Tag: NBA Finals

  • Stephen A. Smith defende Spurs de críticas absurdas sobre hino

    Stephen A. Smith defende Spurs de críticas absurdas sobre hino

    Cara, que tempestade em copo d’água foi essa? O Stephen A. Smith teve que sair em defesa dos San Antonio Spurs porque uma galera começou a criticar o time por “desrespeitar” o hino americano antes do Jogo 1 das Finais da NBA contra o New York Knicks. O pessoal ficou revoltado porque os jogadores não colocaram a mão no peito durante o hino.

    Sinceramente? Que crítica mais descabida.

    Stephen A. mandou a real

    O analista da ESPN foi direto ao ponto no Twitter: “Isso é completamente falso. Tem um monte de gente que escuta o hino nacional e simplesmente abaixa a cabeça com as mãos na frente ou atrás do corpo, prestando respeito. Colocar a mão no coração não é obrigatório”.

    E ele tá certo, cara. A maioria dos atletas dos quatro grandes esportes americanos — incluindo a NBA — fica com os braços ao lado do corpo durante o hino. Não é novidade nem desrespeito nenhum.

    O Victor Wembanyama estava com os braços cruzados, a maioria dos companheiros com os braços ao lado e olhando pro chão. Até o técnico Mitch Johnson estava de olhos fechados, parecendo estar rezando durante as últimas notas do hino.

    Polêmica sem sentido

    Olha, eu acompanho NBA faz anos e já vi essa discussão várias vezes. Lembram quando alguns jogadores se ajoelharam durante o hino em protesto? Aquilo sim gerou controvérsia real. Agora ficar criando caso porque um cara não pôs a mão no peito?

    O próprio Stephen A. citou os Minnesota Vikings da NFL, que entre 1967 e 1983, no tempo do técnico Bud Grant, tinham uma postura respeitosa diferente e ninguém falava nada. Cada um demonstra respeito do seu jeito.

    E vocês, o que acham dessa polêmica? Não é meio forçada demais criar caso por algo tão simples? Os Spurs estavam ali, concentrados, respeitosos — só não do jeitinho que alguns queriam ver. Às vezes parece que o pessoal procura pelo em ovo mesmo…

    No fim das contas, o importante era os caras estarem focados no que realmente importava: jogar bola nas Finais. E pelo visto, toda essa discussão não tirou a concentração deles do objetivo principal.

  • Wemby não se abala após perder o jogo 1 das Finais da NBA

    Wemby não se abala após perder o jogo 1 das Finais da NBA

    Cara, eu não esperava essa reação do Wembanyama depois da derrota no primeiro jogo das Finais. O menino estava zen total na coletiva — completamente diferente do emocional que a gente viu durante toda essa pós-temporada dos Spurs.

    “Foi rápido. Acho que deixamos essa escapar”, foi só isso que o Victor disse quando perguntaram sobre quando ele sentiu o jogo escorregando das mãos. Mano, que frieza!

    Uma coletiva totalmente diferente

    Quem acompanha as entrevistas do Wemby sabe que ele sempre dá aquela pausadinha antes de responder — seja pra processar a pergunta, traduzir na cabeça ou só escolher as palavras certas mesmo. É meio que a marca registrada dele.

    Mas quarta-feira foi totalmente diferente. O cara estava sentado ali, respondendo tudo numa boa, como se já soubesse o que iam perguntar. Confiança pura. E olha que os Spurs tinham acabado de perder pra um Knicks experiente que soube administrar o momentum do jogo.

    “Deixamos eles pegarem um rebote ofensivo”, ele comentou sobre um lance específico no último quarto que praticamente selou a vitória de Nova York. “A culpa é nossa. Depois disso, eles são um time experiente, sabem jogar com momentum. Nós tínhamos o momentum até o final do jogo. Por isso disse que deixamos escapar.”

    Confiança contagiante

    E sabe o que mais me impressionou? A calma do Wemby parecia ter passado pro resto do time. Dylan Harper, Stephon Castle, Devin Vassell — todo mundo com a mesma postura. Ninguém de cabeça baixa, ninguém se lamentando. Era como se eles tivessem certeza de que podem virar essa série.

    “É quase como se eu não tivesse nada pra descobrir. É quase como se eu só precisasse jogar normal, nem bem”, disse o Victor. “É só fazer a coisa certa que já é suficiente. Quando jogamos mal, quando EU jogo mal, é quando damos tiro no próprio pé. Por isso não estou preocupado. Vamos estar muito melhor. EU vou estar muito melhor.”

