Tag: Jalen Brunson

  • Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse Game 5! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar por que o Madison Square Garden é considerado a Meca do basquete. Vitória de 126 a 97 sobre os Hawks, e agora estão a uma vitória de avançar na série que já estava 3×2 para Nova York.

    Olha, eu sempre soube que essa dupla Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns ia dar problema quando encaixasse. E ontem à noite? Meu amigo, encaixou que foi uma beleza.

    Brunson gelado como sempre

    O baixinho simplesmente decidiu que ia ser noite de massacre. 39 pontos com 8 assistências, acertando 15 de 23 arremessos. Sinceramente, acho que não existe coisa mais bonita no basquete do que ver o Brunson no modo assassino.

    Os Hawks até tentaram colocar o Dyson Daniels para marcar ele, mas quando o cara tá inspirado desse jeito, não tem defesa que segure. E o mais impressionante? Mike Brown manteve o Brunson em quadra no início do quarto período, e ele simplesmente continuou cozinhando. Essa é a diferença dos astros nos playoffs – eles aparecem na hora que mais importa.

    KAT finalmente acordou

    E o Karl-Anthony Towns, hein? 16 pontos, 14 rebotes e 6 assistências. Pode não parecer muito pelos padrões dele, mas foi eficiente: 5 de 7 nos arremessos. O cara finalmente entendeu que não precisa forçar, só precisa jogar dentro do sistema.

    O que mais me impressionou foi a movimentação sem bola dos Knicks. Towns apareceu nas horas certas, fez os passes certos, pegou os rebotes importantes. Quando os Hawks resolveram fazer dupla marcação nele, abriu espaço para todo mundo. É isso que a gente espera de um cara experiente nos playoffs.

    Na minha visão, essa foi a partida mais completa dos Knicks na série toda. Eles acertaram 60% dos arremessos no primeiro e no último período. Sessenta por cento! Isso é coisa de time que tá determinado a não dar chance para o adversário.

    Defesa que fez a diferença

    Mas não foi só no ataque que os Knicks dominaram. A defesa deles foi absurda. Limitaram os Hawks a apenas 4 pontos em contra-ataques – isso é fundamental contra um time rápido como Atlanta.

    Os Hawks são perigosos no ataque, todo mundo sabe disso. Mas os Knicks não deixaram eles estabelecerem o ritmo de jogo deles. Forçaram eles a jogarem no meio de quadra, com marcação física o tempo todo. Mitchell Robinson apareceu na hora certa fazendo a proteção do aro que todo mundo esperava.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que os Knicks conseguem fechar a série em Atlanta? Porque uma coisa é dominar em casa, outra é ir lá na casa do adversário e fazer o trabalho sujo.

    Sinceramente? Depois de uma atuação dessas, eu tô começando a acreditar que esse time dos Knicks pode ir longe nestes playoffs. Brunson tá jogando como um astro de verdade, Towns finalmente entendeu o papel dele, e o time como um todo tá jogando junto.

    E vocês, acham que os Knicks fecham no Game 6 ou os Hawks conseguem forçar um jogo 7? Porque depois de ver esse massacre, eu tô achando difícil apostar contra Nova York.

  • Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Cara, que noitaça do Jalen Brunson! O armador dos Knicks simplesmente resolveu fazer a festa no Madison Square Garden e liderou uma surra histórica nos Hawks por 126 a 97 no jogo 5. Agora Nova York tem vantagem de 3-2 na série e pode fechar em Atlanta na próxima quinta.

    Olha, eu já esperava uma reação dos Knicks jogando em casa, mas essa dominância foi absurda. Desde o primeiro quarto eles pisaram no acelerador e nunca mais tiraram o pé. A torcida de NY deve estar enlouquecida!

    Towns finalmente apareceu do jeito que todo mundo esperava

    Karl-Anthony Towns estava devendo uma grande atuação nessa série, e ontem ele entregou logo no primeiro quarto. O cara aproveitou o mismatch contra Jonathan Kuminga e mandou suas três primeiras tentativas pra dentro. Mike Brown até elogiou o trabalho dele nos dois lados da quadra antes do jogo — parece que o big man ouviu.

    O que mais me chamou atenção foi a estratégia do Brown de colocar Mitchell Robinson junto com Towns em quadra. Dois towers? Em 2026? Mas funcionou perfeitamente. Robinson entrou com tudo: 3 pontos, 3 rebotes e 1 toco nos primeiros 4 minutos. Os Hawks não sabiam como reagir.

