Tag: Milwaukee Bucks

  • Giannis e Sengun se encontram na final da EuroLeague em Atenas

    Giannis e Sengun se encontram na final da EuroLeague em Atenas

    Cara, que momento incrível rolou na final da EuroLeague em Atenas no fim de semana! Giannis Antetokounmpo e Alperen Sengun se esbarraram durante o intervalo do jogo entre Olympiacos e Real Madrid, e a internet não perdoou — já tá todo mundo especulando sobre o que rolou ali.

    O que aconteceu foi o seguinte: Sengun tava lá assistindo o jogaço numa boa, meio na dele, quando o Giannis chegou e puxou papo no intervalo. Pelo vídeo que tá circulando, dá pra ver que o turco tentou meio que ignorar no início, mas o Greek Freak insistiu e eles trocaram algumas palavras.

    Dois monstros da NBA curtindo basquete europeu

    Olha, eu acho massa demais ver esses caras da NBA prestigiando o basquete europeu assim. O Giannis tava em casa — literalmente, né, já que o jogo foi na Grécia — e tem falado abertamente que tem vontade de jogar na EuroLeague antes de se aposentar. Imagina só essa loucura?

    Já o Sengun chegou em Atenas direto depois de uma temporada sensacional com o Houston Rockets. Tá, a temporada acabou mais cedo do que eles queriam — perderam na primeira rodada dos playoffs pros Lakers — mas o turco de 23 anos tá se consolidando como um dos centros mais completos da liga.

    Números que impressionam

    E por falar nisso, que temporada os dois fizeram, hein? Giannis, mesmo com todo o caos que foi Milwaukee em 2025-26, continuou sendo um monstro: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. O cara simplesmente não para, não importa o que tá acontecendo ao redor dele.

    Sengun, por sua vez, confirmou que veio pra ficar. Segunda seleção consecutiva pro All-Star Game (ainda mais impressionante considerando que substituiu o Shai Gilgeous-Alexander), com médias redondas de 20.4 pontos, 8.9 rebotes e — pasmem — 6.2 assistências por jogo. Um pivô que distribui mais de 6 passes por jogo? Isso é absurdo no melhor sentido.

    Sinceramente, acho que esses encontros entre estrelas internacionais da NBA mostram como o basquete tá cada vez mais global. E vocês, o que acham que esses dois estavam conversando ali? Será que rolou algum papo sobre possíveis trocas ou foi só dois fãs de basquete curtindo um jogaço europeu mesmo?

  • Giannis quer sair do Bucks e já tem 2 favoritos na mira

    Giannis quer sair do Bucks e já tem 2 favoritos na mira

    Galera, a bomba que todo mundo estava esperando finalmente explodiu. Giannis Antetokounmpo está mesmo de saco cheio dos Bucks e já tem duas franquias na cabeça: Miami Heat e Boston Celtics. E olha, não posso dizer que estou surpreso — depois da temporada decepcionante que Milwaukee fez, era questão de tempo.

    O mais interessante é que o Greek Freak quer ficar no Leste. Faz todo sentido, né? Além de ficar mais perto da Grécia (imagina o jet lag que seria ir pra Califórnia toda hora), ele sabe que o caminho até as Finais por aqui é bem menos complicado que enfrentar os monstros do Oeste como Oklahoma City e San Antonio.

    Miami já tinha interesse desde sempre

    O Heat não é novidade nessa história. Eles correram atrás do Giannis no deadline de trades e, pelo que rolou, foram os que chegaram mais perto de fazer negócio com Milwaukee. A proposta de Miami gira em torno de Kel’el Ware, Tyler Herro e Jaime Jaquez, mais as picks de primeira rodada que eles têm disponíveis.

    Sinceramente? Herro jogando ao lado de Giannis seria absurdo. O cara é um cestinha nato e o Greek Freak criaria espaços infinitos pra ele. Pat Riley deve estar babando só de imaginar.

    Boston teria que sacrificar Jaylen Brown

    Agora os Celtics… aí a coisa complica. Boston demonstrou interesse no deadline, mas todo mundo sabe que pra conseguir um cara do calibre do Giannis, eles teriam que colocar Jaylen Brown no pacote. E aí eu pergunto: vocês acham que vale a pena desfazer a dupla que acabou de ganhar o título?

    Por um lado, Giannis + Tatum seria uma dupla demolidora. Por outro, Brown tem só 27 anos e uma química absurda com Tatum. É uma decisão complicadíssima, mas que qualquer GM faria correndo se tivesse a chance de pegar o Greek Freak.

