Tag: march madness

  • Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Cara, que jogão da Mikayla Blakes! A garota simplesmente destruiu Illinois ontem à noite e levou Vanderbilt para o Sweet 16 pela primeira vez desde 2009. E olha que ela quase fez história individual também — ficou a uma assistência do primeiro triple-double da carreira.

    25 pontos, 10 rebotes e 9 assistências. Monstro demais! Ainda catou 4 roubadas de bola. A menina tava jogando videogame na vida real, não é possível. E o mais legal? Quando ela saiu de quadra faltando 2 minutos e 12 segundos, todo mundo no ginásio sabia que tinha presenciado algo especial.

    Vanderbilt imparável em casa

    Sabe o que mais me impressiona nessa temporada de Vanderbilt? O time não perdeu NENHUM jogo em casa. Zero. Nada. 18 jogos, 18 vitórias no Memorial Gym. Isso é o que eu chamo de fazer a casa valer!

    E não é só essa temporada não. Vanderbilt agora tem um aproveitamento absurdo de 16-2 em jogos do March Madness jogando em casa. Sinceramente, quem vai enfrentar esse time em Nashville tem que ir preparado para uma guerra, porque a torcida e o ambiente fazem toda a diferença.

    Illinois até tentou, mas foi atropelado no primeiro quarto. Os Fighting Illini erraram 11 arremessos consecutivos — 13 dos últimos 15 do período. Quando você erra assim contra um time que tá voando, não tem jeito.

    Rumo aos 30 vitórias históricas

    Com 29 vitórias na temporada, Vanderbilt tá a uma vitória de igualar as temporadas de 30 triunfos de 1993 (que chegaram no Final Four) e 2001-02. Ou seja, estamos falando de fazer história no programa.

    Agora o desafio é Notre Dame no Sweet 16, na sexta-feira. Os Fighting Irish passaram por Ohio State mais cedo e chegam como cabeça de chave 6. Vai ser um jogaço em Fort Worth.

    E vocês viram que Blakes é a líder nacional em pontuação com média de 27.1 por jogo? A garota já quebrou o recorde de pontos em uma temporada de Vanderbilt na primeira rodada do torneio. AP All-American, jogadora do ano da SEC… ela tá colecionando prêmios como quem coleciona cartas de Pokémon.

    O engraçado é que ela começou o jogo errando os três primeiros arremessos. Mas ao invés de forçar, ficou ajudando as companheiras até encontrar o ritmo. Justine Pissott aproveitou e meteu 18 pontos com quatro bolas de três. Aubrey Galvan contribuiu com 12.

    Illinois, que veio pro torneio como o time mais jovem da competição (tiveram que substituir quatro titulares), lutou mas não conseguiu acompanhar o ritmo. Berry Wallace fez 18, Cearah Parchment e Jasmine Bown-Hagger adicionaram 12 cada, mas não foi suficiente.

    Agora é torcer para Vanderbilt continuar essa jornada mágica. Quem sabe não pintam no Final Four depois de tanto tempo?

  • Expandir a NBA pode trazer o March Madness que a gente sonha?

    Expandir a NBA pode trazer o March Madness que a gente sonha?

    Olha, eu tô aqui pensando numa coisa que pode ser absolutamente revolucionária pro basquete: e se a NBA conseguisse criar um torneio de eliminação simples igual ao March Madness da NCAA? Cara, seria um absurdo de bom.

    O negócio é o seguinte — todo mundo que acompanha basquete americano sabe que não existe nada como o March Madness. São 67 jogos de mata-mata puro, onde qualquer bobeira e tchau. Um jogo apenas decide se seu time continua vivo ou vai pra casa. É uma tensão que nem os playoffs da NBA conseguem replicar, porque lá são séries de sete jogos. Aqui seria pancada única.

    A NBA Cup tá no caminho certo, mas…

    A NBA tentou isso com a NBA Cup (antigo In-Season Tournament) e olha, não vou mentir — melhorou bastante o nível dos jogos. O pessoal leva mais a sério quando tem grana em jogo. Mas essa fase de grupos é meio confusa, né? E convenhamos, não dá pra ter zebras épicas num formato de round robin com quatro jogos.

    O grande problema sempre foi matemático: a NBA tem 30 times. Pra um mata-mata raiz, você precisa de 32 — que é exatamente o que sobra depois da primeira rodada do March Madness. Sempre faltaram duas equipes pra coisa funcionar direito.

