Tag: Milwaukee Bucks

  • Bucks contrata Taylor Jenkins – volta do técnico que conhece a casa

    Bucks contrata Taylor Jenkins – volta do técnico que conhece a casa

    Olha só que reviravolta interessante: o Milwaukee Bucks está fechando com Taylor Jenkins para ser o novo técnico da equipe. E cara, essa não é uma contratação qualquer — Jenkins já conhece muito bem a franquia.

    O cara foi assistente técnico dos Bucks na temporada 2018-19, justamente sob o comando do Mike Budenholzer. Depois saiu para ser técnico principal do Memphis Grizzlies, onde ficou até o final da temporada passada quando foi demitido.

    Uma temporada fora das quadras

    Jenkins passou esta temporada 2024-25 inteira longe do basquete, meio que recarregando as baterias depois da saída de Memphis. Mas na minha opinião, isso pode até ter sido bom para ele — às vezes um tempo fora ajuda a ver o jogo com outros olhos.

    Os Bucks foram até Memphis na semana passada para conversar com ele pessoalmente, e pelo visto ele era mesmo o alvo número um da diretoria. Faz sentido, né? O cara conhece a organização, sabe como as coisas funcionam lá.

    O elefante na sala: e o Giannis?

    Mas vamos falar do que realmente importa aqui. A grande questão é o que vai rolar com o Giannis Antetokounmpo. O Greek Freak está na berlinda, e a diretoria está avaliando se continua construindo o time em volta dele ou se parte para uma reconstrução total.

    Sinceramente, acho que contratar o Jenkins pode ser um sinal de que querem manter o Giannis. O cara teve experiência com jovens talentos em Memphis — trabalhou com Ja Morant, desenvolveu aquele time que chegou até as semifinais do Oeste.

    E vocês, acham que essa é a escolha certa? Jenkins foi considerado o melhor técnico disponível no mercado agora, mas convenhamos — o desafio em Milwaukee não vai ser moleza. Principalmente se o Giannis realmente estiver pensando em vazar.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante ver como essa dupla Jenkins-Giannis vai funcionar. Ou se vai funcionar mesmo…

  • Giannis postou sobre ‘fênix das cinzas’ e a torcida do Suns enlouqueceu

    Giannis postou sobre ‘fênix das cinzas’ e a torcida do Suns enlouqueceu

    Cara, vocês viram a confusão que uma simples postagem do Giannis causou? O grego postou no Twitter falando sobre renascer “como uma fênix das cinzas” e metade da internet já tá especulando que ele quer ir pro Phoenix Suns. Sinceramente? Eu acho que a galera tá viajando demais.

    A postagem foi assim: “Ano 13 ✅📖 Esta foi uma das temporadas mais difíceis da minha carreira, mas como dizem, como uma fênix das cinzas, eu vou renascer. 💯 Para a cidade de Milwaukee, MINHA cidade, obrigado pelo amor e apoio incondicionais. 🤎”

    Óbvio que os fãs do Suns pegaram essa parte da “fênix” e já começaram a sonhar. Mas olha, vamos com calma aqui.

    Por que essa teoria não faz muito sentido

    Primeiro: o Phoenix ainda tá nos playoffs! Eles superaram todas as expectativas essa temporada. Por que diabos a gente tá falando de offseason quando o time ainda tá jogando? É exatamente esse tipo de ansiedade que estraga o momento.

    Segundo ponto — e esse é importante — vocês lembram do drama que o Giannis fez essa temporada toda? O cara ficou dando declarações ambíguas sobre Milwaukee, claramente querendo sair mas sem querer ser o vilão da história. Cara, eu não quero esse circo no meu time. A gente já teve drama suficiente.

    E outra coisa: quem disse que ele realmente quer ir pra Phoenix? Uma referência à fênix não significa automaticamente Suns, galera. Pode ser só uma expressão mesmo.

    As complicações de um negócio desses

    Agora vamos falar sério sobre como isso funcionaria na prática. O Suns acabou de escapar do salary cap hell — vocês querem mesmo voltar pra lá? Que picks de draft eles têm pra oferecer? Provavelmente teriam que mandar Rasheer Fleming e Khaman Maluach junto, e mesmo assim não sei se fecha a conta.

