Tag: James Harden

  • Rockets disseram NÃO pro Harden: priorizaram os mlks da base

    Rockets disseram NÃO pro Harden: priorizaram os mlks da base

    Olha, eu não esperava essa quando soube da história. O James Harden queria voltar pra Houston — sim, pro time que o transformou em estrela — mas os Rockets mandaram um ‘obrigado, mas não’ educado.

    A situação era até meio óbvia, né? O Fred VanVleet rasgou o joelho no final de setembro (numa resenha dos caras nas Bahamas, inclusive) e deixou Houston sem armador titular. Aí os empresários do Harden ligaram pro Rockets depois que o Clippers começou horrível com 6-21. Era a deixa perfeita pra uma reunião que todos queriam ver.

    Por que Houston disse não pro MVP de 2018?

    Aqui que fica interessante. Os Rockets não quiseram porque — pasmem — estão mais preocupados em desenvolver os mlks novos do que em resolver o problema na marra. Reed Sheppard, Alperen Sengun e Amen Thompson são as joias da casa, e a diretoria não queria que um cara que precisa da bola nas mãos atrapalhasse o desenvolvimento deles.

    “Não estamos procurando um jogador heliocêntrico, por mais incrível que o James ainda seja”, foi o que uma fonte do time falou pra ESPN. “Queremos desenvolver o Reed, o Amen, e queremos a bola nas mãos do Alpy.”

    Cara, eu entendo o raciocínio. O Harden é um monstro, mas ele precisa da posse de bola pra funcionar no máximo. Se você não vai dar essa liberdade pra ele, por que contratar?

    Já tinha rolado antes

    Não foi a primeira vez que Houston passou a perna no Barba. Em 2023, quando ele tava brigado com o Philadelphia, os Rockets preferiram assinar com o VanVleet por 3 anos e 130 milhões em vez de tentar uma reunião.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa pensando a longo prazo. O Harden tem 35 anos e, por mais que ainda jogue muito, não é mais aquele cara que carregava Houston sozinho.

    E olha só como as coisas se desenrolaram: Sheppard, Thompson e Sengun fizeram jogos absurdos e outros horríveis nos playoffs contra o Lakers. Erros de jovem, né? Mas faz parte do processo. Vocês acham que valeria a pena trocar esse desenvolvimento por uma solução temporária?

    No final das contas, o Harden acabou sendo trocado pro Cleveland antes do deadline de fevereiro. Houston seguiu com o plano de apostar na molecada. Vai dar certo? Só o tempo dirá, mas eu curto essa filosofia de construir algo sólido em vez de correr atrás de quick fix.

  • Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cara, que dor no peito foi essa sexta-feira. Os Cavaliers tinham TUDO nas mãos pra fechar a série contra os Raptors, mas conseguiram entregar de bandeja no overtime. 112 a 110 pro Toronto, com direito a buzzer-beater do RJ Barrett. Agora é tudo ou nada no game 7 em Cleveland.

    Olha, eu não vou mentir — dói ver um time desperdiçar uma oportunidade dessas. Os Cavs controlaram boa parte do jogo, ditaram o ritmo, criaram boas oportunidades… mas na hora H, simplesmente não conseguiram finalizar. E três caras foram fundamentais nessa derrocada: James Harden, Jarrett Allen e Max Strus.

    Harden sumiu quando mais precisavam dele

    O Barba teve números até razoáveis no papel — 16 pontos —, mas cara, que atuação decepcionante nos momentos decisivos. 5 de 14 nos arremessos, quatro turnovers, e o pior: tomou decisões horríveis no final do jogo.

    Quando o Cleveland mais precisava de controle e clareza, Harden forçou arremessos difíceis em vez de criar jogadas melhores pro time. Deixou a defesa do Toronto ditar o que ele ia fazer, sabe? Isso não pode acontecer com um cara da experiência dele. Sinceramente, esperava muito mais.

    Allen perdeu pontos cruciais na linha

    O pivô até jogou bem no garrafão — 6 de 8 nos arremessos de quadra, protegeu o aro como sempre. Mas meu Deus, que sofrimento na linha de lance livre. Converteu apenas 2 de 6 tentativas!

