Tag: Indiana Pacers

  • Haliburton revela drama com herpes-zóster: ‘Dias ruins’

    Haliburton revela drama com herpes-zóster: ‘Dias ruins’

    Cara, às vezes o basquete é cruel mesmo. A gente tava esperando ansioso pelo retorno do Tyrese Haliburton depois daquela lesão no tendão de Aquiles que acabou com a temporada dos Pacers no ano passado — lembram daquelas Finais épicas? Mas agora o moleque tá lidando com algo totalmente inesperado: herpes-zóster. E pelo jeito, tá sendo um inferno.

    “Na maioria das vezes, são dias ruins”, disse Haliburton durante as entrevistas de fim de temporada dos Pacers. Mano, só de ver ele falando dá pra sentir o quanto tá sofrendo com isso.

    O Drama Começou em Fevereiro

    O diagnóstico veio no final de fevereiro, bem quando ele tava focado na recuperação da lesão. Imaginem a frustração: já tava fora da temporada toda por causa do Aquiles, e aí vem mais essa. O pior? A coisa pegou no rosto dele.

    “Eles me disseram que eu ia coçar muito, mas nas primeiras duas semanas eu só tive uma erupção feia. Depois que a erupção foi embora, veio a coceira e tem sido miserável”, contou. “Perdi parte da sobrancelha, meu olho tá sempre inchado de tanto coçar.”

    Gente, vocês conseguem imaginar? O cara é uma das estrelas mais promissoras da NBA e tá lidando com uma parada dessas. Sinceramente, eu não esperava ver o Haliburton passando por isso.

    Medicação Pesada e Efeitos Colaterais

    A situação tá tão complicada que ele tá tomando “quantidades absurdas de medicação” pra tentar resolver. E como tudo na vida tem um preço, os remédios fizeram ele ganhar peso — algo que virou até assunto nas redes sociais (porque né, internet é assim mesmo).

    “Isso obviamente me fez ganhar peso, ficar com uma aparência maior. Isso tem sido tópico de conversa nas redes sociais”, disse ele, claramente incomodado com os comentários.

    O mais bizarro é que o pai dele também teve herpes-zóster durante as Finais do ano passado, mas foi na barriga. No caso do Tyrese, pegou no rosto, o que torna tudo mais visível e complicado. Agora ele tá usando óculos pra evitar coçar os olhos.

    Herpes-zóster geralmente ataca pessoas com mais de 50 anos, mas pode aparecer em qualquer idade. É causado pelo mesmo vírus da catapora — uma daquelas coisas que ficam “dormindo” no seu corpo e podem acordar na pior hora possível.

    “Não tem sido divertido, e espero que suma logo”, desabafou. “É difícil explicar dor nos nervos — tenho sentido essa dor há dois meses, e no mundo da dor nos nervos, pra quem já teve isso antes, dois meses não é muito tempo.”

    E aí, galera, o que acham? O Haliburton vai conseguir voltar 100% na próxima temporada, ou essa situação toda pode afetar ainda mais a preparação dele? Uma coisa é certa: quando ele voltar às quadras, vai ter uma história e tanto pra contar.

  • Haliburton revela batalha sofrida contra herpes-zóster: ‘Isso foi terrível’

    Haliburton revela batalha sofrida contra herpes-zóster: ‘Isso foi terrível’

    Cara, quando a gente acha que já viu de tudo no basquete, aparece uma história dessas pra nos lembrar que os jogadores são humanos como qualquer um de nós. Tyrese Haliburton, o armador estrela do Indiana Pacers, abriu o jogo sobre uma luta que ele vem travando há dois meses — e não é contra nenhum adversário na quadra.

    O monstro do Haliburton tá lidando com herpes-zóster (conhecida como cobreiro aqui no Brasil), uma doença que literalmente fechou um dos olhos dele por semanas. “Eu nem conseguia aparecer na frente das câmeras se quisesse, porque meu olho tava praticamente fechado”, contou ele aos repórteres. Imagina a situação: um dos caras mais carismáticos da liga, que sempre tá dando entrevista e interagindo com a galera, isolado por causa disso.

