Tag: march madness

  • Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Cara, quando o Mario Chalmers fala sobre pressão em playoffs, é bom a gente escutar. O maluco tem moral pra isso — bicampeão da NBA pelo Miami Heat e ainda por cima fez AQUELE arremesso de 3 na final do NCAA em 2008. Sabe qual? Aquele que empatou o jogo contra Memphis e mandou pra prorrogação.

    Pois então, numa entrevista pro Bleacher Report, o Chalmers soltou uma que me fez parar pra pensar: ele disse que ganhar o March Madness é mais difícil do que conquistar o anel da NBA. E olha, o argumento dele faz sentido pra caramba.

    “É jogo único, mano”

    “Eu diria que a faculdade é mais difícil porque é mata-mata puro. Esse sistema de jogo único te pega toda vez. Levamos três anos pra conseguir aquele título”, explicou o Chalmers. “Na NBA é série de sete jogos. Chegar lá é a parte mais difícil mesmo, mas uma vez que você tá lá, precisa ganhar quatro — então você tem mais oportunidades.”

    Sinceramente? Nunca tinha pensado dessa forma, mas faz todo sentido. No March Madness, um dia ruim e era isso — tchau, obrigado, volta ano que vem. Na NBA, você pode ter uma noite horrível no jogo 1 e ainda assim levar a série.

    Aquele arremesso de 2008

    E por falar naquele título de Kansas… mano, que jogaço foi aquele! O Memphis do Derrick Rose tava praticamente com a taça na mão, mas aí veio o Chalmers e meteu um arremesso de 3 que até hoje me dá arrepio. Com 10.8 segundos no relógio, depois do Rose errar um lance livre. Pura frieza.

    O cara fechou aquele torneio com 18 pontos na final, mais 3 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Foi eleito o jogador mais valioso do torneio e entrou pra história do basquete universitário americano.

    E vocês, o que acham? Concordam com o Chalmers que o March Madness é mais tenso que os playoffs da NBA? Eu tô começando a achar que sim. Essa pressão do “tudo ou nada” é de outro mundo mesmo.

    Aliás, falando em pressão… Kansas acabou de ser eliminada no segundo round deste ano pelo St. John’s, numa derrota apertada por 67-65. O Dylan Darling acertou uma bandeja no último segundo que quebrou o coração dos torcedores de Kansas. Esse é o March Madness — cruel e imprevisível como sempre.

  • March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    Cara, o March Madness não perdoa mesmo. A gente tava lá, todo mundo com Florida como favorito pra repetir o título, e do nada o Iowa aparece e mete uma enterrada na nossa cara. Literalmente destruiu os brackets de meio mundo.

    Eu confesso que também acreditava nos Gators. Time defendendo o título, cabeça de chave número 1… parecia moleza. Mas esporte é isso aí — uma hora você tá voando, na outra você toma um drible desconcertante e fica vendo a bola entrar de longe.

    A realidade bateu forte

    E agora? Bom, fazer o que né. Hora de repensar tudo e apostar nas novas cartas que restaram na mesa. Os especialistas da USA TODAY já refizeram as contas, e olha só que divisão de opiniões interessante:

    Michigan aparece como consenso absoluto no Midwest — todo mundo apostando neles. Faz sentido, o time tá jogando um basquete bonito de assistir. Mas eu fico pensando… não é meio arriscado apostar todas as fichas em um time só? Às vezes o azarão surge do nada.

    Já no Oeste, Arizona domina as previsões. Quatro dos seis especialistas apostam nos Wildcats. Houston também aparece forte no Sul — três apostas. É interessante ver como certas equipes criam essa unanimidade, sabe?

    As surpresas que podem rolar

    O que mais me chama atenção é a aposta em St. John’s no Leste. Paul Myerberg foi corajoso demais nessa. Enquanto todo mundo fica entre Duke, Michigan State e UConn, o cara vai lá e aposta na zebra. Ou ele é um visionário ou vai sofrer muito assistindo os jogos.

    Sinceramente? Acho que esse March Madness 2026 tá sendo um dos mais imprevisíveis dos últimos anos. A queda de Florida já provou que favorito não existe nessa competição. E vocês, o que acham? Quem vocês botam fé pra chegar no Final Four?

    Uma coisa eu tenho certeza: o Sweet 16 vai ser absurdo. Com tantas apostas diferentes dos especialistas, pelo menos alguns vão tomar porrada. E nós, como sempre, vamos estar aqui pipocando assistindo cada jogada.