    Numa partida que foi decidida por dois pontinhos, deixar quatro pontos na mesa é inadmissível. Principalmente em playoff, onde cada posse vale ouro. Esses lances livres perdidos mantiveram o Toronto sempre grudado no placar, e no final das contas, fizeram toda a diferença.

    Strus praticamente invisível no perímetro

    E o Max Strus? Apenas 6 pontos na partida toda. Dois arremessos de 3 convertidos, mas cadê o volume? O Cleveland precisava de muito mais agressividade dele no perímetro.

    Sem pressão consistente de fora, os Raptors puderam se fechar no garrafão tranquilamente. Isso complicou as penetrações e forçou os Cavs a tentarem cestas muito difíceis. Na minha visão, o Strus tinha que assumir mais responsabilidade ofensiva.

    E não para por aí — o time como um todo cometeu 18 turnovers. Dezoito! Isso é presente de grego pro adversário, principalmente em playoff. Quando chegou o overtime, o Cleveland já não tinha mais ritmo ofensivo nenhum. Resultado: meros 6 pontos na prorrogação.

    Agora é game 7 em casa, com tudo em jogo. Vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar dessa? Porque olha, vai ter que ser uma atuação completamente diferente. Harden precisa assumir o controle de verdade, Allen tem que acertar os lances livres, e o Strus não pode mais ser coadjuvante.

    Domingo promete ser tenso demais. Quem aguenta a pressão melhor leva tudo.

  • Barrett detona Harden após treta: ‘Não venha no nosso banco’

    Barrett detona Harden após treta: ‘Não venha no nosso banco’

    Cara, playoff é isso mesmo — clima esquenta e os caras se estranham na quadra. Ontem à noite, RJ Barrett e James Harden protagonizaram uma treta que quase virou pancadaria no jogo entre Raptors e Cavaliers.

    A situação foi tensa. Barrett foi pegar a bola na lateral quando o Harden resolveu caminhar até o banco dos Raptors. Aí que o bicho pegou — começou um empurra-empurra que fez os dois bancos se levantarem. Felizmente não deu em nada maior, mas deu pra ver que a temperatura subiu.

    Barrett não engoliu e falou grosso

    Depois do jogo (que os Cavs ganharam de 125-120, deixando a série 3-1), Barrett foi direto na coletiva. E olha, o cara não poupou palavras:

    “Eu interpreto tudo como desrespeito. Não venha ao nosso banco pegar a bola. James Harden é um cara por quem tenho muito respeito… mas tanto faz agora.”

    Sinceramente? Entendo o Barrett. Playoff é guerra, e qualquer bobagem vira motivo pra treta. O Harden pode até ter ido ali sem maldade, mas no calor do momento, com o time perdendo a série, qualquer coisa irrita mesmo.

    Barrett jogou pra caramba apesar da confusão

    E o mais impressionante é que o garoto não se abalou com a treta. Barrett fechou a noite com 25 pontos e 12 rebotes — um double-double sólido em 38 minutos. Distribui 5 assistências também, embora tenha perdido a bola 3 vezes.

    Pelos Raptors, Ja’Kobe Walter marcou 20, Jamal Shead fez 18 e Scottie Barnes contribuiu com 17. Time batalhador, mas não tá sendo suficiente contra esses Cavs.

    Do lado dos Cavaliers, Harden e Evan Mobley dividiram a artilharia com 23 pontos cada. O Barbudo acertou 4 bolas de três e quase fez double-double — faltou só um rebote.

    Agora os Cavs podem fechar a série na sexta-feira, em Toronto. E vocês acham que essa treta vai esquentar ainda mais o próximo jogo? Eu acho que sim. Barrett mostrou que não vai baixar a cabeça, e isso pode render mais fogo na quadra.

  • Harden vira protagonista dos Cavs e deixa Mitchell no banco

    Harden vira protagonista dos Cavs e deixa Mitchell no banco

    Cara, quem diria que James Harden aos 35 anos ia virar o motor ofensivo principal dos Cavaliers? Pois é exatamente isso que tá rolando na série contra os Raptors.

    Cleveland venceu por 125-120 no Jogo 5 e abriu 3-2 na série, mas sinceramente? Eles tão suando mais do que eu esperava contra Toronto. E o grande responsável por manter os Cavs vivos não é o Donovan Mitchell — é o Barbudo mesmo.

