Tag: NBA Finals

  • Wemby aprendendo na dor: adversidade vem antes da glória nas Finais

    Wemby aprendendo na dor: adversidade vem antes da glória nas Finais

    Cara, assistir o Victor Wembanyama nas Finais da NBA tem sido uma montanha-russa de emoções. O garoto tá vivendo exatamente o que o Kobe, o LeBron e outros monstros da liga passaram: aprender que grandeza se conquista através da dor.

    “Eu ainda estou muito confuso. Esse é o problema todo. Preciso ter mais controle, mais domínio do jogo”, disse Wemby depois do Jogo 2. E olha, essa frase resume tudo.

    A física do Karl-Anthony Towns

    Os Knicks descobriram a fórmula: porrada no francesão. O KAT e toda a defesa de Nova York tão martelando o Wemby em cada rolamento, empurrando, dificultando a vida dele de todas as formas possíveis. É basquete físico no seu melhor (ou pior, dependendo do seu ponto de vista).

    Durante seis quartos dessas Finais, o Victor tava perdido. Números até que razoáveis no papel, mas sem aquela pegada dominante que a gente viu contra o Thunder nas Finais da Conferência Oeste. Parecia outro jogador — e não no bom sentido.

    Aí no terceiro quarto do Jogo 3, o jogo virou. Towns foi pro banco com quatro faltas (algumas meio forçadas, né?) e o Wembanyama finalmente achou espaço pra respirar. Foram 12 pontos no período, quatro arremessos só no garrafão. O menino lembrou que é um alienígena mesmo.

    Os 12 segundos que doem até hoje

    Mas é nos momentos decisivos que a experiência fala mais alto. Com 57 segundos no relógio, Wemby fez um and-1 absurdo e colocou os Spurs na frente. Parecia que ia dar tudo certo.

    Brunson empatou (porque é isso que craque faz), e aí veio aqueles 12 segundos finais que vão dar pesadelo no francesão por um tempo. Wemby pegou o rebote defensivo, saiu correndo — porque com aquele tamanho dele, ele literalmente voa pela quadra — e tentou um passe de primeira pro Stephon Castle.

    Só que o Castle tava de costas. Não viu nada. A bola bateu nas costas dele, sobrou pro Brunson, e na pressa de tentar corrigir o erro, Wemby cometeu falta. “É, eu joguei fora. Foi erro meu”, assumiu depois.

    Brunson acertou só um dos dois lances livres (ainda bem), mas os Spurs não conseguiram aproveitar a chance final.

    Lições que só se aprendem na quadra

    Sinceramente? Isso me lembra demais as primeiras Finais do LeBron em 2007, quando os Spurs (ironicamente) deram uma aula nele. Ou o Kobe perdendo pros Celtics em 2008. São lições que não tem como aprender no treino ou conversando com guru espiritual.

    O Wembanyama nasceu com dons absurdos — altura, atletismo, toque de bola — e trabalhou pra caramba pra lapidá-los. Mas essa frieza nos momentos grandes? Essa se ganha na pancada mesmo.

    Vocês acham que ele vai conseguir se recuperar dessa? Porque eu tô aqui torcendo pra ver esse moleque evoluir em tempo real. As Finais ainda não acabaram, e conhecendo o Wemby, ele vai usar essa experiência como combustível.

    Uma coisa é certa: se ele conseguir superar essa, vai sair muito mais forte. É assim que nascem as lendas da NBA.

  • Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Mano, tem coisa mais engraçada que um cara de Chicago chamando OUTROS fãs de chatos? Pois é, foi exatamente isso que aconteceu essa semana quando Laurence Holmes, apresentador de rádio esportiva da Cidade dos Ventos, mandou uma dessa no ar.

    “Eu acho que os fãs do Knicks são os mais chatos de todo o esporte americano”, declarou Holmes no programa da 104.3 The Score, na sexta-feira. O cara não teve papas na língua mesmo.

    A ironia vinda de Chicago

    Olha, eu não podia deixar passar a ironia dessa situação. Chicago criticando Nova York? A mesma Chicago cujo Bulls destruiu os sonhos dos nova-iorquinos nos anos 90 com Jordan? É como se o Pelé criticasse o futebol brasileiro, né não?

