Tag: NBA Finals

  • Os Spurs seguraram o Brunson… até ele resolver decidir o jogo

    Os Spurs seguraram o Brunson… até ele resolver decidir o jogo

    Cara, que situação bizarra. Os Spurs estão fazendo um trabalho defensivo excelente no Jalen Brunson durante boa parte dos jogos das Finais, mas aí chega nos momentos que importam e o cara simplesmente vira outro jogador. É frustrante demais ver isso acontecendo.

    Olha só os números: na temporada regular, Brunson teve média de 26 pontos com 46.7% de aproveitamento. Contra San Antonio? Apenas 25 pontos por jogo, mas com míseros 33.9% de acerto. O problema é que quando o jogo fica quente, ele esquece essas estatísticas e mete a bola na cesta do jeito que quer.

    Stephon Castle está sendo um monstro

    Sinceramente, o que mais me impressiona é o trabalho do Stephon Castle. O garoto cobriu Brunson por 9:24 nos dois primeiros jogos — mais que qualquer outro dos Spurs — e segurou o cara em apenas 8 pontos com 2/10 nos arremessos. Vinte por cento! É um número absurdo de bom.

    Depois do Jogo 1, Castle falou uma coisa que me chamou atenção: “As cestas dele fizeram barulho porque foram consecutivas”. Cara, isso é tactical basketball de verdade. Ele entende que não é só sobre estatística, é sobre momentum.

    E não é só Castle não. De’Aaron Fox segurou Brunson em 0 pontos durante 4:25 de marcação — zero! O cara não conseguiu nem encostar na cesta quando Fox estava grudado nele. Dylan Harper também fez um bom trabalho, permitindo só 2 pontos em quase 6 minutos.

    Wembanyama mostra por que é DPOY

    Victor Wembanyama, o Defensor do Ano, também está dando show. Brunson está fazendo apenas 25% dos arremessos quando o francês está na marcação. A maioria dessas situações vem de trocas no pick and roll, e Brunson simplesmente não consegue resolver o Victor quando ele aparece na frente.

    Mas aí que tá o problema, né? Quando Julian Champagnie, Devin Vassell ou Carter Bryant acabam marcando Brunson, o negócio desanda. Champagnie permitiu 22 pontos em 69.2% de aproveitamento. Sessenta e nove por cento! É como se o Brunson virasse o Curry contra esses caras.

    Os momentos decisivos fazem a diferença

    Vassell foi cirúrgico na análise: “Parece que esses são os momentos pelos quais ele vive, especialmente no quarto período”. E é exatamente isso que tá acontecendo. Os Spurs perderam por 10 no Jogo 1 e por apenas 1 ponto no Jogo 2. Nos momentos que definem a partida, Brunson simplesmente encontra um jeito.

    No Jogo 1, foram 30 pontos. No segundo, ‘apenas’ 20 — mas foram 20 pontos que doeram na alma dos torcedores de San Antonio. É frustrante porque você vê que o sistema defensivo tá funcionando, mas quando chega na reta final, o talento individual do Brunson fala mais alto.

    E aí, galera, vocês acham que os Spurs conseguem manter essa defesa nos momentos cruciais do Jogo 3? Porque no papel, eles estão fazendo tudo certo. Mas basquete não se joga só no papel, né?

  • Castle minimiza lesão no tornozelo antes do Jogo 3 das Finals

    Castle minimiza lesão no tornozelo antes do Jogo 3 das Finals

    Cara, a situação do San Antonio Spurs tá complicada pra caramba. Perderam os dois primeiros jogos das Finals de 2026 em casa pro New York Knicks, e agora a série vai pra Madison Square Garden com os Spurs precisando de um milagre.

    Mas pelo menos uma notícia boa: Stephon Castle, que torceu o tornozelo no Jogo 2, disse que tá se sentindo muito melhor do que esperava.

