teve que comentar no pós-jogo. E olha, a resposta dele foi classe pura — típica de quem conhece bem essa torcida dos Knicks.

    A origem de tudo: Mitchell sabe como a coisa funciona

    “Eu sou de Nova York. Isso não me choca”, disse Mitchell após a derrota. “Eles fazem isso em todo ginásio. É como os fãs dos Cowboys, é simplesmente quem eles são. Não acho que seja uma coisa de Cleveland. É como os fãs dos Knicks são. Eu era um deles no passado.”

    E completou defendendo a torcida de casa: “Cleveland tem os melhores fãs do mundo. Eu sustento isso.”

    Sinceramente? Achei muito maduro da parte dele. O cara conseguiu separar as coisas — reconheceu a realidade sobre a torcida dos Knicks (que é realmente apaixonada e viaja pra todo canto) sem jogar a culpa nos fãs locais. Mitchell sabe que torcida de Nova York é diferenciada mesmo.

    O massacre foi técnico e psicológico

    Mas vamos aos fatos da partida, que foram brutais pros Cavs. Os Knicks acertaram absurdos 56% dos arremessos de quadra, enquanto Cleveland cravou apenas 12 de 41 tentativas do perímetro (29%). Uma diferença que grita, né?

    Jalen Brunson comandou a pancadaria com 30 pontos, mas o que mais impressionou foi o equilíbrio ofensivo dos Knicks. Mikal Bridges e OG Anunoby contribuíram com 22 e 21 pontos respectivamente — quando os coadjuvantes rendem assim, é sinal de que o time tá funcionando em alto nível.

    Pelo lado de Cleveland, Evan Mobley foi praticamente um soldado sozinho na guerra, marcando 24 pontos e pegando 6 rebotes. Mitchell até tentou carregar o ataque, mas simplesmente não teve munição suficiente pra responder ao tsunami ofensivo dos Knicks.

    3×0: a conta que ninguém quer pagar

    Agora os Cavs enfrentam uma estatística que é mais cruel que qualquer enterrada: nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. Zero. Nada. Nunca aconteceu.

    Vocês acham que Cleveland tem alguma chance de fazer história na segunda-feira? Ou os Knicks vão fechar a série em casa e partir pras finais da NBA?

    Uma coisa é certa: se os Cavs quiserem sonhar com o impossível, vão precisar jogar muito melhor do que mostraram até aqui. E torcer pra que dessa vez a torcida de casa faça mais barulho que os nova-iorquinos — porque ontem foi vexatório mesmo.

  • KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    Olha, eu não sei vocês, mas quando você tá liderando 2-0 numa final de conferência, a última coisa que deveria estar fazendo é falando em jogar “desesperado”. Mas é exatamente isso que Karl-Anthony Towns e Mikal Bridges estão pregando antes do jogo 3 contra o Cleveland.

    “A gente tem que executar num nível alto, ter aquele desespero que tivemos contra Philly e Atlanta”, disse o KAT. “Obviamente, a gente só precisa acertar os arremessos.”

    E o Bridges completou: “Temos que continuar jogando desesperados. Eu sei que é mais fácil pro time que tá perdendo de 0-2 jogar mais desesperado, mas não podemos ser nós. Continuar fazendo o que estamos fazendo. Todos os playoffs, mantendo o desespero independente da situação. Pra gente, é 0-0.”

    A verdade por trás dos 27 pontos de vantagem

    Sinceramente? Eles têm razão em estar preocupados. Por mais que o New York tenha vencido os dois primeiros jogos por uma margem combinada de 27 pontos, os jogos foram muito mais apertados do que parece no papel.

    No jogo 1, cara, eles estavam perdendo de 22 pontos no último quarto! Foi o Jalen Brunson que virou completamente monstro, fez uma sequência absurda e forçou a prorrogação pra roubar a vitória. No jogo 2, começaram perdendo de novo no primeiro quarto, mas dominaram completamente o segundo e terceiro períodos.

    É aquela coisa: placar mente, mas quem acompanha sabe que Cleveland tá longe de estar morto nessa série.

    KAT virou facilitador e tá adorando

    Uma parada que eu achei interessante é como o papel do Towns mudou ao longo dos playoffs. Contra Atlanta e Philadelphia, ele virou praticamente um armador — média de 8,6 assistências nos últimos três jogos contra os Hawks, 7,5 por jogo na varredura contra os Sixers.