    O banco dos Knicks foi um show à parte

    Sinceramente, não esperava essa contribuição gigantesca do banco. Jordan Clarkson e Jose Alvarado foram fundamentais — Clarkson ajudou numa corrida de 12-2 no final do primeiro quarto, enquanto Alvarado mandou três cestas certeiras no começo do segundo período.

    OG Anunoby também merece destaque. O cara pegou 7 rebotes só no primeiro quarto (recorde pessoal desde 2020) e depois acordou pro jogo no terceiro período, dobrando seus pontos da primeira metade.

    Brunson foi simplesmente imparável no último quarto

    Mesmo com a vantagem gorda, Mike Brown manteve Brunson em quadra no último período. E que decisão certeira! O capitão dos Knicks fez uma daquelas sequências que só ele sabe fazer: 12 pontos consecutivos que esticaram a vantagem pra mais de 20 e enterraram qualquer chance de reação dos Hawks.

    No final das contas, Brunson terminou com 39 pontos — sua melhor marca na série. Towns contribuiu com 14 pontos e 8 rebotes, enquanto Anunoby fechou com 10 pontos. Juntos, Towns e Anunoby pegaram 24 rebotes, apenas 3 a menos que todo o time de Atlanta.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar a série fora de casa? Atlanta vai ter que fazer algo especial pra forçar um jogo 7, porque do jeito que NY está jogando, parece difícil parar esse trem. A próxima quinta promete ser decisiva!

  • Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Cara, playoff da NBA é isso aí — quando você menos espera, tá tudo empatado em 2-2 e cada possessão vale ouro. Os Knicks conseguiram empatar a série contra os Hawks depois de duas derrotas seguidas por apenas um ponto cada. Agora volta tudo pro Madison Square Garden pra um jogo 5 que promete ser de infarto.

    O técnico Mike Brown tá confiante no time dele. “Esse grupo é implacável, eles são experientes. Eles performam melhor quando estão com a corda no pescoço”, disse Brown. E olha, não é que ele tem razão? Depois de tomar duas pancadas de um ponto, os Knicks foram lá e ganharam de 114-98 em Atlanta. Convincente.

    Miles McBride falando as verdades

    Mas o que mais me chamou atenção foi o papo do Miles McBride. O cara foi direto ao ponto: “Temos que ter um nível mais alto de desespero, porque sabemos que eles não vão entrar nesse jogo de forma tranquila”.

    E ele completou falando uma coisa que todo brasileiro que joga bola sabe — você não perde o jogo só nos últimos minutos. “Você não perde sempre no final. É uma possessão aqui, no primeiro tempo quando você perdeu um rebote, ou quando alguém não correu para o garrafão”. Exato, mano. Basquete se ganha nos detalhes.

    Brunson e o jogo de xadrez dos playoffs

    Jalen Brunson, que tá com uns altos e baixos na série (41,6% nos arremessos — meio baixo pro padrão dele), falou uma coisa interessante sobre como funciona uma série de playoffs. “É um jogo de xadrez constante. Você vê que movimento eles fazem e volta com um movimento diferente”.

    Sinceramente, isso é o que mais amo nos playoffs da NBA. Cada jogo é completamente diferente do anterior. Os técnicos ficam naquela de ajuste e contra-ajuste, e no final quem consegue se adaptar melhor leva.

    Uma estatística que pesa: historicamente, quem ganha o jogo 5 numa série empatada em 2-2 tem chances enormes de levar a série toda. Mas o Brunson foi esperto — disse que não precisa de motivação extra. “É pra isso que trabalhamos o ano todo, o verão todo. É uma oportunidade dos times colocarem seus nomes na história”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade em casa? Porque os Hawks não vão facilitar nada — playoff é isso, cada jogo uma guerra. O Madison Square Garden vai pegar fogo na terça à noite, tenho certeza disso.

  • Brunson lamenta lesão grave de DiVincenzo: ‘É foda ver isso’

    Brunson lamenta lesão grave de DiVincenzo: ‘É foda ver isso’

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Donte DiVincenzo, ex-atirador dos Knicks, sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles no sábado e tá fora da temporada. E o pior? Aconteceu logo no primeiro quarto do jogo contra os Nuggets.

    A cena foi de partir o coração. O DiVincenzo tentou um arremesso de três, foi buscar o rebote ofensivo e na hora de plantar o pé… PUM. Lesão sem contato, que é sempre a pior. Ele mesmo sinalizou pro banco que tava ferrado e saiu de quadra.

