Tag: NBA Playoffs

  • Bulls tentam quebrar jejum contra os Spurs de Wemby

    Bulls tentam quebrar jejum contra os Spurs de Wemby

    Cara, que situação complicada pros Bulls. Três derrotas seguidas e agora vão enfrentar justamente um dos times mais cascudos da liga — o San Antonio Spurs do Victor Wembanyama.

    Olha, eu vou ser sincero: não tá fácil pra Chicago essa temporada. Com 29 vitórias e 45 derrotas, eles tão ali na 12ª posição do Leste. É aquela situação clássica de time que não consegue brigar por playoff nem consegue tankar direito pro draft.

    Wemby tá voando

    Do outro lado, os Spurs tão simplesmente monstruosos. 56-18 no recorde, segunda posição no Oeste — quem diria que San Antonio voltaria tão rápido ao topo? E o francesão Victor Wembanyama tá fazendo magia por lá: 24.2 pontos, 11.3 rebotes e ainda distribui 3.0 assistências por jogo.

    Lembram do último confronto entre esses times em novembro? Wemby meteu 38 pontos na vitória por 121-117. Trinta e oito pontos! O garoto tá com fome mesmo.

    A questão é que San Antonio em casa é outro nível — 28 vitórias em 35 jogos. Eles tão fazendo 119.4 pontos por partida e têm uma diferença de +8.2 pontos. Números de time que vai longe nos playoffs.

    Bulls precisam de milagre

    Pra Chicago, a situação tá crítica. Nas últimas 10 partidas, apenas 3 vitórias. E olha o detalhe que me chamou atenção: eles fazem 122.5 pontos mas tomam 128.3. A defesa tá um buraco.

    Por outro lado, tenho que dar crédito pro Matas Buzelis, que tá se destacando com 16.4 pontos e 5.7 rebotes. O Tre Jones também tá contribuindo bem, com 17.4 pontos nos últimos 10 jogos.

    Mas sinceramente, com essa lista de lesionados dos Bulls… é meio difícil ser otimista. Anfernee Simons no day-to-day, vários jogadores importantes fora pro resto da temporada.

    Vocês acham que Chicago consegue quebrar esse jejum contra um dos melhores times da liga? Eu acho que vai ser uma noite longa pros Bulls em San Antonio. Wembanyama tá jogando demais e os Spurs em casa são praticamente imbatíveis.

  • Nick Nurse elogia postura dos 76ers em vitória ‘super intensa’

    Nick Nurse elogia postura dos 76ers em vitória ‘super intensa’

    Cara, o Nick Nurse tava radiante depois da vitória dos 76ers contra os Hornets no sábado. E olha, não é pra menos — foi um jogaço daqueles que a gente fica grudado na TV até o último segundo.

    O técnico canadense destacou como seus jogadores mantiveram a calma nos momentos mais tensos do quarto período. “Foi super intenso”, disse Nurse após o jogo. “Quando a coisa ficou realmente, realmente tensa no quarto período, achei que tomamos decisões muito equilibradas.”

    Execução perfeita nos momentos decisivos

    O que mais impressionou o treinador foi a frieza da equipe. Eles executaram uma jogada ensaiada que resultou numa tripla crucial — dessas que decidem jogo. E quando o LaMelo Ball (que jogador, né?) acertou uma bomba de três de longe, os Sixers não se abalaram.

    “Não foi realmente um erro nosso; ele só acertou uma bomba, sabe?”, comentou Nurse sobre a cesta do LaMelo. E depois disso? Philadelphia ajustou a defesa e controlou o resto da partida. Isso é mentalidade vencedora.

    Performance coletiva que impressiona

    Quatro caras chegaram aos dois dígitos na vitória, com destaque para o trio de peso. Embiid mandou 29 pontos, 6 rebotes e 2 tocos — o cara é simplesmente imparável quando está saudável. Tyrese Maxey contribuiu com 26 pontos e 8 assistências, enquanto Paul George teve um double-double monstro: 26 pontos e 13 rebotes.

    VJ Edgecombe, o rookie, também deu sua contribuição com 13 pontos. Esse moleque tem tudo pra ser especial na liga.