    A doença que mudou tudo

    Olha, eu já conhecia essa condição por causa de parentes mais velhos, mas ver um atleta de 26 anos passando por isso é de partir o coração. Haliburton disse que começou com uma erupção nas primeiras duas semanas de fevereiro, depois veio a coceira infernal. O rosto dele ficou todo inchado, perdeu parte da sobrancelha de tanto coçar, e ainda teve que tomar injeção de botox pra tentar controlar os sintomas.

    “Perdi parte da minha sobrancelha; meu olho fica sempre inchado de tanto coçar. Tenho dias bons e ruins, mas na maior parte são dias ruins. Então, não tem sido nada divertido”, desabafou. E pra piorar, os remédios fizeram ele ganhar peso — dá pra ver que o rosto tá bem inchado nas fotos recentes.

    Double drama: Achilles + herpes-zóster

    Sinceramente, acho que poucos jogadores passaram por um ano tão complicado quanto o Haliburton. O cara já tava fora a temporada toda por causa da ruptura do tendão de Aquiles que ele sofreu no Jogo 7 das Finais do ano passado (que dor, né?). Aí quando finalmente tava progredindo na recuperação, vem essa bomba do herpes-zóster pra complicar ainda mais.

    A boa notícia é que ele voltou a jogar 5×5 nos treinos na semana passada — algo que tava programado pra acontecer depois do All-Star break, mas teve que ser adiado por causa da doença. “Nem penso mais na lesão da perna”, disse ele, o que é um alívio gigante pros fãs dos Pacers.

    Mas olha que loucura: o pai dele, John, também teve herpes-zóster no ano passado, só que no estômago. Parece que é uma daquelas coisas que às vezes vem de família mesmo. E Haliburton foi direto ao ponto com o conselho: “Eu diria pra qualquer pessoa acima dos 50 anos tomar a vacina contra herpes-zóster. Isso aqui foi terrível.”

    Vocês acham que ele consegue voltar 100% na próxima temporada? Porque convenhamos, entre a lesão no Aquiles e essa batalha com a doença, o cara vai precisar de um verão inteiro pra se recuperar completamente.

  • Sixers vencem os Pacers e ainda sonham com sexta colocação no Leste

    Sixers vencem os Pacers e ainda sonham com sexta colocação no Leste

    Cara, que partida estranha foi essa dos Sixers contra os Pacers na sexta-feira. Vitória por 105-94, mas com aquele gostinho agridoce que só quem acompanha essa franquia conhece bem.

    O Philadelphia chegou aos 44-37 na temporada e agora tem pelo menos a oitava colocação garantida no Leste — isso porque o Charlotte perdeu mais uma. Mas olha só que loucura: se o Brooklyn conseguir derrubar o Toronto no domingo (coisa meio improvável, convenhamos), os Sixers ainda podem brigar pela sexta posição. Imagina só!

    Maxey carregou o piano nas costas

    Tyrese Maxey foi simplesmente monstro. 32 pontos, 8 rebotes e 5 assistências. O cara estava voando até machucar o dedinho da mão direita no final do terceiro período — 27 dos seus pontos vieram antes da contusão. E detalhe bizarro: durante 45 minutos de jogo, só ele e Paul George acertaram bolas de três pelos Sixers. Isso é preocupante, não acham?

    O PG13 também fez sua parte com 21 pontos (9/19 nos arremessos, 3/9 do perímetro), mas sinceramente esperava mais dele numa partida dessas. VJ Edgecombe surpreendeu com 16 pontos em 7/14 dos chutes, além de 9 rebotes. O garoto está crescendo no momento certo.

    Hospital Sixers voltou a funcionar

    E lá vamos nós de novo com o departamento médico lotado. Embiid ainda se recuperando da cirurgia de apendicite, Johni Broome com problema no menisco, Cam Payne com distensão no posterior (que inclusive foi dispensado no mesmo dia). Do lado dos Pacers, que estão claramente tankeando, oito jogadores machucados.

