Tag: NBA Finals

  • NBA pune torcedor que xingou Brunson nas Finais

    NBA pune torcedor que xingou Brunson nas Finais

    Olha só que situação absurda aconteceu no Jogo 1 das Finais da NBA! Um torcedor dos Spurs resolveu partir pro ataque pessoal contra o Jalen Brunson, dos Knicks, e agora vai pagar o preço. A liga investigou e decidiu: o cara tá banido das cadeiras da quadra pelo resto da série.

    Sinceramente, era o mínimo que podia acontecer. Você imagina? O Brunson acabou de fazer um jogaço — 30 pontos na vitória por 105 a 95 em San Antonio — e ainda tem que aguentar desrespeito de torcedor? O próprio Brunson foi falar com o árbitro Scott Foster no final do jogo sobre o que rolou.

    NBA não brinca com desrespeito

    Segundo o Ian Begley da SNYtv, inicialmente falaram que eram dois torcedores envolvidos, mas no final só um levou punição. O engraçado (ou triste) é que o cara nem season ticket holder dos Spurs era. Ou seja, provavelmente algum playboy que pagou uma fortuna pra sentar na primeira fila só pra fazer palhaçada.

    A liga deixou bem claro: se o sujeito quiser voltar pra assistir outros jogos da série, pode ir — mas vai ter que sentar lá no fundão como todo mundo. E olha que ele pode até tentar, porque ainda tem muito jogo pela frente.

    Brunson mostra que é clutch mesmo machucado

    O mais impressionante de tudo isso é que o Brunson jogou machucado e mesmo assim meteu 30 pontos. Dezenove só no segundo tempo! O cara tava claramente sentindo dores durante o jogo, mas quando a coisa apertou, ele resolveu.

    E vocês sabem o que é mais louco? Ele nem apareceu no injury report pro Jogo 2. Isso significa que o monstro já tá 100% recuperado e pronto pra continuar fazendo estrago em San Antonio hoje à noite.

    A série tá 1-0 pra New York, mas todo mundo sabe que os Spurs com o Wembanyama em casa não vão entregar fácil. Vai ser interessante ver se a torcida de San Antonio vai saber se comportar melhor desta vez, ou se vamos ter mais episódios desses.

    E aí, galera, vocês acham que a NBA foi muito leve na punição? Na minha opinião, banir das cadeiras da quadsa tá bom, mas podia ter rolado uma multinha também, não acham?

  • Zeldin e Trump vão assistir cada minuto das finais da NBA

    Zeldin e Trump vão assistir cada minuto das finais da NBA

    Cara, que história mais curiosa essa que rolou. O Lee Zeldin, que é o cara da EPA (Agência de Proteção Ambiental) na administração Trump, deu uma entrevista revelando que ele e o presidente são fãs roxos do New York Knicks. E olha, pelo jeito eles tão levando isso BEM a sério.

    “Somos fãs fanáticos”, disse Zeldin sobre ele e Trump. E quando ele fala “fanáticos”, não é brincadeira não. O cara confessou que no primeiro jogo das finais ficou em pé na frente da TV como se tivesse na quadra mesmo. Quem nunca, né?

    A química que lembra os anos 90

    Zeldin comparou o time atual com aquela época dourada dos Knicks nos anos 90 – Patrick Ewing, Hubert Davis, a galera toda. “A química era emocionante para Nova York. Era o melhor… a cidade, a energia. Faz tempo que não temos essa sensação”, desabafou.

    E olha, eu meio que entendo o cara. Os Knicks chegaram nas finais depois de décadas de sofrimento. Imagina ser fã dessa franquia e finalmente ver o time brigando pelo título? Deve ser tipo ver o Flamengo ganhar a Libertadores depois de 38 anos.

    O mais engraçado é ele zoando os fãs do San Antonio Spurs: “Boa sorte para qualquer fã dos Spurs que acha que um time que não perde há mais de 40 dias vai perder quatro dos próximos seis jogos mais importantes da vida deles”. Falou pouco mas falou bonito.

    Trump: fã de carteirinha há décadas

    Sobre Trump, Zeldin contou que o presidente é fã “fanático há décadas”. Tem até aquele vídeo clássico dos anos 90 do Charles Oakley caindo em cima do Trump que tava sentado na courtside. Sinceramente, essa imagem do Trump levando uma entrada do Oakley é impagável.

