Tag: NBA Playoffs

  • Duren ressuscita e salva temporada dos Pistons no Game 6

    Duren ressuscita e salva temporada dos Pistons no Game 6

    Cara, o Jalen Duren simplesmente ressurgiu das cinzas ontem à noite. Depois de passar uns perrengues fodidos contra o Jarrett Allen durante quase toda a série, o pivô dos Pistons decidiu que não ia deixar a temporada acabar assim não.

    15 pontos e 11 rebounds na vitória por 115-94 sobre os Cavs. Só pra vocês terem noção: esses 11 rebounds do Duren foram o mesmo tanto que ele pegou nos TRÊS jogos anteriores juntos. É ou não é ressurreição?

    O que mudou no jogo do pivô?

    Olha, eu tava começando a ficar preocupado mesmo. No Game 5, o técnico J.B. Bickerstaff simplesmente tirou o cara de quadra nos últimos 17 minutos da derrota em overtime. Imagina o baque psicológico? Mas o moleque mostrou personalidade.

    “Minha confiança em mim nunca abalou. Eu sei o que posso fazer”, disse Duren depois do jogo. E realmente mostrou né, foi 7/10 nos arremessos e ainda pegou 3 tocos — que por sinal foi o mesmo tanto que ele tinha na série TODA até então.

    O que mais me impressionou foram os 4 rebotes ofensivos. Cara, isso é imposição de vontade pura. É o cara dizendo: “não, a bola não vai sair dessa posse não”.

    Cade aprovou a performance

    O Cade Cunningham, que fez seus 21 pontos tradicionais, elogiou pacas o parceiro: “Sua agressividade foi ótima quando tinha a bola e quando não tinha, indo buscar rebote fora da sua área.”

    E olha que o Duren ainda deu uma assustada no terceiro quarto quando torceu o tornozelo indo pra uma bandeja. Saiu de quadra por uns 6 minutos, mas voltou determinado pro último período e ainda contribuiu com 6 pontos e 4 rebounds em apenas 7 minutos.

    Game 7 em casa — o sonho continua

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Game 7 decisivo em Detroit. E o Duren já mostrou que sabe aparecer nesses momentos. Contra o Orlando Magic, no Game 7 da primeira rodada, ele cravou 15 pontos e 15 rebounds.

    “Game 7 é sempre divertido porque a torcida fica super empolgada e jogamos em casa. Eu gosto da gente em situações decisivas. Esses são nossos melhores momentos”, disse o pivô.

    Sinceramente? Eu tô acreditando nessa ressurreição. Depois de ver os Pistons voltarem aos playoffs depois de tanto tempo, seria cruel demais a temporada acabar com o Duren jogando abaixo. Vocês acham que ele consegue repetir essa performance no domingo?

  • Jalen Williams volta 100% para as finais do Oeste após susto

    Jalen Williams volta 100% para as finais do Oeste após susto

    Cara, que alívio! Jalen Williams finalmente bateu o martelo: está 100% recuperado da lesão no posterior da coxa e vai estar disponível para as finais da Conferência Oeste. O ala do Oklahoma City Thunder ficou seis jogos fora por causa de uma distensão grau 1 no isquiotibial esquerdo.

    O mais interessante é que o próprio Williams anunciou isso num vídeo no YouTube dele — eu adoro quando os jogadores vão direto ao ponto assim, sem enrolação. Ele explicou que a vantagem de 3-0 sobre os Lakers acabou sendo uma benção disfarçada, dando tempo extra para se recuperar completamente.

    Sem pressa, sem pressão

    “É bom que eu não precisei me apressar para voltar da lesão no posterior”, disse Williams no vídeo. “Na verdade, estou tendo dias extras além do que estava originalmente planejado porque estávamos 3-0 [contra os Lakers], então não fazia sentido entrar nessa série e possivelmente me machucar antes de jogarmos contra os Timberwolves ou Spurs.”

