Tag: NBA Finals

  • Knicks fazem 2-0 nas Finais e NYC já sonha com o título

    Knicks fazem 2-0 nas Finais e NYC já sonha com o título

    Gente, eu tô até tremendo aqui escrevendo isso. Os Knicks acabaram de vencer o jogo 2 das Finais da NBA por 105-104 e agora lideram a série por 2-0 contra os Spurs. Cinquenta e três anos, pessoal. CINQUENTA E TRÊS ANOS desde o último título dos Knicks.

    O final foi de parar o coração. Jogo empatado em 104-104, Wembanyama comete um turnover bobão (sim, até o francesão erra), e aí o Jalen Brunson — que tá jogando como se a vida dependesse disso — vai pra linha do lance livre. Faz um dos dois, Knicks na frente. Wemby ainda teve a chance de virar, mas o arremesso final bateu na borda e saiu.

    KAT brilha e Brunson decide

    Karl-Anthony Towns fez um double-double monstro: 21 pontos e 13 rebotes. O cara tá jogando como se nunca tivesse saído de Minnesota, sabe? E o Brunson? Cara, 20 pontos e o lance livre mais importante da vida dele. Mikal Bridges também contribuiu com 20 — esse trio tá funcionando que é uma beleza.

    Olha só esse dado absurdo: os Knicks agora têm 13 vitórias consecutivas nos playoffs. Treze! Só fica atrás dos Warriors de 2017 (que foram praticamente imbatíveis). E vocês acham que isso é coincidência? Eu não acho não.

    Histórico que arrepia

    Os Knicks se tornaram apenas o terceiro time na história a vencer os dois primeiros jogos das Finais fora de casa. Os outros dois? Bulls do Jordan em 93 e Rockets do Olajuwon em 95. Ambos foram campeões. Tô falando que é destino ou não?

    Wembanyama fez 29 pontos depois de um primeiro tempo apagado, e De’Aaron Fox ajudou com 20. Os Spurs até conseguiram uma virada épica no último quarto — estavam perdendo por 14 pontos! — mas não foi suficiente.

    “Nova York apareceu hoje”, disse o Towns depois do jogo. E apareceu mesmo. Madison Square Garden vai receber os jogos 3 e 4, e cara… os ingressos mais baratos tão custando mais de 11 mil dólares. ONZE MIL! É a febre do basquete tomando conta da cidade.

    E aí, vocês acham que os Knicks finalmente vão quebrar essa maldição de mais de meio século? Porque olhando esse time jogar, eu tô começando a acreditar de verdade.

  • Bridges manda o papo reto: ‘É 0-0’ após vitória dos Knicks

    Bridges manda o papo reto: ‘É 0-0’ após vitória dos Knicks

    Cara, o Mikal Bridges mandou a real no vestiário dos Knicks depois da vitória apertada por 105-104 contra os Spurs. E olha, a mentalidade do cara é exatamente o que todo torcedor de NY queria ouvir.

    “Vamos lutar até o fim. É 0-0. Manter a fome sempre”, disparou Bridges após o jogo 2 das Finais. Mano, isso me lembrou na hora do lendário “Job’s not finished” do Kobe em 2009. Mesma energia, mesmo foco.

    Bridges decidindo nos dois lados da quadra

    E não foi só papo não. O cara entregou 20 pontos, 6 rebotes e 6 assistências. Jogou de tudo um pouco — arremessou de 3, distribuiu assistência e até fez uns passes espetaculares. Aquela bandeja do Mitchell Robinson depois do passe dele foi de arrepiar.

    Sinceramente, eu tô impressionado com o nível do Bridges nessas finais. O cara chegou nos Knicks e já se comporta como se fosse veterano de guerra. Essa mentalidade de “0-0” é exatamente o que separa os grandes dos medianos.

    Nova York sonhando alto

    Os Knicks estão a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos sem título. Cinquenta e três anos, gente! Dá pra imaginar o desespero da torcida? Mas o Bridges tá certo — não pode relaxar agora.