    Seattle e Las Vegas podem mudar tudo

    Mas aí que vem a notícia que pode revolucionar isso tudo. A ESPN soltou que os donos da NBA vão votar sobre expandir a liga para Seattle e Las Vegas já na próxima reunião. Se isso rolar — e tudo indica que vai — podemos ter 32 times até o final da década.

    E aí? 32 times = mata-mata perfeito. Imagina só: toda equipe da NBA jogando pelo menos um jogo de eliminação simples por temporada. Os times pequenos tendo chance real de causar zebra. Seria monstruoso!

    Claro que teria que adaptar algumas coisas. Diferente da NCAA, onde quem perde vai pra casa e acabou a temporada, na NBA o pessoal ainda tem que terminar a temporada regular. A solução seria criar chaves de repescagem — assim todo mundo joga exatos cinco jogos e ainda dá pra ranquear do 1º ao 32º lugar.

    Seria tão emocionante quanto o March Madness?

    Sinceramente? Provavelmente não chegaria no nível de emoção do torneio universitário, porque lá é literalmente vida ou morte. Mas cara, seria muito melhor que o formato atual da NBA Cup. E vocês acham que os fãs iam levar mais a sério?

    Olha, eu já tô sonhando com isso. Imagina o Spurs eliminando o Celtics numa pancada só, ou o Detroit fazendo um run absurdo até as semifinais. O level de imprevisibilidade seria totalmente diferente do que a gente vê nos playoffs tradicionais.

    A expansão ainda vai levar uns anos pra acontecer — target é 2028-29 — mas só de pensar na possibilidade já me deixa empolgado. E vocês, acham que um mata-mata NBA funcionaria no Brasil também? Imaginem isso na NBB…

  • Cade Cunningham com pulmão colapsado e muito caos no March Madness

    Cade Cunningham com pulmão colapsado e muito caos no March Madness

    Cara, que sexta-feira maluca no mundo do basquete americano. Enquanto eu estava aqui organizando meus brackets do March Madness, pipocaram umas notícias que deixaram tudo de cabeça para baixo.

    A bomba mais pesada veio de Detroit: Cade Cunningham sofreu um pulmão colapsado. Sim, você leu certo. O cara que é praticamente o futuro dos Pistons vai ficar pelo menos duas semanas fora das quadras, e isso pode ferrar completamente com a temporada do time.

    O que rolou com o Cade?

    O negócio aconteceu durante a vitória contra o Washington Wizards na terça-feira. Na hora eu nem imaginei que fosse algo sério assim — pulmão colapsado é daquelas lesões que a gente só vê em filme de guerra, sabe?

    Mas calma lá. Segundo os médicos que falaram com a CBS Sports, não é tão grave quanto parece. Ainda assim, perder seu melhor jogador bem na reta final da temporada regular é de lascar. Os Pistons estavam sonhando com playoffs, e agora… bem, vocês sabem como é difícil compensar a falta de um cara que faz de tudo em quadra.

    March Madness já começou pegando fogo

    Enquanto isso, o torneio universitário tá uma loucura absoluta. High Point mandou Wisconsin pra casa numa virada épica de 83-82. Chase Johnston simplesmente choveu bola de três e mostrou que David ainda consegue derrubar Golias no basquete universitário.

    Mas a pancada mesmo veio algumas horas depois: VCU estava perdendo por 19 pontos pra North Carolina e conseguiu a virada. Cara, UNC eliminado na primeira rodada? Os Tar Heels foram os grandes perdedores do dia, sem dúvida.

    E Duke quase dançou também! Precisaram de uma remontada séria no segundo tempo pra não virar meme contra Siena. Imagina se o número 1 geral caísse logo de cara?

    E tem mais coisa rolando

    No futebol europeu, Real Madrid perdeu Courtois por seis semanas — bem na hora das quartas da Champions contra o Bayern. Timing perfeito, né não?

    E a MLS anunciou uma mudança bizarra pra 2027: vão fazer uma “Sprint Season” com apenas 14 jogos pra fazer a transição pro calendário europeu. Sinceramente, não sei se vai dar certo essa experiência maluca.

    Ah, e LeBron James empatou com Robert Parish em jogos disputados na NBA (1.611). O cara simplesmente não para de quebrar recordes — alguns que provavelmente nunca mais vão ser batidos.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem se manter vivos nos playoffs sem o Cade? Esse March Madness tá prometendo mesmo ou é só impressão minha?