  • Matt Painter vira lenda do basquete universitário com 500 vitórias

    Matt Painter vira lenda do basquete universitário com 500 vitórias

    Cara, eu sei que vocês acompanham mais a NBA aqui no Sexto Homem, mas tem uma história no basquete universitário americano que não posso deixar passar. Matt Painter, técnico do Purdue, acabou de virar apenas o quarto treinador na história da Big Ten Conference a conseguir 500 vitórias com o mesmo programa.

    E olha, pode parecer só mais um número, mas isso é ABSURDO quando você para pra pensar.

    Um cara que fala pelos cotovelos… sobre os outros

    O que mais me impressiona no Painter é que, quando perguntaram sobre essa marca histórica, o cara não falou dele. Falou dos jogadores. “O que se perde de vista em Purdue é que nossos jogadores são realmente bons”, disse ele. “Esses caras se dedicaram tanto em todas as áreas para serem o melhor que podem ser.”

    Mano, isso me lembra muito do Popovich no Spurs — sempre desviando o mérito pra galera que tá em quadra. Mas a real é que grandes jogadores não chegam lá sozinhos, né?

    Agora Painter faz parte de um grupo seleto com Tom Izzo, Bob Knight e Gene Keady. Quatro caras apenas. Na história toda da Big Ten!

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos que me deixaram de queixo caído: Painter está entre apenas seis técnicos com mais de 10 classificações pro March Madness. Suas 17 participações empatam com Keady, que foi seu mentor.

    E tem mais — ele é o quinto colocado em aproveitamento entre técnicos com pelo menos 10 temporadas na conferência no pós-guerra. Tá atrás só de lendas como Knight, Izzo, Bo Ryan e Thad Matta.

    Na velocidade que vai, deve passar Keady em vitórias na próxima temporada e tem tudo pra alcançar Knight em uns sete anos. Imaginem isso!

    Mas o que realmente me chamou atenção foi ver os recordes que os jogadores dele quebraram. Braden Smith acabou de virar o maior garçom da história do basquete universitário americano — quebrou o recorde de assistências de todos os tempos!

    Uma escola de craques

    Sinceramente, quando você olha os números, dá pra entender por que o Painter é tão respeitado. Dois dos quatro maiores pontuadores da história de Purdue jogaram com ele, incluindo Zach Edey, o maior cestinha de todos os tempos do programa.

    Três dos cinco maiores reboteiros também são “crias” do Painter. E claro, o atual líder histórico em assistências joga pra ele neste exato momento.

    “Quando você recruta, não está fazendo um draft. Eles têm que dizer sim também”, explicou Painter. “É sobre encontrar caras com espírito competitivo alto, que querem vencer, que têm alto nível técnico.”

    E aí, vocês acham que o basquete universitário americano ainda consegue formar técnicos assim? Essa combinação de humildade e resultados tá cada vez mais rara, não acham?

    Pra mim, Matt Painter é prova de que no esporte — seja NBA, basquete universitário ou até nosso NBB — consistência e trabalho duro ainda valem mais que qualquer estrela individual. O cara construiu uma verdadeira dinastia em Purdue, e merece todo o reconhecimento do mundo.

  • Sweet 16 definido: quem são os favoritões e quem tá só de passagem?

    Sweet 16 definido: quem são os favoritões e quem tá só de passagem?

    Cara, que loucura foi essa primeira fase do March Madness! Quatro dias de pura adrenalina e a gente saiu de 64 times para apenas 16 que ainda sonham com o título nacional. E agora? Hora de separar quem veio pra vencer de quem tá só aproveitando a onda.

    Olha, depois de acompanhar todos os jogos (e quase ter um infarto com algumas finalizações), resolvi fazer meu próprio ranking dos 16 sobreviventes. E já aviso: tem surpresa pra caramba nessa lista.

    Os azarões que estão incomodando

    **Texas** apareceu na 16ª posição, mas sinceramente? Não subestimem esses caras. Eles têm aquele perfil clássico de time que acorda no momento certo — sabe aqueles times que você olha no papel e pensa “poxa, tinham tudo pra ir longe” e de repente começam a jogar como se a vida dependesse disso.

    O Dailyn Swain tá simplesmente metendo bola como se não houvesse amanhã, e o pivô Matas Vokietaitis (que nome, né?) tá fazendo double-double que é uma beleza: 18.3 pontos e 11 rebotes por jogo no torneio. Esses números não mentem.

