Tag: NBA front office

  • Nova loteria da NBA pode quebrar o mercado de trades

    Nova loteria da NBA pode quebrar o mercado de trades

    Olha, eu não sei se vocês estão acompanhando essa história da nova loteria que a NBA quer implementar, mas o bagulho pode virar uma confusão total no mercado de trocas. E quando eu digo confusão, é CONFUSÃO mesmo.

    A liga está propondo o sistema 3-2-1, que basicamente deixaria as chances de ganhar a loteria muito mais equilibradas. Isso significa que um time que termine em 16º lugar — que hoje não tem chance nenhuma de pegar uma das três primeiras escolhas — teria 2,7% de chance de ganhar a primeira pick geral. Pra vocês terem uma ideia, isso é mais do que Dallas tinha no ano passado quando ganharam o direito de escolher o Cooper Flagg (1,8%).

    O problema real: primeiro round vale ouro agora

    E aí que a coisa fica interessante (e complicada). Se qualquer pick de primeira rodada pode virar loteria, os GMs vão segurar essas escolhas com unhas e dentes. Imaginem vocês: hoje um time que projeta terminar bem pode trocar tranquilamente uma pick futura sabendo que vai ser lá pelo 20º-30º lugar. Com o novo sistema? Essa mesma pick pode virar primeira geral.

    “Esse sistema tiraria ainda mais controle das mãos dos times sobre como se reconstruir”, desabafou um GM assistente pro The Athletic. E eu concordo com o cara — imagina a dor de cabeça que isso vai ser?

    O timing foi péssimo

    Mas o que mais me irrita nessa história toda é o timing. Vários times já fizeram trades de picks futuras baseados no sistema atual, sem saber que a NBA estava cogitando essa mudança radical. É como se você vendesse seu carro por um preço X e no dia seguinte descobrisse que ele vale 3X mais.

    Sinceramente, acho que a liga vacilou nessa. Tudo bem querer combater o tanking — que realmente é um problema —, mas mexer nas regras no meio do jogo assim é complicado. E vocês, o que acham? Será que essa mudança vai realmente resolver o problema do tanking ou só vai criar uma bagunça maior ainda no mercado?

    A votação está marcada para 28 de maio, e eu tenho a impressão de que vai dar muito pano pra manga ainda.

  • Wolves querem manter Tim Connelly — e fazem muito bem

    Wolves querem manter Tim Connelly — e fazem muito bem

    Olha, eu sinceramente fico feliz quando vejo uma franquia fazendo a coisa certa. Os Minnesota Timberwolves estão correndo atrás de renovar o contrato do Tim Connelly, presidente de operações de basquete do time. E cara, é a decisão mais óbvia do mundo.

    Connelly tá no último ano de contrato depois daquela eliminação dolorida pros Spurs na segunda rodada. Mas vamos combinar uma coisa: o cara transformou os Wolves completamente.

    Dallas tentou roubar, mas nem rolou papo

    Teve especulação de que Dallas poderia ir atrás do Connelly, mas segundo as fontes, nem chegou a ter conversa séria entre eles. Os Mavericks acabaram contratando o Masai Ujiri mesmo. Sorte dos Wolves, porque perder o Connelly seria um tiro no pé gigante.

    E não foi só ele que quase vazou não. O Matt Lloyd, GM que trabalha direto com o Connelly, chegou perto de sair também. O cara foi finalista pra posição dos Chicago Bulls, mas no final ficaram com o Bryson Graham do Atlanta. Menos mal, porque a dupla Connelly-Lloyd é puro ouro.

    As trocas que mudaram tudo

    Vocês lembram como era Minnesota antes dessa dupla? Pois é. Connelly e Lloyd trouxeram Rudy Gobert (aquela troca polêmica que todo mundo criticou), Julius Randle, Donte DiVincenzo, Ayo Dosunmu… Sem falar no Mike Conley e no Nickeil Alexander-Walker em movimentos menores mas que fizeram total diferença.

    O resultado? Os Wolves voltaram a ser relevantes. Três eliminações consecutivas na segunda rodada podem parecer decepcionantes, mas vamos ter contexto aqui. Essa franquia passou ANOS sendo piada da liga. Agora pelo menos eles brigam de igual pra igual com os grandes do Oeste.

