Tag: NBA front office

  • Hawks promovem Onsi Saleh e ele vira o mandachuva total da franquia

    Hawks promovem Onsi Saleh e ele vira o mandachuva total da franquia

    Olha, eu tenho que admitir: não esperava que o Onsi Saleh fosse virar O CARA do Hawks tão rápido assim. Mas é isso aí — o cara que era “só” GM agora é presidente de operações de basquete e ainda assinou uma extensão de contrato longa. Basicamente, ele virou o dono da bola em Atlanta.

    E sinceramente? Faz sentido total.

    O ano monstro que mudou tudo

    Cara, 2025 foi o ano do Saleh. O homem literalmente desmontou e remontou esse time do Hawks de uma forma que eu nunca pensei que veria. A troca do Trae Young — que por muito tempo foi considerado intocável — mostrou que ele não tem medo de mexer em time que tá ganhando (ou no caso, perdendo).

    Mas o que mais me impressionou foi o trabalho dele no mercado. Conseguiu assinar o Nickeil Alexander-Walker num dos melhores contratos da NBA — e olha que isso não é fácil hoje em dia com o salary cap maluco que tá aí. Sem contar que na noite do Draft ainda arrumou a 8ª escolha num trade com o Pelicans envolvendo o Derik Queen.

    Resultado? Ficou em segundo lugar na votação de Executivo do Ano, perdendo só pro Brad Stevens. Não é pouca coisa não.

    De assistente a mandachuva em tempo recorde

    A trajetória do Saleh é meio surreal quando você para pra pensar. O cara foi contratado do Warriors em 2024 como assistente de GM. Aí o Hawks demitiu o Landry Fields no meio da offseason de 2025 e — boom — ele virou GM. Agora virou presidente.

    E olha só que interessante: inicialmente o Hawks tava pensando em contratar alguém ACIMA do Saleh. Mas essa promoção e extensão deixa bem claro que ele vai ter autonomia total pra tocar o front office como quiser. Confiança máxima da direção.

    Tanto que quando o Philadelphia 76ers quis entrevistar ele nessa offseason, o Hawks nem deixou. “Esquece, ele é nosso”, basicamente.

    Vocês acham que o Saleh vai conseguir transformar o Hawks num contender de verdade? Porque pelo que ele mostrou até agora, o homem não tem medo de tomar decisões difíceis. E no mundo da NBA de hoje, isso vale muito.

  • Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Gente, os Lakers acabaram de fazer uma das contratações mais inusitadas que eu já vi na NBA. Eles trouxeram um cara que literalmente trabalhou com foguetes espaciais pra ser assistente do Rob Pelinka. Isso mesmo que vocês leram.

    O nome dele é Rohan Ramadas, e o currículo do cara é absurdo. Passou 12 anos na The Aerospace Corporation — uma das principais empresas aeroespaciais dos EUA — e agora vai ajudar a Lakers a decolar (perdão pelo trocadilho, não resisti).

    Do espaço para Crypto.com Arena

    Ramadas não é novato no basquete não. Ele tava no Pelicans até agora, onde virou VP de estratégia e operações depois de começar como diretor de analytics e inovação em 2024. E pelos relatos, o cara implementou modelos de IA e algoritmos que ajudavam muito o front office de lá.

    Uma fonte dos Pelicans disse pra ESPN: “Ele é literalmente um cientista de foguetes”. Cara, imagina você apresentar esse cara pros amigos? “Este aqui é o Rohan, ele fazia foguete e agora analisa pick and roll.”

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. A NBA hoje é uma guerra de dados, e ter alguém com background científico pesado pode ser o diferencial que os Lakers precisam.

    Lakers investindo pesado em inovação

    O timing não é coincidência. Mark Walter, o dono dos Dodgers, comprou os Lakers por 10 bilhões de dólares no ano passado e tá expandindo toda a estrutura. Eles vão contratar outro assistente de GM também.