    **Iowa** na 15ª posição é outro que me chamou atenção. O técnico Ben McCollum tem um histórico absurdo — cara ganhou QUATRO títulos nacionais na Division II! Agora, no primeiro ano em Iowa, já levou o time pro Sweet 16 pela primeira vez desde 1999. Monstro mesmo.

    A vitória sobre Florida por 73-72 foi de arrepiar, principalmente porque o Bennett Stirtz errou TODAS as nove tentativas de três pontos e mesmo assim ganharam. Isso aí é caráter de time grande.

    Nebraska fazendo história

    Gente, vocês viram o que Nebraska fez? O time era literalmente o ÚNICO programa de conferência forte que nunca tinha ganhado um jogo no torneio da NCAA. Imaginem a pressão!

    Não só quebraram esse jejum como já emendaram duas vitórias seguidas. Aquela finalização do Tyler Tanner que quase entrou e mudaria tudo… nossa, meu coração parou por alguns segundos.

    O Fred Hoiberg tá fazendo um trabalho sensacional, e o melhor: no Sweet 16 eles pegam Iowa ao invés de enfrentar a Florida (atual campeã). Às vezes a sorte também conta, né?

    St. John’s e a magia do Pitino

    **St. John’s** na 12ª posição me deixou curioso. O time quase entregou uma vantagem de 13 pontos nos últimos sete minutos, mas aí veio a finalização do Dylan Darling no último segundo pra salvar a pátria.

    E olha só esse dado que me deixou impressionado: Rick Pitino tem 12 vitórias em 13 jogos no Sweet 16 na carreira. DOZE EM TREZE! O cara simplesmente sabe fazer time render na hora H. Contra Duke no Sweet 16? Vai ser um jogaço histórico.

    Na minha visão, esses times que estão “mal” classificados no ranking podem aprontar muito. March Madness é isso mesmo — uma hora você tá comemorando, na outra tá roendo as unhas de nervoso.

    E vocês, acham que algum desses azarões vai surpreender nas próximas fases? Tenho a impressão que ainda vamos ver muito choro e ranger de dentes pela frente!

  • Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Olha, quem nunca teve um bracket completamente destruído no March Madness que atire a primeira pedra. Este ano não foi diferente — aliás, foi ainda pior. Mais de 35 milhões de brackets foram pra cucuia nas duas primeiras rodadas, e eu tô aqui rindo (e chorando) vendo como os especialistas se deram.

    A pegadinha começou logo cedo com Iowa passando por cima da Florida como se fosse um treino. Aí veio Tennessee dando uma surra no Virginia (cabeça 3, né?) e pronto: acabaram os brackets perfeitos. Zero. Nenhum sobreviveu.

    Os acertos e as pipocadas dos especialistas

    Blake Toppmeyer chegou perto da perfeição nas primeiras rodadas (23 de 32 na primeira, 11 de 16 na segunda), mas cara… colocar BYU no Elite Eight foi tenso. Sim, AJ Dybantsa é um monstro, mas basquete é esporte coletivo. Por outro lado, ele cravou a zebra do VCU sobre North Carolina — esse foi de milhões.

    Matt Hayes também apostou no Arizona como campeão (parece que todo mundo tá nessa), mas se ferrou bonito com Florida no Final Four. McNeese no Sweet 16? Rapaz, ousadia tem limite. Perdeu logo na primeira pra Vanderbilt.

    E o Jordan Mendoza… coitado. Perdeu três times do Sweet 16 logo na primeira rodada. Wisconsin caindo pra High Point (que zebra absurda), Akron levando uma surra do Texas Tech, e BYU pipocando também. Deve tá até agora tentando entender o que aconteceu.

    Os craques da previsão

    Agora, Craig Meyer quase acertou tudo — 30 de 32 na primeira rodada, o que é simplesmente absurdo. O cara cravou High Point passando e Texas chegando no Sweet 16. Tava indo perfeito até… bom, até não estar mais.

    John Brice teve uma jogada genial: acertou toda a região Leste. Literalmente tudo. Claro que depois pipocou com Gonzaga no Elite Eight (quem nunca se queimou com os Zags, né?).

    Paul Myerberg foi o único corajoso a apostar no St. John’s como campeão. Ou ele é visionário ou tá completamente maluco — só vamos saber no final.

