Tag: NBA front office

  • Mavs contratam ex-analista da ESPN como novo GM

    Mavs contratam ex-analista da ESPN como novo GM

    Os Dallas Mavericks acabaram de fazer uma jogada interessante no mercado de executivos. Mike Schmitz, que muitos conhecem como analista da ESPN e Draft Express, agora vai comandar o front office dos Mavs como general manager.

    Sinceramente? Achei uma contratação inteligente. O cara passou os últimos quatro anos no Portland Trail Blazers como GM assistente, então já conhece bem os bastidores da NBA. Antes disso, cinco anos na ESPN analisando draft e talentos universitários — experiência que vai ser preciosa numa franquia que tá claramente em reconstrução.

    Do jornalismo para o front office

    A trajetória do Schmitz é meio inusitada, mas faz sentido. Formado na Universidade do Arizona (2009-2012), começou cobrindo esportes universitários no jornal da faculdade. Foi lá que desenvolveu o olho clínico para identificar talentos — habilidade que levou ele até a ESPN e agora pros Mavericks.

    “Mike é um dos avaliadores e mentes do basquete mais respeitados da NBA”, disse Masai Ujiri, presidente dos Mavs. E olha, vindo do Ujiri — que montou aquele time campeão dos Raptors em 2019 — isso tem peso.

    Desafio gigante pela frente

    Agora vem a parte difícil. Dallas vem de uma temporada 26-56 (sim, foi bem ruim mesmo) e tem 29% de chance de pegar uma escolha top-4 no Draft Lottery deste domingo. No ano passado eles tiveram sorte grande e pegaram a primeira escolha geral, que virou o Cooper Flagg — que por sinal tá sendo uma decepção até agora.

    Se não conseguirem uma das primeiras escolhas, provavelmente vão draftar no meio da loteria. E já tão especulando que podem mirar no Brayden Burries, armador do Arizona (coincidência ou não?). Vocês acham que o Schmitz vai apostar em jogadores que ele conhece bem da época de analista?

    O timing da contratação é perfeito — chegou bem antes do Draft de junho. Vai ser interessante ver como ele usa toda aquela experiência de análise pra montar um elenco competitivo. Dallas não chega nos playoffs desde 2022, então a pressão tá grande.

    A real é que os Mavericks precisavam de alguém com visão de longo prazo pra tirar a franquia desse buraco. E pelo currículo, o Schmitz parece ser a pessoa certa pro trabalho.

  • Bulls querem roubar assistente dos Celtics mesmo após rejeição

    Bulls querem roubar assistente dos Celtics mesmo após rejeição

    Olha, eu sei que o Dave Lewin não levou a vaga principal nos Bulls, mas a franquia não tá desistindo dele não. Pelo contrário – eles querem trazer o cara de qualquer jeito pra fazer parte do front office.

    E por que será? Cara, o Lewin simplesmente arrasou na entrevista. Tanto que tem fonte lá dentro dizendo: “Precisamos encontrar alguém muito parecido com o Dave Lewin” caso não consigam o próprio. Isso é praticamente uma declaração de amor, né?

    Analytics que impressionaram geral

    O que mais chamou atenção na apresentação do Lewin foi a profundidade das análises e estratégia organizacional. Não é à toa que o cara está há quase uma década nos Celtics construindo uma reputação sólida.

    Começou como scout, virou diretor de pessoal em 2019, e em 2023 foi promovido pra assistente de GM. Hoje ele tá ali na hierarquia, atrás do Brad Stevens e do Mike Zarren. Ou seja: aprendeu com os melhores.

    Graham precisa de reforços urgente

    Pro Bryson Graham – que acabou de chegar dos Hawks pra comandar a bagunça –, ter o Lewin seria perfeito. O cara precisa de suporte analítico pra ontem, ainda mais considerando que vai ter que reestruturar um front office que tava completamente rachado na gestão anterior.

    A boa notícia pro Graham é que Chicago deu carta branca pra ele montar a equipe como quiser. E sinceramente? Se eu fosse ele, faria de tudo pra convencer o Lewin a sair de Boston.

