Tag: Jayson Tatum

  • Tatum monstro e Magic surpreende: os melhores do primeiro fim de semana

    Tatum monstro e Magic surpreende: os melhores do primeiro fim de semana

    E aí galera, acabou o primeiro fim de semana dos playoffs de 2026 e já deu pra sentir o clima! Cara, que coisa linda ver os playoffs voltando com tudo. Tivemos algumas zebras, confirmações e muito, mas muito basquete de qualidade.

    Vou ser sincero com vocês: esperava mais surpresas. Quase todos os cabeças de chave mandaram bem em casa, mas teve sim algumas pérolas que me deixaram de queixo caído. Vamos aos destaques que mais me chamaram atenção nesse primeiro round!

    Jayson Tatum voltou pra dominar

    Meu amigo, o que esse cara tá fazendo 11 meses depois de romper o tendão de Aquiles é simplesmente absurdo. Tatum meteu 25 pontos, 11 rebotes e 7 assistências contra os Sixers como se tivesse jogando videogame.

    Ok, ele errou feio nos arremessos de três (1 de 7, que dor), mas o Boston mostrou que tá com fome de título. A forma como dominaram Philadelphia no domingo foi de dar medo nos adversários. Na minha visão, esse Celtics tá entre os favoritos do Leste — e olha que não sou muito fã do time deles, viu?

    O Magic fez o que ninguém esperava

    Gente, quem diabos esperava que Orlando fosse roubar um jogo dos Pistons? Eu certamente não! Detroit liderou a NBA em pontos no garrafão durante a temporada regular (57.9 por jogo), mas o Magic conseguiu a proeza de limitar eles a apenas 34 pontos na área.

    Todos os cinco titulares do Orlando fizeram double-digit. Todos! E o mais impressionante: eles jogaram o mesmo estilo físico que Detroit, só que melhor. Jamahl Mosley, que tava sendo questionado, deve ter dado um sorriso de orelha a orelha.

    Claro, Detroit provavelmente ainda ganha a série. Mas esse jogo pode ter mudado tudo pro Magic. Às vezes é só isso que um time jovem precisa: provar pra si mesmo que consegue.

    Nuggets vs Timberwolves vai ser pancada

    Cara, essa série vai ser o melhor que os playoffs têm pra oferecer. São dois times que se odeiam de verdade — já se enfrentaram em três dos últimos quatro playoffs. A física foi pesada, teve provocação, estrelas de ambos os lados…

    É o tipo de rivalidade que faz a gente lembrar porque ama tanto essa liga. Aposta comigo que essa série vai pra pelo menos seis jogos?

    E o Thunder, meu Deus! Os atuais campeões simplesmente destruíram os Suns por 35 pontos de diferença. A defesa deles tá assombrada — Phoenix fez apenas 34.9% dos arremessos. Dezessete roubadas de bola! Esses caras tão com sangue nos olhos mesmo.

    Donovan Mitchell também merece destaque. 32 pontos contra os Raptors, determinado a finalmente passar da segunda rodada. Junto com James Harden, eles fizeram 60% das bolas de três. Monstros.

    E vocês, o que acharam desse primeiro fim de semana? Alguma surpresa que me passou batido?

  • Tatum monstro na volta aos playoffs: Celtics massacram os Sixers

    Tatum monstro na volta aos playoffs: Celtics massacram os Sixers

    Cara, que volta absurda do Jayson Tatum! Depois de quase um ano parado por causa da lesão no tendão de Aquiles, o cara simplesmente resolveu lembrar pra todo mundo por que é considerado um dos melhores da liga. 25 pontos, 11 rebotes, 7 assistências na goleada de 123-91 sobre os Philadelphia 76ers no Jogo 1. Isso que eu chamo de statement game!