    San Antonio mostrou que não vai entregar fácil. Conseguiram virar um déficit de 14 pontos e quase levaram o jogo. O Wembanyama até perdeu a bola no final, mas não subestimem esse garoto francês. Ele vai aparecer nos próximos jogos.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem manter essa frieza mental? Porque uma coisa eu garanto: com Bridges pensando assim, essa série tá longe de acabar.

  • Jeremy Lin volta ao MSG depois de 14 anos — agora como torcedor

    Jeremy Lin volta ao MSG depois de 14 anos — agora como torcedor

    Cara, que história bonita essa. Jeremy Lin vai voltar ao Madison Square Garden pela primeira vez em 14 anos — mas dessa vez não como jogador adversário, e sim como espectador nos jogos 3 e 4 das Finais da NBA.

    Pra quem não lembra (ou era muito novo), a Linsanity foi um dos fenômenos mais loucos que já rolaram na NBA. Em fevereiro de 2012, esse cara saiu literalmente do banco dos Knicks — um desconhecido de Harvard que nem foi draftado — e virou sensação mundial do dia pra noite. Foi coisa de maluco mesmo.

    A volta do filho pródigo

    “Vou voltar como espectador pela primeira vez”, disse Lin ao New York Post. “Depois que saí dos Knicks, joguei contra eles várias vezes, mas nunca voltei ao Garden como torcedor. Esta será minha primeira vez em 14 anos no Garden sem ser como jogador adversário. Mal posso esperar.”

    E olha, foram os próprios Knicks que chamaram ele de volta. Legal da organização fazer isso, né? Lin até elogiou: “Um grande salve pros Knicks, eles têm sido muito insistentes tentando me levar de volta pra um jogo”.

    O cara vai sentar nas duas primeiras fileiras — não na courtside, mas pertinho. E quando perguntaram se ele espera ser ovacionado ou aparecer no telão, ele foi humilde: “Não tenho expectativas nenhuma de aplausos ou gritos — ou mesmo de aparecer no Jumbotron”.

    Lembrando da Linsanity

    Pra quem viveu aquele momento, foi simplesmente absurdo. Um asiático-americano que ninguém conhecia pegou New York no colo e virou fenômeno mundial. As camisas dele esgotavam, os jogos tinham audiência insana, e ele jogava um basquete genuinamente bonito.

    O problema? A coisa meio que desandou quando o Carmelo Anthony voltou da contusão. A química mudou, Lin perdeu espaço, e no final da temporada ele assinou com o Houston Rockets — num contrato que os Knicks não conseguiram (ou não quiseram) igualar na free agency restrita.

    Foi meio polêmico na época, sinceramente. Muita gente achou que os Knicks mandaram mal em deixar ele ir embora. Mas enfim, agora ele está lá na ESPN como analista das Finais, e finalmente vai poder curtir um jogo no MSG sem a pressão de ter que jogar.

    E aí, vocês acham que a torcida vai fazer festa quando ele aparecer no telão? Eu acho que sim — aqueles 23 jogos que ele fez pelos Knicks marcaram época mesmo.

  • Ingressos dos Finals explodem: R$ 60 mil pra ver Knicks campeão

    Ingressos dos Finals explodem: R$ 60 mil pra ver Knicks campeão

    Cara, se você pensou em ir ver os Knicks conquistarem o título depois de 53 anos de jejum… melhor começar a vender um rim. Os preços dos ingressos para os jogos 3 e 4 no Madison Square Garden simplesmente explodiram depois da vitória por 105-104 sobre o Spurs no jogo 2.

    Estamos falando de valores absurdos. O ingresso mais barato para o jogo 3 desta segunda está custando US$ 11.736 (mais de R$ 60 mil na cotação atual). Na quinta-feira, antes do jogo 2, esse mesmo ingresso custava “apenas” US$ 7.142. Praticamente dobrou em dois dias!

    MSG virou casa de leilão de arte

    E o pior? Os ingressos VIP no lower bowl estão saindo por US$ 104.435. Cento e quatro mil dólares. Mano, com essa grana você compra um apartamento em algumas cidades do Brasil. O mais louco é que esse preço subiu ainda mais depois que vazou que o Trump vai no jogo — aí foi de US$ 96.997 pra esse valor insano.

