Tag: Indiana Pacers

  • Dosunmu brilha, Wolves goleiam Pacers e ficam perto dos playoffs

    Dosunmu brilha, Wolves goleiam Pacers e ficam perto dos playoffs

    Olha, eu não esperava que o Ayo Dosunmu fosse ser o protagonista de uma noite dessas. O cara simplesmente destruiu os Pacers ontem, anotando 24 pontos na goleada dos Timberwolves por 124 a 104. E o mais impressionante? Fez isso sem Anthony Edwards em quadra.

    Dosunmu estava em um desses dias que tudo que ele tentava, entrava. Junto com Julius Randle (19 pontos) e Bones Hyland (também 19), formaram um trio que não deu chance alguma para Indiana. Sinceramente, foi uma aula de como jogar basquete coletivo.

    Edwards fora, outros dentro

    O mais legal dessa vitória foi ver como Minnesota conseguiu funcionar mesmo sem sua estrela principal. Edwards já perdeu 9 dos últimos 11 jogos por causa do joelho direito, e McDaniels também continua no departamento médico. Mas cara, é isso que separa os bons times dos ruins — profundidade de elenco.

    Rudy Gobert fez sua parte no garrafão com 12 rebotes, e Hyland distribuiu 7 assistências. É esse tipo de performance coletiva que me faz acreditar que Minnesota pode fazer barulho nos playoffs.

    Pacers seguem na luta contra o histórico

    Do outro lado, os Pacers continuam naquela situação complicada. Ethan Thompson foi o cestinha com 17 pontos, Obi Toppin e Jalen Slawson contribuíram com 14 cada, mas não adiantou nada. O time está 4-22 nos últimos 26 jogos — números absurdos de ruins.

    A situação é tão complicada que Indiana ainda precisa de duas vitórias para não quebrar o recorde negativo de vitórias na história da franquia na NBA. É de dar dó, mas é o esporte.

    O jogo nunca foi páreo, na real. Minnesota abriu vantagem dupla ainda no primeiro quarto e administrou tranquilo. Quando os Pacers tentaram uma reação no terceiro período (chegaram a encostar em 77-67), os Wolves responderam com um parcial brutal de 25-5 que sepultou qualquer chance de virada.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue manter esse ritmo quando Edwards voltar? Porque se conseguir, esse time pode incomodar bastante no Oeste.

  • Carlisle vai faltar 2 jogos dos Pacers pra ir na formatura da filha

    Carlisle vai faltar 2 jogos dos Pacers pra ir na formatura da filha

    Olha, eu já vi muito técnico faltar jogo por suspensão, por doença, por mil motivos diferentes. Mas Rick Carlisle dos Pacers me surpreendeu com essa: vai perder os próximos dois jogos da equipe pra acompanhar a formatura de primavera da filha dele.

    E sabe de uma coisa? Achei isso monstro da parte dele.

    Família em primeiro lugar

    Depois da derrota feia por 124 a 104 pro Minnesota na terça, Carlisle foi direto ao ponto: “A Abby tem um evento na escola e o Herb (Simon) e o Kevin (Pritchard) me liberaram pra isso”. Herb é o dono do time, Kevin é o presidente de operações de basquete. Lloyd Pierce vai comandar o time contra o Brooklyn na quinta e contra o Philadelphia na sexta.

    Cara, imagina a pressão que deve ser ter o pai técnico da NBA. A menina provavelmente cresceu vendo o pai perdendo dezenas de eventos importantes por causa do trabalho. Dessa vez não.

    Temporada já era mesmo

    Vamos ser honestos aqui — os Pacers tão numa situação complicadíssima. Segunda pior campanha da liga, três derrotas seguidas, apenas 4 vitórias nos últimos 26 jogos. É aquele tipo de temporada que você quer que acabe logo.

    E o pior: Tyrese Haliburton, o cara que era pra ser a estrela do time, não jogou nem um minuto sequer depois de romper o tendão de Aquiles no Jogo 7 das Finais do ano passado. Imaginem só — chegar na Final, perder no último jogo E ainda ver seu melhor jogador se machucar gravemente.

    Um final simbólico

    O mais interessante é que Carlisle volta justamente pro último jogo da temporada, contra o Detroit — time que deu a primeira chance dele como técnico principal lá em 2001-02. Coincidência do destino ou não, é um jeito bonito de encerrar uma temporada difícil.