    Com essa vitória, os Sixers chegaram aos 41-33 na temporada, ocupando a sétima posição no Leste. Sinceramente, depois daquela temporada frustrante do ano passado quando ficaram fora dos playoffs, ver essa evolução é animador demais.

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem garantir aquela vaga direta nos playoffs? O próximo teste é contra o Heat, e sabemos como Miami pode ser perigoso nessa época do ano.

  • Embiid manda toco absurdo no Brandon Miller e salva vitória dos 76ers

    Embiid manda toco absurdo no Brandon Miller e salva vitória dos 76ers

    Cara, que toco foi esse do Embiid ontem à noite? O cara literalmente mandou a bola do Brandon Miller pra arquibancada nos últimos 15 segundos do jogo. Absurdo demais.

    A situação tava tensa lá em Charlotte. Os Hornets com a posse de bola, Miller livre no canto esquerdo pra tentar o arremesso de 3 que poderia virar o jogo. Só que o Big Man dos 76ers tinha outros planos. Voou na bola e — PUMBA — mandou ela direto pro meio da galera. Que defesa, meu amigo!

    Embiid ainda é um monstro quando tá saudável

    Olha, eu sei que o Joel vive naquela de lesão vai, lesão vem. Tá na 12ª temporada na NBA e parece que sempre tem alguma coisa incomodando. Mas quando ele tá 100%, não tem conversa — o cara é diferenciado nos dois lados da quadra.

    Ontem mesmo ele provou isso. Terminou com 29 pontos, 6 rebotes, 2 assistências e 2 tocos. Arremessou 8/19 dos jogos de quadra (incluindo 3/6 do perímetro) e 10/13 nos lances livres. Números de craque que tá focado em levar o time pros playoffs.

    E não foi só ele não. O Tyrese Maxey marcou 26 pontos e deu 8 assistências, enquanto o Paul George também fez 26 pontos mas ainda pegou 13 rebotes. Double-double caprichado. O VJ Edgecombe, que tá aparecendo bem essa temporada, contribuiu com 13 pontos e 5 rebotes.

    Playoffs tá logo ali

    Com essa vitória por 118-114 fora de casa, os 76ers chegaram aos 41-33 na temporada regular. Tão na 7ª posição do Leste, bem no meio da briga pelos playoffs. Ficaram na frente do Orlando Magic e Miami Heat, mas ainda atrás do Atlanta Hawks e Toronto Raptors.

    Sinceramente? Eu acho que se o Embiid conseguir se manter saudável nessa reta final, esse time dos 76ers pode incomodar qualquer um no primeiro round. O trio Embiid-Maxey-George tem potencial pra fazer estrago.

    E vocês, acham que os Sixers conseguem se manter nessa pegada até os playoffs? Próximo jogo é contra o próprio Miami Heat na segunda-feira. Vai ser outro teste importante pra mostrar que tão prontos pra fase eliminatória.

  • Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Olha, eu nunca pensei que fosse escrever isso, mas Mitchell Robinson está se tornando uma das vozes mais importantes do vestiário dos Knicks. E não, não é brincadeira.

    Todo mundo conhece o Mitch pelo lado palhaço — aquele cara que não se leva muito a sério e sempre tá fazendo gracinha. Mas ultimamente, ele tem sido um dos jogadores mais vocais criticando alguns problemas preocupantes do time e cobrando mudanças antes dos playoffs.

    “Os caras estão começando a confiar muito mais em mim”, disse Robinson após o treino no sábado. “Eles confiam em mim, então estou falando o que vejo e coisas que acho que podemos melhorar. Ser mais vocal está vindo naturalmente.”

    A cobrança que precisava vir

    Depois daquela vitória sofrida por apenas um ponto contra o Brooklyn Nets — que tá claramente perdendo de propósito pra pegar pick alto —, o Robinson foi direto: “Nossa abordagem tem que melhorar. Não podemos só olhar pro record deles e falar ‘vamos dar uma surra’. Temos que ser melhores em tudo.”

    E aí que vem o mais interessante. Após a derrota pros Hornets na quinta, o cara foi pro Instagram e desabafou: “nem importa se não mudarmos nossa abordagem, não vamos fazer nada especial, continuem com essa besteira, eu incluído.”