    Sinceramente? Acho que precisava mesmo. Os Lakers não ganham um título desde 2020, e com LeBron na reta final da carreira, não dá pra ficar brincando com métodos ultrapassados.

    Ramadas vai focar nas mesmas responsabilidades que tinha no Pelicans: analytics avançados, modelos de IA e inovação tecnológica. Basicamente, ele vai ser o cérebro por trás das decisões baseadas em dados.

    E aí, vocês acham que realmente precisa de um cientista fogueteiro pra Lakers voltarem ao topo? Ou é só mais uma modinha da NBA moderna? Eu tô curioso pra ver como essa aposta vai dar certo.

  • Lakers contratam executivo dos Pelicans para reformular front office

    Lakers contratam executivo dos Pelicans para reformular front office

    Os Lakers não param de mexer a estrutura, pessoal. Agora foi a vez de contratar Rohan Ramadas, que era vice-presidente de operações e estratégia do New Orleans Pelicans, para ocupar uma das duas novas vagas de gerente-geral assistente que o time criou.

    Olha, sinceramente acho que essa reformulação toda faz muito sentido. Os caras levaram uma surra do Oklahoma City Thunder nos playoffs — quatro jogos a zero nas semifinais do Oeste — e obviamente precisavam de uma repaginada geral.

    O que Ramadas vai fazer exatamente?

    O cara vai cuidar do salary cap, analytics e dados em geral. Basicamente, vai ser um dos responsáveis por fazer as contas fecharem e analisar tudo com números. Rob Pelinka, o GM, disse que vão contratar mais um assistente focado em draft e desenvolvimento de jogadores.

    E tem um detalhe curioso: Ramadas é formado em engenharia astronáutica pela USC (mestrado inclusive) e trabalhou 12 anos na The Aerospace Corporation antes de migrar pro mundo da NBA em 2024. Cara saiu do espaço pro basquete — que mudança de vida, não é?

    Lakers em modo reformulação total

    Essa contratação é só o começo do que promete ser uma offseason movimentada pra valer. Os Lakers estão mexendo em tudo: front office, operações, estrutura… É que o Mark Walter, dono dos Dodgers, assumiu o controle do time numa venda histórica de 10 bilhões de dólares há oito meses.

    E não para por aí. Eles estão construindo laboratórios de biomecânica, movimento e recuperação no centro de treinamento de El Segundo. Pelinka até chamou os Dodgers de “organização irmã” dos Lakers — claramente estão copiando algumas ideias que deram certo no baseball.

    Ah, e tem as decisões contratuais do LeBron James e Austin Reaves pela frente. Ou seja, vai ser um verão quente mesmo.

    Vocês acham que essa reformulação toda vai dar resultado? Porque convenhamos, depois daquela eliminação vexatória pros Thunder, alguma coisa tinha que mudar mesmo.

  • Lakers contratam ‘cientista espacial’ como GM assistente

    Lakers contratam ‘cientista espacial’ como GM assistente

    Olha só que loucura: os Lakers acabaram de contratar um cara que literalmente trabalhava construindo foguetes para ser GM assistente. Não tô brincando, pessoal.

    Rohan Ramadas, que passou mais de uma década na Aerospace Corporation (sim, aquela empresa que faz foguete mesmo), agora vai cuidar da estratégia, salary cap e analytics dos Lakers. O cara saiu de mandar coisas pro espaço pra tentar mandar os Lakers de volta ao topo da NBA. Carreira mais maluca impossível.

    A revolução dos Dodgers chegou em Los Angeles

    Tudo isso faz parte da grande reformulação que Mark Walter — o dono dos Dodgers que comprou parte dos Lakers ano passado — tá fazendo na franquia. E sinceramente, já era hora.