    O parceiro de programa do Holmes, Matt Spiegel, pelo menos teve o bom senso de discordar na hora. “Cara, eu não acredito que isso seja verdade”, rebateu Spiegel, que ainda sugeriu que os fãs do Cardinals de St. Louis no baseball mereciam mais esse título.

    Aí o Holmes mandou a real que doeu: “Pelo menos o Cardinals tem alguns anéis recentes que justificam a arrogância deles. Mas vocês do Knicks não ganharam nada desde a era Ford”. Ouch. Doeu até em mim aqui.

    Bulls falando de sofrimento?

    Sinceramente, acho meio tosco um fã do Bulls falando de sofrimento alheio. Desde que Jordan pendurou as chuteiras em 98, o que o Chicago fez de relevante na NBA? Praticamente nada. Estão na mesma vala comum dos times esquecidos.

    O mais hilário foi quando contaram pro Holmes que o Knicks tinha mais derrotas que qualquer outro time da NBA no século 21 até 2021, e o cara simplesmente respondeu “que bom” e ainda completou: “Espero mais quatro”. Que maldade, mano!

    E aí, vocês concordam com o cara de Chicago? Ou acham que ele tá sendo muito injusto com a torcida do Knicks? Porque olha, convenhamos – depois de décadas de sofrimento, se o time finalmente tá nas finais (segundo o artigo), deixa o pessoal de Nova York comemorar em paz, né?

  • Wemby fez 29 pontos mas Spurs perderam de novo: agora é 0-2!

    Wemby fez 29 pontos mas Spurs perderam de novo: agora é 0-2!

    Cara, que partida dolorosa. O San Antonio Spurs teve o jogo nas mãos e deixou escapar nos últimos segundos, perdendo para os Knicks por 105-104 no Jogo 2 das Finals. Agora é 0-2 na série, e vocês sabem como é difícil reverter isso.

    Wemby foi monstro, mas a experiência pesou

    Victor Wembanyama fez uma partida absurda: 29 pontos (11-21 nos arremessos), 9 rebotes, 4 tocos. O francês mostrou por que é considerado o futuro da NBA. Mas olha… nos momentos decisivos, a juventude apareceu de forma cruel.

    Com um minuto restante, Wemby fez uma bandeja com falta e colocou os Spurs na frente por dois. Parecia que a virada épica ia acontecer — eles tinham saído de 14 pontos atrás com uma corrida de 14-0! Mas aí o Jalen Brunson respondeu na lata com um arremesso difícil.

    E no lance final? Wemby pegou o rebote defensivo mas, na pressa, passou a bola nas costas do Stephon Castle. Brunson roubou, levou falta, acertou um lance livre e praticamente fechou o jogo.

    De’Aaron Fox finalmente apareceu

    Depois de um Jogo 1 esquecível, Fox voltou com tudo: 20 pontos em 66% dos arremessos, 5 assistências. Era isso que a torcida do Spurs queria ver! O cara simplesmente resolveu ser agressivo, atacar a cesta e fazer as coisas acontecerem.

    Sinceramente, se Fox jogar assim em Nova York, os Spurs ainda têm chances de brigar nessa série. Ele estava numa seca danada nos playoffs, mas ontem mostrou por que foi uma das principais aquisições da temporada.

    Dylan Harper também teve uma noite sólida com 15 pontos. Esse rookie joga com uma maturidade impressionante — não parece que está na primeira temporada.

    Agora é tudo ou nada

    Olha, vou ser sincero com vocês: 0-2 nas Finals é uma situação bem complicada. Historicamente, poucas equipes conseguem reverter isso. Mas esse time do Spurs tem talento suficiente pra incomodar, especialmente se o Wemby continuar jogando nesse nível.

    O que mais me preocupa é a experiência. Aquele erro do Wemby no final é exatamente o tipo de coisa que acontece com jogadores jovens em momentos de pressão. Ele vai aprender com isso, tenho certeza, mas será que vai ser a tempo de salvar essa série?

