Tag: Indiana Pacers

  • Kawhi Leonard congela no clutch e Clippers viram de 24 pontos

    Kawhi Leonard congela no clutch e Clippers viram de 24 pontos

    Cara, eu tava quase desligando a TV no primeiro quarto. 42-21 pros Pacers? Com os caras acertando TUDO de 3? Parecia que ia ser mais uma noite frustrante pros Clippers. Mas aí o Kawhi Leonard lembrou todo mundo porque ele é o cara do clutch.

    Com 0.4 segundos no relógio, Leonard recebeu a bola pela lateral esquerda, driblou pro meio e — SPLASH. Jumper gelado pra fechar uma virada histórica: 114-113 pros Clippers, depois de estarem perdendo por 24 pontos.

    A ressurreição dos Clippers

    Sinceramente, eu não esperava essa virada. Os Pacers começaram o jogo metendo bala — 8 de 11 de três no primeiro quarto. Era um festival de arremessos que deixou qualquer fã dos Clippers com vontade de mudar de canal.

    Mas a coisa mudou no segundo quarto. Os Clippers foram encostando devagar, e quando você viu, já tava um jogaço. Leonard terminou com 28 pontos (chegando aos incríveis 50 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos), enquanto Darius Garland liderou o time com 30. Que dupla, monstro!

    E olha que conquista pro técnico Tyronn Lue — foi a vitória número 400 da carreira dele. Quarta vitória seguida dos Clippers, que tão começando a engatar mesmo.

    Final de filme

    O final foi de roer as unhas. Com um minuto no relógio, Obi Toppin acertou um jumper e colocou os Pacers na frente: 113-108. Parecia que ia dar Indiana mesmo.

    Mas aí que o Leonard mostrou porque é clutch. Respondeu na sequência, Garland converteu duas livres, e quando Pascal Siakam errou o arremesso que poderia ter definido o jogo, os Clippers tiveram a última posse.

    E vocês sabem como terminou, né? Leonard com aquele jumper que só ele sabe fazer no momento certo. Frieza absurda.

    Pelos Pacers, Aaron Nesmith foi bem com 26 pontos e Toppin contribuiu com 20. Bennedict Mathurin, jogando contra seu ex-time, fez 17 pontos sendo certeiro nas livres (12 de 15). Mas não foi suficiente pra segurar a reação dos Clippers.

    Uma pena que o Jarace Walker teve que sair do jogo no primeiro tempo por suspeita de concussão. Sempre complicado quando rola isso.

    E aí, acham que os Clippers finalmente encontraram o ritmo ou foi só mais uma noite inspirada do Kawhi?

  • A corrida pelo fracasso: quem vai ganhar a primeira pick do Draft?

    A corrida pelo fracasso: quem vai ganhar a primeira pick do Draft?

    Gente, estamos chegando na reta final da temporada e o negócio está ficando sério — mas não do jeito que vocês imaginam. Enquanto uns brigam por playoffs, outros estão numa guerra completamente diferente: quem consegue perder mais jogos pra garantir as melhores chances na loteria do Draft.

    E olha, tá uma briga linda lá embaixo.

    Os três mosqueteiros do tanking

    Indiana Pacers (16-57), Brooklyn Nets (17-56) e Washington Wizards (17-55) estão travando uma batalha épica pra ver quem consegue ser o pior time da liga. Todos os três têm 14% de chance de levar a primeira pick — que, convenhamos, pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

    Os Pacers tão numa situação interessante porque se a pick deles cair entre a 5ª e 9ª posição, vai direto pro Los Angeles Clippers por causa da troca do Ivica Zubac. Imagina a dor de cabeça se isso acontecer? Por isso eles precisam MESMO ficar entre os três piores.

    Já o Brooklyn tem uma vantagem psicológica: perderam nove seguidas. Nove! Isso é dedicação ao tanking, pessoal. E os Wizards? Ganharam um jogo recentemente (que azar, né?), mas ainda tão na briga.