    “Você encontra fotos e vídeos dele durante os anos 90, 2000 e 2010, basicamente até ele começar a concorrer à presidência, sentado na courtside”, explicou Zeldin. Ou seja, o cara é fã mesmo, não é pose de político.

    Trump já confirmou que vai torcer pelos Knicks no Madison Square Garden na próxima semana. Zeldin foi mais reservado sobre se vai junto – “Vamos ver”, disse.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem quebrar essa seca de 1973? Porque olha, se conseguirem, vai ser uma loucura total em Nova York. E imaginem a festa na Casa Branca se rolarem o título…

    Zeldin até fez uma previsão: “Como fã fanático, você tem que acreditar”. Mas foi esperto – não quis garantir nada para não zicar o time. Estratégia de fã experiente mesmo.

  • Ingressos da Final no MSG custam mais que Super Bowl — é loucura!

    Ingressos da Final no MSG custam mais que Super Bowl — é loucura!

    Gente, eu sabia que o hype pelos Knicks estava grande, mas isso aqui passou de todos os limites. Os ingressos pro Jogo 3 da Final da NBA no Madison Square Garden estão custando mais de 9 mil dólares — mais caro que o Super Bowl. Não, vocês não leram errado.

    São quase 10 mil dias sem uma Final da NBA no MSG. Quase 27 anos! Dá pra entender por que a galera de Nova York tá pirando, né? Mas pagar quase 40 mil reais (na cotação atual) só pra entrar no ginásio? Mano…

    Os números que fazem qualquer um chorar

    Olha só esses preços absurdos segundo o site Gametime:

    Jogo 3 no MSG: Entrada mais barata por US$ 9.130, mediana em US$ 17.398 e o ingresso mais caro chegando aos US$ 109.263. Sim, mais de meio milhão de reais num ingresso. Eu não consigo nem processar isso direito.

    Pra comparar: no Super Bowl deste ano, quatro dias antes do jogo, o ingresso mais barato estava US$ 7.413. Os Knicks quebraram até esse recorde. É o poder do basquete em Nova York, pessoal.

    E os outros jogos da série?

    Nos jogos em San Antonio, as coisas ficam “só” um pouco mais civilizadas. Pro Jogo 2, que rola hoje à noite, dá pra entrar por US$ 655. Ainda é uma grana preta, mas pelo menos não precisa vender o carro.

    Se os Knicks vencerem hoje e abrirem 2-0 na série, podem ter certeza que esses preços pro Jogo 3 vão subir ainda mais. E olha que o Trump vai estar lá assistindo — imagina a loucura que vai ser?

    Sinceramente, eu entendo a euforia. Ver os Knicks numa Final depois de tanto tempo deve ser emocionante demais pros nova-iorquinos. Mas quase 10 mil dólares? Eu prefiro assistir em casa mesmo e usar essa grana pra umas 50 viagens pra Orlando ver o Magic jogar.

    E vocês, pagariam esse valor pra ver uma Final da NBA ao vivo? Ou acham que essa galera de NY perdeu completamente o rumo?

  • Wemby avisou a Nike: ‘Não vou dar escolha sobre quem será o rosto da liga’

    Wemby avisou a Nike: ‘Não vou dar escolha sobre quem será o rosto da liga’

    Cara, imagina a cena: Victor Wembanyama, com seus 2,24m, em pé numa sala cheia de executivos da Nike e soltando essa: “Não vou dar escolha pro basquete sobre quem vai ser o rosto da liga”. Monstro demais, né?

    E olha só — o maluco não estava brincando. Aos 22 anos, o franzão já está nas Finais da NBA pelo San Antonio Spurs, enfrentando o New York Knicks. Isso tá até adiantado do cronograma que a própria equipe dele havia planejado.

    A estratégia francesa por trás do fenômeno

    O que eu acho mais impressionante é como a equipe dele vem trabalhando desde que Wemby tinha 13 anos. Jeremy Medjana e Bouna Ndiaye, da Agence Comsport, foram cirúrgicos na estratégia. Recusaram ofertas milionárias de marcas de bebida antes dele entrar na NBA — escolheram foco ao invés de grana rápida.

