Tag: NBA Playoffs

  • Mitchell finalmente quebra a maldição e leva Cavs à final do Leste

    Mitchell finalmente quebra a maldição e leva Cavs à final do Leste

    Cara, eu não acredito que finalmente aconteceu. Donovan Mitchell, depois de QUASE UMA DÉCADA batendo a cabeça nos playoffs, conseguiu levar os Cavaliers até a final de conferência pela primeira vez na carreira dele. E que forma de fazer isso, hein?

    O jogo 7 contra os Pistons em Detroit foi simplesmente um massacre. 125 a 94. Trinta e um pontos de diferença! Pra vocês terem noção, essa foi a segunda maior vitória fora de casa em um jogo 7 na história da NBA. Só os Mavericks em 2022 contra os Suns (33 pontos) fizeram algo mais absurdo.

    A jogada que definiu tudo

    Mitchell começou mostrando pra que veio logo no primeiro quarto. O Marcus Sasser tinha acabado de acertar uma bomba de três pra cortar a diferença pra seis pontos, o Detroit começando a sonhar… Aí o Spider (apelido do Mitchell) pegou a reposição do Mobley e simplesmente decidiu arremessar do MEIO DA QUADRA. A bola bateu no vidro e entrou. Nove pontos de diferença de novo. Fim de papo.

    E olha, depois disso os Pistons praticamente não se aproximaram mais. Mitchell terminou com 26 pontos, 6 rebotes, 8 assistências e – pasmem – ZERO turnovers. Zero erros em um jogo 7 decisivo. Que frieza é essa?

    Comparação histórica que arrepia

    Vocês sabem o que mais me impressionou? O Mitchell se tornou o primeiro armador desde Kobe Bryant em 2002 a fazer pelo menos 25 pontos, 5 rebotes e 5 assistências sem cometer nenhum turnover em um jogo 7. Estamos falando do KOBE, gente!

    “Foi como um sopro de ar fresco”, disse o Mitchell depois do jogo. Mas ele mesmo reconheceu – isso não era o objetivo final. “Quase uma década esbarrando no mesmo problema”, nas palavras dele. Sinceramente, dá até pra sentir o alívio na voz do cara.

    Primeira final do Leste sem LeBron desde… 1992

    Agora os Cavs vão enfrentar os Knicks na final de conferência. E aqui vem um dado que me deixou de queixo caído: é a primeira vez desde 1992 que Cleveland chega numa final do Leste sem o LeBron! Pra quem cresceu vendo o Rei carregando esse time nas costas, é surreal ver os Cavaliers chegando longe por conta própria.

    O técnico Kenny Atkinson não economizou nos elogios: “Ele estava melhor que o Donovan Mitchell. Isso é possível? Não sei, parece inglês errado”. Traduzindo a empolgação: o cara jogou num nível sobrenatural.

    E aí, vocês acham que os Cavaliers conseguem superar os Knicks? Mitchell vai jogar em casa (ele é de Nova York) e falou que vai ser especial. “Eu e minha noiva brincamos que estaríamos em casa de qualquer forma, então é melhor jogar um basquete enquanto estamos por aqui”.

    Uma coisa é certa: quando o Mitchell joga bem, os Cavs ganham. Eles estão 5-1 quando ele faz pelo menos 25 pontos. O homem é a chave de tudo, e depois de quebrar essa maldição dos playoffs, quem sabe ele não está preparado pra algo ainda maior?

  • Mitchell manda os Pistons pra casa com show no Jogo 7

    Mitchell manda os Pistons pra casa com show no Jogo 7

    Cara, que aula o Donovan Mitchell deu ontem à noite. Os Cavaliers precisavam responder depois daquela decepção no Jogo 6, e o Spida simplesmente resolveu acabar com a festa dos Pistons no Jogo 7. 125 a 94. Uma surra histórica.

    Mitchell cravou 26 pontos em apenas 31 minutos de quadra, ficou a duas assistências do double-double (terminou com 8 assistências e 7 rebotes) e praticamente carimbou a vaga dos Cavs na final do Leste. O momento que definiu tudo? Aquela bomba de 3 no step back que mandou a torcida de Detroit direto pro estacionamento. Cruel demais.

