Tag: Milwaukee Bucks

  • Giannis no mercado? Bucks ‘abertos a negócios’ após Lottery

    Giannis no mercado? Bucks ‘abertos a negócios’ após Lottery

    Galera, parece que chegou a hora. Depois de um ano inteiro de vai-não-vai, os Bucks finalmente sinalizaram que estão “abertos a negócios” quando o assunto é Giannis Antetokounmpo. E olha, eu não tô surpreso — depois da temporada decepcionante que eles fizeram, era questão de tempo mesmo.

    O Draft Lottery de domingo não ajudou em nada a situação de Milwaukee. Sabe como é, eles ficaram com a 10ª pick e não tiveram aquela sorte maluca de subir na loteria. Pior ainda: nenhum dos times que pegaram as primeiras escolhas (Washington, Utah, Memphis) tem o menor interesse em trocar por Giannis. É complicado.

    A situação tá feia pros Bucks

    Vamos ser honestos aqui — Milwaukee tá numa sinuca de bico. Eles precisam reconstruir o time, mas Giannis ainda é um monstro quando tá saudável. O problema? Como diabos você troca um cara desse calibre e consegue algo que valha a pena de volta?

    Washington ganhou a primeira pick e tá doido pra pegar um jovem talento. Utah e Memphis também tão no meio de rebuilds e querem montar em cima de rookies, não de veteranos caros. Sobrou Chicago com a 4ª pick como melhor opção, mas aí você me pergunta: Giannis quer mesmo ir pra lá? Duvido muito.

    Na minha visão, os únicos times da loteria que fariam sentido pro Greek Freak seriam Golden State (11ª pick) ou Miami (13ª). Warriors e Heat já tão rondando essa negociação há tempos. Mas cara, será que rola mesmo? Giannis supostamente quer ficar no Leste, o que tiraria Golden State da jogada.

    E agora, pra onde vai a novela?

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi muita negociação de superstar. A realidade é crua: Milwaukee nunca vai conseguir um retorno justo pelo Giannis. Quando você tem um cara desse nível no último ano de contrato, você meio que fica refém das preferências dele.

    O mais provável é os Bucks terem que se contentar com um monte de picks e torcer pra acertar nas escolhas futuras. Tipo o que eles fizeram há 10 anos quando draftaram o próprio Giannis na 15ª posição. Às vezes a magia acontece, né?

    E vocês, acham que Giannis realmente sai de Milwaukee esse ano? Sinceramente, depois de tudo que rolou — a saída do Jrue Holiday, as eliminações precoces nos playoffs — eu não vejo como essa relação pode continuar. É triste ver o fim de uma era, mas faz parte do negócio.

    Uma coisa é certa: seja qual for o destino do Giannis, vai movimentar todo o mercado da NBA. Prepare o coração, pessoal, porque o verão promete ser quente!

  • Bucks mantêm Giannis no limbo: trocar ou renovar o projeto?

    Bucks mantêm Giannis no limbo: trocar ou renovar o projeto?

    Olha, a situação do Giannis em Milwaukee tá ficando cada vez mais tensa. O GM Jon Horst confirmou no domingo que os Bucks estão literalmente tocando dois pianos ao mesmo tempo: ou trocam o Greek Freak ou montam um time campeão ao redor dele. E a decisão tem que sair antes do Draft, que rola nos dias 23 e 24 de junho.

    “Os dois caminhos estão muito vivos para nós”, disse Horst. Cara, imagina a pressão que deve ser gerir uma franquia nessa encruzilhada. De um lado você tem um cara que já foi MVP duas vezes e levou Milwaukee ao título em 2021. Do outro, você tem a realidade crua: o time não tá conseguindo competir de verdade pelos playoffs.

    O mercado tá esquentando

    Segundo o Shams Charania da ESPN, os Bucks já estão de ouvido aberto para propostas pelo Giannis — assim como fizeram antes da trade deadline. E olha, eu não culpo eles. Depois da temporada frustrante que tiveram, qualquer GM responsável faria isso.

    No lottery de domingo, Milwaukee ficou na 10ª posição mesmo. Horst foi esperto ao dizer que essa pick pode servir pros dois cenários: ou desenvolver um jovem junto com o Giannis ou usar como moeda de troca para buscar veteranos. Sinceramente, acho que eles vão pelo segundo caminho se decidirem ficar com o cara.

    E não é que eles não têm munição, não. Os Bucks ainda têm picks de primeira rodada disponíveis para 2031 e 2033. Lembrando que essa franquia já usou picks de primeira agressivamente no passado — foi assim que trouxeram Jrue Holiday e Damian Lillard.