    O susto que não foi tanto

    “Tá se sentindo bem”, disse Castle sobre o tornozelo. “Tá muito melhor do que eu achei que estaria inicialmente. Obviamente, eu tinha muita adrenalina correndo, mas quando me acalmei, comecei a sentir. Acordando no dia seguinte, na verdade me senti muito bem.”

    O lance foi feio, não vou mentir. Com 6:45 restando no último quarto, Castle pisou no pé do Mikal Bridges de forma estranha e foi pro chão. Mancou até o banco e ficou fora da maior parte do resto do jogo — mas voltou nos momentos finais. Típico de veterano, né?

    Os números do rookie nas playoffs

    E olha, Castle tem sido um monstro nessa caminhada dos Spurs até as Finals. Média de 18,8 pontos, 6,4 assistências e 5,1 rebotes. Nada mal pra um cara que tá na primeira temporada e ajudando San Antonio a chegar na primeira Finals desde 2014.

    Sinceramente, acho que o Spurs precisa do Castle 100% se quiser ter alguma chance contra esse Knicks. Perder os dois primeiros jogos em casa já é complicado pra caramba — as estatísticas não mentem, pouquíssimos times conseguem reverter essa situação nas Finals.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem fazer história e virar essa série? Ou o Knicks já tá com o Larry O’Brien praticamente garantido?

  • Brunson pode aprender lição dura que Curry conhece bem: ser campeão não basta

    Brunson pode aprender lição dura que Curry conhece bem: ser campeão não basta

    Mano, o Jalen Brunson tá a duas vitórias de conquistar algo que pode mudar completamente a carreira dele — e ao mesmo tempo descobrir uma verdade meio amarga que o Stephen Curry conhece muito bem.

    Depois de bater o San Antonio Spurs duas vezes fora de casa pra começar as Finais, o Knicks tá ali, pertinho do título. E o capitão do time, nosso queridinho subestimado, pode estar prestes a aprender uma lição que todo armador “pequeno” da NBA acaba descobrindo mais cedo ou mais tarde.

    O cara que ninguém acreditava

    Olha só a ironia: Brunson ouviu 32 nomes serem chamados antes do dele no Draft de 2018. Trinta e dois! Quando perguntaram pra ele recentemente o que os olheiros perderam sobre ele antes do Draft, a resposta foi certeira: “Tudo”.

    E não é mentira. O cara é bicampeão da NCAA, três vezes All-NBA, três vezes All-Star, Clutch Player of the Year de 2025 e MVP das Finais da Conferência Leste de 2026. Mas ainda assim… sabe como é, né?

    A sina dos armadores “baixinhos”

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio cruel. Nos anos 2020, qualquer cara que leva o time dele pro título costuma ser reconhecido automaticamente como o melhor jogador da liga. O LeBron saiu da bolha de 2020 no trono. O Giannis era “Robin” até ganhar o Finals MVP em 2021 e virar o melhor do mundo. O Jokic “não conseguia ganhar por causa da defesa” até ser MVP das Finais em 2023.

    Mas o Curry? Cara, mesmo sendo absurdamente dominante, teve que aguentar o Kevin Durant levar o Finals MVP nas duas primeiras. Quando finalmente ganhou o seu em 2022, ainda teve gente falando que ele não tava no nível do Jokic. Sério?

    É simples: parece que você precisa ter 2,10m pra ser respeitado nessa liga. O Curry é apenas um dos dois melhores armadores da história da NBA, mas hey, ele é “baixinho” demais pro clube mais exclusivo.

    Brunson vai se importar?

    Sinceramente acho que não. Assim como o Curry, o Brunson parece ser daqueles caras que deixam o jogo falar por eles. Se ele conseguir levar esse título pro Madison Square Garden — e olha que as chances estão ótimas —, pode ter certeza que ele vai aprender a mesma lição.

    Vocês acham que ele vai se importar com o que os “especialistas” vão falar? Eu duvido. Championship ring brilha mais que qualquer opinião, não é mesmo?

