Tag: Jalen Brunson

  • NBA investiga confusão de Brunson com torcedor no Jogo 1 das Finais

    NBA investiga confusão de Brunson com torcedor no Jogo 1 das Finais

    Cara, mal começaram as Finais da NBA e já temos polêmica. A liga abriu uma investigação oficial sobre um bate-boca entre Jalen Brunson e torcedores na arquibancada durante os minutos finais da vitória dos Knicks sobre os Spurs por 105-95 no Jogo 1.

    O negócio rolou faltando 29 segundos pro fim, enquanto o OG Anunoby tava na linha do lance livre. Brunson ficou visivelmente irritado com alguma coisa que os fãs falaram e até conversou duas vezes com o árbitro principal Scott Foster — durante e depois do jogo. No pós-jogo? Boca fechada. Não quis falar nada sobre o assunto com a imprensa.

    Performance não foi afetada

    E olha, seja lá o que aconteceu, não atrapalhou o cara em quadra. Brunson meteu 30 pontos, sendo 13 só no último quarto SEM cometer uma única perda de bola. Os Knicks tavam perdendo por 14 no terceiro quarto e viraram o jogo. Monstro demais.

    Aliás, essa sequência dos Knicks tá absurda: 12 vitórias consecutivas nos playoffs, sendo 11 por diferenças de dois dígitos. O saldo de pontos? +272 nessa sequência. É o melhor da história da NBA em 80 anos, considerando temporada regular e playoffs. Sim, você leu certo — OITENTA ANOS.

    Mais problemas com torcedores

    E não foi só isso. A NBA também deu ban perpétuo pra um torcedor que invadiu a quadra tentando tirar selfie com o Wembanyama durante o jogo. Um segundo cara também levou banimento permanente por envolvimento na confusão.

    Sinceramente, esse comportamento dos fãs tá fugindo do controle ultimamente. A liga até mandou um memorando pros 30 times no início da temporada pedindo mais rigor na aplicação do Código de Conduta dos Torcedores.

    “É fundamental que os times e arenas façam valer rigorosamente o Código de Conduta e não tolerem qualquer comportamento inadequado que impacte nossos jogadores, fãs ou interrompa o jogo”, disse a liga.

    E aí, o que vocês acham? Os torcedores tão passando dos limites ou isso é só reflexo da paixão pelo esporte? Uma coisa é certa: se continuar assim, vai ter muito mais investigação e banimento rolando nas próximas partidas das Finais.

  • Os Knicks acabaram de provar mais numa vitória que nas 11 anteriores

    Os Knicks acabaram de provar mais numa vitória que nas 11 anteriores

    Cara, eu tô começando a acreditar de verdade nesse time dos Knicks. E olha que não é fácil falar isso depois de décadas vendo essa franquia nos decepcionar.

    Mas essa vitória por 105-95 sobre os Spurs no Jogo 1 das Finais foi diferente. Foi a prova que muita gente estava esperando — incluindo eu, se for ser honesto. Porque uma coisa é dominar no Leste, outra coisa é chegar nas Finais e mostrar que o bagulho é real contra o Victor Wembanyama.

    12 vitórias seguidas e o recorde que ninguém esperava

    Os números são simplesmente absurdos. Doze vitórias consecutivas nos playoffs, somando agora 272 pontos de saldo positivo — recorde da NBA. Pra vocês terem uma ideia, o anterior era dos Warriors de 2017 com +242.

    E não é só isso não. São sete vitórias seguidas jogando fora de casa por double-digit. Sete! Eu lembro quando era um milagre os Knicks ganharem um jogo fora de casa, imagina sete seguidos com essa diferença.

    Mas sabe o que me impressiona mais? A forma como eles viraram o jogo ontem. Estavam perdendo por 14 no terceiro quarto e simplesmente resolveram mostrar por que chegaram até aqui. Não foi o Jalen Brunson sozinho carregando o piano — foi o coletivo funcionando.

    O teste definitivo contra Wembanyama

    Vamos combinar uma coisa: todo mundo estava curioso pra ver como os Knicks iam se virar contra o alienígena francês. O cara tem 2,24m, bloqueia tudo que vê pela frente e ainda acerta de 3. Como você para isso?