    O que mais me chama atenção é a pressão da diretoria dos Bucks. Eles querem uma resposta até o Draft — ou seja, as coisas estão esquentando rápido. Na minha opinião, Giannis já bateu o martelo internamente e só está decidindo entre Heat e Celtics.

    Imaginem o caos que seria Giannis no Heat de Spoelstra ou destruindo todo mundo com a camisa verde dos Celtics. De qualquer forma, o Leste vai ficar ainda mais insano na próxima temporada.

  • Wizards podem tentar pescar o Giannis? Insider solta a bomba

    Wizards podem tentar pescar o Giannis? Insider solta a bomba

    Olha só que loucura: enquanto todo mundo fica falando de Miami Heat como destino do Giannis Antetokounmpo, os Washington Wizards podem estar tramando algo por baixo dos panos. E não é papo furado não — isso vem de fonte boa.

    O insider Marc Spears soltou essa no programa 95.7 The Game: “Me contaram de uma fonte muito confiável próxima à situação de Washington que eles vão explorar suas opções. E pensando nos jovens talentos que eles têm, por que não?”. Cara, imagina só o Greek Freak jogando ao lado de Anthony Davis e Trae Young?

    Os Wizards têm munição pra negociar?

    Vamos ser sinceros: na teoria, Washington tem sim algumas peças interessantes. Eles conseguiram Anthony Davis e Trae Young na temporada passada (mesmo que tenham jogado pouco), e ainda por cima ganharam a primeira pick do Draft. Isso aí é uma base que qualquer GM olharia com carinho.

    Mas aqui que fica interessante — e o próprio Spears tocou nesse ponto. Quanto poder o Giannis realmente tem pra escolher onde vai parar? E mais importante: será que o novo dono dos Bucks se importa com a opinião dele ou vai simplesmente mandar pro melhor lance?

    Wizards como azarão faz sentido?

    Sinceramente? Eu acho meio maluco, mas não impossível. Os Wizards têm jovens que os Bucks adorariam ter num rebuild, e com a primeira pick do Draft, eles podem montar um pacote bem tentador. O problema é: será que Washington quer acelerar tanto assim o processo?

    Porque vamos combinar — pegar o Giannis significa que você tá indo all-in AGORA. E eu não sei se os Wizards estão preparados pra essa pressão toda. Mas imagina se rola? Um Big Three de Giannis, AD e Trae Young seria absolutamente insano.

    E aí, vocês acham que os Wizards têm coragem de fazer uma jogada dessas? Ou é só mais um boato de offseason pra gente ficar especulando? Uma coisa é certa: esse verão vai ser movimentado pra caramba na NBA.

  • Cavs recusam trocar Mobley pelo Giannis? Decisão polêmica

    Cavs recusam trocar Mobley pelo Giannis? Decisão polêmica

    Olha, eu sei que pode soar estranho à primeira vista, mas o Cleveland Cavaliers não tem interesse nenhum em trocar Evan Mobley pelo Giannis Antetokounmpo. Sim, você leu certo. O Greek Freak, duas vezes MVP, sendo recusado pelos Cavs.

    A situação é a seguinte: depois de estar perdendo por 3-0 para o New York Knicks nas Finais da Conferência Leste, Cleveland vai ter que tomar decisões difíceis na offseason. O time tem uma folha salarial caríssima e as regras do segundo teto salarial da NBA vão forçar mudanças no elenco.

    Mobley em queda livre?

    E sinceramente, dá pra entender a relutância dos Cavs até certo ponto. Mobley foi Defensor do Ano há apenas uma temporada e ainda recebeu votos para MVP. Mas cara, essa temporada foi decepcionante pra ele. A defesa não teve o mesmo impacto e os arremessos de 3 despencaram – de 37% nas duas temporadas anteriores para menos de 30% agora.

    Isso me deixa pensando: será que os Cavs estão certos em apostar no potencial do Mobley, ou estão perdendo a chance da década de pegar o Giannis?

    O dilema financeiro é real

    O problema é que Cleveland vai ter que mexer no time de qualquer jeito. Entre Mobley, Donovan Mitchell, Jarrett Allen e James Harden, pelo menos um vai ter que sair para aliviar a folha. E o Harden complica tudo – ele tem uma opção de jogador de US$ 42,3 milhões para a próxima temporada que precisa ser resolvida primeiro.