    Os próximos dois jogos são no Madison Square Garden. E aí, vocês acham que os Spurs conseguem pelo menos dividir em Nova York? Porque se voltarem pra San Antonio ainda vivos, aí a coisa fica interessante…

  • NBA cancela falta técnica polêmica do Robinson contra Wemby

    NBA cancela falta técnica polêmica do Robinson contra Wemby

    Olha só que situação bizarra rolou nas Finals! A NBA decidiu cancelar a falta técnica que o Mitchell Robinson dos Knicks tomou no Jogo 2 contra o Wembanyama. E cara, essa decisão veio bem a tempo — imagina só o pivô perdendo uma final por conta de uma falta duvidosa dessas?

    A jogada aconteceu no segundo quarto, quando os dois gigantes estavam brigando por posição no garrafão. Os árbitros marcaram técnica no Robinson por empurrar o Wemby, mas — e aqui tá o ponto — não viram que o francês tinha feito exatamente a mesma coisa um segundo antes. Duas medidas, dois pesos. Clássico da arbitragem da NBA, né?

    Knicks dominando as Finals mesmo com polêmica

    O mais louco é que mesmo com toda essa confusão, os Knicks ganharam aquele jogaço por 105-104. Que partida! E agora estão 2-0 na série, numa sequência absurda de 13 vitórias seguidas que começou ainda nos playoffs contra o Hawks.

    Sinceramente, acho que essa decisão da liga foi mais que justa. O Robinson tá jogando com o dedo mindinho da mão direita operado há uma semana — imagina a dor — e ainda assim entregou um jogo sólido: 7 pontos (100% nos arremessos), 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola.

    Do outro lado, o Wembanyama foi um monstro ofensivo com 29 pontos e 9 rebotes, mas — e isso é crucial — deu umas vaciladas no final que custaram caro pros Spurs. A dupla Robinson-KAT tá fazendo um trabalho excepcional contra o francês, que é sem dúvida o grande x da questão nessas Finals.

    MSG vai virar um caldeirão no Jogo 3

    Agora o negócio fica interessante mesmo. Jogo 3 na segunda-feira no Madison Square Garden, com os ingressos custando uma fortuna (literalmente astronômicos) e até o Trump confirmado pra assistir. Vocês acham que os Knicks conseguem fechar 3-0 em casa?

    Uma coisa é certa: cancelar essa técnica foi o mínimo que a NBA podia fazer. Robinson não merecia ser penalizado por algo que o adversário fez primeiro. E olha que eu não sou muito fã dessas revisões pós-jogo, mas nesse caso específico, foi mais que necessário.

    O que importa agora é que os Knicks estão a dois jogos do título, e o Robinson pode focar 100% em parar o Wembanyama sem se preocupar com suspensão automática. Vai ser épico!

  • Wemby entregou o jogo 2 das Finals, mas a culpa é só dele?

    Wemby entregou o jogo 2 das Finals, mas a culpa é só dele?

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Victor Wembanyama — o MONSTRO que tava carregando os Spurs nas costas — simplesmente entregou o Jogo 2 das Finals com um dos piores turnovers da história da NBA. E olha que eu não tô exagerando não.

    A situação era perfeita: 13.5 segundos, jogo empatado em 104, Wemby pega o rebote depois de um arremesso perdido do Jalen Brunson. Aí o gigante francês resolve… passar a bola nas costas do Stephon Castle? Sem ele nem ver? Brunson intercepta, sofre a falta e converte o lance livre da vitória.

    Déjà vu dos Spurs

    Mas aqui que fica interessante: o técnico Mitch Johnson já tinha passado por isso há um mês atrás. Mesma situação, mesmo placar (104 pontos pro adversário), mesma decisão de NÃO pedir tempo. Na primeira vez foi contra o Minnesota na segunda rodada dos playoffs. Dylan Harper tentou um triplo no finalzinho… e errou.

    Agora aconteceu de novo. E eu fico pensando: será que a culpa é só do Wemby? O garoto tem 22 anos, tá na primeira campanha dele nos playoffs, claramente cansado depois de liderar uma virada absurda de 12 pontos no último quarto. Por que diabos o Johnson não pediu tempo?