    “A filosofia é não deixá-lo muito distraído. Se você assina muitos contratos, não consegue manter o foco no objetivo principal”, explicou Medjana. Sinceramente? Genial. Quantos jovens talentos a gente já viu se perder por querer abraçar o mundo cedo demais?

    Silver confirma: sem título, sem coroa

    O Adam Silver, comissário da NBA, foi direto ao ponto sobre o que é preciso pra virar o rosto global da liga: “No final das contas, para um jogador assumir esse manto, ele tem que vencer. E nas conversas que tive com Wemby, enfatizei isso.”

    E os números já mostram que o hype é real. Os Spurs foram o time que mais cresceu no League Pass mundial durante a temporada regular — 30% na Europa e 40% na Ásia. Absurdo, né? O cara literalmente trouxe uma nova audiência internacional pro basquete.

    Wembanyama mesmo disse que é isso que move ele: “A parte do campeonato e da grandeza esportiva é o que fala com meu instinto. É realmente o que me impulsiona. É a locomotiva da minha vida.”

    Ah, e tem um detalhe interessante: segundo o Shams Charania, Wemby vai virar agente livre no mercado de tênis ainda este ano quando o contrato com a Nike vencer. Será que depois dessa declaração bombástica eles vão fazer uma proposta irrecusável? Vocês acham que ele fica na Nike ou testa o mercado?

    Uma coisa é certa — o francês não tá só falando. Tá provando em quadra que realmente pode ser o próximo rosto da NBA. E olha que ele nem completou duas temporadas ainda!

  • Knicks x Spurs quebra audiência e prova que NBA ainda move multidões

    Knicks x Spurs quebra audiência e prova que NBA ainda move multidões

    Gente, vocês viram os números da audiência do Jogo 1 das Finais da NBA? Absurdo! O confronto entre New York Knicks e San Antonio Spurs no dia 3 de junho simplesmente explodiu na televisão americana, com uma média de 16,93 milhões de telespectadores pela ABC.

    Pra vocês terem ideia do que isso representa: foi o Jogo 1 de Finals mais assistido desde 2018. E olha que estamos falando de uma época onde todo mundo reclama que o interesse pela liga tá caindo, que os jovens só assistem highlights no TikTok… Mentira!

    Os números que mostram a realidade

    O pico foi ainda mais impressionante — 19,63 milhões de pessoas grudadas na TV às 23h (horário americano). Isso fez o jogo ser o programa mais assistido do dia em praticamente todas as demografias importantes.

    Mas aqui vem o dado que mais me chamou atenção: o crescimento foi de 90% comparado ao primeiro jogo das Finals do ano passado. Noventa por cento, galera! Isso não é pouca coisa.

    Na minha opinião, isso prova que quando você tem storylines interessantes — Knicks voltando às Finals depois de décadas, Wembanyama carregando San Antonio nas costas —, o público aparece. E como aparece!

    Contexto histórico que impressiona

    Pra dimensionar melhor: esse foi o Jogo 1 de Finals mais assistido na história da ABC, tirando apenas os confrontos entre Warriors e Cavaliers (que eram realmente fenômenos à parte). E foi o jogo de Finals com maior audiência desde o Jogo 6 de 2019.

    Sinceramente, eu não esperava números tão altos assim. Claro, Knicks tem uma torcida gigantesca e apaixonada, mas San Antonio não é exatamente um mercado enorme. O que aconteceu foi química pura: uma franquia histórica de volta ao topo contra o futuro da liga.

    E aí, vocês também ficaram grudados na TV? Porque pelo visto não fomos só nós aqui no Brasil que paramos tudo pra ver esse jogaço. A NBA ainda tem essa magia de unir todo mundo na frente da televisão quando a coisa fica séria.

  • KAT mostrou que Wembanyama é humano e fez Chet Holmgren parecer fraco

    KAT mostrou que Wembanyama é humano e fez Chet Holmgren parecer fraco

    Cara, eu não esperava isso do Karl-Anthony Towns. Simplesmente não esperava. O cara chegou no Game 1 das Finais da NBA e decidiu que ia mostrar pro mundo inteiro que o Victor Wembanyama não é esse deus do basquete que todo mundo tá pintando.

