Tag: Jalen Brunson

  • Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Gente, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam mortos e enterrados — 22 pontos atrás no último quarto contra o Cleveland — e simplesmente ressuscitaram pra vencer por 115-104 na prorrogação. Foi uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs.

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstruoso. 38 pontos no total, sendo que nos momentos mais tensos ele tomou as rédeas do time e liderou uma sequência absurda de 18-1 no quarto período. Cara empatou o jogo faltando 19 segundos. Dezenove segundos! E depois na prorrogação? Os Knicks abriram com 9-0. Cleveland nem viu a cor da bola.

    A mentalidade que fez a diferença

    Depois do jogo, Brunson falou uma coisa que me marcou: “Continue lutando. Continue roendo aos poucos. Não vamos recuperar tudo em uma posse só.” Essa mentalidade é exatamente o que separa os grandes dos medianos. E olha, eu sempre desconfiei um pouco do Brunson quando ele saiu de Dallas, mas o cara tá me provando que tem sangue de líder.

    O time todo contribuiu — Mikal Bridges com 18, Josh Hart, KAT e OG Anunoby com 13 cada. Mas foi a defesa que mudou o jogo. Como o próprio Towns disse depois: “Nossa defesa sempre foi especial nesses playoffs e foi ela que apareceu no quarto período e na prorrogação.”

    Cleveland sentiu o peso da pressão

    Do lado dos Cavaliers, dá até pena. Donovan Mitchell fez 29 pontos, jogou bem, mas não conseguiu segurar a onda. E o James Harden? Rapaz, 15 pontos com seis turnovers. Mais erros que cestas convertidas! Em jogo de playoffs das finais de conferência, isso não pode acontecer mesmo.

    Mitchell resumiu bem o sentimento: “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu.” Sinceramente, acho que o Cleveland vai sentir essa no jogo 2. Quando você tem 99.9% de chance de vitória (foi isso mesmo que mostraram as estatísticas) e perde assim, o baque psicológico é pesado.

    Vocês sabiam que essa foi a segunda maior virada de playoffs dos últimos 30 anos? Só perdeu pro Clippers que virou de 24 pontos contra o Memphis em 2012. Coisa de maluco mesmo.

    Agora é quinta-feira, jogo 2, e os Knicks são favoritos por 6.5 pontos. Com odds de -425, eles têm 81% de chance de chegar na primeira final desde 1999. E aí, acham que Cleveland consegue reagir ou os Knicks vão confirmar que essa virada não foi sorte?

  • Knicks querem apagar trauma dos Pacers na nova final do Leste

    Knicks querem apagar trauma dos Pacers na nova final do Leste

    Cara, eu ainda lembro como se fosse ontem. Game 1 da final do Leste do ano passado, Knicks com 17 pontos de vantagem no último quarto contra os Pacers e… bom, vocês sabem como terminou essa história. Uma das maiores zebras que eu já vi na vida.

    Agora os Knicks estão de volta à final da Conferência Leste, dessa vez contra os Cavaliers, e aquele trauma de 2025 voltou à tona. E olha, sinceramente? Ainda bem que voltou. Porque esse time precisa lembrar da dor pra não repetir os mesmos erros.

    O pesadelo que mudou tudo

    Vamos relembrar rapidinho o que aconteceu: 17 pontos de vantagem no quarto período, os Pacers fizeram 23 pontos nos últimos 3:14 do tempo regulamentar, aquela bomba do Tyrese Haliburton pra empatar no finalzinho e depois mais um colapso na prorrogação. Monstro, foi de partir o coração.

    O Jalen Brunson foi direto ao ponto na coletiva: “A experiência sempre ensina muitas lições. Obviamente sabemos o que temos que fazer. Fechar jogos e fechar quartos vai ser muito importante pra gente.”

    E é verdade. Aquele Game 1 definiu toda a série. Os Knicks entraram como favoritos e saíram com a confiança destroçada. Levaram até o Game 3 pra se recuperar, mas já estavam 2-0 pra baixo.