    Pressão dos donos

    O co-proprietário Jimmy Haslam meio que forçou a barra essa semana, dizendo que quer uma resolução antes do Draft. Horst tentou amenizar a coisa, mas a real é que o prazo tá aí. “Para nós, é sobre ter uma ótima offseason mantendo os dois caminhos abertos”, disse o GM.

    E o lottery não ajudou muito a definir as coisas. Golden State e Miami — dois times que sempre são linkados ao Giannis — não subiram nas posições. Brooklyn, que tem picks suficientes para montar um pacote monstro, caiu para a 6ª posição mesmo tendo boas chances de pegar o topo.

    Vocês acham que os Bucks deveriam mesmo trocar o Giannis? Ou ainda dá pra montar algo competitivo ao redor dele? Porque olhando de fora, parece que o tempo tá passando e Milwaukee precisa tomar uma decisão logo. A combine em Chicago essa semana vai ser crucial — cada conversa vai ter o futuro do Greek Freak no centro das discussões.

  • Giannis oficialmente no mercado: Bucks aceitam propostas pelo Greek Freak

    Giannis oficialmente no mercado: Bucks aceitam propostas pelo Greek Freak

    Gente, chegou a hora. O Milwaukee Bucks finalmente confirmou o que todo mundo já desconfiava: eles estão oficialmente ouvindo ofertas pelo Giannis Antetokounmpo. É, o bicampeão de MVP pode mesmo estar de saída de Milwaukee.

    Segundo fontes da ESPN, a diretoria dos Bucks quer resolver essa situação antes do Draft da NBA, que acontece entre 23 e 24 de junho. Ou seja, temos umas seis semanas de muito drama pela frente.

    “Nas próximas seis ou sete semanas vamos decidir se o Giannis vai assinar um contrato máximo e ficar conosco ou se vai jogar em outro lugar”, disse o co-proprietário Jimmy Haslam na quarta-feira. Cara, a sinceridade é brutal, mas pelo menos não estão enrolando ninguém.

    O que os Bucks querem em troca

    A franquia não está desesperada para se livrar do Greek Freak — eles querem o preço certo. Estão pedindo um jovem talento de primeira linha e/ou uma enxurrada de picks de Draft. Basicamente, querem reconstruir o futuro em troca do presente.

    E olha, faz sentido. Com 31 anos e vindo de uma temporada limitada por lesões (só 36 jogos), o Giannis ainda tem muito a oferecer, mas Milwaukee precisa pensar no longo prazo.

    O interessante é que os Bucks também estão deixando a porta aberta para uma mega-troca que possa convencer o Giannis a ficar. Eles têm até três picks de primeira rodada negociáveis e contratos como Bobby Portis e Kyle Kuzma para montar pacotes. Será que conseguem um movimento que mude a cabeça dele?

    A fila dos interessados está gigante

    Depois da loteria do Draft no domingo, vários times interessados conheceram suas posições. Golden State ficou com a 11ª escolha e Miami com a 13ª — dois picks que podem virar parte de propostas interessantes.

    A lista de interessados é de dar inveja: Minnesota Timberwolves, Cleveland Cavaliers, Boston Celtics, New York Knicks e Los Angeles Lakers. Imagina o Giannis no Lakers ao lado do LeBron? Ou nos Celtics, que acabaram de ganhar o título?

    Mas olha só que curioso: fontes dizem que uma fonte envolvida diretamente falou que “a conversa vai ser simples: onde o Giannis quer ser trocado e onde ele vai assinar longo prazo?” Ou seja, o cara tem o poder de escolher seu destino. E quem não escolheria, né?

    A temporada passada foi um desastre para Milwaukee: 32-50, primeira vez fora dos playoffs em nove anos. O Giannis ainda produziu quando estava em quadra (27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências), mas as lesões no joelho, panturrilha e virilha limitaram muito sua participação.

    Se ele ficar em Milwaukee, pode assinar uma extensão de quatro anos por US$ 275 milhões a partir de 1º de outubro. Se for trocado, pode negociar seis meses depois da troca. Vocês acham que ele fica ou vai mesmo embora? Porque sinceramente, depois de tudo que rolou essa temporada, eu não apostaria na permanência dele.