    O dilema do técnico jovem

    Sinceramente, eu entendo os dois lados. Johnson tinha dois tempos na manga, podia ter organizado a jogada, tirado o caos da equação. Os Spurs são tecnicamente o segundo time mais jovem a chegar numa Final da história (atrás só do Portland de 1977). Castle tem 21 anos. Esses caras estão EXAUSTOS.

    Por outro lado, tem algo a ser dito sobre jogar no instinto. Wemby é provavelmente o melhor jogador da liga agora, estava em estado de graça. Às vezes você confia no seu cara pra resolver.

    Mas mano… passar a bola nas costas do companheiro sem ele ver? Isso não é nem questão de talento, é erro básico mesmo. Me lembra aqueles airball do Kobe contra o Utah em 98, ou o timeout errado do Chris Webber em 94. Erros que marcam uma carreira.

    E agora, José?

    A real é que os Spurs tão numa fria. Perderam em casa, o Wemby vai carregar esse peso pro resto da vida (espero que não), e os Knicks têm toda a moral agora. Vocês acham que o garoto consegue se recuperar disso? Porque olha, a pressão em Nova York vai ser INSANA.

    Uma coisa eu garanto: se eu fosse o Johnson, no próximo finalzinho de jogo eu tava gritando “TEMPO!” antes mesmo da bola sair da mão do adversário. Porque duas vezes com a mesma situação e duas derrotas? Aí já é demais pro meu coração.

    O que vocês acham? Foi culpa do Wemby ou do técnico que não organizou a jogada?

  • Wembanyama vira pesadelo nos momentos decisivos das Finais

    Wembanyama vira pesadelo nos momentos decisivos das Finais

    Cara, eu não esperava que fosse escrever isso sobre o Wemby, mas o cara tá virando um pesadelo nas horas que mais importam nessas Finais da NBA. O que deveria ser um conto de fadas do menino prodígio francês virou um filme de terror nos momentos clutch contra os Knicks.

    E olha, eu sou fã do moleque desde que ele pisou na NBA, mas não dá pra passar pano pro que aconteceu no Jogo 2. Os Spurs estavam mortos e enterrados, atrás por 12 pontos, aí fizeram uma virada absurda no último quarto. Jogo empatado, menos de 15 segundos no relógio, e o Wemby… entrega a bola de bandeja pros Knicks.

    O lance que pode assombrar a carreira

    A jogada começou bem, na real. Wemby fez uma defesa monstro no Jalen Brunson, forçou o erro e pegou o rebote com 12 segundos restando. Os Spurs tinham timeout na manga, mas o francesão quis bancar o herói e tocou a bola pra cima.

    Aí que vem a parte bizarra: ele tentou passar pro Stephon Castle, só que o moleque já tinha virado as costas e estava correndo pela lateral. Resultado? Bola bateu nas costas do Castle. Turnover. E como se não bastasse, o Wemby ainda fez falta no Brunson na sequência.

    Mano, é o tipo de sequência que te assombra pelo resto da carreira. Em dois segundos, você sai de uma posição pra fazer a cesta da vitória e acaba mandando o adversário pra linha de lance livre.

    A chance perdida

    Mas a história não acabou aí. Brunson errou um dos lances livres, e o Wemby teve a chance de ouro pra apagar tudo. Fez o bloqueio pro De’Aaron Fox, saiu livre no garrafão, arremesso limpo no estouro do cronômetro… e acertou só o ferro.

    Knicks vencem por 105-104 e abrem 2-0 na série. Sinceramente? Doeu até em mim assistindo daqui do Brasil.

    “Eu entreguei essa. Eu errei”, admitiu o Wemby depois do jogo. Pelo menos teve hombridade de assumir o erro, né? Mas cara, não é só esse lance. O francês tá tendo uma fase terrível nos momentos decisivos.