  • Gerry McNamara volta pra casa: Syracuse acerta com ídolo do título 2003

    Gerry McNamara volta pra casa: Syracuse acerta com ídolo do título 2003

    Cara, que história linda é essa? Gerry McNamara tá voltando pra casa. O Syracuse acabou de acertar com o cara que foi FUNDAMENTAL no título de 2003 da universidade. Depois de quase fazer uma das maiores zebras da história do March Madness com o Siena, o cara tá de volta ao lugar onde virou lenda.

    O quase milagre que chamou atenção de todo mundo

    Vocês viram o que aconteceu quinta-feira passada? O McNamara quase — QUASE — fez o Siena derrubar o Duke, cabeça de chave número 1 geral do torneio. Os Saints foram o primeiro 16º colocado na história a abrir vantagem de dois dígitos no primeiro tempo contra um 1º colocado. Absurdo!

    Foi essa performance que fez o Syracuse olhar pro cara e pensar: “É ele mesmo que a gente precisa.” Bryan Blair, diretor atlético do programa, passou a semana toda conversando com o McNamara, tanto virtualmente quanto pessoalmente. E olha só que interessante — a universidade se comprometeu com investimentos em NIL (Name, Image, Likeness) que devem ficar no top 3 da conferência ACC. Ou seja, tão levando a sério mesmo.

    A lenda que nunca saiu de lá

    Pra quem não conhece a história toda, deixa eu contar: Gerry McNamara é simplesmente UM DOS MAIORES da história do Syracuse. O cara ajudou a levar o time ao título nacional de 2003, teve a camisa 3 aposentada em 2023 e até hoje detém os recordes do programa em arremessos de 3 convertidos e minutos jogados. Três vezes no time ideal da Big East, jogou TODOS os 135 jogos da carreira universitária.

    Depois de uma passagem rápida como profissional, ele voltou pro Syracuse em 2009 como assistente graduado. Em 2011, virou assistente técnico do lendário Jim Boeheim. Quando o Adrian Autry assumiu em 2023 (substituindo Boeheim), McNamara foi promovido a técnico associado antes de aceitar o desafio no Siena em 2024.

    E no Siena? Fez um trabalho sólido: 37 vitórias e 30 derrotas em duas temporadas. Nada espetacular, mas construiu algo ali.

    Hora da reconstrução

    McNamara chega pra substituir justamente o Autry, que foi demitido no começo do mês. E olha, não foi à toa — 49 vitórias e 48 derrotas em três temporadas, sem uma classificação sequer pro March Madness. Esta temporada? 15-17, segunda temporada perdedora consecutiva. Pra vocês terem noção, desde 1968-69 o Syracuse não tinha duas temporadas seguidas com mais derrotas que vitórias.

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. O cara conhece a casa, tem o DNA Orange correndo nas veias e mostrou no torneio que sabe motivar um time a jogar acima das expectativas. E aí, vocês acham que ele consegue trazer o Syracuse de volta aos tempos dourados? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta por cima.

  • UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    Olha, pessoal, segunda-feira vai ter jogaço no March Madness feminino, e eu sinceramente não sei se posso chamar de “jogo” o que vai rolar no Pauley Pavilion. UCLA (#1) recebe Oklahoma State (#8) no Round of 32, e as odds estão tão desequilibradas que até eu fiquei com dó das Cowgirls.

    UCLA -26.5 pontos de vantagem. VINTE E SEIS E MEIO. Cara, isso não é linha de aposta, é quase um pedido de desculpas antecipado para quem vai assistir esperando emoção.

    As Bruins estão voando

    E não é à toa essa confiança toda da casa. As Bruins têm um recorde absurdo de 32-1 na temporada — uma derrota apenas! Lauren Betts, a gigante de 2,01m no garrafão, está fazendo uma temporada monstro com 16.4 pontos e 8.6 rebotes por jogo. A menina acerta 63.8% dos arremessos, gente. É quase matemático: ela pega a bola perto da cesta, ela converte.

    Na primeira rodada, elas literalmente passaram o rodo no California Baptist: 96 a 43. Cinquenta e três pontos de diferença! E o mais louco? Foi com as irmãs Betts — Lauren e Sienna — fazendo double-double juntas. Família talentosa, ein.

    Kiki Rice na armação também está voando, distribuindo 4.5 assistências por jogo e mantendo a ofensa das Bruins funcionando como um relógio suíço. UCLA lidera o país em assistências (22.3 por jogo), o que mostra como esse time joga junto.