    Bom, a defesa dos Knicks mostrou como. Fizeram o Wemby parecer… humano. E isso que a defesa deles já vinha sendo monstruosa nos playoffs — apenas 102,9 pontos por 100 posses. Absurdo.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão “fácil” assim. Claro que não foi fácil, mas eles controlaram bem o garoto prodígio. E olha que os Knicks nem jogaram seu melhor basquete ontem.

    Agora o papo é outro

    Admite aí: essa vitória muda tudo na sua cabeça sobre esse time dos Knicks, não muda? Porque uma coisa era aquelas 11 vitórias seguidas no Leste (que já eram históricas, mas enfim…), outra coisa é chegar nas Finais e mostrar que pode brigar de igual pra igual com qualquer um.

    Até o Draymond Green estava zoando, falando que “era óbvio” que os Knicks sairiam do Leste. Engraçado que antes dos playoffs eles eram +2200 pra ganhar a conferência. Nenhum campeão dos últimos 40 anos começou os playoffs com odds piores que essas.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar essa série? Porque estatisticamente, times que ganham o Jogo 1 fora de casa só vencem as Finais em 42% das vezes. Mas cara… esse time tá diferente. Tem algo especial rolando no Madison Square Garden.

    Três vitórias pra fazer história. Primeira vez desde 1973. Será que é dessa vez? Eu tô começando a acreditar que sim.

  • Brunson meteu 30 pontos e deixou Wemby sem resposta no Jogo 1

    Brunson meteu 30 pontos e deixou Wemby sem resposta no Jogo 1

    Cara, que jogaço foi esse Jogo 1 das Finais da NBA! Os Knicks foram lá em San Antonio e roubaram o fator casa dos Spurs com uma exibição simplesmente monstruosa do Jalen Brunson. O cara fez 30 pontos e praticamente carregou o time nas costas no último quarto.

    Olha, eu sabia que o Brunson era bom, mas o que ele fez no quarto período foi de outro mundo. Treze pontos em 5 de 9 arremessos, liderando uma corrida de 11-0 que definiu o jogo. E o mais impressionante? Fez isso na casa do adversário, com aquela torcida dos Spurs gritando no ouvido dele.

    Wemby ficou sem resposta

    O que mais me chamou atenção foi a reação do Victor Wembanyama depois do jogo. O cara que é o Defensor do Ano da liga simplesmente admitiu que não tem uma resposta fácil pro Brunson. “Ele é um jogador elite e não temos muitas chances pela frente”, disse o francês.

    Sinceramente? Isso mostra a maturidade do Wemby, mas também o quão difícil é parar o armador dos Knicks quando ele tá no modo destruição. O técnico Mitch Johnson até tentou amenizar falando sobre fazer o Brunson trabalhar pelos pontos, mas convenhamos — 30 pontos em 31 arremessos não é lá muito ineficiente não.

    Spurs cansados ou só mal executaram?

    Uma coisa que todo mundo tava falando antes da série era se os Spurs iam estar cansados depois daquela guerra de sete jogos contra o Thunder. Os Knicks, por outro lado, tiveram mais de uma semana de descanso depois de varrer os Cavaliers.

    No quarto período deu pra ver que algo tava estranho. Os Spurs tiveram cinco turnovers enquanto os Knicks não perderam a bola uma vez sequer. O Wemby até parecia meio ofegante em alguns momentos — e olha que o cara tem 21 anos!

    Mas o Johnson insistiu que não foi cansaço, que foi mais questão de execução mesmo. Dylan Harper, que saiu do banco e fez 16 pontos, foi mais realista: “Sinto que os dois times estavam cansados, eles só executaram melhor”.

    E vocês, acham que o cansaço vai pesar mesmo nos Spurs? Porque se o Brunson continuar jogando assim, essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina. O Jogo 2 é na sexta-feira e vai ser crucial pro time de San Antonio mostrar que não vai entregar os pontos de bandeja.

    Uma coisa eu tenho certeza: esses moleques dos Spurs têm personalidade. O Wemby já falou que não tá nem um pouco preocupado e que eles já estiveram atrás em séries antes. Vamos ver se conseguem ajustar a marcação no Brunson e equilibrar essa disputa.

  • Festa na rua! Knicks fazem a festa em NY após Game 1 das Finais

    Festa na rua! Knicks fazem a festa em NY após Game 1 das Finais

    Gente, eu não sei se vocês viram as imagens, mas Nova York virou uma festa de rua ontem à noite. E olha que os Knicks nem jogaram em casa!