    O problema voltou neste ano

    O mais bizarro é que eles quase repetiram a mesma coisa contra os Hawks na primeira rodada. Liderando por 18 no Game 1, deixaram Atlanta fazer 11 pontos seguidos. No Game 2? Perderam uma vantagem de 12 pontos no último quarto.

    Josh Hart falou uma coisa que eu acho que resume tudo: “Nos playoffs você nunca pode relaxar, especialmente no estilo que a NBA é jogada hoje. Você vê vantagens de 10, 15, 20 pontos desaparecerem em quatro, cinco minutos.”

    É exatamente isso. O jogo mudou, cara. Qualquer time pode fazer 15 pontos em três minutos se pegar fogo do perímetro. E os Knicks aprenderam isso da pior forma possível.

    Desde aquele susto contra os Hawks, eles mudaram completamente. Tem sido uma máquina de destruição, não dando moleza pra ninguém até o adversário levantar a bandeira branca.

    Hora da redenção

    Mais uma vez os Knicks chegam como favoritos à final do Leste. E mais uma vez eles têm tudo pra não dar bobeira — principalmente depois de tudo que passaram.

    Brunson foi honesto: “Aconteceu de novo este ano contra Atlanta. Tiramos o pé do acelerador. É algo que precisamos continuar melhorando e acho que temos melhorado, mas não podemos ficar satisfeitos.”

    Essa mentalidade é tudo. Porque uma coisa eu aprendi acompanhando NBA: trauma pode tanto destruir quanto fortalecer um time. No caso dos Knicks, parece que escolheram o segundo caminho.

    Vocês acham que eles conseguem exorcizar de vez o fantasma dos Pacers? Porque eu tô com uma boa sensação sobre esse time. Eles aprenderam na dor que na NBA, 17 pontos de vantagem não significam absolutamente nada se você relaxar por dois minutos.

  • Knicks voltam após 9 dias parados: será que a ferrugem atrapalha?

    Knicks voltam após 9 dias parados: será que a ferrugem atrapalha?

    Cara, 9 dias sem jogar. NOVE! Os Knicks ficaram essa eternidade esperando os Cavaliers despacharem os Pistons para finalmente começar a Final do Leste, e agora a pergunta que não quer calar: será que essa parada toda vai atrapalhar ou ajudar?

    “É hora de ir”, disse Jalen Brunson na segunda-feira, mas dá pra sentir aquela tensão no ar. Mike Brown, técnico dos Knicks, foi bem direto quando perguntaram se ele tava preocupado com a equipe perdendo o ritmo: “Você se preocupa com todas essas coisas”.

    Mas olha, tem um lado positivo nisso tudo. Enquanto os Knicks descansavam, Cleveland jogou 14 partidas em 30 dias. É muita porrada, né? A questão é se o descanso vai compensar a possível ferrugem.

    OG Anunoby de volta — que alívio!

    A notícia boa é que OG Anunoby tá 100% recuperado da lesão no posterior da coxa e já treinou normalmente segunda-feira. O cara perdeu os dois últimos jogos da varredura contra o Philadelphia 76ers, então ter ele de volta é fundamental. Sinceramente, sem o OG a defesa dos Knicks fica bem mais vulnerável.

    Josh Hart comentou que obviamente eles preferiam uma parada de 3-4 dias, não 9. “Você tá num bom ritmo, aí tem que sentar e esperar”, reclamou. E eu entendo a frustração — momentum é tudo nos playoffs.

    O problema dos quatro All-Stars de Cleveland

    Agora vem a parte complicada. Brown foi cirúrgico na análise: “Eles têm quatro All-Stars no elenco”. Donovan Mitchell, Evan Mobley, Jarrett Allen, e o James Harden que chegou em fevereiro numa troca que mudou tudo.

    Mano, ter o Harden como QUARTO All-Star é sacanagem, né não? O cara ainda arma jogo e marca pontos mesmo aos 37 anos. E Mitchell jogando em casa no Madison Square Garden… isso pode ser inspirador ou pressão extra, vai saber.

    A estratégia dos Knicks é clara: fazer esses caras trabalharem em todas as fases do jogo. “Queremos que todos eles, especialmente os armadores, trabalhem o máximo possível”, explicou Brown. Mas ele foi esperto em dizer que o foco principal não é parar ninguém específico, e sim conseguir os melhores arremessos possíveis.