    Vocês acham que ele topa trocar o time campeão pelos Bulls em reconstrução? Vai ser interessante acompanhar essa negociação.

  • Bulls entregam o poder total pra Bryson Graham reconstruir tudo

    Bulls entregam o poder total pra Bryson Graham reconstruir tudo

    Olha, eu não esperava essa. O Bulls acabou de dar carta branca pro Bryson Graham como novo vice-presidente executivo de operações de basquete, e cara… isso pode ser exatamente o que Chicago precisava.

    Graham, de 39 anos, desbancou vários nomes pesados na disputa pela vaga — incluindo o Matt Lloyd, que todo mundo achava que era certo pro cargo. Lloyd tem história com a franquia (17 temporadas entre 1995 e 2012), mas parece que a diretoria preferiu apostar numa cara nova com experiência diversa.

    Autonomia total pra revolucionar

    E aqui vem a parte interessante: o Michael Reinsdorf, CEO do time, vai dar autonomia total pro Graham reestruturar todo o front office. Autonomia TOTAL, gente. Isso significa que ele pode mexer em tudo — contratar, demitir, mudar processos. É praticamente começar do zero.

    Na minha visão, essa decisão mostra que a direção finalmente entendeu que o problema dos Bulls não era só técnico ou de elenco. Era estrutural. O front office tava uma bagunça há anos, todo mundo sabia disso.

    Graham bateu candidatos como Mike Gansey (Cavaliers), Dave Telep (Spurs) e Dave Lewin (Celtics). Nomes respeitados, mas aparentemente faltava aquela visão de reconstrução completa que Chicago precisa.

    O elenco que ele herdou

    Agora, vamos falar do que Graham tem nas mãos. O elenco atual inclui Josh Giddey (que veio na troca do Caruso), Matas Buzelis, Tre Jones e Noa Essengue — que praticamente perdeu a temporada toda por causa de uma cirurgia no ombro esquerdo.

    Primeira missão? Achar um técnico pra substituir o Billy Donovan, que pediu pra sair depois de seis temporadas. E olha, não vai ser fácil não. Qual técnico top vai querer pegar um projeto de reconstrução total?

    Recursos pra trabalhar

    Mas calma, nem tudo é desespero. Graham vai ter munição pra trabalhar: quase 60 milhões de dólares em espaço salarial, a própria escolha de loteria de 2026 dos Bulls E a pick de primeira rodada do Portland também em 2026.

    Sinceramente? Acho que essa é a melhor situação que Chicago teve em anos pra uma reconstrução de verdade. 31 vitórias e 51 derrotas na última temporada, quatro anos seguidos fora dos playoffs… era hora de mexer mesmo.

    Vocês acham que Graham consegue tirar os Bulls dessa? Porque olha, com Jordan Poole fazendo o que faz no Washington, até parece que reconstruir na NBA virou arte perdida.

  • Bulls contratam Bryson Graham: será que ele salva Chicago?

    Bulls contratam Bryson Graham: será que ele salva Chicago?

    Cara, os Bulls finalmente tomaram uma decisão! Depois de tanto tempo patinando, a franquia de Chicago acaba de anunciar a contratação de Bryson Graham, que vinha fazendo um trabalho monstro no Atlanta Hawks, para comandar o front office como vice-presidente executivo de operações de basquete.

    Olha, sinceramente acho que foi uma baita contratada. O cara tem uma trajetória impressionante — começou como estagiário no New Orleans há 15 anos e subiu até virar gerente-geral. E não foi sorte não, viu? Graham teve participação direta no draft de caras como Trey Murphy III, Herb Jones e Dyson Daniels. Nomes que qualquer fã de NBA conhece bem.

    O que ele fez em Atlanta foi absurdo

    Em Atlanta, o trabalho dele foi sensacional. Ajudou a montar um time que fez 46-36 na temporada e chegou nos playoffs — resultado que os Bulls sonham em ter há anos. E tem um detalhe interessante: foi Graham quem trouxe Nickeil Alexander-Walker pro Hawks, e o cara simplesmente explodiu, fazendo 20.8 pontos por jogo e ganhando o prêmio de Most Improved Player. Coincidência? Eu acho que não.