    Primeira final de conferência da carreira

    E olha só a ironia: depois de sete temporadas na NBA, Mitchell finalmente vai jogar uma final de conferência. O cara já foi All-Star várias vezes, já fez performances absurdas nos playoffs, mas nunca tinha chegado tão longe. Sinceramente, eu acho que Cleveland tem tudo pra incomodar muito.

    Ah, e teve até momento engraçado na partida. O Mitchell literalmente esbarrou na noiva dele, a cantora Coco Jones, durante o segundo tempo. Imagina a cena: você tá destruindo no Jogo 7 e trombada na sua futura esposa na lateral da quadra. Só acontece na NBA mesmo.

    Mobley e Allen também mandaram ver

    Mas não foi só show do Mitchell não. Jarrett Allen dropou 23 pontos e 7 rebotes, confirmando que é especialista em Jogos 7 — lembram da performance monstro contra os Raptors? 22 pontos e 19 rebotes. O cara simplesmente não treme em eliminatórias.

    Evan Mobley também fez a sua parte com 21 pontos e 12 rebotes, fechando um double-double importante. E quem diria que Sam Merrill ia ser um dos destaques? O cara meteu 23 pontos em 25 minutos, incluindo cinco bombas de 3. Quando o banco rende assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Uma coisa que chamou atenção foi a quantidade absurda de lances livres: 44 tentativas, convertendo 28. É o recorde dos playoffs de 2026 até agora. Os Pistons simplesmente não conseguiram parar Cleveland sem cometer faltas.

    Agora vem o desafio real: Nova York na final do Leste. Os Knicks estão descansados depois de varrer os 76ers e vão receber os Cavs no Madison Square Garden na terça-feira. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível contra uma defesa mais cascuda como a de NY?

  • Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cara, eu vou ser sincero: não esperava que o Cleveland ia demolir Detroit desse jeito no Jogo 7. 125 a 94. Trinta e um pontos de diferença. Na casa dos Pistons. Foi uma humilhação histórica.

    Vocês viram o Donovan Mitchell ontem? O cara simplesmente decidiu que não ia mais ficar tentando arremesso de 3 — foi direto pro garrafão, atacou a cesta o jogo todo. E olha que curioso: quando você vai pra cima com vontade, as coisas funcionam. Quem diria, né?

    Mitchell destruiu sozinho

    O maluco fez 26 pontos e literalmente marcou mais que Cade Cunningham, Jalen Duren e Tobias Harris somados. Isso mesmo, sozinho ele fez mais que três caras importantes dos Pistons juntos. Absurdo demais.

    E não foi só isso — 8 assistências e 7 rebotes. No terceiro quarto, quando Detroit ainda sonhava com uma reação, Mitchell veio e meteu 15 pontos no período. Game over. Fim de papo.

    A real é que Detroit pareceu um time jovem que não tava preparado pra pressão. E olha que eles fizeram 60 vitórias na temporada regular! Mas Jogo 7 é outro nível de pressão, meu amigo.

    Os torres fizeram a diferença

    Evan Mobley e Jarrett Allen foram monstruosos no garrafão. 44 pontos, 19 rebotes e 3 tocos entre os dois. Detroit queria jogar físico, dominar a tinta, mas os dois gigantes de Cleveland simplesmente engolharam Duren, Isaiah Stewart e Paul Reed.

    E tem mais: Sam Merrill saiu do banco pegando fogo. 23 pontos, 5 de 8 do perímetro. Quando o reserva tá assim, é sinal que vai dar ruim pro adversário mesmo.

    Cleveland executou o plano de jogo perfeitamente desde o primeiro minuto. No primeiro tempo foram 18 assistências em 22 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, movimento de bola que dá gosto de ver. Aproveitamento de 52.4% nos arremessos e 8 bolas de 3.

    ECF contra os Knicks

    Agora é partir pra semifinal do Leste contra o New York. E olha, se o Cleveland jogar assim que jogou no Jogo 7, pode dar trabalho sério pros Knicks no Madison Square Garden.

    Já Detroit… cara, que decepção. Um time que dominou a temporada regular, fez 60 vitórias, mas na hora H não conseguiu responder. Cunningham com 13 pontos em 16 tentativas, Harris 0 de 6 arremessos. Só Daniss Jenkins (17 pontos) e Duncan Robinson (13 pontos) apareceram, mas não foi suficiente nem de longe.