    Para o jogo 4, que pode ser O jogo do título em casa, a coisa fica ainda mais salgada: US$ 14.654 para entrar no estádio e US$ 109.106 para os lugares na quadra. Sinceramente, eu não esperava que chegasse nesse nível, mas faz sentido — é Nova York, são os Knicks há 53 anos sem título, e o MSG é praticamente um templo.

    San Antonio parece saldão comparado

    Agora olha a diferença: se os Spurs conseguirem forçar um jogo 5 em San Antonio, o ingresso mais barato está “apenas” US$ 1.918. É quase seis vezes mais barato que Nova York! Os mais caros ficam em US$ 86.893 — ainda caro pra caramba, mas bem mais acessível que o MSG.

    Na minha visão, isso mostra o quanto a torcida dos Knicks estava desesperada por esse momento. E olha que se rolar um jogo 7 decisivo em San Antonio, pode ser que compense até fazer uma viagem: US$ 3.400 para entrar e US$ 97.310 para os VIP.

    Vocês acham que vale a pena pagar isso tudo para presenciar história sendo feita? Porque uma coisa é certa: depois de mais de cinco décadas, ver os Knicks levantarem o troféu da NBA no Madison Square Garden vai ser um momento que ninguém esquece. Só que o preço… bom, aí cada um sabe do seu bolso.

  • Robinson acerta 2/2 nos lances livres e frustra estratégia dos Spurs

    Robinson acerta 2/2 nos lances livres e frustra estratégia dos Spurs

    Olha, eu não esperava isso mesmo. Mitchell Robinson, que normalmente é um desastre nos lances livres, simplesmente decidiu virar clutch no momento que mais importava. Os Spurs apostaram na famosa estratégia “Hack-a-Mitch” — mandar o cara pra linha de lance livre de propósito porque ele costuma errar — mas a coisa saiu pela culatra de uma forma absurda.

    Robinson começou o jogo 1/4 nos lances livres, ou seja, exatamente o que San Antonio queria ver. Mas aí, quando a pressão apertou e eles continuaram mandando ele pra linha, o cara simplesmente acertou 2/2. E não foi qualquer 2/2 não — foi com a torcida dos Spurs fazendo um barulho ensurdecedor no Frost Bank Center.

    A estratégia que deu errado

    Sinceramente, eu entendo a lógica dos Spurs. Robinson sempre foi o calcanhar de aquiles do Knicks nos lances livres. É aquele cara que você QUER que vá pra linha porque geralmente ele trava. Mas basketball é isso aí — nunca se sabe quando um jogador vai te surpreender.

    O mais impressionante é que Robinson estava lidando com um dedo machucado que quase o tirou das finais. O cara tava jogando no sacrifício e ainda assim conseguiu manter a compostura quando mais precisava. Mike Brown deixou ele seis minutos em quadra no primeiro tempo, e Robinson respondeu com 5 pontos importantes.

    KAT assumiu o protagonismo

    Enquanto Robinson segurava a bronca nos lances livres, Karl-Anthony Towns estava fazendo a festa no ataque. KAT marcou 14 pontos ainda no primeiro tempo — uma atuação monstro que ajudou os Knicks a diminuírem uma desvantagem de 12 pontos para apenas 3, com menos de 6 minutos pro intervalo.

    Jalen Brunson, o herói do Jogo 1, também começou bem fazendo a primeira cesta do Knicks e marcando 8 pontos rapidinho. Mikal Bridges contribuiu com 6, e OG Anunoby botou mais 5 no placar. Mas a grande surpresa mesmo foi ver Robinson aguentar a pressão física dos Spurs e manter o foco quando foi pra linha.

    Agora é ver se Robinson consegue manter essa consistência pelo resto do jogo. Os Knicks precisam muito dessa versão dele se quiserem abrir 2-0 na série. Vocês acham que ele aguenta a pressão ou vai voltar a errar nos momentos decisivos?

    Ah, e claro que ele tomou uma técnica aos 4:56 do segundo quarto. Porque não seria Mitchell Robinson sem um pouco de drama, né?

