Tag: NBA Playoffs

  • Kylie Jenner é amuleto dos Knicks? Dados mostram coincidência absurda

    Kylie Jenner é amuleto dos Knicks? Dados mostram coincidência absurda

    Olha, eu sei que pode soar loucura, mas os números não mentem: quando Kylie Jenner está na Celebrity Row do Madison Square Garden, os Knicks simplesmente voam. Os caras fazem 8,2 pontos A MAIS por jogo quando ela está lá. Coincidência? Pode até ser, mas como fã de NBA eu já vi coisas mais estranhas acontecerem.

    A namorada do Timothée Chalamet (que é fanático pelos Knicks) tem um aproveitamento de 83,3% nos jogos que assiste. Cinco vitórias em seis jogos, com uma margem média de +13,5 pontos. Isso é praticamente garantia de vitória, cara.

    O casal que faz o MSG explodir

    E o Chalamet? Meu amigo, esse cara é o amuleto supremo dos Knicks. Quando ele está na quadra, o time faz média de 117,4 pontos – 13,6 pontos a mais que nos outros jogos. O maluco é tão viciado no time que já furou duas Met Galas seguidas só pra ver os Knicks jogarem. Isso é paixão de verdade.

    A dupla estava junta quando os Knicks atropelaram o Atlanta Hawks por 126-97 no jogo 5 da primeira rodada dos playoffs. Depois, a Kylie marcou presença na vitória por 108-102 contra o Philadelphia 76ers no jogo 2 das semifinais da Conferência Leste.

    Mas ó, rolou uma parada interessante: ela não estava lá no jogo 1 das finais do Leste contra o Cleveland Cavaliers na terça. Os Knicks ganharam de virada na prorrogação por 115-104, mas será que foi mais difícil sem o “amuleto”?

    Spike Lee completa a fórmula mágica

    Agora, quando você junta Kylie, Chalamet E o lendário Spike Lee (que é presença garantida no MSG há décadas), aí a coisa fica surreal. Com os três juntos na quadra, os Knicks estão 5-0, ganhando por quase 20 pontos de diferença por jogo. É estatística de videogame.

    Lee sozinho já é um bom sinal – 13 vitórias em 19 jogos que ele assistiu. O cara é praticamente parte da mobília do Madison Square Garden.

    Mas nem tudo são flores na Celebrity Row. Jon Stewart e a ginasta olímpica Suni Lee parecem ser pé frio dos Knicks – o time perdeu os dois jogos em que eles estiveram presentes. Vai entender, né?

    E aí, vocês acham que essas coincidências realmente influenciam ou é só nossa mania de ver padrão em tudo? Uma coisa eu garanto: se eu fosse torcedor dos Knicks, estaria torcendo pra Kylie e Chalamet comprarem uma season ticket. Pelo menos a matemática está do lado deles.

  • Kenny Atkinson defende Harden após colapso histórico dos Cavs

    Kenny Atkinson defende Harden após colapso histórico dos Cavs

    Cara, o que foi aquilo? Os Cavaliers simplesmente entregaram uma vantagem de 22 pontos no último quarto do Jogo 1 da Final do Leste contra os Knicks. Vinte e dois pontos, gente! E agora Kenny Atkinson tá tentando defender James Harden das críticas.

    Olha, eu entendo a posição do técnico, mas sinceramente? Foi doloroso de assistir. Jalen Brunson fez 15 pontos só no quarto período e basicamente destroçou a defesa de Cleveland. E adivinha quem tava sendo caçado o tempo todo? Nosso barbudo favorito.

    A defesa dos dados

    Atkinson veio com uma defesa interessante depois do treino de quarta-feira. Segundo ele, os Knicks tiveram qualidade de arremesso no “primeiro percentil” — ou seja, fizeram cestas praticamente impossíveis. “Temos dados que vocês não têm. Primeiro percentil. Nosso processo estava certo, eles acertaram arremessos muito, muito difíceis”, falou o técnico.

