Tag: NBA Playoffs

  • Mitchell tá virando problema no Cleveland e eu não consigo mais ignorar

    Mitchell tá virando problema no Cleveland e eu não consigo mais ignorar

    Cara, depois de assistir o Cavs perder por 21 pontos em casa pro Pistons no jogo 6, eu não consigo mais fingir que tá tudo bem com o Donovan Mitchell. Sinceramente.

    O Cleveland tava com tudo na mão pra carimbar a vaga na final da Conferência Leste, jogando em casa, e simplesmente entregou. Agora vai ter que encarar um jogo 7 fora de casa em Detroit. E olha, eu tô começando a achar que o problema não é só azar não.

    O time é o reflexo do Mitchell

    Vocês já repararam como os times acabam virando uma cópia do seu melhor jogador? Pois é. E o Cavs virou basicamente o Mitchell versão time: quando tá inspirado, parece que vai dominar o mundo. Quando não tá… vira essa bagunça que a gente viu no jogo 6.

    No jogo 4, o cara foi um monstro na segunda metade – igualou o recorde de mais pontos numa metade de jogo dos playoffs. Foi absurdo. Mas aí vem uma noite ruim e o castelo de cartas desaba completamente.

    O problema é que tanto os Raptors quanto os Pistons descobriram a kryptonita do Mitchell. Eles têm defensores altos e rápidos que conseguem acompanhar ele de igual pra igual, coisa que ele não enfrentou nos oito anos anteriores de playoffs. E quando ele não consegue chegar na cesta como quer, sobra só o arremesso – que às vezes cai, às vezes não.

    37 minutos de pesadelo

    Os números do jogo 6 são brutais. O Cavs foi superado por 25 pontos nos 37 minutos que o Mitchell ficou em quadra. Vinte e cinco! E eu que tava assistindo posso garantir que pareceu ainda pior na arena.

    O cara tentou carregar o time nas costas, arremessou 20 vezes (mais que qualquer outro), mas só acertou 3 das 11 tentativas no garrafão. Aquela facilidade dele pra finalizar simplesmente sumiu.

    “Não posso ficar remoendo os arremessos que perdi”, disse o Mitchell depois. “É o impacto geral no jogo que importa.”

    E é exatamente esse o problema, mano. O impacto geral dele tem sido questionável há quatro anos.

    Cadê o jogo coletivo?

    Olha, eu não sou desses que fica cobrando assistência de todo mundo, mas 1,15 de razão assistência-turnover em 13 jogos de playoffs? Pra um cara que fica com a bola na mão o tempo todo? Isso aí não dá.

    O Mitchell simplesmente não tem plano B quando o arremesso não tá caindo. Ele não é um distribuidor habilidoso, não se move bem sem a bola, e na defesa… bom, melhor nem falar sobre defesa.

    Na minha visão, tá na hora do Cavs repensar algumas coisas. Você não pode construir um time inteiro em volta de um jogador que só funciona numa situação específica. E aí, vocês acham que ele consegue se reinventar a essa altura da carreira, ou é isso aí mesmo?

    Jogo 7 em Detroit. Vai ser agora ou nunca pra provar que eu tô errado.

  • Edwards cumprimentou o Spurs com 8 min no relógio e virou polêmica

    Edwards cumprimentou o Spurs com 8 min no relógio e virou polêmica

    Cara, o que o Anthony Edwards fez ontem deixou meio mundo da NBA de queixo caído. E não foi por causa de uma enterrada ou arremesso impossível, não. Foi porque ele resolveu atravessar a quadra pra cumprimentar o Spurs quando ainda faltavam 8 minutos pro jogo acabar!

    Pra quem não viu: Timberwolves levando uma surra histórica em casa, 128-95 no placar, e o Ant simplesmente levantou do banco, pegou a toalha e foi lá dar parabéns pros caras do San Antonio. Cumprimentou técnico, jogador, todo mundo. Inclusive o Wembanyama, que tava com 19 pontos e sendo um monstro como sempre.