  • Fox acordou! Fez mais no 1º quarto que no jogo inteiro anterior

    Fox acordou! Fez mais no 1º quarto que no jogo inteiro anterior

    Cara, o De’Aaron Fox simplesmente acordou pra vida no Jogo 2 das Finais! Depois daquela atuação esquecível no primeiro jogo (7 pontos em 38 minutos — ai que dor), o armador dos Spurs mostrou que não ia deixar barato.

    No primeiro quarto sozinho, o homem já tinha feito 9 pontos. Nove! Mais do que os 7 que ele fez no jogo inteiro da estreia. É isso que eu chamo de resposta na lata.

    A redenção veio rápido

    Olha, eu tava preocupado depois do Jogo 1. Fox com 3/13 nos arremessos, 0/4 do perímetro… não era o jogador que a gente conhece. Mas é por isso que eu amo esse esporte — uma noite ruim não define ninguém.

    E o cara mostrou personalidade. Começou o Jogo 2 acertando 4 de 5 tentativas no primeiro quarto. Quer coisa mais linda? É assim que se responde à pressão das Finais.

    Spurs largaram bem, mas…

    San Antonio até abriu 12 pontos de vantagem no começo (eu já tava sonhando com o empate na série), mas os Knicks fizeram o que sabem fazer: voltaram no jogo. No intervalo, Nova York tava ganhando 56-52.

    Fox terminou o primeiro tempo como líder dos Spurs com 12 pontos, acertando 5 de 9 arremessos — incluindo 1/1 do perímetro. Devin Vassell também ajudou com 11 pontos, e até o Wemby contribuiu com 7 pontos e 5 rebotes.

    Sinceramente? Fox precisava dessa performance. É a primeira vez que os Spurs chegam às Finais desde 2014, e a pressão tava pesando. Mas esse é o tipo de ajuste que separa os bons dos grandes.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível pro resto da série? Porque se conseguir, essa final vai ficar bem mais interessante…

  • Wemby perdeu a chance de empatar as Finais — que dor!

    Wemby perdeu a chance de empatar as Finais — que dor!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Jogo 2 das Finais da NBA. O Wembanyama tinha TUDO na mão pra empatar a série em 1-1, mas o arremesso bateu na frente do aro e saiu. Que crueldade do basquete, meu amigo.

    Os Knicks venceram por 105-104 em San Antonio e agora lideram por 2-0. Treze vitórias consecutivas nos playoffs — isso não é normal, galera. Esse time de Nova York tá numa vibe absurda.

    O momento que parou o coração

    Imagina a cena: últimos segundos, Wemby com a bola, aqueles 2,24m de altura dele se esticando pro arremesso de média distância no cotovelo direito. Shot limpo, sem marcação apertada. Se entra, empata tudo e muda completamente o rumo dessa série.

    Mas não entrou. E olha, quando o Karl-Anthony Towns disse que “um grande jogador teve um grande arremesso, só não entrou”, ele resumiu bem a situação. Às vezes é isso mesmo — o basquete é cruel.

    Vocês acham que essa perdida vai mexer com a cabeça do francesão? Porque agora os Spurs voltam pra Nova York num buraco de 2-0, e sabemos como é difícil sair dessa.

    Wemby jogou pra caramba mesmo assim

    Apesar do final amargo, o moleque foi monstro: 29 pontos e 9 rebotes. Charles Barkley chamou a primeira parte dele de “chocante”, mas o cara se recuperou e comandou a reação do San Antonio no segundo tempo.

    Do lado dos Knicks, foi um show de trio. Towns com 21, Bridges e Brunson com 20 cada. Essa profundidade ofensiva tá sendo a chave dessa campanha histórica deles.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Knicks dominando assim. Depois de décadas de sofrimento, eles parecem ter encontrado a fórmula perfeita no momento certo.

    E agora, o que esperar?

    Jogo 3 no Madison Square Garden, na terça-feira. O Spurs precisa de uma reação urgente, porque 3-0 é praticamente sentença de morte nas Finais. Mas se tem alguém que pode fazer uma coisa absurda e salvar o time, é o Wembanyama.

