Tag: James Harden

  • Mitchell destroiu os Raptors: Cavs abrem 1-0 nos playoffs

    Mitchell destroiu os Raptors: Cavs abrem 1-0 nos playoffs

    Cara, os playoffs começaram e que forma de abrir! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu ser monstro no primeiro jogo da série entre Cavaliers e Raptors, despejando 32 pontos numa vitória tranquila por 126 a 113 em casa.

    Mas espera aí — o que mais me impressionou não foi nem o Mitchell (que já a gente sabe que é craque). Foi ver o James Harden chegando em Cleveland e já mandando um double-double logo na estreia pelos playoffs: 22 pontos e 10 assistências. Sinceramente, eu não sabia se essa dupla ia funcionar, mas pelo visto a química tá rolando.

    Max Strus voltou pra bagunçar

    E o Max Strus? Meu Deus do céu! O cara ficou praticamente a temporada toda machucado (67 jogos fora por lesão no pé), só voltou em março, e agora sai do banco pra meter 24 pontos nos Raptors. Isso que eu chamo de timing perfeito.

    Os números não mentem: Mitchell e Harden juntos participaram diretamente de 82 dos 126 pontos dos Cavs (65%). É muita influência na quadra. Toronto até começou bem no primeiro tempo, mas na segunda metade foi um sufoco — só 59 pontos, sendo apenas 22 no terceiro quarto. Os Cavs simplesmente cortaram a transição dos Raptors e dominaram o ritmo.

    Raptors precisam de respostas

    Olha, a situação de Toronto é complicada. Sem o Immanuel Quickley (lesionado), eles ficaram meio perdidos no ataque. O Scottie Barnes até tentou (21 pontos), mas com 5 turnovers e apenas 6/14 nos arremessos, deu pra ver que a pressão pesou.

    A grande pergunta é: que ajustes o Darko Rajaković vai fazer pro Jogo 2? Porque se o Quickley não voltar segunda-feira, vai ser difícil acompanhar essa dupla dos Cavs. Mitchell e Harden tão jogando num nível que… rapaz, pode dar problema pra qualquer um no Leste.

    Vocês acham que Toronto consegue se recuperar? Ou os Cavs vão fazer 2-0 e praticamente definir a série? Uma coisa eu garanto: se o Strus continuar jogando assim saindo do banco, essa equipe de Cleveland vai incomodar muito mais gente nos playoffs.

  • Cavaliers viraram outro time após chegada de Harden

    Cavaliers viraram outro time após chegada de Harden

    Cara, quando eu vi que os Cavaliers iam enfrentar o Toronto nos playoffs, primeira coisa que pensei: “Peraí, esse não é o mesmo Cleveland que perdeu pros Raptors em novembro”. E não é mesmo, mano. Esse time virou uma máquina depois que trouxeram o James Harden.

    Desde que pegaram o Barbudo no dia 4 de fevereiro, os Cavs têm um cartel de 21-9. Segundo melhor aproveitamento do Leste! Isso aí é coisa de time que quer ir longe nos playoffs.

    Olha, eu sempre achei que o Mitchell precisava de um cara experiente do lado dele. E agora tem. Harden pode não ter anel ainda, mas o cara já passou por muita coisa na liga. Como o próprio Donovan falou, ter alguém que “já esteve nesse nível” faz toda diferença na comunicação e nas conversas difíceis.

    O quarteto fantástico (que ainda não se conhece direito)

    Aqui que fica interessante, galera. O core four dos Cavaliers — Harden, Mitchell, Mobley e Jarrett Allen — jogaram apenas sete jogos juntos. Sete! São só 92 minutos de quadra compartilhados.

    Mas quando jogaram juntos? Monstro. Eles têm +26.7 pontos por 100 posses quando estão os quatro em quadra. Números absurdos. O problema é que nos playoffs, a coisa aperta e você precisa de entrosamento. Será que vai dar tempo?

    “Levei um jogo ou dois pra entender onde eles gostam da bola e o que fazer”, admitiu Harden. Sinceramente, acho que essa sinceridade dele é um bom sinal. Pelo menos não tá se fazendo de sabichão.

    Barnes vs Mobley: a revanche que eu tava esperando

    Agora vamos falar do que realmente me empolga nessa série: Scottie Barnes contra Evan Mobley. Esses dois se conhecem desde adolescentes, foram roommates nos camps da seleção americana. Em 2021, Barnes levou o Rookie of the Year na frente do Mobley por pouco.

