Tag: Joel Embiid

  • Embiid fora do Jogo 2: lesões no tornozelo e quadril preocupam

    Embiid fora do Jogo 2: lesões no tornozelo e quadril preocupam

    Cara, já começou a dor de cabeça pros fãs dos Sixers. Joel Embiid foi cortado do Jogo 2 contra os Knicks por causa de lesões no tornozelo e no quadril. E olha, não é uma decisão de última hora não — o cara nem conseguiu participar do treino de aquecimento na manhã de quarta-feira.

    Sinceramente, isso me preocupa muito. Embiid vinha sentindo dores tanto no tornozelo quanto no quadril, e mesmo com tratamento 24 horas por dia, não rolou. O gigante de 2,13m simplesmente não tinha condições de entrar em quadra.

    Situação complicada na série

    A situação dos Sixers já não estava fácil mesmo. Eles perderam o Jogo 1 em casa e agora precisam virar o jogo sem seu principal astro. É aquela pressão que todo mundo que acompanha playoffs conhece — perder em casa pro adversário pegar confiança é sempre perigoso.

    Mas calma aí. Lembram da primeira rodada contra o Celtics? Os caras conseguiram ganhar o Jogo 2 em Boston mesmo sem o Embiid. Tobias Harris e James Harden tiveram que subir o nível, e deu certo naquele momento.

    A preocupação real com o MVP

    O que me deixa mais nervoso não é nem este jogo específico, mas sim o histórico de lesões do Embiid. O cara é um monstro quando está 100%, mas essas questões físicas sempre aparecem nos momentos mais importantes da temporada.

    Vocês acham que ele volta pro Jogo 3? Porque se a coisa se estender, aí sim a situação fica crítica pra Filadélfia. Os Knicks não são brincadeira, especialmente jogando em casa no Madison Square Garden.

    O tratamento intensivo que ele está recebendo mostra que a organização está fazendo de tudo pra ter ele de volta o mais rápido possível. Mas será que vale a pena forçar? Às vezes é melhor garantir que ele esteja 100% pra uma possível sequência da série do que arriscar piorar a situação.

    Por enquanto, Tyrese Maxey e companhia vão ter que se virar sozinhos. E olha, não é impossível — mas vai ser um teste e tanto pra esse elenco dos Sixers.

  • 76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    Cara, que massacre foi esse ontem? Os 76ers tomaram uma sapatada histórica dos Knicks por 137-98 no primeiro jogo da semifinal de conferência. Dói até de escrever esse placar, mas vou ser sincero: já esperava algo assim depois daquela batalha épica no Jogo 7 contra os Celtics há apenas 48 horas.

    O problema é que enquanto os Knicks estavam descansadinhos em casa, nossos caras mal tiveram tempo de respirar depois daquela guerra em Boston. E isso ficou bem claro na quadra.

    Jalen Brunson destruiu geral

    O cara simplesmente resolveu jogar basquete em um nível absurdo. 35 pontos com 66% de aproveitamento de quadra – esses números são de videogame, galera. E não foi só ele não: Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges e OG Anunoby combinaram 52 pontos acertando 72% dos arremessos. É muito tiro certeiro, impossível competir contra isso quando você tá com as pernas pesadas.

    Do lado dos Sixers, o negócio foi bem complicado. Embiid e Maxey – nossos principais nomes – somaram apenas 27 pontos juntos com uns míseros 30% de aproveitamento. Quando seus astros não aparecem, não tem jeito.

    Paul George salvou a pátria (pelo menos um pouco)

    Se teve alguém que mostrou que veio pra jogar essa série, foi o PG13. O maluco fez 17 pontos com 6 de 11 arremessos e ainda acertou 4 das 6 tentativas do perímetro. Sinceramente, sem ele teria sido ainda pior – se é que isso é possível.