    Oklahoma State: a esperança vem do perímetro

    Agora, se você torce pelas Cowgirls, a esperança existe — mas é bem específica. Elas fazem mais de 81 pontos por jogo (14º lugar nacional) e acertam 35% das bolas de três. Se pegarem fogo do perímetro logo cedo, podem pelo menos tornar o primeiro tempo interessante.

    Micah Gray comanda o ataque de três armadores que Oklahoma State gosta de usar. É um estilo bem diferente: enquanto UCLA domina no garrafão, as Cowgirls vivem da velocidade e do arremesso de longa distância.

    Mas olha, sendo bem realista aqui: como você para Lauren Betts por 40 minutos? A menina é uma parede no garrafão, ainda bloqueia quase 2 arremessos por jogo. E quando Oklahoma State errar umas três seguidas (porque vai errar), UCLA vai sair correndo e pode abrir 20 pontos num piscar de olhos.

    Minha previsão? Massacre controlado

    Vocês acham que as Cowgirls conseguem cobrir essa linha de 26.5 pontos? Eu tenho minhas dúvidas, mas March Madness é isso aí — sempre pode ter surpresa.

    Minha expectativa é que Oklahoma State segure uns 15-20 minutos, talvez até fique próximo no primeiro tempo se estiver acertando de três. Mas no segundo tempo, a superioridade física e técnica de UCLA vai falar mais alto.

    Previsão final: UCLA 88 x 62 Oklahoma State. As Bruins seguem firmes rumo ao Sweet 16 (seria o quarto consecutivo), e as Cowgirls voltam pra casa sabendo que deram o melhor que tinham.

    O jogo vai passar na ESPN às 22h (horário de Brasília) de segunda. Para quem curte basquete feminino de alto nível, vale a pena conferir — mesmo que seja só para ver Lauren Betts fazendo escola no garrafão.

  • Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Mano, que final absurdo! Alvaro Folgueiras, um garoto espanhol de 22 anos, simplesmente decidiu quebrar o jogo contra o atual campeão nacional da NCAA. Com 4.5 segundos no relógio, ele recebeu de Bennett Stirtz e mandou uma bomba de três que derrubou o Florida por 73-72. Iowa no Sweet 16 pela primeira vez desde 1999!

    Olha só que história incrível: antes da jogada final, Folgueiras chegou no Stirtz e falou “Eu vou estar pronto e vou fazer essa bola”. E fez mesmo, o maluco! O técnico Ben McCollum resumiu perfeitamente: “confiança irracional”.

    A história que emociona

    Mas o que mais me pegou foi saber da história do Alvaro. Cara saiu de Málaga aos 16 anos, sem falar inglês, só com o sonho de jogar basquete nos EUA. O pai morreu quando ele tinha apenas 9 anos, e a mãe Beatriz trabalhava até 14 horas por dia pra sustentar os filhos.

    E adivinha só — a mãe dele estava na quadra domingo, vendo o filho jogar presencialmente pela primeira vez em dois anos. Depois da buzina final, o Folgueiras correu direto pros braços dela. Emociona até quem tá só assistindo pela TV.

    “Ela mandou um garoto de 16 anos pra América sem saber inglês, sem nada além de sonhos e fome de vencer”, disse Folgueiras depois do jogo. “Essa é pra ela e pro meu pai. Ele tá assistindo lá de cima.”

    Zebra histórica no March Madness

    Gente, vocês têm noção do tamanho dessa zebra? Iowa era cabeça 9, Florida era o número 1 geral e atual campeão. Desde 1979, quando começaram as chaves por ranking, Iowa só tinha batido um cabeça 1 uma vez antes disso.

    E sabe quando foi a última vez que alguém fez uma cesta decisiva nos últimos 5 segundos contra um número 1? Kris Jenkins pela Villanova contra North Carolina na final de 2016. Ou seja, estamos falando de algo histórico mesmo.

    Folgueiras terminou com 14 pontos e 5 rebotes saindo do banco (que jogador do sexto homem!), enquanto Stirtz contribuiu com 13 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. Iowa dominou o garrafão contra um Florida que tinha goleado por 59 pontos na primeira rodada.

    “Acho que ninguém acreditava na gente fora do nosso vestiário”, disse Stirtz. E olha, depois dessa eu também tô acreditando nesse time de Iowa. Vocês acham que eles conseguem ir ainda mais longe no torneio?

  • Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Olha, Charlotte não tá brincando em serviço. A universidade acabou de contratar Wes Miller como novo técnico do basquete masculino por cinco anos, e sinceramente? Essa contratação me deixou curioso pra ver no que vai dar.

    Miller vem direto de Cincinnati, onde passou os últimos cinco anos mas acabou sendo mandado embora no início do mês. E por quê? Simples: nunca conseguiu levar os Bearcats pro March Madness. Cara, cinco temporadas e zero classificações pro torneio mais importante do basquete universitário americano. Isso dói.

    O cara sabe jogar, mas…

    Não vou mentir — o currículo do Miller não é ruim não. Em Cincinnati ele ganhou 20 ou mais jogos em duas temporadas e este ano fechou 9-9 na Big 12 (que é uma conferência pesada, galera). Mas convenhamos: no basquete universitário americano, se você não vai pro March Madness, é como se a temporada não tivesse existido.

    “Wes Miller é um líder comprovado com profundo conhecimento do jogo”, disse o diretor atlético Kevin White. Tá, beleza, mas será que ele vai conseguir quebrar essa maldição de não chegar no torneio?

    UNC Greensboro foi seu grande momento

    Antes de Cincinnati, Miller foi um monstro em UNC Greensboro. Dez anos lá, 185 vitórias contra 135 derrotas. Nos últimos cinco anos foi ainda melhor: 125-43. Três títulos da Southern Conference e duas idas pro March Madness.

    Cara jogou em North Carolina sob o comando de Roy Williams e foi campeão nacional em 2005 — ou seja, sabe o que é ganhar no mais alto nível. E tem conexão forte com a região, que é importante pra recrutar.

    “Charlotte está em ascensão”, disse Miller na apresentação. “Vamos colocar tudo que temos no desenvolvimento dos nossos atletas.” Bonito de falar, né? Agora é ver se funciona na prática.

    E agora, será que cola?

    Miller substitui Aaron Fearne, que foi demitido semana passada depois de três temporadas bem complicadas. Fearne até começou bem (19-12 no primeiro ano), mas depois foi só ladeira abaixo.

    Na minha visão, essa contratação é uma aposta interessante. Miller provou que consegue ganhar no nível mid-major, tem experiência em conferências fortes e conhece a região. Mas aquela marca de não conseguir classificar pra March Madness em Cincinnati me deixa com uma pulga atrás da orelha.

    E vocês, acham que Miller vai conseguir colocar Charlotte no mapa do basquete universitário? Cinco anos é tempo suficiente pra mostrar serviço, isso é fato.

  • Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Cara, nunca pensei que estaria escrevendo isso sobre Bill Self. O técnico do Kansas, aos 63 anos, deixou no ar uma possível aposentadoria após a eliminação dolorosa para St. John’s por 67-65 na segunda rodada do March Madness.

    E olha, não é por birra ou frustração com o time. Self foi bem claro: é uma questão de saúde. “Preciso ser capaz de fazer isso me sentindo bem e saudável para fazer um trabalho decente”, disse o veterano técnico. Sinceramente, isso me pegou desprevenido.

    A saúde em primeiro lugar

    Quem acompanha o basquete universitário sabe que Self vem lidando com problemas de saúde nos últimos anos. O cara foi hospitalizado em janeiro — isso não é brincadeira. Aos 63, depois de décadas na beira da quadra, o corpo cobra mesmo.

    “Vou voltar pra casa, conversar com a família e ver o que está acontecendo”, explicou Self. É uma decisão difícil pra qualquer técnico, ainda mais pra alguém que ama tanto o que faz. Mas saúde não se brinca, né?

    Kansas patinando no torneio

    Vamos ser honestos aqui — Kansas não vem fazendo bonito no March Madness. Quatro anos consecutivos sem passar da segunda rodada. Para um programa tradicionalmente forte como esse, é frustrante demais.

    O próprio Self admitiu a inconsistência: “Os últimos dois anos não foram… bem, incluindo este ano… tem sido inconsistente e não tão bom. Obviamente é decepcionante.” É difícil ouvir isso de um cara que já conquistou tanto no basquete universitário.

    O mais louco é que em uma dessas temporadas eles eram cabeça de chave número 1, mas Self teve que se afastar por problemas de saúde e não terminou a temporada. Imagina a frustração!