    Mas ó, o Mobley deu o troco na temporada passada virando o primeiro jogador dos Cavs a ganhar o Defensive Player of the Year. E o Barnes? Cara simplesmente teve uma temporada completa: único jogador da liga com pelo menos 600 rebotes, 400 assistências, 100 tocos e 100 roubos de bola.

    “Sinto que sempre fui bom na defesa, mas elevei pra outro nível”, disse Barnes. E olha, não tá mentindo não. O cara virou um problema pros adversários.

    E aí, pessoal? Acham que essa nova versão dos Cavaliers vai conseguir passar do Toronto? Eu tô curioso pra ver se sete jogos de entrosamento são suficientes pra uma série de playoffs. O histórico contra os Raptors é favorável (7-0 em casa nos playoffs), mas basquete é isso aí né — cada ano é um ano novo.

  • Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cara, chegou a hora da verdade para o Cleveland Cavaliers. Oito anos de altos e baixos, desde a saída do LeBron, passando pela chegada do Donovan Mitchell em 2022, aquele vexame contra o Pacers ano passado… e agora com o James Harden no lugar do Darius Garland desde fevereiro.

    Sinceramente? Nunca vi esse time tão completo quanto agora. É literalmente agora ou nunca para eles — e tudo começa contra o Toronto Raptors no sábado.

    O quinteto titular que pode dar certo

    Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente, mas na minha opinião ele deveria apostar em: Harden, Mitchell, Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Olha só que absurdo: nas 75 posses que esses cinco jogaram juntos, o Cavs teve um net rating de +38.9. É uma amostra pequena, mas cara… que números são esses?

    O Harden e o Mitchell já sabemos — dupla explosiva que pode resolver qualquer jogo. Mas é na defesa que esse quinteto fica monstruoso. Wade, Mobley e Allen formam uma muralha que ninguém passa fácil. Quando esses três estão em quadra juntos, a defesa do Cavs tem rating de 99.4. Para um time que patinou defensivamente durante boa parte da temporada, apostar nos seus melhores defensores faz todo sentido.

    O banco que pode fazer a diferença

    Saindo do banco, eu escalaria Sam Merrill, Max Strus, Keon Ellis e Jaylon Tyson. Pode parecer pouco conhecido para quem não acompanha de perto, mas esses caras são peças fundamentais.

    Merrill e Strus são especialistas no arremesso de 3 e trazem aquela pegada que todo time precisa nos playoffs. O Strus principalmente — o cara já passou por playoffs importantes e sabe fazer as jogadas certas na hora H.

    Agora, o Keon Ellis virou uma revelação defensiva, monstro! O cara pressiona a bola o tempo todo, rouba um monte e ainda acerta 36% das bolas de 3. Já o Tyson foi uma das poucas coisas boas quando o Cavs estava patinando no início da temporada.

    A grande decisão: deixar Schroder de fora

    E aí, vocês concordam em deixar o Dennis Schroder fora da rotação principal? Eu sei que é polêmico, mas o alemão não tá bem desde que chegou — só 40% nos arremessos de quadra e 29% de 3.

    Claro que o Atkinson pode usar ele em momentos específicos (experiência de playoffs nunca é demais), mas como titular fixo? Acho que não rola.

    Olha, na minha visão esse Cavaliers tem tudo para fazer barulho nesses playoffs. Profundidade no elenco, estrelas no seu auge, experiência… só falta encaixar as peças certas. E começar bem contra os Raptors é fundamental — porque se bobear logo de cara, já era.

    Será que o Atkinson vai ter coragem de fazer essas escolhas? Playoffs é isso aí — hora de apostar nas cartas certas.

  • Mitchell deixa claro: quer ficar em Cleveland ‘pelo máximo de tempo possível’

    Mitchell deixa claro: quer ficar em Cleveland ‘pelo máximo de tempo possível’

    Donovan Mitchell não tá brincando em serviço quando fala sobre o futuro dele em Cleveland. O cara simplesmente deixou cristalino que não quer jogar em lugar nenhum além dos Cavaliers.

    “Eu amo Cleveland. Já falei isso antes: quero jogar aqui pelo máximo de tempo que eu conseguir. E o objetivo é ganhar — contanto que a gente continue vencendo no mais alto nível. Mas eu amo, cara. É um lugar que eu sinto que posso chamar de casa, sabe?”, disse Mitchell numa entrevista recente.

    Por que ninguém acredita nele?