    O drama todo da lesão

    Olha, o cara conseguiu sair andando sozinho no primeiro momento – o que já deu uma esperança básica. Mas no intervalo, ele já tava saindo do estádio numa cadeira de rodas, com tala e tudo. Confirmaram a lesão depois do jogo.

    DiVincenzo já fez a cirurgia domingo em Nova York. Sinceramente, ruptura de Aquiles é uma das piores coisas que pode acontecer com um atleta – demora pra voltar e nunca mais é a mesma coisa.

    Brunson não esquece do parceiro

    Jalen Brunson, capitão dos Knicks, foi um dos primeiros a mandar mensagem pro ex-companheiro. “Conversei com ele, parece estar de bom humor”, disse o Brunson. “Ele tá fazendo um plano e eu desejo o melhor pra ele, mas é foda ver isso acontecer.”

    E completou: “Esse é meu irmão, difícil de ver, mas ele vai voltar mais forte.” Que classe do Brunson, né? Mesmo depois que o DiVincenzo saiu dos Knicks, a amizade continuou.

    O mais triste é que o DiVincenzo tava tendo uma temporada monstro pelos Timberwolves. Jogou todos os 82 jogos da temporada regular e acertou 38% das bolas de três. Um verdadeiro guerreiro que não descansava nunca.

    Vocês acham que ele consegue voltar no mesmo nível depois dessa lesão? Eu torço muito, porque o cara é um baita jogador e pessoa melhor ainda.

  • Brunson assusta mas volta: Knicks ainda vivos nos playoffs

    Brunson assusta mas volta: Knicks ainda vivos nos playoffs

    Cara, que susto! No meio do terceiro quarto do Jogo 4 contra o Hawks, o Jalen Brunson pisou no pé do Josh Hart numa tela e foi direto pro chão. Meu coração quase parou — porque se o Brunson machuca sério agora, acabou pros Knicks.

    O cara saiu mancando e foi direto pro vestiário. Eu já tava imaginando o pior cenário possível: Knicks perdendo de 3-1 na série E sem o seu melhor jogador. Seria o fim da linha pra um time que já tava com a corda no pescoço.

    O alívio que todo torcedor precisava

    Mas ó, graças a Deus o negócio não foi tão grave quanto parecia. Brunson voltou pro banco ainda no quarto período, e pelos números que saíram depois — 12 pontos, 2 assistências em 28 minutos — dá pra ver que ele conseguiu contribuir mesmo meio tocado.

    Sinceramente? Não foi a melhor performance do cara (5/15 nos arremessos de quadra), mas considerando o susto que tomou, ainda bem que conseguiu ficar em pé. E olha, os Knicks estavam segurando uma vantagem confortável mesmo com o armador fora de ritmo.

    A importância do cara é absurda

    Pra vocês terem noção da dependência que Nova York tem do Brunson: nos três primeiros jogos da série, o monstro tava fazendo média de 27.7 pontos e 6 assistências. Aproveitamento de 42% nos arremessos e 36% de três. Números de MVP, mano.

    O Hawks sabe disso. A estratégia deles passa muito por parar o Brunson, e se conseguissem tirar ele do jogo por lesão… seria quase um presente de grego pros caras de Atlanta.

    Agora é torcer pra que seja só um susto mesmo e que ele esteja 100% pro Jogo 5 na terça-feira, lá no Madison Square Garden. Os Knicks precisam dessa vitória em casa pra forçar pelo menos um Jogo 6 — e com Brunson inteiro, as chances aumentam muito.

    E aí, vocês acham que ele aguenta o tranco ou vai sentir ainda nos próximos jogos?

  • Brunson explica briga com o pai: ‘Só dois competidores’

    Brunson explica briga com o pai: ‘Só dois competidores’

    Olha, eu vi esse lance ao vivo e pensei: “Eita, o que tá rolando aí?”. Jalen Brunson discutindo com o próprio pai durante o jogo? Mas calma aí, porque a história é bem diferente do que parece.

    Na vitória dos Knicks por 114 a 98 sobre o Hawks no jogo 4, as câmeras flagraram uma troca de palavras bem acalorada entre Jalen e Rick Brunson, que é técnico assistente do time. A internet pirou, todo mundo especulando sobre tensão no banco de reservas dos Knicks em plenos playoffs.