    O Garden vai pegar fogo

    Com vantagem de casa conquistada após Detroit ser eliminado, os Knicks vão poder contar com aquela energia única do MSG. Brunson foi emotivo falando sobre isso: “Significa tudo pra mim. Este lugar fez maravilhas por mim e minha família”.

    Josh Hart mandou a real sobre a torcida: “Os fãs dos Knicks sempre aparecem e mostram amor. Definitivamente é a melhor atmosfera da liga”. E olha, quem já viu um jogo decisivo no Garden sabe que não é exagero.

    Vocês acham que esses 9 dias de descanso vão ser mais prejudiciais que benéficos? Eu tô dividido, mas apostando que a energia da torcida vai compensar qualquer ferrugem inicial. Esse Cleveland tá monstro, mas os Knicks em casa são outro nível.

  • Ewing revela: ‘Me sinto parte desta campanha dos Knicks’

    Ewing revela: ‘Me sinto parte desta campanha dos Knicks’

    Patrick Ewing falou com o coração aberto sobre ver os Knicks chegando nas finais da Conferência Leste. E cara, dá pra sentir a emoção do cara quando ele fala sobre essa oportunidade única que o time tem nas mãos.

    “É uma oportunidade única na vida. Ninguém sabe se vai aparecer de novo”, disse o lendário pivô. E olha, ele sabe do que tá falando, né? Quem passou pela dor daquela final de 94 contra o Houston sabe o peso dessas palavras.

    O conselho de quem viveu na pele

    Quando perguntaram o que ele diria pro elenco atual, Ewing foi direto: continuar fazendo o que vinham fazendo. “Lembrem que é sobre time, isso não é tênis com uma pessoa contra outra”, disparou. E sinceramente, é isso mesmo – essa temporada dos Knicks tá sendo sobre basquete coletivo do jeito mais bonito.

    A comparação que ele fez do Josh Hart com John Starks me pegou de jeito. “Josh demonstra as emoções na manga da camisa, assim como o John fazia”, observou Ewing. Cara, imagina esses dois jogando juntos? Seria pura intensidade em quadra.

    Brunson impressiona até a lenda

    Mas foi quando falou sobre Jalen Brunson que Ewing realmente se empolgou. “Ele é um dos jogadores mais talentosos que já vi jogar”, disse sem pestanejar. E completou: “Não tive a sorte de jogar com um talento assim”.

    Pesado isso, não acham? O homem que carregou os Knicks nos anos 90 admitindo que nunca teve um armador desse nível ao lado. Faz a gente valorizar ainda mais o que o Brunson tá fazendo nessa campanha.

    Sobre o Karl-Anthony Towns, Ewing destacou como os dois estão aprendendo a jogar juntos. “KAT tem sido um facilitador e busca pontuar quando tem a oportunidade”, analisou. E é verdade – a química entre eles tá crescendo a cada jogo.

    OG Anunoby roubando a cena

    Agora, a declaração mais surpreendente foi sobre o OG Anunoby: “Nas últimas duas séries, ele foi nosso melhor jogador”. Monstro demais ver o reconhecimento que esse cara tá tendo. Defesa elite e ainda contribuindo ofensivamente quando precisa.

    E quando falou sobre como seria Nova York se os Knicks levassem tudo… cara, só de imaginar já dá arrepio. “A cidade inteira, o estado inteiro ficaria feliz demais”, previu Ewing. Vocês conseguem imaginar a festa que seria?

    Patrick Ewing viveu a dor de chegar perto e não conseguir. Agora ele tá vendo uma nova geração dos Knicks com uma chance real de quebrar esse jejum de títulos. E pelo jeito que ele fala, dá pra perceber que ele realmente se sente parte dessa jornada.

    Será que é a vez dos Knicks finalmente voltarem ao topo?

  • Hart e Brunson metem o pau na torcida dos 76ers: ‘não é cidade esportiva’

    Hart e Brunson metem o pau na torcida dos 76ers: ‘não é cidade esportiva’

    Olha, eu amo quando rola essa provocação entre jogadores após uma série eliminatória. E o Josh Hart simplesmente não perdoou os fãs dos 76ers depois que os Knicks dominaram a Filadélfia nos próprios domínios deles.