    Sinceramente? Fiquei impressionado com essa maturidade. O moleque tem 22 anos e está nas Finais da NBA pela primeira vez. Era de se esperar uma certa ansiedade, né? Mas não — ele parece que já entendeu perfeitamente o que precisa fazer.

    Os Spurs aprenderam com os obstáculos

    E olha, essa resiliência não apareceu do nada. Durante toda essa pós-temporada, os Spurs foram criticados pela inexperiência, mas foram se ajustando a cada round, superando um obstáculo atrás do outro. O crescimento do Wemby como líder tem sido em tempo real — e que evolução, hein?

    Se eles chegaram até aqui surfando na emoção do francesão, talvez agora sigam essa serenidade dele de volta pra série. E aí, vocês acham que essa postura zen do Wembanyama vai ser suficiente pra virar o jogo contra a experiência dos Knicks?

    Uma coisa eu garanto: vai ser uma série épica.

  • Knicks vencem jogo 1 e ingressos das finais em NY explodem

    Knicks vencem jogo 1 e ingressos das finais em NY explodem

    Mano, vocês viram o que aconteceu com os preços dos ingressos pro Madison Square Garden depois que os Knicks ganharam o primeiro jogo das finais? É de enlouquecer mesmo.

    Os caras pegaram os Spurs de 105 a 95 fora de casa no jogo 1, e agora os ingressos mais baratos pro jogo 3 em Nova York estão custando uns 8.200 dólares. OITO MIL E DUZENTOS. Há três dias atrás, o mesmo ingresso custava 4.200. Praticamente dobrou da noite pro dia.

    A loucura dos preços no Garden

    E não para por aí. O jogo 4, que pode ser o da conquista do título, tá ainda mais caro. Os ingressos que custavam 3.900 dólares na segunda-feira agora estão na faixa dos 8.500. É surreal.

    Jesse Lawrence, o cara que fundou o TicketIQ, disse uma coisa que me fez pensar: “Já vimos ingressos caros pra finais da NBA antes, mas isso aqui é território totalmente inédito”. E olha, ele tem razão. Mesmo comparando com outros esportes, os ingressos do jogo 3 já custam mais que o da final da Copa do Mundo (7.900 dólares).

    Sinceramente? Eu entendo a euforia da torcida dos Knicks. Faz décadas que eles não chegavam numa final, e quando chega a oportunidade, o pessoal quer estar lá não importa o preço. Mas 8 mil dólares pelo lugar mais barato da arena é de outro mundo.

    San Antonio x Nova York: mundos diferentes

    Agora dá uma olhada na diferença absurda: enquanto em NY os ingressos mais baratos custam mais de 8 mil dólares, em San Antonio você consegue um lugar por menos de 800 dólares pro jogo 2. É literalmente 10 vezes mais barato no Texas.

    Essa disparidade mostra bem a diferença entre as duas praças. Nova York é Nova York — tem grana rolando e uma torcida que tava sedenta por um título há muito tempo. San Antonio, mesmo sendo uma cidade que respira basquete, não tem essa pressão financeira toda.

    E aí, pessoal, o que vocês acham? Se os Knicks ganharem o jogo 2 e abrirem 2 a 0 na série, imaginem como vão ficar esses preços. Alex Warner, da Winventory, já avisou: “O mercado vai enlouquecer, especialmente pro jogo 4”. Pode ter certeza que se eles tiverem a chance de fechar a série em casa, vai ser ainda mais caótico.

    Eu fico pensando — será que vale mesmo pagar quase 10 mil dólares pra ver um jogo de basquete? Por mais histórico que seja? Cada um com seu bolso, mas pra mim é dinheiro demais.

  • Árbitros erraram feio no lance decisivo de Brunson no Jogo 1

    Árbitros erraram feio no lance decisivo de Brunson no Jogo 1

    Olha só que loucura: o Jalen Brunson não só meteu aquela cesta decisiva no finalzinho do Jogo 1 das Finals, como ainda sofreu uma falta que os árbitros simplesmente não marcaram. O relatório dos últimos dois minutos da NBA confirmou o que muita gente já desconfiava — deveria ter tido falta do Devin Vassell naquela jogada.

    Cara, eu assisti aquele lance umas cinco vezes e já tinha ficado com a pulga atrás da orelha. O Brunson tava subindo pro arremesso e o Vassell claramente se moveu em direção a ele depois que a bola já tinha saído da mão. Agora com o L2M Report oficial, fica confirmado: os zebras perderam uma falta importante.