    Ou seja: era basicamente um confronto de hospitais. Mas hey, vitória é vitória, né?

    O que me chamou atenção foi a energia defensiva do Edgecombe. O cara estava voando pela quadra, conseguiu duas roubadas de bola e ainda deu uma tocada espetacular. Quando os Sixers começaram a parar os ataques do Indiana, conseguiram abrir sete pontos de vantagem.

    Agora é torcer e calcular

    A matemática é simples: os Sixers dependem de milagre para pegar a sexta colocação. Precisam que o Brooklyn faça o favor de derrotar Toronto — coisa que, convenhamos, está mais para sonho do que realidade.

    Mas olha, depois de tudo que já vimos nesta temporada maluca, quem sabe? O importante é que garantiram pelo menos os playoffs. Agora é ver se conseguem se curar a tempo da pós-temporada.

    Vocês acham que esse time, mesmo todo quebrado, consegue incomodar na primeira rodada dos playoffs? Eu tenho minhas dúvidas, mas o Maxey jogando nesse nível pode aprontar…

  • Sixers vencem sem Embiid e ainda sonham em escapar do play-in

    Sixers vencem sem Embiid e ainda sonham em escapar do play-in

    Cara, que noite foi essa dos Sixers! Com o Embiid no hospital se recuperando de uma cirurgia de apendicite (sim, você leu certo), o Philadelphia foi lá e meteu 105 a 94 nos Pacers. E olha, não foi só mais uma vitória qualquer não — essa pode ter salvado a temporada deles.

    A situação na conferência leste tá pegando fogo. Os Sixers estão na 8ª posição com 44 vitórias e 37 derrotas, mas ainda têm uma chance microscópica de escapar do play-in. Pra isso rolar, eles precisam ganhar do Bucks no domingo E torcer pra Toronto perder pros Nets (que são horríveis) E pros Magic caírem pros Celtics.

    Tyrese Maxey carregou o piano

    O Maxey foi simplesmente monstro: 32 pontos. Mesmo jogando com o dedo mindinho enfaixado (que o tirou de ação boa parte de março), o cara não deu mole. Tá, ele acertou só 1 de 10 bolas de três, mas compensou na raça e na criatividade.

    Paul George também apareceu bem depois de uma noite terrível contra os Rockets (só 7 pontos). Fez 21 pontos e mostrou que tá se adaptando ao sistema do Nick Nurse. E tem que falar do VJ Edgecombe também — 16 pontos, 9 rebotes e 5 assistências. Esse moleque tem futuro.

    A situação do Embiid preocupa

    Olha, eu não vou mentir: ver o Embiid no hospital na véspera dos playoffs é de arrepiar. Apendicite não é brincadeira, e o time ainda não deu prazo pra volta dele. Sem o MVP candidato, os Sixers viram um time completamente diferente — mais dependente da criação individual e menos dominante no garrafão.

    Mas deu pra ver que o Andre Drummond pode segurar as pontas. Foram 8 pontos e 9 rebotes no primeiro tempo, e o time foi +24 quando ele tava em quadra. Não é o Embiid, mas pelo menos não deixa o buraco na defesa.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem essa combinação maluca pra escapar do play-in? Sinceramente, acho difícil, mas já vi coisa mais louca acontecer na NBA. Uma coisa é certa: com ou sem play-in, sem o Embiid saudável vai ser complicado fazer barulho nos playoffs.

    O jogo decisivo é domingo contra os Bucks. Se não conseguirem o milagre, pelo menos garantiram que não podem cair abaixo da 8ª posição. Considerando como a temporada começou turbulenta, já é alguma coisa.

