Tag: NBA front office

  • Mavs querem roubar o GM dos Wolves no meio dos playoffs

    Mavs querem roubar o GM dos Wolves no meio dos playoffs

    Olha, tem coisa mais desrespeitosa que tentar roubar o presidente de basquete de um time que tá voando nos playoffs? Os Dallas Mavericks tão fazendo exatamente isso com Tim Connelly, que comanda as operações de basquete do Minnesota Timberwolves.

    E o timing não podia ser mais maluco. Os Wolves tão destruindo o Denver Nuggets por 3-1 na primeira rodada dos playoffs — literalmente eliminando os atuais campeões — e os Mavs já tão de olho no cara que montou esse time.

    Por que Connelly é tão cobiçado?

    Cara, não é à toa que todo mundo quer o Connelly. O cara foi quem construiu os Nuggets campeões de 2023, e agora tá fazendo mágica em Minnesota. Pegou um time que vivia no limbo e transformou numa máquina de playoffs com Anthony Edwards, Karl-Anthony Towns e Jaden McDaniels.

    A questão é que ele não tem mais cláusula de saída no contrato com os Wolves. Mas vocês sabem como é a NBA — quando um executivo é bom assim, sempre tem jeito de fazer negócio. E pelo que tô ouvindo, muita gente na liga acredita que ele pode ser convencido a sair de Minnesota quando a temporada acabar.

    Dallas tá precisando mesmo

    Sinceramente, os Mavs precisam de alguém assim. O time tem Luka Dončić e Kyrie Irving, mas a construção do elenco ao redor deles tem sido questionável. Eles são um dos dois times da NBA procurando um novo comandante para o front office, e Connelly seria um upgrade gigantesco.

    Imagina só: o cara que descobriu Nikola Jokić na segunda rodada do draft e montou um time campeão agora trabalhando com Luka? Seria uma combinação monstro. Mas primeiro, ele tem que se concentrar em levar os Wolves o mais longe possível nesses playoffs.

    E aí, vocês acham que Connelly deixaria Minnesota depois de todo esse sucesso? Ou será que a tentação de trabalhar com Luka seria grande demais?

  • Agente da CAA desiste da vaga nos Bulls — quem vai comandar?

    Agente da CAA desiste da vaga nos Bulls — quem vai comandar?

    Olha, os Bulls continuam na busca pelo novo presidente de basquete, e agora ficou mais complicado. Austin Brown, da CAA, que era o único candidato de fora da NBA, resolveu não seguir em frente com a vaga.

    Brown não é qualquer um não — o cara representa uma galera pesada: Cooper Flagg (que vai ser primeira escolha do Draft), Trae Young, Donovan Mitchell, OG Anunoby, Jaren Jackson Jr. e Myles Turner. Imagina só a rede de contatos que esse cara tem? Seria interessante demais ver um agente comandando um front office.

    E agora, quem sobra na disputa?

    Com Brown fora da briga, os Bulls têm cinco nomes na mesa — todos de dentro da NBA mesmo. Matt Lloyd (GM dos Timberwolves), Dennis Lindsey (VP dos Pistons), Bryson Graham (VP dos Hawks), Mike Gansey (GM dos Cavaliers) e Dave Telep (GM assistente dos Spurs).

    Sinceramente? Eu acho que Brown fez bem em desistir. Pegar um time como os Bulls agora, com essa confusão toda, DeMar DeRozan saindo, Zach LaVine que ninguém sabe se fica ou vai… É pedir pra ter dor de cabeça.

    A real dos Bulls

    A franquia tá numa situação bem esquisita. Eles não são ruins o suficiente pra tankar direito, mas também não são bons o suficiente pra brigar por playoff de verdade. E olha que Chicago é um mercado gigante — tinha que estar brigando por título todo ano.

    O que vocês acham? Quem desses cinco nomes faz mais sentido pra tentar arrumar essa bagunça? Eu tenho a impressão de que vão com alguém mais tradicional mesmo, que já conhece o sistema da NBA por dentro.