    Pra igualar os $58 milhões do salário do Giannis, Phoenix teria que mandar Jalen Green mais dois caras entre Dillon Brooks, Grayson Allen ou Royce O’Neale. E aí? Sobra o quê? Só Devin Booker e Giannis, sem ninguém em volta?

    Não, obrigado. Já vimos esse filme de times montados só com estrelas. Não deu certo antes, não vai dar agora.

    Melhor aproveitar o momento

    Olha, eu tô curtindo demais essa identidade nova do Suns. Todo mundo jogando junto, basquete coletivo, sem drama. Por que trocar isso por mais uma dupla de estrelas que pode dar errado?

    Giannis e Booker são monstros, mas os dois têm histórico de lesões e não estão ficando mais novos. Vale a pena apostar todas as fichas numa dupla que pode não render um título? E se der errado, voltamos pra estaca zero?

    Sinceramente, acho melhor a gente focar no que temos agora. Deixa essas especulações malucas de lado e aproveita o que esse time já construiu. O que vocês acham — vale a pena desarmar tudo por uma chance com o Giannis?

  • Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Vocês sabiam que mesmo depois do fim da temporada regular, ainda rolam uns pegas no draft da NBA? Pois é, e aconteceu uma coisa interessante com os Bucks que pode fazer diferença na loteria de maio.

    A parada é a seguinte: quando times terminam com o mesmo número de vitórias e derrotas, a liga faz um sorteio pra decidir quem fica com as melhores chances no draft. E ontem rolou exatamente isso entre Pelicans e Mavericks, que empataram com o sétimo pior recorde da temporada.

    Por que isso importa pros Bucks?

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio complicada, não vou mentir). Lá em 2020, quando os Bucks trocaram o Jrue Holiday, eles deram pros Pelicans o direito de trocar picks de primeira rodada em 2026. Só que no verão passado, New Orleans passou esse direito pros Hawks. Ou seja: se a pick dos Pelicans ou dos Bucks acabar melhor colocada, Atlanta fica com ela.

    E adivinha só? Os Pelicans ganharam o cara ou coroa contra Dallas e ficaram com a sétima posição na loteria. Isso significa 29,3% de chance de cair no top 4, contra 28,9% que teriam se perdessem o sorteio.

    “Mas espera aí, isso não é bom pros Bucks?”, você deve tá pensando. Calma que eu explico.

    A matemática cruel da troca de picks

    Por causa dessa troca, Milwaukee tá numa situação bem chatinha. Eles têm apenas 3,7% de chance real de subir pro top 4 – bem longe dos 13,9% que aparecem na tabela oficial. E o pior: zero chance de ganhar a primeira pick geral. Se isso acontecer, o pick vai automaticamente pros Hawks.

    Sinceramente, essa troca do Jrue tá doendo até hoje. O cara ajudou os Bucks a ganhar o título em 2021, mas o preço foi salgado demais.

    O lado bom da história

    Mas nem tudo são flores ruins. Com os Pelicans na sétima posição, Milwaukee ganhou uma pequena chance de draftar na oitava posição – coisa que não seria possível se New Orleans tivesse perdido o sorteio.

    É uma diferença pequena, mas hey, no draft da NBA qualquer vantagem conta. E quem sabe? Basketball é um esporte de surpresas. Lembram quando os Cavs ganharam a loteria em 2014 com apenas 1,7% de chance?

    O que vocês acham: os Bucks conseguem pelo menos uma surpresinha positiva nessa loteria, ou vão mesmo ficar na décima posição? Eu tô torcendo pra pelo menos subirem umas casas – esse time precisa de sangue novo urgente.

  • Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Olha só que movimento interessante rolando em Milwaukee. Taylor Jenkins, que acabou de ser demitido do Memphis Grizzlies, se reuniu na semana passada com a diretoria dos Bucks pra discutir a vaga de técnico principal que ficou em aberto com a saída do Doc Rivers.

    A reunião foi em Memphis mesmo, com Jon Horst (GM), Wes Edens e Jimmy Haslam presentes. E pelo visto a conversa foi boa, porque já tão planejando um segundo encontro pra aprofundar as discussões.