    “Esta é uma das franquias mais históricas da história do basquete profissional, e sinto uma tremenda responsabilidade de entregar resultados para esta cidade e esses fãs”, disse Graham no comunicado oficial. E olha, ele tem razão em sentir essa pressão toda.

    Chicago precisa de milagre urgente

    Vamos falar a real aqui: os Bulls estão um caos há tempos. A demissão de Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril foi inevitável depois de seis anos e apenas UMA aparição nos playoffs. Uma! E ainda terminaram em 12º no Leste com 31-51 na última temporada. É de dar dó.

    A situação ficou ainda mais complicada quando Billy Donovan, técnico experiente e membro do Hall da Fama, decidiu pular fora depois de seis temporadas. Agora Graham vai ter que encontrar um novo treinador também — mais um desafio na lista já extensa dele.

    Mas nem tudo são trevas. O time tem algumas peças interessantes como Josh Giddey e Matas Buzelis, duas escolhas de primeira rodada no próximo draft e espaço salarial pra fazer movimentos grandes nesta offseason. A matéria-prima existe.

    Será que rola uma reconstrução de verdade?

    Uma coisa que me chamou atenção foi como Karnisovas resistiu por anos a fazer uma reconstrução completa. O cara insistia em “não pular etapas” até que finalmente cedeu este ano e fez sete trades antes do deadline, mandando embora Nikola Vucevic (pro Boston), Kevin Huerter (pro Detroit) e até mesmo Coby White e Ayo Dosunmu.

    Graham herda essa bagunça toda, mas também a oportunidade de começar do zero. E vocês acham que ele vai conseguir trazer Chicago de volta ao mapa? Porque desde aquela lesão terrível do Derrick Rose em 2012, os Bulls nunca mais foram os mesmos.

    A única vez que chegaram perto de algo decente foi na temporada 2021-22 com Zach LaVine e DeMar DeRozan, quando fizeram 46-36 e foram eliminados pelo Milwaukee na primeira rodada. Mas aí o Lonzo Ball se machucou e ficou dois anos fora, e lá se foi o projeto.

    Minha impressão? Graham tem tudo pra dar certo. O currículo dele é sólido, tem experiência de sobra e sabe como desenvolver talento. Agora é torcer pra que os Reinsdorf deixem o homem trabalhar em paz e não fiquem interferindo. Chicago merece voltar a sonhar alto!

  • Masai Ujiri é o novo presidente dos Mavs – chegada de peso em Dallas

    Masai Ujiri é o novo presidente dos Mavs – chegada de peso em Dallas

    Cara, que notícia! Masai Ujiri finalmente achou uma casa nova na NBA, e foi parar nada menos que nos Dallas Mavericks. O cara que arquitetou o título dos Raptors em 2019 agora vai tentar botar ordem na casa do Luka Dončić.

    A contratação foi anunciada hoje e, sinceramente, era sobre tempo. Os Mavs estavam há seis meses procurando alguém desde que demitiram o GM Nico Harrison lá em novembro. Seis meses! Imagina a pressão que deve ter sido pra Patrick Dumont, o dono do time.

    O histórico monstro do Ujiri

    Olha só esses números: 15 temporadas como executivo na NBA, recorde de 690-504 (isso é quase 58% de aproveitamento), 12 classificações pros playoffs. O homem sabe o que faz. E não dá pra esquecer que ele foi o Executivo do Ano em 2012-13 quando estava no Denver.

    Mas o que mais impressiona mesmo foi o que ele fez em Toronto. Chegou lá em 2013 e em seis anos construiu um time campeão. A trade do DeMar DeRozan pelo Kawhi Leonard foi controversa na época, mas olha no que deu – anel de campeão. Essa coragem pra fazer movimentos difíceis é exatamente o que Dallas precisa.

    A situação complicada dos Mavs

    Vamos ser sinceros: Dallas está numa situação bem delicada. Terminaram com 26-56 nesta temporada (absurdo pra um time com Luka), têm apenas duas primeiras rodadas no draft deste ano – uma loteria deles e a pick 30 que veio na trade do Anthony Davis.