  • Bucks ficam com a 10ª pick de 2026 – e ainda bem que não caíram no top 4

    Bucks ficam com a 10ª pick de 2026 – e ainda bem que não caíram no top 4

    Cara, que alívio! O Draft Lottery de 2026 acabou e os Bucks conseguiram exatamente o que a gente esperava: a 10ª pick. E olha, sinceramente? Foi o melhor cenário possível pra Milwaukee.

    Deixa eu explicar a treta toda. Os Bucks tinham trocado o direito de troca de picks com o New Orleans (que depois virou do Atlanta). Se Milwaukee tivesse caído no top 4, teriam que trocar com Atlanta – que acabou ficando com a 8ª pick. Imagina a dor de cabeça: ganhar na loteria só pra ter que entregar a pick pros Hawks? Que pesadelo seria isso.

    Os sortudos da vez

    Washington levou a 1ª pick (14% de chance), seguido por Utah na 2ª. Mas os caras que realmente deram sorte foram Memphis (3ª pick) e Chicago (4ª). Os Grizzlies tinham apenas 37,2% de chance de pular pro top 4, e os Bulls? Só 20,2%. Absurdo a sorte desses times.

    O favorito absoluto pra primeira escolha é AJ Dybantsa, do BYU. O moleque é um monstro mesmo, seguido por Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke). Essa classe de 2026 tá sendo considerada uma das melhores dos últimos anos.

    Indiana se ferrou bonito

    Agora a parte mais engraçada (pelo menos pra nós): Indiana se deu mal pra caramba. Eles tinham o segundo pior record da liga, mas caíram pra 5ª pick. E o pior? No deadline, os Pacers trocaram duas primeiras escolhas (incluindo a de 2026, protegida top 4) pro Clippers pelo Ivica Zubac.

    Como eles não ficaram no top 4, vão ter que mandar essa pick mesmo pros Clippers. Cara, que negócio ruim foi esse. Trocaram Bennedict Mathurin, Isaiah Jackson e duas picks por um pivô que tá longe de ser extraordinário.

    E o futuro do Giannis?

    Falando nisso, Brooklyn acabou com a 6ª pick e todo mundo sabe que eles querem o Giannis há tempos. Se os Bucks resolverem ouvir propostas (Deus me livre), os Nets têm uma das melhores picks pra oferecer. Golden State ficou só com a 11ª e Miami com a 13ª – meio difícil competir com o que o Brooklyn pode oferecer.

    Vocês acham que a diretoria de Milwaukee vai mesmo considerar trocar o Greek Freak? Na minha opinião, seria loucura total. O cara ainda tá no auge, e com a 10ª pick podem pegar um jovem talento pra complementar o time.

    Por enquanto, vamos torcer pra que usem essa escolha com sabedoria. A temporada de 2026 promete ser interessante!

  • Giannis quer ficar no Leste – mas onde ele se encaixa mesmo?

    Giannis quer ficar no Leste – mas onde ele se encaixa mesmo?

    Galera, a novela do Giannis Antetokounmpo tá esquentando de vez. Os donos do Milwaukee Bucks já deixaram claro: ou renovam com o Greek Freak até o Draft (23 de junho), ou vão trocar ele. E agora saíram mais detalhes sobre as preferências do cara — e olha, faz todo sentido do mundo.

    Segundo o pessoal do The Athletic, o Giannis tem duas exigências bem claras: quer jogar num time que REALMENTE pode brigar pelo título, e prefere ficar na Conferência Leste. Mano, eu entendo perfeitamente. O cara tem 31 anos, acabou de passar por uma temporada frustrante em Milwaukee, e não tem tempo pra ficar esperando projeto crescer.

    A lógica por trás das escolhas

    Ficar no Leste faz sentido por várias razões. Primeiro, é mais perto da Grécia (onde ele tem casa) e de Milwaukee. Segundo — e isso é crucial — significa que ele só enfrentaria UM dos monstros do Oeste (Thunder ou Spurs) nos playoffs, não os dois.

    E sinceramente? Depois de ver como foi difícil pro Milwaukee competir ano passado, entendo a exigência dele de ir só pra um “true contender”. O cara já perdeu tempo demais tentando carregar time nas costas.

    Mas quem realmente se encaixa?

    Aí que a coisa fica interessante (e complicada). Vamos aos candidatos:

    Detroit Pistons: São um time em ascensão meteórica, mas o fit é meio esquisito. Eles já têm muito talento no garrafão, e adicionar o Giannis significaria reformular o elenco inteiro. Por enquanto, não rolou interesse deles.