    Sacramento e o drama da 4ª posição

    O Sacramento Kings tá ali na quarta posição com 19-55, e sinceramente, eles devem estar se mordendo por não terem perdido uns jogos a mais no começo da temporada. Com 12,5% de chance na primeira pick, eles ainda têm esperança, mas tá ficando difícil alcançar o trio da frente.

    Utah Jazz (21-52) e Dallas Mavericks (23-50) completam esse grupo dos “quase lá mas não chegaram”. Os Mavs tão numa situação complicada porque não controlam suas picks de primeira rodada de 2027 a 2030. Imagina ter que escolher entre competir agora ou pensar no futuro distante?

    A zona de confusão

    Mais pra baixo na tabela, temos times como Milwaukee Bucks e Chicago Bulls empatados com 29-43. Esses dois tão numa situação estranha: ruins demais pra playoffs, bons demais pra uma pick decente. É o famoso “purgatório da NBA”.

    E os Warriors? Com 35-38, eles pelo menos ainda sonham com play-in. Mas com 2% de chance na loteria, dá pra sonhar também, né?

    O que mais me impressiona é como essa estratégia de tanking virou algo tão… científico. Times calculando cada jogo, cada vitória “acidental” que pode custar uma posição na loteria. É meio triste quando você para pra pensar, mas faz parte do jogo.

    E vocês, acham que algum desses times no fundo da tabela vai conseguir a primeira pick? Ou será que vai rolar aquela surpresa clássica da loteria da NBA?

  • Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Cara, que noite foi essa do Bronny James! O garoto simplesmente resolveu mostrar serviço contra os Pacers e deixou todo mundo — incluindo o pai — de boca aberta. Na vitória dos Lakers por 137-130, ele entrou junto com o LeBron no final do terceiro quarto e mostrou por que merece estar na liga.

    A imagem dos dois parados na mesa do anotador, braços cruzados, esperando pra entrar juntos… meu, isso é cinema puro. E o LeBron não conseguiu segurar a emoção depois do jogo.

    “Ele pertence aqui”, diz o pai orgulhoso

    “Especialmente conhecendo o caminho, a estrada. Então, estou orgulhoso dele. Super orgulhoso. E ele pertence. Ele pertence aqui”, disparou LeBron pros jornalistas. Olha, eu que acompanho essa história desde o começo fiquei até arrepiado lendo isso.

    Mas o Bronny? Totalmente na dele. Aos 20 anos, já tá com o pé no chão sobre toda essa situação. “Já estou por perto dele e do basquete ao mesmo tempo há um tempo, então não é tão especial assim”, disse. “As primeiras vezes foram, claro, mas agora é meu segundo ano. Estou apenas tentando me provar.”

    Essa maturidade do garoto me impressiona. 16 meses jogando com o pai e ainda assim focado em construir a própria identidade.

    JJ Redick apostou alto e deu certo

    O técnico JJ Redick não tava brincando quando deu minutagem pra ele. Com o Marcus Smart machucado no tornozelo e o elenco desfalcado, ele precisava de energia defensiva e atletismo — e o Bronny entregou tudo isso e mais um pouco.

    “Senti que era um jogo que realmente precisávamos dele. Seu atletismo, sua defesa. Vimos isso no ano passado, e estamos vendo novamente este ano, apenas seu crescimento como jogador”, explicou Redick.

    E que crescimento! O menino fez uma defesa sólida no primeiro tempo, meteu uma enterrada de uma mão só pela linha de fundo (que foi absurda, por sinal) e ainda acertou um arremesso de média distância no finalzinho do quarto período que ajudou a selar a vitória.

    A volta por cima depois do susto

    Vocês lembram do susto que a gente levou em julho de 2023? Bronny teve uma parada cardíaca durante um treino na USC. Foi tenso demais. Mas depois da cirurgia pra corrigir um defeito congênito no coração, ele voltou mais forte.