    Duas vitórias. É só isso que separa o Brunson de entrar pra história — e de descobrir que às vezes ser campeão não é suficiente pros outros, mas é mais que suficiente pra você.

  • Harper promete ‘fogo’ no jogo 3: Spurs contra a parede

    Harper promete ‘fogo’ no jogo 3: Spurs contra a parede

    Olha, eu não sei vocês, mas tô aqui nervoso demais com essa final. Os Spurs estão literalmente contra a parede — 0-2 para os Knicks, perderam os dois primeiros jogos EM CASA. É, meus amigos, a situação tá feia pro lado de San Antonio.

    Mas o que me chamou atenção foi a postura do calouro Dylan Harper. O garoto simplesmente chegou e falou a real sobre o jogo 3 de hoje à noite no Madison Square Garden. E cara, as palavras dele me arrepiaram.

    “Desespero” como combustível

    “Desespero. Eu acho que jogo meu melhor basquete quando sinto esse tipo de desespero, e é exatamente isso que a gente precisa agora”, disse Harper. “Vou entrar em quadra e não importa as circunstâncias — se eu não jogar com esse fogo, essa garra, vou estar fazendo um desserviço com todo mundo.”

    Sinceramente? Adoro essa mentalidade. O moleque entende a gravidade do momento. Estamos falando de um rookie que tá jogando sua primeira final da NBA e já entende que ou vira o Mamba ou vai pra casa. Isso me lembra muito da postura do nosso Nenê quando jogava momentos decisivos.

    Mission Impossible no Garden

    E o cenário não podia ser mais hostil. O Madison Square Garden vai estar pegando fogo (no mau sentido para os Spurs). Os ingressos estão custando mais de 10 mil dólares — dez mil! — porque os torcedores dos Knicks estão desesperados para ver o time na final pela primeira vez neste século.

    Imaginem a pressão: você é um garoto de 19 anos, primeira temporada na liga, e tem que jogar em Nova York, com toda aquela energia selvagem da torcida, sabendo que se perder hoje, praticamente acabou. Histórico não mente — equipes que perdem os dois primeiros jogos em casa raramente conseguem reverter.

    Mas sabe o que me dá esperança? Esses Spurs jovens já mostraram que sabem virar jogo. Nas duas séries anteriores dos playoffs, eles saíram atrás no placar e conseguiram buscar a classificação. Será que conseguem fazer mais uma mágica?

    Fogo vs experiência

    Harper também falou sobre execução: “A gente tem que entrar em quadra com um nível altíssimo de execução.” E aí está a chave de tudo. Os Spurs têm o talento, têm a juventude, têm essa fome que o Harper mencionou. Mas os Knicks têm Nova York do lado deles e a experiência de saber como fechar uma série.

    Vocês acham que os Spurs conseguem pelo menos ganhar hoje e manter a série viva? Eu, particularmente, tô torcendo pelo caos. Uma final que vai pro jogo 7 seria o sonho de qualquer fã de basquete.

    O jogo 3 rola hoje às 21h30 (horário de Brasília) direto de Nova York. Harper prometeu fogo — agora é ver se ele e os Spurs conseguem entregar.

  • Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Cara, que reviravolta nas Finals de 2026! Quem diria que os Knicks iam conseguir abrir 2-0 jogando FORA de casa contra os Spurs? Todo mundo coroando o Wembanyama como o melhor jogador da liga antes mesmo da série começar, mas Nova York veio pra mostrar que não tá de brincadeira.

    Com a série voltando pro Madison Square Garden, o ranking de candidatos ao MVP das Finals mudou completamente. E olha, sinceramente? Acho que nem o próprio Wemby esperava estar nessa situação.

    Dylan Harper fazendo história como calouro

    Monstro, esse menino tá jogando muito! Dylan Harper é só um rookie, mas já tá tendo uma das melhores performances de Finals pra um calouro desde os tempos do Magic Johnson. O filho do Ron Harper foi a 2ª escolha do draft e jogou pouquinho na temporada regular — só 22.6 minutos por jogo. Mas nas Finals? Completamente diferente.