    O show do Harden

    Olha, eu sempre achei que o Mitchell seria a estrela dessa dupla, mas o Harden tá provando que idade é só número. No primeiro quarto do Jogo 5, o cara simplesmente dominou: 14 pontos, 3 rebotes e 2 assistências, ditando o ritmo como só ele sabe fazer.

    Aqueles step-backs clássicos continuam funcionando, monstro. E a capacidade dele de controlar o tempo de jogo, encontrar os espaços na defesa dos Raptors e criar jogadas pros companheiros… é isso que faz a diferença nos playoffs. Terminou com 23 pontos e acertou 4 de 8 tentativas do perímetro.

    Enquanto isso, Mitchell teve uma noite meio apagada: 19 pontos com 7/17 nos arremessos. Tá claro que ele tá sentindo a pressão da defesa física de Toronto, principalmente o tamanho deles. E aí que o Harden vira fundamental — quanto mais ele consegue controlar o jogo, maiores são as chances dos Cavs no Leste.

    Scottie Barnes é absurdo

    Mesmo perdendo, os Raptors têm um monstro em quadra. Scottie Barnes tá na sua quinta temporada e, cara, o garoto virou um jogador completo mesmo. Dois lados da quadra, jogando com uma maturidade impressionante aos 24 anos.

    No Jogo 5, ele foi agressivo desde o primeiro minuto — seja correndo na transição, fazendo passes rápidos pros companheiros na área ou puxando a defesa pra abrir espaços na linha de três. Na defesa? Um pesadelo de 94 pés de quadra, usando o tamanho e a velocidade lateral pra cobrir meio mundo.

    17 pontos, 11 assistências e 7 rebotes. E olha que o Brandon Ingram saiu lesionado no primeiro tempo (problema no calcanhar). Barnes deve fazer time All-NBA ou All-Defense esse ano, e tá carregando Toronto nas costas. Vocês acham que ele consegue levar a série pro Jogo 7?

    Banco dos Cavs salvou

    Uma coisa que me chamou atenção: o banco de Cleveland fez 36 pontos no Jogo 5. Dennis Schroder contribuiu com 19, Sam Merrill e Jaylon Tyson combinaram 4/6 do perímetro. Essa profundidade vai ser fundamental se quiserem ir longe nos playoffs.

    Porque vamos combinar — com Mitchell oscilando e Jarrett Allen meio sumido, precisam que os reservas apareçam mesmo. E no basquete de playoff, ter opções quando os principais vão pro banco faz toda diferença.

    Agora é torcer pra ver se Cleveland fecha a série fora de casa ou se Toronto consegue forçar o Jogo 7. Uma coisa é certa: ninguém esperava que essa série fosse tão equilibrada assim.

  • Raptors empatam série com ajuda de rookie; Harden faz feio

    Raptors empatam série com ajuda de rookie; Harden faz feio

    Cara, que jogo bizarro foi esse Game 4 entre Cavaliers e Raptors. Por uns três quartos ali, eu achei que ia ser o maior fiasco desses playoffs — os dois times errando tudo que é tipo de arremesso, parecendo aqueles jogos de domingo de manhã no parque.

    Mas aí no final veio aquela loucura toda: 12 trocas de liderança, Scottie Barnes metendo seis lances livres decisivos e os Raptors virando pra cima dos Cavs por 93 a 89. Série empatada em 2-2, galera!

    Collin Murray-Boyles é MONSTRO

    Gente, esse rookie dos Raptors tá de sacanagem. Com 1,98m de altura, o cara simplesmente decidiu que ia dominar o garrafão contra Jarrett Allen e Evan Mobley — dois gigantes da NBA. Fez 15 pontos e 10 rebotes saindo do banco.

    Sinceramente? Eu não esperava que um calouro fosse se adaptar tão rápido aos playoffs. O Murray tá jogando como se tivesse 5 anos de liga. E olha que eu sou meio desconfiado com rookie em pós-temporada, mas esse menino me convenceu.

    Os Raptors pescaram um diamante no draft. Esse moleque tem futuro absurdo na liga.

    Harden continua no mundo da lua

    Pô, James Harden… que decepção, cara. Sete turnovers no Game 4! SETE! E o pior é que não foram erros forçados pela defesa — foram bobeiras mesmo. Passe preguiçoso aqui, passe forçado ali…

    O ex-MVP tá com média de 5,7 turnovers por jogo nessa série. É muita bola perdida pra quem deveria ser o cérebro do time. Donovan Mitchell não deveria pegar mais a bola? Na minha visão, sim. Harden precisa se achar no jogo, porque assim não dá.