    Na G League, tá fazendo média de 15.3 pontos com aproveitamentos de 54.6% nos arremessos de quadra, 42.1% nas bolas de três e 90.9% nos lances livres. Nada mal depois de um começo meio devagar, né?

    LeBron disse que recentemente notou um olhar familiar voltando pros olhos do filho. “Fisicamente, mentalmente, espiritualmente, emocionalmente, ele voltou”, disse o King. “Minutos reais e significativos. Eu não poderia sonhar com algo melhor que isso.”

    Sinceramente? Depois de tudo que esse garoto passou, ver ele brilhando na NBA ao lado do pai é de arrepiar. E aí, vocês acham que o Bronny vai conseguir uma vaga fixa no time principal dos Lakers essa temporada?

  • Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Cara, os Lakers simplesmente dominaram os Pacers ontem à noite. 137 a 130 em Indiana, fechando uma road trip de seis jogos com aproveitamento monstro de 5-1. A única escorregada foi contra os Pistons na segunda — mas sinceramente, depois do que vi ontem, aquilo foi só um tropeço mesmo.

    Luka show desde o primeiro quarto

    O Luka Dončić tava absolutamente inspirado, galera. Começou cedo metendo duas bolas de três e quando você viu, já tinha 21 pontos só no primeiro quarto. Vinte e um! E olha que ele ainda tinha o LeBron do lado distribuindo assist que nem confete — cinco assistências só na primeira metade.

    O que mais me impressionou foi a disciplina do time. Os caras não perderam UMA bola até o meio do segundo quarto. Uma. Isso é coisa de time que tá jogando sério, que quer resultado. E quando você vê os números — 56,2% de aproveitamento nos arremessos, 39,1% de três pontos, 29 assistências — você entende por que foi tão dominante assim.

    Bronny James fazendo a festa da torcida

    E vocês viram aquela enterrada do Bronny? O moleque voou na cesta que deixou o pessoal de Indiana de queixo caído. Imaginem a sensação: você tá perdendo feio em casa e ainda tem que aplaudir uma jogada dessas. (Deve ser mais ou menos como a gente se sentia quando o Kobe vinha jogar no Brasil e metia umas dessas, né?)

    O Jake LaRavia também merece destaque — começou o jogo roubando bola pra todo lado e ainda meteu uma enterrada logo de cara. Esses jovens tão com fome, e isso que faz a diferença.

    Austin Reaves tava numa defensiva absurda também. Seis roubos de bola entre ele e o LaRavia. Seis! Esse tipo de pressão defensiva que faz diferença em playoffs.

    Indiana tentou, mas era tarde demais

    Olha, tem que dar crédito aos Pacers também. Eles tentaram uma reação no final que quase funcionou — chegaram a diminuir pra sete pontos de diferença nos minutos finais. Pascal Siakam tava jogando bem até ser expulso faltando cinco minutos (e aí complicou tudo pra eles).

    Mas a real é que o jogo nunca esteve ameaçado. Os Lakers abriram 29 pontos de vantagem no terceiro quarto e aí é difícil, né? Por mais que o Indiana tenha corrido atrás, sempre dava a impressão de que LA tinha controle total da situação.

    E aí, galera — vocês acham que esse Lakers tem cara de time que vai longe nos playoffs? Porque depois de uma road trip dessas, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar bastante por aí. LeBron ainda jogando em alto nível, Luka dominando quando precisa, e esses jovens dando energia… pode dar zebra, hein?

  • Luka meteu 43 pontos pelos Lakers e a Caitlin Clark tava lá tirando foto

    Luka meteu 43 pontos pelos Lakers e a Caitlin Clark tava lá tirando foto

    Gente, que noite foi essa em Indianapolis! O Luka Doncic simplesmente decidiu que ia destruir os Pacers e cravou 43 pontos na vitória dos Lakers por 137-130. Mas o mais bizarro? A Caitlin Clark, craque do basquete feminino, estava na lateral da quadra como fotógrafa credenciada. Imagina a cena!