    Na minha visão, recusar uma troca pelo Giannis é no mínimo arriscado. O cara é um monstro absoluto, ainda está no auge aos 29 anos, e seria a peça que faltava para os Cavs brigarem de igual pra igual com Boston e Miami no Leste.

    Mas sei lá, talvez a diretoria veja algo no Mobley que a gente não está vendo. O potencial está lá, isso ninguém nega. A questão é: vale a pena apostar no “pode ser” quando você tem a chance de pegar um “já é” comprovado como o Giannis?

  • Bucks monta staff dos sonhos com Ham, Boylan e St. Andrews

    Bucks monta staff dos sonhos com Ham, Boylan e St. Andrews

    Olha, o Taylor Jenkins não tá brincando em serviço. O novo técnico do Milwaukee Bucks acabou de fechar um staff que é simplesmente absurdo — e que deixa claro que a franquia quer mesmo uma mudança radical de cultura.

    Segundo o pessoal do The Athletic, Jenkins trouxe três nomes peso-pesado: Joe Boylan (que nunca tinha trabalhado em Milwaukee), manteve o Darvin Ham (que já é praticamente da família) e ainda conseguiu o retorno do Patrick St. Andrews, que passou cinco temporadas na cidade entre 2018 e 2023.

    Boylan é o cara do desenvolvimento

    Joe Boylan é daqueles caras que você vê o currículo e fica “nossa”. Desde 2009 na NBA, passou por Celtics, Warriors, Pelicans, Timberwolves e Memphis Grizzlies (duas vezes, inclusive uma com o próprio Jenkins). O monstro é especialista em desenvolvimento de jogadores — trabalhou com galera como Jaden McDaniels, Brandon Ingram e Naz Reid.

    E cara, isso é EXATAMENTE o que o Bucks precisa agora. Eles têm uns mlks promissores como Ryan Rollins e Ousmane Dieng, sem contar a 10ª escolha do draft que vem por aí. A metodologia do Boylan é interessante: ao invés de ficar repetindo movimento “perfeito”, ele coloca os jogadores em situações diferentes pra eles mesmo descobrirem as soluções. Inteligente demais.

    Ham voltou pra casa

    Darvin Ham dispensa apresentações, né? O cara que até foi entrevistado pro cargo de técnico do Pelicans decidiu voltar pro Bucks, onde já passou SEIS temporadas como assistente. Saiu pra ser técnico do Lakers por duas temporadas, mas agora tá de volta.

    A química dele com Jenkins é antiga — trabalharam juntos por cinco anos no Atlanta Hawks com o Mike Budenholzer. E sinceramente, depois de toda a bagunça que rolou em Milwaukee recentemente, ter alguém como Ham traz aquela estabilidade que time precisa. O cara é conhecido pela ética de trabalho e comunicação.

    St. Andrews completa o trio

    Patrick St. Andrews é tipo aquele amigo que sempre volta. Trabalhou com Jenkins no Memphis entre 2023-2025, mas também tem história longa no Bucks — cinco temporadas, incluindo o título de 2021. Antes disso, também estava no staff do Budenholzer no Hawks.

    Na temporada passada estava no Portland Trail Blazers, e pelo que o pessoal de lá conta, foi peça-chave gerenciando rotações e minutagem quando metade do time estava voltando de lesão. Ou seja, o cara sabe lidar com adversidade.

    Vocês acham que esse staff vai conseguir realmente mudar a cultura do Bucks? Na minha visão, a combinação de desenvolvimento (Boylan), estabilidade (Ham) e gestão de jogo (St. Andrews) é perfeita pro que Jenkins quer implementar. E o timing não podia ser melhor — draft e free agency vindo aí.

    Esse trio aponta pra uma coisa: Milwaukee quer mesmo partir do zero, mas sem esquecer o que deu certo no passado. Esperando ansiosamente pra ver essa nova era em ação.

  • Jenkins monta seu ‘dream team’: Ham, St. Andrews e Boylan nos Bucks

    Jenkins monta seu ‘dream team’: Ham, St. Andrews e Boylan nos Bucks

    Galera, o Taylor Jenkins não tá brincando em serviço. O novo técnico dos Bucks já começou a montar sua comissão técnica para 2026-27 e, sinceramente, olhando os nomes que ele trouxe, a coisa promete.

    Darvin Ham, Patrick St. Andrews e Joe Boylan. Três caras que não são nomes aleatórios no mercado — Jenkins conhece o trabalho de cada um deles e sabe exatamente o que esperar.