    Brunson foi o cara do jogo mesmo com a arbitragem contra

    Mesmo sem a falta marcada, o armador dos Knicks foi simplesmente monstro no Jogo 1. 30 pontos em 37 minutos, sendo 13 só no último quarto quando a coisa apertou. Tá, o aproveitamento não foi dos melhores (12/31 do campo), mas quando importava ele apareceu.

    E vocês viram como ele jogou tranquilo mesmo sendo a primeira vez nas Finals? Impressionante a maturidade desse cara. Desde que chegou em Nova York em 2022, os Knicks não param de evoluir — playoffs todo ano, duas finais de conferência consecutivas, e agora finalmente chegaram na decisão.

    Spurs vão ajustar para o Jogo 2

    Sinceramente, acho que San Antonio não vai facilitar no segundo jogo. Eles são muito bem treinados pelo Popovich (mesmo aposentado, a cultura dele continua lá) e sabem que não podem sair perdendo por 2-0 jogando em casa.

    O problema é que os Knicks tão numa confiança absurda. Primeira Finals desde 1999 — isso mesmo, 27 anos! — e começaram ganhando fora de casa. O Brunson tá jogando num nível que eu não imaginava que ele conseguiria nas Finals.

    O Jogo 2 é hoje à noite (5 de junho, 21h30). E aí, vocês acham que Nova York consegue abrir 2-0 ou San Antonio empata a série? Uma coisa é certa: depois desse relatório da NBA, os árbitros vão ficar de olho redobrado nos contatos nos arremessos.

  • Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Olha, eu já sabia que o Josh Hart era personagem, mas o cara conseguiu superar as expectativas ontem. Não só fez história nas Finais da NBA como ainda arrumou treta com o Arsenal no meio do caminho. Só pode ser ele mesmo.

    Vamos aos fatos: os Knicks venceram o Spurs no Jogo 1 das Finais e o Hart teve uma performance simplesmente absurda. Em apenas 27 minutos de quadra, o cara anotou 3 pontos, 15 rebotes, 6 assistências, 4 roubos de bola e ainda deu uma tocada. Números meio malucos, né?

    Primeiro na história a fazer isso

    E o mais doido de tudo? Hart se tornou o PRIMEIRO jogador da história a conseguir pelo menos 15 rebotes, 6 assistências e 4 roubos em um jogo de playoffs jogando menos de 30 minutos. Cara, isso é de outro mundo.

    O desempenho dele foi fundamental para os Knicks virarem um jogo que tava feio. O Spurs chegou a abrir vantagem dupla no terceiro quarto, mas aí o KAT resolveu acordar (10 dos seus 18 pontos no terceiro período) e o Brunson fechou com chave de ouro no último quarto, anotando 13 dos seus 30 pontos.

    Arsenal levou invertida do nada

    Mas aí que vem o melhor da história. Durante o media day antes do Jogo 2, fizeram uma pergunta sobre futebol pro Hart e o cara simplesmente destruiu o Arsenal. “Arsenal não é humilde. Eles já ganharam uma Champions League alguma vez? Há quanto tempo eles existem? Nunca ganharam isso? Tá. Londres é azul, nunca vermelha. Chelsea que é time.”

    Sinceramente, não esperava essa. O cara tá nas Finais da NBA, faz um jogo histórico e ainda arruma tempo pra zoar um time inglês. Esse é o Josh Hart que a gente conhece e ama (risos).

    E aí, vocês acham que o Hart mantém esse nível no Jogo 2? Porque pelo jeito que ele tá inspirado, capaz de quebrar mais uns recordes por aí. O Jogo 2 rola hoje às 22h30 e promete ser quente.

  • Alvarado manda a real pro ex-companheiro: ‘Cala a boca e escuta’

    Alvarado manda a real pro ex-companheiro: ‘Cala a boca e escuta’

    Cara, o José Alvarado não tem papas na língua mesmo. O armador do Knicks encontrou com seu ex-companheiro Derik Queen e quando o pivô perguntou que conselho ele daria após a temporada de rookie, a resposta foi direta na lata: “Cala a boca e escuta”.

    E olha, vindo do Alvarado, isso não é desrespeito — é carinho. O cara sabe o que é ralar pra chegar onde chegou.

