Tag: Jalen Brunson

  • Knicks massacram Raptors pela 13ª vez seguida e cravam 3º lugar no Leste

    Knicks massacram Raptors pela 13ª vez seguida e cravam 3º lugar no Leste

    Cara, os Knicks estão simplesmente imparáveis contra os Raptors! Na noite de sexta-feira, mais uma demonstração de força: 112 a 95 e a 13ª vitória consecutiva sobre os canadenses. Treze seguidas, galera. É quase constrangedor já.

    Jalen Brunson foi o cestinha da noite com 29 pontos, acertando 12 de 18 arremessos — o cara tá numa fase absurda mesmo. E o Karl-Anthony Towns? Monstro como sempre: 22 pontos e 10 rebotes, fechando mais um double-double tranquilo.

    Matemática fechada para os playoffs

    Com essa vitória, os Knicks garantiram matematicamente a terceira posição do Leste com seus 53 vitórias e 28 derrotas. É playoff garantido e, olha só a ironia, pode ser que enfrentem justamente os Raptors na primeira rodada — seria o massacre do século!

    O Toronto tá na sexta posição (45-36) depois de ter a sequência de duas vitórias quebrada. Sinceramente, eles devem estar tendo pesadelos com essa camisa laranja e azul dos Knicks. A última vez que os Raptors ganharam desse time foi em janeiro de 2023 — dois anos sem vencer, é de chorar.

    Domínio total no Madison Square Garden

    Os Knicks controlaram praticamente o jogo todo. Saíram na frente 14-3 logo no primeiro quarto — já dando o tom da coisa. No segundo período, aumentaram ainda mais a vantagem, indo para o intervalo com 15 pontos à frente.

    Os Raptors até tentaram uma reação no terceiro quarto, chegando a diminuir para 66-57, mas aí o Brunson resolveu acabar com a festa. Mandou uma sequência de 9-0 pontos com direito a arremesso difícil e bomba de três. Game over.

    Única notícia ruim da noite foi a lesão no tornozelo esquerdo do OG Anunoby — ironicamente, ex-Raptor. Ele saiu no segundo quarto e não voltou mais. Tomara que não seja nada sério pensando nos playoffs.

    E aí, vocês acham que se os Raptors pegarem os Knicks na primeira rodada conseguem quebrar essa maldição ou vai ser mais uma eliminação rápida? Porque do jeito que tá, parece que os canadenses simplesmente não sabem mais como jogar contra Nova York!

  • Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks bateram os Celtics por 112 a 106 numa partida que foi simplesmente sensacional do começo ao fim. E o protagonista da noite? Josh Hart, que virou um monstro no último período.

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas a performance do Hart nos minutos finais foi de outro mundo. O cara acertou 5 de 7 tentativas do perímetro, sendo que 3 dessas bombas vieram justamente no quarto período quando o jogo estava pegando fogo. É o tipo de clutch que define jogos de playoff — e sinceramente, se essa vai ser a pegada de uma possível série entre esses times nos playoffs, eu já tô comprando pipoca.

    Tatum voltou bem, mas não foi suficiente

    O contexto do jogo deixava tudo ainda mais interessante. Era o retorno do Jayson Tatum ao MSG depois daquela lesão feia no tendão de Aquiles que ele sofreu aqui mesmo na temporada passada. O cara chegou motivado e fez um triple-double quase perfeito: 24 pontos, 14 rebotes e 8 assistências. Problema é que do outro lado tinha o Jalen Brunson fazendo a vida dos Celtics um inferno.

    Brunson terminou com 25 pontos e 10 assistências — e pasmem, com apenas 1 turnover! Que controle absurdo. É impressionante como esse baixinho consegue comandar o ataque dos Knicks sem dar bobeira. Na minha visão, ele tá entre os 5 armadores mais inteligentes da liga hoje.

    Hart decidiu quando importava

    Mas voltando ao Hart… meu Deus, que frieza! Os Knicks estavam numa briga de cachorro no final e o cara simplesmente decidiu que ia resolver. Terminou a noite com 26 pontos convertendo 10 de 15 arremessos. E não foi só o volume de pontos — foi QUANDO ele fez esses pontos.

    Os Celtics até tentaram reagir. O Payton Pritchard (que eu chamo carinhosamente de “Milk Dud Humano”) fez 23 pontos saindo do banco e incomodou bastante. O Baylor Scheierman também colaborou com 20, mas não teve jeito. Quando o Hart entrou naquele ritmo no perímetro, acabou o jogo.