    A bronca veio pesada

    O Udonis Haslem não perdoou nada no programa da Amazon Prime. O cara que ganhou três títulos pelo Heat falou umas verdades que doeram:

    “Como líder, eu jamais teria ido lá cumprimentar eles com oito minutos restando. Isso é fraqueza. O jogo não acabou, cara! Ainda tenho oito minutos. Tenho que ficar aqui apoiando meus companheiros que ficaram no banco torcendo por mim o tempo todo.”

    E completou com uma que pegou: “Tenho certeza que o Wembanyama nunca faria isso.”

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. Por um lado, o Edwards mostrou classe e respeito — coisa que a gente vê pouco no esporte hoje em dia. Por outro, realmente é meio estranho abandonar o time antes da sirene final, né?

    Nunca vi isso na minha vida

    O Dirk Nowitzki, que não é de criticar ninguém, admitiu que ficou chocado: “Assisto NBA há décadas e nunca vi um cara indo cumprimentar o time adversário com oito minutos no relógio. Foi estranho demais pra mim.”

    E vocês, o que acham? Eu sinceramente fiquei dividido. Por um lado, admiro a atitude do Edwards de reconhecer que o jogo tava perdido e dar os parabéns pelos caras terem jogado melhor. Mas por outro, tem aquela questão de liderança mesmo. Será que não passou uma imagem errada pros companheiros?

    O próprio Edwards explicou depois: “Naquele momento você sabe que não vai voltar pro jogo, então só queria dar o respeito que eles merecem.”

    Cara, é complicado. Os Wolves tavam tomando uma surra mesmo (139-106 no final), a temporada tinha acabado, e o garoto de 24 anos quis ser elegante. Mas talvez elegância tem hora e lugar, né?

    O que eu sei é que isso vai ficar na cabeça do Edwards no futuro. Aposta que da próxima vez ele espera os oito minutos passarem!

  • Ewing revela: ‘Me sinto parte desta campanha dos Knicks’

    Ewing revela: ‘Me sinto parte desta campanha dos Knicks’

    Patrick Ewing falou com o coração aberto sobre ver os Knicks chegando nas finais da Conferência Leste. E cara, dá pra sentir a emoção do cara quando ele fala sobre essa oportunidade única que o time tem nas mãos.

    “É uma oportunidade única na vida. Ninguém sabe se vai aparecer de novo”, disse o lendário pivô. E olha, ele sabe do que tá falando, né? Quem passou pela dor daquela final de 94 contra o Houston sabe o peso dessas palavras.

    O conselho de quem viveu na pele

    Quando perguntaram o que ele diria pro elenco atual, Ewing foi direto: continuar fazendo o que vinham fazendo. “Lembrem que é sobre time, isso não é tênis com uma pessoa contra outra”, disparou. E sinceramente, é isso mesmo – essa temporada dos Knicks tá sendo sobre basquete coletivo do jeito mais bonito.

    A comparação que ele fez do Josh Hart com John Starks me pegou de jeito. “Josh demonstra as emoções na manga da camisa, assim como o John fazia”, observou Ewing. Cara, imagina esses dois jogando juntos? Seria pura intensidade em quadra.

    Brunson impressiona até a lenda

    Mas foi quando falou sobre Jalen Brunson que Ewing realmente se empolgou. “Ele é um dos jogadores mais talentosos que já vi jogar”, disse sem pestanejar. E completou: “Não tive a sorte de jogar com um talento assim”.

    Pesado isso, não acham? O homem que carregou os Knicks nos anos 90 admitindo que nunca teve um armador desse nível ao lado. Faz a gente valorizar ainda mais o que o Brunson tá fazendo nessa campanha.

    Sobre o Karl-Anthony Towns, Ewing destacou como os dois estão aprendendo a jogar juntos. “KAT tem sido um facilitador e busca pontuar quando tem a oportunidade”, analisou. E é verdade – a química entre eles tá crescendo a cada jogo.

    OG Anunoby roubando a cena

    Agora, a declaração mais surpreendente foi sobre o OG Anunoby: “Nas últimas duas séries, ele foi nosso melhor jogador”. Monstro demais ver o reconhecimento que esse cara tá tendo. Defesa elite e ainda contribuindo ofensivamente quando precisa.