    Continuidade é tudo

    O Chris Finch também fica — tem mais dois anos de contrato. E isso é fundamental. Continuidade no front office e no comando técnico é algo que você não vê muito na NBA hoje em dia. Todo mundo quer resultados imediatos, mas construir um time competitivo demora tempo.

    Sim, o Oeste tá cada vez mais difícil. Sim, ainda não conseguiram passar da segunda rodada. Mas sinceramente? Prefiro mil vezes apostar na continuidade com essas pessoas do que começar tudo do zero de novo.

    E aí, vocês acham que Minnesota fez a escolha certa? Ou era hora de mexer no time de comando?

  • 76ers demitem Daryl Morey e procuram GM que trabalhe em equipe

    76ers demitem Daryl Morey e procuram GM que trabalhe em equipe

    Cara, a bomba explodiu na Filadélfia! Os 76ers mandaram embora Daryl Morey depois de seis temporadas, e agora Bob Myers — sim, o cara que comandou os Warriors nos títulos — está caçando um novo GM que saiba trabalhar em equipe. E olha, eu entendo perfeitamente a decisão.

    Morey até que tinha um cartel positivo (270-212 na temporada regular), mas ficou emperrado no segundo round dos playoffs. CINCO vezes nos playoffs em seis anos, e nunca passou da segunda fase. Isso frustra qualquer um, né? E pra piorar, tomaram uma varredura dos Knicks nessa temporada. Aí é osso.

    A troca polêmica do Jared McCain

    A gota d’água mesmo foi aquela troca maluca do Jared McCain pro Oklahoma City em fevereiro. O moleque tá voando por lá, e o pessoal da Filadélfia não perdoa. Sinceramente, eu também achei meio sem noção na época — você não troca um talento jovem assim sem ter certeza absoluta do que tá fazendo.

    Josh Harris, o dono, tentou defender dizendo que “fazia parte de um plano maior”, mas convenhamos… quando o cara que você trocou tá arrebentando no outro time e você foi varrido nos playoffs, fica difícil vender essa história, né não?

    Myers quer harmonia no front office

    Agora o Bob Myers falou uma coisa que faz muito sentido: “Você precisa de pessoas boas que estão em harmonia”. E cara, isso é fundamental mesmo. Quantas vezes a gente não vê times com talento sendo destruídos por ego e falta de comunicação?

    Myers deixou claro que quer alguém colaborativo, que saiba ouvir e tomar decisões em conjunto. Nada desse negócio de ditador do front office. “Ninguém joga pra chegar nos playoffs”, disse ele. E tá certo — com Embiid e Paul George no elenco, o objetivo tem que ser o anel mesmo.

    O problema é que o Embiid vive machucado (quando não é?) e o Paul George pegou 25 jogos de suspensão por drogas nessa temporada. Aí complica tudo. Como você constrói consistência com essas instabilidades?

    Janela de oportunidade se fechando

    A real é que o tempo tá passando. Embiid já tem 32 anos e uma história de lesões que preocupa. Paul George não rejuvenesce. Maxey e VJ Edgecombe são promessas, mas ainda não estão no nível de carregar um time sozinhos.

    Myers falou uma verdade dura: “É preciso um grande nível de desconforto para ganhar um campeonato”. Traduzindo: tem que meter a cara, gastar pesado, arriscar. E pelo menos o Harris garantiu que pode estourar o luxury tax — o que é fundamental nos dias de hoje.

    Vocês acham que os Sixers conseguem encontrar o GM ideal antes do Draft de junho? Eu torço pra que sim, porque desperdiçar o prime do Embiid seria uma tragédia. E aquela cena dos torcedores dos Knicks tomando conta do Wells Fargo Center… cara, isso não pode se repetir nunca mais.

  • Isaiah Thomas volta ao Celtics como olheiro – que reviravolta!

    Isaiah Thomas volta ao Celtics como olheiro – que reviravolta!

    Gente, que notícia boa pra começar o dia! Isaiah Thomas está de volta ao Boston Celtics. Não, não é como jogador — o cara vai trabalhar como olheiro da franquia, analisando tanto veteranos da liga quanto os universitários.

    Cara, eu sempre torci pra que o IT conseguisse uma segunda chance no basquete depois de tudo que rolou. E que lugar melhor pra isso do que Boston, onde ele viveu seus melhores momentos na NBA?