    Lloyd Pierce não é nenhum desconhecido, já foi técnico principal do Atlanta Hawks, então o time tá em boas mãos. Mas sinceramente? Com essa campanha dos Pacers, acho que até eu poderia técnico esses dois jogos (risos).

    E vocês, acham que Carlisle fez certo em priorizar a família nesse momento? Eu acho que foi uma atitude linda, principalmente numa temporada perdida como essa.

  • Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Olha só, pessoal. O March Madness acabou e já tô aqui pensando no Draft de 2026. E tem um cara que não sai da minha cabeça: Cameron Boozer, de Duke. Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?), o garoto simplesmente dominou a NCAA nessa temporada.

    22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Com 56% nos arremessos de quadra e — pasmem — quase 41% das bolas de três. Esses números são de outro mundo para um calouro, gente.

    Indiana Pacers já escolheu o seu futuro?

    Segundo as projeções mais recentes, Cameron deve ser a segunda escolha geral do Draft, indo direto pro Indiana Pacers. E faz todo sentido, na minha opinião. O time já tem Pascal Siakam e Ivica Zubac no garrafão, e o Boozer encaixaria que nem uma luva nesse esquema.

    O cara foi eleito jogador do ano da ACC — não é brincadeira não. E diferente de alguns calouros que são só hype, Cameron mostrou consistência o ano todo. Duke chegou no Sweet 16 antes de perder de forma dramática, mas o moleque provou que sabe jogar nos momentos importantes.

    Jake Fischer, que é insider da NBA e entende do riscado, já falou que os times rivais acreditam que Boozer seria a “escolha preferida” do Pacers por causa do encaixe perfeito que ele teria no elenco atual.

    Não é só talento, é mentalidade vencedora

    Sinceramente? O que mais me impressiona no Cameron não são só os números (que são absurdos). É a cabeça do garoto. Ele ganhou múltiplos campeonatos no ensino médio e chegou em Duke já sabendo o que é pressão.

    Não é aquele tipo de jogador que vai te dar 10 highlights no SportsCenter, mas é o cara que vai te dar 20 pontos e 10 rebotes toda noite. Consistência. E convenhamos — quantos calouros conseguem manter esse nível durante uma temporada inteira?

    Vocês acham que ele realmente tem cara de segunda escolha geral? Eu tô começando a achar que sim. Com esse físico (é um forward completo de 2,03m) e essa mentalidade, o moleque tem tudo pra ser uma peça fundamental na NBA.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, mas Cameron Boozer já garantiu o nome na conversa dos primeiros picks. E olha que ainda nem completou 20 anos. Monstro.

  • Hawks pescam Bradley no mercado e se blindam pro playoff

    Hawks pescam Bradley no mercado e se blindam pro playoff

    Olha só que movimento interessante dos Hawks! O time de Atlanta acabou de contratar o pivô Tony Bradley pra reforçar o garrafão na reta final da temporada — e sinceramente, acho que foi uma jogada esperta pra quem tá correndo atrás de uma vaga melhor no playoff.

    O Bradley, que tem 2,08m e tá na sua oitava temporada na NBA, passou por mais times que eu consigo contar nos dedos. Começou a temporada na G League com o próprio College Park (time afiliado dos Hawks), mas acabou indo parar no Indiana Pacers, onde jogou 38 partidas e fez uma média de 4 pontos e 2.8 rebotes.

    Experiência que conta

    Tá, os números não impressionam mesmo. Mas vamos combinar uma coisa: às vezes você não precisa de um monstro nos números, você precisa de alguém que saiba o que tá fazendo quando a pressão aperta. E o Bradley tem isso — já jogou 20 partidas de playoff na carreira, passou por Utah, Philadelphia, OKC e Chicago. É veterano que sabe como a coisa funciona.

    Os Hawks estão na quinta colocação do Leste entrando no jogo de segunda contra os Knicks, então cada movimento conta. Vocês acham que essa contratação pode fazer diferença mesmo sendo só um role player?

    Caleb Houstan paga o pato

    Pra abrir vaga pro Bradley, a diretoria dos Hawks cortou o Caleb Houstan — que tinha assinado contrato two-way em outubro e depois foi efetivado em fevereiro. Cara, 2.3 pontos em 18 jogos… meio difícil de argumentar pra ficar mesmo.