    Os 15.5 pontos por jogo dele são os segundos maiores dos Spurs na série. E o mais impressionante: não tá parecendo nem um pouco com rookie sob essa pressão toda. Ganhar o MVP com o time perdendo por 2-0 é praticamente impossível, mas se os Spurs conseguirem uma virada histórica, pode ser que seja por causa desse garoto.

    OG Anunoby — o candidato surpresa dos Knicks

    O OG não é um cara de fazer barulho, né? Raramente dá entrevista, não fica fazendo jogada pro highlight. Mas, cara, que defensor absurdo! E ofensivamente tem sido uma máquina nos playoffs — 19.3 pontos com 47.8% de aproveitamento de três.

    Nas Finals, manteve o nível: 17 pontos por jogo acertando 45.5% das bolas de três. Se continuar nesse ritmo quente, pode muito bem entrar na briga pelo troféu. Vocês acham que ele tem chances reais ou é só um sonho?

    Wemby caindo ladeira abaixo

    Olha, dói no coração falar isso do fenômeno francês, mas estar perdendo por 2-0 complica muito a vida dele. O cara era o grande favorito, é claramente o melhor defensor da NBA (ganhou o DPOY), lidera a liga em tocos desde que chegou… Tá fazendo 27.5 pontos por jogo na série, que é absurdo!

    Mas teve aquele turnover no Jogo 2 que custou caro pros Spurs. E ainda perdeu a chance de empatar no último segundo. Jerry West é o ÚNICO cara que ganhou MVP das Finals no time perdedor (1969). Será que Wemby consegue repetir o feito?

    Na minha visão, se San Antonio virar essa série — o que seria completamente insano — só pode ser ele o MVP. Mas do jeito que tá…

    E aí, pessoal, quem vocês acham que leva? KAT assumindo a liderança pros Knicks ou Wemby ainda consegue dar a volta por cima?

  • Torcida do Knicks já tá zoando o Wemby nas ruas de NY

    Torcida do Knicks já tá zoando o Wemby nas ruas de NY

    Cara, a torcida do Knicks tá completamente insana! E eu entendo perfeitamente o porquê.

    Com o time precisando de apenas duas vitórias para conquistar o primeiro título da franquia desde 1973, os nova-iorquinos simplesmente não conseguem se controlar. E olha, depois de roubar dois jogos em San Antonio pra abrir a série por 2-0, quem conseguiria?

    A zoação começou antes mesmo do jogo

    Os caras nem esperaram o Jogo 3 começar. Ontem, quando o Wembanyama e os Spurs estavam embarcando no ônibus do time, a galera já tava lá pra fazer a festa. Um torcedor soltou uma que me fez rir alto: “Ei Wemby, se prepara pra jogar golfe, mano!”

    Monstro demais! Essa é a essência do basquete americano que a gente ama — torcida que vai até a porta do hotel pra zoar o adversário. No Brasil a gente faria a mesma coisa, né?

    MSG vai pegar fogo segunda-feira

    Sinceramente, eu mal posso esperar pra ver o Madison Square Garden fervendo. Vai ser o primeiro jogo de Finals em casa pros Knicks desde a virada do século. Imagina a energia que vai rolar ali?

    E o mais louco: se o Knicks ganhar o Jogo 3, praticamente já era. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 0-3 nos playoffs. NENHUM. O troféu Larry O’Brien já estaria praticamente nas mãos do Jalen Brunson.

    Mas cuidado aí, galera. O Wembanyama não é qualquer um, e os Spurs têm sangue de campeão — foram eles que bateram nos próprios Knicks na última vez que o MSG recebeu uma decisão de Finals, lá em 1999.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Ou será que o francesão vai estragar a festa?

