Tag: LA Clippers

  • Garland quer multar árbitros da NBA – ideia genial ou loucura?

    Garland quer multar árbitros da NBA – ideia genial ou loucura?

    O Darius Garland simplesmente soltou uma bomba no podcast do Lonzo Ball que tá dando o que falar. O armador do Clippers foi direto ao ponto: árbitros da NBA deveriam dar coletiva de imprensa depois dos jogos E ainda por cima levar multa quando errarem feio.

    Cara, eu ri alto quando ouvi isso, mas depois parei pra pensar… será que não faz sentido?

    A proposta maluca (mas não tão maluca assim)

    “Eu acho que os árbitros precisam dar coletiva depois do jogo”, disparou o Garland no “Ball in the Family”. “Porque vocês erram muito. Voltando pro [Lonzo], eles são humanos, mas vocês erram MUITO.”

    E quando perguntaram se os juízes deveriam levar multa também, o garoto não piscou: “Com certeza deveriam levar multa. Não, são tipo 10 de vocês! Vocês têm os pontinhos no ouvido, o bluetooth agora.”

    Olha, na minha visão, o moleque tem um ponto. Jogadores são multados por tudo – reclamação, gesto, até pra respirar errado às vezes. Por que os árbitros ficam numa redoma?

    O que realmente rola nos bastidores

    O que o Garland talvez não saiba é que a NBA já tem alguns mecanismos. Existe o famoso Last 2 Minute Report que sai sempre que o jogo termina com cinco pontos ou menos de diferença. E tem também um repórter designado que pode questionar os árbitros depois de jogos polêmicos.

    Mas sinceramente? Isso é fichinha perto do circo que às vezes vira uma partida por conta de apitadas duvidosas.

    A NBPA (o sindicato dos jogadores) até divulgou a lista dos 26 árbitros “Tier 1” – os considerados elite. Nomes como Tony Brothers, Marc Davis e Zach Zarba estão lá. Mas convenhamos, mesmo os melhores cometem cada vacilo…

    Faz sentido ou é maluquice?

    Eu fico pensando: se técnicos e jogadores têm que explicar suas decisões na coletiva, por que os árbitros não? Imagina o Scott Foster tendo que explicar aquela apitada suspeita no último minuto de um Lakers x Celtics. Seria um show à parte!

    Claro que a ideia tem seus problemas. Árbitros já sofrem pressão suficiente, e coletivas poderiam virar um tribunal público. Mas essa transparência toda não seria benéfica pro jogo?

    E aí, vocês acham que o Garland tá certo ou viajou legal? Árbitros multados seria justo ou só aumentaria o drama? Uma coisa eu garanto: se isso virasse realidade, as coletivas pós-jogo seriam muito mais interessantes.

  • Garland desabafa: ‘Recuperei minha alegria’ nos Clippers

    Garland desabafa: ‘Recuperei minha alegria’ nos Clippers

    Cara, que alívio deve ter sido pra Darius Garland sair de Cleveland e chegar nos Clippers, né? O armador foi no podcast do Lonzo Ball essa semana e soltou o verbo sobre como tá se sentindo em LA. E olha, pelo que ele falou, parece que o cara renasceu pra vida.

    “Foi incrível, mano”, disse Garland sobre a troca que rolou no meio da temporada passada. “Chegar num sistema onde eu posso realmente ser eu mesmo. Ter a bola na minha mão na maior parte do jogo e ter controle do ritmo da partida. É como ser um segundo técnico em quadra, literalmente. Foi divertido quando eu estava jogando, com certeza. Recuperei minha alegria.”

    A dupla que não deu certo em Cleveland

    Vamos combinar uma coisa — a parceria entre Garland e Donovan Mitchell em Cleveland nunca funcionou direito. Na teoria parecia lindo: dois armadores talentosos, um mais distribuidor (Garland) e outro mais pontuador (Mitchell). Na prática? Foi uma bagunça.

    Sinceramente, eu já esperava isso. Dois caras que gostam de ter a bola na mão jogando juntos raramente dá certo na NBA. E quando você adiciona as lesões que o Garland teve, fica ainda mais complicado. O time dos Cavs tinha potencial, mas algo sempre faltava.

    A troca que mudou tudo

    Aí que em fevereiro do ano passado rolou aquela troca maluca: Garland foi pra LA em troca do James Harden. Na época, muita gente achou estranho — trocar um armador jovem por um veterano em fim de carreira?