    Pattern preocupante

    Vocês viram os outros arremessos dele no final? Com dois minutos restantes e os Spurs atrás por três, o cara forçou um arremesso de 3 do corner e mandou uma bola aérea. Com 39 segundos no relógio, empatado em 104, escolheu um arremesso de meia distância contestado (onde ele tá convertendo míseros 25% nos playoffs).

    Olha, eu entendo a estratégia do 2-for-1, mas não precisava forçar tanto assim. O menino tinha encontrado o ritmo atacando a cesta, aí resolve se contentar com arremessos difíceis.

    E no Jogo 1? Mesma coisa. Conseguiu acertar a lateral da tabela duas vezes seguidas. A primeira ainda dá pra relevar pela defesa do KAT, mas a segunda foi um arremesso de 3 livre no corner. Livre!

    Olha, ainda acredito no talento do Wemby — o cara é um monstro de 2,24m que joga como pivô e armador ao mesmo tempo. Mas nessas Finais, nos momentos que definem tudo, ele tá parecendo mais um novato nervoso do que o futuro da NBA. E com os Knicks levando a série pra Nova York com 2-0, o tempo tá se esgotando pra ele virar essa chave.

  • KAT roubando o show na Finals e humilhando Wemby? Que loucura!

    KAT roubando o show na Finals e humilhando Wemby? Que loucura!

    Gente, vou ser bem honesto com vocês: eu não esperava que Karl-Anthony Towns fosse DOMINAR assim nas Finais da NBA. Mas é exatamente isso que tá rolando entre Knicks e Spurs, e eu tô aqui babando vendo esse cara jogar no nível que sempre soubemos que ele tinha.

    Na sexta-feira, no Jogo 2, o KAT fez uma jogada que resume bem o que ele tá fazendo nessa série. Recebeu um passe do José Alvarado, deu uma dribladinha e meteu uma enterrada das brabas na cara do Victor Wembanyama. E depois? Se virou e gritou na cara do francês. Sem dizer nada, mas falando tudo ao mesmo tempo.

    Os números não mentem (e são absurdos)

    Olha só os números do Towns em 2 jogos: 19,5 pontos, 12,5 rebotes e 4 assistências por jogo, acertando 55,6% dos arremessos de quadra e 42,9% das bolas de três. Monstro demais, né?

    No Jogo 2 especificamente, foram 21 pontos, 13 rebotes, 4 assistências em apenas 34 minutos. Os Knicks foram +11 com ele em quadra — o melhor saldo entre todos os titulares. E no Jogo 1? +14. Coincidência? Eu acho que não.

    As casas de apostas já sacaram o movimento. KAT entrou nas Finais cotado a +2200 para MVP das Finais (praticamente sem chance), e agora tá a +185. Ou seja: de zebra total para um dos favoritos. Isso em apenas dois jogos!

    KAT vs Wemby: o duelo que não esperávamos

    Todo mundo falava que seria Brunson vs Wembanyama, mas na real tá sendo Towns vs Wembanyama — e o brasileiro naturalizado americano (brincadeira, ele é dominicano-americano) tá levando a melhor.

    Wemby até tá pontuando mais (27,5 contra 19,5), mas olha a eficiência: o francês tá acertando só 40,5% dos arremessos e 26,7% das bolas de três. Towns? Os números que já falei ali em cima. A diferença é gritante.

    “É muito diferente das séries anteriores. Está nos trazendo para áreas difíceis porque eles são bons jogadores. [Towns] é um bom jogador”, admitiu Wembanyama depois do Jogo 2. Traduzindo: o cara tá apanhando e reconhecendo.

    Por que Towns tá funcionando tão bem?

    A resposta tá na versatilidade. O KAT obriga o Wemby a sair do garrafão para marcar ele na linha dos três pontos. Isso significa que o francês não consegue ficar ali sendo aquela muralha que a gente conhece.

    Lembram do Chet Holmgren nas Finais da Conferência Oeste? O cara ficou com medinho de atacar o Wembanyama e os Thunder perderam em parte por isso. Towns? Zero medo. Pelo contrário, tá indo pra cima e ainda provocando depois.