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas ver a Clark com câmera na mão enquanto o Luka metia enterrada atrás de enterrada foi surreal. A garota que revolucionou o basquete universitário feminino agora tá documentando os monstros da NBA. Que evolução, cara.

    Luka imparável mais uma vez

    O esloveno tá numa fase absurda. Foram 43 pontos com 15 de 30 arremessos e quase perfeito nos lances livres (9 de 10). E não tô exagerando quando falo que ele tá imparável — são 11 jogos seguidos com pelo menos 30 pontos. ONZE!

    Austin Reaves colaborou com 25 pontos, o LeBron ainda meteu seus 23 (esse cara não envelhece nunca) e o Jaxson Hayes fez um double-double sólido com 21 pontos e 10 rebotes. Os Lakers estão voando e já emendaram 10 vitórias em 11 jogos.

    Pacers lutaram até o fim

    Mesmo com o massacre inicial — os Lakers abriram 10-0 e chegaram a ter 29 pontos de vantagem —, Indiana não entregou. Pascal Siakam marcou 20, e o Andrew Nembhard teve uma noite histórica com 19 assistências (recorde pessoal) e 14 pontos.

    O mais impressionante foi ver eles voltarem pra jogo. Com 45 segundos pro fim, conseguiram diminuir para 131-124. Por um momento ali, pensei: “será que vai dar zebra?” Mas o LeBron foi lá e converteu dois lances livres pra matar o jogo.

    Uma curiosidade que me chamou atenção: o Marcus Smart levou um técnico… do banco! O cara nem tava jogando (contusão no tornozelo) e ainda assim conseguiu aparecer na súmula. Só ele mesmo.

    E vocês viram que o Tyrese Haliburton voltou ao banco dos Pacers pela primeira vez em um mês? Cara teve herpes-zóster (imaginem o desespero) e depois rompeu o tendão de Aquiles nas finais do ano passado contra o Thunder. Temporada acabou pra ele, infelizmente.

    Os Lakers seguem na terceira colocação do Oeste e mostram que, com o Luka jogando nesse nível, podem incomodar qualquer um nos playoffs. E vocês, acham que eles têm chance real de título esse ano?

  • Lakers visitam Indiana numa situação constrangedora pros Pacers

    Lakers visitam Indiana numa situação constrangedora pros Pacers

    Gente, que situação mais complicada pros Pacers. Nine jogos perdidos em casa seguidos — nove! É de doer o coração de qualquer torcedor de Indiana ver o time nessa situação toda vez que joga no Gainbridge Fieldhouse.

    Os Lakers chegam em Indianapolis nesta quarta, às 20h (horário de Brasília), numa fase completamente oposta. Enquanto os Pacers tão com 16 vitórias em 72 jogos (sim, você leu certo), os Lakers estão com 46-26 e brigando forte no Oeste. É praticamente David contra Golias, mas sem a pedrada milagrosa.

    LeBron ainda mandando ver aos 41 anos

    O mais absurdo? LeBron James continua sendo um monstro aos 41 anos de idade. O cara tá liderando os Lakers em contra-ataques com 5.7 pontos por jogo nessa estatística. Sinceramente, eu não sei de onde ele tira energia pra isso tudo. E ainda tem o Luka Dončić que na última vez que os dois times se enfrentaram meteu 44 pontos numa vitória por 128-117. Quarenta e quatro pontos!

    Do lado dos Pacers, a situação é bem mais dramática. Pascal Siakam tá fazendo sua parte com 24 pontos de média, mas cara… quando você perde 9 jogos seguidos em casa, o problema não é individual. O jovem Jarace Walker tem ajudado com 14.3 pontos nos últimos 10 jogos, mas é pouco pra reverter essa maré toda.