    A pergunta que não quer calar: será que esse arremesso perdido vai virar combustível pra ele explodir no próximo jogo, ou vai ser aquele peso que fica na mente? Em Finals, os detalhes fazem toda diferença.

  • KAT e a sequência mais bizarra da NBA: invencível desde O Diabo Veste Prada 2

    KAT e a sequência mais bizarra da NBA: invencível desde O Diabo Veste Prada 2

    Gente, vocês já viram coisa mais maluca? O Karl-Anthony Towns tá numa sequência absurda de vitórias com os Knicks, mas o motivo vai deixar vocês de queixo caído. Não tem nada a ver com treinos ou dieta — é por causa do filme O Diabo Veste Prada 2.

    Isso mesmo que vocês leram. Desde que o KAT fez uma participação especial na sequência do filme da Anne Hathaway e Meryl Streep, os Knicks não perderam UM jogo sequer. E ontem, no Game 2 das finais contra os Spurs, ele continuou essa loucura toda com uma vitória suada por 105-104.

    Enterrada na cara do Wemby

    O cara simplesmente resolveu. Logo no primeiro tempo, KAT deu uma aula de como passar pelo Victor Wembanyama (que não é qualquer um, né?) e mandou uma enterrada que fez o Frost Bank Center inteiro gritar. Vinte e um pontos e 13 rebotes no final — double-double tranquilo contra uma das defesas mais complicadas da liga.

    E olha, eu não esperava ver o Towns facilitando tanto também. Aquele passe pro Mikal Bridges na linha dos três foi de cinema — literalmente, já que estamos falando de filmes aqui. O cara tá jogando com uma confiança que eu não via desde os tempos de Minnesota.

    Coincidência ou feitiçaria?

    Sinceramente, eu tô começando a acreditar nessa história de filme. Pode parecer besteira, mas no esporte a gente sabe que essas coisas malucas acontecem mesmo. Lembram do Pelé e aquelas superstições dele? Pois é.

    O mais impressionante é ver como o KAT tá controlando o Wemby. Sete pontos só no primeiro tempo pro francesão? Isso é coisa de monstro. E vocês viram como ele tá rebatendo as críticas de que não aparecia nos momentos decisivos? Chandler Parsons até comentou sobre isso.

    Os Knicks voltam pra casa na segunda, pro Madison Square Garden em festa. Estão a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos. E se essa sequência do filme continuar… cara, vai ser a história mais bizarra de título da NBA que a gente já viu.

    E aí, vocês acham que Hollywood vai salvar Nova York? Eu tô torcendo pra essa loucura continuar!

  • Wemby entregou o ouro pro Knicks: turnover fatal custou o Jogo 2

    Wemby entregou o ouro pro Knicks: turnover fatal custou o Jogo 2

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem no Alamodome. O Spurs tinha TUDO na mão pra empatar a série das Finais da NBA, mas aí o Victor Wembanyama resolveu entregar o jogo de bandeja pro Knicks. E quando eu digo bandeja, é porque foi literalmente isso que aconteceu.

    Olha, eu entendo que o francesinho ainda é jovem e tudo mais, mas mano… que momento pra dar uma dessas. Com o jogo empatado em 104 a 104, San Antonio conseguiu uma parada defensiva no Jalen Brunson, Wemby pegou o rebote e saiu tocando a bola. Até aí, tudo certo.

    O lance que mudou tudo

    Aí que vem a parte que me deixou de cabelo em pé. O garoto tentou acelerar o jogo e tocou a bola pro Stephon Castle — só que o Castle nem tava olhando, brothers. A bola bateu nas costas do cara e saiu direto pro Brunson, que ainda por cima foi empurrado na sequência e ganhou um lance livre.

    E adivinha? Brunson converteu o arremesso que selou a vitória dos Knicks por 105 a 104. Agora o Spurs tá 0-2 na série e vai ter que fazer algo histórico pra virar esse jogo.