    Mas olha só como as coisas mudaram. Cleveland até chegou nas finais da Conferência Leste (foram varridos pelo Knicks, mas chegaram). E Garland? Pelo que ele tá falando, parece que encontrou seu lugar ideal.

    “Ter controle do ritmo do jogo” — isso aí é música pros ouvidos de qualquer armador, né? E faz sentido. Nos Clippers, ele pode ser o cara que organiza tudo, sem ter que dividir protagonismo com outro armador do mesmo nível.

    E vocês, o que acham? Será que os Clippers fizeram o negócio do século ou Cleveland que saiu ganhando no final? Porque uma coisa é certa: quando um jogador fala que “recuperou a alegria”, é porque a situação anterior estava bem ruim mesmo.

  • Chris Broussard em pânico total depois do Jogo 5 do Wembanyama

    Chris Broussard em pânico total depois do Jogo 5 do Wembanyama

    Olha, eu já vi muito comentarista de TV surtando na vida, mas o Chris Broussard ontem conseguiu atingir um nível de desespero que até me deu dó. O cara literalmente disse que está “aterrorizado” com o Victor Wembanyama depois do Jogo 5 contra os Clippers.

    E vocês sabem como é o Broussard, né? O cara sempre faz aquele teatrinho antes de soltar a bomba. Dessa vez não foi diferente: “Ele tem 2,24m de altura, Wildes. Eu sei. Ele é o melhor jogador do planeta. Está fazendo média de 28 pontos, 12 rebotes e 3 tocos nesta série, e o jogo 6 é em San Antonio. Preocupado? Não, eu não estou preocupado… EU ESTOU ATERRORIZADO!”

    O que deixou Broussard em pânico?

    Na real, dá pra entender o desespero do cara. O Wembanyama, que tinha começado os playoffs como um monstro absoluto, teve uma noite bem apagada no Jogo 5. Só 20 pontos em 38 minutos, errando tudo que é tipo de arremesso. 4 de 15 nos arremessos de quadra e um humilhante 0 de 5 nas bolas de 3.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a observação do Broussard sobre o Victor parecer exausto em quadra. E faz sentido, cara! O moleque de 20 anos está carregando um time inteiro nas costas nos playoffs. Basicamente jogando dia sim, dia não desde que os playoffs começaram.

    “Ele não estava indo atrás dos arremessos. Ele não estava se movimentando… parecia letárgico às vezes”, disse Broussard. E sinceramente? Eu concordo. Vi o jogo e o Wemby estava meio perdidão mesmo.

    A polêmica fora de quadra

    Mas o que mais me irritou foi o que rolou depois do jogo. O Victor simplesmente se recusou a falar com a imprensa. Cara, eu entendo que perder é frustrante, principalmente quando você não joga bem, mas isso aí não pode.

    A NBA já deu uma advertência pra ele, e com razão. Olha, eu defendo o Wembanyama em muita coisa, mas essa postura de não falar com a mídia depois de uma derrota é coisa de moleque mesmo. Faz parte do jogo, brother.

    E aí, vocês acham que o Victor consegue se recuperar pro Jogo 6 em casa? Porque se não conseguir, essa série pode acabar de um jeito bem feio pros Spurs. O time todo depende dele, e quando ele não aparece, fica difícil competir com os Clippers.

    Na minha visão, o cansaço é real, mas o talento também é. Espero que ele volte com tudo no próximo jogo, porque ver um jogador desse nível jogando nos playoffs é um presente pro basquete.

  • Kevin Pritchard pede desculpas: Pacers perdem draft pick de 2026

    Kevin Pritchard pede desculpas: Pacers perdem draft pick de 2026

    Olha, eu não esperava isso acontecer tão cedo, mas o Kevin Pritchard já saiu pedindo desculpas pros fãs do Indiana Pacers. E com razão — o time acabou de perder sua escolha de primeira rodada do draft 2026 para o LA Clippers.

    A situação é a seguinte: quando o Pacers caiu da segunda posição para a quinta na loteria do draft, automaticamente a pick foi parar nas mãos dos Clippers. Isso porque Indiana tinha negociado essa escolha com proteção de top-4 no deadline, tudo para conseguir o Ivica Zubac.

    O mea culpa do presidente

    Pritchard não tentou fugir da bronca e postou no X assumindo a responsabilidade: “Peço desculpas a todos os nossos fãs. Eu assumo ter corrido esse risco. Me surpreendi com a quinta posição depois deste ano. Achei que merecíamos um pouco de sorte. Mas lembrem-se — este time merecia um pivô titular para competir com os melhores times no ano que vem.”