    Agora fica aquela pergunta: será que Detroit consegue encontrar um segundo armador/criador de jogadas pra temporada que vem? E quanto vão pagar no Duren, que foi brilhante na temporada mas sumiu nos jogos decisivos?

    Uma coisa é certa: Cleveland mostrou que quando quer, quando executa direito, tem talento pra brigar com qualquer um no Leste. Veremos se conseguem manter esse nível contra os Knicks.

  • Cavs massacram em Jogo 7 e voltam às Finais do Leste após 8 anos!

    Cavs massacram em Jogo 7 e voltam às Finais do Leste após 8 anos!

    Meu Deus, que noite foi essa! Os Cleveland Cavaliers simplesmente destruíram o Detroit Pistons no Jogo 7 e estão de volta às Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Cara, eu não sei vocês, mas eu tava nervoso pra caramba antes desse jogo — e os Cavs responderam da melhor forma possível.

    Donovan Mitchell finalmente mostrou por que foi contratado. 26 pontos, 8 assistências e ZERO turnovers. Zero! Em um Jogo 7! O cara que vinha sendo criticado a série inteira simplesmente resolveu aparecer na hora mais importante.

    A Máquina Ofensiva Funcionou Perfeitamente

    O que mais me impressionou foi como a bola circulou. Mitchell distribuiu 5 assistências só no primeiro tempo, e os Cavs tiveram 10 assistências nos primeiros 13 arremessos convertidos. É assim que se joga basquete coletivo!

    E o Sam Merrill? Cara saiu do banco e meteu 4 bolas de três só no primeiro tempo. Vinte e três pontos no total. Quando o banco funciona assim, é game over. O técnico ainda botou Max Strus no lugar do Dean Wade no quinteto titular — jogada certeira.

    Mas não foi só o perímetro não. Jarrett Allen e Evan Mobley dominaram o garrafão completamente. Allen com 23 pontos e umas enterradas absurdas no terceiro quarto que deixaram a torcida em delírio. Mobley contribuiu com 21. A dupla de torres simplesmente não deu chance pros Pistons respirarem.

    Defesa Que Virou Show

    Uma estatística que me chamou atenção: em determinado momento do segundo quarto, os Cavs tinham mais assistências (17) do que os Pistons tinham cestas de quadra convertidas (14). Isso é massacre tático, pessoal.

    A defesa de Cleveland foi impecável. Mesmo com 20+ pontos de vantagem, continuaram pressionando como se o jogo estivesse empatado. Essa mentalidade de killer que separa os times grandes dos medianos.

    Sinceramente, depois de todas as críticas que o Mitchell vinha recebendo (e algumas eram merecidas, vamos combinar), ver ele jogar assim quando mais importava foi emocionante. O cara carregou uma pressão danada nas costas e entregou possivelmente o melhor jogo dele nos playoffs, pelo menos do ponto de vista tático.

    Agora vem o verdadeiro teste. Na terça-feira, os Cavs enfrentam justamente o time que deu aquela surra histórica neles em 2023. Vai ser interessante ver se esse crescimento todo que eles mostraram nas últimas duas séries vai se sustentar contra um adversário de peso real.

    E aí, vocês acham que os Cavs têm chance de chegar nas Finais mesmo? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

  • Cavs destroem Pistons e vão pras finais do Leste: que noite foi essa!

    Cavs destroem Pistons e vão pras finais do Leste: que noite foi essa!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Detroit. Os Cleveland Cavaliers simplesmente atropelaram os Pistons por 125 a 94 no jogo 7 das semifinais do Leste. Trinta e um pontos de diferença. No jogo 7. Fora de casa.

    Olha, eu não esperava isso. Os Pistons vinham voando na temporada regular como primeiro colocado, e aí os Cavs chegaram e fizeram isso? Absurdo.

    Quatro monstros em quadra

    A coisa mais louca dessa partida foi ver quatro caras do Cleveland marcando mais de 20 pontos cada um. Donovan Mitchell, Jarrett Allen, Sam Merrill e Evan Mobley — todos passaram dos 21. Quando um time consegue distribuir assim o jogo ofensivo, fica quase impossível de parar.

    Mitchell, aliás, tá vivendo o melhor momento da carreira dele. Em janeiro de 2023, o cara fez 71 pontos numa partida — lembram? Mas sinceramente acho que esse jogo 7 pode ter sido ainda mais importante pra ele. Finalmente chegou numa final de conferência.