  • Maxey explode com 32 pontos e salva os Sixers contra os Pacers

    Maxey explode com 32 pontos e salva os Sixers contra os Pacers

    Cara, o Tyrese Maxey simplesmente resolveu carregar o Philadelphia 76ers nas costas ontem à noite. 32 pontos contra o Indiana Pacers numa vitória por 105-94 que quebrou uma sequência de três derrotas seguidas dos Sixers. E olha, não foi fácil não.

    Com Joel Embiid fora por causa de uma cirurgia de apendicite (sim, você leu certo), alguém precisava aparecer. E o Maxey não decepcionou. Paul George deu uma força com 21 pontos, mas foi o jovem armador que realmente brilhou na noite.

    Sixers seguram a oitava posição no Leste

    A vitória manteve os Sixers (44-37) na oitava colocação da Conferência Leste com apenas um jogo restante na temporada regular. VJ Edgecombe contribuiu com 16 pontos, Kelly Oubre Jr. marcou 15, e Andre Drummond fez um double-double com 10 pontos e 16 rebotes — o cara é um monstro no garrafão.

    Do lado dos Pacers (19-62), a realidade é bem diferente. Um ano depois de chegar ao jogo 7 das finais da NBA, Indiana garantiu que vai terminar com o segundo pior recorde da liga. É basquete, né? Uma hora você tá no topo, na outra…

    Chuva de bolas de 3 dos Pacers não funcionou

    Uma coisa que me chamou atenção foi a estratégia dos Pacers: eles tentaram 50 arremessos de três pontos. Cinquenta! Acertaram 14, o que até nem é tão ruim percentualmente, mas claramente não foi suficiente. Os Sixers foram bem mais seletivos, tentando apenas 29 e convertendo 5.

    Jarace Walker liderou Indiana com 17 pontos, Quenton Jackson fez 16 e Ethan Thompson contribuiu com 15. Micah Potter teve um double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Mas cara, 21 turnovers? Contra apenas 8 dos Sixers? Aí complica qualquer estratégia.

    O que mais impressionou foi o domínio dos Sixers no garrafão: 64-28 em pontos na pintura. Sem o Embiid, eles ainda conseguiram massacrar por dentro. Andre Drummond e companhia fizeram valer a presença física.

    E vocês viram que o técnico dos Pacers, Rick Carlisle, nem estava no banco? Perdeu o segundo jogo seguido para ir a um evento da sorority da filha dele na Universidade da Virgínia. Olha, família em primeiro lugar sempre, mas timing meio complicado, não acham?

    Agora é decisão: Sixers recebem o Milwaukee no domingo, enquanto os Pacers encerram a temporada em casa contra o Detroit. Vai ser interessante ver se Philadelphia consegue manter essa posição nos playoffs.

  • Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Olha, vou ser sincero com vocês: assistir Nets vs Pacers ontem foi praticamente assistir um jogo de G-League. E sabem de uma coisa? Todo mundo sabia exatamente o que estava rolando ali.

    O Brooklyn perdeu de 123-94 pro Indiana numa partida que foi basicamente uma competição de quem conseguia jogar pior. Por quê? Simples: ambos os times estão na corrida pela primeira escolha do Draft, e perder nessa altura do campeonato vale ouro.

    O circo dos desfalques

    Cara, a lista de desfalques foi absolutamente cômica. Os Nets deixaram no banco: Nic Claxton, Ziaire Williams, Noah Clowney, Terance Mann, e mais uma galera. Oito caras fora, sendo que metade estava “descansando” ou com umas lesõezinhas bem convenientes.

    Do lado do Pacers? Pascal Siakam, Aaron Nesmith, T.J. McConnell, Tyrese Haliburton… Até o técnico Rick Carlisle “faltou” pra ir num evento da filha dele. Vocês acreditam nisso?

    No fim das contas, quem entrou em quadra foram praticamente jogadores da base e caras que mal veem minutos na temporada regular. Ben Saraf, Tyson Etienne, Malachi Smith… Nomes que a gente só conhece porque acompanha tudo mesmo.

    A surra começou cedo

    O primeiro quarto foi constrangedor: 31-14 pro Indiana. Os Nets erraram tudo que era arremesso (5-21 de quadra), não conseguiram pegar rebote nenhum e basicamente entregaram a paçoca.