    O caminho difícil do Grad Theft Alvarado

    Pense só: um armador de 1,83m que não foi draftado e hoje está a três vitórias de um título da NBA. O Alvarado teve que provar seu valor todo santo dia desde que pisou na liga. Primeiro no Pelicans, agora no Knicks — nunca teve vida fácil.

    É essa mentalidade que ele quer passar pro Queen. “Você aprende com os momentos”, disse depois. “Seja você mesmo. Você tem um ano importante chegando… então é melhor ter um verão incrível. E eu tô feliz por você.”

    Sinceramente, eu acho essa amizade dos dois sensacional. O Queen até brincou: “Eu era ruim?”. E o Alvarado, sem dó: “Às vezes”. Monstro demais essa sinceridade.

    A pressão em cima do Queen

    Agora vamos falar sério — o Queen tá numa situação complicada em Nova Orleans. O Pelicans trocou sua primeira escolha de 2026 (que vai ser top-10 provavelmente) pros Hawks só pra draftá-lo em 13º. Não foi culpa dele, mas agora a cobrança é absurda.

    O garoto foi All-Rookie Second Team, o que já é mérito pra caramba. Mas vocês acham que isso vai ser suficiente pra acalmar a torcida dos Pelicans se o time não evoluir?

    Por isso o conselho do Alvarado faz todo sentido. “Cala a boca e escuta” não é sobre ser submisso — é sobre absorver conhecimento de quem já passou pela pressão. O José sabe que no segundo ano a cobrança só aumenta.

    Enquanto o Alvarado se prepara pro Jogo 2 das Finais contra o Spurs (imaginem só, Finals!), o Queen vai passar o verão trabalhando. E pode ter certeza que ele vai lembrar desse papo toda vez que as coisas ficarem difíceis. Às vezes a verdade dói, mas é ela que faz a gente crescer.

  • Arbitragem vergonhosa no Jogo 1 das Finais está virando escândalo

    Arbitragem vergonhosa no Jogo 1 das Finais está virando escândalo

    Olha, eu já vi muita coisa ruim da arbitragem da NBA, mas o que rolou no Jogo 1 das Finais entre Knicks e Spurs ontem foi de dar vergonha alheia. E não, não é mimimi de torcedor perdedor — foi realmente absurdo.

    Os números que deixam qualquer um revoltado

    Dá uma olhada nessa: em determinado momento do jogo, os Spurs tinham SETE lances livres contra ZERO do Knicks. Zero! Logo depois, a discrepância passou para 10×1. No intervalo? Spurs com 12 tentativas, Knicks com míseras 3. Cara, isso é coisa de várzea.

    Eu sei que comparar só lance livre pode ser meio simplista — cada time joga diferente, né? Mas a questão aqui não é só quantidade, é a gritante falta de critério. Wembanyama estava indo pra linha praticamente por qualquer toque, enquanto o Brunson tomava pancada e não apitava nada.

    E vocês viram aqueles vídeos que viralizaram? O Wemby literalmente se jogando no chão em lances normais e conseguindo falta. Mano, isso não pode ser normalizado só porque estamos nas Finais. Na real, deveria ser justamente o contrário — o critério tinha que ser MAIS rigoroso.

    Brunson virou saco de pancada

    O que mais me deixou pistola foi ver como trataram o Jalen Brunson. O cara é All-Star, All-NBA, astro de uma das franquias mais populares da liga… e terminou o jogo com apenas 4 lances livres. Quatro! Sendo que passou o primeiro tempo todo atacando a cesta e tomando contato.

    Teve um lance que o Dylan Harper literalmente agarrou a camisa do Brunson — dá pra ver claramente nas imagens — e os árbitros simplesmente ignoraram. Em outro momento, o Luke Kornet pisou no tornozelo dele após a bandeja. Também nada.

    Sinceramente, eu não sei se foi questão de mando de quadra (o jogo foi em San Antonio) ou se os árbitros realmente tiveram uma noite péssima. Mas quando você vê essas discrepâncias todas juntas, fica difícil não desconfiar, né?

    NBA precisa tomar uma atitude

    A liga tem um problemão nas mãos agora. As Finais são a vitrine da NBA pro mundo todo, e ter a arbitragem virando protagonista dessa forma é péssimo pra imagem do produto. Os torcedores do Knicks têm todo o direito de estar revoltados — e olha que não sou nem fã do time.

    Eu espero que rolou só um deslize mesmo e que nos próximos jogos a coisa seja mais equilibrada. Porque se isso virar padrão, vamos ter que aguentar semanas de polêmica sobre arbitragem em vez de falar do que realmente importa: o basquete.