  • Tony Parker se emociona ao ver Wemby usando sua camisa de criança

    Tony Parker se emociona ao ver Wemby usando sua camisa de criança

    Cara, essa história me pegou desprevenido. Tony Parker acabou de revelar um momento que mostra como o basquete conecta gerações de forma absurda.

    Acontece que quando o Wembanyama tinha apenas 10 anos, ele já usava a camisa #9 do Tony Parker dos Spurs. Mas o mais louco? O Victor nunca contou isso pro TP quando os dois estavam juntos no ASVEL — o time francês do próprio Parker.

    O momento que emocionou o Hall da Fama

    “Quando os Spurs draftaram ele em primeiro lugar, ele postou uma foto nas redes sociais com minha camisa de quando tinha dez anos. Ele tinha guardado essa foto e eu nunca soube quando ele estava comigo no ASVEL”, contou Parker.

    O francês esperou o momento perfeito — ser draftado pelos mesmos Spurs onde Tony fez história — pra revelar essa homenagem ao mundo. Imagina a emoção do TP vendo aquilo?

    “Da mesma forma que Michael Jordan me inspirou, me senti muito orgulhoso de inspirar alguém assim”, disse Parker, visivelmente emocionado.

    De discípulo a protagonista das finais

    E olha que timing absurdo: agora o Wemby está nas Finais da NBA vestindo exatamente a mesma camisa dos Spurs que o inspirou desde criança. Os dois até ganharam um campeonato juntos no ASVEL antes do Victor vir pra NBA.

    Sinceramente, essa conexão entre o Tony — que revolucionou o basquete francês na NBA — e o Wemby — que tá prestes a dominar a liga pelos próximos 15 anos — é de arrepiar.

    Na real, faz total sentido. Parker foi pioneiro, abriu caminho, mostrou que um francês podia não apenas jogar na NBA, mas dominar ela. Quatro títulos, MVP das Finais em 2007… o cara é lenda.

    Agora o Wemby tá tentando escrever sua própria história contra os Knicks no Madison Square Garden. Com 0-2 no placar, os Spurs precisam de uma virada histórica. Vocês acham que o garoto consegue fazer a mágica acontecer igual seu ídolo fez tantas vezes?

  • KAT virando pesadelo do Wemby nas Finals — será que achou o antídoto?

    KAT virando pesadelo do Wemby nas Finals — será que achou o antídoto?

    Cara, eu não esperava isso. Sinceramente. Quando começaram as Finals de 2026 entre Knicks e Spurs, todo mundo — eu incluído — estava preparado para ver o show do Victor Wembanyama. O francês monstro que virou o melhor jogador da liga em apenas sua terceira temporada. Só que tem um pequeno detalhe: o Karl-Anthony Towns tá fazendo o garoto de 2,24m parecer um novato perdido na quadra.

    E olha que não é exagero não. Com os Knicks abrindo 2-0 na série, tudo gira em torno de um duelo específico: Wemby versus KAT. E até agora, quem tá levando a melhor é o veterano de Minnesota que finalmente achou seu lugar em Nova York.

    Os momentos que definem tudo

    Dois lances, dois erros catastróficos. No Jogo 1, faltando um minuto e os Spurs perdendo por quatro, Wembanyama tentou passar por Towns no drible — cara, o que ele tava pensando? — e bateu a bola no próprio joelho. Turnover. Derrota.

    No Jogo 2 foi ainda pior. Empate no placar, 12 segundos no cronômetro, Wemby pega o rebote defensivo após uma finalização do Brunson. Stephon Castle vê que o francês tem vantagem sobre Towns e vai abrir caminho. Mas aí o garoto trava. Simplesmente trava. Em vez de acelerar, ele joga a bola nas costas do próprio companheiro.

    Turnover de novo. Derrota de novo.

    Na boa, será que o Towns tá na cabeça do Wembanyama? Porque pelos números, KAT deveria estar disparado na corrida pro Finals MVP. O cara tem +25 de plus-minus — isso significa que os Knicks fizeram 25 pontos a mais que os Spurs quando ele tá em quadra. Vinte e cinco pontos, gente!