    Sinceramente? Deu até dó da torcida que apareceu no Barclays Center. Era a última partida em casa da temporada, noite de agradecimento aos fãs, e o pessoal teve que assistir esse vexame. Imagina pagar ingresso pra ver isso…

    O técnico Jordi Fernández até tentou manter a pose no pré-jogo, falando que “todos os minutos na NBA importam” e agradecendo o apoio da torcida. Mas convenhamos, né? Ele sabe muito bem qual é o jogo.

    Tanking às claras

    No intervalo já estava 65-37. No garrafão então, nem se fala: 46-20 pro Pacers. Os caras do Brooklyn jogaram sem pivot de verdade e tomaram uma surra histórica no rebote.

    E olha que eu até entendo a estratégia. Com apenas meio jogo de vantagem sobre o limite para ter as melhores chances na primeira escolha, cada derrota conta muito. É meio triste de assistir, mas faz sentido no longo prazo.

    O engraçado é que até o Obi Toppin, que saiu do banco do Indiana, foi o cestinha da primeira metade com 14 pontos. Quando um reserva adversário está sendo seu maior problema, você sabe que a coisa não está boa.

    E aí, o que vocês acham dessa estratégia do tanking? Vale a pena passar esse vexame por uma chance melhor no Draft? Eu confesso que fico dividido… Por um lado, entendo a necessidade de reconstrução. Por outro, dói ver um time da NBA jogando desse jeito de propósito.

  • Pacers destroem Nets por 29 pontos e acabam com sequência

    Pacers destroem Nets por 29 pontos e acabam com sequência

    Cara, que surra foi essa que o Indiana Pacers aplicou no Brooklyn Nets ontem à noite! 123 a 94. Vinte e nove pontos de diferença. Os caras simplesmente resolveram jogar basquete de verdade e acabaram com a sequência de duas vitórias consecutivas do Brooklyn.

    Olha, eu não esperava isso dos Pacers não, principalmente com o time tendo só 19 vitórias em 80 jogos na temporada. Mas às vezes é assim mesmo na NBA — quando você menos espera, um time resolve aparecer e fazer bonito.

    Obi Toppin comandou a festa

    O grande nome da noite foi Obi Toppin, que meteu 26 pontos e pegou 9 rebotes. O cara tá jogando demais ultimamente, e ontem foi só mais uma amostra do potencial dele. Sinceramente acho que ele ainda vai dar muito trabalho na liga.

    Mas não foi só ele não. Micah Potter fez um double-double com 18 pontos e 14 rebotes — que performance! E olha só isso: sete jogadores do Indiana pontuaram em dois dígitos. Sete! Ethan Thompson (15), Jarace Walker (14), Jay Huff (14), Jalen Slawson (12) e Quenton Jackson (12) também contribuíram pra goleada.

    Sem técnico, mas com resultado

    O mais curioso é que o Rick Carlisle nem estava no banco. O cara faltou porque foi na formatura de primavera da filha dele — prioridades certas, né? Lloyd Pierce assumiu o comando e, cara, funcionou perfeitamente.

    Do lado do Nets, E.J. Liddell até tentou com 26 pontos e 10 rebotes, mas não teve jeito. Ben Saraf ajudou com 19 pontos e Tyson Etienne botou 14, mas o time como um todo não funcionou. Arremessaram apenas 37% dos chutes — isso não ganha jogo na NBA.

    A coisa ficou feia desde o primeiro quarto. Os Pacers abriram 31 a 14 logo de cara, foram pro intervalo ganhando por 26 (63-37) e entraram no último período com vantagem de 26 pontos. Foi um massacre do começo ao fim.

    E aí, vocês acham que os Pacers conseguem manter esse nível? Porque olha, com 19 vitórias em 80 jogos, qualquer coisa que vier é lucro. Mas performances como essa mostram que talento não falta no elenco de Indiana.