    De volta pra casa (quase literalmente)

    O mais legal é que o Thomas vai trabalhar baseado em Seattle, que é praticamente sua cidade natal — ele nasceu em Tacoma, Washington. Aos 37 anos, o cara finalmente achou um jeito de continuar no basquete que ele tanto ama, mesmo que não seja dentro das quatro linhas.

    E olha só que timing perfeito: ele já tá em Chicago com a diretoria do Celtics pro NBA Combine desta semana. Tá aprendendo todo o processo de avaliação de prospects e até ajudando nas entrevistas. Boston tem a 27ª escolha no draft, então todo conhecimento é bem-vindo.

    A era dourada que quase foi

    Quem lembra da época mágica do Thomas em Boston entre 2015-2017? O cara simplesmente ressuscitou aquele time, virou All-Star duas vezes seguidas e quase levou os Celtics longe demais nos playoffs de 2017.

    Mas aí veio aquela lesão no quadril que mudou tudo. Uma lesão que, sinceramente, destruiu a carreira de um dos caras mais determinados que já passaram pela liga. Depois disso foi só ladeira abaixo — cinco times diferentes em cinco temporadas, sempre tentando voltar ao que era antes.

    O que mais me marcou foi ver ele sendo trocado pros Cavaliers naquele negócio do Kyrie Irving. Na época fez sentido pros Celtics, mas sempre pensei que o Thomas mereceu mais consideração depois de tudo que fez pela franquia.

    Nunca desistiu do sonho

    E o cara nunca parou de tentar, né? Em janeiro do ano passado ainda tava jogando pelo Salt Lake City Stars, time da G League afiliado ao Jazz. Antes disso teve aquele contrato de 10 dias com o Phoenix Suns em 2024 — não chegou nem a entrar em quadra, mas a vontade sempre esteve lá.

    Agora, com 37 anos nas costas, encontrou uma forma inteligente de continuar no jogo que ama. E convenhamos, quem melhor pra identificar talento do que alguém que viveu na pele tanto o sucesso quanto as dificuldades da liga?

    Vocês acham que o Isaiah vai conseguir identificar alguma joia escondida pro Celtics? Eu tenho uma sensação que ele pode ser um baita olheiro — o cara sempre teve um QI de basquete absurdo.

  • Nets promovem Makar Gevorkian para GM assistente

    Nets promovem Makar Gevorkian para GM assistente

    Olha, movimentação interna no Brooklyn Nets que pode passar despercebida mas é bem significativa. Makar Gevorkian — nome difícil de pronunciar mas que tá fazendo história — acabou de ser promovido para gerente geral assistente da franquia.

    Gevorkian não chegou de paraquedas nessa posição não. O cara tá ralando no front office do Nets desde 2020, quando entrou como assistente de operações de basquete. Imaginem a trajetória: começou lá embaixo, foi subindo degrau por degrau — de associado de salary cap até diretor, depois vice-presidente, e agora GM assistente.

    O especialista em teto salarial

    Sean Marks, o GM dos Nets, elogiou a mente estratégica do Gevorkian e especialmente o conhecimento dele sobre salary cap. E cara, isso é FUNDAMENTAL na NBA hoje. A liga virou um jogo de quebra-cabeça financeiro onde cada centavo conta.

    Vocês já pararam pra pensar como é complicado montar um elenco respeitando o teto salarial? É tipo jogar Tetris em 3D enquanto alguém balança a sua cadeira. E pelo visto o Gevorkian manja muito disso.

    O perfil acadêmico por trás do sucesso

    A formação do cara impressiona: direito pela Universidade de Chicago (que não é qualquer uma), economia pela Loyola Marymount, com especialização em matemática aplicada. Basicamente, ele tem o combo perfeito para trabalhar com contratos e estratégia na NBA.

    Sendo sincero, é o tipo de perfil que os times procuram hoje em dia. A era dos GMs que eram ex-jogadores tá dando lugar pra galera mais analítica, que entende de números e consegue navegar pela complexidade financeira da liga.

    Essa promoção mostra que os Nets tão apostando na consistência interna. Em vez de buscar nomes externos, eles reconheceram o trabalho de quem já tava ali, construindo junto. E aí, acham que essa estratégia de valorizar quem cresce dentro de casa funciona melhor que contratar estrelas do mercado?

  • Bulls reformulam front office com Stephen Mervis e Acie Law

    Bulls reformulam front office com Stephen Mervis e Acie Law

    Os Bulls tão mexendo pesado no front office e, sinceramente, era mais que hora. Stephen Mervis acaba de ser contratado como Vice-Presidente Sênior de Operações de Basquete, virando o braço direito do novo VP executivo Bryson Graham.