    A situação foi constrangedora mesmo — imagina você estar assistindo seu time em casa e a torcida visitante praticamente tomar conta do ginásio? Foi exatamente isso que aconteceu nos jogos 3 e 4 da série entre Knicks e Sixers. Os fãs de Nova York estavam em maior número que os locais, e dava pra ouvir claramente os gritos pró-Knicks ecoando pela Xfinity Mobile Arena.

    Hart não deixou passar em branco

    No podcast ‘Roommates Show’ que Hart e Brunson fazem juntos, os dois resolveram debater o que define uma ‘cidade esportiva’. E cara, o Hart foi cirúrgico na análise dele.

    “Eu estava errado na minha entrevista pós-jogo”, disse Hart. “Eu falei que a Filadélfia não era uma cidade esportiva. Eu achava que era, mas não é mais.”

    O Brunson tentou defender um pouco: “Cara, Filadélfia É uma cidade esportiva. Eles são fanáticos e amam o Eagles.” Mas o Hart não deixou barato: “Você não pode ser uma cidade esportiva se a torcida de outro time tomar conta do seu ginásio. Isso não pode acontecer.”

    Comparações que doem

    A comparação que mais dói é com Boston. Hart foi direto: “Boston? Cidade esportiva de verdade. Você nunca vai ver a gente tomando conta do TD Garden. E nunca vai ver o Jaylen Brown ou Jayson Tatum pedindo pros fãs comparecerem porque senão os Knicks vão tomar conta — eles nunca vão falar isso porque não precisam.”

    Sinceramente, é difícil discordar. Quando você vê a torcida adversária fazendo mais barulho que a sua casa, algo está errado. E olha que estamos falando da Filadélfia, que tem uma das torcidas mais passionais dos Estados Unidos no futebol americano.

    Brunson e Hart estão voando nestes playoffs — o armador está com médias de 27.4 pontos e 6.1 assistências, enquanto Hart contribui com um double-double quase garantido (10.3 pontos e 9.0 rebotes). Com esse nível de jogo e essa confiança toda, eles podem incomodar muito nas finais da Conferência Leste.

    E aí, vocês acham que Hart foi muito pesado ou falou a verdade mesmo? Porque uma coisa é certa: quando sua própria casa vira quintal do adversário, é sinal de que algo não está funcionando.

  • Brunson rejeita ser chamado de estrela: ‘Só quero ganhar’

    Brunson rejeita ser chamado de estrela: ‘Só quero ganhar’

    Cara, o Jalen Brunson acabou de me ganhar de vez. O cara simplesmente mandou a real quando perguntaram se ele se incomoda de ter menos bola nas mãos agora que os Knicks estão jogando mais pelo KAT: “Primeiro, eu não sou uma estrela. Segundo, eu quero ganhar.”

    Mano, que mentalidade é essa? Num esporte onde todo mundo quer ser o cara, o protagonista, ter as estatísticas bonitas, o Brunson vai lá e fala que não liga pra isso. E olha que ele tem todo o direito de se achar uma estrela — o cara carregou esse time nas costas a temporada toda.

    OG Anunoby ainda é dúvida

    Enquanto isso, o técnico Mike Brown tá numa sinuca de bico com o OG Anunoby. O cara participou do treino na quarta, mas quando rolou o coletivo mesmo, ele ficou de fora. Brown foi honesto: “Não sei o que ele vai conseguir fazer no Jogo 1.”

    Sinceramente, essa lesão do OG tá me deixando nervoso. O cara é fundamental na defesa dos Knicks, especialmente nessa fase dos playoffs onde cada posição importa. Brown até falou que “nos playoffs você precisa de versatilidade”, e convenhamos — OG é exatamente isso que falta quando ele não tá em quadra.

    KAT como facilitador? Por que não?

    E olha que interessante a mudança tática que o Brown implementou. Ele tá usando o Karl-Anthony Towns como um facilitador, tipo um Draymond Green ou Sabonis. Faz sentido total — o cara tem 2,11m e sabe passar a bola.