    Indiana Pacers: Chegaram no jogo 7 das Finais ano passado — impressionante. Se o Tyrese Haliburton voltar 100%, podem ser uma opção real. Mas cara, aquela rivalidade Bucks vs Pacers dos últimos anos… será que o Giannis toparia mesmo? Eu tenho minhas dúvidas.

    Boston Celtics: Agora SIM estamos falando sério. Os Celtics ganharam 56 jogos, são bicampeões recentes, e o próprio Giannis já elogiou o técnico Joe Mazzulla publicamente. Uma troca centrada no Jaylen Brown? Faria sentido pra ambos os lados.

    O Boston tem um probleminha: eles vivem de arremesso de 3, mas sofrem pra criar pressão na cesta. Imagina o Giannis resolvendo isso? E ainda liberaria mais espaço pro Tatum trabalhar.

    E aí, o que vocês acham?

    Na minha opinião, Boston faz MUITO sentido. Tem estrutura, tradição, e o Giannis complementaria perfeitamente o que eles já fazem bem. Claro que perder o Jaylen Brown doeria, mas pô… é o Giannis Antetokounmpo que estamos falando.

    Resta saber se Milwaukee vai mesmo abrir mão do cara que trouxe o primeiro título da franquia. E vocês, onde acham que o Greek Freak deveria parar? Comentem aí!

  • Giannis quer sair dos Bucks? E olha só onde ele quer jogar…

    Giannis quer sair dos Bucks? E olha só onde ele quer jogar…

    Gente, a bomba já começou a rolar nos bastidores da NBA. O Giannis Antetokounmpo, o Greek Freak em pessoa, aparentemente não está mais satisfeito em Milwaukee. E sinceramente? Depois de ver os Bucks lutando pra se manter relevantes, eu até entendo o cara.

    A informação que chegou até mim é que vários times já estão preparando suas melhores ofertas de troca para o verão. Warriors, Rockets, Trail Blazers… todo mundo quer botar a mão no bicampeão de MVP. Mas aqui vem o plot twist que ninguém esperava.

    O Greek Freak tem preferências bem claras

    Segundo fontes próximas ao jogador, o Giannis não quer ir pra qualquer lugar não. O cara tem uma preferência bem específica: quer continuar no Leste, mas jogando por um time que realmente brigue pelo título. Faz todo sentido, né?

    Olha, depois de ganhar aquele anel em 2021 e ver o time desmoronando aos poucos, eu entendo perfeitamente a frustração dele. O cara deu tudo por Milwaukee, mas basketball é negócio também.

    Na lista dos possíveis destinos estão Celtics, Heat e até os Raptors. Imaginem o Giannis com a camisa verde dos Celtics? Seria absolutamente monstruoso. Ou então no Heat, com a cultura do Pat Riley? Nossa Senhora…

    Knicks e outros times na espreita

    Não para por aí. Os Knicks também podem entrar na briga, assim como Timberwolves e Cavaliers – especialmente se essas equipes não chegarem onde querem nos playoffs deste ano.

    O que me chama atenção é que o Giannis só vira agente livre em 2027, então ele tem bastante poder de negociação pra escolher seu destino. É aquela situação clássica: o jogador manda no próprio futuro.

    Vocês acham que ele realmente sai de Milwaukee? Na minha visão, se os Bucks não conseguirem montar um elenco competitivo ao redor dele até o fim desta temporada, a saída é praticamente certa. O cara já deu o que tinha que dar por lá.

    E aí, qual time vocês acham que seria o encaixe perfeito pro Greek Freak? Eu, particularmente, morro de curiosidade pra ver ele com a camisa do Heat. Seria o casamento perfeito entre talento individual e cultura vencedora.

  • Giannis pode forçar trade e já tem time em mente, diz jornalista

    Giannis pode forçar trade e já tem time em mente, diz jornalista

    Olha, eu sempre achei que essa história de trade do Giannis era mais especulação da mídia americana do que realidade. Mas agora a coisa tá ficando séria.

    Sam Amick, do The Athletic — que é um dos caras que mais entende de bastidores na NBA — foi no programa Run It Back da FanDuel TV e soltou uma bomba: o Greek Freak não só pode ser trocado como provavelmente vai escolher pra onde quer ir.

    Giannis vai meter o pé na porta

    “O Giannis vai ter voz ativa nisso”, disse Amick. “Ele vai colocar o pé na balança e acho que em algum momento vai pressionar por um time específico que ele quer jogar.”