    Ham volta como assistente (e tá certo)

    O mais interessante dessa história toda é o Darvin Ham. Cara foi técnico principal dos Lakers por duas temporadas, teve um record de 90-74 (nada mal, né?), levou o time até as finais de conferência em 2023… E agora volta como assistente. Pode soar estranho, mas olha — às vezes dar um passo atrás é estratégico.

    Ham e Jenkins já trabalharam juntos lá na época do Budenholzer no Hawks, depois se reencontraram em Milwaukee. É aquela química que já existe, sabe? E depois da experiência como head coach nos Lakers, Ham volta com uma bagagem completamente diferente.

    Aliás, ele até disputou a vaga de técnico do Pelicans recentemente, mas perdeu pro Jamahl Mosley. Agora, juntando-se ao Jenkins, pode ser a combinação perfeita.

    A turma do Budenholzer se reunindo

    Patrick St. Andrews é outro cara que vem dessa ‘família’ do Budenholzer. Nove anos como assistente na NBA, passou pelo Hawks, Bucks, foi com o Jenkins pro Memphis e depois pro Portland com o Tiago Splitter (nosso brasileiro lá comandando!).

    E o Jenkins não esconde a emoção de trabalhar com essa galera de novo. Na coletiva de apresentação, ele falou que são ‘irmãos’ pra ele. Cara, isso é muito importante no basquete — ter pessoas em que você confia 100%, que conhecem sua filosofia.

    ‘A natureza íntima do nosso trabalho faz com que estejamos juntos o tempo todo’, disse o Jenkins. ‘Debates nas reuniões, no vestiário, nos voos… Essas conexões foram imediatas.’

    Joe Boylan completa o trio. Esse é interessante — trabalhou com o Chris Finch em Minnesota (que técnico, por sinal), passou mais de uma década focando no desenvolvimento de jogadores. E tem uma abordagem diferente, essa tal de ‘Constraints-Led Approach’. É basicamente treinar os jogadores em situações que limitam certas opções, forçando eles a desenvolver outras habilidades.

    Olha, eu gosto dessa montagem do Jenkins. Não foi lá pegar qualquer um — trouxe gente que conhece, que confia, e cada um com uma especialidade diferente. Ham com a experiência de head coach, St. Andrews com a versatilidade, Boylan com o desenvolvimento de jogadores.

    E vocês, o que acham dessa comissão técnica dos Bucks? Jenkins tá montando algo sólido ou é só nostalgia de Atlanta?

  • Giannis quer ir pros Celtics, mas Boston não quer ele?

    Giannis quer ir pros Celtics, mas Boston não quer ele?

    Olha só que plot twist interessante: Bill Simmons soltou uma bomba no podcast dele que me deixou pensando. Segundo o cara, Giannis Antetokounmpo tem interesse em jogar pelo Boston Celtics, mas… os Celtics podem não estar assim tão afim do Greek Freak.

    “Eu acho que o Giannis quer ir pra Boston, e não tenho certeza se Boston quer o Giannis”, disse Simmons. Cara, isso é de quebrar a cabeça de qualquer fã de NBA, não é?

    Por que Giannis olharia pra Boston?

    Na visão do Simmons, faz total sentido o bicampeão de MVP mirar nos Celtics. Primeiro, ele quer ficar no Leste — que é meio óbvio, né? Milwaukee tá ali do lado. Segundo, tem um detalhe curioso: aparentemente Giannis tem o mesmo treinador de arremesso que um jogador dos Celtics (provavelmente o Jayson Tatum).

    E convenhamos, a organização dos Celtics sempre teve muito respeito na liga. Mesmo com essa temporada decepcionante, onde entregaram uma vantagem de 3-1 contra os Sixers no primeiro round — meu Deus, que vexame —, Boston ainda é Boston.

    Mas Giannis também tá de olho no Miami Heat, segundo Simmons. E sinceramente? Faz até mais sentido. O Heat tem aquela cultura de vencedores, Pat Riley no comando, e sempre consegue atrair estrelas. Imagina o monstro que o Giannis viraria no sistema do Erik Spoelstra?

    Por que Boston hesitaria?

    Aqui que a coisa fica interessante. Os Celtics têm um dos elencos mais talentosos da liga no papel. Tatum, Brown, eles construíram algo sólido ali. Trazer o Giannis significaria provavelmente desmontar boa parte dessa base.

    E olha, eu entendo a hesitação. O cara é um monstro — 31 anos, ainda no auge, dois MVPs no currículo. Mas Boston já tem dois forwards de elite. Como você encaixa todo mundo? Alguém teria que sair, e não seria barato.