    Na minha visão, é aquela situação clássica: time que tá pensando em playoff não pode se dar ao luxo de manter jovem que ainda tá aprendendo. Precisa de gente que já sabe como é jogar partida decisiva. E mesmo o Bradley não sendo nenhum All-Star, ele pelo menos já pisou em quadra de playoff 20 vezes.

    Agora é torcer pra que esse reforço no banco faça diferença quando a coisa apertar nos playoffs. Atlanta tem potencial pra incomodar, só precisa de mais consistência no garrafão.

  • Thomas Bryant salvou o Cavs — e a gente viu magia acontecer

    Thomas Bryant salvou o Cavs — e a gente viu magia acontecer

    Cara, que noite foi essa dos Cavaliers! 117-108 contra o Pacers, mas o placar meio que mentiu a história toda. O jogo foi bem mais complicado do que parece no papel.

    O destaque absoluto? Thomas Bryant. Bicho resolveu fazer a diferença logo na primeira como titular pelos Cavs. E olha, quando eu digo que ele fez a diferença, é porque realmente fez mesmo — 14 pontos, 10 rebotes, e uma energia que contagiou todo mundo em quadra.

    O discurso misterioso no vestiário

    Agora, a parte mais curiosa de toda essa história: o Bryant falou algo no vestiário antes do jogo que aparentemente botou todo mundo pra cima. Nem ele, nem o Harden, nem o Mitchell quiseram contar o que foi. “Não vou falar isso”, disse o Bryant quando perguntaram.

    Sinceramente, eu tô morrendo de curiosidade pra saber o que foi. Mas funcionou, né? Às vezes um discurso na hora certa vale mais que qualquer esquema tático.

    Kenny Atkinson, o técnico, até brincou dizendo que o Bryant joga assim até em treino recreativo. “Se a gente for jogar um rachão amanhã no CT, ele vai jogar do mesmo jeito. Vai falar, gritar…” E complementou: “Mas é bom ter um jogo assim contra o ex-time.”

    Cavs desfalcados, mas Mitchell monstro

    O Cleveland tava praticamente de cueca, gente. Sem Evan Mobley, sem Jarrett Allen (poupados no back-to-back), sem Sam Merrill, Dean Wade e Jaylon Tyson machucados. Cinco caras importantes fora — basicamente metade do time titular e a profundidade do banco.

    Donovan Mitchell decidiu que ia carregar o piano nas costas. 38 pontos de pura classe, sendo 14-18 nos arremessos na área pintada. O cara simplesmente não errava quando chegava perto da cesta: 10-12 no garrafão. Absurdo.

    O único susto foi uma torcida no tornozelo no final do jogo, mas ele garantiu que tá tudo certo. Espero que seja verdade, porque sem o Mitchell nesse nível, os Cavs não chegam onde querem nos playoffs.

    Defesa preocupante (de novo)

    Agora, vamos falar sério: tá me preocupando essa defesa dos Cavs. O Pacers tem um dos piores registros da liga e ainda por cima só trouxe nove jogadores — dois deles com contratos bidirecionais. Mesmo assim, conseguiram criar problemas pro Cleveland.

    Essa lentidão defensiva tá virando marca registrada, e não da boa. Comunicação falha, jogadores levantando as mãos frustrados depois que a bola já passou pelo aro… Já vi esse filme algumas vezes nas últimas semanas, independente de quem tá em quadra.

    Pelo menos no último período eles acordaram pra vida. Só 17 pontos concedidos no quarto final, com Larry Nance Jr., Tomlin e Craig Porter Jr. entrando pra mudar o ritmo do jogo. Atkinson mandou a real: “Foi esse grupo que mudou tudo.”

    E vocês aí, acham que esse Cavs consegue chegar longe nos playoffs com essas oscilações defensivas? Ou o Mitchell sozinho consegue carregar esse time?