    Vocês lembram do retorno dele em março contra os Mavericks? O cara perdeu seis arremessos seguidos e só conseguiu pontuar no final do primeiro tempo. Completamente fora de ritmo, né? Agora olha só — no primeiro quarto mesmo ele já tinha cravado uma enterrada monstro depois de passar por duas marcações. O TD Garden explodiu, e eu aqui do Brasil também.

    Domínio total desde o primeiro quarto

    O mais impressionante foi como ele controlou o jogo desde o início. Dez pontos, sete rebotes e quatro assistências só no primeiro quarto! O maluco participou de 19 dos 23 pontos dos Celtics no período — mais do que o time inteiro dos Sixers conseguiu fazer (18). Isso é absurdo demais.

    “Não faz muito tempo eu nem tinha certeza se ia conseguir jogar nesta temporada, quanto mais nos playoffs”, disse o Tatum depois do jogo. Mano, dá pra sentir a emoção dele falando isso. Nove anos de carreira e ele nunca tinha estado tão grato por estar em quadra.

    Celtics fazem história (de novo)

    Essa vitória por 32 pontos foi a maior goleada de estreia dos playoffs na história da franquia. E pasmem: já é a quinta vez que eles metem 30+ de diferença nos Sixers nos playoffs — recorde da NBA contra um mesmo adversário.

    Com essa performance, o Tatum chegou a 38 jogos de playoffs com pelo menos 20 pontos e 10 rebotes na carreira. Tá empatado com Kevin McHale no terceiro lugar da história dos Celtics, atrás só de Larry Bird (61) e Bill Russell (48). Pra um cara de 26 anos que perdeu quase uma temporada inteira, é de arrepiar.

    E o Jaylen Brown? Também não brincou em serviço: 26 pontos, sendo o parceiro perfeito do Tatum mais uma vez. Essa dupla quando tá ligada é praticamente impossível de parar.

    Favoritos ao título de novo

    Olha, depois da saída de alguns peças importantes no início da temporada, muita gente achava que os Celtics iam dar uma relaxada este ano. Ledo engano. Eles são os favoritos na Conferência Leste (+140) e têm a segunda melhor odd para o título (+550).

    Se o Tatum continuar jogando nesse nível — e sinceramente, acho que vai — os Celtics têm tudo pra repetir o feito de 2024. A química entre ele e o Brown tá cada vez melhor, o time como um todo parece mais maduro, e agora com essa experiência de quase perder tudo por lesão, o cara tá jogando com uma fome diferente.

    “É incrível ter outra oportunidade de dividir a quadra com ele [Brown] e meus outros companheiros para competir por algo maior que nós mesmos”, disse o Tatum. E aí, vocês acham que rola o bi dos Celtics este ano?

  • Celtics dominam Sixers sem dó: Tatum voltou e quer sangue

    Celtics dominam Sixers sem dó: Tatum voltou e quer sangue

    Olha, eu já sabia que ia ser difícil pros Sixers sem o Embiid, mas o que rolou ontem em Boston foi simplesmente um massacre. 123 a 91. Cento e vinte e três a noventa e um! Dá pra acreditar nisso?

    Cara, desde 1982 — quando os Sixers conseguiram bater o Celtics num jogo 7 histórico — esses dois times se enfrentaram seis vezes nos playoffs. Adivinha quem ganhou todas? Isso mesmo, Boston. E pelo que vi no jogo 1, essa série pode muito bem virar a sétima.

    Tatum voltou querendo guerra

    O Jayson Tatum simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo que aquela lesão no tendão de Aquiles ficou no passado. 25 pontos, 11 rebotes, 7 assistências em apenas 32 minutos de quadra. O cara jogou como se nunca tivesse se machucado.

    “Eu entendo a magnitude da lesão”, disse Tatum depois do jogo. E ele tem razão — voltou de uma das piores lesões que um jogador pode ter. Sinceramente, eu achava que ele ia demorar mais pra pegar o ritmo, mas o monstro tá jogando num nível absurdo.