    Bom, sem acesso aos dados internos, a gente só pode ir pelo que viu. Dos 22 arremessos que New York tentou no último quarto, nove foram perto da cesta, seis no meio da quadra e sete de três pontos. E olha que curioso: eles converteram menos justamente perto da cesta, que é onde teoricamente é mais fácil fazer pontos.

    Harden no banco dos réus

    Todo mundo tá botando a culpa no Harden, né? Mas Atkinson não tá comprando essa história. “Ele é um bom defensor individual. Todo mundo tá colocando a culpa no James. Claro, alguma coisa foi culpa dele… Às vezes experiências pequenas ficam exageradas”.

    E aí, o técnico ainda mandou uma: sem Harden, os Cavs nem teriam passado da primeira rodada. É, pode até ser verdade, mas assistir o cara sendo atacado repetidamente pelo Brunson foi de partir o coração de qualquer torcedor de Cleveland.

    Pra completar, Atkinson disse que o maior problema não foi a defesa, mas o ataque. “Olhando pra trás, estamos mais desapontados com o ataque. A qualidade dos arremessos não foi boa. Não conseguimos chegar perto da cesta. Tentamos nove bolas de três. Acho que podíamos ter atacado mais o garrafão”.

    E ele tem razão. Donovan Mitchell, que tinha sido um monstro nos três primeiros quartos, meio que travou quando a pressão aumentou. Ficou segurando muito a bola, matando o ritmo que tinham construído.

    Vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque sinceramente, entregar uma vantagem dessas na Final do Leste é de doer na alma.

  • Topps lança cards com pedaços da bola do jogaço do Wemby

    Topps lança cards com pedaços da bola do jogaço do Wemby

    Gente, a loucura pelo Wembanyama chegou num nível que nem eu imaginava. A Topps acabou de anunciar uma parada absurda: eles conseguiram a bola do Jogo 1 da final do Oeste e vão fazer cards com pedaços dela!

    E não é qualquer jogo não, pessoal. Estamos falando daquela pancadaria em duas prorrogações onde o francês fez 41 pontos, 24 rebotes e 3 tocos. Quarenta e um pontos! O San Antonio simplesmente atropelou o Oklahoma City Thunder, atual campeão, numa das melhores atuações que já vi na carreira do garoto.

    Dylan Harper também entrou na história

    Mas olha, não foi só o Wemby que brilhou nessa noite histórica. O rookie Dylan Harper, com apenas 20 anos, fez um jogo monstro: 24 pontos, 11 rebotes, 6 assistências e 7 roubos de bola. Sete roubos, gente! O moleque virou o mais jovem da história a conseguir um 4×5 nos playoffs da NBA.

    Sinceramente, eu já tava achando que os Spurs tinham algo especial com essa dupla, mas ver os dois dominando numa final do Oeste assim… cara, é emocionante demais. Lembra quando a gente torcia pro Tim Duncan e Tony Parker nos anos 2000? Tenho a mesma sensação agora.

    A febre dos cards chegou ao próximo nível

    A Topps não parou por aí. Além dos pedaços da bola, eles conseguiram uma das cestas do jogo e vão fazer um card único do Wemby com autógrafo. Um card só, pessoal! Imagina quem vai ter a sorte de pegar esse?

    Os cards custam 11,99 dólares no site da Topps e ficam disponíveis até quinta-feira às 19h (horário americano). A empresa vai distribuir aleatoriamente essas relíquias pra quem comprar os cards comemorativos da performance histórica dos jogadores.

    E vocês sabiam que o Wemby acabou de virar o mais jovem DPOY da história? Foi unanimidade entre os votantes — coisa que nunca tinha acontecido antes. Aos 22 anos, o cara já está reescrevendo os livros de recordes.

    O hype tá tão grande que até a Wendy’s estava pensando em mudar o nome da rede pra homenagear o francês. Wemby-mania é pouco pra descrever o que tá rolando!