    Os caras venceram o Game 1 das Finais da NBA contra o Spurs por 105-95, jogando em San Antonio mesmo, e a torcida simplesmente tomou conta das ruas ao redor do Madison Square Garden. Foi surreal.

    Brunson comandou a virada histórica

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstro no segundo tempo. Marcou 19 dos seus 30 pontos na segunda etapa e ajudou os Knicks a fazerem um 11 a 0 nos últimos 2 minutos e 15 segundos. Cara, que fechamento foi esse?

    E olha só o dado que me arrepia: os Knicks agora têm 12 vitórias consecutivas nos playoffs. Recorde da franquia! Eu sinceramente não esperava que esse time chegasse tão longe, mas aqui estamos — a três vitórias do primeiro título em 53 anos.

    A festa tomou conta de Manhattan

    As imagens que rolaram nas redes foram absurdas. A 7ª Avenida virou uma festa gigante, com milhares de torcedores gritando, cantando e celebrando como se fosse carnaval. E isso que o jogo foi fora de casa!

    Teve gente assistindo do lado de fora do Garden mesmo, numa telona. A energia estava tão alta que dava pra sentir através da tela. Imagina estar lá no meio daquela loucura?

    Na minha opinião, isso mostra o quanto essa torcida estava sedenta por um momento assim. 53 anos esperando, cara. Cinquenta e três! Minha avó nem era nascida quando os Knicks foram campeões pela última vez.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo e quebrar a maldição? Porque se for assim, Nova York vai virar de cabeça pra baixo quando eles voltarem pra casa com o Larry O’Brien. Eu já tô ansioso só de pensar.

  • Mike Brown quebra o silêncio sobre show de Jalen Brunson no Game 1

    Mike Brown quebra o silêncio sobre show de Jalen Brunson no Game 1

    Mano, que jogo foi aquele dos Knicks ontem? Sinceramente, eu já estava meio desconfiado quando vi o time perdendo por 14 pontos no segundo tempo, mas aí o Jalen Brunson resolveu lembrar que é MVP da vida.

    30 pontos do cara. Trinta! E o mais absurdo? 14 vieram no último quarto, quando a coisa estava feia mesmo. Os Knicks viraram aquela bomba e bateram o Spurs por 105-95 no próprio Frost Bank Center. Isso é personalidade, galera.

    “Ele é um guerreiro”, diz Mike Brown

    Depois do jogo, o técnico Mike Brown — que, pasmem, já foi assistente técnico do próprio Spurs — não poupou elogios ao seu armador estrela:

    “Ele é um guerreiro, cara. Nos momentos mais importantes, ele aparece. É isso que MVPs fazem. Colocamos a bola nas mãos dele e dissemos que íamos viver ou morrer com ele, e ele fez acontecer pra gente.”

    Olha, eu entendo o Brown. O Brunson tem essa pegada clutch que todo mundo gostaria de ter no seu time. É aquele cara que não some quando a pressão aperta — pelo contrário, parece que joga ainda melhor.

    Time coletivo fez a diferença

    Mas não foi só o Brunson não, viu? Karl-Anthony Towns mandou um double-double bem sólido com 18 pontos e 12 rebotes (finalmente o cara tá mostrando por que veio pra Nova York), e o OG Anunoby contribuiu com 17 pontos.

    E tem um dado que tá deixando todo mundo de queixo caído: com essa vitória, os Knicks chegaram a 12 vitórias consecutivas nos playoffs. Doze! Eles viraram apenas o sétimo time na história da NBA a conseguir uma sequência dessas. É ou não é absurdo?

    Agora falta só mais três vitórias para o que seria o primeiro título dos Knicks desde 1973. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo? Porque convenhamos, o Spurs não vai facilitar as coisas no Game 2, que rola na sexta-feira ainda em San Antonio.

    Depois disso, a série volta pra Nova York, onde a torcida vai estar ensandecida. Promete ser um espetáculo!

  • Mike Brown quase mandou novato para as Finals por causa do Brunson

    Mike Brown quase mandou novato para as Finals por causa do Brunson

    Cara, vocês viram a loucura que quase rolou no Jogo 1 das Finals? O Mike Brown dos Knicks quase fez uma dessas que a gente só vê em filme — mandar um rookie direto pro fogo das Finais da NBA.