    E vocês acham que ele ainda consegue se recuperar, ou já era para essa temporada?

    Toronto tem um problemão na armação

    Com Immanuel Quickley machucado, os Raptors tão testando Jamal Shead e Ja’Kobe Walter na posição. E olha… não tá funcionando muito bem não.

    Shead até arma as jogadas direito, mas é baixinho demais pra defender os armadores da NBA. Já o Walter é forte fisicamente, mas fez 0 de 9 do campo no Game 4. Zero de nove! Imagina a frustração.

    É aquele tipo de problema que não tem como resolver no meio dos playoffs. Vai ter que ser na raça mesmo. Mas se passarem de fase, vão precisar inventar alguma coisa diferente.

    Game 5 é terça-feira em Cleveland. Depois dessa montanha-russa, qualquer coisa pode acontecer. Eu tô aqui torcendo pra mais um jogaço!

  • O Big 3 dos Cavs simplesmente destroçou os Raptors no Jogo 2

    O Big 3 dos Cavs simplesmente destroçou os Raptors no Jogo 2

    Cara, eu não esperava que o trio Mitchell, Harden e Mobley já funcionasse tão bem assim nos playoffs. E olha que eles mal jogaram juntos na temporada regular! Mas ontem à noite em Cleveland foi um verdadeiro show — os Cavaliers bateram os Raptors por 115-105 e abriram 2-0 na série.

    Mitchell fez 30 pontos (com quatro bombas de três), Harden cravou 28 e ainda roubou cinco bolas, e o Mobley? Simplesmente perfeito: 25 pontos com 11 de 13 arremessos convertidos. Monstro demais.

    Harden mudou o jogo na defesa

    Sinceramente, eu achava que o Barba ia ser mais um problema defensivo pros Cavs, mas o cara tá provando o contrário. Cinco roubadas de bola! E segundo o próprio Mitchell, foi a comunicação defensiva do veterano que fez toda a diferença.

    “Ele é obviamente um talento ofensivo de outro mundo, mas o que mais me chama atenção é como ele se comunica sobre defesa”, disse Mitchell. “Eu fico falando sobre o que podemos fazer no ataque, e ele: ‘Cara, só precisamos de três paradas defensivas seguidas’”.

    E funcionou, né? Os Raptors perderam 22 bolas (recorde da temporada deles), que viraram 22 pontos pros Cavs. Quando um cara como Harden — que já foi MVP — chega falando de defesa, todo mundo escuta.

    Mobley continua sendo um monstro dos dois lados

    O garoto é simplesmente incrível. Oito rebotes, 25 pontos com aproveitamento absurdo, e ainda por cima fazendo a vida dos Raptors no garrafão um inferno. Lembram que ele foi o Defensor do Ano em 2025? Pois é, continua mostrando por quê.

    Teve uma jogada no quarto período que foi poesia pura: Mobley forçou o Mamukelashvili a errar na área, Harden roubou a bola e Mitchell finalizou com uma bandeja. Trio funcionando que é uma beleza.

    O mais louco é que isso foi apenas a quarta vez na história da franquia que três jogadores dos Cavs fizeram 25+ pontos num jogo de playoff. E olha que esses caras mal se conhecem ainda!

    Agora é manter o foco em Toronto

    Mitchell já emplacou seis jogos com 30+ pontos nos últimos sete playoffs que disputou. O cara é clutch puro. No último período, fez sete pontos consecutivos pra abrir 106-90, incluindo uma jogada de cinema: arremesso em fade away de 13 pés tocando na tabela. Showtime.

    O Jogo 3 é quinta-feira em Toronto, e vocês acham que os Raptors conseguem reagir? Porque, olha, esse trio dos Cavs tá com cara de quem veio pra incomodar muito na pós-temporada. Harden ainda passou o Rajon Rondo em assistências nos playoffs (1.139 agora) — só de curiosidade mesmo.

    Na minha opinião, se esses três continuarem jogando assim e se entendendo melhor a cada jogo, os Cavaliers podem ir longe. Muito longe mesmo.