    E aí, vocês acham que isso foi só azar ou tem algo mais por trás? Porque pra mim, quando a discrepância é tão absurda assim, não dá pra passar pano não.

  • Finais da NBA: As 10 reações mais exageradas do Jogo 1

    Finais da NBA: As 10 reações mais exageradas do Jogo 1

    Gente, o primeiro jogo das Finais da NBA já terminou e… Cara, a internet tá um caos. Como sempre depois de qualquer jogo decisivo, os fãs já estão surtando completamente. E olha, eu entendo — Finals mexem com a cabeça de qualquer um.

    Então resolvi fazer uma listinha das reações mais absurdas que vi por aí depois do Jogo 1. Porque né, NBA sem overreaction não é NBA.

    Brunson é imparável (será mesmo?)

    Jalen Brunson destruiu no primeiro jogo e pronto — agora todo mundo já tá falando que ele é literalmente impossível de parar. O Kelly Oubre até brincou que o mais difícil é guardar “aquela cabeção” do Brunson. Mano, relaxa aí. É um jogo só!

    Na minha visão, o Brunson tá jogando muito mesmo, mas falar que ele é imparável depois de uma partida? Aí é exagero. Quantas vezes já vimos caras terem um jogaço no Jogo 1 e depois sumirem? Lembram do que aconteceu em várias Finals passadas?

    KAT virou ator de filme?

    Essa foi bizarra. O Karl-Anthony Towns fez um double-double monstro (18 pontos, 12 rebotes) e alguém comparou com “O Diabo Veste Prada 2”. Sinceramente, não entendi nada dessa comparação, mas o importante é que o KAT tá mandando bem no garrafão.

    O cara tá jogando um basquete mais físico, brigando pelos rebotes, fazendo o trabalho sujo. Isso sim é o que importa nas Finals — não sei que filme é esse aí não.

    Fox nunca mais vai acertar no clutch

    Aqui a galera pegou pesado com o De’Aaron Fox. O cara teve uma noite ruim no último período e já tão falando que ele nunca mais vai acertar no clutch. Gente, o Fox foi literalmente o Clutch Player of the Year! Uma partida não apaga isso.

    Olha, eu sei que as Finals são diferentes, a pressão é absurda. Mas condenar um jogador depois de um jogo? Isso é coisa de quem não acompanha NBA direito. O Fox ainda vai mostrar serviço — podem anotar aí.

    Arremessos de 3: a tragédia continua?

    Os Spurs acertaram só 25% das bolas de três no Jogo 1. Tirando o Julian Champagnie (que fez 5 de 10), o resto do time foi terrível. Aí o pessoal já tá achando que vai ser assim a série toda.

    Cara, isso é estatística básica. Nenhum time fica com 18% de três pontos numa série inteira. É impossível. Ou os caras melhoram, ou não chegaram nas Finals por acaso, né?

    E vocês, acham que essa porcentagem vai melhorar no Jogo 2? Porque eu tenho certeza que sim — NBA é muito sobre ajustes.

    No final das contas, é só o primeiro jogo galera. Finals são ganhas em 4 vitórias, não em 1. Mas eu entendo a ansiedade — quando você torce de verdade, cada lance importa absurdamente. Só vamos com calma nas conclusões, beleza?

  • Knicks fazem história com 12 vitórias seguidas nos playoffs

    Knicks fazem história com 12 vitórias seguidas nos playoffs

    Cara, eu tô sem palavras com o que os Knicks estão fazendo nestes playoffs. Doze vitórias consecutivas! DOZE! E não é só o número que impressiona — é como eles estão destruindo todo mundo pelo caminho.

    Com a vitória por 105-95 contra o San Antonio Spurs no primeiro jogo das Finais de 2026, o New York empatou com os Spurs de 1999 como a segunda maior sequência da história dos playoffs da NBA. Só os Warriors de 2017 ganharam mais jogos seguidos (e olha que aquele time era monstro).

    Os números são absurdos

    Olha só essa: os Knicks têm um saldo positivo de 272 pontos nessas 12 vitórias. Isso não é só o melhor de 12 jogos dos playoffs — é a melhor sequência de 12 jogos DA HISTÓRIA da NBA. Em qualquer competição. Deixa eu repetir: DA HISTÓRIA.