    “Vem com a experiência. Eu já estive em séries de playoffs onde fiz demais e prejudiquei o time, e já estive em séries onde fiz de menos e também prejudiquei”, explicou KAT antes do Jogo 2. “É uma linha tênue.”

    E vocês acham que ele consegue manter esse nível pelos próximos jogos? Porque se conseguir, os Knicks podem estar a dois jogos do primeiro título desde 1973. E Towns pode levar um MVP das Finais que ninguém via vindo.

    Sinceramente, eu tô curtindo demais ver esse cara finalmente mostrar todo o potencial que sempre teve. E humilhar o Wemby no processo? Bônus completo.

  • Towns manda recado emocionante pra mãe falecida após vitória

    Towns manda recado emocionante pra mãe falecida após vitória

    Cara, o que rolou com o Karl-Anthony Towns ontem foi de arrepiar. Depois de ajudar os Knicks a vencerem por 105-104 contra o Spurs no Jogo 2 das Finais, o cara foi direto falar sobre a mãe dele que morreu de COVID em 2020.

    “Quando você perde um dos pais, você fica procurando por sinais. Eu rezei pra ela antes daquela última posse”, disse o KAT pra ABC. E olha, não é que o Wembanyama errou aquele arremesso no último segundo? Towns teve certeza: foi a mãe dele protegendo.

    O jogo que mudou tudo

    Os Knicks tavam perdendo feio no começo – mais de dez pontos de diferença. Aí o Towns simplesmente resolveu pegar o time nas costas. 21 pontos, 13 rebotes, e ainda deu aquela segurada no Wemby quando precisou. Monstro absoluto.

    Sinceramente? Eu sempre achei que o Towns tinha potencial pra ser diferenciado, mas ver ele jogando assim nas Finais é outro nível. O cara tá jogando como se a vida dependesse disso – e talvez dependa mesmo, né?

    A dor que vira força

    A história da mãe do Towns é de partir o coração. Jackie Cruz-Towns morreu em abril de 2020, vítima da COVID. E foi o próprio KAT que teve que tomar a decisão mais difícil da vida dele – desligar os aparelhos.

    Imagina a pressão que esse cara carrega? Perdeu a mãe no auge da pandemia, teve que lidar com tudo isso sendo figura pública, e agora tá a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos dos Knicks. Se isso não é filme, eu não sei o que é.

    “Eu sei que ela tá orgulhosa, não importa o que aconteça. Mas cara, se ela pudesse ver como eu tô perto de conquistar tudo…” – foi mais ou menos isso que ele quis dizer, mas com muito mais emoção na voz.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Porque depois de ver o Towns jogar desse jeito, eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano deles mesmo.

  • Wemby assume erro que pode ter custado o título pros Spurs

    Wemby assume erro que pode ter custado o título pros Spurs

    Cara, que dor no coração assistir aquele final de jogo. Victor Wembanyama, o fenômeno francês que tem quebrado a NBA inteira esta temporada, teve que engolir seco depois do Jogo 2 das Finais contra os Knicks. E olha, o cara foi honesto demais na entrevista pós-jogo.

    “Eu mandei aquela bola embora”, disse Wemby sobre o passe fatal que bateu nas costas do Stephon Castle nos segundos finais. “Eu errei. Precisávamos ganhar esse jogo. O jogo era nosso.”

    O lance que pode definir tudo

    Vamos ao que aconteceu: jogo empatado em 104, menos de 15 segundos no relógio. Wemby pega o rebote defensivo depois do Jalen Brunson errar — ou seja, os Spurs tinham o controle total da situação. Era só segurar a posse e buscar o arremesso da vitória.

    Aí que mora o drama. O francês tocou a bola pra frente, direto nas costas do Castle, que nem estava olhando. A bola bateu e foi parar na mão do Brunson. Wemby, no desespero, fez falta. Brunson converteu um dos dois lances livres, Knicks 105-104.

    No último segundo, Wembanyama ainda teve a chance de se redimir com um arremesso — que beijou o aro e saiu. Game over. Série 2-0 para Nova York.