    Mas agora contra Cleveland, que tem mais tamanho pra marcar ele, o Brunson voltou a comandar a ofensiva (14 assistências no jogo 2, imaginem!). E o KAT? Tá de boa com isso.

    “Sempre disse que estou disposto a me sacrificar e fazer o que for preciso pra impactar as vitórias”, falou Towns. “Essa é a benção do nosso grupo. Temos várias maneiras e sistemas que podemos usar pra conseguir a vitória.”

    Olha, eu acho isso aí fundamental. Time que quer chegar longe precisa ter essa versatilidade, essa falta de ego. E pelos playoffs do Knicks até agora, parece que eles encontraram essa fórmula.

    Vocês acham que essa mentalidade de “desespero” mesmo liderando vai funcionar? Ou pode acabar virando ansiedade demais? O jogo 3 é hoje às 21h, em Cleveland, e pode definir muito do rumo dessa série.

  • Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cara, tem coisa mais frustrante no basquete do que um time que erra tudo e fica falando que “o processo estava certo”? Porque é exatamente isso que tá rolando com o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste.

    Olha só a situação: depois de entregar uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo e perder o segundo por 109-93 (errando 26 de 35 arremessos de três!), TODO MUNDO do Cavs saiu repetindo a mesma ladainha sobre “processo”.

    O mantra do “processo”

    Técnico Kenny Atkinson? “Nosso processo estava certo, só não foi uma boa noite de arremesso.” James Harden? “Apenas não acertamos os chutes.” Donovan Mitchell? “Nosso processo estava certo.” Jarrett Allen? “Vocês vão ouvir isso várias vezes: o processo estava certo.”

    Mano, até parece disco riscado! E o mais engraçado é que os Knicks colocaram um outdoor gigante no Madison Square Garden zoando exatamente isso — uma propaganda do Nike com o Jalen Brunson e a frase “TOO MUCH TO PROCESS” (processo demais).

    Sinceramente, eu entendo a lógica deles. No segundo jogo, Cleveland teve 2 de 12 em arremessos “abertos” de três pontos e 6 de 19 nos “completamente abertos”. São chutes que normalmente eles acertam, né? Sam Merrill e Max Strus são atiradores elite que não devem repetir esse 1 de 11 de três tão cedo.

    Mas será que é só isso mesmo?

    O problema é que existe uma linha tênue entre confiar no processo e ser teimoso demais. O próprio Atkinson admitiu que “existe um ponto onde você tem que dizer ‘ok, os números não significam tanto agora, precisamos fazer algo diferente’”.

    Josh Hart, dos Knicks, mandou uma frase que eu achei genial sobre análises: “Em certo ponto, elas são como um poste para um bêbado: você pode se apoiar nelas, mas elas não vão te levar pra casa.”

    E aí, vocês acham que Cleveland tá certo em manter a fé no processo ou deveria mudar alguma coisa? Porque olhando de fora, parece que os Knicks encontraram a receita para parar esse ataque. Brunson tá comandando o show em Nova York, e se o Cavs continuar errando chutes abertos, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imaginou.

    Jogo 3 é em Cleveland no sábado. Vamos ver se o “processo” finalmente funciona ou se os Knicks vão pra cima de 3-0.

  • Brunson abraça sua atriz favorita após show no Jogo 2 dos Knicks

    Brunson abraça sua atriz favorita após show no Jogo 2 dos Knicks

    Gente, essa amizade entre o Jalen Brunson e a Mariska Hargitay (sim, a capitã Benson de Law & Order SVU) é uma das coisas mais genuínas que eu já vi na NBA. Depois de mais uma exibição monstro no último quarto — cara marcou dois dígitos NOVAMENTE nos 12 minutos finais —, o armador dos Knicks foi direto abraçar sua atriz favorita na arquibancada.

    A cena toda foi filmada pelo Ben Stiller (que também é fã roxo dos Knicks) e, sinceramente, dá até pra sentir a energia positiva através da tela. Brunson destruiu os Cavaliers por 109 a 93 no Jogo 2, e a primeira coisa que fez foi correr pro abraço da Mariska. Que conexão mais linda, cara.