    Na minha visão, esse Celtics com Tatum 100% é candidato real ao título. A forma como dominaram os Sixers sem força foi assustadora.

    Sixers sem Embiid = missão impossível?

    Vamos ser honestos: Philadelphia sem Joel Embiid é outro time. Completamente diferente. O cara passou por uma apendicectomia de emergência no dia 9 de abril e tá fora por tempo indeterminado.

    Os números não mentem: 2 de 16 do perímetro no primeiro tempo. Dois de dezesseis! Como você quer ganhar dos Celtics errando tudo de três? E pior: deram 22 pontos de vantagem em bolas perdidas (22 a 3). Isso é receita pra desastre contra qualquer time, imagine contra Boston.

    O Nick Nurse, técnico dos Sixers, resumiu bem: “Muita coisa deu errado, com certeza. Os minutos ao redor [do período bom] foram absolutamente inaceitáveis.”

    Vocês acham que os Sixers conseguem pelo menos tornar a série competitiva? Eu tô começando a achar que vai ser 4-0 mesmo, não vou mentir. Boston tá jogando um basquete perfeito e Philadelphia… bem, tá tentando.

    O jogo 2 é terça-feira, em Boston de novo. Se os Celtics ganharem, pode ir preparando as malas, Philly. Série encerrada.

  • Celtics voltaram a ser candidatos ao título com Brown dominando

    Celtics voltaram a ser candidatos ao título com Brown dominando

    Cara, quem disse que os Celtics iriam afundar sem o Jayson Tatum estava completamente errado. Completamente.

    Olha só a situação: todo mundo prevendo que Boston ia virar piada da liga com o Tatum se recuperando da lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu nos playoffs do ano passado. Galera falando que seria um “ano perdido”, que o time acabaria no draft lottery depois de perder peças importantes do título de 2024 como Jrue Holiday, Porzingis e Al Horford.

    E o que aconteceu? Os caras conquistaram a 50ª vitória pelo quinto ano consecutivo. Cinquenta vitórias em um “ano de transição”.

    Jaylen Brown assumiu as rédeas e virou monstro

    O Jaylen Brown não só pegou a responsabilidade de liderar o time — ele literalmente explodiu. Médias de carreira: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências. Esses números são de candidato a MVP, galera.

    “Obviamente minha mentalidade era chegar e competir. Mas a forma como o grupo se juntou tão rapidamente… não demorou muito. Achei que demoraria um pouco mais”, admitiu o Brown. E sinceramente, eu também não esperava que eles se adaptassem tão rápido assim.

    O mais impressionante é que todo mundo contribuiu. Derrick White sendo uma muralha na defesa (liderou todos os armadores da NBA em arremessos contestados), Payton Pritchard se ajustando perfeitamente, Sam Hauser mantendo a mira quente de três, e o Neemias Queta — nosso brasileiro — crescendo muito no primeiro ano como titular.

    A volta de Tatum mudou tudo (para melhor)

    Quando o Tatum voltou em março, muita gente ficou com o pé atrás. Será que ia bagunçar a química que o time tinha construído? Será que o Brown ia conseguir dividir o protagonismo?

    A resposta veio na quadra: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.1 assistências em 16 jogos. O cara voltou e se encaixou como uma luva. “É impressionante a velocidade com que ele voltou ao seu nível, mantendo o foco em permanecer saudável”, disse o técnico Mazzulla.

    E vocês sabem qual foi o momento mais simbólico da volta dele? O jogo no Madison Square Garden contra os Knicks — o primeiro lá desde a lesão. Tatum falou que esses momentos fortaleceram o amor pelo basquete que ele tinha medo de perder durante a reabilitação.

    “Você passa por altos e baixos mentalmente quando sofre uma lesão, especialmente uma como a que eu tive. Momentos de dúvida… Mas definitivamente há um senso de gratidão”, admitiu Tatum.