    E aí, vocês acham que vale a pena tentar a sorte nesses cards? Eu já tô pensando em comprar uns quantos — nunca se sabe, né?

  • Connelly promete mudanças radicais nos Timberwolves: ‘Vamos ser agressivos’

    Connelly promete mudanças radicais nos Timberwolves: ‘Vamos ser agressivos’

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando a NBA é que ficar parado é retrocesso. E o Tim Connelly, presidente de operações dos Timberwolves, acabou de deixar isso bem claro na coletiva pós-temporada: Minnesota vai mexer no time, e muito.

    “Se errarmos, vamos errar alto. Vamos tentar ser o mais agressivos possível”, disse Connelly. Cara, essa frase resume tudo o que eu quero ouvir de um dirigente depois de três eliminações seguidas nos playoffs.

    A dura realidade dos Wolves

    Vamos aos fatos: três anos seguidos caindo nos playoffs, sendo que nas últimas três eliminações levaram surras de mais de 20 pontos no jogo decisivo. Ano passado foi o Oklahoma City Thunder que passou por cima com 30 pontos de diferença. Agora foi o San Antonio Spurs com o mesmo placar humilhante.

    E o mais doloroso? Ver Thunder e Spurs brigando pela final de conferência enquanto Minnesota fica assistindo de casa. Dois times jovens, com superestrelas e mentalidade vencedora – exatamente o que os Wolves querem ser.

    Connelly foi direto: “Seria desonesto sentar na frente de vocês e dizer que estamos felizes com o sexto seed, felizes por não ter vantagem de quadra nos playoffs”. Na minha visão, essa honestidade é o primeiro passo pra mudança real.

    Os problemas são evidentes

    A lesão do Donte DiVincenzo no tendão de Aquiles complica tudo. O cara era uma das principais armas de três pontos do time, e agora fica fora por tempo indefinido no último ano de contrato. “Precisamos encontrar mais arremesso na ausência dele”, admitiu Connelly.

    E tem o Julius Randle. Meu Deus, que sequência terrível nos playoffs! Nos cinco jogos finais foi um desastre, especialmente contra o Spurs onde teve um rating combinado de minus-93. Minus-93! Isso é quase inadmissível pra um jogador dessa categoria.

    Connelly desconversou quando perguntaram se Randle ainda faz parte dos planos, mas a resposta diplomática já diz tudo: “Não ganhamos ou perdemos por causa de um jogador”.

    E agora, o que esperar?

    Com apenas a 28ª escolha do draft em mãos, os Wolves vão ter que abrir mão de peças importantes pra conseguir um upgrade real no elenco. E sinceramente? Eu acho que tá na hora mesmo.

    Anthony Edwards é monstro, Jaden McDaniels tem potencial defensivo absurdo, mas ao redor deles precisa ter mais consistência. Especialmente na hora H dos playoffs, quando a pressão aperta e os detalhes fazem a diferença.

    Vocês acham que Minnesota consegue dar o salto de qualidade necessário pra brigar de igual com Thunder e Spurs? Porque do jeito que tá, vai ser mais um ano assistindo os outros brigarem pelo título.

  • O discurso épico do Brunson que virou o jogo pros Knicks

    O discurso épico do Brunson que virou o jogo pros Knicks

    Cara, vocês viram aquele vídeo do Jalen Brunson no timeout dos Knicks? O cara simplesmente assumiu a liderança total quando o time estava levando uma surra de 9 pontos no terceiro quarto. E olha, não foi só mais um papo motivacional não — foi o discurso que mudou tudo.

    Na real, quando eu vi aquela cena, pensei: “Esse maluco tem sangue de capitão mesmo”. Ali estava o Brunson, pegando o microfone (literalmente falando), mandando os companheiros jogarem mais rápido e focarem na defesa. Mas a parte mais massa da história é o que ele disse depois.