    Cara, isso é liderança de verdade. Ele não tá só apontando o dedo pros outros — tá se colocando na roda também.

    Clarkson entrando na conversa

    E não é só o Robinson. Jordan Clarkson, que recentemente voltou a ganhar minutagem na rotação, também está se destacando como líder. O técnico Mike Brown foi bem claro sobre isso:

    “Liderança pode vir de várias formas diferentes. Um cara como Jordan Clarkson está começando a se separar e mostrar que é um dos líderes do time. Só porque você é titular, só porque pontua muito ou defende bem, não significa necessariamente que você é líder.”

    Brown continuou: “Líderes não têm medo de falar a verdade. Fazem o que dizem. E o Jordan, que passou por muita coisa, que se manteve pronto mesmo quando estava fora, agora falar na frente do grupo — isso é liderança real.”

    Sinceramente? Faz todo sentido. O Clarkson já rodou a liga toda, sabe o que é pressão, e não tem nada a perder falando as verdades.

    Vozes além dos óbvios

    Claro que Brunson é o capitão oficial. Hart é o maior falador. Towns, pela importância, tem que ser influente. Mas Mikal Bridges e OG Anunoby não são muito de falar — o que deixa um buraco que Robinson e Clarkson podem preencher perfeitamente.

    E vocês sabem o que eu acho? Isso pode ser exatamente o que os Knicks precisavam. Às vezes as melhores lideranças vêm de onde menos esperamos. Robinson é o cara que mais tempo tem de Knicks no elenco atual, conhece a casa como ninguém. Clarkson tem quilometragem de sobra na NBA.

    A questão agora é: será que essa nova dinâmica vai funcionar nos playoffs? Porque uma coisa é falar bonito no treino, outra é segurar a bronca quando a pressão apertar de verdade. Mas pelo menos agora eles têm mais vozes no vestiário — e isso nunca é ruim.

  • Bucks fora dos playoffs: Doc Rivers culpa lesões pelo fiasco

    Bucks fora dos playoffs: Doc Rivers culpa lesões pelo fiasco

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os Milwaukee Bucks — MILWAUKEE BUCKS — estão oficialmente fora dos playoffs pela primeira vez desde 2016. É de doer o coração mesmo.

    A eliminação veio depois de uma surra histórica de 127-95 para o San Antonio Spurs do Wembanyama no sábado. 29 vitórias e 44 derrotas. Décimo primeiro lugar no Leste. Um desastre completo.

    Doc Rivers não esconde a frustração

    “Tem sido decepcionante, obviamente”, disse Doc Rivers pros repórteres, e olha, pelo menos ele não tentou dourar a pílula. O técnico foi direto: desde que chegou em Milwaukee, não teve um período sequer com o time saudável.

    E não estamos falando de reservas machucados não — foram os caras principais. Giannis fora desde 15 de março, Damian Lillard foi dispensado antes mesmo da temporada começar. Como você monta um time competitivo assim?

    A declaração mais impactante do Doc? “Nós temos apenas uma estrela, enquanto todos os outros times têm duas ou três.” Pesado demais. É como jogar com uma mão amarrada nas costas.

    O futuro incerto de Giannis

    Agora vem a pergunta que não quer calar: o que acontece com o Greek Freak? O co-proprietário Wes Edens já foi claro — ou renovam com Giannis ou ele é trocado. Não tem meio termo.

    Sinceramente, se eu fosse o Giannis, estaria pensando sério sobre meu futuro. O cara já ganhou título, MVP, foi campeão de tudo que podia em Milwaukee. Mas e agora? Aos 31 anos, ele vai querer desperdiçar mais um ano numa reconstrução?

    Pelo menos alguém se destacou

    Nem tudo foi negativo. Doc Rivers elogiou bastante o Bobby Portis pela liderança durante essa temporada complicada. “Ele foi um profissional durante todo o ano”, disse o técnico.

    Os jovens Ryan Rollins, Pete Nance e Ousmane Dieng também ganharam experiência valiosa. Mas convenhamos — quando você está elogiando jovens numa temporada que deveria ser de título, é porque a coisa desandou mesmo.