    E aqui está o pior: eles não controlam sua própria primeira escolha até 2031 por causa das trades da era Luka. Cara, isso é assustador. Ujiri vai ter que ser muito criativo pra montar um time competitivo sem picks de primeira rodada pelos próximos anos.

    A boa notícia é que eles criaram flexibilidade salarial mandando Russell e Jaden Hardy embora junto com Davis antes do deadline. Dinheiro pra gastar no mercado eles têm.

    Michael Finley e Matt Riccardi, que tocaram o time como GMs interinos, já foram avisados no fim de semana que não vão ficar no cargo. Agora é ver o que Ujiri vai fazer com eles – se mantém na organização ou se manda embora.

    Vocês acham que o Ujiri consegue montar um time campeão em torno do Luka sem picks de primeira rodada? Vai ser o maior teste da carreira dele, mas se alguém pode fazer essa mágica acontecer, é esse cara mesmo.

  • Bulls contratam Bryson Graham como novo VP – A reconstrução continua

    Bulls contratam Bryson Graham como novo VP – A reconstrução continua

    Olha, os Bulls finalmente definiram quem vai comandar o front office deles. Bryson Graham é o novo Executive Vice President of Basketball Operations do Chicago, saindo direto do Atlanta Hawks onde estava como senior vice president.

    Sinceramente? Eu não conhecia muito o trabalho do cara, mas quando você vê que ele passou 15 temporadas com os Pelicans antes de ir pros Hawks no ano passado, pelo menos experiência não falta. E olha que os Bulls não foram com pressa — consideraram vários candidatos, incluindo Matt Lloyd dos Timberwolves (que chegou a ser considerado favorito) e Dennis Lindsey.

    Substituindo Karnisovas na missão impossível

    Graham vai assumir o lugar do Arturas Karnisovas, que tava tocando essa reconstrução dos Bulls que… bem, vamos ser honestos, não tá sendo das mais empolgantes. Desde que desmancharam aquele time com DeMar DeRozan e companhia, Chicago tá meio perdido no meio da tabela.

    “Tenho uma honra incrível de me juntar aos Bulls”, disse Graham. “Esta é uma das franquias mais históricas do basquete profissional.” Cara, ele falou tudo certinho, né? Responsabilidade, cultura vencedora… O discurso padrão, mas pelo menos demonstra que entende a pressão de comandar uma franquia como Chicago.

    O desafio pela frente

    Michael Reinsdorf pareceu bem empolgado com a contratação, falando que Graham é um “avaliador de talentos de elite” que “ganhou tremendo respeito pela liga”. Bom, vamos ver se isso se traduz em escolhas melhores no draft e trades mais inteligentes.

    O que mais me chama atenção é que Graham falou sobre “encontrar os jogadores certos e desenvolver uma cultura impactante”. Monstro, os Bulls precisam disso URGENTE. Desde a era Jordan que eles não conseguem construir algo consistente por muito tempo.

    A real é que Chicago tem alguns jovens interessantes no elenco atual, mas falta uma direção clara. Será que Graham consegue dar essa identidade que os Bulls tão precisando? Vocês acham que ele vai apostar numa reconstrução completa ou vai tentar acelerar o processo?

    Uma coisa é certa: a pressão vai ser absurda. Dirigir os Bulls é uma das funções mais difíceis da NBA, ainda mais com a torcida de Chicago que não esquece o que é grandeza. Vamos acompanhar como ele vai se sair nessa empreitada.

  • Mavs ficam no vácuo: Tim Connelly não vai sair do Wolves

    Mavs ficam no vácuo: Tim Connelly não vai sair do Wolves

    Olha só que situação chata pros Mavericks. Segundo o Marc Stein, a direção do time de Dallas já tá meio que desistindo de conseguir uma entrevista com Tim Connelly pra assumir o cargo de presidente de operações de basquete.

    E não é por falta de interesse, viu? O problema é que os Wolves simplesmente não vão liberar o cara. Connelly ainda tem mais um ano de contrato em Minnesota e, convenhamos, depois da temporada que os Wolves fizeram chegando nas finais do Oeste, por que diabos eles iam facilitar a saída do executivo?