    Mervis vem do Magic com experiência

    O cara não é novato no pedaço — estava como gerente geral assistente do Orlando Magic e tem uma bagagem legal desde 2013, quando começou no Indiana Pacers. Nove anos de NBA nas costas, já viu de tudo um pouco.

    O que me chamou atenção foi que os Bulls também tavam de olho no Dave Lewin pra essa posição. Pelo visto o cara impressionou tanto na entrevista pro cargo principal (que foi pro Graham) que quase levou esse role também. Competição boa sempre eleva o nível.

    Acie Law completa o pacote

    E não para por aí — Acie Law vai ser o novo VP de Pessoal de Jogadores. Law e Graham jogaram juntos na universidade no Texas A&M, então já tem aquela química e confiança mútua. Eu curto quando tem essa conexão pessoal, porque facilita muito a comunicação no dia a dia.

    Olha, depois de anos vendo os Bulls patinando nas decisões de front office, essa reformulação toda me dá uma esperança. Graham chegou pra mudar as coisas e já tá montando a equipe dele. Vocês acham que essa nova configuração vai conseguir tirar os Bulls dessa mediocridade que tá há anos?

    O time precisa urgente de uma direção clara, especialmente pensando no futuro do DeMar DeRozan e nas próximas escolhas de draft. Com Mervis e Law no comando das operações, pelo menos parece que vai ter gente experiente tomando as decisões importantes.

  • 5 nomes para substituir Daryl Morey no comando dos Sixers

    5 nomes para substituir Daryl Morey no comando dos Sixers

    Cara, aconteceu o que ninguém esperava: os Philadelphia 76ers resolveram dispensar Daryl Morey depois de seis temporadas como presidente de operações de basquete. Sinceramente? Não sei se foi a decisão certa, mas entendo a frustração da torcida.

    Seis anos sem chegar nas finais da Conferência Leste é de doer. E olha que os Sixers não chegam lá há mais de 25 anos — um jejum que já tá beirando o absurdo para uma franquia histórica como essa.

    Os candidatos que fazem sentido

    Bob Myers, que agora comanda o esporte na HBSE, vai ser o responsável por encontrar o substituto. E eu já fui atrás de quem pode pintar por lá. Vamos aos nomes que estão circulando:

    Dennis Lindsey é o veterano da lista. O cara começou como olheiro do Utah Jazz em 1996 (imagina a experiência que esse homem tem) e foi subindo até virar VP. Passou pelo Spurs — que escola, né? — e depois voltou pro Jazz como GM.

    Foi lá que ele comandou aquele time monstro do Donovan Mitchell e Rudy Gobert. Só que rolou uma polêmica em 2015 com acusações de comentários racistas, que ele sempre negou. A NBA investigou e não achou nada, mas o cara acabou saindo em 2021. Hoje tá nos Pistons como Senior VP.

    Dave Telep tem uma história diferente. Era analista de recruiting da ESPN antes dos Spurs pescarem ele em 2013 como coordenador de scouting. E olha, se tem uma coisa que o Spurs sabe fazer é desenvolver talento — esse cara pode ser ouro para os Sixers.

    Apostas interessantes vindas de longe

    Matt Lloyd é outro que subiu na raça. Começou como coordenador de mídia no Bulls em 1999 (!) e foi escalando até virar GM dos Timberwolves no ano passado. Trabalhava com o Tim Connelly, que é um dos melhores executivos da liga atualmente.

    Nick U’Ren também tem pegada. Começou como coordenador de vídeo no Suns em 2009, mas foi nos Warriors que ele realmente brilhou. É creditado como um dos caras por trás da famosa “Death Lineup” que levou Golden State ao título. E adivinha quem era o GM dos Warriors na época? Bob Myers. Conexão interessante, né?

    Eu fico pensando: qual perfil os Sixers querem? Um veterano como Lindsey, que já passou por tudo? Ou apostar numa cara nova como Telep, que entende de scouting e pode ajudar a construir pelo draft?

    E vocês, qual desses nomes acham que faz mais sentido para tentar quebrar essa maldição dos Sixers? Porque olha, 25 anos sem final de conferência não é brincadeira não…

  • Lakers vão contratar 2 GMs assistentes – finalmente!