    E vocês, acham que Giannis fica ou vaza? Porque, olhando friamente, é difícil culpar o cara se ele quiser ir embora. Milwaukee teve sua chance de ouro e deixou escapar por entre os dedos.

  • Harris comanda, Pistons destroem Wolves e disparam na liderança do Leste

    Harris comanda, Pistons destroem Wolves e disparam na liderança do Leste

    Cara, os Pistons estão voando! Na vitória de 109-87 sobre os Timberwolves ontem, Detroit mostrou por que está brigando sério pela primeira colocação no Leste. Tobias Harris foi o cara da partida com 18 pontos, mas o que mais me impressiona é como esse time está jogando coletivamente.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Pistons nessa posição há uns dois anos atrás. Mas olha só: nove vitórias em 11 jogos e uma vantagem de quatro jogos sobre os Celtics na liderança da conferência. Isso é coisa séria!

    Jogo coletivo que emociona

    O que mais me chamou atenção foi a distribuição dos pontos. Harris liderou com 18, mas teve cinco caras fazendo pelo menos dois dígitos. Daniss Jenkins e Ronald Holland II meteram 13 cada um, e o pivô Jalen Duren fez um double-double sólido: 10 pontos e 13 rebotes.

    Essa distribuição ofensiva é o que separa times bons de times especiais na NBA. Quando você não depende só de uma estrela, fica muito mais difícil de parar.

    Minnesota sem seus principais

    Do outro lado, Minnesota está vivendo um pesadelo com lesões. Anthony Edwards perdeu o sexto jogo seguido por causa de inflamação no joelho direito — e olha que ele é praticamente o motor ofensivo dos Wolves. Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu também ficaram fora.

    Detroit também teve baixa importante: Cade Cunningham continua fora (pulmão colapsado, algo bem sério), mas a diferença é que os Pistons conseguiram se adaptar melhor às ausências.

    Donte DiVincenzo foi praticamente um exército de um homem só para Minnesota, acertando cinco bolas de três e terminando com 22 pontos. Rudy Gobert fez sua parte com 14 pontos e 12 rebotes, mas não foi suficiente. Os Wolves erraram MUITO: apenas 32% dos arremessos de quadra. É difícil ganhar assim.

    E aí, vocês estão acreditando nesse Pistons? Porque eu tô começando a ver esse time fazendo barulho nos playoffs do Leste. Com essa consistência e jogo coletivo, podem incomodar muito os favoritos.

  • Curry pode estar fora da temporada — e os Warriors sabem disso

    Curry pode estar fora da temporada — e os Warriors sabem disso

    Olha, eu não queria escrever isso, mas parece que o Stephen Curry pode mesmo não voltar mais nesta temporada. Steve Kerr finalmente falou a real: estão acabando os jogos pra trazer o cara de volta.

    “Não vamos trazer ele de volta pro Play-In. Ele precisa jogar alguns jogos, e precisamos dar uma preparação pra ele se isso for funcionar. E estamos ficando sem jogos, é justo dizer isso”, disse o técnico dos Warriors na sexta-feira.

    Cara, desde 30 de janeiro que o Curry não joga. JANEIRO. O último jogo foi contra o Detroit Pistons, e desde então é só “joelho de corredor” e esperança. Os Warriors falam que ele tá “day-to-day”, mas sinceramente? Tá parecendo mais “season-to-season”.

    A matemática cruel dos Warriors

    Os números não mentem: Golden State tem 35-38 de campanha e tá na 10ª posição no Oeste. Dois jogos atrás do Clippers pro 8º lugar, com apenas nove partidas restando. Monstro, a conta não fecha.

    E o mais louco? O Curry tá doido pra voltar. Em 15 de março, depois de um jogo contra o Knicks (que ele obviamente não jogou), ele mandou: “Não é quem somos. Se temos algo pra jogar, nós jogamos. Então estou trabalhando pra voltar”.

    Essa determinação do cara é absurda. Kerr até comparou com o futuro: “Ele provavelmente vai ser assim quando tiver 78 anos, voltando de uma lesão que afetou o jogo de golfe dele”.

    A janela se fechando

    Aqui é onde fica tenso: se o Curry não conseguir fazer um treino 5×5 completo na próxima semana, é praticamente certeza que a temporada acabou pra ele. E olha, sendo realista aqui — mesmo que ele volte, será que dá tempo de entrosar e fazer diferença nos playoffs?