    E aí, galera, como tão os brackets de vocês? Conseguiram sobreviver às zebras ou já jogaram a toalha? Eu confesso que depois de ver Iowa destruindo Florida, já sabia que ia ser um March Madness diferente de tudo que a gente já viu.

  • Charles Barkley solta o sarcasmo sobre Kenny Smith virar técnico

    Charles Barkley solta o sarcasmo sobre Kenny Smith virar técnico

    Cara, o Charles Barkley não perdoa mesmo. O cara conseguiu zoar o Kenny Smith de um jeito que só ele sabe fazer — e olha que eles são amigões. A coisa toda começou quando alguém perguntou se o Kenny não queria assumir o comando de North Carolina no lugar do Hubert Davis.

    E aí que o Barkley soltou: “Kenny nem conseguiu passar o fim de semana de pé, Dan. O cara ficou doente no fim de semana”. Cruel? Talvez. Engraçado? Com certeza.

    A situação em North Carolina tá pegando fogo

    Olha, a pressão em cima do Hubert Davis é real. O técnico dos Tar Heels tá na corda bamba depois de ser eliminado logo na primeira rodada do March Madness pela VCU. Na minha opinião, é até meio injusto — o cara levou o time pra final nacional no primeiro ano dele, mas parece que a memória da galera é curta.

    Davis tem cinco anos de casa, com um cartel de 125 vitórias e 54 derrotas. Foi até eleito o melhor técnico da ACC em 2024. Mas vocês sabem como é: no basquete universitário americano, você é tão bom quanto seu último resultado.

    E o mais interessante? Alguns jogadores saíram em defesa do técnico. Seth Trimble e Henri Veesaar bateram o pé pelo treinador. Isso mostra que pelo menos no vestiário ele tem respaldo.

    Kenny Smith técnico? Aí já é viagem

    Sinceramente, a ideia do Kenny Smith virar técnico é bem maluca. O cara nunca treinou nem time de escolinha — zero experiência como assistente, quanto mais como principal. Claro, ele jogou em North Carolina de 1983 a 1987 e foi All-ACC três vezes, mas pular direto pra técnico principal de um programa desse nível seria loucura total.

    Por outro lado, tem uma coincidência interessante: o filho dele, Malloy Smith, acabou de se comprometer com os Tar Heels. Será que isso não pesou na especulação? Vai saber…

    Mas o Barkley teve razão quando ficou sério por uns segundos. Ele falou uma verdade dura: “Com esses jogadores de hoje — e não tô criticando eles, porque é diferente — você tem duas situações rolando. No universitário, você tem que pagar todos esses caras todo ano, e se eles não produzirem, quem vai levar a culpa é você.”

    E aí, vocês acham que o Kenny Smith teria peito pra aguentar essa pressão toda? Porque uma coisa é comentar jogo na TV, outra bem diferente é lidar com adolescente de 18 anos ganhando uma grana preta.

  • Lauren Betts mete 35 pontos e UCLA atropela rumo ao Sweet 16

    Lauren Betts mete 35 pontos e UCLA atropela rumo ao Sweet 16

    Gente, eu preciso falar sobre o que a Lauren Betts fez ontem à noite. A garota simplesmente DESTRUIU, marcando 35 pontos — recorde da carreira dela — numa vitória de 87-68 da UCLA sobre Oklahoma State. E olha, não foi nem perto de ser jogo duro.

    Os Bruins (33-1) chegaram a abrir 25 pontos de vantagem no primeiro tempo, jogando em casa no Pauley Pavilion. A torcida foi ao delírio quando Betts saiu faltando um minuto pro fim — foi o último jogo dela em casa, então imaginem a emoção. Até o Dwyane Wade tava lá na arquibancada com a Gabrielle Union e a filha deles de 7 anos assistindo ao show.

    Números absurdos da Betts

    Olha só esses números: 15 de 19 nos arremessos e ainda pegou 9 rebotes. É monstruoso mesmo. Quando Oklahoma State tentou uma reação no terceiro quarto (cortaram a desvantagem pra 13 pontos), foi ela quem fechou a torneira. Marcou 10 dos últimos 12 pontos do período pra UCLA.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão fácil assim. As Cowgirls começaram perdidas — erraram 14 de 16 arremessos no primeiro quarto e ainda entregaram 6 bolas. Resultado? UCLA abriu 21-6 logo de cara.