    George começou quente logo no primeiro período, acertando de três após um passe do Embiid que sofreu marcação dupla. Depois meteu outra bomba atacando o Mitchell Robinson na tela, e ainda abriu o segundo quarto com mais um arremesso certeiro da ala esquerda. O cara tava inspirado mesmo.

    E não foi só nos arremessos não. Ele encontrou o Kelly Oubre várias vezes no primeiro tempo – uma vez com um passe perfeito pro Oubre cortar e enterrar, depois numa assistência após uma penetração que resultou numa tripla livre. Jogadas que mostram por que contrataram o veterano.

    Oubre deu o ar da graça também

    Falando no Kelly Oubre Jr., o cara finalmente acertou umas bolas de três e jogou com uma energia boa dos dois lados da quadra. Começou a partida até com um toco no Josh Hart – coisa linda de se ver.

    Teve umas perdas de bola chatinhas, mas mostrou que pode ser um fator importante nessa série cortando pro garrafão. Várias enterradas em cortes bem executados ajudaram a manter o ataque funcionando pelo menos no primeiro tempo. Inclusive liderou o time nos rebotes, o que é meio preocupante pensando nos jogos que vêm por aí.

    Olha, não vou mentir pra vocês: foi feio. Muito feio. Mas às vezes é assim mesmo nos playoffs – você perde um jogo por diferença grande e o mundo não acaba. A questão é como a equipe vai responder no próximo jogo. Vocês acham que os caras conseguem se recuperar dessa ou a fadiga vai pesar muito?

    Uma coisa é certa: se o Embiid e o Maxey não aparecerem no próximo jogo, vai ser bem complicado. A defesa dos Knicks tá consistente demais no meio de quadra, e sem transição rápida fica difícil criar espaços. Mas hey, é isso aí – NBA playoffs é isso mesmo, uma montanha russa de emoções.

  • Knicks atropelam os Sixers e mostram que são candidatos reais no Leste

    Knicks atropelam os Sixers e mostram que são candidatos reais no Leste

    Cara, os Knicks estão jogando um basquete absurdo nestes playoffs. Depois de destruírem os Hawks na primeira rodada, os caras chegaram nas semifinais do Leste e fizeram a mesma coisa com os Sixers: uma surra de 137 a 98 no jogo 1. Quarenta pontos de diferença!

    O técnico Mike Brown até tentou motivar o time antes do jogo, falando que os Sixers com Embiid, Maxey e Paul George saudáveis eram perigosos. “Quando esses três jogaram juntos, ganharam 65% dos jogos”, disse ele. Só que na real, eles foram apenas 11-10 quando jogaram juntos na temporada regular. Mas enfim, né? Técnico tem que vender o peixe dele.

    Brunson comandando e defesa sufocando

    Jalen Brunson foi simplesmente monstro: 35 pontos liderando uma ofensiva que funcionou do primeiro ao último minuto. Mas o que mais me impressiona nesses Knicks é a defesa. Eles fizeram com Maxey a mesma coisa que fizeram com Trae Young na série anterior – sufocaram o cara completamente.

    Maxey, que é All-Star e um dos caras mais rápidos da liga, conseguiu apenas 13 pontos com 3/9 nos arremessos. Quatro turnovers contra apenas duas assistências. Isso é defesa de elite, pessoal.

    E o Embiid? O cara até foi pra linha do lance livre nove vezes (que é onde ele sempre vai bem), mas nos arremessos de quadra foi um desastre: 3/11. Karl-Anthony Towns, Mitchell Robinson e OG Anunoby se revezaram pra incomodar o gigante, e funcionou perfeitamente.

    Profundidade que faz a diferença

    Uma coisa que tá chamando atenção é como esse time do Knicks tem banco. No quarto período, com o jogo já decidido, a torcida do MSG começou a gritar “WE WANT KOLEK!” pro Tyler Kolek entrar. E quando ele entrou, fez oito pontos com quatro assistências. Isso é luxo que poucos times têm nos playoffs.