    A explicação que faz todo sentido

    Mas o próprio Jalen tratou de esclarecer tudo depois do jogo: “Não teve debate nenhum. Eram só dois competidores ali”.

    Cara, isso me lembra muito da minha época jogando bola no colégio. Quantas vezes não brigamos com técnico, pai, irmão — tudo por causa da paixão pelo jogo? Brunson explicou que aquilo não foi conflito, foi intensidade pura. O tipo de cobrança que ele cresceu recebendo do pai.

    E o timing da discussão? Os Knicks estavam goleando, com vantagem de dois dígitos construída num primeiro tempo dominante. Rick só queria que o filho não relaxasse — especialmente depois das derrotas dolorosas nos jogos 2 e 3.

    Brunson respondeu no jogo

    E funcionou, né? Jalen terminou com 19 pontos e 3 assistências numa performance sólida. Não foi sua melhor noite estatisticamente, mas ele mostrou liderança quando o time precisava.

    Sinceramente, acho que essa cobrança familiar foi fundamental. Os Knicks tinham perdido dois jogos seguidos de forma frustrante, incluindo aquele 109-108 que doeu na alma. O time precisava de um choque, e às vezes isso vem de onde menos esperamos.

    Karl-Anthony Towns brilhou com um triple-double histórico, OG Anunoby jogou muito nas duas pontas da quadra, mas foi essa intensidade renovada que fez a diferença. Os Hawks fizeram só 44 pontos no primeiro tempo — uma surra defensiva dos Knicks.

    Série empatada e decisiva

    Agora a série volta pro Madison Square Garden empatada em 2-2, e aquele momento “viral” entre pai e filho parece ter sido exatamente o que o time precisava pra redescobrir sua pegada.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Essa troca de palavras entre os Brunson pode ter sido o turning point da série. Às vezes é isso mesmo — um puxão de orelha na hora certa vale mais que mil discursos motivacionais.

  • McCollum quebra o coração dos Knicks de novo nos playoffs

    McCollum quebra o coração dos Knicks de novo nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum simplesmente não perdoa quando o assunto é quebrar o coração dos fãs de Nova York. Ontem à noite, em Atlanta, o cara foi lá e decidiu o jogo com um fadeaway aos 12.5 segundos do fim, dando a vitória por 109-108 para os Hawks e colocando o time em vantagem de 2-1 na série de primeira rodada dos playoffs.

    E olha, não é a primeira vez que ele faz isso com os Knicks nessa série. Depois de já ter brilhado no Jogo 2 no Madison Square Garden, McCollum recebeu a bola com o time perdendo por um ponto e simplesmente resolveu. Arremesso de 15 pés, swish, 23 pontos no final da noite. Monstro.

    Hawks dominaram, mas quase entregaram tudo

    O mais louco dessa história toda é que os Hawks controlaram praticamente o jogo inteiro. Chegaram a abrir 18 pontos de vantagem no primeiro tempo — parecia que ia ser tranquilo. Mas aí você lembra que isso aqui são os playoffs da NBA, né? Nada é fácil.

    Os Knicks fizeram o que sabem fazer: lutaram até o final. Jalen Brunson (que terminou com 26 pontos) fez uma jogada de três pontos tradicional faltando 1:03 e colocou Nova York na frente por 108-105. Eu sinceramente achei que ia dar zebra.

    Mas o Jalen Johnson, que foi o cestinha dos Hawks com 24 pontos, empatou o jogo. E aí veio o McCollum para resolver a parada. Jonathan Kuminga ainda roubou a bola do Brunson no final para selar a vitória — que noite do garoto saindo do banco com 21 pontos!

    Knicks têm time, mas…

    Olha, não dá para falar que os Knicks não brigaram. OG Anunoby foi o cara da noite com 29 pontos, o Brunson fez os dele (26) e o Karl-Anthony Towns contribuiu com 21. Mas vocês acham que esse time aguenta a pressão de estar perdendo a série em casa?

    Na minha visão, os Hawks estão jogando um basquete muito mais solto e confiante. McCollum tá naquela fase onde tudo que ele arremessa vai dentro, e quando um jogador experiente como ele tá assim nos playoffs… complicado de parar.

    O Jogo 4 é sábado, ainda em Atlanta. Se os Hawks ganharem, podem fechar a série em casa no Jogo 5. Será que os Knicks conseguem reagir ou vão embora cedo mais uma vez?