    Os Lakers sempre foram meio ‘empresa familiar’ dos Buss, gastando pesado com estrelas mas economizando na estrutura. Funcionava nos anos 2000, mas nos últimos tempos virou um problema gigante. Enquanto isso, Walter transformou os Dodgers numa máquina de ganhar título investindo pesado em TUDO — desde estrelas até sistema de base.

    Durante a temporada, os Lakers já demitiram quase todo o departamento de scout (incluindo Joey e Jesse Buss), e agora tão montando um front office de verdade. Rob Pelinka falou que iam contratar dois GMs assistentes, e o Ramadas é o primeiro.

    O que vem por aí

    O foco do cara vai ser estratégia, teto salarial e analytics — basicamente usar ciência pra montar o time. O segundo GM assistente vai cuidar do draft e desenvolvimento de jogador. Tentaram contratar Steve Senior dos Timberwolves pra ser VP, mas ele preferiu ficar em Minnesota.

    E olha, o timing não podia ser melhor. O draft tá aí (Lakers têm a pick 25), LeBron e Austin Reaves são agentes livres, e o time pode ter uns $48 milhões livres no salary cap. Decisões difíceis pela frente.

    Vocês acham que essa ‘dodgerização’ dos Lakers vai dar certo? Porque uma coisa é certa: depois de anos patinando, eles finalmente tão levando a sério a parte de ciência do esporte. E cara, se tem alguém que entende de ciência, é um engenheiro aeroespacial mesmo.

  • Lakers contratam literal cientista de foguetes como GM assistente

    Lakers contratam literal cientista de foguetes como GM assistente

    Olha só que loucura: os Lakers acabaram de contratar um cara que é literalmente um cientista de foguetes para o front office. Rohan Ramadas é o novo gerente-geral assistente do time, vindo direto dos Pelicans onde era VP de estratégia e operações.

    E quando eu falo cientista de foguetes, não tô brincando não. O cara trabalhou mais de uma década na Aerospace Corporation antes de pisar na NBA pela primeira vez. “Ele é um literal cientista de foguetes”, disse uma fonte dos Pelicans para a ESPN. Imagina o currículo desse maluco.

    O Mago da Tecnologia

    Nos Pelicans, Ramadas foi o responsável por implementar inteligência artificial e criar modelos computadorizados para ajudar o front office nas decisões. Cara, isso é o futuro batendo na porta da NBA. Enquanto alguns times ainda tão presos no “feeling” e na experiência do olheiro raiz, os Lakers tão apostando na ciência de dados pesada.

    Sinceramente? Eu acho genial. O basquete moderno é pura matemática – eficiência de arremesso, analytics avançados, tracking de movimento. Quem melhor pra trabalhar com isso do que alguém que literalmente calculava trajetórias de foguetes?

    Revolução no Front Office

    Rob Pelinka disse que ainda vão contratar outro GM assistente focado especificamente em “processos de draft e avaliação de jogadores”. Ou seja, tão montando um time de guerra mesmo. E olha que interessante: essa transformação toda tá rolando sob o comando do novo dono Mark Walter.

    Vocês sabem quem é Mark Walter, né? O cara que revolucionou os Dodgers no baseball usando analytics e ciência de dados com Andrew Friedman e Farhan Zaidi. Agora ele quer fazer a mesma coisa com os Lakers. Basicamente tão tentando aplicar a “Moneyball” no basquete.

    Não vou mentir, fico curioso pra ver como vai ser. Os Lakers sempre foram um time tradicional, baseado em estrelas e glamour de Hollywood. Agora misturar isso com inteligência artificial e análise de dados? Pode dar muito certo… ou muito errado. O que vocês acham, vai rolar essa fusão entre tradição e tecnologia?

  • Jameer Nelson pode virar o chefão dos Sixers – que loucura!

    Jameer Nelson pode virar o chefão dos Sixers – que loucura!

    Olha que história massa: Jameer Nelson, que jogou 14 anos na NBA como armador, pode estar prestes a dar o maior salto da carreira dele — só que agora de terno e gravata.