    Sinceramente, foi doloroso de assistir. O Wembanyama tinha feito uma segunda metade monstro — 22 dos seus 29 pontos vieram depois do intervalo, ajudando o time a sair de uma desvantagem de dois dígitos no último quarto. Mas nos 10 segundos finais, o cara simplesmente desapareceu.

    Ainda deu tempo pra mais drama

    Como se o turnover não bastasse, ainda teve a cereja do bolo: na última posse, com chance de ganhar o jogo, Wemby mandou um arremesso de meia distância que nem chegou perto da cesta. Bateu no ferro e foi pra casa.

    Olha, eu sei que todo mundo vai cair em cima do garoto — e com razão. Você é o DPOY em exercício, cara! Não pode entregar jogos das Finais assim. Mas também não posso esquecer que ele tem apenas 22 anos e tá jogando sua primeira final. A pressão deve ser absurda.

    A grande questão agora é: como ele vai responder? Porque o Spurs já tá com a corda no pescoço, e se o Wembanyama não conseguir se recompor mentalmente, essa série pode acabar rápido demais.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão ou vai deixar esse erro na cabeça? Porque olhando esse time do Knicks, eles não vão dar moleza não.

  • Ex-executivo dos Mavs revela treta com pai do Brunson: ‘Ele me fuzilou’

    Ex-executivo dos Mavs revela treta com pai do Brunson: ‘Ele me fuzilou’

    Olha só que história bizarra rolou envolvendo Jalen Brunson e os Mavericks. Um ex-executivo do Dallas revelou uma situação super constrangedora que viveu com o pai do armador dos Knicks — e que ainda rende treta até hoje.

    Haralabos Voulgaris, que trabalhou como diretor de pesquisa quantitativa dos Mavs até 2021, soltou a real no Twitter essa semana: ele queria trocar Brunson em 2020. Isso mesmo, TROCAR o cara que hoje é All-NBA e está nas Finais da NBA pelos Knicks.

    A treta que não acaba mais

    A parada é que Voulgaris tava de olho em Tyrese Haliburton no Draft de 2020 e achava que podia usar Brunson numa troca. Na cabeça dele (e de muita gente, convenhamos), ninguém imaginava que o armador ia virar esse monstro que é hoje.

    Mas aqui vem a parte mais louca da história. Mesmo tendo saído do Dallas em 2021 — ou seja, antes dos Mavs deixarem Brunson vazar de graça pros Knicks — o cara ainda leva a culpa por essa decisão desastrosa. E Rick Brunson, pai do Jalen e assistente técnico dos Knicks, não perdoa.

    “O cara me fuzilou com o olhar o jogo inteiro”, contou Voulgaris sobre um confronto entre Knicks e Lakers que ele assistiu na arquibancada. “Ficou fazendo gestos estranhos na minha direção durante toda a partida. Imagina a situação constrangedora.”

    Conversa tensa no final do jogo

    Depois do jogo, Rick Brunson foi tirar satisfação com Voulgaris. Segundo o ex-executivo, o pai do Jalen chegou com um tom super agressivo e disse: “Tenho problema contigo porque estou defendendo meu filho. Você tentou tirar dinheiro dele.”

    Sinceramente? Eu entendo o Rick Brunson. Ninguém quer ver alguém tentando sabotar a carreira do próprio filho, né? Mesmo que não tenha dado em nada na época.

    Pelo menos os dois terminaram numa boa, se cumprimentaram e tal. Mas deve ter sido um climão absurdo ali.

    E o Brunson provou que estava certo

    Desde que chegou em Nova York, Jalen Brunson simplesmente virou uma máquina. Mais de 24 pontos por jogo em cada temporada, quatro playoffs consecutivos, e agora tá nas Finais da NBA contra o Spurs.

    30 pontos no primeiro jogo das Finais na quarta-feira. O cara tá jogando num nível absurdo e provando que os Mavericks cometeram um dos maiores erros da década ao deixar ele sair de graça.

    E aí, vocês acham que Voulgaris merece mesmo levar a culpa por uma decisão que nem foi dele? Ou Rick Brunson exagerou na cobrança? Uma coisa é certa: essa história só mostra como o basquete é imprevisível mesmo.