    Os Warriors disseram que ele pode participar de scrimmages nos “próximos dias”. Mesma promessa que fizeram no fim de semana passado, antes de recuarem de novo. Tá começando a soar como disco arranhado, né?

    A real é que ver o Curry fora dos playoffs seria surreal. O cara que revolucionou o basquete, que tem quatro anéis, assistindo os Warriors tentarem se classificar sem ele? Não bate.

    Vocês acham que ele deveria forçar a volta mesmo sem estar 100%, ou é melhor pensar na próxima temporada? Porque sinceramente, eu tô dividido entre querer ver o mago de volta e saber que pode ser mais prejuízo que benefício neste momento.

  • Doc Rivers desabafa sobre temporada dos Bucks: lesões e rumores do Giannis

    Doc Rivers desabafa sobre temporada dos Bucks: lesões e rumores do Giannis

    Cara, que temporada decepcionante pros Bucks. Ontem mesmo eles foram oficialmente eliminados dos playoffs depois de perder em casa pro Spurs — e olha que o San Antonio nem tá fazendo uma temporada das melhores.

    Doc Rivers não conseguiu esconder a frustração quando perguntaram sobre o que deu errado em Milwaukee. E sinceramente? Dá até pra entender o cara.

    Sem saúde, sem chance

    “Desde que cheguei aqui, não tive um período sequer com todos saudáveis”, desabafou o Rivers. “E não era qualquer jogador não — era o Giannis, era o Dame. Você torce pra conseguir jogar assim mesmo, mas simplesmente não deu.”

    O técnico bateu numa tecla interessante: enquanto outros times têm duas, três estrelas, Milwaukee este ano ficou praticamente só com uma. Quando o Giannis ou o Lillard saía machucado, o time simplesmente desmoronava. E convenhamos, lesão dos caras principais é algo que todo time da NBA tem que saber lidar melhor.

    Os rumores pesaram

    Agora vem a parte mais interessante do desabafo. Rivers admitiu que “toda a conversa e essas coisas provavelmente não ajudaram”. Traduzindo: os rumores de troca do Giannis pesaram no vestiário.

    Imagina só a situação — você é um jogador tentando se concentrar na temporada enquanto toda semana sai uma notícia diferente sobre seu craque querendo vazar do time. Complicado demais. E o pior é que os rumores tinham fundamento, né? O próprio Giannis deixou claro que queria competitividade.

    Pelo menos alguns pontos positivos

    Mas nem tudo foram lágrimas no papo do Rivers. Ele elogiou alguns jovens que apareceram na temporada: Ryan Rollins, Pete Nance e Ousmane Dieng. “São os pontos positivos que eu sempre tento enxergar”, falou o técnico.

    E teve uma reflexão interessante sobre o A.J. Green, que meio que virou saco de pancadas da torcida. Rivers assumiu que o cara jogou minutos demais por falta de opção e que isso prejudicou o desenvolvimento dele. Pelo menos reconheceu, né?

    O Bobby Portis também ganhou elogios especiais. Rivers disse que o cara foi um profissional exemplar o ano todo, sempre tentando liderar e manter o grupo unido. E olha, considerando a bagunça que foi essa temporada, isso não deve ter sido fácil.

    Agora é esperar pra ver o que os Bucks vão fazer na offseason. Vocês acham que o Giannis fica mesmo ou essa história de troca vai esquentar de vez?

  • Bucks fora dos playoffs: fim de uma era em Milwaukee?

    Bucks fora dos playoffs: fim de uma era em Milwaukee?

    Cara, não dá pra acreditar no que aconteceu ontem em Milwaukee. Os Bucks foram oficialmente eliminados dos playoffs com uma surra de 127-95 do San Antonio — e sinceramente, doeu assistir isso.

    Nove anos seguidos de playoffs. NOVE. Desde que pegaram o Giannis no draft em 2013, os Bucks eram uma das franquias mais sólidas da liga. Agora? Fora da pós-temporada pela primeira vez desde… bem, desde antes do Greek Freak explodir no cenário.