    O histórico de Jenkins em Milwaukee

    Pra quem não lembra, Jenkins já trabalhou nos Bucks antes — foi assistente técnico do Mike Budenholzer na temporada 2018-19, justamente antes de assumir o comando dos Grizzlies. Ou seja, ele conhece a casa, conhece a estrutura e, principalmente, conhece o Giannis.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Jenkins fez um trabalho sólido em Memphis — levou os Grizzlies aos playoffs em quatro das seis temporadas que ficou lá. O time tinha uma identidade forte, jogava duro e incomodava todo mundo. Só que aí veio aquela demissão meio do nada no final desta temporada, que deixou todo mundo surpreso.

    A situação delicada dos Bucks

    Agora, vamos ser realistas: os Bucks tão numa situação bem delicada. O Giannis tá aí, mas ninguém sabe se ele fica ou se vai ser trocado nesta offseason. A franquia ainda não sinalizou nada sobre uma possível extensão de contrato ou troca do Greek Freak.

    Jenkins tá sendo considerado um dos melhores técnicos disponíveis no mercado, então ele pode muito bem esperar pra ver que outras oportunidades aparecem — tipo o Orlando Magic, que também tá procurando técnico. Mas cara, voltar pros Bucks seria um baita movimento, especialmente se o Giannis ficar.

    E aí, vocês acham que seria uma boa contratação? Jenkins conseguiu fazer um trabalho interessante com um time jovem em Memphis, será que conseguiria dar aquela renovada que Milwaukee precisa?

    Uma coisa é certa: a offseason dos Bucks promete ser bem movimentada, e a escolha do novo técnico vai ser crucial pro futuro da franquia.

  • Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Olha, eu não sei se vocês viram, mas o Giannis Antetokounmpo meio que deu uma cutucada no Milwaukee Bucks ontem. E de quebra ainda elogiou Miami numa conversa que tá deixando todo mundo maluco.

    Foi assim: o Goran Dragic chamou o Greek Freak pro podcast dele, o Gogi’s Garage. E aí começou a zoar o cara sobre os joelhos, falando que com 31 anos ele precisa de um clima quente pra se recuperar melhor. A resposta do Giannis? “Miami não é um lugar ruim não. Linda, linda cidade. Cidade linda.”

    Cara, isso aí não foi por acaso. O monstro tá há 13 anos em Milwaukee e sinceramente? Acho que ele tá de saco cheio mesmo.

    A situação tá complicada em Milwaukee

    Vamos combinar: os Bucks estão numa decadência absurda. Eliminações em primeira rodada, nem pros playoffs conseguiram ir dessa vez. E o Giannis teve uma temporada 2025-26 horrorosa de lesões — jogou apenas 36 partidas.

    Mesmo assim, quando jogou, foi Giannis sendo Giannis: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. Aproveitamento de 62.4% nos arremessos de quadra. Mas de que adianta números individuais se o time não funciona?

    Na minha opinião, Milwaukee desperdiçou os melhores anos do cara. Ganharam um título em 2021 e depois… nada. Frustrante demais.

    Miami Heat na espreita

    E do outro lado temos o Heat, que também não anda lá essas coisas. Terminaram 43-39 na temporada passada e caíram logo no play-in pro Charlotte Hornets — que era apenas o 9º colocado, velho!

    Desde que chegaram na final de 2023, o time de Miami vem decepcionando. Duas eliminações seguidas em primeira rodada (2024 e 2025), e agora nem conseguiram entrar nos playoffs.

    Mas olha só: Bam Adebayo e Tyler Herro são bons jogadores, mas precisam de uma estrela de verdade. E o Giannis seria perfeito no sistema do Erik Spoelstra — imagina esse cara com a disciplina tática do Heat?

    Heat, Knicks e Warriors são os times que mais correm atrás do grego, segundo os rumores. E Miami tem clima quente, estrutura boa e uma organização que sabe como ganhar títulos. Vocês acham que ele vai mesmo deixar Milwaukee?

    Sinceramente, depois dessa declaração no podcast, eu não duvido de mais nada. O cara praticamente pediu pra sair sem pedir diretamente. Típico do Giannis — sempre educado, mas mandando o recado.

  • Giannis elogia Miami e deixa Bucks na bronca: ‘cidade linda’

    Giannis elogia Miami e deixa Bucks na bronca: ‘cidade linda’

    Olha, se eu fosse torcedor dos Bucks agora eu tava com o coração na mão. O Giannis Antetokounmpo simplesmente foi no podcast do Goran Dragić e soltou umas bombas que deixaram todo mundo especulando se ele vai mesmo vazar de Milwaukee.