    Cara, eu entendo a frustração dos fãs. Perder uma pick de primeira rodanda nunca é fácil, ainda mais depois de uma temporada que prometia tanto. Mas sinceramente? O cara tem um ponto sobre o Zubac.

    O lado bom da história

    Nem tudo são flores, mas tem alguns pontos positivos nessa história toda. Primeiro: com a pick indo para os Clippers agora, Indiana mantém sua escolha de 2031. Segundo ponto — e talvez mais importante — o GM Chad Buchanan falou recentemente que isso vai dar uma flexibilidade absurda para o time fazer trocas no futuro.

    E tem mais: os Pacers agora ficaram ligeiramente abaixo do luxury tax para começar a próxima temporada. Se tivessem mantido a pick no range 1-4, estariam acima do primeiro apron. Ou seja, mais dinheiro no bolso e mais opções na mesa.

    Vocês acham que o Pritchard fez a escolha certa? Eu tô dividido — o Zubac realmente fez diferença na reta final, mas perder uma pick sempre dói. O que me deixa curioso é ver como vão usar essa flexibilidade financeira agora.

  • Pacers apostam tudo no Draft: pick protegida pode ir pros Clippers

    Pacers apostam tudo no Draft: pick protegida pode ir pros Clippers

    Olha só a situação complicada que o Indiana Pacers se meteu. No domingo tem o sorteio do Draft 2026 da NBA, e se a bola não rolar pro lado deles, vão mandar uma pick direto pros LA Clippers. É aquela tensão de domingo de Lottery que todo mundo ama, mas dessa vez com consequências reais.

    A matemática é simples: se o Pacers pegar entre 1ª e 4ª posição, a pick fica com eles. Se cair na 5ª ou 6ª, tchau pick — vai direto pra Los Angeles por causa da troca do Ivica Zubac. E se por acaso não transferir esse ano? Aí em 2031 os Clippers ganham uma pick desprotegida. Meio tenso, né?

    Zubac valeu a aposta arriscada?

    Chad Buchanan, GM dos Pacers, foi bem transparente sobre a situação. Cara admitiu que sabia do risco desde o começo, mas acredita que valeu a pena. “Quando fizemos a troca, obviamente sabíamos que havia risco envolvido”, disse ele em entrevista recente.

    Na visão dele, Zubac era exatamente o que o time precisava — um pivô de verdade que pudesse sustentar o garrafão. E sinceramente, faz sentido. O Pacers mostrou potencial nos últimos anos, mas sempre faltou consistência no meio de quadra.

    “Ivica é um grande jogador”, continuou Buchanan. “Somos fãs dele há muito tempo. Este time já mostrou que é capaz de coisas especiais.”

    O plano B existe (e não é ruim)

    Aqui que fica interessante a estratégia de Indiana. Buchanan deixou claro que não estão colocando todos os ovos numa cesta só. Se perderem a pick, ainda têm outras cartas na manga: free agency, outras trades, e até uma pick futura que pode ser usada como moeda de troca.

    O foco principal? Conseguir pontos saindo do banco. Essa tem sido uma das principais necessidades do time, e com ou sem pick do Draft, eles acreditam que dá pra resolver.

    “Se perdermos a pick, há outras oportunidades de melhorar nosso time através da free agency”, explicou o GM. “Ainda temos trades. Ganhamos uma pick que podemos usar no futuro.”

    E aí, vocês acham que os Pacers fizeram certo em arriscar tanto pelo Zubac? Eu honestamente acho que foi uma jogada corajosa. O time tinha potencial pra brigar por coisas maiores, só faltava essa peça no quebra-cabeças. Agora é torcer pros ping-pong balls caírem do lado certo no domingo.

    Uma curiosidade: o Pacers nunca ganhou uma Lottery na história da franquia. A pick mais alta que já tiveram foi a 2ª posição em 1988, quando draftaram Rik Smits. Será que 2026 é o ano da virada?

  • Ty Lue vai ficar MUITO tempo nos Clippers, garante dirigente

    Ty Lue vai ficar MUITO tempo nos Clippers, garante dirigente

    Cara, mesmo com aquele início horroroso de temporada — 6 vitórias em 27 jogos, algo simplesmente absurdo — os Clippers nunca pensaram em mandar o Ty Lue embora. Lawrence Frank, o presidente de operações de basquete da franquia, foi bem claro na coletiva de fim de temporada: “Ty vai ser o técnico aqui por muito, muito tempo”.