    E o Jarrett Allen no garrafão foi um problema sério pros Pistons. O cara sempre foi subestimado, na minha opinião.

    Detroit simplesmente não apareceu

    Os Pistons jogaram como se ainda estivessem dormindo. Os titulares fizeram apenas 47 pontos combinados. Quarenta e sete! Enquanto isso, os cinco titulares de Cleveland despejaram 88.

    O Cade Cunningham mais uma vez teve que tentar carregar o time nas costas, mas não dá pra ganhar jogo assim. Detroit atirou apenas 29.2% do campo nos titulares — é impossível vencer playoff com esse aproveitamento.

    E a defesa? Cara, foi ainda pior. Os caras perderam comunicação nas trocas, deixaram jogador correndo livre pra cesta… Ausar Thompson até tentou algumas coisas boas individualmente, mas o coletivo não funcionou.

    Agora é guerra contra os Knicks

    Bom, Cleveland pode comemorar, mas agora vem o bicho-papão: New York Knicks. Os caras estão descansados, têm o fator casa e, vamos combinar, são o time mais entrosado do Leste nesse momento.

    Os Cavs vão precisar jogar ainda melhor do que jogaram ontem. James Harden foi mal (só 9 pontos), o arremesso de 3 foi inconsistente tirando o Sam Merrill… Contra os Knicks, essas falhas podem custar caro.

    Vocês acham que Cleveland consegue repetir esse nível contra um time muito mais forte? Eu tô curioso pra ver se conseguem manter essa distribuição ofensiva funcionando.

    Uma coisa é certa: depois de anos tentando, Mitchell finalmente chegou onde queria. Agora é ver se consegue ir até o fim.

  • Dan Gilbert manda 25 ônibus de torcida pra invadir Detroit no jogo 7

    Dan Gilbert manda 25 ônibus de torcida pra invadir Detroit no jogo 7

    Gente, vocês viram a loucura que o Dan Gilbert tá aprontando? O dono dos Cavaliers simplesmente fretou 25 ônibus — VINTE E CINCO — pra levar a torcida de Cleveland até Detroit pro jogo 7 decisivo contra os Pistons. Isso que eu chamo de apoio!

    A informação veio do WKYC, e cara, as imagens dos ônibus saindo de Cleveland domingo à tarde foram de arrepiar. Imagina a cena: centenas de torcedores dos Cavs invadindo o território inimigo pra decidir quem vai pras finais do Leste.

    Já tinha dado certo no jogo 5

    Olha, não é a primeira vez que o Gilbert faz essa jogada. No jogo 5, ele mandou 8 ônibus com 400 torcedores — e olha que deu certo, né? Os Cavs ganharam de 117 a 113 na prorrogação, com a torcida de Cleveland gritando “Let’s go Cavs” no Little Caesars Arena.

    Na época, os torcedores ficaram todos juntinhos atrás do banco dos Cavaliers. Pacote completo: ingresso, comida, entretenimento e festa antes do jogo. Sinceramente, que dono faz isso pelos fãs? O cara é diferenciado mesmo.

    Invasão em massa

    Se com 8 ônibus foram 400 pessoas, imagina com 25? A matemática dá pelo menos 1.200 torcedores dos Cavs numa arena que tem mais de 20 mil lugares. Vai ser uma invasão em toda regra!

    E o melhor de tudo? É tudo por conta do Gilbert. O cara tá botando a mão no bolso pra dar aquele apoio extra que pode fazer a diferença numa decisão dessas. Porque vamos combinar — jogo 7, fora de casa, valendo vaga nas finais do Leste contra os Knicks… toda ajuda é bem-vinda.

    Vocês acham que essa estratégia do Gilbert vai funcionar de novo? Porque se eu fosse torcedor dos Pistons, já tava nervoso só de imaginar essa multidão de amarelo e vinho gritando no meu ginásio. E aí, quem leva esse jogo 7?

  • Spurs x Thunder: San Antonio tem tudo pra bater os campeões

    Spurs x Thunder: San Antonio tem tudo pra bater os campeões

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: quando vi que os Spurs iam enfrentar o Thunder na final do Oeste, meu coração até acelerou um pouco. Por um lado, San Antonio mostrou uma garra absurda nas duas primeiras rodadas dos playoffs. Por outro, Oklahoma City é o atual campeão e passou raspando pelas primeiras fases.