    No “Gogi’s Garage”, o Greek Freak não confirmou nada sobre uma possível saída, mas cara… quando ele chamou Miami de “cidade linda, linda” repetindo duas vezes, deu pra sentir que a coisa tá séria. E vocês acham que isso foi por acaso?

    Entre a lealdade e a vontade de ganhar

    O mais interessante foi ver o Giannis sendo honesto sobre o dilema que todo craque passa. Ele falou que é “leal” ao pessoal que acreditou nele, mas ao mesmo tempo é competitivo e quer ganhar. Essa frase me pegou: “você tem que tomar uma decisão melhor para você mesmo”.

    13 anos em Milwaukee, né? O cara praticamente cresceu lá, virou MVP duas vezes, trouxe um título em 2021. Mas sinceramente, depois daquela temporada horrível (32-50, nem playoffs), eu entendo a frustração dele.

    E quando perguntaram se ele tinha jogado seu último jogo como Buck, a resposta foi de arrepiar: “Essa é uma pergunta muito boa. Eu não sei. Não depende mais de mim”.

    Miami na mira do Greek Freak

    O timing não podia ser mais suspeito. O Dragić, que jogou sete temporadas no Heat, sugeriu que o Giannis deveria ir pra um lugar mais quente por causa da idade (31 anos). A resposta? “Miami não é um lugar ruim, cara. É uma cidade linda, linda”.

    Mano, se o Pat Riley tá assistindo isso, deve estar ligando pro agente do Giannis agora mesmo. O Heat sempre foi aquele time que consegue atrair estrelas, e imaginem o Greek Freak jogando ao lado do Jimmy Butler e Bam Adebayo?

    Claro que tem aquele detalhe “pequeno” do contrato até 2028, mas a NBA já nos ensinou que quando um astro quer sair, sempre dá um jeito. E pelo visto, depois de uma temporada desastrosa e com o Doc Rivers saindo do comando, parece que todo mundo em Milwaukee tá repensando as coisas.

    E aí, vocês acham que o Giannis realmente vai deixar Milwaukee depois de mais de uma década? Ou será que é só pressão pra diretoria se mexer e montar um time competitivo ao redor dele?

  • Bucks vão peneirar geral na busca pelo novo técnico

    Bucks vão peneirar geral na busca pelo novo técnico

    Olha, os Bucks estão numa situação bem complicada mesmo. Depois de mandarem o Doc Rivers embora no final da temporada, o GM Jon Horst vai ter que fazer a primeira busca séria por um técnico desde 2018. E por que primeira busca séria? Porque as duas últimas contratações foram meio que garantidas antes mesmo de começar o processo.

    O Adrian Griffin foi contratado basicamente porque o Giannis queria ele lá. Já o Rivers? Bom, quando demitiram o Griffin no meio da temporada, o Rivers era literalmente a única opção que eles consideraram. Agora é diferente — vai ser uma busca de verdade.

    Os candidatos que já estão no radar

    Taylor Jenkins e Darvin Ham, ambos ex-assistentes dos Bucks que viraram técnicos principais, já estão sendo cotados para a vaga. O Jenkins, inclusive, tá sendo cobiçado também por Washington e Orlando — então os Bucks vão ter concorrência.

    Mas aqui que fica interessante: o Horst vai «cast a wide net», como dizem por lá. Traduzindo: vai pescar em águas mais amplas mesmo. Sinceramente, acho que é a estratégia certa depois das últimas duas contratações não terem dado muito certo.

    O problema é vender o peixe

    Agora vem o desafio real do Horst — como convencer um técnico a aceitar o trabalho sem saber nem como vai ser o elenco na próxima temporada? Os Bucks têm várias indefinições sobre o futuro, e isso complica na hora de vender o projeto para os candidatos.

    É tipo tentar convencer alguém a ser técnico do seu time de pelada sem saber se os melhores jogadores vão continuar ou não. Complicado, né?