    E olha, eu entendo a confiança deles. O homem que comandou aquela virada histórica dos Cavs em 2016 — quando derrubaram os Warriors de 73 vitórias depois de estar perdendo por 3-1 nas Finais — merece essa paciência mesmo. Aquela campanha foi simplesmente monstro, uma das maiores zebras da história da NBA.

    Da tempestade à calmaria

    Sinceramente, começar 6-21 é de quebrar qualquer técnico. Mas Frank elogiou a tranquilidade do Lue durante toda essa turbulência: “Ty e a comissão técnica fizeram um trabalho incrível, aparecendo todo dia com um grande espírito”. E cara, quando você pensa que eles conseguiram virar o jogo e terminar com 42-40, realmente foi um trabalho e tanto.

    O problema? Aquele quarto período contra os Warriors no play-in foi de partir o coração. Depois de toda aquela recuperação na temporada, ver tudo desmoronar nos minutos finais deve ter sido uma facada no peito da torcida.

    Investimento de longo prazo

    Lue tem contrato até 2029 e, pasmem, é um dos técnicos mais bem pagos da liga — empatado com o Erik Spoelstra como segundo colocado, só perdendo pro Steve Kerr. Isso mostra que os Clippers realmente apostam suas fichas nele.

    Desde que chegou como assistente em 2019 e virou técnico principal em 2020 (substituindo o Doc Rivers), Lue levou LA à sua única final de conferência na história, em 2021. Mas aí que tá o problema: já são cinco temporadas consecutivas sem vencer uma série de playoffs. Cinco!

    Vocês acham que essa paciência toda vai compensar? Porque uma hora a pressão por resultados vai apertar, né não?

  • Era Kawhi Leonard no Clippers chegou ao fim — e que fim trágico

    Era Kawhi Leonard no Clippers chegou ao fim — e que fim trágico

    Cara, eu não sei vocês, mas eu tô aqui tentando digerir essa eliminação bizarra do Clippers. Perderam pro Warriors ontem à noite e, olha, parece que finalmente chegamos ao fim da era Kawhi Leonard em Los Angeles — e que final mais poético (e trágico) que isso.

    Vamos aos fatos que deixam qualquer um de queixo caído: em 2019, o Clippers tinha o Shai Gilgeous-Alexander — que, sinceramente, tá aí mostrando que é um dos melhores jovens da liga. O que fizeram? Trocaram ele (junto com outras peças) pra conseguir o Paul George e, consequentemente, convencer o Kawhi a assinar. Sete anos depois, foram eliminados pelos Warriors e a pick que saiu naquela troca? Vai cair no sorteio. Se o Warriors ganhar na sexta, adivinha em que posição: 11ª. A MESMA posição do draft de 2019.

    Mano, se isso não é o basquete te trollando, eu não sei o que é.

    O ciclo infinito de decepções

    Vou ser honesto com vocês: acompanho NBA há anos e nunca vi um time com tanto talento individual conseguir ser tão… frustrante. É quase um Mad Lib mesmo, como disse o Sam Quinn. Troca aqui, lesão ali, expectativa lá em cima, eliminação precoce no final.

    Olha a lista de estrelas que passaram por lá nos últimos anos: Rajon Rondo, John Wall, James Harden, Bradley Beal. E o Chris Paul? Cara estava RADIANTE vendo o Clippers ser eliminado — imagina o nível de mágoa que ficou ali.

    E as lesões? Kawhi teve sua temporada mais saudável em anos, mas mesmo assim não rolou. O time mais velho da NBA sendo eliminado por caras ainda mais velhos que qualquer jogador do elenco deles. Stephen Curry e Al Horford simplesmente resolveram meter uma chuva de três pontos e tchau, Clippers.

    O Harden que não apareceu quando precisava

    Sinceramente, eu ainda não superei o fato de eles terem apostado TRÊS anos de controle do draft no James Harden. O cara que todo mundo sabia que some em jogos decisivos. E o que aconteceu? 7 pontos no jogo 5 crítico contra Dallas em 2024, e outros 7 pontos no jogo 7 contra o Denver no ano passado.

    Cara, 7 pontos. SETE. Num jogo 7 de playoffs. Eu fico pensando: será que alguém na diretoria do Clippers não viu os playoffs do Harden nos últimos anos? O cara é monstro na temporada regular, mas nos playoffs…

    E 2020? Aquela era pra ser A temporada. Iam mostrar pros Lakers quem mandava em LA. Resultado? Nem chegaram a jogar contra os Lakers — perderam pro Nuggets antes.