    Agora os Celtics estão como segundo seed do Leste e prontos para mais uma campanha de playoffs. A dupla Brown-Tatum já jogou junta por nove temporadas — mais que lendas como Russell-Cousy (7 anos) e até Shaq-Kobe (8 anos).

    E aí, vocês acham que eles conseguem repetir o título de 2024? Porque pelo que estou vendo, esse time está faminto e mais maduro que nunca.

  • Celtics x 76ers: Esse clássico promete fogo nos playoffs

    Celtics x 76ers: Esse clássico promete fogo nos playoffs

    Cara, que saudade de ver esse clássico! Boston Celtics e Philadelphia 76ers vão se enfrentar pela 24ª vez na história dos playoffs da NBA — e olha, essa rivalidade nunca decepciona.

    Os Celtics terminaram a temporada regular com 56-26, garantindo a segunda colocação no Leste. Já os Sixers tiveram que suar na camisa pra chegar aqui: 45-37 na temporada e ainda precisaram passar pelo Magic no play-in. Mas chegaram, e isso é o que importa.

    Tatum volta no momento certo

    A grande novidade é que Jayson Tatum finalmente está 100% depois de perder os quatro jogos contra o Philadelphia na temporada regular por causa da lesão no tendão de Aquiles. E cara, faz TODA a diferença ter o cara de volta. Na minha opinião, sem ele a série seria bem mais equilibrada — com ele, Boston vira favorito moleza.

    Durante a temporada, as equipes dividiram os confrontos 2-2. Mas vamos combinar: sem Tatum, essas vitórias dos Celtics foram no sufoco. Duas derrotas por 1 e 2 pontos de diferença. Com o craque de volta…

    Embiid é a grande incógnita

    Do lado do Philadelphia, a grande pergunta é: Joel Embiid vai jogar? O cara passou por uma apendicectomia de emergência e ninguém sabe ao certo se ele vai estar em condições. Se não rolar, toda a pressão vai cair no colo de Tyrese Maxey e Paul George.

    E olha, o Maxey é monstro — pode decidir um jogo sozinho se estiver inspirado. Mas sustentar isso numa série de sete jogos contra um Boston que tem Tatum E Brown? Complicado.

    O que mais me chama atenção é que Boston domina praticamente todas as estatísticas da temporada, exceto pontos por jogo. Defensivamente então, nem se fala — os caras são uma muralha quando querem.

    Minha análise sincera

    Vocês acham que Philadelphia tem chance real nessa série? Eu vou ser honesto: acho difícil. Boston venceu cinco das últimas seis séries de primeira rodada em no máximo cinco jogos. É uma máquina de fazer varredura.

    Mas (sempre tem um mas, né?), se os Sixers conseguirem manter os jogos equilibrados até o final e Maxey resolver virar o Michael Jordan por alguns jogos… aí a coisa pode ficar interessante. O Philadelphia tem um dos melhores aproveitamentos em momentos decisivos da liga.

    A série começa domingo, dia 19, com transmissão da ABC. Vai ser show — esses clássicos entre rivais históricos sempre entregam drama e jogadas absurdas. Só espero que não termine em 4-0 porque aí perde a graça.

  • Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Gente, vocês viram o report de lesões do Celtics para o jogo de domingo contra o Magic? Sete jogadores. SETE. Entre desfalques confirmados e prováveis, Boston pode entrar em quadra praticamente com o time reserva.

    Jayson Tatum (gestão do tendão de Aquiles), Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Derrick White (contusão no joelho) e Neemias Queta (torção no dedo do pé) estão fora. Sam Hauser (espasmo nas costas), Payton Pritchard (fascite plantar) e Nikola Vučević (gestão de fratura no dedo) são dúvidas.

    Poupança estratégica ou precaução exagerada?

    Olha, não vou mentir — isso cheira a poupança mesmo. Os Celtics já garantiram a segunda colocação no Leste com uma rodada pra acabar a temporada regular. Nenhuma dessas lesões parece ser coisa séria, tanto que todo mundo (menos o Tatum) jogou na sexta contra o Pelicans, numa vitória tranquila que selou a posição na conferência.