    Mas sabe o que me deixa mais confiante? Os Spurs simplesmente destruíram o Thunder na temporada regular. Não foi sorte, não foi casualidade — foi dominação pura.

    Experiência x Fome de Vitória

    O Thunder tem a experiência de quem já conquistou um título. Eles sabem o que é pressão, sabem o que é jogar uma final. Isso conta? Claro que sim. Mas os Spurs têm algo que talvez seja ainda mais perigoso: uma confiança que beira a arrogância (no melhor sentido possível).

    Esses moleques de San Antonio simplesmente não sabem que deveriam ter medo. E isso pode ser o diferencial. Lembra quando o Warriors dominava todo mundo nos anos 2010? Era exatamente essa mentalidade — eles jogavam como se já soubessem que iam ganhar.

    O único problema é que Fox está mancando um pouco do tornozelo. Vi ele sair de quadra no último jogo contra o Minnesota, mas voltou e ainda fez uns 25 pontos. Monstro.

    Defesa Agressiva vs Ataque Criativo

    Uma coisa que me preocupa é a defesa perimetral do Thunder. Eles são hipergressivos, fazem muita pressão na bola, e isso pode incomodar bastante o esquema ofensivo dos Spurs. Mas por outro lado, San Antonio tem mostrado uma versatilidade ofensiva impressionante.

    Dylan Harper tem jogado num nível surreal, e quando Fox está 100%, essa dupla de armação é capaz de quebrar qualquer defesa. Sem contar que o time todo comprou a ideia do Mitch Johnson.

    O que vocês acham? Os Spurs conseguem manter esse ritmo alucinante que vem desde o All-Star break, ou a experiência do Thunder vai pesar na reta final?

    Eu tô apostando nos Spurs. Pode até ser loucura minha, mas esse time tem uma energia diferente. E convenhamos — dominar o adversário na temporada regular tem que valer alguma coisa, não é?

  • Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

    Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

    Cara, que coisa mais estranha de se ouvir do Anthony Edwards. O cara que sempre tem uma resposta na ponta da língua, sempre confiante, simplesmente deu de ombros quando perguntaram como os Wolves vão conseguir alcançar os gigantes do Oeste.

    “Não sei, mano”, disse o Ant-Man depois da surra de 139-109 que os Spurs aplicaram no Game 6. “Acho que essa pergunta não é pra mim.”

    Olha, eu entendo a frustração do garoto. Minnesota terminou a temporada com 13 vitórias a menos que San Antonio (que ficou em 2º) e absurdos 15 jogos atrás do atual campeão Oklahoma City. Pra piorar, três das quatro derrotas pros Spurs foram massacres de 38, 29 e 30 pontos de diferença.

    Jogando no sacrifício

    Edwards passou a série toda mancando com problemas nos dois joelhos. O próprio time admitiu que ele tava operando em apenas 70% da capacidade física normal. Mesmo assim, o monstro ainda conseguiu 24 pontos no último jogo. Imaginem se tivesse 100%?

    Mas sinceramente, acho que o problema dos Wolves vai muito além de lesão. Quando você perde por 30+ pontos três vezes na mesma série, não é só questão de estar machucado — é questão de nível mesmo.

    Finch não tem papas na língua

    O técnico Chris Finch foi bem mais direto que o Edwards na análise: “Ou você é um problema pro adversário ou tem que ter a solução. Você precisa ser construído de uma forma que incomoda o oponente com algo que eles não têm, ou ter algo pra neutralizar o que eles têm.”

    Traduzindo: Minneapolis precisa URGENTEMENTE de peças melhores ao redor do Edwards. O garoto vai fazer 25 anos em agosto — tá entrando no auge da carreira. Se a diretoria não correr atrás, essa janela vai fechar rapidinho.

    “Eu não esperava estar indo pra casa tão cedo”, admitiu Edwards. “Então ainda não pensei no que vou adicionar ao meu jogo.”

    E vocês, acham que os Wolves conseguem montar um elenco competitivo ao redor do Ant-Man? Porque do jeito que tá, eles parecem anos-luz de distância dos Thunder e Spurs. O cara pode ser um dos melhores da liga, mas basquete é esporte coletivo — e essa coletividade tá faltando muito em Minnesota.