    Além disso, depois daquela melada épica contra os Sixers, talvez a diretoria esteja mais focada em ajustar o que já tem do que fazer uma revolução completa. Às vezes menos é mais, sabe?

    E agora?

    Por enquanto, Giannis não pediu trade oficial dos Bucks. Milwaukee contratou Taylor Jenkins depois da saída do Doc Rivers, então ainda tem esperança de consertar as coisas por lá. Mas convenhamos, ficar fora dos playoffs foi um baque pesado.

    O que vocês acham? Boston deveria ir com tudo atrás do Giannis ou focar em melhorar o que já tem? Eu fico dividido — o cara é genial, mas às vezes mexer muito numa receita pode dar errado. E o Heat ali de espreita só complica mais a situação.

    Uma coisa é certa: essa offseason vai ser movimentada. E se o Giannis realmente se movimentar, vai balançar a liga inteira.

  • Warriors fora da briga por Giannis? Package não convence Milwaukee

    Warriors fora da briga por Giannis? Package não convence Milwaukee

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu achava que os Warriors iam meter a mão no bolso e ir com tudo atrás do Giannis nesta offseason. Mas pelo jeito a coisa não tá bem assim.

    Anthony Slater, da ESPN, foi no programa da 95.7 The Game lá na Bay Area e basicamente jogou um balde de água fria em quem esperava ver o Greek Freak jogando ao lado do Curry na próxima temporada.

    Warriors não são prioridade na lista do Giannis

    Segundo o Slater, Golden State nem tá entre os três primeiros na fila quando o assunto é montar um pacote que faça Milwaukee pensar duas vezes. “Eles não estão em primeiro, segundo ou terceiro lugar quando falamos de propostas que mais interessam ao Bucks”, disse o jornalista.

    Cara, isso meio que fez sentido pra mim quando pensei melhor. Os Warriors até demonstraram interesse no Giannis antes do trade deadline — e todo mundo esperava que isso continuasse na offseason. Mas vamos ser realistas: como é que eles vão bater o salário do cara?

    A não ser que Golden State tope trocar alguém como Jimmy Butler (que nem é deles, né) ou construir uma proposta em volta do Draymond Green, fica complicado fazer as contas fecharem. E sinceramente? Eu não sei se Milwaukee toparia um pacote com o Green como peça principal.

    Mudança de estratégia em Golden State

    Mas o que mais me chamou atenção foi o Slater falar que os Warriors não têm mais aquela “mesma sede” de ir atrás de um superstar. Isso é uma baita mudança de postura, considerando que esse time sempre foi de fazer loucuras no mercado.

    A expectativa agora é que eles mirem em jogadores de “meio de carreira” — sabe, aqueles caras que ainda têm lenha pra queimar mas não vão custar o olho da cara. A ideia é evitar um roster cheio de veteranos no fim da linha ou moleques que ainda não tão prontos.

    Faz sentido, né? Com Curry ainda jogando em alto nível, eles precisam de peças que complementem o que já têm, não necessariamente de outro astro que vai custar metade do time.

    E vocês, acham que os Warriors tão certos em não ir com tudo no Giannis? Ou será que tão perdendo a melhor chance de voltar ao topo? Porque uma coisa eu garanto: se o Greek Freak sair de Milwaukee, vai ser pra um time que ofereceu bem mais do que Golden State pode dar no momento.

  • Lakers querem Giannis, mas oferta deles é meio fraquinha

    Lakers querem Giannis, mas oferta deles é meio fraquinha

    Olha, eu não sei vocês, mas essa história do Giannis no Lakers tá me dando uma ansiedade danada. O Shams Charania foi lá no programa do Rich Eisen e meio que jogou um balde de água fria na galera que sonha em ver o Greek Freak de amarelo e roxo.

    A situação é a seguinte: os Lakers querem o Giannis, isso todo mundo já sabia. Eles já demonstraram interesse lá no deadline, mas a oferta que conseguem fazer é meio… como posso dizer… decepcionante?

    A oferta dos Lakers tá fraca demais

    Segundo o Shams, LA consegue oferecer três picks de primeira rodada e espaço salarial pra absorver o contrato do monstro. Só isso. Sinceramente, eu acho pouco pro cara que é bicampeão de MVP e ganhou um título pros Bucks.