    É aquela velha estratégia: pra que arriscar? Melhor chegar nos playoffs com todo mundo 100% do que forçar a barra agora. Eu entendo a lógica, mas confesso que fico meio receoso com tanto tempo parado pra galera principal.

    Magic jogando pra valer

    Do outro lado, o Orlando vai com força total. Só Jonathan Isaac (joelho) e Jett Howard (tornozelo) são dúvidas. E cara, eles têm motivo pra levar a sério — estão brigando pela sexta posição no Leste.

    Atualmente na sétima colocação com 45-26, o Magic está empatado com o Toronto Raptors. Se os Raptors ganharem do Nets na última rodada, ficam com o sexto posto. Senão, Orlando pode subir uma posição e evitar o play-in.

    E tem mais: existe uma boa chance desses dois times se enfrentarem logo na primeira rodada dos playoffs. Boston pega o vencedor do play-in entre o 7º e 8º colocados (Philadelphia atualmente em oitavo). Lembram do ano passado? Celtics eliminou o Magic em cinco jogos na primeira fase.

    Nesta temporada eles se enfrentaram três vezes — todas em novembro — com Boston levando a melhor em duas. Domingo às 18h no TD Garden pode ser um preview do que vem por aí nos playoffs.

    E aí, acham que os Celtics estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo? Eu fico dividido, mas entendo que saúde vem primeiro.

  • Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks bateram os Celtics por 112 a 106 numa partida que foi simplesmente sensacional do começo ao fim. E o protagonista da noite? Josh Hart, que virou um monstro no último período.

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas a performance do Hart nos minutos finais foi de outro mundo. O cara acertou 5 de 7 tentativas do perímetro, sendo que 3 dessas bombas vieram justamente no quarto período quando o jogo estava pegando fogo. É o tipo de clutch que define jogos de playoff — e sinceramente, se essa vai ser a pegada de uma possível série entre esses times nos playoffs, eu já tô comprando pipoca.

    Tatum voltou bem, mas não foi suficiente

    O contexto do jogo deixava tudo ainda mais interessante. Era o retorno do Jayson Tatum ao MSG depois daquela lesão feia no tendão de Aquiles que ele sofreu aqui mesmo na temporada passada. O cara chegou motivado e fez um triple-double quase perfeito: 24 pontos, 14 rebotes e 8 assistências. Problema é que do outro lado tinha o Jalen Brunson fazendo a vida dos Celtics um inferno.

    Brunson terminou com 25 pontos e 10 assistências — e pasmem, com apenas 1 turnover! Que controle absurdo. É impressionante como esse baixinho consegue comandar o ataque dos Knicks sem dar bobeira. Na minha visão, ele tá entre os 5 armadores mais inteligentes da liga hoje.

    Hart decidiu quando importava

    Mas voltando ao Hart… meu Deus, que frieza! Os Knicks estavam numa briga de cachorro no final e o cara simplesmente decidiu que ia resolver. Terminou a noite com 26 pontos convertendo 10 de 15 arremessos. E não foi só o volume de pontos — foi QUANDO ele fez esses pontos.

    Os Celtics até tentaram reagir. O Payton Pritchard (que eu chamo carinhosamente de “Milk Dud Humano”) fez 23 pontos saindo do banco e incomodou bastante. O Baylor Scheierman também colaborou com 20, mas não teve jeito. Quando o Hart entrou naquele ritmo no perímetro, acabou o jogo.

    Karl-Anthony Towns fez sua parte usual com 16 pontos e 12 rebotes, e o Mitchell Robinson trouxe aquela energia defensiva que faz falta quando o jogo esquenta. Mas sejamos honestos: a vitória teve nome e sobrenome — Josh Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa pegada se realmente enfrentarem Boston nos playoffs? Porque se for pra rolar série entre esses dois times, eu já cancelo todos os compromissos.