    E quando falou sobre como seria Nova York se os Knicks levassem tudo… cara, só de imaginar já dá arrepio. “A cidade inteira, o estado inteiro ficaria feliz demais”, previu Ewing. Vocês conseguem imaginar a festa que seria?

    Patrick Ewing viveu a dor de chegar perto e não conseguir. Agora ele tá vendo uma nova geração dos Knicks com uma chance real de quebrar esse jejum de títulos. E pelo jeito que ele fala, dá pra perceber que ele realmente se sente parte dessa jornada.

    Será que é a vez dos Knicks finalmente voltarem ao topo?

  • Castle explode, Spurs massacram Wolves e vão pra final do Oeste!

    Castle explode, Spurs massacram Wolves e vão pra final do Oeste!

    Mano, EU NÃO CONSIGO ACREDITAR! Os Spurs estão de volta na final da Conferência Oeste. E sabe quem comandou essa festa? Stephon Castle, que simplesmente decidiu virar o Michael Jordan no Game 6 contra os Timberwolves.

    32 pontos e 11 rebotes. TRINTA E DOIS PONTOS! O garoto não brincou em serviço, não. Quando Minnesota resolveu mudar a marcação, Castle olhou e falou: “Ah é? Então toma essa”. E tomaram mesmo.

    O show do Castle com Wembanyama

    Cara, as conexões entre Castle e Wembanyama estão de um jeito que dá até arrepio. Os dois se encontram no ar como se fosse telepatia. E o Wemby? Bicho tá inventando enterrada de costas, de lado… Eu já tô esperando ele fazer uma dessas rebatendo a bola na cara igual foca antes de enfiar na cesta (risos).

    De’Aaron Fox também fez a sua parte com 21 pontos e 9 assistências. O maluco tá jogando um H-O-R-S-E sozinho enquanto leva o time pro paraíso. E Wembanyama “só” fez 19 pontos com 3 tocos — como se fosse qualquer coisa, né?

    A nova geração chegou chegando

    Dylan Harper tá fazendo umas coisas que eu nem sei como explicar. O rookie tá jogando com uma compostura que parece veterano de 10 anos de playoffs. Vai pra esquerda como se fosse pra direita, defende como um demônio e ainda arranca risada da galera com as reações.

    E tem mais gente chegando! Carter Bryant, Julian Champagnie… Olha, sinceramente, esse time dos Spurs tá montado de um jeito que dá inveja. Juventude misturada com talento e ainda por cima jogando bonito.

    O que mais me impressiona é como eles fazem tudo parecer fácil. Wemby girando no ar e enterrando de pivô, Fox acertando arremessos impossíveis, Castle voando pela quadra… É um negócio de louco.

    E agora?

    Spurs na final do Oeste de novo, depois de quanto tempo? Eu tô curioso pra ver se essa molecada aguenta a pressão de uma final de conferência. Vocês acham que eles têm estrutura pra ir até o fim?

    Uma coisa eu garanto: vai ser divertido de assistir. Esse time joga um basquete que é puro prazer pros olhos. E Castle… rapaz, esse menino pode ser especial mesmo.

  • Os Wolves trouxeram o caos mais divertido dos playoffs da NBA

    Os Wolves trouxeram o caos mais divertido dos playoffs da NBA

    Cara, eu ainda tô processando o que foi essa temporada do Minnesota Timberwolves. Eles foram eliminados pelos Spurs na sexta, sim, mas que show esses caras deram nos playoffs, meu deus.

    Olha só a loucura: entraram na primeira rodada contra o Denver Nuggets — que tava numa sequência absurda de 12 vitórias seguidas — com dois titulares e uma peça importante machucados. Todo mundo já dava como mortos. E o que esses malucos fizeram? Ganharam a série em seis jogos! Simplesmente encontraram os pontos fracos do Denver e martelaram até quebrar.

    O time que não se leva a sério (e por isso é genial)

    Aí veio o San Antonio Spurs pela frente — ainda mais assustador. Mas os Wolves? Roubaram o primeiro jogo na casa do adversário e ainda levaram o quarto em casa. Sinceramente, eu não esperava essa resistência toda.