    Karl-Anthony Towns fez sua parte usual com 16 pontos e 12 rebotes, e o Mitchell Robinson trouxe aquela energia defensiva que faz falta quando o jogo esquenta. Mas sejamos honestos: a vitória teve nome e sobrenome — Josh Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa pegada se realmente enfrentarem Boston nos playoffs? Porque se for pra rolar série entre esses dois times, eu já cancelo todos os compromissos.

  • Por que os Knicks podem surpreender nos playoffs (e não é pelo que você imagina)

    Por que os Knicks podem surpreender nos playoffs (e não é pelo que você imagina)

    Olha, vou ser honesto com vocês: quando eu penso nos Knicks como candidatos ao título, minha primeira reação é dar uma risadinha. Brunson é baixinho pra defender, o ataque às vezes trava do nada, o arremesso de 3 some nos piores momentos… Parece mais um time montado no FIFA do que um verdadeiro contender.

    Mas aí eu vi uma estatística que me fez parar pra pensar. E talvez devesse fazer vocês pensarem também.

    O quarto período é território dos Knicks

    Cara, esses caras são simplesmente monstros no último quarto. Não tô exagerando: eles são o primeiro colocado da liga em rating defensivo no quarto período — e por uma margem significativa. Primeiro em net rating também, com 11.6 pontos de diferença. Isso é absurdo.

    Sétimos em ataque no quarto período, primeiros em rebotes totais no período final. Desde aquela vergonha em casa contra os Mavericks em janeiro (vocês lembram daquele vexame?), eles são quartos em net rating nos “clutch minutes” — aqueles momentos decisivos que definem jogos.

    E sabe o que mais me impressiona? Eles têm a menor porcentagem de turnovers nesses momentos. Pode ser por causa do sistema meio travado que eles usam no final dos jogos, mas funciona.

    Já provaram que sabem sofrer

    Lembram do Natal contra os Cavaliers? Daquelas viradas épicas contra os Celtics na temporada passada? Da série contra os Pistons nos playoffs?

    Esse time já passou por cada tipo de pressão que vocês podem imaginar. Eles sabem jogar feio quando precisa, sabem ganhar no suor. E isso, sinceramente, vale mais que muito rating ofensivo bonito por aí.

    Claro, seria muito melhor se eles não precisassem correr atrás do prejuízo todo jogo. Seria ótimo se começassem bem as partidas ao invés de cavarem um buraco pra depois tentar sair. Mas nos playoffs? Quando cada posse vale ouro?

    A verdade que ninguém quer admitir

    Olha, eu sei que tem time com mais talento. Sei que tem elenco mais completo, mais profundo, com menos fraquezas óbvias. Mas basketball de playoff é diferente, galera.

    É sobre quem aguenta a pressão. Quem não desaba quando o jogo aperta. Quem sabe fazer a jogada certa quando todo mundo tá nervoso. E nesse quesito, os Knicks já provaram do que são capazes.

    E aí, vocês acham que eles conseguem usar essa força mental pra fazer barulho nos playoffs? Ou vão continuar sendo aquele time que promete mas não entrega quando importa?

  • Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Que jogaço foi esse no MSG! Josh Hart simplesmente resolveu virar o monstro no último quarto e carregou os Knicks nas costas pra uma vitória de 112 a 106 sobre os Celtics. Cara, 15 pontos só no quarto período final — quando a coisa apertou, o cara apareceu.

    Olha, eu já falei aqui no Sexto Homem que o Hart é subestimado demais. O cara fez 26 pontos no total (10/15 nos arremessos, sendo 5/7 do perímetro) e ainda defendeu pra caramba. Quando você tem um jogador que aparece nos momentos decisivos assim, é porque o time tem mentalidade vencedora mesmo.

    Brunson e Towns fazendo a parte deles

    Jalen Brunson não deixou por menos: 25 pontos e 10 assistências. Double-double caprichado do armador que tá tendo uma temporada absurda. E o Karl-Anthony Towns? 16 pontos e 12 rebotes. Nada espetacular nos números, mas fez o trabalho sujo quando precisava.

    O que mais me impressionou foi a dupla Brunson-Towns funcionando bem nos pick-and-rolls. Eles tão entendendo o jogo um do outro cada vez mais, e isso vai ser fundamental nos playoffs.