    Lakers vão contratar 2 GMs assistentes – finalmente!

    Olha, eu não aguento mais ver o Lakers tomando decisões questionáveis por falta de estrutura no front office. Mas parece que a coisa vai mudar — e pode ser que seja pra melhor dessa vez.

    Rob Pelinka anunciou que o time vai contratar dois gerentes gerais assistentes. Dois! E olha só que inteligente a divisão: um vai cuidar da parte de scouts, draft e desenvolvimento de jogadores. O outro vai focar em salary cap, analytics e dados.

    Finalmente entenderam que precisam de ajuda

    Sinceramente? Era sobre hora. Qualquer um que acompanha a NBA sabe que o Lakers tava meio perdido nas últimas temporadas. Claro que o Pelinka não vai admitir que tinha buraco na estrutura — ele disse que “não é que tivemos falhas, só queremos adicionar mais gente”. Tá bom, Rob.

    Mas a real é que essa mudança faz todo sentido. Com Mark Walter agora como dono majoritário (o mesmo cara que transformou os Dodgers), era questão de tempo até ele investir pesado no front office. E pelo jeito, não tão economizando — já contrataram o Lon Rosen como presidente de operações comerciais também.

    O que isso muda na prática?

    Cara, muda TUDO. Imagina ter dois especialistas cuidando de áreas super específicas? Um maluco só pra entender de salary cap e analytics, outro só pra avaliar jogador e draft. O Pelinka não vai mais precisar dar conta de absolutamente tudo sozinho.

    E vocês sabem como o Lakers sofre no draft, né? Talvez agora eles parem de pegar uns projetos estranhos e comecem a acertar mais nas escolhas. Pelo menos é o que a gente torce.

    O mais interessante é que eles já começaram as entrevistas mas ainda não contrataram ninguém. Pelinka também revelou que já fizeram várias outras contratações que o público nem fica sabendo — pessoal de analytics, scouts médicos, essas paradas mais técnicas.

    Mudança real ou só discurso?

    Olha, eu tô otimista mas com o pé no chão. O Lakers sempre foi bom em fazer barulho e prometer mudanças. Agora é ver se realmente vão contratar gente competente ou se vai ser mais do mesmo.

    O que vocês acham? Será que dessa vez eles acertam a mão? Ou vão contratar uns caras aleatórios só pra falar que mudaram alguma coisa?

    Uma coisa é certa: com LeBron provavelmente se aposentando em breve e AD entrando na reta final da carreira, não dá mais pra brincar de front office amador. É agora ou nunca.

  • Lakers fazem faxina no front office após vexame nos playoffs

    Lakers fazem faxina no front office após vexame nos playoffs

    Cara, quando você toma uma varredura de 4 a 0 nos playoffs, alguma coisa tem que mudar, né? Os Lakers acabaram de anunciar uma reformulação completa no front office depois do vexame contra o Thunder na primeira rodada dos playoffs de 2026.

    Rob Pelinka não titubeou nas palavras: vai rolar uma “desconstrução” total. E olha, sinceramente? Era sobre tempo. Tomar 4 a 0 do Thunder doeu, mas talvez seja exatamente o que os Lakers precisavam pra acordar pra vida.

    Dois novos gerentes assistentes chegando

    A novidade principal é que o time está contratando dois gerentes assistentes. Um vai cuidar da parte de draft e avaliação de jogadores — basicamente scout e desenvolvimento. O outro vai ser mais estratégico: salary cap, analytics, dados… essas paradas mais cerebrais que fazem toda diferença hoje em dia.

    “Não é que tínhamos buracos nessas posições”, disse Pelinka. “Temos uma equipe incrível que trabalha duro pra caramba. Só queremos adicionar mais.”

    Hmm, sei… Se não tinha buraco, por que a necessidade de contratar gente nova depois de uma eliminação tão constrangedora? Enfim, pelo menos estão reconhecendo que algo precisa mudar.

    A influência dos Dodgers está pesada

    Desde que Mark Walter (dono dos Dodgers) comprou o time em outubro, a coisa mudou de figura. Já rolou uma limpa geral: os irmãos Joe e Jesse Buss foram demitidos em novembro, a maioria do departamento de scout foi pro espaço…

    E agora vem a reconstrução. Contrataram Tony Bennett (ex-técnico de Virginia) como consultor do draft, executivos dos Dodgers como Farhan Zaidi e Andrew Friedman entraram em roles de consultoria. É a “Dodgerização” dos Lakers acontecendo em tempo real.