    O que mais me impressiona é como o Brunson abraçou essa mudança. Quando perguntaram sobre jogar menos com a bola, ele foi direto: “Qual foi o diálogo? Foi ‘OK, vamos fazer isso.’ Simples assim. Não tem muito o que conversar quando você tá perdendo por 2-1.”

    Isso aí é mentalidade de campeão, gente. Quantos armadores por aí aceitariam de boa reduzir seu protagonismo? Poucos. E o Brunson ainda complementa: “Eu não sou egocêntrico. É por isso.”

    Agora é esperar pra ver se os Knicks conseguem manter essa química toda na Conferência Leste. Com OG machucado e essa nova dinâmica ofensiva, vai ser um teste e tanto. Vocês acham que essa humildade do Brunson vai fazer a diferença na final do Leste?

  • Brunson joga água fria: ‘Eu não sou estrela, só quero ganhar’

    Brunson joga água fria: ‘Eu não sou estrela, só quero ganhar’

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente mandou a real ontem quando um repórter perguntou sobre sua aceitação de um papel reduzido na armação dos Knicks. A resposta? “1) Eu não sou uma estrela. 2) Eu quero ganhar.” E ainda completou saindo da entrevista: “Eu não sou egocêntrico, é por isso.”

    Mano, que humildade absurda. Numa era onde todo mundo quer ser o protagonista, o cara simplesmente aceita dividir os holofotes com o Karl-Anthony Towns sem piscar o olho.

    A virada que mudou tudo

    A história começou quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 para o Atlanta Hawks na primeira rodada dos playoffs. O técnico Mike Brown chegou no vestiário e propôs uma mudança radical: passar mais bolas pro KAT, tirando um pouco da responsabilidade do Brunson.

    E qual foi a reação do armador? “Foi assim: ‘OK, vamos fazer isso’”, contou Brunson. “Foi simples assim. Não tem muito o que discutir quando você está perdendo por 2-1.”

    Resultado? Sete vitórias consecutivas. SETE. Os Knicks estão destruindo os adversários por uma média de 26.4 pontos de diferença no período. É de dar inveja em qualquer time da liga.

    Números que falam por si só

    E olha, não é que o Brunson saiu perdendo nessa história. Muito pelo contrário. Durante essa sequência absurda de vitórias, ele está fazendo 27.3 pontos por jogo com 51.9% nos arremessos de quadra e 42.6% de três pontos. Sua eficiência por posse de bola subiu de 0.285 na temporada regular para 0.324 agora nos playoffs.

    Já o Towns? O cara registrou 66 assistências nos playoffs – 44 a mais que no ano passado. É muita evolução, pessoal.

    “Colocar o KAT nessa posição sabendo que temos ótimos bloqueadores e cortadores, e como eu disse, um ótimo facilitador, ficou mais fácil dizer ‘vamos tentar e fazer mais isso’”, explicou o técnico Brown.

    Mentalidade de campeão

    Sinceramente? Essa atitude do Brunson me lembra muito do que acontece com os grandes campeões. O cara assinou uma extensão de contrato de 4 anos e US$ 156.5 milhões aceitando MENOS que o valor de mercado para ajudar os Knicks a não passarem do segundo patamar salarial e fortalecerem o elenco.

    Vocês acham que muitos jogadores fariam isso hoje em dia? Eu tenho minhas dúvidas. Mas é exatamente essa mentalidade que separa os verdadeiros vencedores dos caçadores de estatísticas.

    Com os Knicks voando alto e Brunson mostrando que liderança às vezes é saber quando dar um passo para trás, fica a pergunta: será que Nova York finalmente encontrou a fórmula para uma campanha longa nos playoffs?

  • Rick Pitino aposta nas fichas dos Knicks: ‘Esse time pode ser campeão’

    Rick Pitino aposta nas fichas dos Knicks: ‘Esse time pode ser campeão’

    Olha, quando o Rick Pitino fala que um time pode ser campeão da NBA, a gente para pra escutar. O cara já viu de tudo no basquete — e agora ele tá completamente hypado com os Knicks.