    Tatum voltou, mas não foi suficiente

    Jayson Tatum jogou pela primeira vez no Madison Square Garden desde que rompeu o Aquiles nos playoffs do ano passado. Que volta difícil, né? O cara fez 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências — números bons —, mas com apenas 7/22 nos arremessos. Dá pra ver que ainda tá voltando ao ritmo.

    Sem o Jaylen Brown em quadra, quem salvou os Celtics foi o Payton Pritchard saindo do banco com 23 pontos em 35 minutos. E o Baylor Scheierman? Meu Deus, 20 pontos com 6/7 do perímetro! O cara quase roubou o jogo sozinho no quarto período.

    Sinceramente, achei que os Celtics iam levar essa. Eles chegaram a abrir 7 pontos no último quarto, mas aí o Hart decidiu que não ia deixar barato. Duas bolas de três no último minuto pra fechar o caixão — isso é de clutch player raiz.

    Com essa vitória, os Knicks (52-28) chegaram no total de vitórias da temporada passada com ainda dois jogos pela frente. E olha que briga gostosa pela segunda posição do Leste! Vocês acham que eles conseguem passar os Celtics na classificação geral?

    O clima no MSG tava de playoff mesmo. Esse tipo de jogo que te prepara pro que vem pela frente. Hart foi o MVP da noite, sem dúvida — defendeu bem o Tatum e apareceu quando mais precisava. É esse tipo de jogador que faz a diferença nas séries eliminatórias.

  • Knicks escapam por pouco: arremesso milagroso do McCollum é anulado

    Knicks escapam por pouco: arremesso milagroso do McCollum é anulado

    Gente, que final de jogo foi esse entre Knicks e Hawks! Quase tive um infarto aqui assistindo — o CJ McCollum acertou uma bomba da linha do meio da quadra no último segundo, mas os árbitros anularam depois da revisão. Os Knicks venceram por 108 a 105, mas foi no sufoco mesmo.

    A situação foi a seguinte: Jalen Brunson faz duas cestas livres faltando 1.2 segundo, deixa os Knicks na frente por três. McCollum pega a reposição quase na linha do lance livre, dribla duas vezes e mete uma bomba absurda que ainda bateu na tabela antes de entrar. Arena explodiu. Só que na revisão deu pra ver que a bola ainda tava na mão dele quando o cronômetro zerou.

    Brunson destruindo tudo

    O cara do momento foi o Brunson mesmo — 30 pontos e 13 assistências. No último quarto ele meteu 17 pontos sozinho e levou a torcida ao delírio. Teve até gritos de “MVP” no State Farm Arena, imagina só. Karl-Anthony Towns também contribuiu bem com 21 pontos e 12 rebotes.

    Sinceramente, acho que o Brunson tá voando nessa temporada. O jeito que ele assumiu o protagonismo dos Knicks é impressionante.

    Hawks perderam sequência histórica

    Essa derrota doeu nos Hawks por um motivo específico — eles estavam com 13 vitórias consecutivas em casa desde o início de fevereiro. Primeira derrota em casa no ano, cara! O Nickeil Alexander-Walker foi quem mais tentou salvar, com 36 pontos (20 só no primeiro tempo).

    O Jalen Johnson também fez sua parte com mais um double-double — 21 pontos e 11 rebotes. Foi o 48º da temporada dele, que número monstro. Dyson Daniels também pegou double-double com 11 pontos e 12 rebotes.

    Os Knicks chegaram aos 51 triunfos na temporada com essa vitória suada. E vocês acham que eles conseguem chegar onde nessa temporada? Porque do jeito que o Brunson tá jogando, qualquer coisa é possível.

  • Knicks em apuros: um mês sem vencer time forte antes dos playoffs

    Knicks em apuros: um mês sem vencer time forte antes dos playoffs

    Cara, vou ser bem direto: os Knicks estão com um problema sério e só agora que tá todo mundo percebendo. Eles não conseguem vencer um time acima de .500 há exatas quatro semanas. O último foi contra o Denver lá em 6 de março — desde então? Zero vitórias em cinco jogos contra times de playoff.

    Olha, eu entendo que todo time tem suas oscilações durante a temporada, mas essa sequência tá meio preocupante. Lakers, Clippers, Hornets, Thunder e Rockets — todos com campanha positiva, todos passaram o rodo nos caras de Nova York. E o pior: todos esses jogos foram fora de casa.

    A reta final decisiva chegou

    Agora vem o teste de fogo de verdade. Quatro jogos para fechar a temporada regular, todos contra times acima de .500: Hawks fora, depois Celtics, Raptors e Hornets em casa. É literalmente a última chance de mostrar que conseguem competir contra os grandes antes dos playoffs começarem.