    Uma coisa é certa: seja quem for que assumir vai ter trabalho pra caramba pela frente. Os Bulls precisam decidir se vão reconstruir de vez ou tentar mais uma vez montar um time competitivo. E com a pressão da torcida de Chicago… boa sorte aí!

  • Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Cara, parece que o Chicago Bulls finalmente tá levando a sério essa reformulação no front office. Depois de anos de vacilação e uma temporada que foi de mal a pior, a franquia já tem seis nomes na mesa para assumir o comando das operações de basquete.

    A busca começou depois que mandaram embora Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril — e olha, sinceramente, já era hora. Em seis anos, os caras conseguiram levar o time aos playoffs apenas uma vez. Uma. Isso com o Michael Jordan eternamente observando do alto lá no United Center.

    Os candidatos da vez

    Entre os cinco executivos que já receberam autorização para entrevista estão alguns nomes bem interessantes. Matt Lloyd, do Minnesota Timberwolves, tem 17 anos de experiência em Chicago — então já conhece a casa. Dennis Lindsey, dos Pistons, é veterano com três décadas de experiência, incluindo sete anos como GM do Jazz.

    Tem também Bryson Graham, que subiu de estagiário a GM nos Pelicans ao longo de 15 temporadas (respeita a escalada!), Mike Gansey dos Cavaliers, que ajudou a reconstruir Cleveland numa força no Leste, e Dave Telep dos Spurs, com 13 anos na máquina de produzir talentos de San Antonio.

    Mas o nome que mais me chamou atenção? Austin Brown, agente da CAA e nativo de Chicago. O cara representa estrelas como Donovan Mitchell, Trae Young e o futuro craque Cooper Flagg. Já ofereceram o cargo de GM pra ele em 2020, e agora pode ser a hora perfeita.

    Billy Donovan é inegociável

    Michael Reinsdorf deixou bem claro uma coisa: quem vier tem que topar trabalhar com Billy Donovan. E olha, faz todo sentido. O cara é técnico do Hall da Fama, ganhou títulos na faculdade e levou Oklahoma City longe nos playoffs.

    “Se alguém não tá vendido no Billy, não tá vendido num técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf. Mensagem recebida alto e claro.

    As entrevistas começam essa semana, e a ideia é fechar contratação antes ou logo depois do combine em maio. Vocês acham que dessa vez o Bulls acerta a mão? Porque depois de anos de mediocridade, a torcida de Chicago merece algo melhor que brigar por play-in.

  • Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Olha só, os Bulls finalmente começaram a procurar um novo presidente de operações de basquete depois de mandarem embora o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley há duas semanas. E cara, a lista de candidatos é bem variada mesmo.

    Segundo fontes da ESPN, Chicago já pediu permissão pra entrevistar uma galera: Matt Lloyd (GM dos Timberwolves), Dennis Lindsey (VP sênior dos Pistons), Bryson Graham (VP sênior dos Hawks), Mike Gansey (GM dos Cavaliers) e Dave Telep (GM assistente dos Spurs). Ah, e também vão conversar com Austin Brown, que é co-chefe da divisão de basquete da CAA.

    As entrevistas começam essa semana

    O cronograma tá corrido — as entrevistas devem começar nos próximos dias e eles querem definir o novo chefão antes ou logo depois do combine de maio. Meio apertado, mas faz sentido considerando que demitir o pessoal em abril já foi meio tardio.

    E aqui vem o plot twist: Michael Reinsdorf deixou bem claro que Billy Donovan fica SIM como técnico, não importa quem assuma. “Se eu entrevisto alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos num técnico Hall da Fama”, disse o CEO. Sinceramente, isso me parece uma decisão acertada — Donovan é competente e não foi culpa dele a bagunça dos últimos anos.

    Os candidatos são interessantes

    Matt Lloyd é o que mais me chama atenção. O cara passou 17 anos em Chicago (1995-2012), conhece a casa, e agora é braço direito do Tim Connelly em Minnesota — time que chegou nas finais do Oeste duas vezes seguidas. Experiência não falta.