  • Cavs dormem 3 quartos e acordam no final pra bater os Pacers

    Cavs dormem 3 quartos e acordam no final pra bater os Pacers

    Cara, eu já perdi a conta de quantas vezes os Cavaliers fizeram isso essa temporada. Dormir no jogo por três quartos e depois acordar como se fosse a final do mundo no último período. Ontem à noite não foi diferente — perdendo por 3 no intervalo, tomaram 33 pontos no terceiro quarto dos Pacers e aí… BAM! Seguraram Indiana em apenas 17 pontos no quarto final e ganharam de 117 a 108.

    E olha que dupla absurda no garrafão de trás: Donovan Mitchell com 38 pontos (16/27 do campo — uma eficiência monstruosa) e James Harden contribuindo com 28. Mitchell ainda pegou 6 rebotes e deu 6 assistências. Sinceramente? Performances assim me lembram por que ele tá entre os melhores da liga.

    O problema não é o Mitchell jogar demais

    Mas vamos combinar uma coisa — por que diabos o Cleveland precisa do Mitchell fazer quase 40 pontos pra bater um time dos Pacers que literalmente tá jogando com o banco todo? Indiana nem disfarça que quer ficar mal na fita pra pegar uma boa posição no draft. Obi Toppin e Micah Potter fizeram 21 cada um, mas convenhamos, não deveria ser páreo.

    E ainda teve aquele susto no final quando o Mitchell pisou meio torto depois de um arremesso de 3. Ele disse que tava tudo certo depois, mas com os playoffs chegando em 13 dias e Cleveland praticamente garantido em quarto no Leste… será que não é hora de poupar o cara?

    Sem Mobley e Allen, improvisação total

    Os Cavs jogaram sem Evan Mobley e Jarrett Allen — duas peças fundamentais do garrafão. No lugar deles, Max Strus e Thomas Bryant se viraram como puderam: 18 pontos, 17 rebotes e 7 assistências combinados. Não é ruim, mas o Strus passou longe do seu melhor dia (1/10 do campo, -8 no +/-).

    Kenny Atkinson já avisou que não tá decidido se o Strus vai continuar como titular. E depois dessa performance, faz sentido. A boa notícia é que Jaylon Tyson deve voltar pros playoffs, embora ainda esteja “atrás” do Dean Wade na recuperação.

    O banco até que funcionou legal — Craig Porter, Larry Nance Jr. e Dennis Schroder jogaram pelo menos 20 minutos cada. O +/- combinado deles foi de +27, que não é brincadeira. Destaque pro Nance, que teve 22 minutos em quadra — o maior tempo dele desde novembro.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse ritmo maluco de ‘dormir e acordar’ nos playoffs? Porque contra Atlanta (que deve ser o adversário na primeira rodada) pode não rolar essa moleza toda…

  • Mitchell explode com 38 pontos e Cavs garantem vantagem em casa

    Mitchell explode com 38 pontos e Cavs garantem vantagem em casa

    Gente, o Donovan Mitchell simplesmente resolveu o jogo ontem à noite. 38 pontos numa performance absolutamente monstruosa contra os Pacers, com direito a 23 pontos só no segundo tempo. O cara literalmente pegou o time nas costas quando mais precisava.

    Os Cavaliers venceram por 117-108 e praticamente selaram a vantagem de mando de quadra nos playoffs. Sinceramente? Não esperava uma atuação tão dominante assim, ainda mais considerando que Cleveland poupou praticamente todo o quinteto titular — Jarrett Allen, Evan Mobley e Sam Merrill ficaram no banco.

    Harden também mandou ver

    E não foi só o Mitchell que brilhou não. James Harden contribuiu com 28 pontos e 7 assistências, mostrando que ainda tem muito basquete pra dar. Thomas Bryant, no primeiro jogo como titular na temporada, fez um double-double bacana: 14 pontos e 10 rebotes.

    O mais impressionante é que os Cavs só tomaram a liderança no terceiro quarto. Ficaram atrás no placar a partida toda, mas quando resolveram acelerar no último período… cara, foi um show à parte. Mitchell acertou 16 de 27 arremessos — eficiência de All-Star mesmo.

    Pacers desfalcados, mas deram trabalho

    Do lado de Indiana, a situação tá complicada. Pascal Siakam e Ben Sheppard machucados, time com apenas 9 jogadores em uniforme e sem seus cinco principais pontuadores. Mesmo assim, Obi Toppin fez 21 pontos (recorde na temporada) e Micah Potter contribuiu com 21 e 12 rebotes.