    Os números que mostram a verdade

    Ok, vamos aos fatos porque eles são impressionantes dos dois lados. Wemby tá fazendo 27.5 pontos, 10.5 rebotes e 3.5 tocos de média. Números absurdos pra um garoto de 22 anos estreando nas Finals. Só o Shaquille O’Neal em 2001 e o Hakeem Olajuwon em 1994 conseguiram números parecidos numa sequência de dois jogos das Finals.

    Mas aqui vem o plot twist: quando KAT tá defendendo diretamente o Wemby, a coisa muda completamente. Sete turnovers forçados só nestes dois jogos das Finals. Somando a temporada regular, Towns já forçou nove erros do francês em apenas quatro confrontos diretos.

    E sabe o que é mais louco? Nenhum defensor forçou mais turnovers do Wembanyama esta temporada. Nem os caras do Oklahoma City, que enfrentaram o francês mais de 10 vezes!

    Towns defendeu Wemby em 124 posses esta temporada e arrancou nove bolas. Pra vocês terem uma ideia do absurdo: se somar o trabalho do Isaiah Hartenstein com outros pivôs que enfrentaram o garoto várias vezes, não chega nem perto disso.

    O veterano ensinando o prodígio

    Olha, eu sempre torci pro KAT encontrar seu lugar na NBA. Depois de anos sendo criticado em Minnesota, ver ele brilhando assim nos maiores jogos da temporada é emocionante. O cara tá fazendo 19.5 pontos, 12.5 rebotes e 4 assistências com uma eficiência absurda.

    E o mais impressionante? Towns tá mostrando que experiência importa sim. Wembanyama pode ser um alien do basquete, mas ainda é um garoto de 22 anos jogando sua primeira Finals. KAT, com 11 anos de NBA, sabe exatamente quando pressionar, quando dar espaço, quando fazer o francês pensar demais.

    Sinceramente, acho que estamos vendo o nascimento de uma rivalidade clássica. Wemby vai aprender com isso — ele é inteligente demais pra não aprender. Mas por enquanto, quem manda no garrafão é o Karl-Anthony Towns.

    Vocês acham que Wembanyama consegue se ajustar pros próximos jogos? Ou KAT realmente achou o antídoto pro fenômeno francês?

  • Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Cara, eu tô aqui vendo o Jalen Brunson liderar os Knicks para as Finals da NBA e não consigo parar de pensar: onde exatamente esse cara se encaixa entre os maiores armadores da história de Nova York?

    Lembram quando a Becky Hammon disse que jogador baixo não ganha título? Que o Brunson era “pequeno demais”? Pois é. Agora ele tá aí com o troféu de MVP das Finais da Conferência Leste na mão, levando os Knicks para a decisão da NBA pela primeira vez em mais de 20 anos.

    Olha, eu não vou ficar recontando toda a história do JB — desde Dallas, passando pelo Mark Cuban, até chegar em Nova York. Vocês já conhecem. O que importa é onde estamos agora.

    Os números não mentem

    Nos quatro anos com Brunson na armação, os Knicks ganharam 61,2% dos jogos da temporada regular. Duas semifinais de conferência, duas finais de conferência e agora — finalmente — as Finals da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do tamanho dessa conquista: apenas os Knicks de 94-98 e os de 71-74 tiveram sequências melhores que essa atual. E só um desses times ganhou o anel.

    Antes do Brunson chegar, que deserto era aquilo? Sete playoffs em 23 anos. 19 vitórias nos playoffs contra 33 derrotas. Uma bagunça completa. E aí chega esse baixinho de 1,85m e muda tudo.

    Onde ele se encaixa na história?

    Obviamente, Patrick Ewing e Walt “Clyde” Frazier ainda estão acima dele — pelo menos por enquanto. São lendas intocáveis. Mas sinceramente? Se os Knicks ganharem esse título, a conversa muda completamente.