    Uma amizade que começou em 2024

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi nada parecido com essa relação. Os dois se conheceram em 2024 e desde então virou tradição: todo jogo importante, lá está a Hargitay na primeira fila torcendo, e lá vai o Brunson cumprimentar ela depois.

    A atriz até mandou um vídeo parabenizando o cara quando ele foi selecionado pro All-Star Game de 2025. “De uma capitã para outro, parabéns por se tornar All-Star da NBA”, disse ela. E a resposta do Brunson? “Essa é minha pessoa favorita no mundo todo.” Mano, que coisa mais fofa.

    O mais engraçado é que o próprio Ben Stiller já zoou o Brunson no podcast dele, falando que a Mariska recebe um abraço mesmo quando os Knicks perdem. Imagina a inveja dos outros famosos que torcem pelo time? (risos)

    Knicks voando alto nos playoffs

    E por falar em abraços pós-vitória, os Knicks estão dando muito motivo pra comemoração ultimamente. Depois de quase dar vexame perdendo por 2-1 pro Hawks na primeira rodada, o time emplacou NOVE vitórias seguidas nos playoffs. Nove!

    Agora estão 2 a 0 nas finais da Conferência Leste contra Cleveland, e eu tô começando a acreditar que esse pode ser o ano dos Knicks voltarem às finais. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo jogando fora de casa?

    O Jogo 3 vai ser em Cleveland, e as casas de apostas colocaram os Knicks como azarões por 2.5 pontos. Faz sentido — jogar na casa do adversário nunca é fácil, ainda mais numa final de conferência. Mas cara, do jeito que o Brunson tá jogando, eu não duvido de nada.

    Uma coisa é certa: se os Knicks ganharem o próximo, a Mariska vai ganhar mais um abraço especial do seu armador favorito. E nós vamos ganhar mais um momento wholesome numa NBA que às vezes anda meio pesada demais.

  • Brunson revela qual é a grande vantagem dos Knicks nos playoffs

    Brunson revela qual é a grande vantagem dos Knicks nos playoffs

    Mano, os Knicks tão voando. Não tem outro jeito de descrever o que essa equipe tá fazendo nos playoffs. Nove vitórias consecutivas! E o mais impressionante? Eles tão aprendendo a ganhar de jeitos diferentes a cada jogo.

    A vitória por 109-93 sobre o Cleveland na segunda partida das finais da Conferência Leste foi mais uma demonstração disso. Os Cavs tentaram de tudo pra parar o Jalen Brunson — e conseguiram, de certa forma. Só que o cara simplesmente virou playmaker e distribuiu 14 assistências. Absurdo.

    O segredo que Brunson revelou

    Depois do jogo, o armador falou algo que me chamou muito a atenção. Pra ele, essa capacidade de se adaptar é exatamente a grande vantagem dos Knicks nessa caminhada:

    “Eu acho que isso é uma vantagem pra gente, aprender a jogar de forma diferente. Vai ter momentos que um plano de jogo vai ser diferente do próximo. Conseguir se ajustar, aprender e se ajustar durante o jogo é algo que a gente precisa continuar melhorando. Mas acho que temos feito um ótimo trabalho nisso.”

    E ele tá certo, cara. Nos playoffs, principalmente numa série de sete jogos, quem não consegue se adaptar acaba sendo eliminado. Lembra do que aconteceu com os Cavs na rodada anterior? Tomaram 2-0 do Detroit (que teve 60 vitórias na temporada regular) e conseguiram virar a série. Ou seja, os Knicks sabem que não podem relaxar.

    Por que isso é tão importante

    Sinceramente, acho que essa versatilidade dos Knicks é subestimada. Eles têm um elenco que permite diferentes abordagens táticas, e o Brunson tá sendo fundamental nisso. Quando não consegue marcar como de costume, ele vira distribuidor. Quando precisa ser o cestinha, ele assume essa responsabilidade.

    Olha, eu não esperava que os Knicks chegassem tão longe assim. Quebrar um jejum de 27 anos sem finais da NBA não é brincadeira. Mas do jeito que eles tão jogando, se adaptando e crescendo durante os playoffs, quem sabe a gente não vê Nova York de volta às finais?

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível e fechar a série contra Cleveland? Com essa versatilidade toda, eu tô começando a acreditar de verdade.