    E aí, vocês acham que Self vai mesmo pendurar as chuteiras? Seria o fim de uma era no basquete universitário americano. O Kansas sem Bill Self seria estranho demais de imaginar.

  • March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    Gente, o March Madness tá literalmente insano esse ano! Os primeiros três dias do torneio da NCAA bateram a maior audiência desde 2011, quando CBS e Turner começaram a transmitir todos os jogos. Estamos falando de uma média de 9,8 milhões de telespectadores — um aumento de 5% em relação ao ano passado.

    E olha só que absurdo: quinta-feira foi simplesmente histórica. Os jogos da primeira rodada, transmitidos pela CBS, TBS, TNT e truTV, mantiveram essa média de 9,8 milhões (6% a mais que 2023). Mas o prime time? Meu amigo, aí foi de outro mundo.

    A noite que entrou pra história

    O horário nobre teve média de 12,5 milhões de pessoas grudadas na TV. Doze vírgula cinco MILHÕES. Isso é a maior audiência para uma janela de primeira rodada na história do torneio! E não é à toa — teve upset épico do VCU ganhando do North Carolina por 82-78. Quem não gosta de ver um zebra dessas?

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário americano continua sendo um negócio monstruoso. A galera simplesmente para tudo pra acompanhar esses mlks jogando como se não houvesse amanhã.

    First Four também quebrou recordes

    Até os jogos preliminares (First Four) de terça e quarta arrebentaram! Somando tudo, deu 7,5 milhões de espectadores na truTV. O destaque foi Miami (Ohio) passando o rodo no SMU por 89-79 na quarta — esse jogo teve 2,8 milhões assistindo, sendo o First Four mais visto da história em Dayton, Ohio.

    Sinceramente, isso me faz refletir sobre como o esporte universitário nos EUA é um fenômeno cultural único. Aqui no Brasil, a gente até torce pros nossos times de basquete universitário, mas não chega nem perto dessa loucura. Vocês acham que um dia vamos ter algo parecido por aqui com o NBB ou mesmo campeonatos universitários?

    O que tá claro é que March Madness continua sendo uma máquina de entretenimento. E pelo jeito que começou, esse torneio promete ser histórico em audiência. Quem diria que numa era de streaming e mil opções, o pessoal ainda se reúne pra ver basquete universitário na TV tradicional!

  • Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Olha só que levantamento interessante: alguém foi lá e contou quantos ex-jogadores universitários estão atualmente na NBA dos times que chegaram no Sweet 16 do March Madness de 2026. E cara, Duke simplesmente destruiu a concorrência.

    São 27 jogadores que passaram por lá e hoje estão na liga. Vinte e sete! É quase um time inteiro, mais reservas e ainda sobra gente. Não é à toa que Duke é considerada uma das fábricas de talentos do basquete americano.

    Arizona e Michigan também mandam bem

    Logo atrás vem Arizona com 14 ex-alunos na NBA (o que já é um número bem respeitável) e Michigan com 15. Interessante como essas universidades conseguem formar jogadores que chegam no mais alto nível.

    UConn, que sempre aparece forte no March Madness, tem 9 representantes atualmente na liga. Arkansas também marca presença com 9 jogadores. Michigan State, que sempre dá trabalho no torneio universitário, coloca 7 nomes na NBA.

    Os números por região do torneio

    O que mais me chama atenção é como isso se distribui geograficamente. Na região Leste (sediada em Washington), Duke domina completamente — nenhum outro time da região chega nem perto dos 27.

    Já na região Oeste (San Jose), Arizona lidera com 14, seguido de Arkansas com 9 e Texas com 7. Purdue, que sempre tem times competitivos, surpreende negativamente com apenas 2 ex-alunos na NBA.

    No Meio-Oeste (Chicago), Michigan puxa a fila com 15, enquanto Iowa State tem 5, Alabama e Texas empatam com 7 cada, e Tennessee fecha com 6.

    A região Sul (Houston) é a mais equilibrada: Houston com 6, Illinois com 5, Iowa com 3 e Nebraska — pasmem — com apenas 1 representante na NBA.

    Sinceramente, esses números mostram não só a qualidade dos programas universitários, mas também como certas universidades se tornaram verdadeiras pipelines para a NBA. Duke é o exemplo perfeito disso — Coach K construiu um império lá que continua rendendo frutos até hoje.

    E aí, vocês ficaram surpresos com algum desses números? Eu confesso que não esperava que Michigan tivesse tantos ex-alunos na liga assim.