    Os Sixers, por outro lado, chegaram cansados dessa série. Tinham jogado até sábado em Boston, enquanto os Knicks descansaram. Nick Nurse até tirou os titulares no terceiro quarto com cinco minutos ainda no relógio e perdendo por 31. Imagina a frustração…

    Sinceramente? Eu não esperava que os Knicks chegassem nesse nível. Quando trocaram por OG Anunoby no meio da temporada, todo mundo falou que era uma boa, mas ver eles dominando assim nos playoffs é outra história. E olha que o Brunson ainda falou depois do jogo: “Não vamos ver esse mesmo time do Philadelphia no jogo 2. Eles vão estar prontos.”

    Será mesmo? Porque pelos playoffs até agora, quem tá mostrando ser o time a ser batido no Leste são esses Knicks. E vocês, acham que Philadelphia consegue reagir em casa ou essa série já era?

  • 76ers tomaram uma surra histórica no jogo 1 — mas já voltaram de 3×1

    76ers tomaram uma surra histórica no jogo 1 — mas já voltaram de 3×1

    Olha só, eu sabia que ia dar ruim pro Philadelphia 76ers ontem à noite. Cara, só dois dias depois de completar uma virada histórica contra o Boston Celtics no jogo 7, os caras foram pra quadra contra o New York Knicks e… tomaram uma surra de 137 a 98. Sim, você leu certo. TRINTA E NOVE pontos de diferença.

    “É igual à série passada. Eles não ganham pontos extras por abrir vantagem hoje à noite”, falou o Paul George depois do massacre. E o cara tem razão — afinal, os Sixers já voltaram de uma situação praticamente impossível há dois dias atrás.

    O cansaço pesou ou foi só desculpa?

    Joel Embiid jogou apenas 24 minutos e converteu só 3 de 11 arremessos. O Tyrese Maxey, que teve média de 26.9 pontos na primeira rodada, ficou CINCO MINUTOS sem fazer uma cesta sequer no segundo quarto. Terminou com míseros 13 pontos.

    O técnico Nick Nurse disse antes do jogo que não sabia qual seria o impacto do intervalo curto. Bom, agora ele sabe. “Você não pode inventar desculpas”, admitiu Nurse. “Sabíamos que poderia ser difícil, mas nunca se entra num jogo esperando que isso aconteça.”

    Sinceramente? Acho que o cansaço pesou sim. Depois daquela série insana contra Boston, com toda aquela tensão e desgaste físico, era quase impossível manter o mesmo nível. Os Knicks aproveitaram isso e meteram 65.9% de aproveitamento no primeiro tempo. Absurdo.

    A virada histórica ainda tá fresca na memória

    Aqui vai um dado interessante: os 76ers quase bateram o recorde de maior derrota em playoffs da franquia. O “recorde” é de 1982, quando perderam por 40 pontos pro… Boston Celtics. E adivinha? Eles voltaram e ganharam aquela série também.

    A questão é que essa turma do Embiid já mostrou que tem sangue frio. Perderam o jogo 1 contra Boston por 32 pontos, perderam o jogo 4 por mais 32, e mesmo assim conseguiram a virada mais improvável que eu já vi na minha vida. Foram o 14º time na história da NBA a reverter uma desvantagem de 3-1.

    “Vindo da série que tivemos e da intensidade física que mostramos, eu gostaria de pensar que talvez os caras estavam cansados”, disse Embiid. “Mas não é desculpa. Vamos pro jogo 2.”

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem repetir a mágica? Eu confesso que ainda tô meio em choque com o que eles fizeram contra Boston. Se conseguiram voltar daquela situação, por que não podem fazer de novo?

    O problema é que agora enfrentam um Knicks que tá jogando um basquete bonito demais. Aproveitaram cada limitação do Embiid (que ainda não tá 100% depois da apendicite), correram na transição e fizeram 16-3 em pontos de contra-ataque. Foi um show de bola… pros torcedores de Nova York.