  • Mitchell e Harden destroem os Raptors: Cavs abrem 2-0 nos playoffs

    Mitchell e Harden destroem os Raptors: Cavs abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, que dupla monstruosa! Donovan Mitchell e James Harden simplesmente resolveram o jogo e os Cleveland Cavaliers saíram de quadra com uma vitória por 115-105 sobre os Toronto Raptors, abrindo 2-0 na série dos playoffs.

    E olha, não foi aquele jogaço bonito de se ver, mas foi eficiente pra caramba. Os Cavs fizeram o que sabem fazer de melhor: executaram nos momentos decisivos e mostraram porque são favoritos nessa série.

    A defesa ditou o ritmo no começo

    O técnico Kenny Atkinson estava preocupado se o time ia entrar com a mesma intensidade depois de ter goleado no Jogo 1. Mas essa preocupação durou uns 5 minutos só. Os caras abriram oito pontos logo de cara, e sabe por quê? Defesa, meu amigo.

    Dean Wade, Harden, Sam Merrill… todo mundo que guardou Brandon Ingram deu trabalho pro cara. Ingram ficou perdido no primeiro quarto – 0 de 4 do campo, zero pontos. Zero! Isso desorganizou completamente o ataque dos Raptors, que fizeram apenas 19 pontos no primeiro período. Sinceramente, foi uma clínica defensiva.

    A vantagem de sete pontos no final do primeiro quarto diminuiu pra seis no intervalo, com Harden contribuindo com 10 pontos no segundo período. O cara tá jogando um basquete inteligente demais.

    Rajaković tentou, mas não rolou

    No terceiro quarto, o técnico dos Raptors, Darko Rajaković, resolveu apostar numa formação pequena com Collin Murray-Boyles no centro. A ideia era neutralizar o pick-and-roll dos Cavs com mais velocidade. Na teoria fazia sentido, mas na prática? Criou mais problemas ainda.

    Sem proteção no garrafão, Mitchell e Harden tiveram campo aberto pra atacar isolados. E com Evan Mobley e Jarrett Allen em quadra, os Raptors não podiam deixar esses caras sozinhos. Resultado: mais espaço pro ataque de Cleveland. Os Cavs chegaram a abrir 16 pontos de vantagem!

    Toronto ainda conseguiu diminuir pra sete pontos no final do terceiro, mas aí veio o quarto período…

    A dupla de ouro decidiu

    Mitchell: 30 pontos, 5 assistências, 7 rebotes. Harden: 28 pontos, 4 assistências, 5 roubos de bola. Monstros!

    O mais impressionante foi como eles se complementaram. Mitchell fazendo as cestas difíceis nos momentos cruciais, Harden organizando o ataque e garantindo que sempre rolasse uma jogada boa. E aqueles 5 steals do Harden? O veterano tá com fome de título, galera.

    Mobley também merece destaque. Quando os Raptors tentaram jogar pequeno, ele puniu. Quando voltaram com a formação tradicional, puniu também. ‘Vai fazer o que, né?’, como diria qualquer torcedor dos Cavs assistindo de casa.

    Agora a série vai pra Toronto, e a pergunta é: os Raptors conseguem encontrar uma resposta pra essa dupla Mitchell-Harden? Porque até agora, em dois jogos, não acharam. E se não acharem nos próximos dois jogos em casa, essa série vai acabar mais rápido do que muita gente imagina.

    O que vocês acham? Os Raptors conseguem reagir jogando em casa ou os Cavs vão confirmar o favoritismo e fechar em quatro?

  • Mitchell e Harden arrebentam e Cavs abrem 2-0 contra os Raptors

    Mitchell e Harden arrebentam e Cavs abrem 2-0 contra os Raptors

    Cara, que jogaço foi esse dos Cavaliers ontem! Donovan Mitchell com 30 pontos, James Harden fazendo 28, e os Cavs simplesmente dominaram os Raptors por 115 a 105. Agora estão com 2-0 na série dos playoffs, e olha — eu não sei se Toronto consegue se recuperar disso.

    O que mais me impressiona é que essa sequência dos Cavs contra os Raptors já virou obsessão. Doze vitórias consecutivas nos playoffs! DOZE! Isso empata o recorde da NBA de vitórias seguidas contra um mesmo adversário na pós-temporada. A última vez que Toronto ganhou dos Cavaliers nos playoffs foi… bem, faz tanto tempo que nem lembro direito.