    E mesmo quando perdiam — tipo na sexta-feira, no jogo 6 — eles conseguiam meter medo no adversário. Tomavam 18×3 no começo e empatavam até o final do primeiro quarto. Deficit de 29 pontos? Encostavam pra 12 no intervalo. Essa teimosia tinha prazo de validade, mas quando funcionava era de arrepiar.

    O mais legal é que esse bando de malucos simplesmente não tá nem aí pro que os outros pensam. Lembram da coletiva depois do jogo 2 contra Denver? O Anthony Edwards falando que ia “beat that shit” nos rebotes e o Julius Randle morrendo de rir. Parecia The Office versão NBA.

    Jaden McDaniels virou mito

    E o Jaden McDaniels? O cara simplesmente chegou na série contra o Denver e falou: “Vamos partir pra cima porque esses caras são todos ruins na defesa”. Aí listou um monte de jogador que todo mundo considera bom defensor. De capuz preto, claro — porque não podia ser diferente.

    No final do jogo 4, com a vitória já garantida, McDaniels ainda fez uma bandeja faltando dois segundos. O Nikola Jokić ficou tão puto que correu a quadra inteira pra partir pra cima dele. McDaniels só riu na cara do gigante de 2,11m. Na moral, que frieza é essa?

    E no jogo 6 pra fechar a série? 32 pontos. O melhor da noite. Monstro.

    Fizeram até o Wembanyama perder a linha

    Contra o Spurs a coisa ficou ainda mais interessante. Depois de perder o primeiro, San Antonio ganhou os dois seguintes e parecia no controle total. O Victor Wembanyama todo empolgado: “Eu fui feito pra isso, amo essa pressão física dos playoffs”.

    Todo mundo falando da calma implacável do francês de 2,24m, do mindset divino dele. Aí os Wolves fizeram o que fazem de melhor: zoaram com a cabeça do cara. McDaniels e Naz Reid ficaram cutucando, provocando, até que o “zen” Wemby perdeu completamente a linha e acertou uma cotovelada violenta na cara do Reid.

    Cara, os Wolves podem não ter sido o time mais profundo ou consistente desses playoffs. O próprio técnico Chris Finch admitiu que não levaram a temporada regular a sério. Mas que time é esse que joga com tanto amor pela zoeira? O Anthony Edwards pode decidir qualquer jogo do nada, o Rudy Gobert segura a defesa que quando engata é um espetáculo, e essa galera produz algumas das jogadas mais emocionantes da NBA.

    Vocês concordam que basquete assim — meio maluco, sem frescura — é muito mais divertido de assistir? Porque eu já tô com saudade dessa turma.

  • OG Anunoby deve voltar no Jogo 1 das finais do Leste

    OG Anunoby deve voltar no Jogo 1 das finais do Leste

    Cara, parece que o OG Anunoby vai estar de volta justamente quando o Knicks mais precisa dele. Depois de dois treinos completos seguidos, o ala está praticamente confirmado para o Jogo 1 das finais da Conferência Leste, na terça-feira.

    “Melhorando a cada dia”, disse Anunoby após o treino de sábado, que incluiu até contato físico. “Me sinto bem hoje.”

    E olha, isso é uma baita notícia pro Knicks. Lembram da lesão no tendão que tirou ele dos dois últimos jogos contra o 76ers? Pois é, foi um susto danado, mas parece que dessa vez o cara se livrou de uma mais grave.

    A diferença entre esta lesão e a anterior

    O mais interessante é que o próprio OG comparou com a lesão de dois anos atrás, quando ele se machucou contra o Pacers e praticamente não conseguiu jogar direito no Jogo 7. Desta vez foi diferente.

    “Não foi como as anteriores, com certeza”, explicou. “Foi melhor que antes… Eu nunca penso no passado. Só lido com o momento. Não doeu tanto quanto já doeu no passado quando aconteceu.”

    Sinceramente, isso me deixa mais tranquilo. Quem acompanha a NBA sabe como lesão no tendão pode ser traiçoeira – ainda mais nos playoffs.

    Os números mostram o quanto ele faz falta

    Tá, o Knicks destruiu o 76ers por uma diferença combinada de 44 pontos nos dois jogos sem o OG. Shamet e McBride jogaram bem pra caramba no lugar dele. Mas convenhamos – Anunoby é outro nível.