    E agora, é o fim?

    Olha, tecnicamente ainda não sabemos se acabou de vez, mas todos os sinais apontam pra isso. O Clippers já resetou o cronograma organizacional quando trocou Harden e o Zubac no deadline. Warriors até sondaram sobre o Kawhi, mas nada rolou.

    Quando perguntaram sobre uma possível extensão de contrato ontem, Kawhi foi evasivo: “Deixa eu chorar essa derrota mais um pouco”. E segundo fontes internas, a diretoria já não tá mais construindo em torno dele.

    Sem contar que ainda tem essa investigação da NBA sobre os negócios do Kawhi com a Aspiration. A liga pode até anular o contrato dele — imagina o plot twist.

    No fim das contas, foram anos de investimento pesado, apostas arriscadas e sonhos grandes. O resultado? Uma franquia que passou sete anos correndo atrás do próprio rabo, sempre chegando perto mas nunca conseguindo dar o último passo.

    E vocês, acham que o Kawhi fica ou finalmente vai embora? Porque, pela primeira vez em anos, eu genuinamente não faço ideia.

  • Chris Paul trollou pesado os Clippers após eliminação no play-in

    Chris Paul trollou pesado os Clippers após eliminação no play-in

    Cara, o Chris Paul é de outro planeta quando o assunto é guardar rancor. Depois dos Clippers terem sido eliminados pelos Warriors no play-in ontem (126-121), o veterano resolveu fazer uma trollagem épica no Instagram Stories que já tá viralizando pela internet.

    O que ele fez? Compartilhou aquele meme famoso de alguém que disse ter ido ao “funeral dos seus maiores haters” só pra ter certeza de que estavam mortos mesmo. E no caso, os “haters” obviamente eram os Clippers. Monstro demais!

    A treta entre CP3 e os Clippers

    Pra quem não tá ligado na história toda, deixa eu contextualizar aqui. O Paul começou esta temporada justamente com os Clippers — time onde ele jogou por SEIS temporadas. O cara queria jogar perto da família na sua 21ª temporada na NBA, e o presidente dos Clippers ainda o chamou de “um dos jogadores mais impactantes que já vestiram a camisa dos Clippers”.

    Só que a lua de mel durou pouco. No dia 3 de dezembro, de madrugada (porque essas coisas sempre acontecem de madrugada), os Clippers anunciaram que o CP3 não estava mais com o time. E aí saiu que ele e o técnico Ty Lue nem se falavam mais. Imagina o clima!

    O Paul disse que estava “em paz com tudo” e não jogou mais nesta temporada. No deadline, os Clippers trocaram ele pro Toronto Raptors, e poucos dias depois o cara anunciou a aposentadoria. Final melancólico pra um dos maiores armadores da história.

    A eliminação que Chris Paul comemorou

    E ontem foi a cereja do bolo. Os Clippers estavam ganhando por 13 pontos no último quarto (eu já tava achando que iam passar), mas aí os Warriors fizeram aquela virada clássica e tomaram a frente faltando 50 segundos pro fim. Eliminação dolorosa.

    Enquanto isso, o CP3 provavelmente tava em casa comemorando junto com a torcida dos Warriors. E olha, sinceramente? Depois de toda essa confusão, eu não culpo o cara não. Guardar rancor também é uma arte, e ele é mestre nisso.

    Vocês acham que o Chris Paul foi longe demais, ou os Clippers mereceram essa trollagem? Porque pra mim, depois de seis anos de parceria, terminar desse jeito foi meio desrespeitoso mesmo.

  • Kawhi descansa no último jogo — estratégia ou preocupação?

    Kawhi descansa no último jogo — estratégia ou preocupação?

    Olha, eu sei que é estratégia, mas sempre fico com um friozinho na barriga quando leio “Kawhi Leonard não joga”. O cara simplesmente não entrou em quadra no último jogo da temporada regular dos Clippers contra os Warriors — e dessa vez foi por precaução mesmo.

    Tyronn Lue foi direto ao ponto: punho e tornozelo incomodando nas últimas semanas. “Achamos que seria inteligente deixá-lo o mais próximo dos 100% que conseguirmos”, disse o técnico. Traduzindo: vamos preservar o cara para o play-in, que é onde a coisa realmente importa.