    O que mais me impressiona é como ele assumiu essa responsabilidade. Nova York estava desesperada por um líder, por alguém que não fugisse da pressão do Madison Square Garden. E o JB simplesmente abraçou tudo isso.

    Imaginem só: um cara que saiu de Dallas meio que “desprezado”, chega nos Knicks e em quatro temporadas os coloca na Final da NBA. Isso é coisa de filme, pessoal.

    As casas de apostas ainda consideram ele favorito para o MVP das Finals (odds de +115), mesmo com o Karl-Anthony Towns jogando absurdamente bem. E olha, eu não duvido nada. O cara tem esse DNA de jogos decisivos.

    Vocês acham que ele consegue fechar essa Final e entrar de vez no panteão dos maiores de Nova York? Porque na minha visão, falta muito pouco para isso acontecer. E quando acontecer, vai ser impossível negar: Jalen Brunson salvou a franquia dos Knicks.

  • Josh Hart desabafa sobre preços absurdos dos ingressos na Final da NBA

    Josh Hart desabafa sobre preços absurdos dos ingressos na Final da NBA

    Cara, o Josh Hart falou uma coisa que todo mundo tava pensando mas ninguém tinha coragem de falar: os preços dos ingressos pros jogos 3 e 4 da Final da NBA no Madison Square Garden estão completamente fora da realidade.

    “Eu meio que queria que os preços dos ingressos não fossem tão malucos quanto estão”, disse Hart pros repórteres no domingo. E olha, quando um jogador da NBA reclama de preço de ingresso, a coisa tá séria mesmo.

    O cara foi direto ao ponto: “Sinto que muita gente que tava esperando esse momento há muito tempo infelizmente não consegue entrar no ginásio. O ingresso mais barato custa 7, 8 mil dólares. Isso é ridículo.”

    Preços que fazem você chorar

    Pra você ter uma ideia da loucura: no sábado à tarde, o ingresso mais barato pro jogo 3 tava custando mais de 9 mil dólares. NOVE MIL. Isso é mais que muito brasileiro ganha num ano inteiro, mano.

    A única “boa” notícia é que os preços baixaram um pouco porque o Trump vai assistir ao jogo 3. Não é piada — aparentemente o pessoal tá com medo da segurança maluca que vai rolar e das filas gigantescas pra entrar. Os Knicks já avisaram que o torcedor tem que chegar 2 horas antes por causa das revistas extras.

    Por causa disso, segundo o Gametime, o ingresso mais barato pro jogo 3 “baixou” pra 6 mil dólares no domingo. O mais caro? Quase 96 mil. Noventa e seis mil dólares, galera. Dá pra comprar uma casa em algumas cidades.

    E o jogo 4 tá ainda pior

    Se você acha que é loucura, espera ver os preços pro jogo 4. Como existe a chance dos Knicks serem campeões em casa (coisa que não acontece há 27 anos), o ingresso mais barato tá mais de 10 mil dólares. O mais caro? 109 mil.

    Sinceramente, isso me deixa meio triste. Quantos fãs de verdade dos Knicks conseguem pagar isso? Estamos falando de gente que acompanha o time há décadas, que sofreu junto, que nunca perdeu a esperança… e agora não pode ver o momento mais importante por causa do preço.

    Até o Adam Silver, comissário da NBA, admitiu que é “frustrante” que mais pessoas não conseguem ir aos jogos. Mas ele deu aquela resposta de executivo: “mercado é mercado”. Fácil falar isso quando você não é quem tá tentando juntar as moedas pra ver seu time jogar, né?

    E aí, o que vocês acham? Será que a NBA deveria fazer alguma coisa pra controlar esses preços, ou isso é só o “mercado funcionando”? Uma coisa é certa: essa Final tá sendo histórica também pelos preços mais absurdos que a gente já viu.