    Josh Hart tentou passar uma vibe positiva depois do treino: “Para nós, é questão de manter o foco. É uma boa sequência para terminar a temporada e chegar afiado nos playoffs.” Mas sinceramente? Eu tô vendo mais como desespero disfarçado de otimismo.

    A situação fica ainda mais estranha quando você olha o contexto completo. Entre essas cinco derrotas contra times fortes, os Knicks emplacaram sequências de sete e duas vitórias seguidas. Contra quem? Times horríveis que tão claramente fazendo tanking. É como se fossem dois times diferentes dependendo do adversário.

    O problema vai além dos resultados

    E não é só perder que me incomoda — é COMO eles perdem. O ataque vira uma bagunça total, fica tudo concentrado no Jalen Brunson (que é monstro, mas não pode carregar o piano sozinho). Começam mal os jogos, a defesa de transição vira um queijo suíço…

    Mike Brown foi honesto na coletiva: “Temos que dar crédito para Charlotte, Oklahoma City e Houston, eles jogaram bem. Nós não jogamos bem nessas três partidas e merecemos perder.” Pelo menos alguém tá sendo realista na franquia.

    O técnico ainda mencionou uma questão interessante: eles não querem mostrar todas as jogadas para potenciais adversários de playoffs. Faz sentido estrategicamente, mas será que não é desculpa para performances ruins?

    Flashbacks do ano passado

    Landry Shamet tocou num ponto que eu acho crucial: “É um período desafiador que pouca gente fala. Você tá se preparando pros playoffs, mas tem que estar ligado a cada jogo.” Exato! Não dá pra simplesmente ignorar essas derrotas e torcer que nos playoffs seja diferente.

    Ano passado os Knicks também apanharam dos times fortes na temporada regular, principalmente dos Celtics. Nos playoffs foi outra história, é verdade. Mas contar com essa virada automática é perigoso demais, não acham?

    Essa última semana vai mostrar se os Knicks realmente têm condições de incomodar nos playoffs ou se vão ser só mais um time que fez barulho na temporada regular. Eu tô na torcida, mas confesso que tô com um pé atrás depois dessa sequência ruim.

  • Knicks com problemas sérios antes dos playoffs – Towns ainda perdido?

    Knicks com problemas sérios antes dos playoffs – Towns ainda perdido?

    Cara, o que está acontecendo com os Knicks? Oito meses depois da contratação do Mike Brown, Karl-Anthony Towns ainda tá tentando entender onde ele se encaixa no sistema. “Ainda estou tentando descobrir onde posso impactar mais o time e as vitórias”, disse o pivô antes da derrota para o Thunder. Oito meses, pessoal. OITO.

    E olha, isso é só a ponta do iceberg de uma temporada que tá virando uma bagunça completa para Nova York.

    A derrota que escancarou os problemas

    A goleada de 111-94 que os Knicks tomaram do Houston na terça foi simplesmente constrangedora. Jalen Brunson fez apenas 12 pontos em 14 arremessos – o cara que deveria ser o cérebro do time sumiu completamente. Towns até marcou 22, mas precisou de 17 tentativas e a maioria veio no último quarto quando o jogo já tava perdido.

    O pior? Nova York converteu apenas 29% das bolas de três. Para um time que se vende como candidato ao título, isso é inadmissível. Mesmo pegando 12 rebotes ofensivos e conseguindo 23 pontos de segunda chance, o ataque produziu míseros 80,7 pontos por 100 posses no meio de quadra. Décimo percentil da temporada, gente!

    O padrão preocupante contra times fortes

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Os Knicks estão com três derrotas seguidas para times de playoff – perderam para Lakers, Clippers e agora Rockets. No mês de março, levaram duas do Thunder também. Coincidência? Eu acho que não.

    É como se o time tivesse duas caras: uma que atropela times medianos (lembram da sequência de sete vitórias em março?) e outra que simplesmente desmorona quando enfrenta concorrência de verdade. E isso tá acontecendo bem na reta final da temporada regular, quando deveriam estar afiando o jogo para os playoffs.

    Na minha visão, o problema principal tá na dupla Brunson-Towns. No papel, faz todo sentido: um armador ultra eficiente e um pivô que abre o garrafão com o arremesso de longa distância. Mas na prática? Houston conseguiu explorar os dois a noite toda em situações de pick-and-roll, tirando o pior que cada um tem defensivamente.