    Os Knicks bateram os Spurs por 105 a 95 numa virada heroica, e o principal motivo foi o Towns ter dado uma aula de como se marca o Wemby. O francesinho ainda fez 26 pontos e 12 rebotes (que não é pouco, né), mas longe daqueles números absurdos que ele vinha fazendo nas Finais de Conferência.

    O momento que definiu tudo

    Teve um lance no final do quarto período que resumiu a noite toda. Towns colou no Wembanyama de um jeito que o cara errou DUAS cestas seguidas — uma bateu na lateral da tabela, a outra foi direto no aro. Duas! Na mesma posse! Eu ri alto aqui em casa, não vou mentir.

    E não foi só na defesa não. O KAT foi pra cima ofensivamente também, partindo pro garrafão sem medo nenhum daqueles toco-meteoros que o Wemby costuma dar. Mostrou que chegou pra brigar de igual pra igual.

    Chet Holmgren que se esconda

    Agora, imagina a vergonha do Chet Holmgren assistindo isso em casa. O cara que era pra ser o rival natural do Wembanyama foi completamente humilhado nas Finais de Conferência. Sinceramente acho que ainda tá sentindo as dores.

    Holmgren fez apenas 75 pontos em SETE jogos contra os Spurs, arremessando uns 27% de 3. Vinte e sete por cento! Pra um cara que se vende como um grande arremessador. E na defesa então? Deixou o Wemby fazer o que quis nos rebotes, não teve agressividade nenhuma.

    O pessoal já tá chamando o Chet de “soft” por aí, e olha… depois do que o Towns mostrou ontem, fica difícil discordar. O Thunder até tá cogitando trocar o cara, embora seja meio improvável.

    Towns merece mais respeito

    Falando sério, o KAT não recebe o reconhecimento que merece. Desde que chegou na liga em 2015, o cara é um dos melhores pivôs da NBA. Talvez o melhor arremessador de 3 da história entre os grandes (podem conferir os números).

    E outra: sem a troca que trouxe ele pros Knicks, esse time não tava nem perto das Finais. Nova York não chegava numa decisão desde 1999 — isso é quase 25 anos, gente!

    A tradição de grandes pivôs em New York é pesada: Patrick Ewing dominou por quase duas décadas, Willis Reed foi o cara no último título dos Knicks. Agora parece que é a vez do Towns tentar trazer a taça de volta pra Big Apple.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter essa pegada nos próximos jogos? Porque se conseguir, essa série pode ser bem mais equilibrada do que todo mundo imaginava.

  • KAT destruiu Wemby no jogo 1 das Finais e Perkins não perdoou

    KAT destruiu Wemby no jogo 1 das Finais e Perkins não perdoou

    Olha, eu sabia que essas Finais entre Knicks e Spurs iam ser especiais, mas não esperava ver Victor Wembanyama sendo completamente anulado logo no primeiro jogo. E por quem? Karl-Anthony Towns. Sim, o mesmo KAT que todo mundo questionava se ia conseguir jogar no nível de playoffs.

    O Kendrick Perkins foi certeiro na análise dele no First Take: “Vou falar pros torcedores dos Spurs: vocês têm um problema… um problema sério.” E cara, não dá pra discordar.

    Wemby teve uma das piores noites da carreira

    Vamos aos números porque eles não mentem. O francês de 2,21m — que ficou em terceiro no MVP e ganhou o Defensivo do Ano — fez apenas 26 pontos com 6/21 nos arremessos. Mas o mais absurdo? Quando o KAT estava marcando ele diretamente, Wembanyama acertou apenas 2 de 12 tentativas. Duas de doze, mano!

    E não para por aí. Quatro das seis bolas perdidas do Wemby aconteceram com Towns na marcação. Sinceramente, nunca vi o fenômeno francês tão perdido em quadra.

    “O Defensivo do Ano foi exposto ontem à noite”, disparou Perkins. “Towns fez o melhor jogo defensivo da vida dele, mas no ataque ele mostrou pro mundo que Wemby não consegue marcar ele.”

    Towns mostrou por que é diferenciado

    Do outro lado, KAT foi simplesmente monstruoso. Double-double com 18 pontos e 12 rebotes, mas foi a forma como ele dominou que impressionou. O cara esticou a quadra com arremessos de três, botou a bola no chão pra infiltrar, e quando precisou de físico — foi literalmente no peito do Wemby.