    E o arremesso de 3? 40,3% de aproveitamento em 402 tentativas. Sinceramente, eu não esperava isso dos Knicks. Eles sempre foram mais um time de garrafão, mas agora estão chovendo bolas de fora igual aos Warriors no auge. Apenas quatro times na história conseguiram acertar mais de 40% das bolas de 3 tentando mais de 400 vezes em 12 jogos de playoff.

    No rebote, a dominância é clara: 111 a mais que os adversários. Sabe quais outros times conseguiram isso? Bulls de 96, Lakers de 80, SuperSonics de 79 e Celtics de 76. Todos campeões. Coincidência? Acho que não.

    KAT virando armador?

    Uma coisa que tá me deixando maluco: Karl-Anthony Towns está dando 6,3 assistências por jogo nessa sequência. O cara nunca — NUNCA — teve essa média na carreira. Nem em temporada regular, nem em playoffs. Parece que o Thibs finalmente achou a fórmula para usar o KAT do jeito certo.

    E tem mais: sete vitórias consecutivas fora de casa. Só os Lakers de 2001 (que eram campeões, né) ganharam mais jogos seguidos como visitantes nos playoffs. Os Knicks também se tornaram apenas o segundo time da história a vencer sete jogos consecutivos por dois dígitos de diferença nos playoffs.

    Ataque e defesa no nível histórico

    O rating ofensivo de 124.6 seria o melhor da história se fosse uma temporada inteira. E na defesa? 101.5, o melhor dessa sequência de 12 jogos. Sabe qual foi o último time a defender assim bem em 12 jogos de playoff? Os Raptors de 2019. Que ganharam o título.

    Quatro vitórias por 30 pontos ou mais. Apenas o Thunder do ano passado (que foi campeão) conseguiu isso em uma única pós-temporada.

    Vocês acham que os Knicks aguentam essa pressão nas Finais? Eu tô começando a acreditar que finalmente chegou a vez de Nova York voltar ao topo. Os números não mentem — esse time tá fazendo algo histórico.

  • Doc Rivers mete o pau nos executives da NBA sem citar nomes

    Doc Rivers mete o pau nos executives da NBA sem citar nomes

    Cara, o Doc Rivers tá com o sangue no olho. O veterano técnico foi no podcast do Bill Simmons e aproveitou pra mandar umas indiretas bem diretas pros executivos da NBA — só que sem ter coragem de falar nome, né?

    Tudo começou quando ele tava elogiando como os Knicks montaram o time que acabou de ganhar o Jogo 1 das Finais contra os Spurs. Aí o Doc soltou: “Não quero atacar ninguém, mas vou falar uma coisa. Tem muito cara de front office por aí que sabe buscar as estrelas, mas pouquíssimos sabem como montar um time campeão de verdade.”

    As indiretas que todo mundo entendeu

    Olha, eu não sei vocês, mas pra mim ficou óbvio que ele tava se referindo aos chefões dos times onde trabalhou recentemente. O cara passou pelos Bucks, Sixers e Clippers — e curiosamente não citou NENHUM dos executivos desses times na lista dos “bons” que ele mencionou.

    Ele elogiou Danny Ainge, Brad Stevens, Sam Presti… mas Jon Horst (Bucks), Daryl Morey (ex-Sixers) e Lawrence Frank (Clippers)? Silêncio total. Coincidência? Eu acho que não.

    “Você consegue ir lá e pegar esses nomes famosos. Mas consegue fazer as outras jogadas necessárias?”, provocou o Doc. Sinceramente, depois de ver como ele saiu dos Bucks com campanha de 32-50, dá pra entender a frustração.

    Elogiando quem faz direito

    O que mais me chamou atenção foi ele elogiar como os Knicks preencheram o elenco com “coadjuvantes” de qualidade como Josh Hart e Mikal Bridges. E olha, faz sentido mesmo — no Jogo 1, enquanto Brunson e Towns combinaram 48 pontos, OG Anunoby meteu 17 pontos com arremessos decisivos no último quarto.

    Hart pegou 15 rebotes e deu 6 assistências, Bridges foi +11 com 9 pontos. Isso que é basquete coletivo, meus amigos.

    Agora, quando perguntaram sobre os coadjuvantes dos Spurs, o Doc disse que nem sabia quem eram. Meio desrespeitoso com o time jovem de San Antonio, não acham? Mas enfim, cada um com suas opiniões.

    O veterano de 64 anos já disse que tá pensando em parar de técnico depois de passar por cinco times diferentes. E pelo jeito que tá falando dos ex-chefes, acho que alguns executivos não vão sentir saudades não, hein?