    E por falar em Jenkins, ele também tá na mira dos Wizards e do Magic. Washington disse que provavelmente vai manter o Brian Keefe, mas Orlando ainda não definiu o futuro do Jamahl Mosley — eles vão esperar terminar os playoffs primeiro. Aliás, o Magic acabou de vencer o Charlotte e garantiu vaga nos playoffs como 8° colocado do Leste.

    Vocês acham que os Bucks conseguem atrair um nome de peso mesmo com todas essas incertezas? Ou será que vão ter que se contentar com uma opção menos badalada?

  • Giannis pode sair! 3 nomes que os Bucks devem negociar AGORA

    Giannis pode sair! 3 nomes que os Bucks devem negociar AGORA

    Gente, a situação em Milwaukee tá ficando séria mesmo. Giannis Antetokounmpo claramente não tá feliz com os Bucks, e depois de uma temporada desastrosa (32-50), parece que o Greek Freak pode mesmo estar de saída. Sinceramente? Eu não culpo ele.

    A franquia tá numa situação complicadíssima – não controlam suas próprias escolhas de primeira rodada até 2031! É basicamente depender da sorte dos outros pra conseguir picks decentes. Com Giannis no mercado, os Bucks precisam acelerar o processo e decidir quem fica e quem vai embora nessa reconstrução.

    O intocável que ninguém esperava

    Olha, se tem alguém que os Bucks NÃO podem negociar é Ryan Rollins. O cara de 23 anos simplesmente explodiu essa temporada – 17.3 pontos, 4.6 rebotes e 5.6 assistências por jogo. Monstro!

    Rollins aproveitou a lesão/saída do Damian Lillard e mostrou que veio pra ficar. O mais legal? Tá ganhando mixaria (4 milhões por ano) e tem opção de jogador pra 2027-28. Os Bucks foram espertos em não incluir ele na troca que traria o Ja Morant. Esse garoto é o futuro da franquia, pode anotar.

    Os que podem rolar uma negociação

    Bobby Portis é aquele cara que sempre aparece em rumores de troca, né? Veterano de 30 anos, respeitado no vestiário, mas será que ainda faz sentido manter ele numa reconstrução? Fez 14 pontos e 6 rebotes por jogo com aproveitamentos decentes (49/46/71).

    Na minha opinião, Portis poderia ajudar algum time brigando por título. É aquele sexto homem confiável que todo mundo quer. Mas o salário não é absurdo, então não é urgência total pros Bucks se livrar dele.

    AJ Green é outro caso interessante. O cara se tornou um dos melhores atiradores em movimento da liga – 3.0 cestas de 3 por jogo com 41.9% de aproveitamento. Absurdo! E ainda tá com contrato justo: 45 milhões por quatro temporadas.

    Esse tipo de especialista sempre tem mercado, principalmente entre os contenders. Mas é exatamente por isso que Milwaukee deveria pensar duas vezes antes de trocar ele. É difícil encontrar um sniper desse nível por esse preço.

    A realidade dura dos Bucks

    Cara, vou ser sincero: a situação dos Bucks tá bem complicada. Sem Giannis, sem picks próprios até 2031… é praticamente começar do zero. A única saída mesmo é apostar na development e torcer pra Ryan Rollins continuar evoluindo.

    Vocês acham que os Bucks conseguem convencer Giannis a ficar? Ou é melhor mesmo negociar ele agora e conseguir uma montanha de assets? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar. Uma coisa é certa: 2024 vai ser um ano decisivo pra franquia de Milwaukee.

  • Sean Sweeney é o nome mais quente pra virar técnico principal na NBA

    Sean Sweeney é o nome mais quente pra virar técnico principal na NBA

    Olha só que nome interessante surgindo no radar: Sean Sweeney. Nunca foi técnico principal na NBA, mas tá sendo apontado como O cara pra preencher uma das vagas que vão aparecer nessa offseason.

    O cara tá no San Antonio Spurs agora como assistente-técnico do Mitch Johnson, mas a trajetória dele é que impressiona. Passou quatro anos como braço direito do Jason Kidd no Dallas Mavericks – e vocês sabem como o Kidd valoriza assistentes que entendem do jogo.

    O pedigree que conta

    Mas aqui que fica interessante: antes do Mavs, o Sweeney trabalhou com o Kidd lá no Milwaukee Bucks. E adivinha quem era o jogador que ele ajudou a desenvolver? O Giannis Antetokounmpo. Isso mesmo, ele foi o técnico de desenvolvimento do Greek Freak durante os primeiros anos da carreira do cara que virou MVP duas vezes.