    A honestidade que dói

    Sinceramente, admiro a postura do Wemby. Aos 22 anos, nas suas primeiras Finais da NBA, o cara não jogou a culpa em ninguém. Assumiu o erro na cara dura. “Vou me arrepender? Sim, claro. Vou usar isso como combustível para o próximo jogo? Com certeza.”

    Essa maturidade é absurda pra idade dele. Mas a realidade é cruel: nenhum time na história das Finais da NBA perdeu os dois primeiros jogos em casa e conseguiu ser campeão. Zero. Nenhum.

    Os Spurs agora precisam fazer história no Madison Square Garden. E olha, se alguém pode quebrar essa estatística maldita, é esse monstro francês que tem revolucionado o basquete. Mas vai ser uma montanha pra escalar.

    Vocês acham que o Wemby consegue usar essa raiva pra virar a série? Porque se ele conseguir, essa vai ser uma das viradas mais épicas da história das Finais.

  • Banco do Knicks humilha Wemby e garante 13ª vitória seguida nos playoffs

    Banco do Knicks humilha Wemby e garante 13ª vitória seguida nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse Game 2 das finais! O Knicks simplesmente dominou os Spurs por 105-104 em San Antonio e agora tá 2-0 na série. Treze vitórias consecutivas nos playoffs — isso é história pura, galera.

    O mais louco? O Mitchell Robinson virou protagonista depois que os Spurs tentaram aquela velha estratégia do hack-a-player no primeiro quarto. Sabe quando o time adversário fica dando falta de propósito pra mandar um jogador ruim de lance livre pra linha? Pois é, tentaram fazer isso com o Robinson.

    Robinson vira o jogo de cabeça pra baixo

    “Significa muito quando eu arruíno a estratégia deles, mas parece que eles só querem me tirar de quadra”, disse Robinson depois do jogo. “Aos meus olhos, sinto que sou uma ameaça.”

    E que ameaça! O cara não só converteu 3 de 6 lances livres no primeiro quarto como ainda fechou o jogo na defesa contra o Wembanyama. Duas paradas cruciais nos momentos finais — uma com 30 segundos restantes e outra com 2 segundos no relógio.

    Sinceramente, eu não esperava que o Robinson fosse ter esse protagonismo todo numa final da NBA. O cara sempre foi conhecido pela defesa e pelos rebotes, mas ontem ele mostrou personalidade de veterano.

    O banco que decidiu tudo

    Karl-Anthony Towns até liderou a pontuação com 21 pontos, mas ele mesmo reconheceu: os heróis da noite foram os reservas. Landry Shamet (13 pontos), Deuce McBride (5), Jose Alvarado (2) e o próprio Robinson (7) — um verdadeiro show coletivo.

    “Nosso jogo coletivo nos trouxe até aqui”, disse Towns na entrevista pós-jogo. E tá certo mesmo. Quando Towns saiu com problema de faltas e o Brunson foi descansar, o técnico Mike Brown confiou no banco e foi recompensado com sobras.

    O mais impressionante foi a corrida de 11-3 que conectou o terceiro com o quarto período. Pura magia coletiva — Shamet mandou uma bomba de três que deixou o placar 87-75 logo no começo do último quarto. Mikal Bridges também deu sua contribuição nessa sequência vital.

    Wemby sentiu a pressão

    Victor Wembanyama até tentou ser o herói francês, mas sentiu o peso do momento. Errou dois arremessos que poderiam ter virado o jogo — um de 17 metros e outro de 20, ambos com o Robinson colado nele.

    “Na minha cabeça, era só defender sem fazer falta”, explicou Robinson sobre as jogadas finais. “Só contestei bem e foi isso.”

    Vocês acham que o Knicks já tá com a taça na mão? Porque 13 vitórias seguidas nos playoffs não é brincadeira não. E esse banco jogando desse jeito… Os Spurs vão ter que inventar algo muito especial pra virar essa série.

    O mais legal é ver como o basquete coletivo ainda funciona na era do individualismo. O Knicks tá provando que ter um elenco profundo e que se sacrifica um pelo outro ainda ganha jogos grandes. É isso aí, galera — o Sexto Homem às vezes vira o Primeiro Homem mesmo!