    O que me chamou atenção foi quando Mitchell questionou por que o pessoal não acredita quando ele fala que curte estar em Cleveland. Cara, eu entendo a desconfiança — quantas vezes já vimos estrelas falarem isso e depois vazarem pro Lakers ou Miami? Mas olhando o contexto todo, faz sentido ele querer ficar.

    Cleveland não é exatamente um destino glamouroso como Los Angeles ou Nova York, mas os Cavs construíram algo sólido ali. Mitchell tá curtindo a parceria com James Harden no backcourt (que parceria, por sinal!) e genuinamente parece ter encontrado seu lugar na hierarquia do time.

    Os playoffs de 2026 no horizonte

    O astro dos Cavs tá animado com o potencial da equipe pra chegar nos playoffs de 2026 — e olha, se continuar nesse ritmo, dá pra sonhar alto mesmo. A química dele com Harden pode ser o combustível que Cleveland precisava pra fazer uma campanha profunda na pós-temporada.

    Sinceramente? Eu gosto de ver jogador falando assim. Mitchell parece ter abraçado Cleveland de verdade, não só de boca pra fora. E vocês, acreditam que ele realmente quer ficar por lá ou acham que é só conversa pra negociação?

    Uma coisa é certa: se os Cavs continuarem competitivos, Mitchell tem tudo pra se tornar uma lenda por lá. Cleveland merece ter uma estrela que genuinamente quer estar na cidade.

  • Cavs fecham temporada regular com vitória tranquila sobre Wizards

    Cavs fecham temporada regular com vitória tranquila sobre Wizards

    Olha, não tinha muito suspense no último jogo da temporada regular dos Cavs, mas foi gostoso de ver mesmo assim. Cleveland fechou a temporada com uma vitória por 130-117 sobre o Washington Wizards, em casa, numa partida que foi praticamente um treino oficial pro playoff que vem aí.

    Nae’Qwan Tomlin foi o destaque da noite com 26 pontos, enquanto Tyrese Proctor saiu do banco pra meter 22. Com praticamente todos os titulares poupados, a galera da G League e os reservas tomaram conta do show — e convenhamos, foi até melhor assim pra ver quem realmente quer brigar por uma vaga.

    Wizards na fossa, Cavs se preparando

    Do lado de Washington… cara, que temporada sofrida. Eles terminaram com mais uma sequência de 10 derrotas e garantiram o pior record da NBA. Pelo menos vão ter uma pick alta no draft que vem aí, né? Jamir Watkins, Bub Carrington e Sharife Cooper (ex-Cleveland Charge) fizeram mais de 20 pontos cada um, mas não adiantou nada.

    Pra Cleveland, que já tinha garantido a vantagem de casa pelo menos na primeira rodada, o importante era mesmo dar ritmo pro pessoal que vai jogar no playoff. Jaylon Tyson, que deve ter papel importante nos playoffs, fez 18 pontos e mostrou confiança depois de ficar um tempo parado por lesão. O cara tá com 44.7% nos arremessos de 3 na temporada — quarto melhor da liga inteira. Absurdo!

    Banco em ação e olhadas no futuro

    Max Strus teve seus 10 pontos em 17 minutos, nada demais mas também sem desastres. O cara voltou de uma fratura no pé e tá oscilando bastante, então qualquer coisa positiva já é lucro antes dos playoffs começarem.

    Mas quem me chamou atenção mesmo foi o Tyrese Proctor. O garoto quase fez um triple-double: 22 pontos, 11 rebounds (liderou o time) e 8 assistências. Claro que teve 7 turnovers também, mas é esperado de um armador jovem, né? O importante é que ele mostrou por que tem futuro nessa liga.

    A galera da G League — Riley Minix, Olivier Sarr (irmão do Alex que joga em Washington, imagina só) e Tristan Enaruna — jogaram com aquela fome típica de quem quer uma chance na NBA. Todos fizeram duplo dígito em pontos e mostraram intensidade. Cleveland tem fama de ser um bom pipeline da G League pra NBA, e deu pra ver por quê.

    Playoffs chegando com desafio

    Agora é oficial: Cavs vão enfrentar o Toronto Raptors na primeira rodada dos playoffs. A boa notícia é que eles têm a vantagem de casa. A ruim? Não ganharam nenhum jogo dos Raptors na temporada regular.

    Mas calma aí — playoff é outro campeonato. E principalmente: em nenhum desses jogos contra Toronto eles tinham James Harden no elenco. Vocês acham que isso faz diferença? Eu acho que sim. O barba pode ser velho, mas experiência em playoff não se compra em farmácia.

