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  • Kerr quer NBA com menos jogos: ‘Qualidade vale mais que grana’

    Kerr quer NBA com menos jogos: ‘Qualidade vale mais que grana’

    Steve Kerr tá martelando a mesma tecla há anos, e sinceramente? Eu concordo com o cara. O técnico do Warriors voltou a falar sobre encurtar a temporada da NBA — de 82 para 72 jogos — e dessa vez foi bem direto: “Aceito ganhar menos se isso significar um produto melhor”.

    Olha, eu entendo a posição dele. Desde 2017 o Kerr vem batendo nessa tecla, mas agora parece que tá mais convicto ainda. Depois daquela derrota pros Jazz semana passada, ele falou que uma temporada menor criaria “uma liga mais competitiva e mais saudável”. E antes do jogo contra o Knicks no domingo, mandou a real: todo mundo da NBA deveria ter uma “discussão séria” sobre isso.

    A realidade financeira que ninguém quer encarar

    Mas aí que tá o problema — e o Kerr sabe disso. Menos jogos significa menos TV, menos ingressos, menos grana pra todo mundo. “Sei que menos jogos significam menos receita, todo mundo ganharia menos, e eu tô disposto a colocar minha cara a tapa e dizer que sou a favor disso”, disse o técnico.

    Cara, isso é coragem ou loucura? (Ou os dois, né?)

    A NBA é um negócio antes de tudo. Donos de time e jogadores vão aceitar ganhar menos? Duvido muito. A teoria é que com menos jogos disponíveis, a demanda aumentaria, e cada partida valeria mais. Faz sentido no papel, mas na prática… quem vai aceitar o corte no salário?

    O corpo humano não aguenta mais

    A questão física é real, gente. Quando o Kerr assumiu o Warriors em 2014-15, a NBA tinha uma média de 93.9 posses por jogo. Hoje? 99.3. O jogo tá mais rápido, mais intenso.

    E não é só velocidade — é movimento lateral, paradas bruscas, explosões constantes. Os caras cobrem muito mais espaço em quadra hoje. Em 2013-14, o Spurs liderava a liga “correndo” 17.8 milhas por jogo. Hoje esse número colocaria o time apenas na 17ª posição.

    O resultado? Mais lesões musculares, menos treinos (o próprio Kerr reclamou que ficou 8 dias numa road trip sem conseguir treinar nem uma vez), e jogadores constantemente no departamento médico.

    Na minha visão, o Kerr tá certo. 82 jogos em seis meses é desumano com o ritmo atual. Mas vai convencer os caras a abrir mão de milhões? Essa é mais difícil que uma enterrada do Nate Robinson.

    E vocês, o que acham? Vale a pena sacrificar a grana por um basquete de mais qualidade?

  • Warriors precisam deixar Curry no banco e aceitar a realidade

    Warriors precisam deixar Curry no banco e aceitar a realidade

    Olha, vou ser direto com vocês: os Warriors estão fazendo aquela “tankeada” disfarçada há um bom tempo já, mas ninguém quer assumir isso abertamente. E sinceramente? Talvez seja exatamente isso que eles precisam fazer agora.

    Stephen Curry não joga desde 30 de janeiro por causa de uma lesão no joelho. Trinta e oito anos nas costas, joelho imprevisível, e os Warriors estão 6-12 desde então. Cara, os números não mentem — eles estão com rating ofensivo e defensivo entre os 10 piores da liga.

    A lição dos Mavericks que todo mundo deveria aprender

    Lembram do que aconteceu com Dallas ano passado? Eles tinham apenas 1,8% de chance na loteria e conseguiram pescar o Cooper Flagg. Os Hawks em 2024 também — pegaram a primeira escolha com só 3% de probabilidade. Isso é loteria, gente! E é exatamente o que Golden State deveria estar mirando agora.

    Não é só o Curry machucado, não. Jimmy Butler rompeu o ligamento há dois meses, Draymond Green tá fora, Al Horford também… “Estamos passando por isso”, disse o técnico Steve Kerr. “Somos um dos times mais machucados que já vi.”