    Cara, isso muda tudo. Uma coisa é o Milwaukee decidir trocar o cara — outra completamente diferente é o próprio Giannis batendo o pé e falando “quero ir pra time X”. Quando um astro desse nível faz isso, a franquia meio que não tem escolha.

    Me lembra muito o que rolou com o Kawhi em San Antonio, o AD em New Orleans… quando o cara quer sair e já tem destino em mente, é praticamente impossível segurar.

    Milwaukee pode usar isso a favor

    Mas tem um lado interessante nisso tudo que o Amick tocou. Se o Giannis realmente empurrar pra um time específico, Milwaukee pode usar essa situação pra “resetar a franquia de uma forma positiva”.

    “Talvez eles consigam o tipo de pacote que realmente faça a diferença — construir com peças jovens promissoras ou até mesmo alguns astros”, explicou o jornalista.

    Sinceramente? Faz sentido. Os Bucks tão numa situação complicada mesmo. Time envelhecido, sem muito futuro no draft, teto salarial estrangulado… Se o Giannis quer sair mesmo, melhor fazer isso direito e receber um pacotão de volta.

    E aí, vocês acham que o Greek Freak realmente vai forçar uma saída? E qual time vocês apostam que ele tem em mente? Miami sempre aparece nessas especulações, mas eu não duvido nada de uma surpresa rolando…

    Uma coisa é certa: se isso acontecer, vai ser o trade da década. Estamos falando de um bicampeão de MVP, cara que levou Milwaukee ao título em 2021. Não é qualquer negociação não.

  • PJ Tucker se aposenta: fim de uma era de raça pura na NBA

    PJ Tucker se aposenta: fim de uma era de raça pura na NBA

    Cara, que momento. PJ Tucker acabou de anunciar a aposentadoria da NBA através de um post no Instagram que me deixou meio emocionado, não vou mentir. Depois de 20 anos como profissional (sendo 15 na NBA), o cara decidiu que é hora de pendurar as chuteiras aos 41 anos.

    “20 anos sendo meu trabalho, mas mais de 40 anos sem conseguir imaginar fazer qualquer outra coisa. Então aqui está para me aposentar da NBA… porque eu NUNCA vou parar de jogar bola”, escreveu Tucker para seus quase 1 milhão de seguidores.

    O cara que virou sinônimo de playoffs

    Olha, se tem uma coisa que o PJ sempre foi, foi jogador de playoff. O timing do anúncio — bem no meio dos playoffs de 2024 — não podia ser mais simbólico. Tucker participou dos playoffs nove vezes e acumulou mais de 3.000 minutos de pós-temporada. Quando o jogo ficava duro, técnicos procuravam por ele no banco.

    A trajetória dele é dessas histórias que você conta pros netos. Drafteado em 35º lugar pelo Toronto em 2006, foi dispensado um ano depois. Aí que vem a parte incrível: passou cinco anos jogando na Europa antes de conseguir uma nova chance com o Phoenix Suns em 2012. Quantos caras teriam desistido?

    De Bucks campeão a lenda dos vestiários

    PJ conquistou o anel com o Milwaukee Bucks em 2021 — e cara, que momento foi aquele time do Giannis. Mas Tucker não foi só mais um na conquista. Ele era o cara que segurava o Giannis quando ele ficava nervoso, que tomava as faltas duras, que defendia o melhor jogador adversário sem reclamar.

    Ao longo de 886 jogos na temporada regular, as médias dele parecem modestas: 6.6 pontos, 5.4 rebotes, 1.1 roubo de bola e 36.6% nos arremessos de três. Mas estatística não conta a história toda, né? Tucker era aquele cara que fazia as coisas que não aparecem na súmula mas que ganham jogos.

    Passou por oito times diferentes — Raptors, Suns, Rockets, Heat, 76ers, Bucks, Clippers e Knicks. Em todos eles, a mesma coisa: respeito total do vestiário. Jogador de playoff, defensor implacável, veterano que ensinava os mais novos.

    Vocês acham que a NBA vai sentir falta de caras como o PJ Tucker? Porque eu sinceramente acho que sim. Numa liga cada vez mais focada em números e highlights, ter um cara que simplesmente fazia o trabalho sujo era ouro puro.

  • P.J. Tucker se aposenta: a história mais inspiradora da NBA

    P.J. Tucker se aposenta: a história mais inspiradora da NBA

    Cara, se você quer uma lição de perseverança no basquete, a história do P.J. Tucker é o exemplo perfeito. O veterano de 41 anos anunciou oficialmente sua aposentadoria ontem, encerrando uma carreira de quase duas décadas que — sinceramente — é uma das mais inspiradoras que já vi na liga.