    Enfim, 52 vitórias na temporada regular e agora é hora do que importa de verdade. Será que Cleveland consegue fazer barulho nos playoffs este ano?

  • Cavs entregam jogo pros Hawks e já pensam nos playoffs

    Cavs entregam jogo pros Hawks e já pensam nos playoffs

    Olha, eu já esperava isso mas não dessa forma. Os Cavaliers foram massacrados pelos Hawks por 124 a 102 numa noite que deixou bem claro qual time realmente queria ganhar.

    O Cleveland começou até bem, colocando Evan Mobley e James Harden — dois dos caras principais — em quadra. Até o Jaylon Tyson voltou depois de ficar parado desde março por causa de uma lesão no dedo do pé. E cara, considerando o histórico dos Cavs com esse tipo de machucado, eles não iam arriscar o garoto numa partida qualquer.

    A diferença de motivação foi gritante

    Mas aí que tá — ficou óbvio que Cleveland não tava nem aí pro resultado. E faz sentido, né? Com a derrota garantida na quarta posição do Leste, eles evitam o Boston Celtics até uma possível final de conferência. Estratégia pura.

    Os Hawks, por outro lado, estavam desesperados. Era ganhar ou correr o risco de cair no Play-In. Isso aí é motivação que basta, meu amigo.

    Nos dois primeiros quartos ainda deu jogo. Mas no terceiro período? Meu Deus. Os Cavs chegaram ao absurdo de ficar CINCO posses de bola seguidas sem nem tentar um arremesso. Cinco! O Atlanta aproveitou, roubou bola pra caramba e abriu 30 pontos de vantagem.

    Harden fez sua parte (mas sofreu)

    James Harden foi o cestinha dos Cavs com 20 pontos, mas olha só que loucura: -34 de plus-minus em apenas 25 minutos. Isso diz tudo sobre como foi a noite.

    No quarto período, obviamente, só entraram os reservas. Jogo acabado, tchau e bênção.

    Sinceramente? Acho que foi a escolha certa dos Cavs. Pra que se desgastar numa partida que não muda nada quando você pode descansar pros playoffs? Domingo tem mais um jogo contra o Washington — e eu duvido muito que os titulares entrem em quadra.

    Vocês acham que foi covardia ou estratégia inteligente? Na minha opinião, Cleveland tá pensando no que realmente importa: chegar inteiro pra briga de verdade.

  • Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Olha, se tem uma coisa que tá deixando todo mundo ansioso em Cleveland é essa indefinição no quinteto titular dos Cavaliers. A duas semanas dos playoffs, Kenny Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai ser o ala titular da equipe. E sinceramente? Isso me deixa um pouco preocupado.

    A situação é complicada mesmo. Depois de mexer tanto no elenco na trade deadline de fevereiro — incluindo a chegada bombástica do James Harden —, o time ainda tá tentando se entender em quadra. É como montar um quebra-cabeça gigante faltando pouquíssimo tempo.

    Cinco candidatos, uma vaga

    Atkinson foi bem direto quando perguntaram se Max Strus seria o titular fixo: “Não”. A posição vai ser flexível, e segundo o técnico, “você tem que conquistar a vaga”. Na minha opinião, isso tanto pode ser uma estratégia inteligente quanto um sinal de que ninguém realmente se destacou.

    Os candidatos são cinco: Max Strus, Dean Wade, Sam Merrill, Jaylon Tyson e Keon Ellis. Cada um com suas características, mas nenhum conseguiu cravar de vez a posição ao lado do quarteto base: Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Os números até existem, mas são meio irrelevantes pela amostra ridiculamente pequena. Wade teve um net rating de +23.2, Merrill chegou aos absurdos +55.3, mas estamos falando de 56 e 38 posses respectivamente. É muito pouco pra tirar qualquer conclusão séria.

    O problema Harden

    E tem outro detalhe que me chama atenção: Atkinson ainda tá descobrindo como usar o Harden da melhor forma. O cara chegou há pouco tempo e domingo fez apenas seu 24º jogo pelos Cavs. O técnico até admitiu que anda estudando vídeos antigos do Barba — dos tempos de Houston, Clippers, até dos Nets.

    “Estou roubando jogadas pós-timeout de Houston, vendo como era o espaçamento nos Clippers”, disse Atkinson. Cara, isso é preocupante a duas semanas dos playoffs, não acham?