    A versatilidade foi absurda. Quando os Spurs botavam um jogador menor nele, os Knicks procuravam o mismatch na hora. Quando Wembanyama vinha dobrar a marcação, Towns soltava passes sem olhar que deixaram qualquer um de queixo caído.

    O terceiro quarto foi onde ele realmente resolveu: 10 pontos e 4 rebotes numa virada de 14 pontos que definiu o jogo. E ainda por cima ficou gritando e animando o time todo — aquela liderança que a gente sempre soube que ele tinha mas que às vezes não aparecia.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, resumiu bem: “Ele é um problema. Bota um cara pequeno nele, ele vai pro rebote ofensivo. Bota um grandão, ele abre e gira por fora dos caras.”

    Vocês acham que os Spurs conseguem ajustar pra o jogo 2? Porque se o KAT continuar nesse nível, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imagina. E olha que eu sou fã do Wemby, mas ontem ele realmente foi totalmente anulado pelo pivô dos Knicks.

  • Castle quebra o silêncio: ‘Brunson não fica caçando falta como SGA’

    Castle quebra o silêncio: ‘Brunson não fica caçando falta como SGA’

    Olha só que polêmica interessante surgiu depois do primeiro jogo das finais entre Knicks e Spurs. Stephon Castle, o rookie que tá defendendo Jalen Brunson como um grudento, soltou uma comparação que tá dando o que falar: a diferença entre marcar o armador dos Knicks e Shai Gilgeous-Alexander.

    E o garoto não poupou palavras, não. Segundo Castle, Brunson joga de um jeito bem mais “limpo” que SGA quando o assunto é arrancar faltas dos árbitros.

    A diferença na filosofia de jogo

    “Jalen usa muito mais os ângulos, as fintas. Ele vai atrás das suas posições favoritas. Não fica tanto atrás de falta, prefere buscar o arremesso de média distância e os spots que ele domina”, explicou o calouro dos Spurs.

    Cara, isso meio que confirma o que a gente vê há tempos, né? SGA é monstro, mas esse negócio dele de “vender” contato virou marca registrada – e não todo mundo curte. Durante os playoffs, o cara da Oklahoma teve que ouvir até que não tava sendo “ético” no jeito de pontuar.

    Brunson também sabe fazer teatro quando precisa (quem nunca?), mas é verdade que o estilo dele é bem diferente. Aliás, ontem ele até reclamou bastante dos árbitros, chegou a ir pro chão várias vezes sem conseguir apito nenhum.

    Defesa dos Spurs funcionou no primeiro jogo

    E olha que a estratégia do Castle funcionou no jogo 1. Brunson até conseguiu algumas cestas decisivas – porque craque é craque -, mas não foi lá essas coisas na eficiência. O rookie conseguiu incomodar bastante o armador dos Knicks.

    Sinceramente, achei impressionante ver um cara de primeiro ano falando com essa maturidade sobre marcação. Castle defendeu SGA nas finais da conferência oeste e agora tá aplicando o que aprendeu em Brunson. Essa experiência pode ser ouro puro pro desenvolvimento dele.

    Os Spurs com certeza vão manter Castle grudado no Brunson pro resto da série. Se conseguirem repetir a receita do jogo 1, podem dar muito trabalho pros Knicks em casa.

    E aí, pessoal, acham que essa comparação do Castle faz sentido? Ou vocês veem os dois armadores no mesmo nível quando o assunto é “caçar” faltas? O jogo 2 é na sexta-feira e promete ser quente!

  • Lonzo Ball solta o verbo: Brunson é o melhor Knick da história

    Lonzo Ball solta o verbo: Brunson é o melhor Knick da história

    Cara, quando você consegue fazer um Lonzo Ball — que já jogou com LeBron, AD e outros monstros — declarar que você é o MELHOR jogador da história de uma franquia lendária como os Knicks, é porque você tá fazendo algo muito especial mesmo.

    Foi exatamente isso que rolou depois do Jogo 1 das Finals entre Knicks e Spurs. Brunson meteu 30 pontos numa virada absurda (saíram de 14 pontos atrás pra ganhar de 105-95), e o Lonzo não se segurou no X:

    “Comentário atrasado aqui, mas Brunson é o melhor Knick de todos os tempos… tipo, EVER”

    A jogada que mudou tudo

    Olha, eu assisti ao jogo e confesso que quando vi os Knicks 14 pontos atrás no terceiro quarto, pensei “já era”. Mas aí vem o Brunson no último quarto e simplesmente resolve o jogo.