    Trio de fogo dos Cavaliers

    Evan Mobley também meteu os seus 25 pontos com 8 rebotes, completando um trio absurdo. Três caras com 25 ou mais pontos — isso é coisa de time grande, monstro. E o mais louco? Os Cavaliers nunca ficaram atrás no placar. Nunca! Controlaram o jogo do início ao fim.

    Sinceramente, essa dupla Mitchell-Harden está funcionando melhor do que eu imaginava quando rolou a troca. Harden ainda conseguiu 5 roubadas de bola (a quarta vez na carreira dele com pelo menos 5 nos playoffs) e chegou aos 1.139 assists na pós-temporada — agora é o sétimo da história.

    Toronto tentou, mas não foi o suficiente

    Não vou mentir, os Raptors não entregaram de graça não. Scottie Barnes fez 26 pontos (recorde pessoal dele nos playoffs) e RJ Barrett contribuiu com 22 pontos e 9 rebotes. Teve um momento no quarto período que Barnes meteu uma bandeja e deixou o jogo 99 a 90, aí você pensa ‘opa, será que vem a virada?’

    Mas aí que o Mitchell mostrou porque é craque. Sete pontos seguidos na sequência e matou qualquer sonho canadense. Foi cirúrgico.

    Agora a série vai pra Toronto na quinta-feira para o jogo 3, e a pergunta que não quer calar: será que os Raptors conseguem pelo menos ganhar um em casa? Porque do jeito que os Cavs estão jogando, essa série pode acabar em uma varrida histórica.

    E vocês, acham que Toronto tem alguma chance de reverter essa situação? Porque eu tô achando difícil…

  • Mitchell quebra próprio recorde da NBA com 9º jogo de 30+ em abridores

    Mitchell quebra próprio recorde da NBA com 9º jogo de 30+ em abridores

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente não para de impressionar quando se trata de estreias de séries nos playoffs. O cara acabou de quebrar o próprio recorde da NBA — agora são NOVE jogos consecutivos com 30+ pontos em jogos de abertura de série.

    Ontem, na vitória por 126-113 dos Cavaliers sobre o Toronto Raptors no Jogo 1 da primeira rodada do Leste, Mitchell marcou 32 pontos e mostrou mais uma vez por que é considerado um dos melhores clutch players da liga.

    A sequência histórica começou na bolha

    Olha só que loucura: essa streak histórica do Mitchell começou lá em 2020, quando ele ainda estava no Utah Jazz. Lembram da bolha da Disney? Foi lá que ele meteu 57 pontos contra o Denver Nuggets — um recorde de franquia do Jazz que ainda está de pé e é o terceiro maior desempenho da história dos playoffs da NBA.

    “Não é algo que eu fico procurando”, disse Mitchell sobre tentar fazer pelo menos 30 pontos pra começar uma série. “É só eu jogando meu jogo. Tentando dar o tom de agressividade, atacando a cesta, pegando os arremessos livres e fazendo a defesa reagir.”

    E vocês acham que é sorte? O cara tem 33.1 pontos de média em abridores de série — segunda melhor média da história da NBA pra jogadores com pelo menos 10 séries de playoffs. Monstro.

    Cleveland finalmente tem elenco pra apoiar Mitchell

    Uma coisa que me chamou atenção é que agora Mitchell tem muito mais suporte. A chegada do James Harden no deadline foi uma jogada genial dos Cavs. Harden contribuiu com 22 pontos e 10 assistências, sendo que 6 dessas assistências foram pro Jarrett Allen e Evan Mobley.

    “Esse é o trabalho dele. É pra isso que ele recebe os milhões — pra ser agressivo, arremessar e fazer o que sabe fazer”, disse Harden sobre Mitchell. “Nosso trabalho é cumprir nossos papéis e impactar o jogo de outras formas.”

    Max Strus também apareceu bem no terceiro período, ajudando Cleveland a abrir 21 pontos de vantagem entrando no último quarto. Foi um sufoco pro Toronto.

    Mitchell mudou o estilo de jogo

    O que mais me impressionou foi ver Mitchell atacando a cesta com mais frequência. Ele converteu 7 de 13 tentativas dentro do garrafão, e o técnico Kenny Atkinson ficou satisfeito com essa mudança de mentalidade.