  • Tatum vence o medo e volta ao MSG onde se machucou feio

    Tatum vence o medo e volta ao MSG onde se machucou feio

    Cara, que momento. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden ontem à noite e, sinceramente, eu não sei como ele conseguiu controlar a emoção. Imaginem vocês: 11 meses atrás, no mesmo lugar, o cara rompeu o tendão de Aquiles numa semifinal de conferência contra os Knicks. O que ele mesmo chamou de “o pior momento da minha vida”.

    E agora? Voltou lá e saiu andando com as próprias pernas. Literalmente.

    “Só queria sair de pé”

    O Tatum foi direto ao ponto depois da derrota por 112-106 (que nem importa muito nesse contexto): “Obviamente eu queria ganhar e jogar bem, mas o mais importante era sair da quadra com meus próprios pés”.

    Monstro. 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências em 40 minutos. Ok, não foi perfeito — errou muito arremesso de três (2 de 10) e deu seis bolas perdidas. Mas quem liga? O cara enfrentou o fantasma de frente e ganhou.

    O Baylor Scheierman, companheiro do Tatum, disse que ele estava “calmo e controlado”. Mas o próprio astro admitiu: “Foi muito intenso, especialmente no começo. Demorei um tempo pra me acalmar”.

    A decisão mais difícil

    Olha, eu achei genial a escolha dele. Como não joga nos dois jogos de back-to-back seguidos (ainda se recuperando), tinha que decidir: MSG na quinta ou em casa contra o Pelicans na sexta. Escolheu enfrentar os demônios logo.

    “Precisava tirar esse gosto amargo de jogar aqui”, explicou. E fez bem — porque se os Celtics enfrentarem os Knicks nos playoffs (o que é bem provável), pelo menos agora ele já quebrou essa barreira mental.

    Durante o jogo, teve momentos que ele próprio admitiu: “Tive que me lembrar de respirar e que tudo ia ficar bem”. Imaginem a pressão psicológica, cara.

    O que vem por aí

    Com o Tatum de volta e jogando 39-40 minutos nas últimas partidas, Boston virou favorita nas casas de apostas pra chegar na Final da NBA pela terceira vez em cinco anos. Absurdo, né? Considerando tudo que rolou — a lesão grave, as saídas de jogadores importantes…

    Mas o mais legal foi ver até a torcida dos Knicks aplaudindo quando ele foi apresentado. E o Jalen Brunson falando como fica feliz de ver o Tatum saudável de novo. Isso é basquete, pessoal.

    E aí, acham que essa volta ao MSG vai dar aquela confiança extra pro Tatum nos playoffs? Pra mim, foi o momento que ele precisava pra provar — principalmente pra ele mesmo — que tá 100% de volta.

  • Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Que jogaço foi esse no MSG! Josh Hart simplesmente resolveu virar o monstro no último quarto e carregou os Knicks nas costas pra uma vitória de 112 a 106 sobre os Celtics. Cara, 15 pontos só no quarto período final — quando a coisa apertou, o cara apareceu.

    Olha, eu já falei aqui no Sexto Homem que o Hart é subestimado demais. O cara fez 26 pontos no total (10/15 nos arremessos, sendo 5/7 do perímetro) e ainda defendeu pra caramba. Quando você tem um jogador que aparece nos momentos decisivos assim, é porque o time tem mentalidade vencedora mesmo.

    Brunson e Towns fazendo a parte deles

    Jalen Brunson não deixou por menos: 25 pontos e 10 assistências. Double-double caprichado do armador que tá tendo uma temporada absurda. E o Karl-Anthony Towns? 16 pontos e 12 rebotes. Nada espetacular nos números, mas fez o trabalho sujo quando precisava.

    O que mais me impressionou foi a dupla Brunson-Towns funcionando bem nos pick-and-rolls. Eles tão entendendo o jogo um do outro cada vez mais, e isso vai ser fundamental nos playoffs.

