Tag: Mock Draft 2026

  • AJ Dybantsa pode ser a 1ª escolha de 2026 – Peterson perdeu a pole?

    AJ Dybantsa pode ser a 1ª escolha de 2026 – Peterson perdeu a pole?

    Olha só que reviravolta na corrida pelo Draft de 2026! O AJ Dybantsa, do BYU, acabou de ultrapassar o Darryn Peterson na preferência dos executivos da NBA para a primeira escolha geral. E eu vou ser sincero com vocês — não vi essa chegando no começo da temporada.

    Segundo o Jeremy Woo, da ESPN, que tem fontes espalhadas pelos front offices da liga, a galera tá “inclinando” pro Dybantsa depois das conversas das últimas semanas. O cara simplesmente fechou o gap que existia entre ele e o Peterson, e agora é considerado o favorito.

    A despedida épica do Dybantsa

    A temporada do BYU acabou cedo — eliminação logo na primeira rodada do March Madness pro Texas. Mas cara, que forma de se despedir! O moleque meteu 37 pontos, 10 rebotes e ainda acertou TODOS os 12 lances livres que tentou. Doze de doze. Isso é pressão nas veias.

    O que mais impressionou os olheiros foi a evolução na tomada de decisão dele ao longo da temporada. Ficou mais agressivo quando precisava, mas sem forçar jogadas desnecessárias. E a capacidade de criar jogadas pros companheiros? Evoluiu absurdo. É esse tipo de maturidade que faz a diferença quando você tá pensando na primeira escolha.

    Peterson tropeçou na reta final?

    Enquanto isso, o Peterson teve uma temporada complicada no Kansas. Lesão, doença, câimbras — o cara não conseguiu ter consistência. Nos últimos nove jogos até jogou bem, com média de 20.6 pontos, mas os percentuais de arremesso deixaram a desejar: apenas 38.8% dos arremessos de quadra e 31.9% das bolas de três.

    E pra piorar, o Kansas foi eliminado no domingo com aquela buzzer-beater dolorosa do St. John’s. Dói até de lembrar, principalmente quando você tá brigando pela primeira posição do draft.

    Mas calma aí — o Peterson ainda tem tudo pra dar a volta por cima. O teto dele é altíssimo, e algumas equipes já tão projetando ele num papel estilo Anthony Edwards. Arremessador elite, explosão atlética… é material de franquia mesmo.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa consegue manter essa vantagem até 2026? Ainda tem muito chão pela frente, e sabemos como esses rankings podem mudar rapidamente. Os workouts pré-draft e os exames médicos vão ser decisivos nessa briga.

    Cameron Boozer, de Duke, ainda aparece como terceira opção, mas bem distante dos dois. A disputa mesmo tá entre esses dois monstros — e sinceramente, qualquer um que for escolhido primeiro vai ter que carregar muita expectativa nas costas.

  • A corrida pelo fracasso: quem vai ganhar a primeira pick do Draft?

    A corrida pelo fracasso: quem vai ganhar a primeira pick do Draft?

    Gente, estamos chegando na reta final da temporada e o negócio está ficando sério — mas não do jeito que vocês imaginam. Enquanto uns brigam por playoffs, outros estão numa guerra completamente diferente: quem consegue perder mais jogos pra garantir as melhores chances na loteria do Draft.

    E olha, tá uma briga linda lá embaixo.

    Os três mosqueteiros do tanking

    Indiana Pacers (16-57), Brooklyn Nets (17-56) e Washington Wizards (17-55) estão travando uma batalha épica pra ver quem consegue ser o pior time da liga. Todos os três têm 14% de chance de levar a primeira pick — que, convenhamos, pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

    Os Pacers tão numa situação interessante porque se a pick deles cair entre a 5ª e 9ª posição, vai direto pro Los Angeles Clippers por causa da troca do Ivica Zubac. Imagina a dor de cabeça se isso acontecer? Por isso eles precisam MESMO ficar entre os três piores.

    Já o Brooklyn tem uma vantagem psicológica: perderam nove seguidas. Nove! Isso é dedicação ao tanking, pessoal. E os Wizards? Ganharam um jogo recentemente (que azar, né?), mas ainda tão na briga.