    “Mesmo se a gente perder, não para de lutar”

    Segundo quem estava perto o suficiente pra ouvir (e que contou pros caras da SNY), o Brunson basicamente falou: “Pessoal, a gente pode até perder esse jogo, mas não para de brigar. Porque essa atitude a gente leva pro Jogo 2”.

    Mano, que mentalidade é essa? O cara já pensando no futuro mesmo estando numa situação complicada. É por isso que ele usa a braçadeira de capitão — não é à toa.

    E óbvio que no primeiro momento não deu em nada. Os Knicks chegaram a estar perdendo por 22 pontos faltando menos de 8 minutos no último quarto. Eu já estava pensando “era isso aí, acabou”.

    A virada mais insana da temporada

    Aí que vem a parte absurda da história: os caras fizeram uma sequência de 44-11. Quarenta e quatro a onze! Isso nem em videogame é normal, bicho.

    O Madison Square Garden virou um inferno, a galera enlouqueceu, e o jogo foi pra prorrogação. Na sobra, os Knicks ainda meteram 14-3 nos Cavaliers e fecharam uma das maiores viradas da história dos playoffs da franquia.

    Mike Brown, que presenciou tudo de perto, confirmou que o discurso do Brunson foi crucial: “Tinha algumas coisas que ele estava sentindo, e ele fez questão de que todo mundo soubesse. Nossos caras responderam a ele”.

    E aí, vocês acham que esse tipo de liderança faz diferença mesmo? Porque pra mim, é isso que separa um bom jogador de um verdadeiro líder. O Brunson pode não ser o maior físicamente, mas mentalmente o cara é um monstro.

    Sinceramente, esse tipo de postura me lembra muito aqueles capitães antigos da NBA. O cara não só joga bem — ele faz todo mundo ao redor jogar melhor também. Isso aí é ouro puro em playoffs.

  • Fox pode perder jogo 2: tornozelo preocupa no Spurs

    Fox pode perder jogo 2: tornozelo preocupa no Spurs

    Cara, a situação do De’Aaron Fox tá ficando complicada mesmo. O armador do San Antonio Spurs vai ser decisão de última hora para o jogo 2 da final do Oeste por causa de uma entorse no tornozelo que simplesmente não quer melhorar.

    Olha, eu acompanho a carreira do Fox desde os tempos de Sacramento, e o cara é conhecido por jogar machucado — mas dessa vez parece que o bicho pegou de verdade. Ele até conseguiu terminar a série contra o Minnesota Timberwolves na segunda rodada, mas depois do jogo 1 contra o Thunder, o tornozelo inchou e endureceu.

    Spurs deixa Fox decidir

    O que eu achei interessante é que o Spurs vai deixar o próprio Fox decidir se joga ou não. Isso mostra a confiança que têm no veterano, mas também a preocupação real com a lesão. Uma entorse alta no tornozelo não é brincadeira — pode virar algo crônico se não for tratada direito.

    E vocês viram como foi o jogo 1? San Antonio conseguiu vencer Oklahoma City em dupla prorrogação SEM o Fox. Stephon Castle e Dylan Harper assumiram as responsabilidades na armação contra aquela defesa monstruosa do Thunder.

    Jovens assumindo a responsa

    Sinceramente, fiquei impressionado com Castle e Harper. Enfrentar a defesa do OKC sem o seu principal armador e ainda conseguir a vitória? Isso é coisa de time maduro. Claro que ter Fox seria melhor — o cara é um dos melhores criadores de jogo da liga — mas ver os jovens segurando a onda foi massa demais.

    Agora a pergunta que não quer calar: Fox vai conseguir jogar no jogo 2? Na minha opinião, se tiver 70% das condições físicas, ele joga. O cara não chegou até aqui pra ficar de fora numa final de conferência. Mas também não dá pra arriscar uma lesão mais grave.

    E aí pessoal, acham que o Spurs aguenta outro jogo sem o Fox? Ou vocês acham que ele vai pro sacrifício mesmo machucado?