    Tudo começou quando o Jalen Brunson levou uma pancada e saiu de quadra temporariamente. O Brown, que pelo jeito fica meio desesperado quando vê alguém se machucando, já estava gritando pro José Alvarado se aquecer. Mas o mais absurdo? Ele tava pronto pra colocar o Tyler Kolek, um novato, nas FINALS contra o Wembanyama e companhia.

    O susto que virou vitória

    “Eu fico muito emocional quando rola lesão, então quando ele se machucou e saiu, falei ‘José, vamos!’ Eu tava pronto pra mandar o Tyler Kolek entrar no jogo, mas o Jalen voltou”, disse o Brown depois da partida.

    Imaginem a cena: Tyler Kolek, rookie, entrando nas Finals da NBA no lugar do principal armador dos Knicks. Seria um desses momentos que ou vira lenda ou vira pesadelo — não tem meio termo.

    Felizmente pro New York, o Brunson voltou e mostrou por que é peça fundamental. O cara fez 30 pontos, sendo 13 só no último período. Os Knicks tavam perdendo por 14 pontos no segundo tempo contra os Spurs em San Antonio, mas viraram com uma corrida de 11-0 no final. Resultado: 105-95 e 1-0 na série.

    Wembanyama vs Knicks — o duelo que todo mundo quer ver

    O Victor Wembanyama tava fazendo a festa no primeiro tempo, aproveitando o apoio da torcida texana. Mas os Knicks mostraram que não vieram pra passear — defenderam bem, acertaram os arremessos na hora certa e conseguiram anular o fator casa adversária.

    Karl-Anthony Towns ajudou com um double-double (18 pontos e 12 rebotes), e o OG Anunoby apareceu nos momentos decisivos. Mas convenhamos: se não fosse a volta do Brunson, talvez estaríamos falando de como um rookie quase decidiu o Jogo 1 das Finals.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Brown faria mesmo essa loucura se o Brunson não voltasse? O Jogo 2 é sexta, em San Antonio, e os Knicks têm a chance de praticamente decidir a série se conseguirem sair de lá com 2-0.

  • Brunson quase quebra recorde histórico e Knicks largam na frente

    Brunson quase quebra recorde histórico e Knicks largam na frente

    Cara, que estreia foi essa do Jalen Brunson nas Finais de 2026! O cara quase quebrou um recorde que tava parado há mais de 50 anos e ainda comandou uma virada épica dos Knicks contra os Spurs no primeiro jogo.

    Olha, não foi fácil não. Brunson levou uma pancada no joelho logo no primeiro quarto depois de bater com o Harrison Barnes, e no segundo período o Luke Kornet ainda foi lá e deu uma esbarrada no mesmo joelho machucado. Eu já tava pensando: “Pronto, lascou tudo”.

    O show começou no último quarto

    Mas aí que mora a diferença entre jogador comum e craque de verdade. No quarto período, Brunson simplesmente entrou no modo destruição total. 13 pontos só nos 12 minutos finais, acertando arremessos que nem eu no videogame consigo fazer direito.

    No final das contas, terminou com 30 pontos – e vejam só que absurdo: foi a maior pontuação de um jogador dos Knicks em estreia de Finais desde Willis Reed, que fez 37 em 1970. Cara, 1970! Isso é história pura.

    E a dificuldade dos arremessos que ele acertou? Simplesmente ridícula. Aquela tripla que devolveu a liderança pros Knicks (97-95) quando os Spurs tinham virado o jogo foi de outro planeta. Mas o lance que me deixou de queixo caído mesmo foi o fadeaway contestadíssimo a 38 segundos do fim. O cara literalmente matou o jogo com um arremesso que só existe na imaginação.

    OG Anunoby também foi monstro

    Só que não foi só o Brunson não, viu? O OG Anunoby merece todos os elogios do mundo pelo que fez no começo do último quarto. Oito pontos seguidos pra dar a vantagem pros Knicks e depois ainda acertou quatro lances livres consecutivos pra selar a vitória. Que frieza!

    Agora os Knicks chegaram em 12 vitórias consecutivas – vocês conseguem acreditar nisso? Doze seguidas nos playoffs é coisa de time que tá realmente voando alto. Mas óbvio que a série tá longe de acabar, né?