  • Knicks quase vira, mas CJ McCollum quebra corações em NY

    Knicks quase vira, mas CJ McCollum quebra corações em NY

    Cara, que dor no peito foi essa de ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam praticamente mortos no jogo 3 contra os Hawks, aí resolveram acordar nos minutos finais e quase fizeram a casa vir abaixo. Quase. Porque o CJ McCollum decidiu ser cruel e mandou uma bomba no final para quebrar o coração da torcida: Hawks 109 x 108 Knicks.

    Atlanta agora lidera a série por 2-1, e sinceramente? Eu tô preocupado com esse time de Nova York.

    Começou tudo errado (de novo)

    Os problemas ofensivos do quarto período do jogo 2 se arrastaram pro início do jogo 3. Foi de dar dó — os Knicks acertaram apenas 35% dos arremessos e um patético 1 de 10 do perímetro no primeiro quarto. Seis bolas perdidas completaram o desastre.

    Só o Jalen Brunson (11 pontos) e OG Anunoby (10) conseguiram balançar as redes pelos Knicks no primeiro período. Olha, quando só dois caras pontuam no seu time, você já sabe que a coisa não vai bem.

    Do outro lado, os Hawks encontraram o ritmo rapidinho: 60% de aproveitamento geral e absurdos 75% de três. O banco deles meteu 18 pontos contra 0 dos reservas de NY. Zero. Como é que pode?

    Towns salvou o segundo quarto

    Mike Brown finalmente botou o Karl-Anthony Towns pra começar o segundo período com o segundo time, e funcionou. O grandão acordou, fez suas primeiras três cestas da noite e pegou quatro rebotes importantes quando os Hawks chegaram a abrir 15 de vantagem.

    Quando parecia que o McCollum (11 pontos só no segundo quarto) ia resolver sozinho, os Hawks erraram os últimos cinco arremessos do período. Aí o Miles McBride resolveu aparecer com duas bombas de três seguidas e cortou a diferença pra oito pontos no intervalo.

    Detalhe bizarro: Josh Hart e Mikal Bridges passaram o primeiro tempo inteiro em branco. Zero pontos. Como assim, cara?

    Final de filme (quase)

    O terceiro período foi vai-e-vem puro. Atlanta abriu 15 de novo, os Knicks encostaram, os Hawks responderam… Brown colocou o Hart pra marcar o McCollum pela primeira vez e funcionou — limitou ele a só dois pontos no período.

    No último quarto, começou mal de novo. Brown tirou Brunson e Towns juntos (por que, Mike? Por que?), e mesmo mantendo a diferença em 10, o time patinou. Três erros consecutivos de três e mais uma bola perdida — a 14ª da noite.

    Mas aí os Knicks lembraram que são da NBA. Anunoby e McBride mandaram umas bombas cruciais, Brunson fez bandeja com falta e deu três pontos de vantagem com pouco mais de um minuto.

    Atlanta empatou, parou o ataque dos Knicks e… McCollum. Aquele fadeaway maldito com 12,5 segundos restantes. Brunson perdeu a bola na posse seguinte e acabou o sonho.

    Brunson fechou com 26 pontos, Anunoby liderou com 29, Towns fez 21 e 17 rebotes. Mas Hart e Bridges? Dois pontos somados. É brincadeira isso.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa ou a série já tá decidida? Porque do jeito que o McCollum tá jogando, vai ser difícil…

  • Knicks entrega jogo inacreditável e perde pro Hawks de 107 a 106

    Knicks entrega jogo inacreditável e perde pro Hawks de 107 a 106

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu ontem à noite. Os Knicks tinham OITO pontos de vantagem faltando menos de seis minutos pro fim do jogo. Oito! E conseguiram entregar tudo de bandeja pro Hawks. Foi doloroso de assistir, mesmo pra quem não é fã de Nova York.

    A derrota por 107 a 106 foi dessas que dói na alma. O time estava controlando o jogo a noite toda, dominando no garrafão, pegando rebote, fazendo tudo certinho. Aí no último quarto? Simplesmente derreteram. Foram massacrados por 28 a 15 nos minutos finais. É o tipo de coisa que assombra jogador pelo resto da vida.

    McCollum destruiu tudo nos momentos decisivos

    Olha, tem que dar crédito onde crédito é devido. CJ McCollum simplesmente resolveu virar o Michael Jordan nos últimos minutos. O cara terminou com 32 pontos, acertando 12 de 22 arremessos. Quando o Hawks mais precisava, ele apareceu com aqueles arremessos impossíveis que só veterano cascudo consegue fazer sob pressão.