    Dennis Lindsey tem 30 anos de NBA, incluindo sete como GM do Utah Jazz. Bryson Graham subiu de estagiário a GM em New Orleans e é conhecido pelo olho clínico no draft. Mike Gansey tá ajudando a construir os Cavs como contenders no Leste. E Dave Telep tem 13 anos com os Spurs — organização que é referência mundial.

    Austin Brown é interessante porque é agente (representa Donovan Mitchell, por exemplo), é de Chicago e já foi oferecido o cargo de GM dos Bulls em 2020 pelo próprio Karnisovas. Será que rola uma reviravolta aí?

    Vocês acham que essa mudança vai fazer diferença? Depois de seis anos com Karnisovas e só uma aparição nos playoffs, qualquer coisa parece uma melhoria. Mas o negócio é escolher alguém que tenha visão de longo prazo e não fique fazendo malabarismo só pra tentar salvar o emprego todo ano.

  • Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Acabaram de mandar embora o Johann Bilsborough, diretor de saúde e performance, logo no dia seguinte ao fim da temporada desastrosa deles. E olha só que absurdo: é o QUARTO ano consecutivo que eles fazem uma mudança grande no departamento médico.

    Sinceramente? Tá na cara que o problema não são só os profissionais. Quando você demite gente todo ano na mesma área, alguma coisa tá muito errada na estrutura, né?

    O australiano que não vingou

    O Bilsborough é um cara qualificado pra caramba – doutor em ciência do esporte, trabalhou com os Patriots da NFL e até com o Boston Celtics. Mas duas temporadas turbulentas em Dallas e tchau. O time nem pros playoffs conseguiu ir nesses dois anos, depois daquela final incrível de 2024 contra o Boston.

    Na minha visão, contratar o cara certo não adianta nada se o ambiente de trabalho tá uma zona. E pelo jeito que as coisas andam por lá, deve tá mesmo.

    Dança das cadeiras sem fim

    A situação fica ainda mais louca quando você vê o histórico: Casey Smith ficou VINTE ANOS no Mavericks, foi demitido de forma nada elegante em 2023, e agora tá brilhando no New York Knicks. Tanto que o staff médico dos Knicks ganhou o prêmio de melhor da liga na temporada passada – primeira temporada do Smith lá.

    Detalhe engraçado: quando o Smith comandava Dallas, eles ganharam esse mesmo prêmio em 2020-21 e 2021-22. Coincidência? Acho que não.

    Jeremy Holsopple, outro veterano, também foi mandado embora depois da final de 2024 e foi parar nos Lakers. Keith Belton durou só um ano. É uma rotatividade absurda, mano!

    E agora? Vão esperar contratar o novo executivo de basquete (que deve rolar até maio) pra ele escolher o substituto. Ou seja, mais incerteza, mais mudança, mais bagunça.

    Vocês acham que o problema tá mesmo nos profissionais ou na forma como o front office dos Mavs gerencia essas contratações? Porque pra mim, quando você demite todo mundo e os caras vão brilhar em outros times, a conta não fecha não.

  • Bulls demitem dupla do front office após 6 anos de mediocridade

    Bulls demitem dupla do front office após 6 anos de mediocridade

    E lá vamos nós de novo com os Bulls fazendo faxina no escritório. Arturas Karnisovas e Marc Eversley foram demitidos ontem após seis temporadas comandando as operações de basquete em Chicago. Sinceramente? Já era hora.

    Olha, eu não vou fingir surpresa aqui. Seis anos, uma ida aos playoffs, e um monte de reinvenções que não levaram a lugar nenhum. O próprio CEO Michael Reinsdorf admitiu na nota oficial: “não tivemos o sucesso que nossos torcedores merecem”. Pelo menos ele foi honesto.

    A montanha-russa da mediocridade

    Lembram daquele início de 2021-22 quando os Bulls estavam 38-21 e a galera sonhando com os playoffs? LaVine voando, DeRozan fazendo aqueles arremessos impossíveis, Vucevic dominando o garrafão. Aí o Lonzo Ball se machuca — cara que era literalmente a cola do time — e tudo desmorona.