    E aí, o que vocês acham? Vale a pena forçar uma volta do Curry só pra talvez conseguir passar no play-in e apanhar na primeira rodada? Na minha visão, é muito mais inteligente aceitar a realidade e focar no futuro.

    Uma última cartada histórica

    Os Warriors não são burros — eles sabem que têm uma última chance de montar um time campeão na próxima temporada. Podem negociar até cinco picks de primeira rodada no verão, e quanto melhor a posição do pick de 2026, maior o valor de mercado dele.

    Imaginem o pacote que dá pra montar: pick alto de 2026, mais os de 2027, 2029, 2031 e 2033, junto com jogadores jovens e quem sabe até o Green ou Butler (que têm contrato expirando). É munição pra caramba pra ir atrás de uma estrela de verdade.

    A temporada que vem sempre foi vista como o grand finale dessa era Warriors. Não é coincidência que os contratos do Curry, Green, Butler e até do técnico Steve Kerr terminam todos em 2027. Tá tudo alinhado pra ser a última dança.

    Sinceramente acho que é melhor garantir um pick alto agora do que se iludir com uma campanha medíocre nos playoffs. O Curry merece uma despedida melhor que isso, não acham?

  • Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Olha, todo ano é a mesma coisa na NBA. Os times fazem centenas de trocas, contratações e negócios malucos, e a gente fica aqui tentando entender quem acertou e quem se deu mal. Com a temporada 2025-26 chegando ao fim, chegou a hora de dar uma olhada nos extremos — os 10 melhores e os 10 piores negócios desde as Finals do ano passado.

    José Alvarado nos Knicks — que contratação genial

    Cara, quando os Knicks pegaram o José Alvarado no meio da temporada (só custou o Dalen Terry, duas escolhas de segunda rodada e uns trocados), todo mundo sabia que ia dar liga. E deu mesmo! O cara tem um net rating de +11.8 quando está em quadra — o melhor do time todo. Absurdo.

    O problema agora é que o técnico Mike Brown vai ter que quebrar a cabeça pra montar a rotação dos playoffs. Tem guardar pra caramba no elenco, e ainda tem o Miles McBride voltando de cirurgia. Mas uma coisa é certa: a galera do Madison Square Garden vai enlouquecer com o Alvarado.

    Warriors acertaram em cheio com De’Anthony Melton

    Esse aqui é interessante. O Melton sempre foi daqueles caras que os números avançados amam, mas na temporada passada só jogou 6 jogos por causa de uma lesão no joelho. Os Warriors foram espertos: usaram o salário dele numa troca no meio da temporada, depois trouxeram de volta por apenas $3,1 milhões.

    Desde que voltou em dezembro, o cara tem sido um dos melhores coadjuvantes da liga. Com ele em quadra, Golden State tem +6.0 de net rating — segundo melhor do time, só atrás do Jimmy Butler III (sim, ele foi parar lá também).

    A questão é: as esperanças dos Warriors nos playoffs dependem do Stephen Curry, que tá fora desde janeiro com problema no joelho. Se o Curry voltar, o Melton vai ser a dupla perfeita pra ele no backcourt.

    San Antonio fez bonito com Luke Kornet

    Quando não tá escrevendo no blog dele (sim, o cara tem blog), o Kornet é exatamente o que você quer num reserva de centro. Veio do título de 2024 e assinou por 4 anos, $40,7 milhões com os Spurs. E tá encaixando perfeitamente atrás do Victor Wembanyama.

    Vocês sabem como é: a diferença entre ganhar um título ou cair cedo nos playoffs pode estar justamente em conseguir se manter competitivo quando o craque descansa. Os Nuggets que o digam, sempre sofrendo quando o Jokić sai de quadra.

    Sinceramente, acho que os Spurs fizeram um negócio cirúrgico. Ter alguém confiável pra dar folga pro Wemby pode ser decisivo na pós-temporada. É aquela história: não precisa ser espetacular, só precisa não entregar o ouro pro adversário.

    E aí, pessoal, qual desses negócios vocês acham que vai fazer mais diferença nos playoffs?