    Sacramento e o drama da 4ª posição

    O Sacramento Kings tá ali na quarta posição com 19-55, e sinceramente, eles devem estar se mordendo por não terem perdido uns jogos a mais no começo da temporada. Com 12,5% de chance na primeira pick, eles ainda têm esperança, mas tá ficando difícil alcançar o trio da frente.

    Utah Jazz (21-52) e Dallas Mavericks (23-50) completam esse grupo dos “quase lá mas não chegaram”. Os Mavs tão numa situação complicada porque não controlam suas picks de primeira rodada de 2027 a 2030. Imagina ter que escolher entre competir agora ou pensar no futuro distante?

    A zona de confusão

    Mais pra baixo na tabela, temos times como Milwaukee Bucks e Chicago Bulls empatados com 29-43. Esses dois tão numa situação estranha: ruins demais pra playoffs, bons demais pra uma pick decente. É o famoso “purgatório da NBA”.

    E os Warriors? Com 35-38, eles pelo menos ainda sonham com play-in. Mas com 2% de chance na loteria, dá pra sonhar também, né?

    O que mais me impressiona é como essa estratégia de tanking virou algo tão… científico. Times calculando cada jogo, cada vitória “acidental” que pode custar uma posição na loteria. É meio triste quando você para pra pensar, mas faz parte do jogo.

    E vocês, acham que algum desses times no fundo da tabela vai conseguir a primeira pick? Ou será que vai rolar aquela surpresa clássica da loteria da NBA?

  • Seahawks pegam WR de casa e apostam pesado no pass rush no draft

    Seahawks pegam WR de casa e apostam pesado no pass rush no draft

    Cara, os Seahawks ganharam o Super Bowl ano passado e agora vem o desafio de se manter no topo. O time foi conservador na agência livre — gastaram a grana toda pra manter os próprios jogadores, incluindo o Rashid Shaheed. Faz sentido né? Mas isso significa que o draft de 2026 vai ser CRUCIAL.

    E olha só a bronca: Seattle só tem quatro escolhas no draft total. Quatro! Cada pick precisa dar certo, senão o time pode começar a declinar rapidinho.

    Denzel Boston na primeira rodada? Perfeito demais

    A escolha da primeira rodada (32ª no geral) seria o WR Denzel Boston, de Washington. E cara, essa escolha faz tanto sentido que até dói.

    Primeiro: o moleque é de casa. Cresceu a 35 milhas de Seattle e jogou na University of Washington. Imagina a torcida recebendo ele? Segundo: o time precisa mesmo de sangue novo no ataque. O Jaxon Smith-Njigba acabou de assinar uma extensão bilionária, então faz sentido buscar talento mais barato.

    Boston tem 1,93m e 96kg — tamanho ideal. O cara é durão pra caramba e se vira muito bem nas disputas de bola. Não é o DK Metcalf em termos de domínio físico, mas pode fazer um papel parecido. Na minha visão, é pick certeiro.

    Apostando pesado no pass rush

    Nas rodadas seguintes, Seattle dobraria a aposta no pass rush. Derrick Moore (Michigan) na segunda rodada e Keyron Crawford (Auburn) na terceira.

    Faz sentido total. O Boye Mafe saiu na agência livre e o elenco tá meio velho na posição. O Uchenna Nwosu tá no último ano de contrato e o DeMarcus Lawrence só tem até 2027 — e os dois já passaram dos 30.

    Moore é interessante: tem tamanho ideal e é especialista no bull rush. Pode não ser um monstro contra a corrida ainda, mas como pass rusher promete muito.

    Já o Crawford é mais projeto. O cara só começou a jogar futebol americano no último ano do ensino médio — antes era do basquete. Ainda precisa desenvolver a técnica, mas é um atleta explosivo que se encaixa perfeitamente no esquema 3-4 de Seattle.

    Sinceramente? Com apenas quatro picks, os Seahawks não podem se dar ao luxo de errar. Essas escolhas fazem sentido no papel, mas será que Seattle consegue desenvolver esses talentos? E aí, vocês acham que essa estratégia funciona pra manter o nível campeão?