    Patrick Dumont quer fazer barulho

    O que mais me chama atenção nessa história é que o Patrick Dumont, novo dono dos Mavs, tá claramente querendo fazer uma contratação de impacto. Cara quer chegar chegando, sabe? E faz todo sentido — time que tem Luka Dončić e Kyrie Irving precisa de uma direção à altura.

    Mas aí que tá o problema: os executivos top de linha da NBA não tão exatamente sobrando no mercado. E quando você encontra um disponível, sempre tem algum porém.

    Dennis Lindsey ainda na mesa

    A alternativa que tá ganhando força é o Dennis Lindsey, atual vice-presidente de operações dos Pistons. Interessante que os Mavs ainda nem pediram permissão oficial pra conversar com ele — será que tão esperando resolver a situação do Connelly primeiro?

    Lindsey não é nome pequeno não. O cara teve passagens importantes no San Antonio (na época áurea dos Spurs) e no Utah Jazz. Conhece o mercado, entende de draft, sabe montar elenco. Talvez não seja o “nome de impacto” que o Dumont quer, mas definitivamente seria uma contratação sólida.

    Sinceramente? Acho que os Mavs vão ter que baixar um pouco as expectativas. Nem sempre dá pra pescar o peixe grande que você quer. Às vezes é melhor ir com alguém competente e disponível do que ficar correndo atrás de impossíveis.

    E vocês, acham que o Lindsey seria uma boa pra Dallas? Ou preferiam que eles continuassem insistindo em nomes mais badalados?

  • Mavs querem Tim Connelly, mas Wolves não vão largar o osso

    Mavs querem Tim Connelly, mas Wolves não vão largar o osso

    Olha só que situação interessante rolando na NBA: o Dallas Mavericks tá de olho no Tim Connelly, presidente de operações de basquete do Minnesota Timberwolves, pra assumir o comando do front office deles. Só que tem um probleminha — os Wolves não estão nem um pouco interessados em facilitar as coisas pros texanos.

    E sinceramente? Eu entendo perfeitamente.

    Por que os Wolves não querem soltar Connelly

    Cara, é só olhar os números. Desde que Connelly assumiu o comando em Minnesota, os Wolves ganharam quase 60% dos jogos na temporada regular. Sessenta por cento! Pra uma franquia que vivia brigando pra não ficar na última colocação, isso é praticamente um milagre.

    Mas o mais impressionante mesmo foram essas últimas duas temporadas. O Minnesota chegou nas duas últimas finais da Conferência Oeste e — pasmem — acabou de eliminar o Denver Nuggets na primeira rodada dos playoffs de 2024. Os mesmos Nuggets que foram campeões em 2023. Absurdo, né?

    E tem mais um detalhe que deixa tudo mais irônico: Connelly foi GM do Denver por nove temporadas e ajudou a montar aquele time campeão de 2023. Ou seja, o cara literalmente construiu um time, saiu, e agora voltou pra eliminar a própria criação. Se isso não é roteiro de filme, eu não sei o que é.

    Dallas fica na mão

    Como Connelly tem contrato com os Wolves, Dallas precisa de permissão pra nem sequer conversar com ele. E pelo jeito, Minnesota vai dar um sonoro ‘não, obrigado’ pra essa solicitação.

    Pensando bem, se eu fosse dirigente dos Wolves, faria exatamente a mesma coisa. O cara pegou uma franquia que era piada pronta e transformou em candidato real ao título. Por que diabos eles iriam facilitar pra um rival da própria conferência?

    Os Mavericks vão ter que partir pro plano B — e olha que eles precisam mesmo de alguém competente depois de algumas temporadas meio apagadas. Vocês acham que Dallas consegue achar alguém do nível do Connelly disponível no mercado?

    Uma coisa é certa: a NBA continua sendo um negócio onde lealdade e sucesso andam de mãos dadas. Connelly construiu algo especial em Minnesota, e os Wolves não vão deixar essa peça-chave escapar fácil assim.