    Até se machucar, o cara estava fazendo 21.4 pontos, 7.5 rebotes, 1.9 roubos e 1.1 tocos por jogo nesses playoffs. E o mais absurdo: 53.8% nos arremessos de três, tentando quase 5 por partida! Com ele em quadra, o Knicks tinha um saldo positivo de 20 pontos a cada 100 posses.

    “Para passar por isso não é divertido nesta época do ano, porque muitas coisas entram em jogo”, disse o técnico Mike Brown. “Estamos tentando chegar ao topo da montanha. Você precisa de sorte, habilidade, e todos saudáveis até certo ponto.”

    E aí, vocês acham que o OG vai conseguir manter esse nível depois de 12 dias parado? Na minha visão, esse descanso forçado pode até ter sido uma bênção disfarçada. O cara vai estar fresquinho justamente na hora que mais importa.

    Mikal Bridges, que conhece bem o companheiro, não tá nem um pouco preocupado: “Ele voltou. Parece bom pra mim. Acho que talvez a torcida, os fãs e a mídia se preocuparam um pouco mais, mas eu sei como o OG trabalha e como é o corpo dele.”

    Cara, se o Knicks conseguir ter o OG 100% nas finais do Leste, essa série fica muito mais interessante. O time já mostrou que pode vencer sem ele, imagina com ele mandando bala de novo.

  • Thunder x Spurs: a final do Oeste que promete ser histórica

    Thunder x Spurs: a final do Oeste que promete ser histórica

    Cara, chegou o momento que todo mundo tava esperando nos playoffs de 2026. Thunder, os atuais campeões, contra os Spurs do Wembanyama nas finais da Conferência Oeste. E olha, pode apostar que essa série vai ser um show à parte.

    O mais louco? O OKC tá perfeito até agora – 8 vitórias em 8 jogos nos playoffs. Mas os Spurs dominaram eles na temporada regular, ganhando 4 de 5 confrontos. Quem vocês acham que leva essa?

    SGA vs Wemby: o duelo dos finalistas ao MVP

    A cereja do bolo é que tanto Shai Gilgeous-Alexander quanto Victor Wembanyama são finalistas ao MVP de 2025-26. Imagina ganhar o MVP e ainda por cima avançar pras finais da NBA? Um deles pode sair com os dois troféus nas mãos.

    Na minha opinião, esse vai ser o fator decisivo da série. O Wemby simplesmente transformou o basquete dos Spurs numa coisa absurda. O cara muda a geometria da quadra só de estar ali – ninguém consegue atacar a cesta quando ele tá no garrafão. É tipo o que o Stephen Curry fez em 2014-15, mas na defesa.

    Já o SGA mal precisou suar contra os Lakers na segunda rodada. Mas agora é outra história – vai ter que ralar muito mais contra essa defesa monstruosa de San Antonio.

    Experience vs talento: quem pesa mais?

    Olha, eu fico dividido nessa. Por um lado, o Thunder tem a experiência de campeão e uma profundidade de elenco que dá inveja. O Jalen Williams voltou machucado e isso deixa eles ainda mais perigosos. Fora que jogam em casa, onde perderam apenas 7 vezes na temporada toda. Sete! É absurdo isso.

    Por outro lado… cara, os Spurs são aquele time que ninguém esperava que chegasse tão longe, mas aqui estão eles. Eliminaram os Timberwolves na sexta-feira e mostraram que não vieram pra passear.

    O problema vai ser quando o Wemby sair de quadra. Nos poucos minutos que ele descansou contra Minnesota, o negócio ficou feio pro lado dos Spurs. E o Thunder é exatamente o tipo de time que ataca a cesta e pressiona o garrafão.

    Minha aposta: vai ser guerra

    Sinceramente? Acho que vai pra sete jogos. A galera tá subestimando o fator Wembanyama – o moleque simplesmente não deixa ninguém fazer cesta perto da cesta. E numa guerra de arremessos de três, eu confio mais nos Spurs.