    Tucker nunca foi All-Star, mas jogou em times que brigavam pelo título. E olha só que loucura: o cara passou CINCO ANOS jogando na Europa e no Oriente Médio antes de conseguir se firmar na NBA. Israel, Ucrânia, Grécia, Itália, Alemanha — o homem literalmente rodou o mundo atrás do sonho.

    Do banco europeu ao título da NBA

    A jornada começou em 2006, quando foi draftado pelo Toronto na segunda rodada. Com 1,96m jogando de ala, todo mundo sabia que seria difícil. Jogou pouco no primeiro ano, passou mais tempo na D-League, foi dispensado e… aí que começou a aventura internacional.

    Mas em 2012 — aos 27 anos — ele voltou pelo Phoenix Suns. E dessa vez colou. Sabe por quê? Porque Tucker tinha virado um monstro na defesa e fazia todo o trabalho sujo que os técnicos adoram. Rebote, marcação individual, energia… o cara era o sexto homem perfeito (ou titular quando precisava).

    A cereja do bolo veio em 2021: campeão da NBA com o Milwaukee Bucks ao lado do Giannis. Tucker foi titular em 19 dos 23 jogos dos playoffs daquela campanha histórica. Imaginem a emoção do cara que quase desistiu do sonho NBA levantando o troféu de campeão aos 36 anos!

    Números que impressionam

    Ao longo da carreira, Tucker defendeu oito times diferentes na NBA e faturou mais de 90 milhões de dólares — nada mal para quem quase virou bancário na Europa, né? Foram mais de 3.000 minutos em playoffs, participando de nove pós-temporadas.

    A última foi pelo New York Knicks na temporada passada, mas o time não renovou o contrato. Aos 41, Tucker decidiu que estava na hora de pendurar as chuteiras.

    Vocês acham que vamos ver mais histórias como essa na NBA moderna? Hoje em dia, com tanto investimento em desenvolvimento de jovens, fica difícil imaginar alguém ter a paciência (e a coragem) de passar cinco anos na Europa esperando uma nova chance. Mas Tucker provou que nunca é tarde demais para realizar o sonho — e ainda por cima com direito a anel de campeão.

  • Cavs tentaram o Giannis! Bucks pediram Mobley + tudo

    Cavs tentaram o Giannis! Bucks pediram Mobley + tudo

    Olha só que bomba: os Cleveland Cavaliers ligaram pra Milwaukee perguntando sobre o Giannis Antetokounmpo antes da trade deadline. E cara, o preço que os Bucks cobraram foi de arrepiar — queriam o Evan Mobley MAIS todas as picks que Cleveland tinha disponível. Três picks e três swaps. Basicamente, metade do futuro da franquia.

    Eu fico imaginando essa ligação. Dan Gilbert do outro lado do telefone pensando: “É… talvez valha a pena né?” Porque vários executivos de outras equipes, quando souberam dos detalhes, disseram que fariam o negócio mesmo com esse preço salgado.

    A matemática cruel dos playoffs

    E aí que a coisa fica interessante. Os Cavs estão aí, vivendo o melhor momento pós-LeBron desde 1992, mas sabem que qualquer eliminação precoce pode virar essa história de cabeça pra baixo. É que o Donovan Mitchell tem praticamente a mesma situação contratual do Giannis — uma temporada garantida e depois uma player option milionária.

    Mitchell pode assinar extensão já em julho. Giannis só em novembro. Então Cleveland tem uma janela de alguns meses pra resolver a vida, seja convencendo o Mitchell a ficar ou partindo pra cima do Greek Freak.

    Tudo ou nada em Cleveland

    Sinceramente? Eu acho que os Cavs estão no momento perfeito pra uma jogada arriscada dessas. Eles têm um time jovem e talentoso, mas também sabem que janelas se fecham rápido na NBA. O Mobley é um talento especial, mas trocar por um MVP consolidado e ainda no auge… cara, é tentador demais.

    A questão é: será que Milwaukee realmente toparia se a coisa apertar? Porque uma coisa é cobrar caro pra desencorajar, outra é realmente querer negociar. E vocês, acham que vale trocar o futuro pelo presente? Mobley + picks pelo Giannis seria o negócio do século ou loucura total?

    De qualquer forma, vai ser um verão quente em Cleveland. Ou eles convencem o Mitchell a ficar e apostam no crescimento natural do time, ou partem pra cima de algo maior. Não tem meio termo.