    O cara que comandava as jogadas em quadra tá cotado pra assumir o cargo máximo no front office dos Philadelphia 76ers. E não é papo furado não, viu? Ele já tá lá como GM assistente e, pelo que tô vendo, tem tudo pra subir ainda mais.

    De armador a chefão

    A situação é a seguinte: Nelson atualmente é o terceiro na hierarquia do front office dos Sixers, mas fontes dizem que ele já tem muito mais responsabilidade do que o normal pra alguém nessa posição. O pessoal lá dentro vê ele como uma estrela em ascensão na área administrativa.

    E faz total sentido, né? Quem melhor pra entender de basquete do que alguém que viveu a NBA por mais de uma década? Nelson sabe o que é pressão, conhece vestiário, entende de química de time. Isso não se aprende em faculdade, meu amigo.

    Mesmo se ele não conseguir o cargo principal, já tá confirmado que vai rolar uma promoção de qualquer jeito. Sinceramente, acho que é questão de tempo até esse cara estar comandando alguma franquia por aí.

    A conexão com Philly que ninguém esperava

    Aqui tem um detalhe curioso: Nelson nunca jogou pelos Sixers na carreira profissional, mas tem uma ligação forte com a Filadélfia. O cara cresceu na região e jogou basquete universitário na Saint Joseph’s. Ou seja, é sangue local mesmo — isso conta muito na NBA.

    Imagina só: um garoto que cresceu vendo os Sixers de perto, virou estrela da liga jogando por outros times, e agora pode voltar pra casa como executivo. É dessas histórias que a gente ama no esporte, não é?

    Mas óbvio que a concorrência tá pesada. Na disputa também estão Mike Gansey (Cavaliers), Nick U’Ren (Phoenix Mercury), Matt Lloyd (Timberwolves) e Trent Redden (Clippers). Galera experiente e com currículo forte.

    E aí, vocês acham que o Nelson tem o que precisa pra assumir essa responsabilidade? Eu, particularmente, acho que jogador que virou executivo sempre traz uma perspectiva diferente pro negócio. Vai ser interessante acompanhar essa!

  • Hawks negam pedido dos Sixers pra entrevistar Onsi Saleh

    Hawks negam pedido dos Sixers pra entrevistar Onsi Saleh

    Olha só que situação interessante: os Philadelphia 76ers tentaram uma cartada pra resolver seus problemas de gestão, mas levaram um não dos Atlanta Hawks. O alvo? Onsi Saleh, o GM que tá bombando em Atlanta.

    Os Sixers queriam entrevistar o Saleh pra ser o executivo-chefe do front office deles. Faz sentido, né? O cara é jovem, promissor, e acabou de terminar em segundo lugar na votação de Executivo do Ano da temporada 2025-26 — perdeu só pro Brad Stevens, dos Celtics.

    A trajetória meteórica do Saleh

    O que mais me impressiona na história do Onsi é como ele subiu rápido na hierarquia. O cara trabalhou no front office do Golden State Warriors sob o comando do Bob Myers — e convenhamos, essa escola forma bons executivos. Não é à toa que o próprio Myers agora tá liderando a busca por um novo executivo em Philly, no papel dele como presidente da Harris Blitzer Sports & Entertainment.

    Em 2024, os Hawks contrataram Saleh como GM assistente. Mas a coisa ficou interessante quando Atlanta demitiu o Landry Fields e promoveu Saleh direto pra GM. Uma aposta que claramente deu certo, considerando o reconhecimento que ele teve na votação do prêmio.

    Por que os Hawks disseram não?

    Sinceramente, eu entendo a posição de Atlanta. Você acabou de achar uma joia no front office, o cara tá entregando resultados, e aí chega um rival querendo levar embora? Nem pensar.

    Pra ser justo com os Sixers, eles tão numa situação complicada mesmo. Precisam de alguém que entenda de basquete moderno e tenha visão pra construir um time competitivo ao redor do Joel Embiid — que não tá ficando mais novo. Mas os Hawks foram espertos em blindar o Saleh.