    Pode ser que a experiência dos playoffs faça diferença pro Thunder, mas os Spurs têm aquela pegada de time jovem que não tem medo de nada. Lembra do que aconteceu com os Warriors em 2015? Todo mundo falava que eles precisavam “apanhar” nos playoffs primeiro, mas eles foram lá e ganharam tudo.

    Uma coisa é certa: quem sair dessa série vai ser muito favorito nas finais da NBA. O lado Leste não tem ninguém no mesmo nível desses dois monstros.

  • Trio mágico dos Spurs destrói Wolves e vai à final do Oeste

    Trio mágico dos Spurs destrói Wolves e vai à final do Oeste

    Cara, que demolição foi essa dos Spurs ontem à noite! 139 a 109 nos Timberwolves no jogo 6, classificação direto pras finais da Conferência Oeste. E sabe o mais louco? Não foi só o Wembanyama carregando o time — foi um trio de armadores que simplesmente resolveu jogar basquete de videogame.

    Stephon Castle foi MONSTRO: 32 pontos, 11 rebotes e 6 assistências. O cara tava inspirado, meteu 5 bolas de 3 (recorde pessoal dele) e comandou a orquestra. Do lado dele, De’Aaron Fox fez 21 pontos com 80% de aproveitamento nos arremessos — coisa de louco mesmo. E Dylan Harper completou a festa com 15 pontos, também com ótimo percentual.

    Ataque histórico em San Antonio

    Olha só esse dado: o trio de armadores acertou 23 de 30 arremessos de quadra e 9 de 12 do perímetro só nos três primeiros quartos. Foram responsáveis por quase 60% da pontuação do time nesse período. Absurdo, né?

    Os Spurs bateram 18 bolas de 3 — recorde da franquia em playoffs. E pensar que há alguns anos esse time tava reconstruindo… Sinceramente, não esperava ver eles nas finais do Oeste tão cedo, mas esse elenco tá jogando um basquete lindo de se ver.

    Wemby elogia Castle

    O Victor Wembanyama, que fez seus 19 pontos e 6 rebotes, foi direto ao ponto sobre o Castle: “Eles estavam tentando me tirar do garrafão e me agarrar. A única forma de lutar contra isso é com físico. [Castle] foi incrível.”

    E não é pra menos — Castle virou o quinto jogador da história dos Spurs a fazer pelo menos 30 pontos, 10 rebotes e 5 assistências num jogo de classificação. Tá na companhia de caras como Manu Ginóbili, Tim Duncan e David Robinson. Não é qualquer um, não.

    Agora é Thunder pela frente

    Segunda-feira tem jogo 1 das finais do Oeste contra o Oklahoma City Thunder. E olha, vai ser punk. O Thunder é favorito por 6,5 pontos e tem 73% de chance de ir pras Finais segundo as casas de aposta.

    O Harper já sacou a bronca: “O que vamos enfrentar na segunda é um bicho diferente. A experiência é ótima pra todos nós, mas temos que manter o pé no acelerador.”/p>

    De’Aaron Fox, que já tem experiência de sobra, tá tentando passar uns “cheats” pros mais novos: “Quero que eles sintam esse sucesso desde cedo na carreira porque você nunca sabe quando essas coisas podem voltar a acontecer.”

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem surpreender mais uma vez? Porque olhando esse time jogar, tudo parece possível.

  • Wemby se diverte destruindo na defesa e leva Spurs à final do Oeste

    Wemby se diverte destruindo na defesa e leva Spurs à final do Oeste

    Cara, o Wembanyama tá jogando um basquete que dá até medo de assistir. O San Antonio Spurs acabou de atropelar o Minnesota Timberwolves por 139-109 na sexta-feira e voltou à final da Conferência Oeste depois de SETE ANOS. E o mais absurdo? O francês monstro disse que essa foi a série mais divertida que ele já teve… na defesa.

    “Essa série foi provavelmente a mais divertida que eu tive na defesa. Todo mundo estava conectado… E essa foi a mais divertida que eu tive na defesa”, disse Wemby na coletiva pós-jogo.

    Olha, eu não sei vocês, mas uma frase dessas me deixa arrepiado. Imagina um cara de 2,24m que já é uma máquina de bloquear arremessos falando que tá SE DIVERTINDO destruindo o ataque adversário? O resto da NBA deve estar tendo pesadelos.