    O problema é que esse elenco envelheceu rápido demais. E o pior: ficaram presos naquela situação clássica da NBA, nem ruins o suficiente pra pegar pick alto, nem bons o suficiente pra brigar por algo sério. Resultado? Picks no final da loteria e mais mediocridade.

    E agora? Quem vai assumir a bagunça?

    Os rumores já começaram a rolar. Kyle Korver, que tá como GM assistente no Hawks, é um dos nomes cotados. Landry Fields (ex-Hawks), Mike Dunleavy Jr. (Warriors — mas acho difícil ele sair de Golden State), e até Matt Lloyd, que é de Chicago e trabalhou 13 anos nos Bulls.

    O mais interessante é que quem assumir vai ter munição: US$ 65 milhões em cap space e um pick de loteria. Mas como o próprio Reinsdorf disse, o que eles mais precisam é de direção, de um plano claro. Isso que tem faltado há anos.

    Ah, e aparentemente querem manter o Billy Donovan como técnico. Faz sentido — o cara não é o problema, né?

    Vocês acham que finalmente os Bulls vão acertar a mão ou é mais uma tentativa que vai dar em pizza? Porque olhando esse histórico recente, é difícil ter esperança…

  • Bulls fazem limpeza geral: demitem GM e VP após 6 anos de fracasso

    Bulls fazem limpeza geral: demitem GM e VP após 6 anos de fracasso

    Olha, eu não esperava isso mas… finalmente! Os Bulls resolveram fazer aquela limpeza que todo mundo já tava pedindo há um tempão. Arturas Karnisovas (VP de operações de basquete) e Marc Eversley (gerente geral) foram demitidos nesta segunda-feira depois de seis anos de muita promessa e pouca entrega.

    E sinceramente? Era hora mesmo.

    Seis anos de altos e baixos (mais baixos que altos)

    A dupla chegou no começo da temporada 2020-21 com uma proposta interessante. Logo de cara fizeram aquele trade bombástico pelo Vucevic e no ano seguinte trouxeram DeMar DeRozan, Alex Caruso e Lonzo Ball. Na época eu até pensei: “Cara, os Bulls voltaram pra briga!”

    E por um momento pareceu que ia dar certo mesmo. No começo da temporada 2021-22, o time estava voando – 38 vitórias e 21 derrotas no All-Star break. Mas aí veio aquela lesão no joelho do Lonzo Ball e… pronto. O castelo de cartas desmoronou.

    Resultado final da gestão deles? 224 vitórias e 254 derrotas em seis temporadas. Uma única aparição nos playoffs (eliminação na primeira rodada pro Milwaukee em 2022). Quatro anos consecutivos sem playoffs. É pouco, muito pouco pra uma franquia como Chicago.

    O desastre do trade deadline

    O que mais me irritou foi a forma como eles lidaram com o desmanche do elenco. Venderam DeRozan, Caruso e outros talentos por praticamente nada em troca de picks de draft. No deadline deste ano, mandaram embora Vucevic, Coby White e Ayo Dosunmu numa tentativa desesperada de “sair do meio termo”.

    Cara, quando você tem que explicar sua estratégia como “tentativa de sair do meio”, já sabe que a coisa não tá indo bem, né?

    Michael Reinsdorf, presidente da equipe, foi direto no comunicado: “Não tivemos o sucesso que nossos fãs merecem”. E completou dizendo que sente a frustração da torcida. Pelo menos assumiu o erro.

    E agora, pra onde vão os Bulls?

    Com 29 vitórias e 49 derrotas, os Bulls estão na 12ª colocação do Leste. Ganharam apenas 5 dos últimos 29 jogos desde fevereiro. É de dar dó mesmo.

    A pergunta que fica é: quem vai assumir agora? E mais importante ainda – será que conseguem atrair alguém realmente competente pra reconstruir essa franquia?