    O destaque ficou pra Jalen Slawson, que fez carreira-high com 19 pontos. Maluco acertou 4 bolas de três só no primeiro tempo e ajudou Indiana a abrir 47-35 no segundo quarto. Por um momento pensei: “será que os Pacers vão surpreender?”

    Mas aí que tá — Cleveland tem 49-29 de campanha e está a apenas uma vitória de garantir a vantagem de jogar em casa na primeira rodada dos playoffs. Com quatro jogos restantes, eles têm 4 vitórias de vantagem sobre o Atlanta Hawks.

    E vocês, acham que esse Cavaliers tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com Mitchell jogando nesse nível e Harden ainda produzindo, eu tô começando a acreditar nesse time.

  • Mitchell e Harden destroem Pacers – Cavs voando no Easter

    Mitchell e Harden destroem Pacers – Cavs voando no Easter

    Cara, o que foi esse jogo dos Cavaliers contra o Pacers no domingo de Páscoa? Mitchell e Harden simplesmente decidiram que não iam dar chance pro adversário. 38 pontos do Mitchell, 28 do Harden — essa dupla está virando um pesadelo pros adversários.

    Mitchell teve uma das melhores performances da carreira. O cara atacou o garrafão como se fosse dono da quadra, terminando com incríveis 28 pontos só na área pintada. Isso mesmo, 28 pontos no paint! Nunca tinha feito isso na carreira. Infelizmente torceu o tornozelo no finalzinho do jogo, e agora é torcer pra não ser nada sério.

    Harden fazendo escola com o step back

    E o James Harden? Meu amigo, o cara tava imparável com aquele step back dele. Os caras do Indiana pareciam perdidos tentando marcar ele — e quando conseguiam grudar, Harden usava a marcação dupla pra criar espaços pros companheiros. Converteu 5 de 11 tentativas do perímetro e deu show de armação com 7 assistências.

    Sinceramente, quando esse cara tá no mood, não tem jeito. É um dos movimentos mais difíceis de defender na liga.

    Cavs finalmente têm profundidade no garrafão

    Sabe o que mais me chamou atenção? Thomas Bryant fazendo double-double (14 pontos e 10 rebotes) contra o ex-time dele. Era exatamente isso que os Cavs precisavam quando contrataram ele no verão passado — alguém pra dar conta do recado quando Mobley e Allen não podem jogar.

    Óbvio que não dá pra contar com ele numa série de playoffs como titular, mas pra essas situações da temporada regular? Perfeito. Finalmente Cleveland tem opções no banco.

    Keon Ellis também merece destaque. O cara vinha sofrendo lá de três pontos (8 de 32 nos últimos 10 jogos — absurdo!), mas ontem acertou algumas bolas importantes e deu aquela respirada que o time precisava no perímetro.

    Max Strus teve uma noite pra esquecer — só 4 pontos em 1 de 7 do campo e ainda por cima se machucou no pulso. Craig Porter, que andava meio sumido da rotação, voltou bem com 20+ minutos em quadra pela primeira vez em mais de um mês.

    E aí, vocês acham que Mitchell vai ficar fora por muito tempo com essa torção no tornozelo? Com os playoffs se aproximando, qualquer lesão desse nível preocupa. Mas pelo menos mostra que quando saudável, essa dupla Mitchell-Harden pode levar os Cavs longe.

  • Cavs vão descansar meio time contra o Pacers — e tá certo!

    Cavs vão descansar meio time contra o Pacers — e tá certo!

    Olha, eu entendo perfeitamente a decisão do Cleveland. Com os playoffs começando em duas semanas e a vaga já garantida, por que arriscar? Os Cavs confirmaram que vão jogar sem vários titulares contra o Indiana Pacers neste domingo, e sinceramente, é a coisa mais sensata a fazer.

    Allen ainda sentindo dor

    Jarrett Allen vai ficar de fora por “gerenciamento de lesão no joelho direito”. O cara se machucou lá no dia 3 de março contra o Detroit e ficou 10 jogos parado. Voltou no dia 27 contra o Heat, mas pelo que o Chris Fedor do Cleveland.com reportou, ele ainda tá sentindo dor e não tá 100%.