    A clínica defensiva que calou o Target Center

    O jogo foi uma verdadeira aula de como se defender coletivamente. Os Spurs simplesmente não deixaram Minnesota respirar desde o primeiro quarto. Foi tão dominante que no final estava 30 pontos de diferença — no Target Center, que geralmente é um caldeirão.

    E o Wembanyama nem precisou de uma noite histórica no ataque. Fez 19 pontos, 6 rebotes e 3 bloqueios em apenas 27 minutos de quadra. Mas o impacto dele ia muito além dos números. O cara estava ali tipo um espantalho gigante, fazendo todo mundo do Minnesota pensar duas vezes antes de ir pro garrafão.

    Quem carregou o piano no ataque foi o rookie Stephon Castle — que absurdo de jogo! 32 pontos e 11 rebotes. Double-double destruidor. E o De’Aaron Fox colaborou com 21 pontos e 9 assistências. Na minha visão, essa profundidade do elenco dos Spurs está assustando.

    Oklahoma City Thunder, se prepara

    Agora vem a parte boa: final do Oeste contra o atual campeão Oklahoma City Thunder a partir de segunda-feira. Sinceramente? Se os Spurs mantiverem essa conexão defensiva que o Wemby tanto elogiou, eu não duvido de nada.

    Para o Minnesota, é aquela caminhada triste pro vestiário e pensar no que deu errado. Mas pro Wembanyama e os Spurs, como ele mesmo disse, a diversão tá só começando. E quando um fenômeno como ele fala que tá se divertindo jogando defesa… cara, isso é de arrepiar. O Thunder que se cuide, porque esse Spurs não tá pra brincadeira.

    E aí, vocês acham que eles conseguem ir até o fim? Esse time tem cara de surpresa do ano ou eu que tô viajando?

  • Ant-Man e o cumprimento polêmico: respeito ou desistência?

    Ant-Man e o cumprimento polêmico: respeito ou desistência?

    Cara, o que o Anthony Edwards fez na eliminação dos Timberwolves na sexta foi algo que você não vê todo dia na NBA. Com 8 minutos ainda no relógio e o jogo praticamente decidido pro San Antonio, o Ant-Man simplesmente levantou do banco e foi cumprimentar TODA a bancada dos Spurs. Um por um. Técnico, jogadores, todo mundo.

    Óbvio que isso virou polêmica na hora, né? Galera dividida entre quem achou um gesto de fair play e quem viu como desistência precoce. Mas o Edwards, sendo o cara autêntico que sempre foi, defendeu a atitude na coletiva:

    “Naquele ponto, você sabe que não vai mais voltar pra quadra, então você tenta dar a eles o respeito que merecem”, explicou o garoto.

    A realidade nua e crua da eliminação

    Olha, eu entendo o lado do Edwards aqui. Os Spurs dominaram do primeiro ao último minuto — foram 26 pontos de diferença no final. Terceiro ano seguido que Minnesota sai dos playoffs de forma vexatória. Deve ser frustrante demais.

    O próprio Ant teve uma noite complicada: 24 pontos mas com apenas 9 cestas em 26 tentativas. Nada fluindo, time sem ritmo, elenco não ajudando. E ele foi honesto sobre isso também, admitindo que “os Spurs foram melhores” na série toda.

    Maturidade ou falta de pegada?

    Sinceramente? Acho que foi mais maturidade que qualquer coisa. O Edwards sempre foi assim — transparente, emocional, verdadeiro. É irritante quando seu time tá perdendo? Pode ser. Mas prefiro isso do que fingir que tá tudo bem ou fazer cara de mal até o final.

    E vocês, o que acham? Foi falta de competitividade ou um gesto de respeito mesmo? Porque olhando o histórico recente dos Wolves nos playoffs, talvez o problema seja muito maior que um cumprimento no meio do jogo.

    Agora é mais um verão longo em Minneapolis, tentando entender por que esse time promissor não consegue passar do primeiro obstáculo sério nos playoffs. Edwards vai ter que carregar essa responsabilidade — e pela forma como encarou a derrota, parece que ele tá preparado pra isso.