    Rumo ao confronto de gigantes

    Agora vem o interessante: UCLA vai enfrentar Minnesota no Sweet 16, e é um duelo entre times da Big Ten. Na temporada regular, os Bruins já tinham passado por cima das Golden Gophers por 76-58, mas March Madness é outra história, né?

    O que mais me impressiona é a consistência dessa UCLA. Essa foi a quarta classificação consecutiva pro Sweet 16, e elas tão claramente mirando uma volta ao Final Four. Com uma campanha de 33-1 e destruindo todo mundo no caminho, é difícil apostar contra elas.

    Vocês acham que alguém consegue parar esse rolo compressor dos Bruins? Porque pelo jeito que elas tão jogando, o título pode muito bem passar por Los Angeles esse ano.

  • Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Cara, a Hannah Hidalgo é simplesmente monstruosa. 26 pontos, 13 rebotes e 8 roubadas de bola na vitória de 83-73 sobre Ohio State ontem à noite. E o mais louco? A garota fala que nem sabe os próprios números — “eu só tô ali jogando bola”, disse ela. Que humildade absurda pra quem acabou de destroçar um time seeded mais alto no March Madness feminino.

    Com essa performance, Notre Dame garantiu vaga no Sweet 16 pela 15ª vez consecutiva. QUINZE VEZES SEGUIDAS. É tradição já, pessoal. A junior conseguiu seu oitavo double-double da temporada e mostrou mais uma vez por que é considerada uma das melhores guards do país.

    O show de Hidalgo vs o drama de Cambridge

    Olha, eu tenho que dar crédito pra Jaloni Cambridge de Ohio State — a garota fez 41 pontos. QUARENTA E UM. Foi um jogaço individual dela, acertando 13 de 25 arremessos e cinco bolas de três. Mas como ela mesmo disse depois: “41 pontos não importa com uma derrota”.

    E aí que tá o drama todo. Ohio State virou o primeiro time na história do torneio feminino a ser eliminado em casa três anos seguidos. Cara, que maldição é essa? O problema não foram os pontos — foram as 21 bolas perdidas que viraram 25 pontos pra Notre Dame. Cambridge sozinha perdeu sete bolas, igualando seu pior número da temporada.

    “A gente simplesmente não estava cuidando da bola. Precisávamos ser mais inteligentes”, lamentou ela. Sinceramente, dói ver uma performance individual tão absurda sendo desperdiçada por erros coletivos.

    Notre Dame controla quando precisa

    A partida teve seus momentos de tensão. Notre Dame abriu 50-37 no terceiro quarto, mas Ohio State reagiu com uma sequência de 12-4. Cambridge fez seis pontos seguidos e quase empatou o jogo — perdeu um lance livre que deixaria tudo 54 a 54.

    Mas aí que você vê a diferença de um time experiente. Notre Dame não se abalou e respondeu com uma sequência de 12-3 que praticamente definiu o jogo. A maior vantagem foi de 83-65 no finalzinho.

    Vanessa de Jesus fez 15 pontos, enquanto Iyana Moore e Cassandre Prosper contribuíram com 13 cada. Trabalho de equipe que faz a diferença nesses momentos decisivos.

    Agora Notre Dame espera o vencedor de Vanderbilt vs Illinois na próxima fase. E vocês, acham que as Fighting Irish têm time pra brigar pelo título esse ano? Com a Hidalgo jogando nesse nível, eu não duvido de nada.

  • Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Mano, que atropelo foi esse? South Carolina simplesmente destruiu USC por 101-61 e avançou pro Sweet 16 do March Madness feminino. Joyce Edwards com 23 pontos e 10 rebotes, Madina Okot fazendo mais um double-double (15 pontos e 15 rebotes) — o 22º da temporada, pasmem.

    Os Gamecocks começaram o jogo como se fosse treino: 13-0 logo de cara. USC nem teve tempo de respirar. No intervalo já estava 51-21, e aí vocês sabem como é — jogo acabou.

    O drama de JuJu Watkins

    Olha, não tem como não sentir pela JuJu Watkins. A garota que carregou USC nas costas nos últimos anos teve que assistir tudo do banco por causa da lesão no joelho. Imagina a frustração de ver seu time sendo atropelado assim e não poder fazer nada.

    Sem ela em quadra, os Trojans ficaram completamente perdidos contra a defesa sufocante de South Carolina. Jazzy Davidson, que tinha feito 31 pontos na estreia contra Clemson, conseguiu apenas 16 — e olhe lá, acertou só 5 de 15 arremessos.