  • Brunson já sabe: Sixers vão vir com sede de vingança no Jogo 2

    Brunson já sabe: Sixers vão vir com sede de vingança no Jogo 2

    Olha só, 39 pontos de diferença no primeiro jogo dos playoffs. Trinta e nove! Os Knicks simplesmente destruíram o Philadelphia 76ers no Madison Square Garden, e agora todo mundo tá perguntando: será que vai ser assim fácil a série toda?

    Jalen Brunson, que tem sido o cérebro dessa máquina dos Knicks, já botou os pés no chão. “Não acho que vamos ver o mesmo time que enfrentamos no Jogo 1”, disse o armador. E cara, ele tá certíssimo.

    Uma surra histórica no MSG

    A atuação dos Knicks foi daquelas que você guarda na memória. Defensivamente, eles anularam completamente a dupla Tyrese Maxey e Joel Embiid – imagina só, os dois caras mais perigosos dos Sixers fizeram apenas 27 pontos JUNTOS. Seis cestas de quadra no total. Isso não é defesa, é quase crime (risos).

    No ataque? 63% de aproveitamento de quadra. Todo mundo que entrou fez pelo menos uma cesta. Josh Hart resumiu bem: “Jogamos 48 minutos completos de basquete dos Knicks”.

    E tem um dado que é absolutamente absurdo: nas últimas quatro partidas, New York ganhou por uma diferença combinada de 135 pontos. Isso é recorde histórico nos playoffs da NBA. Recorde histórico, gente!

    Pé no freio e foco no próximo jogo

    Mas é aqui que mora o perigo, né? Quando você faz uma partida dessas, é fácil relaxar. Mikal Bridges, veterano experiente que já passou por altos e baixos na carreira, foi direto ao ponto: “É bom, mas é só um jogo. Volta tudo pra 0 a 0 no Jogo 2”.

    Brunson completou o raciocínio com a maturidade de quem já aprendeu que nos playoffs, time encurralado é time perigoso. “Você tem que encarar isso com um grão de sal e seguir em frente”, disse o armador.

    Sinceramente, acho que ele tá certo. Os Sixers vão voltar completamente diferentes na quarta-feira. Joel Embiid deve estar fervendo de raiva depois de fazer só 12 pontos, e Maxey provavelmente passou a madrugada toda vendo os errinhos do primeiro jogo.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem manter esse nível absurdo? Ou os Sixers vão conseguir equilibrar a série no Jogo 2?

    A resposta vem quarta-feira, 19h, de volta ao caldeirão do Madison Square Garden. Eu já tô ansioso.

  • Paul George detona após goleada: ‘Eles atiraram pra c***’

    Paul George detona após goleada: ‘Eles atiraram pra c***’

    Cara, que massacre foi esse no Madison Square Garden! Os 76ers levaram uma surra histórica dos Knicks por 137-98 no Jogo 1 da segunda rodada dos playoffs, e Paul George não poupou palavras na coletiva.

    “Tivemos falhas hoje à noite, mas eles também atiraram pra c*** com a bola”, disse PG sem papas na língua. “Eles estavam quentes, saíram quentes, saíram pegando fogo.”

    A realidade crua do veterano

    Olha, eu admiro a sinceridade do George. Não veio com desculpa esfarrapada nem tentou dourar a pílula. O cara simplesmente reconheceu: os Knicks jogaram pra c*** e os Sixers fizeram c***.

    E os números não mentem. Nova York acertou 63% dos arremessos de quadra e um absurdo de 19-37 do perímetro. Jalen Brunson comandou um segundo quarto devastador (41-26) que praticamente acabou com o jogo ali mesmo.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a postura do Paul George. Zero desespero. “É só um jogo”, frisou ele. “Eles não ganham pontos extras por ter aberto vantagem grande hoje.”