    Sinceramente, eu não esperava que os Knicks fossem conseguir essa vitória fora de casa logo de cara. Os Spurs em San Antonio são sempre complicados, mas o time de Nova York mostrou que tá pronto pra brigar pelo título mesmo.

  • Spurs e Knicks fazem Final histórica com Wemby e Brunson

    Spurs e Knicks fazem Final histórica com Wemby e Brunson

    Gente, chegamos lá! Depois de toda essa loucura de temporada regular, playoffs e aquela NBA Cup maluca, temos nossa Final: San Antonio Spurs contra New York Knicks. E olha, eu não esperava essa dupla, mas que jogaço vai ser!

    Nova York voltou ao topo depois de 25 anos

    Os Knicks não chegavam numa Final desde 1999 — imagina a ansiedade dessa torcida! Foram ANOS construindo esse elenco ao redor do Jalen Brunson, que virou uma máquina absurda depois que saiu de Dallas. O cara simplesmente carrega esse time nas costas.

    A diretoria do Leon Rose fez um trabalho de formiguinha desde 2020. Trouxe o Brunson em 2022, foi montando as peças ao redor dele, chegou na Final do Leste no ano passado e agora… bom, agora é a hora da verdade. Sinceramente, acho que esse é o momento deles.

    Wemby chegou mais rápido que todo mundo imaginava

    Mas vamos falar do elefante na sala: Victor Wembanyama tá na Final da NBA com 22 anos de idade. VINTE E DOIS! O monstro francês não deveria estar aqui ainda — pelo menos era o que todo mundo pensava.

    Os Spurs conhecem bem esse palco (cinco títulos com Tim Duncan não mentem), mas essa geração nova chegou voando. E o mais louco? Em 1999, a primeira Final da franquia foi justamente contra esses mesmos Knicks. O destino é uma coisa curiosa, né?

    O que vocês acham — será que o Wemby aguenta a pressão da primeira Final?

    Jogo 1 vai definir o tom da série

    Quarta-feira, 8h30 da noite, no Frost Bank Center. San Antonio é favorita por 4.5 pontos, e olha… faz sentido. Eles tão jogando em casa, descansados, e o Mitchell Robinson dos Knicks tá machucado (fratura na mão direita).

    A questão do descanso versus ferrugem sempre pega. Nova York teve mais tempo pra descansar, mas às vezes isso atrapalha o ritmo. Lembro que rolou algo parecido contra Cleveland — os Knicks começaram devagar mas acordaram no final com uma virada de 22 pontos no último quarto. Monstruoso.

    Mas agora é diferente. Tão jogando fora, contra um time que não vai entregar uma vantagem de 20 pontos assim fácil. E se o Robinson não conseguir jogar 100%, vai ser complicado marcar o Wembanyama no garrafão.

    Na minha opinião, San Antonio leva o primeiro jogo. A experiência da franquia, a casa cheia, o Wemby motivado… tudo aponta pros Spurs. Mas essa série vai ser longa e boa demais!

  • A fome de NY: o que um título dos Knicks significaria pra cidade

    A fome de NY: o que um título dos Knicks significaria pra cidade

    Cara, vocês têm noção do que tá rolando em Nova York? A cidade inteira tá respirando basquete. Os Knicks estão a quatro vitórias de quebrar um jejum que já dura décadas, e todo mundo — desde o Aaron Judge dos Yankees até a dona de casa no Brooklyn — tá vivendo isso como se fosse questão de vida ou morte.

    E olha, eu entendo perfeitamente. Imaginem o que seria pro torcedor brasileiro se o Flamengo nunca mais tivesse ganhado um Brasileirão desde os anos 70. É mais ou menos isso que os fãs dos Knicks vivem há 53 anos.

    Quando uma cidade inteira para

    O que mais me impressiona nas declarações que estão saindo por aí é como todo mundo se uniu em torno dessa campanha. O Aaron Judge, capitão dos Yankees, falou uma parada que me pegou: “Quando os Knicks vão bem, isso ajuda a gente aqui no Estádio também”. Mano, é isso aí — quando um time grande da cidade vai bem, toda a energia da metrópole muda.

    Mas a história que mais me emocionou foi da Shukura Gardner-Petrus. O pai dela morreu logo antes do Dia das Mães, estava acompanhando essas finais e dizendo “meus meninos vão conseguir”, mas não pôde ver. Agora ela tá vivendo cada jogo como se fosse uma homenagem pra ele. Sinceramente, isso aí não tem preço.