    A jogada decisiva? Knicks perdendo por 95-94, faltando 1:50, e o cara acerta uma bomba de três do canto que botou Nova York na frente pra não sair mais. Frieza total. Esse é o tipo de momento que separa os bons dos grandes.

    E não foi sorte não, viu? Desde que chegou aos Knicks em 2022, Brunson transformou esse time. Quatro anos consecutivos com mais de 24 pontos de média, incluindo uns 28.7 brutais na temporada passada. O maluco simplesmente não para de evoluir.

    Mas será que Ball exagerou na dose?

    Agora, vamos combinar — dizer que Brunson é melhor que lendas como Walt Frazier (que ganhou DOIS títulos pelos Knicks) e Willis Reed é dose, né? Os próprios torcedores de Nova York saíram no pescoço do Lonzo.

    “Ainda não. Clyde e Willis estão à frente dele por enquanto”, respondeu uma conta de fã dos Knicks. E olha, eu entendo o ponto. Frazier é praticamente um deus em Nova York.

    Mas sinceramente? Acho que o Brunson tá no caminho certo. Se ele conseguir levar esse título pros Knicks — a primeira Finals desde 1999, gente! — aí a conversa muda de figura completamente.

    E vocês, acham que três vitórias a mais nas Finals são suficientes pra coroar o Brunson como o maior Knick ever? Ou os veteranos Walt Frazier e Willis Reed são intocáveis mesmo?

    O Jogo 2 é hoje à noite, e se os Knicks voltarem pra casa com 2-0 na série, essa discussão vai ficar ainda mais quente. Mal posso esperar!

  • Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Cara, eu não esperava ver os Spurs jogando desse jeito no Jogo 1 das Finais da NBA. Perder em casa para os Knicks por 105-95 já dói, mas perder atirando apenas 25,6% do perímetro? Isso sim é de dar dor de barriga.

    Mitch Johnson não tentou mascarar a realidade depois da derrota. Quando perguntado sobre os arremessos de 3 pontos da equipe, o técnico foi direto: “Acho que erramos alguns arremessos bons”. E olha, foram 43 tentativas do perímetro — muitas delas com espaço para atirar.

    A diferença entre arremesso ruim e oportunidade perdida

    O mais interessante foi ver Johnson falando sobre ser mais “ganancioso” nas posses de bola. Na minha visão, ele tá certo. Os Spurs tiveram uma liderança de 14 pontos no terceiro período e simplesmente deixaram escapar.

    “Acho que haverá algumas posses que poderíamos ter trabalhado mais o cronômetro, trabalhado mais defensivamente contra eles”, explicou Johnson. “Provavelmente poderíamos ser um pouco mais gananciosos nessas posses para conseguir algo melhor como grupo.”

    Sinceramente, faz sentido. Às vezes a equipe tava forçando arremessos quando podia trabalhar melhor a jogada. Johnson mesmo admitiu que precisa rever o filme para analisar algumas tentativas de 3 pontos muito cedo no cronômetro de posse.

    O fantasma das finais anteriores

    Essa performance me lembrou da derrota no Jogo 4 contra Minnesota na segunda rodada, quando os Spurs acertaram apenas 23% dos arremessos de 3. A diferença? Naquele jogo eles tentaram apenas 26 vezes, não 43 como contra os Knicks.

    Ah, e claro, teve aquela polêmica expulsão do Wembanyama por dar uma cotovelada no Naz Reid. Coincidência ou não, quando o garoto francês não tá em quadra, o ataque dos Spurs perde muito da identidade.

    Johnson foi claro sobre o que precisa mudar: “Definitivamente não tivemos pressão suficiente no garrafão durante toda a noite. Temos que ter certeza de que ainda estamos colocando força no garrafão. Vamos conseguir nossos arremessos de 3 com isso. Não podemos trabalhar de fora para dentro. Temos que ir mais de dentro para fora, com certeza.”

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque se continuarem atirando assim do perímetro, essa série pode acabar rápido demais.