    Cara, imagina forçar o pivô titular faltando duas semanas pros playoffs? Seria loucura total. O Allen é peça fundamental no esquema dos Cavs, então melhor ele chegar nos playoffs inteiro do que arriscar uma lesão mais séria agora.

    Mobley também fora, Thomas Bryant entra

    Evan Mobley também vai descansar por causa do gerenciamento da panturrilha esquerda. Ou seja, os dois gigantes titulares vão ficar de fora. Isso significa que o Thomas Bryant provavelmente vai ganhar minutos importantes, e quem sabe até os caras do two-way contract — Olivier Sarr e Riley Minix — apareçam por aí, já que a temporada do Cleveland Charge acabou na semana passada.

    O Sam Merrill também tá fora com “gerenciamento de lesão no posterior da coxa”. O cara vem jogando no sacrifício a temporada toda, então faz todo sentido dar um respiro pra ele também. Dean Wade (tornozelo) e Jaylon Tyson (dedo do pé) continuam no departamento médico.

    Indiana também decimado

    Agora, se vocês acham que só Cleveland tá poupando gente, olhem o lado do Pacers. Eles vão jogar sem Tyrese Haliburton (Aquiles), Pascal Siakam (tornozelo), T.J. McConnell (posterior), Andrew Nembhard (costas), Aaron Nesmith (pescoço) e Ivica Zubac (costela). Só faltou o Johnny Furphy com lesão no ligamento cruzado pra completar o hospital.

    Vai ser praticamente um jogo de preseason disfarçado, mas tá tudo bem. É assim mesmo no final da temporada regular quando os times já têm suas posições definidas. Melhor chegar nos playoffs com todo mundo saudável do que forçar a barra e se complicar depois.

    E aí, vocês acham que os Cavs estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo de jogo? Eu tô é ansioso pra ver como eles vão se comportar nos playoffs mesmo!

  • Bulls tentam quebrar jejum de 4 derrotas contra os Pacers

    Bulls tentam quebrar jejum de 4 derrotas contra os Pacers

    Olha, não vou mentir — tá difícil ser fã dos Bulls ultimamente. Quatro derrotas seguidas e a sensação de que o time tá meio perdido em quadra. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que sempre pode aparecer um jogo pra virar a chave, né?

    Amanhã à noite, o United Center recebe os Indiana Pacers, e sinceramente? Se não conseguir vencer esse jogo, aí a situação fica complicada mesmo. Os Pacers estão com 17-58 na temporada — praticamente na briga pela primeira pick do draft. Chicago tá melhor (29-46), mas também não é nada pra se orgulhar.

    O que esperar dos Bulls

    Josh Giddey tá sendo o cara do time, convertendo 45.1% dos arremessos e fazendo 17.2 pontos por jogo. O australiano tem tudo pra ser uma peça importante no futuro dos Bulls. Matas Buzelis também tem mostrado serviço — nos últimos dez jogos, o cara tá acertando 3.0 bolas de três em média. Não é monstro, mas tá evoluindo.

    O problema? A defesa tá um caos. Chicago tá permitindo 121.1 pontos por partida. Cara, isso é coisa de time que quer mesmo é tankar pela loteria do draft. E olhando os desfalques — Anfernee Simons (pulso), Jalen Smith (panturrilha), Nick Richards (cotovelo) — dá pra entender o porquê.

    Pacers também tão sofrendo

    Do outro lado, Indiana não tá muito melhor. Pascal Siakam segue como principal referência ofensiva (23.8 pontos, 6.7 rebotes), mas o cara tá praticamente sozinho. Tyrese Haliburton, que era pra ser o armador franquia, tá fora pro resto da temporada com lesão no tendão de Aquiles. Isso machuca.

    Nos últimos dez jogos, ambos os times estão com 2-8. É tipo escolher entre peste e cólera, mas pelo menos promete ser um jogo aberto, com bastante pontuação. Os Pacers ganharam o último confronto por 113-110 em janeiro, num jogaço que Siakam e Buzelis fizeram 20 pontos cada.

    Na minha opinião, essa é uma daquelas partidas que pode definir o resto da temporada pros Bulls. Conseguem quebrar o jejum e ganhar um pouco de moral, ou vão continuar nessa ladeira escorregadia?

    Vocês acham que o Giddey consegue comandar essa virada de página?