    A pressão de 53 anos

    Rick Pitino, técnico de St. John’s, lembrou dos títulos de 1970 e 1973 — época em que ele era moleque nas ruas de NY. O cara viveu aquela magia e sabe o que significa. E falou uma coisa interessante sobre o Jalen Brunson: “não se preocupem com ele ser do Second Team, ele é o melhor jogador da liga este ano”.

    Eu concordo com o Pitino. O Brunson tá jogando um basquete absurdo, carregando esse time nas costas. E o OG Anunoby na defesa? Monstro total. Essa dupla tá fazendo a diferença quando mais importa.

    Victor Cruz, que ganhou o Super Bowl com os Giants, comparou um possível título dos Knicks com o nascimento do filho dele. Pesado, né? “É uma experiência que eu nunca vou esquecer”, disse. E olha que o cara sabe o que é ganhar título grande em Nova York.

    O poder de unir uma metrópole

    Uma coisa que me chama atenção é como esse time conseguiu juntar gente que normalmente não se fala. O próprio Cruz mencionou isso: “traz fãs de todas as caminhadas da vida”. Em uma cidade dividida como Nova York, isso não é pouca coisa.

    Dan McCabe, diretor de uma escola, falou que pros alunos dele isso é “uma aula sobre resistência”. E realmente é. Quantas vezes esses caras não chegaram perto e frustraram? Quantas temporadas não terminaram em decepção?

    Mas 2026 parece diferente. A energia tá diferente. Até o técnico dos Mets, Carlos Mendoza, tá de olho: “A cidade inteira, os Mets, todo mundo tá com vocês”.

    E aí, vocês acham que finalmente chegou a hora? Quatro vitórias. Só isso. Entre os Knicks e a história. Eu, particularmente, tô torcendo pra que aconteça — essa fome toda merece ser saciada.

  • Finals 2026: Knicks vs Spurs – quem leva o título?

    Finals 2026: Knicks vs Spurs – quem leva o título?

    Gente, chegou a hora. Finals de 2026 e que dupla absurda: Knicks contra Spurs. De um lado, Nova York querendo quebrar um jejum de 53 anos (desde 1973, imaginem!) com Jalen Brunson comandando. Do outro, San Antonio e aquele monstro do Wembanyama tentando começar uma dinastia. Sinceramente? Não sei nem por onde começar a análise.

    A corrida mais impressionante

    Olha, os dois times chegaram aqui de formas diferentes, mas igualmente absurdas. Os Knicks fizeram algo que eu nunca tinha visto: 11 vitórias seguidas nos playoffs – e algumas por mais de 30 pontos de diferença! Cara, eles literalmente fizeram história com o maior point differential de qualquer sequência de 11 jogos na NBA.

    Mas aí vem San Antonio e faz aquilo que todo mundo achava impossível: eliminou o Thunder, atual campeão, ganhando o Jogo 7 fora de casa. Wembanyama com 22 anos fazendo isso? É de outro planeta mesmo.

    Na minha opinião, mesmo com toda a sequência histórica dos Knicks, o que os Spurs fizeram foi mais impressionante. Derrubar o campeão defendendo nunca é fácil – e fazer isso sendo tão jovem mostra que esse time veio pra ficar.

    Quem tem mais pressão?

    Sem dúvida o Wembanyama. O cara tem 22 anos e pode entrar numa lista que só tem Bill Russell e Tim Duncan – caras que ganharam título nessa idade. Se ele conseguir, vai estar na frente do próprio Jordan e do LeBron na cronologia de conquistas.

    Mas se perder? Vai ter uma coisa no currículo que o MJ nunca teve: uma derrota nas Finals. E vocês sabem como é, né? Quando você é cotado pra GOAT desde cedo, cada detalhe conta.

    Brunson também sente a pressão, claro. Nova York está há mais de 50 anos sem título, e ele é o cara que pode quebrar essa maldição. Imaginem a responsabilidade nas costas do menino.

    Eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser. Wemby contra a defesa dos Knicks, Brunson tentando criar contra aquela muralha francesa… Va ser um jogaço, sem dúvida.

    E aí, galera? Quem vocês acham que leva? O veterano Knicks quebrando o jejum ou o prodígio francês começando sua dinastia?