    Porque uma coisa eu posso garantir: a torcida de Chicago merece muito mais que isso. Uma cidade com a tradição dos Bulls dos anos 90, com Jordan, Pippen, Rodman… ver o time nessa situação é de partir o coração de qualquer fã de basquete.

    Vocês acham que essa mudança vai ser suficiente pra colocar os Bulls de volta nos trilhos? Ou vai ser só mais do mesmo?

  • Bulls demitem toda diretoria: era Karnisovas chegou ao fim

    Bulls demitem toda diretoria: era Karnisovas chegou ao fim

    Olha, eu não esperava isso hoje mas aconteceu: os Bulls mandaram embora tanto o Arturas Karnisovas (VP de operações) quanto o Marc Eversley (GM). Seis anos de Karnisovas no comando e… tchau.

    O Michael Reinsdorf, filho do dono Jerry e atual presidente do time, foi direto: a franquia “não teve o sucesso que nossos fãs merecem” e era “responsabilidade dele seguir numa nova direção”. Cara, quando o cara admite que sente a frustração da torcida e diz que está “totalmente comprometido em acertar dessa vez”, você sabe que a coisa estava feia mesmo.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 224 vitórias contra 254 derrotas em seis temporadas. Isso é campanha negativa, galera. Os Bulls conseguiram três participações consecutivas no Play-In Tournament — que convenhamos, não é exatamente motivo de festa — antes de nem isso conseguir nesta última temporada.

    Uma aparição nos playoffs em seis anos. UMA. Para uma franquia histórica como Chicago, isso é inadmissível.

    E agora, Bulls?

    Sinceramente, essa demissão não me surpreende tanto. O time vive num limbo há anos: não é ruim o suficiente para tankar direito e pegar picks altos, mas também não é bom o suficiente para brigar por algo relevante. É aquela situação clássica da mediocridade que todo fã odeia.

    A questão agora é: quem vem por aí? E principalmente — vão finalmente decidir se querem reconstruir de verdade ou continuar nessa de tentar competir com esse elenco?

    O que vocês acham? Era hora mesmo de mudar tudo na diretoria dos Bulls ou deveriam ter dado mais uma chance?

  • Mavs seguem na busca por executivo sem ajuda externa

    Mavs seguem na busca por executivo sem ajuda externa

    Os Dallas Mavericks continuam procurando um novo chefe de operações de basquete por conta própria, sem contratar uma empresa de recrutamento para ajudar na busca. Olha, isso é bem interessante porque mostra que a franquia quer manter o controle total do processo.

    A ideia inicial era ter alguém definido até o Draft de junho, mas pelo jeito a coisa tá mais complicada do que o esperado. E sinceramente? Faz sentido eles quererem fazer essa escolha com muito cuidado, principalmente depois de toda a reformulação que rolou na organização.

    Candidatos internos ganham força

    Michael Finley e Matt Riccardi, que estão dividindo as responsabilidades como GMs interinos, continuam na briga para uma promoção definitiva. Cara, seria massa ver o Finley – que foi um baita jogador dos Mavs – assumindo esse papel. Ele conhece a casa como ninguém.

    O que chama atenção é que a direção já deixou claro que valoriza experiência prévia como executivo principal na NBA. Dennis Lindsey apareceu como possível candidato, e faz sentido – o cara tem um currículo respeitável na liga.

    De olho em Khris Middleton

    Agora, uma informação que me chamou atenção: os Mavs estão de olho em Khris Middleton, que vai ser agente livre irrestrito neste verão. Mano, imagina o Middleton jogando ao lado do Luka e do Kyrie? Seria um upgrade gigantesco no perímetro.

    O problema é que meio mundo vai querer o Middleton. Aos 32 anos, ele ainda é um dos melhores two-way players da liga quando saudável. A questão é justamente essa – as lesões têm atrapalhado bastante nos últimos anos.

    Vocês acham que os Mavs conseguem convencer o Middleton a vir pra Dallas? A janela de títulos com o Luka tá aberta, e movimentos como esse podem fazer toda a diferença. Só espero que eles não demorem demais para definir quem vai comandar essas decisões importantes.