    E vocês, acham que os Sixers vão conseguir achar alguém do mesmo nível? A pressão tá alta em Philly, e essa negativa dos Hawks só mostra como é difícil encontrar talento de qualidade no mercado executivo da NBA.

  • Pelinka seguro nos Lakers mesmo com mudança total no front office

    Pelinka seguro nos Lakers mesmo com mudança total no front office

    Olha, quando vi a notícia de que os Lakers estão fazendo uma reformulação gigante no front office, a primeira coisa que pensei foi: será que o Rob Pelinka vai sobreviver a essa? Aparentemente sim, e isso me surpreendeu um pouco.

    O cara tá dizendo pra todo mundo na NBA que agora trabalha em colaboração direta com os executivos do Dodgers, Andrew Friedman e Farhan Zaidi. É isso mesmo que vocês leram — o time de baseball tá metendo o bedelho no basquete. E segundo o próprio Pelinka, essa é “uma reconstrução e reformulação completa”.

    Mudança de Era nos Lakers

    Cara, quando Pelinka fala que é pra “elevar ao próximo nível”, eu fico pensando… será que finalmente entenderam que não dá pra viver só de nostalgia? Porque vamos combinar, depois daquela varrida do Oklahoma City Thunder nas playoffs, alguma coisa tinha que mudar mesmo.

    O interessante é que Pelinka renovou contrato multianual e ainda ganhou uma promoção em abril, antes mesmo do Mark Walter fechar a compra total do time. A trade pelo Luka Dončić (que eu ainda não acredito que aconteceu) parece ter dado uma blindagem pro cara. Muita gente especulava que com a chegada dos caras do Dodgers, o Pelinka ia dançar, mas pelo visto não é bem assim.

    Dodgers no Comando Técnico

    Agora vem a parte que eu acho mais interessante: os Lakers vão contratar dois gerais assistentes — um focado em pessoal e outro em estratégia e analytics. Friedman e Zaidi tão participando das entrevistas, mas quem comanda ainda é o Pelinka junto com o Kurt Rambis.

    E tem mais: eles vão criar um laboratório de biomecânica em parceria com os Dodgers. Sinceramente, acho genial. Os caras ganharam três World Series desde 2014 justamente por causa desse tipo de inovação no desenvolvimento de atletas e prevenção de lesões. Se funciona no baseball, por que não no basquete?

    A filosofia organizacional que o Walter quer aplicar é a mesma que fez o Dodgers virar uma máquina. Olha, eu não sou fã dos Lakers (longe disso), mas tenho que admitir que essa abordagem faz muito sentido. Vocês acham que essa mudança toda vai funcionar, ou é só mais uma tentativa desesperada de voltar ao topo?

  • Os Sixers tão desesperados: a busca por um novo presidente tá virando novela

    Os Sixers tão desesperados: a busca por um novo presidente tá virando novela

    Olha, vou ser sincero com vocês: a situação dos Sixers tá meio dramática depois da saída do Daryl Morey. Bob Myers, que agora comanda as operações temporariamente, tem até o Draft (23 de junho) pra encontrar um novo presidente de operações de basquete. E cara, os nomes que tão rodando são bem interessantes.

    O favorito da casa: Vince Rozman

    Esse nome me chamou muito atenção. Rozman passou 16 anos nos Sixers — imagina o tanto que esse cara conhece a organização de dentro pra fora. Trabalhou com o Sam Hinkie desde 2013, subiu na hierarquia, e em 2022 foi pro Thunder trabalhar com o Sam Presti (que é praticamente o mago dos front offices da NBA).

    O mais louco? Ele agora supervisiona a avaliação de draft do OKC, que todo mundo sabe que é referência nesse quesito. Sinceramente, faz todo sentido os Sixers quererem ele de volta. É como contratar alguém que conhece sua casa mas aprendeu truques novos na casa do vizinho mais esperto.