  • Knicks virando time do destino? Essa virada histórica me convenceu

    Knicks virando time do destino? Essa virada histórica me convenceu

    Cara, eu tô começando a acreditar nesse Knicks. Não é só hype não — é que cada jogo que passa, eles parecem mais e mais um desses times marcados pelo destino, sabe?

    A virada histórica contra o Cavaliers no Jogo 1 das finais da conferência foi só mais um capítulo dessa história maluca que eles tão escrevendo. 22 pontos de desvantagem faltando 7 minutos? Qualquer um desistiria. Mas não esse time.

    E olha, eu lembro bem do que aconteceu ano passado contra o Pacers. A mesma situação, só que invertida — os Knicks tinham 14 pontos na frente faltando 3 minutos e conseguiram entregar de bandeja. Aquela cesta absurda do Haliburton na prorrogação ainda me dá pesadelo.

    Quando tudo mudou de figura

    A virada dessa temporada começou no Jogo 4 da primeira rodada contra o Atlanta. O Karl-Anthony Towns passou o ano todo reclamando do papel dele no time, mas de repente tudo se encaixou. Mike Brown começou a usar ele como um pivô armador, distribuindo bola lá de trás do arco, e o ataque simplesmente decolou.

    Sete vitórias seguidas por uma diferença combinada de 185 pontos. Isso é coisa de San Antonio Spurs de 2014, monstro. Towns jogando a melhor defesa da carreira, o time todo entrosado — parecia que eles tavam jogando um esporte diferente dos adversários.

    Sinceramente? Eu não esperava que eles conseguissem manter esse nível depois de nove dias parados. Mas mesmo saindo atrás no placar, nunca tiraram o pé do acelerador.

    A lição que custou caro

    Sabe por que eles não desistiram? Porque já passaram pela dor de entregar um jogo desses. Aquela derrota pro Pacers ano passado não foi só uma derrota — foi o fim de uma era. Custou o emprego do Thibodeau, que construiu a cultura mas não soube se adaptar na hora H.

    A mudança que ele se recusou a fazer foi exatamente o que salvou o time dessa vez. Josh Hart tinha oferecido pra sair do quinteto inicial no ano passado, mas Thibs não aceitou mesmo com todos os dados mostrando que deveria. Resultado? Perderam jogos por causa dos minutos que os titulares ficaram no banco.

    Agora, com essa nova mentalidade, eles parecem ter achado a fórmula perfeita. Towns distribuindo, defesa travada, todo mundo sabendo seu papel — é assim que nasce um time campeão.

    Falta muito ainda? Claro, sete vitórias é muita coisa, especialmente com um favorito pesado vindo do Oeste. Mas vocês tão sentindo essa energia também? Porque eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano dos Knicks mesmo.

  • Brunson vira monstro e arranca vitória épica dos Knicks sobre os Cavs

    Brunson vira monstro e arranca vitória épica dos Knicks sobre os Cavs

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu no Madison Square Garden. Os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último período contra os Cavaliers e eu já tinha mentalmente desligado a TV. Final das Conferências do Leste? Parecia mais um treino do time juvenil.

    Aí o Jalen Brunson resolveu que não ia aceitar essa humilhação em casa.

    O show de horror do Brunson

    Nos últimos 12 minutos e 39 segundos (incluindo a prorrogação), o cara simplesmente destruiu tudo que apareceu pela frente. Marcou 17 dos seus 38 pontos totais e liderou uma virada de 44-11 que deixou os Cavs sem entender o que aconteceu. Final: Knicks 115 x 104 Cavaliers.

    Olha, eu vi muita coisa absurda na NBA, mas essa foi uma das maiores viradas da história dos playoffs. Times que estão perdendo por 22+ no quarto período têm um histórico de 594-1 desde 1997. Agora é 594-2, porque os Cavs entraram pra galeria dos vexames.

    E o pior? Brunson fez isso cozinhando o James Harden na defesa. Literalmente. O cara virou churrasco do armador dos Knicks.