    “Eles têm os melhores nove ou dez jogadores. Talvez não tenham os três melhores, mas têm os melhores nove ou dez”, disse Pitino pro The Post. E cara, essa análise faz total sentido quando você vê o banco dos Knicks funcionando que nem uma máquina bem azeitada.

    Os caras estão numa sequência absurda — acabaram de fazer um 4-0 histórico contra os 76ers na semifinal de conferência. A primeira vez que eles passam por cima da Filadélfia nos playoffs desde… 1989! Quando o próprio Pitino treinava os Knicks, por sinal.

    Sete vitórias seguidas com média de 26 pontos de diferença

    Monstro, né? Os Knicks ganharam sete jogos consecutivos nos playoffs com uma média de diferença de 26.4 pontos por jogo. Sinceramente, eu não esperava que eles chegassem nesse nível quando a temporada começou.

    A grande virada veio quando eles mudaram o esquema ofensivo pra dar mais responsabilidade pro Karl-Anthony Towns no garrafão. O cara sempre foi um monstro no ataque, mas agora ele tá distribuindo bola que nem um armador — 66 assistências nos playoffs, 40 a mais que no ano passado!

    “Eles se procuram muito melhor que antes”, explicou Pitino. “Antes da série contra o Atlanta, marcar o Brunson era a forma de parar os Knicks. Isso não funciona mais por causa da movimentação de bola.”

    Brunson continua sendo o diferencial

    Falando no Jalen Brunson… que jogador absurdo! O cara tá metendo 27.4 pontos e 6.1 assistências por jogo nos playoffs, com 48.5% nos arremessos de quadra. Pitino chegou a comparar ele com o Tiny Archibald — e olha que isso é elogio pra caramba.

    “Como um jogador desse tamanho, com essa impulsão, consegue arremessar qualquer bola perto da cesta? Ele tem o melhor jogo de média distância”, disse o técnico do St. John’s. “Libra por libra, polegada por polegada, talvez seja um dos melhores jogadores que já vi.”

    E aí, vocês acham que os Knicks realmente têm chance de chegar nas Finals? Porque olhando esse time funcionando assim, eu tô começando a acreditar. Claro que pela frente tem o Thunder (atual campeão) ou talvez os Spurs do Wembanyama — mas com o momento que eles estão vivendo, ninguém deveria assustar esses caras.

    A única coisa que pode atrapalhar é não ter o mando de quadra nas próximas séries. Mas cara, quando um time tá jogando desse jeito, a quadra meio que vira neutro mesmo.

  • Knicks metralharam os 76ers com 25 bolas de 3 e voltaram pra final do Leste

    Knicks metralharam os 76ers com 25 bolas de 3 e voltaram pra final do Leste

    Cara, que show os Knicks fizeram ontem em Philly! Simplesmente 25 bolas de três pontos em um jogo só — igualando o recorde da NBA nos playoffs. E o mais louco? Fizeram isso na casa do adversário, com a torcida visitante fazendo a festa. 144 a 114 nos 76ers. Uma surra histórica.

    O Deuce McBride estava literalmente pegando fogo. Sete de três, sendo 4 de 4 só no primeiro quarto. O cara não errava! E olha que no primeiro período os Knicks já tinham feito 11 bolas de três — outro recorde. Sinceramente, eu não lembro de ter visto uma exibição tão dominante de arremessos de longa distância nos playoffs.

    Brunson e Hart comandaram o show

    Jalen Brunson fez 22 pontos com a tranquilidade de sempre, Josh Hart contribuiu com 17, assim como o Karl-Anthony Towns. Mas a estrela mesmo foi o McBride — 25 pontos saindo do banco. É isso que eu chamo de sexto homem!

    E aí, vocês acham que esse time dos Knicks pode finalmente quebrar a seca de títulos? Porque olha, estão jogando um basquete ABSURDO. Varredura nos 76ers, sete vitórias seguidas nos playoffs… Mike Brown tá fazendo um trabalho monstro desde que assumiu o lugar do Thibodeau.