    Elton Brand: o interno que não desiste

    Agora, o Elton Brand é um caso interessante. O cara jogou pelos Sixers, virou GM em 2018, trouxe o Doc Rivers… e quando o Morey chegou, em vez de fazer birra, virou o braço direito dele por todo o tempo.

    Isso mostra caráter, não acham? Ano passado ele quase foi pros Hawks, mas desistiu. Pode ser que ele esteja esperando essa oportunidade nos Sixers mesmo. Seria meio poético: de jogador a presidente na mesma franquia.

    O Neil Olshey, que era consultor dos Sixers, já saiu fora da corrida segundo o Marc Stein. Cara tem currículo (ajudou a montar o Lob City dos Clippers, draftou o Damian Lillard), mas aquela história de ambiente de trabalho hostil em Portland deve pesar.

    Os candidatos externos

    Travis Schlenk é outro nome pesado. Passou 13 anos com o Warriors como assistente do Myers — inclusive foi ele que descobriu o Draymond Green na segunda rodada de 2012. Que achado absurdo, né?

    Depois virou GM/presidente dos Hawks e levou eles até a final da conferência leste em 2021. Agora tá no Wizards, mas convenhamos: quem não sairia de Washington pra assumir os Sixers?

    A real é que os Sixers precisam de alguém que entenda de draft E saiba lidar com pressão. Com o Joel Embiid entrando nos 30 e o Tyrese Maxey explodindo, a janela tá aberta, mas não vai ficar aberta pra sempre.

    E aí, quem vocês acham que seria a melhor escolha? Eu tô na torcida pro Rozman — conhece a casa e aprendeu com os melhores. Mas confesso que seria legal ver o Brand coroando sua jornada nos Sixers.

    Uma coisa é certa: quem vier vai herdar uma responsabilidade gigante. Philadelphia merece um título, e a torcida não vai ter paciência com mais uma década perdida.

  • Saída de Riccardi dos Mavs marca nova era com Masai Ujiri

    Saída de Riccardi dos Mavs marca nova era com Masai Ujiri

    Olha, os Dallas Mavericks estão mesmo fazendo uma faxina geral. Matt Riccardi acabou de deixar o front office da franquia, e isso é só mais um capítulo dessa reformulação comandada por Masai Ujiri.

    Riccardi vinha dividindo o cargo de gerente-geral com Michael Finley depois que mandaram o Nico Harrison embora. E cara, uma das últimas pegadas dele foi aquela troca polêmica do Anthony Davis para o Washington Wizards no deadline. Sinceramente? Eu ainda não sei se foi genial ou loucura.

    A revolução de Ujiri em Dallas

    Desde que Masai Ujiri chegou em Dallas, a coisa mudou de figura completamente. O cara que transformou o Toronto Raptors em campeão não veio pra brincar. Primeiro foi o Harrison, agora o Riccardi… e vocês viram que na terça também demitiram o Jason Kidd do comando técnico?

    É uma reformulação total mesmo. Riccardi tinha chegado do Brooklyn Nets em 2022, então nem deu tempo de criar raízes direito. Mas é assim mesmo no mundo da NBA – quando muda a direção, muda tudo.

    E o Finley? Qual o futuro dele?

    A grande pergunta que fica no ar é: o que vai acontecer com o Michael Finley? O ex-jogador ainda não teve o futuro definido na organização. Na minha visão, seria estranho demais manter só ele ali sozinho depois de toda essa mudança.

    Finley tem história com a franquia como jogador, mas executivo é outra parada. E com Ujiri assumindo o controle, imagino que ele vai querer montar a própria equipe do zero.

    O que vocês acham dessa reformulação toda? Ujiri vai conseguir transformar Dallas numa potência como fez com Toronto? Porque uma coisa é certa: eles não estão brincando em serviço não. É mudança real mesmo.