    Harden virou tapete vermelho

    Sinceramente, deu até dó de ver. Brunson identificou que o Harden estava na defesa e simplesmente pediu pick-and-roll atrás de pick-and-roll pra atacar o cara. Foram 21 screens só no último período e prorrogação, resultando em nove isolações com média de 1.9 pontos por jogada.

    Isso é estatística de quem tá pegando doce de criança, gente.

    Enquanto Brunson acertou 8 dos últimos 10 arremessos, Harden e Donovan Mitchell juntos erraram 9 dos últimos 10. É brincadeira isso? O Mikal Bridges ainda ajudou com duas bolas de três decisivas, e o Landry Shamet empatou o jogo faltando 45 segundos com um arremesso que bateu em tudo que é parte do aro antes de cair.

    Kenny Atkinson dormiu no ponto?

    Olha, eu entendo que o James Harden tinha sido um dos melhores defensores dos Cavs nesses playoffs. Mas cara, quando tá claro que um jogador virou saco de pancada, você não tira ele de quadra?

    Kenny Atkinson disse depois do jogo: “Ele tem sido um dos nossos melhores defensores nesses playoffs. Eu confio nele. Inteligente. Boas mãos. Não pensei nisso.”

    Não pensei nisso? O cara estava sendo atacado em TODA jogada dos Knicks! (E vocês acham que o Atkinson vai conseguir ajustar isso pro Jogo 2?)

    Essa vitória vale mais que 1-0 na série. É o tipo de resultado que quebra psicológico de time. Os Cavs estavam com tudo controlado e viram 22 pontos de vantagem virarem pó em questão de minutos.

    Agora é esperar pra ver se os Knicks conseguem manter esse momentum ou se foi só uma noitada mágica do Brunson. Mas uma coisa eu garanto: ninguém vai esquecer dessa virada tão cedo.

  • O ‘puxão de orelha’ que transformou KAT no point center dos Knicks

    O ‘puxão de orelha’ que transformou KAT no point center dos Knicks

    Às vezes o que um jogador precisa é de uma bronca na cara mesmo. Foi exatamente isso que aconteceu com Karl-Anthony Towns depois do jogo 3 da primeira rodada dos playoffs contra o Hawks. Mike Brown, técnico dos Knicks, simplesmente parou a sessão de vídeo e perguntou na lata: “Você quer a bola? O que você está fazendo aí?”.

    E cara, que transformação absurda desde então.

    De pivô parado a point center

    O problema era óbvio: Towns estava parado no canto da quadra em vez de fazer a tela para Jalen Brunson. Brown não teve papas na língua e chamou a atenção do cara na frente de todo mundo. Foi constrangedor? Provavelmente. Funcionou? Com certeza.

    Desde essa bronca memorável, os Knicks emplacaram sete vitórias consecutivas nos playoffs, e Towns virou literalmente um point center. Os números não mentem: 15,7 pontos, 9,6 rebotes e 8,0 assistências por jogo, com 60% de aproveitamento nos arremessos. Tudo isso em apenas 26 minutos por partida!

    O mais impressionante? Sua taxa de assistências de 18,5% lidera todos os jogadores com pelo menos 100 passes nos playoffs. É mais do que o dobro do que ele fazia na temporada regular. Simplesmente monstruoso.

    “Point KAT” revolucionou o ataque

    Agora os Knicks chamam essa versão dele de “Point KAT”, e sinceramente, faz todo sentido. Towns sempre citou Magic Johnson como uma de suas maiores inspirações — inclusive usa a camisa 32 por causa dele. Agora finalmente está jogando como o Magic faria se fosse um pivô de 2,11m.

    “Ele sempre foi uma grande inspiração na minha vida, e poder ter esse momento é incrível”, disse Towns. “Como o Magic, eu sempre falo sobre impacto e vitórias, e poder potencializar meus companheiros é uma das maiores honras.”