    É uma situação delicada. Cleveland apostou todas as fichas no talento individual para resolver os problemas, mas basquete é sobre química também. E química leva tempo pra desenvolver — tempo que eles meio que não têm mais.

    Apostando no talento

    Por outro lado, quando o quarteto base joga junto, os números são monstruosos: 121.2 pontos por 100 posses no ataque (88º percentil) e apenas 100.6 sofridos na defesa (100º percentil). O net rating de +20.6 é coisa de outro planeta.

    O problema é que foram só 165 posses juntos. Pra vocês terem uma ideia, isso é menos de 4 jogos completos de dados.

    Atkinson até tentou soar otimista, falando que “é um bom problema ter opções”, mas eu não sei se compro essa. Nos playoffs, você precisa de certezas, de um quinteto que se conhece de olhos fechados. E os Cavs claramente ainda não têm isso.

    Vai ser interessante ver como essa indefinição vai se resolver quando a pós-temporada começar de verdade. Torço pra que o talento individual realmente resolva, porque se não resolver, pode dar ruim pro lado de Cleveland.

  • Cavs dormem 3 quartos e acordam no final pra bater os Pacers

    Cavs dormem 3 quartos e acordam no final pra bater os Pacers

    Cara, eu já perdi a conta de quantas vezes os Cavaliers fizeram isso essa temporada. Dormir no jogo por três quartos e depois acordar como se fosse a final do mundo no último período. Ontem à noite não foi diferente — perdendo por 3 no intervalo, tomaram 33 pontos no terceiro quarto dos Pacers e aí… BAM! Seguraram Indiana em apenas 17 pontos no quarto final e ganharam de 117 a 108.

    E olha que dupla absurda no garrafão de trás: Donovan Mitchell com 38 pontos (16/27 do campo — uma eficiência monstruosa) e James Harden contribuindo com 28. Mitchell ainda pegou 6 rebotes e deu 6 assistências. Sinceramente? Performances assim me lembram por que ele tá entre os melhores da liga.

    O problema não é o Mitchell jogar demais

    Mas vamos combinar uma coisa — por que diabos o Cleveland precisa do Mitchell fazer quase 40 pontos pra bater um time dos Pacers que literalmente tá jogando com o banco todo? Indiana nem disfarça que quer ficar mal na fita pra pegar uma boa posição no draft. Obi Toppin e Micah Potter fizeram 21 cada um, mas convenhamos, não deveria ser páreo.

    E ainda teve aquele susto no final quando o Mitchell pisou meio torto depois de um arremesso de 3. Ele disse que tava tudo certo depois, mas com os playoffs chegando em 13 dias e Cleveland praticamente garantido em quarto no Leste… será que não é hora de poupar o cara?

    Sem Mobley e Allen, improvisação total

    Os Cavs jogaram sem Evan Mobley e Jarrett Allen — duas peças fundamentais do garrafão. No lugar deles, Max Strus e Thomas Bryant se viraram como puderam: 18 pontos, 17 rebotes e 7 assistências combinados. Não é ruim, mas o Strus passou longe do seu melhor dia (1/10 do campo, -8 no +/-).

    Kenny Atkinson já avisou que não tá decidido se o Strus vai continuar como titular. E depois dessa performance, faz sentido. A boa notícia é que Jaylon Tyson deve voltar pros playoffs, embora ainda esteja “atrás” do Dean Wade na recuperação.

    O banco até que funcionou legal — Craig Porter, Larry Nance Jr. e Dennis Schroder jogaram pelo menos 20 minutos cada. O +/- combinado deles foi de +27, que não é brincadeira. Destaque pro Nance, que teve 22 minutos em quadra — o maior tempo dele desde novembro.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse ritmo maluco de ‘dormir e acordar’ nos playoffs? Porque contra Atlanta (que deve ser o adversário na primeira rodada) pode não rolar essa moleza toda…

  • Mitchell explode com 38 pontos e Cavs garantem vantagem em casa

    Mitchell explode com 38 pontos e Cavs garantem vantagem em casa

    Gente, o Donovan Mitchell simplesmente resolveu o jogo ontem à noite. 38 pontos numa performance absolutamente monstruosa contra os Pacers, com direito a 23 pontos só no segundo tempo. O cara literalmente pegou o time nas costas quando mais precisava.

    Os Cavaliers venceram por 117-108 e praticamente selaram a vantagem de mando de quadra nos playoffs. Sinceramente? Não esperava uma atuação tão dominante assim, ainda mais considerando que Cleveland poupou praticamente todo o quinteto titular — Jarrett Allen, Evan Mobley e Sam Merrill ficaram no banco.