  • Haliburton volta à quadra! Primeiro 5×5 após lesão no tendão

    Haliburton volta à quadra! Primeiro 5×5 após lesão no tendão

    Gente, que notícia boa pra começar o dia! O Tyrese Haliburton finalmente voltou a jogar cinco contra cinco pela primeira vez desde aquela lesão terrível no tendão de Aquiles que ele sofreu nas Finais da NBA de 2025.

    O armador do Indiana Pacers postou nas redes sociais na quarta-feira mostrando que conseguiu participar do primeiro treino completo. Cara, são 41 semanas de recuperação. QUARENTA E UMA. Imaginem a ansiedade que esse moleque tava passando pra voltar à quadra.

    A volta do maestro dos Pacers

    Olha, eu acompanho a carreira do Haliburton desde que ele chegou na liga, e o cara é simplesmente um dos armadores mais criativos que temos hoje. Aquelas assistências dele são de outro mundo — o maluco enxerga passes que nem existem ainda.

    Mas essa lesão no Aquiles… putz. É uma das piores que um jogador pode ter. Lembro até hoje quando vi ele se machucando naquelas Finais. O silêncio que fez no ginásio foi de arrepiar. Todo mundo sabia que era coisa séria.

    Pra vocês terem uma ideia do tempo de recuperação, o Jayson Tatum voltou em aproximadamente 43 semanas quando passou pelo mesmo perrengue. Haliburton tá na semana 41, então tá dentro do prazo esperado — na verdade, até um pouquinho adiantado.

    Expectations pro training camp

    A franquia de Indiana e o próprio jogador já sinalizaram que ele deve estar 100% pro training camp do ano que vem. Sinceramente, eu tô torcendo muito pra isso acontecer mesmo. Os Pacers sem o Haliburton não são os mesmos — o cara é o cérebro daquele time.

    E vocês, tão ansiosos pra ver ele voltando? Eu confesso que tô curioso pra saber se ele vai voltar no mesmo nível. Essas lesões no Aquiles são traiçoeiras, mas o Haliburton sempre foi um jogador que dependia mais da visão de jogo e QI de basquete do que da explosão física pura.

    Com a temporada dos Pacers chegando ao fim neste fim de semana, a próxima vez que veremos ele com a camisa de Indiana será só na preseason de 2026. Vai ser uma longa espera, mas pelo menos agora sabemos que ele tá no caminho certo.

    Força, Hali! A NBA fica bem mais divertida com você em quadra distribuindo essas assistências absurdas.

  • Por que jogar mais rápido está deixando os times da NBA piores?

    Por que jogar mais rápido está deixando os times da NBA piores?

    Cara, tem uma parada bem maluca rolando na NBA essa temporada que tá quebrando tudo que a gente achava que sabia sobre basquete moderno. Todo mundo quer jogar rápido — os Knicks queriam, o Magic queria, o Portland queria, praticamente todos os 30 times da liga estão nessa vibe. Mas plot twist: os times mais rápidos estão jogando PIOR no ataque.

    Sério, olha só essa estatística absurda: dos 10 times com maior pace da liga, nenhum — NENHUM — tá no top 10 de eficiência ofensiva. E mais: três dos quatro piores ataques da NBA estão justamente entre os times mais acelerados. É o contrário do que todo mundo esperava, né?

    A inversão completa do jogo

    Enquanto isso, os times mais “lentos” estão destruindo geral. Cinco dos 10 times com menor pace estão no top 10 de ataque, e sete estão em posição de playoffs. O Denver, que tem a melhor eficiência ofensiva da liga, é apenas o 20º em pace. Os Celtics, Knicks e Hornets — todos com ataques monstruosos — jogam devagar.

    A diferença é tão grande que os 10 times mais lentos estão fazendo 3.1 pontos a mais por 100 posses que os 10 mais rápidos. Isso é o maior gap desde que começaram a medir essas estatísticas em 1996. Trinta anos de dados, cara!