    A temporada mais saudável em anos

    E cara, que temporada o Kawhi teve! Médias de carreira: 27.9 pontos, 6.4 rebotes e 3.6 assistências. O mais impressionante? Ele ficou SAUDÁVEL. Foram 68 jogos — o segundo maior número dele como Clipper. Lembram da temporada passada quando ele jogou apenas 37 partidas? Pois é, que diferença faz ter o cara disponível.

    “Poder jogar em back-to-backs, carregar o time quando estamos perdendo”, comentou Lue. Isso aí é música para os ouvidos de qualquer torcedor dos Clippers. Um Kawhi healthy é praticamente garantia de playoffs — e olha que eles vão mesmo para o play-in.

    Sequência histórica interrompida

    Agora, a parte meio chata da história: ao não jogar domingo, Kawhi quebrou uma sequência de 57 jogos consecutivos com 20+ pontos — recorde de carreira dele na temporada regular. Ficou empatado com Bob McAdoo como o maior da franquia. Será que ele não queria forçar só mais um jogo para quebrar o recorde? Sinceramente, acho que foi a decisão certa mesmo.

    O importante é que ele jogou os 65 jogos mínimos para concorrer aos prêmios da temporada, incluindo All-NBA. Está no mesmo grupo do Wembanyama e Evan Mobley — galera que “raspou” no limite. E convenhamos, 27.9 de média com essa eficiência? Merece estar na conversa sim.

    Os Warriors já garantiram a 10ª posição e podem very well enfrentar os Clippers de novo no play-in. Curry vs Kawhi saudável? Vocês acham que os Clippers conseguem passar dessa primeira fase ou a idade vai pesar na reta final?

  • O Muro dos Clippers é absurdo — e tá fazendo os caras errarem

    O Muro dos Clippers é absurdo — e tá fazendo os caras errarem

    Cara, vocês viram o que o Steve Ballmer aprontou no Intuit Dome? O maluco criou um troço chamado “The Wall” que tá literalmente fazendo os adversários errarem lances livres. E olha que não é pouca coisa não.

    A situação foi essa: Stephon Castle, do Spurs, vai bater um lance livre — algo que ele converte 73,6% das vezes. Só que aí ele olha pra trás da cesta e vê uma parede de 44 metros de altura com 300 torcedores dos Clippers gritando “ERRA” e balançando uns bonecos infláveis verdes (zoando o Wembanyama, que é do time do Castle). O resultado? Bola pra fora.

    A obsessão do Ballmer virou realidade

    O dono dos Clippers sempre falou que queria a “melhor casa de todos os esportes”. Não tô brincando — o cara visitou centenas de arenas pelo mundo pra se inspirar. Pegou ideia do Yellow Wall do Borussia Dortmund (que tem 25 mil pessoas em pé), da seção de estudantes da San Diego State, e até da Grand Canyon University.

    E funcionou, mano. Os adversários só acertam 73,4% dos lances livres quando enfrentam The Wall. Se fosse um time, seria o pior da liga nesse fundamento. Absurdo, né?

    4.500 lugares só pra fazer barulho

    The Wall tem 4.500 assentos em 51 fileiras ininterruptas. As primeiras 13 fileiras são “The Swell” — reservadas pros 300 torcedores mais barulhentos. É por ordem de chegada, cara. Tem gente que chega 3 horas antes do jogo só pra garantir o lugar.

    Se você torcer pro time visitante? Cartão amarelo na primeira, expulsão na segunda. Não é brincadeira.

    Gillian Zucker, CEO do grupo que administra a arena, falou uma parada interessante: “Quando você vem ao Intuit Dome, você não é espectador. Você é participante.” E sinceramente, faz sentido. Imagina você tentando acertar um arremesso com 300 pessoas gritando na sua cara?

    Finalmente saíram da sombra dos Lakers

    Olha, eu sempre achei meio constrangedor os Clippers dividirem arena com os Lakers por 25 anos. Os caras jogavam literalmente embaixo dos banners de cinco títulos dos Lakers. Em 2013, o Doc Rivers chegou a cobrir as faixas dos Lakers com outras dos Clippers — imaginem a treta.

    Agora eles têm casa própria. E que casa! Ballmer gastou 2 bilhões de dólares nessa arena, e pelo jeito, cada centavo valeu a pena.

    O que vocês acham? Será que outros times vão copiar essa ideia? Eu tô curioso pra ver se isso realmente vai fazer diferença nos playoffs. Uma coisa é certa: jogar contra os Clippers em casa não vai ser moleza pra ninguém.