  • Naz Reid manda real sobre os Wolves: ‘Menos drama, mais time’

    Naz Reid manda real sobre os Wolves: ‘Menos drama, mais time’

    Cara, quando você escuta um jogador falando as verdades assim, de peito aberto, você sabe que a coisa tá feia mesmo. Naz Reid não teve papas na língua depois da eliminação dos Wolves para o Spurs: o problema do time não é talento, é comportamento.

    “Provavelmente é só o mau humor mesmo. Você olha para esses dois times (Spurs e Thunder) e eles jogam um pelo outro, estão empolgados para estar em quadra juntos, são um time onde são altruístas… Acho que temos talento mais do que suficiente… Mas é só ser menos temperamentais. Acho que esse é o nome do jogo para nós, ser menos temperamentais e mais altruístas”.

    Poxa, que pancada na mesa. O Reid basicamente falou que os caras estão com muito ego e pouca humildade. E olha, não é só ele não — Anthony Edwards também admitiu que o time não criou hábitos de campeão durante a temporada regular.

    A diferença é gritante mesmo

    E ele tá certo, né? Você vê Thunder e Spurs jogando e é outro nível de química. O pessoal se diverte, comemora junto, ninguém tá fazendo carinha feia quando o companheiro erra um arremesso. Os Wolves? Sempre parecia que tinha aquele clima pesado, sabe?

    Sinceramente, acho que o Reid botou o dedo na ferida. Minnesota tem um dos elencos mais talentosos da liga — Edwards, Towns, Jaden McDaniels, o próprio Reid saindo do banco… Mas talento sem química é como ter um Ferrari com pneu furado.

    E aí, dá pra consertar?

    A questão agora é: será que conseguem mudar essa mentalidade? Porque uma coisa é identificar o problema (e que bom que estão fazendo isso), outra é realmente transformar a cultura do vestiário.

    Vocês acham que os Wolves conseguem dar a volta por cima na próxima temporada? Ou vão precisar de mudanças mais drásticas no elenco mesmo?

    Uma coisa é certa: quando os próprios jogadores estão admitindo os problemas publicamente, pelo menos mostra que há consciência. Agora é ver se vem a mudança de atitude junto.

  • Jalen Williams volta pro Thunder no pior momento possível

    Jalen Williams volta pro Thunder no pior momento possível

    Olha, eu não esperava essa. Jalen Williams foi liberado pelo departamento médico do Oklahoma City Thunder e vai estar disponível pro Jogo 1 da Final do Oeste, que rola na segunda contra o San Antonio Spurs. Depois de quase um mês parado, o cara volta justamente na reta final dos playoffs.

    Williams tá fora desde 22 de abril, quando machucou o posterior da coxa no Jogo 2 da primeira rodada contra o Phoenix Suns. Perdeu o resto daquela série, toda a segunda rodada contra o Lakers, e agora volta bem na hora da decisão. Na minha visão, isso pode ser uma faca de dois gumes — ou ele volta motivado pra caramba, ou ainda tá meio enferrujado.

    Uma temporada para esquecer

    Sinceramente? Foi uma temporada perdida pro Williams. O monstro jogou apenas 33 jogos na temporada regular e só dois nos playoffs até agora. Começou o ano se recuperando de uma cirurgia no punho que fez na offseason, aí quando finalmente voltou, veio essa sequência de lesões no posterior.

    Duas lesões no posterior da coxa em um período de um mês e meio. Isso é o tipo de coisa que deixa qualquer um maluco, principalmente um jogador que vinha numa crescente absurda na NBA.

    Thunder não sentiu tanto assim

    O mais impressionante? O Thunder passou por tudo isso e chegou na Final do Oeste mesmo assim. Varreram Phoenix na primeira rodada, varreram o Lakers na segunda. Isso mostra como esse time de Oklahoma City é profundo e bem treinado.

    Mas agora é diferente. Final do Oeste contra o Spurs de Wembanyama é outro nível de pressão. E ter o Williams de volta pode fazer toda a diferença, especialmente se ele conseguir entrar no ritmo rapidinho.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão de voltar justamente na Final do Oeste? Porque, olha, não deve ser fácil ficar um mês parado e depois ter que jogar no maior palco dos playoffs. Mas se tem alguém que pode fazer isso acontecer, é esse time do Thunder que não para de surpreender.