    “Falei antes do jogo sobre como mudamos nossa mentalidade pra ser mais orientados ao aro e ao garrafão. O Don pode tentar aquelas piruetas de 3, mas acho que ele estava focado em chegar na cesta e tomou decisões muito boas”, explicou Atkinson.

    Sinceramente, acho que essa evolução do Mitchell é o que pode levar Cleveland longe nesses playoffs. O cara já provou que sabe fazer cestas malucas de fora, mas quando ele ataca a cesta assim, fica quase imparável.

    E aí, vocês acham que Mitchell consegue manter essa sequência histórica? Com esse elenco dos Cavaliers, eu não duvido nada que possam incomodar os favoritos no Leste.

  • Harden vira o jogo dos Cavs: domínio total contra os Raptors

    Harden vira o jogo dos Cavs: domínio total contra os Raptors

    Cara, eu não esperava que o James Harden fosse fazer TANTA diferença assim nos Cavs. Mas depois de ver a goleada de 132-126 sobre os Raptors no primeiro jogo da série, tenho que admitir: o Barba mudou tudo nesse time de Cleveland.

    O cara apareceu no pós-jogo todo de branco — camisa, blazer, gravata borboleta, bermuda (sim, bermuda formal) e os próprios tênis signature. Só um cara com essa confiança toda pra fazer um look desses funcionar numa tarde chuvosa de Cleveland. E essa confiança se traduziu em quadra de um jeito absurdo.

    O efeito Harden na defesa dos Raptors

    Olha, tem jogador All-Star e tem jogador que faz a defesa inteira se mexer só de tocar na bola. Harden é do segundo tipo. Toda vez que ele recebia, os Raptors precisavam ajustar a marcação — mandando ajuda no pick-and-roll, sombreando as linhas de passe. Era impressionante ver como eles estavam sempre de olho nele.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, comparou o Harden com um quarterback preciso: “Ele faz a gente funcionar. É como um quarterback super certeiro, vai destruindo com passes curtos.” E cara, fez todo sentido quando vi o jogo.

    Jarrett Allen e Evan Mobley não tiveram números de destaque, mas jogaram com uma eficiência monstruosa. Seis das 11 cestas dos dois pivôs saíram de assistências do Harden. Isso que eu chamo de fazer os companheiros brilharem.

    Toronto sem resposta pro pick-and-roll

    O problema dos Raptors é que o Jakob Poeltl é daqueles pivôs tradicionais no pick-and-roll — fica mais recuado, não tem perna pra subir no nível da tela. Cleveland sacou isso na lata e começou as jogadas lá em cima, quase no meio da quadra. Genial.

    Com mais espaço pra trabalhar, quando a defesa vinha pra cima do Harden, ele simplesmente tocava pros gigantes embaixo da cesta. Se deixavam espaço, ele flutuava a bola por cima. Era um festival de basquete inteligente.

    A melhor resposta de Toronto era mandar ajuda extra no garrafão e forçar a bola a girar pras pontas. Mas aí você está convidando os arremessadores dos Cavs pra festa — e essa turma não perdoa.

    Mitchell liberado pra voar

    E tem outro monstro que se beneficiou absurdamente da presença do Harden: Donovan Mitchell. O cara sempre foi letal penetrando, mas às vezes sofria com as defesas carregando o garrafão só pra ele.

    Com a atenção dividida por causa do Harden, Mitchell teve muito mais espaço pra atacar. Resultado? 32 pontos, 7 de 13 nos arremessos na área restritiva, sete lances livres. Foi a nona vez consecutiva que ele abre uma série de playoffs com mais de 30 pontos no primeiro jogo. Simplesmente surreal.

    “É o trabalho dele”, disse Harden sobre Mitchell. “É pra isso que ele recebe o salário gordo.” A química entre os dois tá funcionando de um jeito que eu sinceramente não imaginava.

    Vocês acham que os Raptors conseguem se ajustar pra o próximo jogo? Porque do jeito que tá, Cleveland parece ter encontrado a fórmula perfeita. Harden ditando o ritmo, Mitchell aproveitando os espaços, e os pivôs dominando a área. Isso aí tem cara de série resolvida rápido.