    “Ele é o melhor disponível (entre os técnicos estreantes) por uma margem gigante”, disse um scout da Conferência Leste pro The Athletic. Quando os caras de dentro da liga falam assim, é porque tem substância.

    Depois do Milwaukee, ainda passou pelo Detroit Pistons trabalhando com Dwane Casey. Ou seja, o cara não é novato não – tem experiência com diferentes estilos e filosofias de jogo.

    Onde ele pode parar?

    Por enquanto, Milwaukee Bucks e New Orleans Pelicans são os dois times que tão oficialmente procurando técnico. Sinceramente, seria meio irônico se o Sweeney voltasse pros Bucks como técnico principal depois de ter ajudado a formar o Giannis lá, né?

    E aí, vocês acham que ele tem o perfil pra aguentar a pressão de ser técnico principal? Porque uma coisa é ser assistente, outra é ter que tomar as decisões finais e enfrentar a imprensa quando as coisas não vão bem. Mas pelo histórico, parece que o cara tem tudo pra dar certo.

  • Shams detona Doc Rivers: ‘A verdade dói às vezes’

    Shams detona Doc Rivers: ‘A verdade dói às vezes’

    Cara, que treta épica rolou entre Shams Charania e Doc Rivers! O insider da ESPN não engoliu as críticas do agora ex-técnico do Bucks e mandou a real no programa do Pat McAfee na segunda-feira.

    Pra quem perdeu o drama: Rivers tinha criticado pesado uma matéria do Shams sobre os problemas internos do Milwaukee, chamando ela de “tão imprecisa” que nem tinha tempo pra explicar todos os erros. Mas o Shams não é de ficar quieto, né?

    “Se eles focassem nos próprios problemas…”

    A resposta do jornalista foi cirúrgica: “A realidade de Milwaukee é essa — se eles gastassem tanto tempo lidando com seus próprios problemas internos quanto gastam respondendo a reportagens precisas, não estariam na bagunça que estão agora.”

    Mano, que pedrada foi essa? E não parou por aí. Shams ainda comparou a situação com o documentário do Fyre Festival, dizendo que todo mundo tá tentando fugir e fazer acobertamento. “Estou aqui só pra documentar e cobrir do jeito certo”, completou.

    Olha, eu acompanho a cobertura do Shams há anos e o cara raramente erra. Quando ele fala, geralmente tem fundamento.

    O que realmente aconteceu em Milwaukee

    A polêmica começou quando Charania reportou sobre os problemas internos do Bucks durante a temporada, incluindo aquela reunião de time em março onde Rivers supostamente mandou os jogadores “olharem seu currículo”. Imagina a cena: time perdendo, técnico puxando carteirada…

    Rivers tinha rebatido dizendo que foi só uma conversa normal de vestiário depois de perder pros Bulls jogando 20 pontos na frente. “Isso é o que acontece num vestiário”, disse o técnico. E ainda soltou aquela: “Cadê o Woj? Sinto tanta falta do Adrian Wojnarowski.”

    Sinceramente? Acho que Rivers tá tentando desviar o foco do fracasso da temporada. O Bucks tinha tudo pra brigar pelo título e acabou sendo eliminado pelos Sixers no primeiro round.

    Guerra de egos ou jornalismo sério?

    Rivers ainda insinuou que Shams escreveu a matéria como “vingança” por uma piada que ele fez no All-Star Weekend, quando disse que Giannis deveria ter trocado o jornalista do time de celebridades dele. Cara, que nivel de paranoia é esse?

    “Eu só reporto as notícias”, rebateu Shams. “Eu documento as notícias e a verdade pode doer às vezes, 100%. Eu sustento minha reportagem até o décimo grau.”

    E vocês, o que acham? Shams tá certo em não engolir crítica ou Rivers tem razão em questionar as fontes? Uma coisa é certa: depois dessa temporada desastrosa, alguém tinha que assumir a responsabilidade em Milwaukee.

    No fim das contas, Rivers já era — foi demitido logo depois da eliminação. E o Shams? Continua por aí, fazendo o trabalho dele. A verdade realmente pode doer mesmo.