    Do lado dos Knicks, Jalen Brunson até que lutou – 29 pontos e 7 assistências. Mas nos momentos cruciais, quando o time mais precisava dele, as bolas não caíram. Karl-Anthony Towns também contribuiu com 18 pontos e 8 rebotes, mas sinceramente? Esperava mais dele num jogo desses.

    Playoff é isso aí: psicológico vale tudo

    Josh Hart foi um dos poucos que se salvaram. O cara fez um double-double (15 pontos e 13 rebotes) e trabalhou a noite toda. Mikal Bridges também se esforçou, mas 10 pontos com 30% de aproveitamento não dá pra ganhar jogo de playoff.

    Do lado do Hawks, Jalen Johnson conseguiu 17 pontos e 8 rebotes numa partida bem equilibrada. Onyeka Okongwu também ajudou com 15 pontos. Mas a grande diferença mesmo foi a intensidade defensiva que Atlanta trouxe nos momentos finais.

    E aquela confusão entre Mitchell Robinson e Dyson Daniels? Cara, isso é playoff raiz. Robinson deu uma “corridinha” por cima do australiano depois de um bloqueio e levou técnica por provocação. É esse tipo de coisa que faz a diferença no psicológico dos times.

    Agora a série está empatada 1 a 1, e vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa? Porque entregar um jogo desses pode quebrar qualquer vestiário. O próximo duelo é em Atlanta na quinta-feira, e depois de uma entregada dessas, jogar fora de casa vai ser ainda mais complicado.

    Playoff é isso: não importa o quanto você domina por três quartos se não consegue fechar o jogo. Os Knicks que se cuidem, porque engasgar com penas de falcão pode custar uma série inteira.

  • Brunson ignora provocação e foca no Jogo 2: ‘Temos que estar prontos’

    Brunson ignora provocação e foca no Jogo 2: ‘Temos que estar prontos’

    O clima já esquentou entre Knicks e Hawks, e olha que estamos só no Jogo 1! Depois da vitória por 113 a 102 no Madison Square Garden, CJ McCollum resolveu cutucar Jalen Brunson, acusando o armador dos Knicks de ‘teatro’ após levar uma cotovelada no terceiro quarto.

    “Eu arremessei um jump shot e o Jalen achou que estávamos numa peça da Broadway”, disparou McCollum no pós-jogo. “Ele encenou até revisarem o lance. Foi um arremesso normal, nada demais — desnecessário, e espero receber meus 2.500 dólares (da multa) de volta.”

    Brunson? Frio como gelo.

    “Não tenho reação nenhuma”, disse o capitão dos Knicks após o treino de domingo. Cara, essa postura mental é exatamente o que você quer ver de um líder nos playoffs. Nada de entrar em picuinha — foco total no que importa.

    28 pontos e liderança na quadra

    Enquanto McCollum reclamava, Brunson deixava o basquete falar por ele. 28 pontos contra 26 do rival, liderando os Knicks junto com Karl-Anthony Towns numa performance coletiva que mostrou por que Nova York é favorita nesta série.

    O técnico Mike Brown nem ligou para a polêmica: “Muitos caras vão falar muita coisa durante os playoffs. O que as pessoas querem falar, problema delas.”

    Sinceramente? Acho que o McCollum tá é nervoso. Perder o Jogo 1 em casa do adversário dói, e essa provocação meio que entrega que ele sabe que vai ser difícil.

    Garden fervilhando e pressão total

    Josh Hart descreveu perfeitamente a atmosfera: “Você tem que estar lá e sentir na pele pra entender. Temporada regular sempre é legal, mas playoffs em Nova York é diferente. A vibe é outra. Tudo fica mais intenso no Garden.”

    E é verdade mesmo — quem já viu playoff no MSG sabe que aquele lugar vira um caldeirão. Os Hawks vão sentir essa pressão toda segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), no Jogo 2.

    “Temos que estar prontos para eles”, disse Brunson. “Você sabe que os times geralmente se recuperam depois de uma derrota, então temos que elevar nossa intensidade, nossa fisicalidade e estar prontos pra igualar a deles.”

    Vocês acham que Atlanta consegue empatar a série fora de casa, ou os Knicks vão abrir 2 a 0 antes de viajar pra Georgia? Pelo que vi no Jogo 1, Brunson tá num nível absurdo e os Hawks vão ter que inventar algo especial pra parar esse cara.