    O que eu acho? Olha, os Dodgers são uma máquina bem azeitada, então talvez essa influência seja exatamente o que os Lakers precisavam. Mas basquete não é baseball, né? Vamos ver se essa fórmula funciona na NBA.

    Mudanças até no prédio

    Não é só o front office que vai mudar. Com o time da G League se mudando pra Coachella Valley, sobrou espaço no CT. E aí que entra a grana dos Dodgers: vão construir laboratório de biomecânica, salas de movimento, centro de recuperação…

    Isso sim faz diferença! Quantas lesões os Lakers já perderam por falta de estrutura adequada? LeBron tá com 40 anos, AD vive se machucando… ter uma estrutura médica de primeira pode ser a diferença entre título e vexame.

    E aí, vocês acham que essas mudanças vão dar resultado ou é só mais do mesmo? Uma coisa eu garanto: depois dessa eliminação vergonhosa, qualquer coisa é melhor que o status quo.

  • Lakers mexendo geral: nova era Walter já tá mudando tudo

    Lakers mexendo geral: nova era Walter já tá mudando tudo

    Olha, quando o Mark Walter comprou os Lakers em outubro, eu já sabia que a coisa ia esquentar. E não é que tá rolando uma reformulação completa mesmo? Rob Pelinka acabou de anunciar que vão contratar dois gerais assistentes novos — e isso é só o começo.

    A temporada acabou de forma amarga com aquela varrida do Thunder (que dor), mas o Pelinka já tá pensando no futuro. Um dos novos contratados vai focar em scouting profissional, draft e desenvolvimento de jogadores. O outro vai ser especialista em analytics, dados e salary cap. Cara, sobre tempo — a NBA moderna exige isso mesmo.

    A revolução Walter tá apenas começando

    “Não é que tínhamos buracos nessas áreas”, disse o Pelinka. “Temos uma equipe incrível que trabalha muito. Só queremos adicionar mais.” Traduzindo: estamos atrasados e precisamos correr atrás.

    E não para por aí não. Desde que o Walter (sim, o mesmo dono dos Dodgers) assumiu, já rolou aquele climão com os irmãos da Jeanie Buss sendo demitidos. Joey e Jesse Buss caíram fora numa limpa que ninguém esperava. Foi polêmico demais.

    Do lado dos negócios, trouxeram o Lon Rosen direto dos Dodgers pra comandar as operações. O cara já criou duas posições novas só pra aumentar a receita e expandir a marca Lakers nacional e internacionalmente.

    E o elenco? Tá tudo em aberto

    Agora vem a parte que mais me preocupa: oito jogadores com contratos expirando ou com player options neste verão. Isso inclui LeBron e Austin Reaves — imagina se os dois vazam?

    Os scouts já estavam em Chicago ontem de manhã pro combine da NBA, enquanto a gente ainda tava digerindo aquela eliminação. Com a 25ª escolha no draft, vão entrevistar uns 20 caras antes do draft do dia 23 de junho.

    Uma coisa interessante: trouxeram Tony Bennett, ex-técnico de Virginia, como consultor do draft. O Pelinka foi claro: “Tony disse que nunca mais quer treinar. Esse capítulo da vida dele acabou 100%. Mas ter a mente de um construtor e técnico no nosso departamento de draft tem sido especial.”

    Mudanças que já chegaram na sua carteira

    E os fãs já tão sentindo no bolso, viu? Adicionaram mais uma fileira de courtside atrás das cestas pros playoffs. Mandaram aqueles avisos de renovação de season ticket com preços que fizeram o povo surtir. Será que não tão exagerando na dose?

    Ah, e moveram o time da G League de South Bay pra Coachella Valley. Vai jogar numa arena de 11 mil lugares em Palm Desert — imagina o LeBron indo assistir um jogo do Bronny lá no deserto?

    Falando nisso, essa integração entre NBA e G League funcionou bem. Até o LeBron treinou com a galera de South Bay quando tava se recuperando de lesão. E o Bronny? Ganhou minutagem preciosa lá embaixo pra ganhar confiança.

    Sinceramente, acho que essas mudanças eram necessárias. A NBA evoluiu muito e os Lakers precisavam acompanhar. Mas vocês acham que essa reformulação toda vai dar certo ou é só mudança por mudança?