  • Brad Stevens é eleito o melhor executivo da NBA pela segunda vez

    Brad Stevens é eleito o melhor executivo da NBA pela segunda vez

    Cara, o Brad Stevens continua provando que a transição de técnico para executivo foi uma das jogadas mais geniais da história recente da NBA. O presidente de operações de basquete dos Celtics acabou de ser eleito o Executivo do Ano da NBA pela segunda vez — e olha, eu não tô nem um pouco surpreso.

    Stevens levou 69 pontos na votação, com 11 votos de primeiro lugar, 4 de segundo e 2 de terceiro. Deixou todo mundo pra trás: Saleh Onsi dos Hawks ficou em segundo com 41 pontos, Trajan Langdon dos Pistons com 40 e Jeff Peterson dos Hornets com 37.

    A receita do sucesso continua funcionando

    Boston fechou a temporada regular com 56-26, segundo melhor recorde do Leste. E sabe o que é mais impressionante? É o quinto ano consecutivo que eles garantem uma das duas primeiras posições nos playoffs — exatamente os cinco anos que Stevens está no front office.

    Sinceramente, o cara entende de basquete como poucos. A forma como ele construiu esse elenco dos Celtics é simplesmente absurda. Conseguiu manter a competitividade numa Conferência Leste cada vez mais disputada sem abrir mão da profundidade do banco nem da continuidade do grupo.

    De técnico a executivo: uma masterclass

    Antes de virar executivo, Stevens passou oito temporadas como técnico de Boston. Agora, somando os 13 anos na franquia (entre quadra e escritório), os Celtics chegaram aos playoffs em 12 deles. Monstro demais.

    Stevens se tornou apenas o 12º executivo a ganhar o prêmio mais de uma vez desde que foi criado em 1972-73. E olha, pelo jeito que ele trabalha, não me surpreenderia se viesse um terceiro aí na frente.

    Vocês acham que ele é o melhor executivo da NBA atualmente? Eu tô começando a achar que sim. O cara simplesmente não erra — desde as trades até as extensões de contrato, tudo que faz dá certo.

  • Bulls definem os 3 favoritos para GM – e papo de rebuild tá rolando

    Bulls definem os 3 favoritos para GM – e papo de rebuild tá rolando

    Olha, os Bulls finalmente decidiram colocar a casa em ordem. E pelo que tá circulando por aí, já tem três caras na pole position para ser o novo GM: Matt Lloyd (dos Timberwolves), Bryson Graham (Hawks) e Dennis Lindsey (Pistons).

    A primeira rodada de entrevistas já rolou — tudo virtual, que é o esquema hoje em dia né? Além do trio favorito, também bateram um papo com Mike Gansey (Cavaliers) e Dave Telep (Spurs). Cinco candidatos na disputa inicial.

    Reconstrução total à vista?

    Mas aqui é onde a coisa fica interessante. Pelo que os caras estão comentando, em pelo menos uma das entrevistas o assunto foi direto ao ponto: rebuild total. E faz sentido, né?

    Pensa só: demitiu o Karnisovas no final da temporada, Billy Donovan decidiu vazar na semana passada… O negócio tá gritando “reset completo” com todas as letras. Sinceramente, acho que era o que tinha que acontecer mesmo. Esse time não conseguiu evoluir nos últimos anos.

    Quem vocês acham que leva?

    Dos três favoritos, o Lloyd me chama atenção. O cara tá fazendo um trabalho maneiro em Minnesota, ajudou a montar um time competitivo lá. Já o Graham vem do sistema do Hawks, que tem uma boa reputação de desenvolvimento de jogadores.

    Lindsey é mais experiente — passou pelos Jazz e agora tá em Detroit tentando reconstruir aquele time. Experiência não falta.

    Na minha visão, qualquer um dos três vai herdar uma baita responsabilidade. Chicago não pode mais ficar nessa de ser mediocre. Ou vai pra playoffs de verdade ou assume que vai reconstruir do zero. Esse meio termo tá matando a franquia.

    E vocês, o que acham? Hora de explodir tudo e começar de novo, ou ainda dá pra tentar salvar alguma coisa do elenco atual?