    Okot é um monstro no garrafão

    Sinceramente, essa Madina Okot é surreal. 6’6″ de altura, veio do Mississippi State e tá fazendo South Carolina ainda mais dominante (se é que isso era possível). Dez pontos e 11 rebotes só no primeiro tempo. A mulher não dá sossego pra ninguém no garrafão.

    E tem mais: Raven Johnson, veterana de cinco anos, chegou aos 1.000 pontos na carreira no primeiro tempo. Jogando em casa pela última vez, a menina deve ter ficado emocionada. Colonial Life Arena explodindo de alegria.

    South Carolina agora pega Oklahoma no Sweet 16 — justamente um dos dois times que conseguiram bater os Gamecocks essa temporada (o outro foi Texas, que ganhou duas vezes). Vai ser interessante ver essa revanche em Sacramento. Vocês acham que South Carolina consegue se vingar?

    USC fechou a temporada de forma melancólica: cinco derrotas nos últimos seis jogos. Essa de ontem foi a maior goleada que eles já sofreram na história do torneio NCAA. Pesado.

  • Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Gente, que show foi esse da Azzi Fudd ontem à noite! A menina simplesmente resolveu colocar fogo no parquete do Gampel Pavilion e meteu 34 pontos na despedida de casa — igualando o seu melhor jogo da carreira. Oito cestas de três pontos. Oito!

    O resultado? UConn 98 x 45 Syracuse, e as Huskies garantiram mais uma vaga no Sweet 16. Detalhe: é a 32ª vez consecutiva que elas chegam nessa fase. Trinta e duas vezes seguidas, pessoal. É de outro planeta mesmo.

    Primeiro tempo histórico

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete feminino, mas o que a Fudd fez no primeiro tempo foi absurdo. Vinte e seis pontos e seis bolas de três em apenas 20 minutos de jogo. O técnico Geno Auriemma — que já ganhou tudo nessa vida — disse que foram “os melhores 20 minutos de basquete que eu vi em muito, muito tempo”.

    E não é pra menos. A garota estava simplesmente inspirada. “Minhas companheiras estavam me encontrando, fazendo bloqueios perfeitos. Eu nem estava pensando. Estava livre — então arremessa”, disse ela depois do jogo.

    Syracuse tentou, mas não teve jeito. O time visitante ficou mais de 10 minutos sem acertar um arremesso de quadra no primeiro tempo. Dez minutos! UConn fez uma sequência de 31-0 que praticamente acabou com o jogo — 53 a 8 no placar.

    Quase batendo recordes

    A pergunta que todo mundo estava fazendo era se a Fudd ia quebrar o recorde de pontos em jogos do torneio NCAA que pertence à ex-companheira de time dela, Paige Bueckers (40 pontos em 2025). No final, ela ficou com 34 — que coincidentemente foi exatamente a mesma marca que a Bueckers fez no último jogo dela em casa.

    As oito cestas de três ficaram a uma unidade do recorde do torneio, que está nas mãos de três jogadoras diferentes. Cara, imagina se ela acerta mais uma? Seria perfeito demais.

    Sarah Strong contribuiu com 18 pontos e nove rebotes, e Blanca Quinonez saiu do banco para fazer outros 18. É essa profundidade de elenco que torna UConn tão difícil de parar — quando uma não está funcionando, sempre tem outra pronta pra resolver.

    Despedida emocionante

    Depois de cinco anos defendendo a camisa das Huskies, Fudd fez questão de curtir cada segundo da despedida. Posou para fotos com a torcida estudantil, absorveu todo o carinho da galera. “Gampel foi minha casa nos últimos cinco anos. Algumas pessoas dizem que nenhum lugar se compara, e realmente não se compara — o ambiente, a multidão, os fãs, tudo sobre este lugar é incrível”.

    Sinceramente? Que forma linda de se despedir de casa. Com uma atuação dessas, ela vai ser lembrada pra sempre pelos torcedores de UConn.

    Agora é Sweet 16 contra North Carolina — curiosamente, só a segunda vez na história que esses times se enfrentam no torneio NCAA. A última foi em 1994, quando as Tar Heels levaram a melhor e foram campeãs nacionais. Será que UConn consegue manter essa sequência absurda de 52 jogos seguidos invictas? Eu não apostaria contra elas, não.