    E os resultados falam por si só. Mikal Bridges, que não pontuou em 20 minutos naquele fatídico jogo 3, agora está fazendo média de 15,6 pontos com 67% de aproveitamento. Brunson continua com seus 27,4 pontos por jogo, mas está tendo sua pós-temporada mais eficiente como Knick.

    Numbers que impressionam

    Quer saber como esse ataque está funcionando? O rating ofensivo dos Knicks nessa sequência de sete vitórias é de 130,5 pontos por 100 posses. É o melhor entre todas as equipes dos playoffs de 2026.

    Brown admitiu que foi uma mudança meio “dane-se, vou fazer do meu jeito”. “Colocar o KAT nessa posição, sabendo que temos ótimos cortadores, ótimos armadores e um ótimo facilitador, foi algo que definitivamente foi fácil de aceitar”, explicou o técnico.

    Olha, eu sempre achei que Towns tinha potencial para ser mais do que só um pivô que arremessa de 3. Mas ver ele distribuindo assistências como se fosse o Chris Paul é outro nível. Vocês acham que ele consegue manter essa pegada até o fim dos playoffs?

  • Duren se complicou nos playoffs e agora não vai ganhar contrato máximo

    Duren se complicou nos playoffs e agora não vai ganhar contrato máximo

    Olha, eu sabia que os playoffs iam mostrar quem é quem de verdade, mas não esperava que o Jalen Duren ia desabar desse jeito. O garoto que brilhou na temporada regular simplesmente sumiu quando a coisa ficou séria nos Pistons.

    Da glória ao vexame em questão de semanas

    Durante a temporada regular, o cara estava monstruoso: 19.5 pontos, 10.5 rebotes e absurdos 65% de aproveitamento nos arremessos. Primeira convocação pro All-Star Game aos 22 anos. Eu tava pensando “esse moleque vai arrancar uma grana violenta do Detroit”.

    Aí chegaram os playoffs e… 10.2 pontos, 8.5 rebotes, 51% nos arremessos. Cara, que diferença brutal! O pior de tudo? Foi dominado pelos pivôs adversários nas duas séries. Primeiro levou um baile do Wendell Carter Jr., depois o Jarrett Allen fez o que quis com ele.

    O técnico J.B. Bickerstaff chegou ao ponto de tirar o Duren de quadra no quarto período inteiro e na prorrogação do Jogo 5, colocando o Paul Reed no lugar. Imagina a humilhação…

    Pistons ainda querem ficar com ele, mas…

    Apesar da decepção, Detroit não vai abrir mão do pivô. A diretoria ainda vê nele um jogador central pro futuro da franquia — afinal, tamanho, habilidade e idade (22 anos) não são coisas que você encontra em qualquer esquina.

    A diferença é que agora os Pistons não vão precisar quebrar o cofre pra mantê-lo. Antes dos playoffs, todo mundo falava em contrato máximo. Agora? Esquece. A própria liga não acredita que Duren tenha poder de barganha pra exigir valores astronômicos.

    Tecnicamente ele ainda poderia conseguir um contrato de cinco anos valendo 30% do teto salarial se fizesse o All-NBA Team, mas sejamos realistas: depois dessa performance nos playoffs, isso não vai rolar.

    Lição aprendida ou problema maior?

    A organização dos Pistons tá apostando que essa decepção nos playoffs vai servir como combustível pro Duren crescer. Eu torço pra que seja verdade, porque o potencial tá lá. Mas vocês acham que ele consegue superar esse trauma ou vai carregar isso na carreira?

    E não para por aí — Detroit também precisa decidir sobre a extensão do Ausar Thompson, que a diretoria considera outra peça fundamental. Ou seja, vai ser um verão bem movimentado em Michigan.

    Sinceramente, acho que o Duren ainda pode virar um jogador especial. Mas essa bomba nos playoffs mostrou que experiência não se improvisa. Agora é torcer pra ele usar isso como motivação e não como trauma.