    Os números não mentem

    Olha, eu entendo o otimismo da torcida. Os Knicks têm tudo para dar certo: Brunson como hub ofensivo, uma defesa comprida com Anunoby, Bridges e Hart, Mitchell Robinson dominando o rebote e nove caras do grupo principal acertando mais de 36% das bolas de três.

    Defensivamente contra times top 10 ofensivos, eles são sexto colocados em pontos permitidos por 100 posses. Contra defesas top 10, ficam em quinto em pontos marcados. Números de contender mesmo.

    Mas aí vem o porém gigantesco: a defesa do perímetro é uma peneira. 27º lugar em tentativas de três permitidas e 21º em conversão. Houston, que normalmente arremessa poucos tiros de longa distância, acertou 15 de 35 contra eles (43%). Quinze bolas de três, cara!

    E aí, vocês acham que dá tempo dos Knicks consertarem essa bagunça antes dos playoffs? Porque com 48 vitórias e 28 derrotas, eles estão apenas meio jogo à frente do Cleveland pela terceira posição no Leste. Se continuarem nesse ritmo contra times bons, podem até cair mais posições e pegar um adversário mais complicado logo na primeira rodada.

    Sinceramente, eu esperava mais desse grupo. No papel tinham tudo, mas basketball não é jogado no papel…

  • Brunson e Tatum disputam prêmio de melhor companheiro da NBA

    Brunson e Tatum disputam prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que legal: a NBA divulgou os 12 finalistas pro prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro do Ano da temporada 2024-25. E cara, que lista interessante saiu dessa vez!

    Pra quem não conhece, esse é aquele prêmio que reconhece o jogador que mais exemplifica o jogo coletivo, liderança dentro e fora de quadra, mentoria com os mais novos e dedicação total ao time. Basicamente, o cara que todo mundo quer ter no vestiário.

    Os favoritos do Leste

    Do Leste, temos nomes pesados como Jalen Brunson do Knicks – e sinceramente, esse cara merece demais. Desde que chegou em Nova York tem sido um líder nato, sempre colocando o time na frente dos holofotes pessoais. Jayson Tatum do Celtics também tá na lista, o que meio que me surpreende considerando algumas polêmicas da temporada, mas o cara realmente cresceu como líder.

    Outros nomes interessantes incluem Jrue Holiday no Portland (esse aí é unanimidade onde passa), Marcus Smart agora no Lakers (levou a cultura Celtics pra LA), e veteranos como Pat Connaughton no Charlotte e Garrett Temple no Toronto.

    Oeste com surpresas

    Do Oeste, a lista tá mais enxuta mas com algumas surpresas. De’Aaron Fox agora no Spurs é uma escolha óbvia – o cara sempre foi um líder vocal. Jeff Green no Houston continua sendo aquele veterano que todo jovem time precisa.

    Mas o que mais me chamou atenção foi DeAndre Jordan no Pelicans. Cara, esse homem tem 36 anos e ainda tá por aí sendo mentor dos mais novos. Respeito total. E Jaylin Williams no Thunder representa bem essa nova geração de jogadores que já pensa coletivo desde cedo.

    Vale lembrar que Stephen Curry ganhou esse prêmio na temporada passada – e olha, faz todo sentido. O cara é o exemplo perfeito de superstar que nunca perdeu a humildade.

    E aí, quem vocês acham que leva dessa vez? Na minha opinião, Brunson tem tudo pra levar, mas Jrue Holiday sempre é candidato forte nesses prêmios de caráter.

  • Thunder vs Knicks hoje: SGA contra Brunson no jogaço da rodada

    Thunder vs Knicks hoje: SGA contra Brunson no jogaço da rodada

    Cara, que domingo absurdo nos espera! O Thunder líder da conferência Oeste recebe os Knicks em casa, e sinceramente? Esse pode ser o jogo mais equilibrado que vamos ver nas próximas semanas.

    Oklahoma City tá simplesmente voando — 58 vitórias e apenas 16 derrotas. É um número que impressiona até quem acompanha NBA há anos. Shai Gilgeous-Alexander não tá brincando em serviço: 31.4 pontos por jogo e candidato forte ao MVP. Do lado dele, Chet Holmgren continua mostrando por que foi a segunda escolha do draft, dominando o garrafão dos dois lados da quadra.