    Embiid sumiu quando mais precisavam

    Joel Embiid, que deveria ser o cara dos momentos decisivos, simplesmente desapareceu. Apenas 14 pontos com 3-11 de aproveitamento. Pra um cara que se diz MVP, isso é inaceitável em playoffs.

    Maxey também não ajudou muito – 13 pontos com quatro turnovers. A única luz no fim do túnel foi o próprio PG com 17 pontos e quatro triplas.

    O mais humilhante? Os Knicks estavam tão tranquilos que Josh Hart teve tempo de fazer pegadinha com o Jimmy Fallon na arquibancada. Quando o adversário tá zoando no seu nariz, é porque a coisa tá feia mesmo.

    Recorde negativo e pressão total

    Ah, e tem mais: Nova York se tornou o primeiro time da história da NBA a vencer três jogos seguidos nos playoffs por pelo menos 25 pontos de diferença. É o tipo de estatística que ninguém quer fazer parte.

    Agora é ver se os Sixers conseguem dar a volta por cima no Jogo 2, na quarta-feira. Sinceramente? Depois de levar 39 pontos de diferença, qualquer coisa pode acontecer. Vocês acham que eles conseguem reagir ou já era pra temporada deles?

    Uma coisa eu garanto: se continuarem jogando assim, podem ir arrumando as malas porque Nova York não vai facilitar nada em casa.

  • Nick Nurse manda a real após goleada histórica pros Knicks

    Nick Nurse manda a real após goleada histórica pros Knicks

    Cara, que pancada os 76ers levaram ontem à noite. 137 a 98 pro New York Knicks no primeiro jogo da semifinal do Leste. Quarenta pontos de diferença! Eu vi muita coisa na NBA, mas essa doeu até em mim aqui do sofá.

    O Nick Nurse, técnico da Filadélfia, podia ter começado a chorar ou inventar mil desculpas — mas não. O cara foi direto ao ponto depois do jogo e soltou uma que mostra por que ele já ganhou um anel: “É 0-1. Não importa se perdemos por 6 pontos ou por 36, seja lá quantos foram”.

    Ressaca boa ou ruim demais?

    Olha, talvez os 76ers ainda estivessem meio zonzos da série épica contra os Celtics. Sete jogos, virada de 1-3 pra 4-3, eliminando os favoritos na casa deles no jogo 7… Sinceramente? Eu achei que eles iam chegar voando contra os Knicks.

    Mas o basquete não perdoa. Os caras tiveram só um dia de descanso e chegaram em Nova York parecendo que ainda estavam em Boston. Os Knicks meteram 41 pontos só no segundo quarto — QUARENTA E UM! — enquanto os Sixers fizeram míseros 26.

    E não foi só um quarto ruim não. Os Knicks ganharam os quatro períodos por pelo menos 8 pontos cada. Foi uma dominação completa, daquelas que você vê e pensa: “Poxa, esses times são do mesmo nível mesmo?”

    Embiid sumiu quando mais precisavam

    Paul George até tentou segurar a onda com 17 pontos (acertou 4 de 6 do perímetro, que é o PG que a gente conhece). Mas o Joel Embiid? Apenas 14 pontos, mano. Quatorze! O cara que deveria ser o protagonista da série ficou meio perdido.

    Tyrese Maxey colaborou com 13, Kelly Oubre Jr. e VJ Edgecombe fizeram 12 cada… Cinco caras em dois dígitos e mesmo assim tomaram 39 pontos de diferença. Isso aí é problema de sistema, não de individual.

    A real é que o Nurse tem razão — uma derrota é uma derrota, não importa a margem. Lembram quando eles perderam o primeiro jogo pros Celtics também de goleada? E olha no que deu.

    Vocês acham que os 76ers conseguem dar a volta por cima como fizeram na primeira rodada? Ou os Knicks são uma pedra no sapato diferente? Jogo 2 é quinta-feira, e sinceramente, acho que vai ser bem mais equilibrado. Nurse não deixa time dele levar duas pancadas seguidas assim.

  • Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Olha, o Draymond Green simplesmente não engoliu toda essa empolgação em torno da performance do Joel Embiid no Jogo 7 contra os Celtics. E cara, ele não tá errado não.

    O Embiid mandou bem pra caramba — 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências na vitória por 109-100 que levou os Sixers pra segunda rodada dos playoffs. Mas o Draymond foi direto ao ponto: “Galera tá perguntando se esse foi um jogo histórico pro Embiid, e eu falo não, de jeito nenhum”.

    A bronca do veterano faz sentido

    Sinceramente? O Draymond tem razão. Como que um cara do calibre do Embiid — MVP da liga, medalhista olímpico, All-Star perene — vai ter um “jogo histórico” na primeira rodada? Não faz sentido.

    “Joel Embiid é um jogador incrível por todas essas razões que eu mencionei. Mas justamente por isso, um jogo de primeira rodada, não importa se é Jogo 7 ou Jogo 2… continua sendo primeira rodada”, disparou o veterano do Warriors no seu podcast.

    E aí, vocês concordam com essa? Porque na minha visão, o Draymond tocou num ponto crucial: pra um cara do nível do Embiid ter jogos realmente históricos, ele precisa chegar nas finais de conferência e quem sabe nas Finais da NBA.

    O histórico que pesa

    Aqui que a coisa fica complicada pro gigante dos Sixers. Em oito aparições de primeira rodada pela franquia da Filadélfia, o cara tem médias absurdas: 26.4 pontos, 10.7 rebotes e 3.6 assistências. Os Sixers têm um record de 6-2 nessas séries.

    Mas aí vem o problema: 0-5 na segunda rodada. Zero e cinco! Desde que entrou na liga em 2014, o Embiid nunca chegou nas finais de conferência.

    “Eu odeio quando tentam armar cilada pros caras, falando ‘ah, esse é um jogo histórico pro Joel Embiid’, só pra depois tentar derrubar ele nas próximas semanas”, continuou o Draymond. E cara, ele tá certo — essa narrativa é meio cruel mesmo.

    O mais interessante é que essa foi a primeira vez que os Sixers do Embiid conseguiram bater os Celtics nos playoffs depois de perder três vezes antes. Agora eles encaram os Knicks na segunda rodada, e aí sim a coisa fica séria.

    Draymond fechou com chave de ouro: “Se a Filadélfia perder essa série, ninguém vai falar no verão ‘ah, mas o Joel teve um jogo histórico na primeira rodada’. A conversa vai ser ‘Joel Embiid não consegue ganhar de novo, Sixers precisam desmanchar o time’.”

    Duro, mas real. O que vocês acham — o veterão foi muito cruel ou só falou a verdade?

  • Hukporti salvou os Knicks quando a coisa apertou nos playoffs

    Hukporti salvou os Knicks quando a coisa apertou nos playoffs

    Olha só que jogada dos Knicks ontem à noite. O Ariel Hukporti — sim, aquele pivô que mal vinha jogando nos playoffs — entrou quando tudo estava dando errado e simplesmente mandou ver contra o Joel Embiid. E eu achando que ia ser um massacre…

    A situação tava feia mesmo. Karl-Anthony Towns tomou duas faltas logo cedo (contra o Embiid, né, não dá pra relaxar), Mitchell Robinson entrou e também se complicou com falta. Aí o Philadelphia começou com aquela estratégia chata do Hack-A-Mitch pra bagunçar o ritmo dos Knicks.

    O jovem alemão não tremeu na pressão

    Foi aí que o técnico Mike Brown teve que apostar no Hukporti. E cara, o moleque não decepcionou nem um pouco. Três minutos no primeiro tempo e saiu com +10 no placar. Isso contra o Embiid, gente! Não é qualquer um que aguenta a pressão de marcar um dos caras mais dominantes do garrafão na NBA.