    De volta à final do Leste pela segunda vez seguida

    Os Knicks voltaram à final da Conferência Leste pelo segundo ano consecutivo. Ano passado eles chegaram lá pela primeira vez em 25 anos (imagina a seca!) mas perderam pro Indiana. Agora vão enfrentar o vencedor de Cleveland x Detroit — com os Pistons liderando por 2-1.

    O que mais me impressiona é a consistência. Não foi sorte, foi dominação total. Quando você iguala recordes históricos da NBA nos playoffs, é porque o time tá realmente no outro nível.

    Na minha opinião, esses Knicks chegaram pra ficar. A química entre Brunson e Hart é perfeita, o Towns dá o tamanho que eles precisavam, e têm profundidade no banco. Philadelphia nem soube o que os acertou — e olha que os Sixers não são time qualquer.

  • Knicks destroem os 76ers por 30 pontos e varrem Philly dos playoffs!

    Knicks destroem os 76ers por 30 pontos e varrem Philly dos playoffs!

    Cara, eu assisti esse jogo e ainda não acredito no que vi. Os New York Knicks simplesmente destruíram os Philadelphia 76ers por 144-114 e varreram a série por 4-0. Foi um massacre histórico que ainda tá ecoando na minha cabeça.

    O negócio foi surreal desde o primeiro minuto. Os Knicks começaram 9 de 10 do perímetro — nove de dez! Aí você pensa: “tá, deve ter sido sorte”. Mas não, meu amigo. Eles continuaram chovendo bola de três e fecharam o primeiro quarto com 11 arremessos convertidos de longa distância. Onze no primeiro período! Isso é recorde de playoffs na era moderna.

    Uma chuva de três que entrou pra história

    Vocês conseguem imaginar estar na Xfinity Arena e ver seu time tomando uma surra dessas? Porque a torcida do Knicks praticamente tomou conta do ginásio — parecia mais o Madison Square Garden do que a casa dos 76ers.

    O primeiro tempo foi uma aula de basquete. Os Knicks acertaram 18 de 29 tentativas de três pontos nos primeiros 24 minutos (62% de aproveitamento), empatando o recorde de playoffs da NBA para mais bolas de três em um tempo. Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns praticamente carregaram o ataque: participaram de 59 dos 81 pontos do time na primeira etapa.

    Sinceramente, no terceiro quarto com 30 pontos de vantagem, eu já tava com dó. Se fosse futebol de várzea, o juiz já tinha encerrado o jogo por goleada.

    Deuce McBride foi o garçom da festa

    Quem roubou a cena foi Deuce McBride com sete bolas de três e 25 pontos. O cara tava inspirado — cada arremesso que ele soltava, eu já sabia que ia entrar. Brunson fez seus 22, enquanto Josh Hart e Towns contribuíram com 17 cada.

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid até tentou com 24 pontos, Tyrese Maxey adicionou 17, mas não teve jeito. Quando o adversário acerta 25 bolas de três (empatando outro recorde de playoffs), você só pode aplaudir e partir pro próximo ano.

    Os 144 pontos também entraram pra história — maior pontuação dos Knicks em playoffs na história da franquia. Ou seja, a gente testemunhou algo que nunca tinha acontecido antes.

    E agora? Knicks voando e 76ers no buraco

    Com essa vitória, New York volta às Finais do Leste pelo segundo ano consecutivo, mas agora com uma cara muito mais dominante. Eles vão enfrentar quem passar entre Detroit e Cleveland (Pistons lideram 2-1), chegando embalados com sete vitórias seguidas e uma média de 26,4 pontos de diferença nesses jogos.

    Já Philadelphia… rapaz, que situação complicada. 25 anos sem passar da segunda rodada. É de doer no coração de qualquer torcedor dos Sixers. E o pior: com Embiid e Paul George custando mais de 100 milhões combinados na próxima temporada, fica difícil mexer no elenco.

    Na minha opinião, chegou a hora dos 76ers apostarem definitivamente em Tyrese Maxey como o cara do time. O garoto tá jogando demais e merece estar no All-NBA esse ano. E aí, vocês acham que Philadelphia consegue se reinventar no verão ou vai ser mais um ano de promessas?

    Uma coisa é certa: essa varredura dos Knicks foi história pura. E que história!