    Tatum voltou, mas não foi suficiente

    Jayson Tatum jogou pela primeira vez no Madison Square Garden desde que rompeu o Aquiles nos playoffs do ano passado. Que volta difícil, né? O cara fez 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências — números bons —, mas com apenas 7/22 nos arremessos. Dá pra ver que ainda tá voltando ao ritmo.

    Sem o Jaylen Brown em quadra, quem salvou os Celtics foi o Payton Pritchard saindo do banco com 23 pontos em 35 minutos. E o Baylor Scheierman? Meu Deus, 20 pontos com 6/7 do perímetro! O cara quase roubou o jogo sozinho no quarto período.

    Sinceramente, achei que os Celtics iam levar essa. Eles chegaram a abrir 7 pontos no último quarto, mas aí o Hart decidiu que não ia deixar barato. Duas bolas de três no último minuto pra fechar o caixão — isso é de clutch player raiz.

    Com essa vitória, os Knicks (52-28) chegaram no total de vitórias da temporada passada com ainda dois jogos pela frente. E olha que briga gostosa pela segunda posição do Leste! Vocês acham que eles conseguem passar os Celtics na classificação geral?

    O clima no MSG tava de playoff mesmo. Esse tipo de jogo que te prepara pro que vem pela frente. Hart foi o MVP da noite, sem dúvida — defendeu bem o Tatum e apareceu quando mais precisava. É esse tipo de jogador que faz a diferença nas séries eliminatórias.

  • Tatum volta ao Madison Square Garden e marca 24, mas Knicks vencem

    Tatum volta ao Madison Square Garden e marca 24, mas Knicks vencem

    Cara, que noite emocionante no Mecca do basquete. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden pela primeira vez desde que rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs do ano passado — e mesmo marcando 24 pontos, viu os Knicks levarem a melhor por 112 a 106.

    Olha, eu não sei vocês, mas fiquei arrepiado só de pensar na pressão que o cara deve ter sentido pisando naquela quadra de novo. Ruptura de Aquiles é coisa séria, e voltar justamente no MSG? Isso é filme.

    Jogo de vai e vem épico

    Os Knicks começaram mandando — chegaram a abrir 72-59 no terceiro quarto. Aí que eu pensei: “Pronto, vai ser massacre”. Mas não, né? Os Celtics não são time pra entregar os pontos assim.

    Boston aplicou um 24-9 devastador e virou o jogo. Baylor Scheierman e Tatum acertaram arremessos de 3 consecutivos, colocaram os visitantes na frente por 89-83, e a galera do Garden ficou meio tensa (imagino eu, né).

    Só que os Knicks responderam na mesma moeda — empataram em 92-92 com sete pontos seguidos. Daí pra frente foi troca-troca o tempo todo. Karl-Anthony Towns acertou uma bomba pra colocar NY na frente por 99-98, e o negócio ficou maluco.

    Josh Hart resolve no final

    No finalzinho, quem decidiu foi Josh Hart. O cara terminou com 26 pontos — mais que o próprio Tatum — e quando precisou, meteu a decisiva de longa distância. Jalen Brunson também jogou muito, com 25 pontos e 10 assistências. Que dupla, cara.

    Towns fez um double-double discreto mas eficiente: 16 pontos e 12 rebotes. Os Knicks melhoraram pra 52-28 e seguem firmes na terceira posição do Leste.

    Boston jogou sem Jaylen Brown, que ficou de fora por causa de uma tendinite no tendão de Aquiles esquerdo. Coincidência meio estranha, né? Os dois principais jogadores do time com problemas no Aquiles… Enfim, os Celtics recebem o Pelicans hoje no TD Garden.

    Sinceramente? Mesmo na derrota, ver o Tatum de volta àquela quadra já foi uma vitória. E vocês, acham que ele tá 100% recuperado ou ainda sente alguma coisa da lesão?