    O mais impressionante foi a maturidade dele. Nos playoffs, principalmente na segunda rodada, não tem espaço pra erro. Hukporti entendeu perfeitamente o que precisava fazer: não necessariamente parar o Embiid (porque né, quase impossível), mas dificultar a vida dele sem cometer faltas bobas.

    Números que falam por si só

    No final das contas, o alemão de 22 anos terminou o jogo com 5 pontos, 9 rebotes (melhor da partida!) e um +22 brutal. Sinceramente, não esperava esses números de um cara que jogou apenas três vezes na primeira rodada.

    “Tenho que dar crédito pro Ariel”, disse Mike Brown depois do jogo. “Estávamos com problemas de falta cedo e ele saiu do banco sem estar programado pra jogar. Fez um trabalho bem sólido.”

    E agora? Vocês acham que o Hukporti consegue manter esse nível contra o Embiid pelo resto da série? Porque uma coisa é certa: os Knicks vão precisar dele de novo. Quando você tem que enfrentar um monstro como o Embiid, não dá pra contar só com duas opções no garrafão.

    Essa é a beleza dos playoffs, né? Sempre aparece alguém pra ser herói quando menos esperamos. E ontem foi a vez do jovem alemão brilhar no Madison Square Garden.

  • Brunson mete 35 pontos e os Knicks massacram os 76ers no Jogo 1

    Brunson mete 35 pontos e os Knicks massacram os 76ers no Jogo 1

    Cara, eu sabia que os Knicks estavam jogando bem, mas 137 a 98? Isso não é vitória, é massacre mesmo.

    Jalen Brunson simplesmente resolveu jogar videogame na vida real ontem à noite. O cara fez 27 pontos só no primeiro tempo, acertando 10 de 14 arremessos. Vinte e sete pontos. No primeiro tempo. E o mais absurdo? Parecia que ele tava jogando contra crianças, tamanha facilidade.

    Quando você sabe que o jogo acabou cedo

    Sabe quando você percebe que não tem mais jogo? Quando Joel Embiid e Tyrese Maxey saem de quadra faltando mais de 6 minutos pro terceiro quarto acabar e o técnico Nick Nurse nem se dá o trabalho de colocá-los de volta. Foi exatamente isso que aconteceu.

    Os 76ers pareciam uma galera que tinha virado a madrugada jogando Game 7 — completamente sem gás. Embiid começou errando tudo (1 de 6), Maxey também não conseguia acertar nada (1 de 4). Se não fosse o Paul George salvando a pátria com algumas bolas de 3, o massacre teria sido ainda pior.

    E olha que já estava feio: 74 a 51 no intervalo. Madison Square Garden em êxtase total. Tão tranquilo que até deu tempo pro Josh Hart desamarrar o tênis do Jimmy Fallon na beirada da quadra. Imagina o nível de domínio…

    Knicks em modo destruição total

    Essa vitória faz parte de uma sequência absurda dos Knicks. Três jogos seguidos ganhando por pelo menos 29 pontos de diferença! Nas últimas duas partidas, o time acertou 61% dos arremessos e 44% das bolas de 3. Sinceramente, com números assim qualquer um vira o Dream Team.

    OG Anunoby teve uma noite perfeita: 18 pontos acertando 7 de 8 arremessos. Karl-Anthony Towns distribuiu 5 assistências além dos 17 pontos dele. Mikal Bridges também meteu 17. Era tipo aqueles dias no NBA 2K quando você simplesmente não consegue errar.

    Do lado de Philly, só o Paul George apareceu pra jogo — 17 pontos em apenas 26 minutos (porque nem precisou ficar mais tempo). Embiid fez só 14 pontos errando quase tudo (3 de 11), e Maxey também não conseguiu embalar (13 pontos, 3 de 9).

    Vocês acham que os 76ers conseguem se recuperar pro Jogo 2? Porque se os Knicks mantiverem esse nível de acerto, vai ser complicado…