    Os números não mentem (e são cruéis)

    Olha só que diferença: nos últimos 10 jogos, os Lakers têm 9 vitórias e 1 derrota. Os Pacers? 1 vitória e 9 derrotas. É literalmente o oposto um do outro. E pior ainda — Indiana tá tomando uma média de 125.4 pontos por jogo nesse período. É muita bola na cesta do adversário.

    A situação das lesões também não ajuda nada. Tyrese Haliburton fora pro resto da temporada com problema no tendão de Aquiles é de quebrar qualquer Pacers. O garoto era praticamente o futuro da franquia, e ver ele machucado dessa forma dói na alma de qualquer fã de basquete.

    Vocês acham que os Pacers conseguem quebrar essa sequência horrível justamente contra um dos melhores times da liga? Eu quero acreditar, mas sendo bem realista… vai ser difícil demais. Os Lakers tão voando, especialmente fora de casa (23-14 como visitante), e os Pacers mal conseguem ganhar em casa ultimamente.

    Pelo menos vai ser interessante ver se o time de Indiana consegue pelo menos fazer um jogo competitivo. Porque 16 vitórias em 72 jogos é de cortar o coração — principalmente pra quem lembra dos Pacers brigando por playoffs não faz tanto tempo assim.

  • Banchero faz 39 pontos mas Magic perde no final dramático

    Banchero faz 39 pontos mas Magic perde no final dramático

    Olha, eu não vou mentir — ver o Paolo Banchero fazendo 39 pontos e ainda assim perdendo no último segundo me deixou com o coração partido. O Magic perdeu para o Pacers por 128-126 em casa, numa jogada final que vai ficar na cabeça de todo mundo por um tempo.

    A situação foi a seguinte: 6,4 segundos no relógio, Magic com a posse de bola no jumpball. Banchero partiu pra cima com tudo, tentando a enterrada da vitória, mas esbarrou numa muralha formada pelo Pascal Siakam e Jay Huff. Bloqueio, fim de jogo, e lá se foram mais três pontos importantes na tabela.

    “Foi difícil de engolir”

    Depois da partida, o italiano não escondeu a frustração. “Eu acho que os dois saltaram em cima de mim com o corpo, mas estavam com os braços pra cima. Poderia ter sido falta, mas não foi marcada. Foi difícil de engolir”, disse Banchero numa sinceridade que eu admiro muito.

    Cara, assistindo o replay, realmente dá pra discutir se rolou contato ou não. Mas aqueles lances no final de jogo são sempre polêmicos mesmo — os árbitros costumam “engolir o apito”, como dizem por aí.

    O mais impressionante é que mesmo com essa derrota dolorosa, Banchero mostrou por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga. Foram 39 pontos (máximo da partida), com aproveitamento de 48% nos arremessos, além de 4 rebotes e 6 assistências. Um performance monstruosa que infelizmente não resultou em vitória.

    Magic precisava muito dessa vitória

    O timing dessa derrota não poderia ser pior. O Orlando vinha de quatro derrotas consecutivas e precisava desesperadamente quebrar essa sequência negativa. Enquanto isso, os Pacers encerraram uma sequência histórica de 16 derrotas seguidas — recorde da franquia.

    E olha que o Magic jogou desfalcado dos principais: Jalen Suggs, Franz Wagner e Anthony Black todos no departamento médico. Imagina se tivessem o time completo? Mas essa é a NBA — não tem desculpa que valha.

    Com o resultado, Orlando segue na 8ª posição do Leste com 38 vitórias e 33 derrotas. Matematicamente ainda dá pra sonhar com algo melhor, mas essas derrotas seguidas complicam muito a situação.

    “Não temos tempo pra ficar cabisbaixos. Temos que voltar amanhã em Cleveland e tentar buscar a vitória lá”, comentou Banchero, já pensando no próximo desafio contra os Cavaliers.

    E vocês, acham que foi falta mesmo no lance final? Eu sinceramente fiquei na dúvida vendo as imagens…