    Na minha visão, isso acontece porque os times ficaram obcecados com a velocidade e esqueceram do básico. Como o Billy Donovan falou, sim, arremessos nos primeiros sete segundos da posse tendem a ser melhores, mas se você tá forçando uma bola de três super contestada só pra ser rápido, vai dar merda mesmo.

    Será que é hora de repensar tudo?

    O que mais me impressiona é que 18 times estão fazendo pelo menos 100 posses por jogo — dez anos atrás, só dois conseguiam isso (incluindo o Warriors do 73 vitórias). Todo mundo abraçou a filosofia “pace and space”, mas parece que esqueceram que espaço sem critério vira zona.

    E aí, vocês acham que isso vai impactar nos playoffs? Porque uma coisa é jogar rápido na temporada regular, outra é quando o jogo fica mais físico e cada posse vale ouro. Minha aposta é que vamos ver os times mais pacientes levando vantagem quando a pressão apertar de verdade.

    Sinceramente, acho que a NBA tá passando por uma fase de ajuste. Todo mundo correu atrás da fórmula mágica do pace, mas esqueceu que basquete ainda é sobre fazer as cestas certas na hora certa. Velocidade sem inteligência é só correria — e correria não ganha campeonato.

  • Haliburton volta a jogar 5×5 após lesão no tendão de Aquiles

    Haliburton volta a jogar 5×5 após lesão no tendão de Aquiles

    Cara, que notícia boa pra começar a semana! Tyrese Haliburton postou no X que voltou a jogar 5 contra 5 pela primeira vez desde junho do ano passado. E olha, não é qualquer junho — é o junho em que ele rasgou o tendão de Aquiles no Game 7 das Finais da NBA contra o Thunder.

    Na minha opinião, foi uma das lesões mais cruéis que já vi no basquete. O cara tava jogando machucado desde o Jogo 5 com uma lesão na panturrilha, sabia do risco, mas decidiu arriscar tudo pelo primeiro título dos Pacers. Absurdo de coragem, mas que deu tudo errado.

    A lesão que parou Indiana

    Lembro até hoje da cena: Haliburton dribblando no primeiro quarto, tropeça, vai pro chão e bate a mão na quadra de dor. Naquele momento, não só o sonho do título dos Pacers morreu, como também a temporada inteira do cara.

    O pior é que ele tinha sido simplesmente monstro nos playoffs inteiros — um assassino nos momentos decisivos. E aí, numa jogada boba, tudo foi pro espaço.

    A mensagem que ele postou depois da cirurgia foi de partir o coração, mano. “Meu pé parece um peso morto”, escreveu. Disse que a parte mental doía mais que a física. Qualquer um que já se machucou sabe exatamente do que ele tá falando.

    Temporada perdida, mas com esperança

    Os Pacers confirmaram em julho que ele não jogaria a temporada 2025-26 inteira — decisão mais que acertada, na minha visão. Não adianta forçar barra e se machucar de novo.

    Enquanto isso, Haliburton ficou testando as águas como comentarista no “NBA on Prime” e ainda teve que lidar com outras paradas chatas, tipo uma catapora (sim, catapora mesmo).

    O resultado? Indiana fazendo uma das piores campanhas da história. Com três jogos pro final da temporada regular, os caras tão com 18 vitórias e 61 derrotas. Segundo pior recorde da liga inteira.

    Mas olha só — agora o cara tá voltando a jogar 5×5. Isso significa que o tendão de Aquiles tá respondendo bem, que ele tá recuperando a confiança no movimento. E vocês sabem como é: lesão de Aquiles é coisa séria, então cada passo é uma vitória.

    Sinceramente? Tô ansioso pra ver o Haliburton de volta. O cara é diferenciado mesmo — aquele tipo de armador que faz todo mundo ao redor jogar melhor. Indiana precisa dele desesperadamente, e a NBA fica mais interessante com ele em quadra.

    E aí, acham que ele volta no mesmo nível? Ou essa lesão vai cobrar seu preço?