    Harden também mandou ver

    E não foi só o Mitchell que brilhou não. James Harden contribuiu com 28 pontos e 7 assistências, mostrando que ainda tem muito basquete pra dar. Thomas Bryant, no primeiro jogo como titular na temporada, fez um double-double bacana: 14 pontos e 10 rebotes.

    O mais impressionante é que os Cavs só tomaram a liderança no terceiro quarto. Ficaram atrás no placar a partida toda, mas quando resolveram acelerar no último período… cara, foi um show à parte. Mitchell acertou 16 de 27 arremessos — eficiência de All-Star mesmo.

    Pacers desfalcados, mas deram trabalho

    Do lado de Indiana, a situação tá complicada. Pascal Siakam e Ben Sheppard machucados, time com apenas 9 jogadores em uniforme e sem seus cinco principais pontuadores. Mesmo assim, Obi Toppin fez 21 pontos (recorde na temporada) e Micah Potter contribuiu com 21 e 12 rebotes.

    O destaque ficou pra Jalen Slawson, que fez carreira-high com 19 pontos. Maluco acertou 4 bolas de três só no primeiro tempo e ajudou Indiana a abrir 47-35 no segundo quarto. Por um momento pensei: “será que os Pacers vão surpreender?”

    Mas aí que tá — Cleveland tem 49-29 de campanha e está a apenas uma vitória de garantir a vantagem de jogar em casa na primeira rodada dos playoffs. Com quatro jogos restantes, eles têm 4 vitórias de vantagem sobre o Atlanta Hawks.

    E vocês, acham que esse Cavaliers tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com Mitchell jogando nesse nível e Harden ainda produzindo, eu tô começando a acreditar nesse time.

  • Mitchell e Harden destroem Pacers – Cavs voando no Easter

    Mitchell e Harden destroem Pacers – Cavs voando no Easter

    Cara, o que foi esse jogo dos Cavaliers contra o Pacers no domingo de Páscoa? Mitchell e Harden simplesmente decidiram que não iam dar chance pro adversário. 38 pontos do Mitchell, 28 do Harden — essa dupla está virando um pesadelo pros adversários.

    Mitchell teve uma das melhores performances da carreira. O cara atacou o garrafão como se fosse dono da quadra, terminando com incríveis 28 pontos só na área pintada. Isso mesmo, 28 pontos no paint! Nunca tinha feito isso na carreira. Infelizmente torceu o tornozelo no finalzinho do jogo, e agora é torcer pra não ser nada sério.

    Harden fazendo escola com o step back

    E o James Harden? Meu amigo, o cara tava imparável com aquele step back dele. Os caras do Indiana pareciam perdidos tentando marcar ele — e quando conseguiam grudar, Harden usava a marcação dupla pra criar espaços pros companheiros. Converteu 5 de 11 tentativas do perímetro e deu show de armação com 7 assistências.

    Sinceramente, quando esse cara tá no mood, não tem jeito. É um dos movimentos mais difíceis de defender na liga.

    Cavs finalmente têm profundidade no garrafão

    Sabe o que mais me chamou atenção? Thomas Bryant fazendo double-double (14 pontos e 10 rebotes) contra o ex-time dele. Era exatamente isso que os Cavs precisavam quando contrataram ele no verão passado — alguém pra dar conta do recado quando Mobley e Allen não podem jogar.

    Óbvio que não dá pra contar com ele numa série de playoffs como titular, mas pra essas situações da temporada regular? Perfeito. Finalmente Cleveland tem opções no banco.

    Keon Ellis também merece destaque. O cara vinha sofrendo lá de três pontos (8 de 32 nos últimos 10 jogos — absurdo!), mas ontem acertou algumas bolas importantes e deu aquela respirada que o time precisava no perímetro.

    Max Strus teve uma noite pra esquecer — só 4 pontos em 1 de 7 do campo e ainda por cima se machucou no pulso. Craig Porter, que andava meio sumido da rotação, voltou bem com 20+ minutos em quadra pela primeira vez em mais de um mês.

    E aí, vocês acham que Mitchell vai ficar fora por muito tempo com essa torção no tornozelo? Com os playoffs se aproximando, qualquer lesão desse nível preocupa. Mas pelo menos mostra que quando saudável, essa dupla Mitchell-Harden pode levar os Cavs longe.