    Knicks chegam machucados no orgulho

    New York vem de uma derrota chata contra Charlotte que quebrou uma sequência de sete vitórias. Olha, eu não esperava essa escorregada dos caras, mas acontece. O problema é que agora eles enfrentam o pior adversário possível para se recuperar.

    Jalen Brunson (26.2 pontos por jogo) vai ter que fazer mágica contra a defesa do Thunder. E Karl-Anthony Towns? O cara tá tendo uma temporada monstro desde que chegou — 20.1 pontos e quase 12 rebotes por partida. A integração dele com Brunson realmente desbloqueou o ataque dos Knicks de uma forma que muita gente não esperava.

    O duelo que todos querem ver

    SGA contra a defesa dos Knicks vai ser absurdo de assistir. OG Anunoby e Mikal Bridges vão ter que suar a camisa para tentar parar o canadense, que tá simplesmente imparável nesta temporada.

    A chave do jogo? Oklahoma City força muito erro de ataque e transforma isso em pontos fáceis. É a marca registrada deles. Os Knicks precisam cuidar da bola e dominar o rebote ofensivo — é onde Towns e Mitchell Robinson podem fazer a diferença.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem surpreender em Oklahoma City? Eu tô com um pé atrás, mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que jogo físico sempre incomoda time jovem. Pode dar zebra.

    Previsão: Thunder ganha, mas os Knicks cobrem o spread. Brunson vai fazer das suas no final, mas SGA e companhia levam em casa: Thunder 117 x 110 Knicks.

    O jogo rola às 21h30 (horário de Brasília) e vai passar na TV americana. Quem tem acesso aos streamings internacionais não pode perder esse confronto!

  • Knicks levam surra dos Hornets e sequência invicta vai pro espaço

    Knicks levam surra dos Hornets e sequência invicta vai pro espaço

    Cara, eu não esperava isso. Depois de sete vitórias seguidas, os Knicks foram pra Charlotte e tomaram uma surra daquelas dos Hornets: 114-103. E não foi só o placar — foi o jeito que perderam que dói.

    A defesa que vinha sendo a número 1 da NBA desde janeiro simplesmente desapareceu. Os Hornets correram mais, jogaram mais físico e deixaram os nova-iorquinos comendo poeira no Madison… quer dizer, no Spectrum Center.

    Kon Knueppel está virando problema sério

    Esse moleque Kon Knueppel meteu 25 pontos e acertou 6 de 10 bolas de três. Sinceramente? Tô começando a achar que ele pode roubar o Rookie of the Year do Cooper Flagg mesmo. O garoto tá jogando demais.

    E não foi só ele não. Quatro caras dos Hornets fizeram pelo menos 17 pontos cada. O time de Charlotte acertou 53% dos arremessos gerais e 39% das bolas de três. Absurdo.

    Mas sabe o que mais me incomodou? Os Knicks perderam no rebote por 43 a 24. Quarenta e três a vinte e quatro! Como que um time que quer brigar pelo título leva essa lavada no garrafão?

    Brunson sozinho não resolve

    Jalen Brunson até tentou — fez 26 pontos e 13 assistências —, mas depois do primeiro quarto espetacular, ele meio que sumiu. E o Karl-Anthony Towns? Meu deus, só 22 minutos em quadra, 8 arremessos e 13 pontos. Pelo segundo jogo consecutivo, ficou de fora do quinteto decisivo.

    Josh Hart resumiu bem: “Eles jogaram como se tivessem saído de um canhão”. E é isso mesmo. Os Hornets entraram pilhados desde o primeiro minuto e não deram sossego.

    O mais frustrante é que os Knicks vinham de uma sequência destruindo times mais fracos — a maioria com campanha negativa. Aí na primeira pedreira de verdade, tomaram um banho de bola.

    Hornets viraram candidatos reais aos playoffs

    E olha só a situação: foi a primeira vez desde 2001 que Knicks e Hornets se enfrentaram tão tarde na temporada com ambos acima de 50% de aproveitamento. Charlotte está com 39-34, empatado com o Miami na oitava colocação do Leste.

    Com LaMelo Ball voltando a jogar no nível que a gente conhece e esse Knueppel meteendo bala, os Hornets viraram candidatos sérios a uma vaga nos playoffs. Cinco vitórias consecutivas não é brincadeira.

    Agora os Knicks (48-26) vão enfrentar Oklahoma City e Houston nessa sequência fora de casa. Se jogarem como jogaram ontem, vai ser complicado. E vocês, acham que essa derrota foi só um tropeço ou revelou problemas mais sérios no time de Nova York?