    “Se você fosse o Milwaukee, trocaria o Giannis pelos Lakers só por espaço salarial e três picks?”, questionou Charania. E cara, ele tem razão. No mercado, com certeza vai aparecer coisa melhor que isso.

    A real é que outros times conseguem montar pacotes muito mais atrativos. Imagina o que Miami, Boston ou até mesmo Phoenix conseguiriam oferecer? Jogadores estabelecidos, mais picks, jovens talentos… Os Lakers tão meio limitados mesmo.

    LeBron pode sair pra fazer espaço?

    Aqui que a coisa fica maluca. Pra conseguir esse espaço salarial todo que precisam, os Lakers teriam que abrir mão de vários agentes livres. E advinha quem tá nessa lista? LeBron James e Rui Hachimura, entre outros.

    Mano, vocês conseguem imaginar os Lakers dispensando o LeBron pra tentar pegar o Giannis? Seria uma loucura total! Claro que o King já tá mais velho, mas ainda produz absurdamente. É muito arriscado.

    Na minha opinião, essa estratégia dos Lakers tá furada. Eles querem tanto montar um super time que podem acabar perdendo o que já têm de bom. E no final das contas, nem conseguir o Giannis.

    O prazo que o Shams deu foi de seis semanas pra gente saber o que vai rolar. Francamente, acho difícil o Greek Freak sair do Milwaukee assim tão fácil. Os Bucks ainda têm como melhorar o elenco ao redor dele, e trocar por migalhas não faz sentido nenhum.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem bolar uma oferta melhor ou vão ficar só no sonho mesmo?

  • Wembanyama pode estar salvando o valor de troca do Giannis

    Wembanyama pode estar salvando o valor de troca do Giannis

    Olha só que situação curiosa: o Victor Wembanyama pode estar ajudando o Giannis Antetokounmpo sem nem saber. Com o francês se consolidando como um monstro absoluto em San Antonio, os times da NBA estão começando a pensar diferente sobre quem pode enfrentar esse cara — e o nome do Giannis voltou a ganhar força nas conversas de trade.

    Vou ser sincero com vocês: antes do Wemby explodir desse jeito, o valor de mercado do Giannis estava meio em baixa. Os executivos andavam preocupados com o histórico de lesões dele desde 2021, o preço alto do supermax para um cara chegando nos 30, essas coisas. Mas agora? A história mudou.

    O efeito Wembanyama

    “Sim, o Giannis é uma solução de matchup contra o Wemby”, disse um executivo da Conferência Oeste para o The Athletic. E faz todo sentido, né? O cara tem 2,11m, quase 110kg, atletismo de outro mundo e consegue jogar dentro e fora do garrafão. Quantos caras assim existem na liga?

    O que mais me impressiona é como o Wembanyama — mesmo sendo novato — já tá influenciando a forma como os times pensam em montar elenco. Três executivos veteranos confirmaram que as franquias estão construindo pensando em como competir com os Spurs no longo prazo. É o poder de transformação que apenas os verdadeiros fenômenos têm.

    Times já se movimentando

    E não é só conversa não, galera. Os Jazz já foram lá e pegaram o Jaren Jackson Jr., mantendo tamanho no elenco. Coincidência? Eu acho que não.

    “Confie em mim, isso tá na cabeça de todo mundo”, disse outro executivo. “Os times vão tentar encontrar formas de montar um elenco para bater os Spurs, assim como fazem para bater o OKC.”

    Na minha visão, isso mostra como a NBA funciona: um jogador especial aparece e toda a liga se reorganiza ao redor dele. Aconteceu com o LeBron, com o Curry, e agora está acontecendo com o Wembanyama.

    Milwaukee pode lucrar com isso

    Para os Bucks, isso pode ser uma baita carta na manga. Imagina só: você tem nas mãos um dos poucos caras no mundo que pode dar trabalho pro Wemby, e todo mundo sabe disso. O poder de negociação do Milwaukee subiu automaticamente.

    Knicks, Cavaliers, Spurs e Thunder — todos os finalistas de conferência — já foram ligados ao Giannis em algum momento. Mas aqui tá o lance: Spurs e Thunder não parecem dispostos a abrir a carteira do jeito que os Bucks querem. Já Knicks e Cavs não têm picks de primeira rodada suficientes pra fazer uma oferta decente.

    E aí, vocês acham que o Giannis realmente pode ser a resposta pro problema Wembanyama? Ou é só mais uma teoria de executivo tentando justificar um movimento arriscado? Uma coisa é certa: essa situação toda tá deixando o mercado de trades bem mais interessante.