    Giannis machucado e as polêmicas

    O mais frustrante é que o Giannis tá fora há seis jogos por causa dessa hiperextensão no joelho esquerdo. O cara jogou apenas 36 partidas nesta temporada — e olha que estamos quase no fim. É impossível competir no Leste sem seu melhor jogador, né não?

    Mas aí que a coisa fica interessante (e complicada). Rolou toda aquela treta com o sindicato dos jogadores acusando os Bucks de querer ‘tankar’ o resto da temporada. Vocês lembram? O NBPA basicamente mandou um recado dizendo que Milwaukee queria sentar o Giannis de propósito. Polêmica forte.

    Na minha visão, é uma situação delicada. Por um lado, entendo preservar o cara pra próxima temporada. Por outro, meio que abandonar a temporada assim… sei lá, não parece muito com a mentalidade dos Bucks que a gente conhece.

    San Antonio voando alto

    Enquanto isso, os Spurs continuam nessa sequência monstruosa — oito vitórias seguidas! E olha só: 13 vitórias nas últimas 14 partidas. Pra quem acompanha, sabe que eles tão a apenas dois jogos do Thunder na liderança do Oeste.

    O Stephon Castle fez um triple-double absurdo (22 pontos, 10 assistências, 10 rebotes) e o Wembanyama… meu Deus, que jogador. 23 pontos, 15 rebotes, 6 assistências. Esse francês de 2,24m é simplesmente irreal.

    Vocês acham que os Spurs têm chances reais de incomodar lá em cima? Porque eu tô começando a acreditar nesse time jovem.

    Pro Milwaukee, agora é pensar em 2024-25. Com o Giannis saudável e talvez alguns ajustes no elenco, dá pra sonhar em voltar aos playoffs. Mas cara, que fim de temporada amargo pra uma franquia que a gente tava acostumado a ver brigando lá em cima.

  • Jalen Williams voltou, mas a cabeça ainda tá no processo

    Jalen Williams voltou, mas a cabeça ainda tá no processo

    Cara, que situação interessante a do Jalen Williams no Thunder. O cara voltou há apenas 3 jogos depois de ficar 15 partidas fora por lesões no posterior da coxa direita, e ontem contra o Bulls foi o melhor jogo dele desde que retornou: 18 pontos, 8 assistências, 6 rebotes. Números sólidos, né?

    Mas o mais interessante foi o que ele disse depois da vitória por 131-113. Williams foi super honesto sobre o que realmente tá atrapalhando ele — e não é o físico, não.

    O inimigo tá na cabeça

    “A maior questão pra mim é mental. Da última vez que eu lesionei, eu tava me sentindo bem. E acabei machucando tentando alcançar um passe”, disse Williams. Olha, eu entendo perfeitamente isso aí.

    Qualquer um que já teve uma lesão mais séria sabe como é. Você volta fisicamente pronto, mas a cabeça fica ali, no cantinho, sussurrando: “e se acontecer de novo?”. É uma parada que só passa com tempo e repetição.

    “É uma daquelas coisas que com o tempo, quanto mais você pratica, para de pensar nisso. É onde eu tô agora, não pensando mais. Posso fazer mais dos meus movimentos normais, parar, sem ficar com isso na cabeça”, completou o jogador.

    Thunder na briga pelo primeiro lugar

    E olha, o timing da volta do Williams não podia ser melhor. O Thunder tá brigando pela primeira posição do Oeste com apenas 2 jogos de vantagem sobre o San Antonio Spurs. Com 8 partidas restantes na temporada regular, cada jogo importa pra caramba.

    O técnico Mark Daigneault, aliás, mandou uma resposta interessante quando perguntaram se ele tava mais pressionado por causa da posição na tabela: “Se sua urgência aumenta baseada na classificação, então sua urgência não era alta o suficiente desde o começo”.

    Cara durão esse Daigneault, hein? Mas faz sentido — o Thunder ganhou 13 dos últimos 14 jogos. Tá funcionando a filosofia deles.

    Com Shai Gilgeous-Alexander liderando o ataque (25 pontos ontem) e Williams voltando ao seu nível, vocês acham que o Thunder tem chance real de brigar pelo título? Sinceramente, esse time tá me impressionando cada vez mais. A juventude tá amadurecendo na hora certa.