    Olha, eu concordo 100% com a estratégia. Para que forçar uma volta precoce quando o time estava dominando os Lakers? Williams já sofreu demais com lesões essa temporada — perdeu os primeiros 19 jogos se recuperando de cirurgia no punho direito e depois teve duas outras ausências prolongadas por problemas no posterior direito. No final, jogou apenas 33 partidas na temporada regular. Imaginem o Thunder com ele saudável o ano todo…

    Mitchell segurou as pontas

    Enquanto Williams estava fora, Ajay Mitchell assumiu o posto de titular e, sinceramente, foi um monstro. Teve média de 22,5 pontos e 6,0 assistências nos quatro jogos da varredura contra os Lakers. Que oportunidade incrível para o garoto mostrar serviço!

    Williams, que foi selecionado para o terceiro time All-NBA na temporada 2024-25, estava indo muito bem nos playoffs antes da lesão. Fez 22 pontos, 7 rebotes e 6 assistências no jogo de abertura contra o Phoenix Suns, mas se machucou no segundo jogo após apenas 23 minutos em quadra.

    Agora a pergunta que não quer calar: vocês acham que o Thunder tem chances reais de chegar às finais da NBA? Com Williams de volta e o time jogando nesse nível, eu tô começando a acreditar que essa temporada pode ser histórica para Oklahoma City. E aí, o que vocês pensam?

  • Hart e Brunson metem o pau na torcida dos 76ers: ‘não é cidade esportiva’

    Hart e Brunson metem o pau na torcida dos 76ers: ‘não é cidade esportiva’

    Olha, eu amo quando rola essa provocação entre jogadores após uma série eliminatória. E o Josh Hart simplesmente não perdoou os fãs dos 76ers depois que os Knicks dominaram a Filadélfia nos próprios domínios deles.

    A situação foi constrangedora mesmo — imagina você estar assistindo seu time em casa e a torcida visitante praticamente tomar conta do ginásio? Foi exatamente isso que aconteceu nos jogos 3 e 4 da série entre Knicks e Sixers. Os fãs de Nova York estavam em maior número que os locais, e dava pra ouvir claramente os gritos pró-Knicks ecoando pela Xfinity Mobile Arena.

    Hart não deixou passar em branco

    No podcast ‘Roommates Show’ que Hart e Brunson fazem juntos, os dois resolveram debater o que define uma ‘cidade esportiva’. E cara, o Hart foi cirúrgico na análise dele.

    “Eu estava errado na minha entrevista pós-jogo”, disse Hart. “Eu falei que a Filadélfia não era uma cidade esportiva. Eu achava que era, mas não é mais.”

    O Brunson tentou defender um pouco: “Cara, Filadélfia É uma cidade esportiva. Eles são fanáticos e amam o Eagles.” Mas o Hart não deixou barato: “Você não pode ser uma cidade esportiva se a torcida de outro time tomar conta do seu ginásio. Isso não pode acontecer.”

    Comparações que doem

    A comparação que mais dói é com Boston. Hart foi direto: “Boston? Cidade esportiva de verdade. Você nunca vai ver a gente tomando conta do TD Garden. E nunca vai ver o Jaylen Brown ou Jayson Tatum pedindo pros fãs comparecerem porque senão os Knicks vão tomar conta — eles nunca vão falar isso porque não precisam.”

    Sinceramente, é difícil discordar. Quando você vê a torcida adversária fazendo mais barulho que a sua casa, algo está errado. E olha que estamos falando da Filadélfia, que tem uma das torcidas mais passionais dos Estados Unidos no futebol americano.

    Brunson e Hart estão voando nestes playoffs — o armador está com médias de 27.4 pontos e 6.1 assistências, enquanto Hart contribui com um double-double quase garantido (10.3 pontos e 9.0 rebotes). Com esse nível de jogo e essa confiança toda, eles podem incomodar muito nas finais da Conferência Leste.

    E aí, vocês acham que Hart foi muito pesado ou falou a verdade mesmo? Porque uma coisa é certa: quando sua própria casa vira quintal do adversário, é sinal de que algo não está funcionando.

  • Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cara, o que o Cade Cunningham fez ontem à noite em Cleveland foi simplesmente absurdo. O garoto chegou lá, em território hostil, com a temporada do Detroit Pistons na corda bamba e simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    Olha só a situação: os Pistons vinham de uma derrota em casa no Jogo 5, praticamente com o pé na cova. Precisavam vencer fora de casa ou a temporada acabava ali mesmo. E o Cade? Simplesmente entrou em quadra como se fosse jogar no quintal de casa.

    Uma atuação de gente grande

    Em 42 minutos de jogo, o cara cravou 21 pontos, distribuiu 8 assistências e ainda pegou 2 rebotes. Mas o que mais me impressionou foi a frieza dele nos arremessos de três pontos — 5 de 10! Em um jogo decisivo, longe de casa, com a torcida contra. Isso é mentalidade de monstro.

    E a galera de Cleveland, que teoricamente deveria estar torcendo contra, começou a gritar “MVP! MVP!” pro garoto. Sinceramente, eu não esperava essa reação da torcida adversária, mas mostra o respeito que o Cade conquistou na liga.

    Time inteiro jogando junto

    O legal foi ver que não foi só o Cunningham carregando o piano. Seis jogadores fizeram duplo dígito! Paul Reed saiu do banco voando e cravou 17 pontos — esse cara tá sendo fundamental nos playoffs. Jalen Duren fez um double-double maneiro com 15 pontos e 11 rebotes, mostrando que a dupla de garrafão dos Pistons tá funcionando.

    Daniss Jenkins também contribuiu com 15 pontos, Duncan Robinson acertou suas bolas de três como sempre, e o Ausar Thompson… cara, que jogador completo! 10 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 4 roubos de bola. É ou não é um sexto homem de luxo?

    No primeiro tempo, o jogo tava parelho — Detroit ganhando só por 54-51. Mas no segundo tempo os Pistons simplesmente atropelaram: 61 a 43 nos últimos 24 minutos. Cleveland não teve resposta.

    Jogo 7 em casa — agora é tudo ou nada

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Jogo 7 em Detroit! Os Pistons estão 4-0 em jogos de eliminação nestes playoffs (que número louco, né?), então a confiança tá lá em cima.

    Do outro lado, tem os Cavaliers querendo não desperdiçar a vantagem de casa que tiveram a série toda. Vai ser um jogaço! Quem ganhar pega o Knicks na final do Leste — imaginem só a loucura que vai ser.

    E aí, vocês acham que o Cade consegue repetir essa atuação em casa e levar os Pistons pra final? Eu tô começando a acreditar que esse menino pode chegar longe mesmo.

  • OG Anunoby volta aos treinos completos e Knicks sonham com título

    OG Anunoby volta aos treinos completos e Knicks sonham com título

    Gente, finalmente uma notícia boa pros torcedores dos Knicks! OG Anunoby treinou pela primeira vez sem limitações desde que machucou a coxa direita, e cara… isso pode mudar TUDO nas finais da Conferência Leste.

    O cara estava fora desde o final do Jogo 2 contra os Sixers — que os Knicks varreram, diga-se de passagem. Uma lesão dessas sempre dá aquele frio na barriga, né? Ainda mais quando o jogador estava voando nos playoffs.

    Os números que impressionam

    E olha só que absurdo: Anunoby está fazendo 21.4 pontos por jogo nestes playoffs com 61.9% nos arremessos de quadra. Mais de 60%! E das três? 53.8%. Sinceramente, números de videogame.

    Na quarta-feira ele até participou de algumas partes do treino, mas ficou fora quando a coisa esquentou. Agora o técnico Mike Brown confirmou que ele fez TUDO com o time na sexta. Isso é música pros ouvidos de qualquer torcedor dos Knicks.

    Timing perfeito

    A sorte (se é que podemos chamar assim) é que os Knicks têm tempo. Detroit e Cleveland vão pro Jogo 7 no domingo, então Nova York só joga na terça. Tempo suficiente pra OG estar 100%?

    Eu acredito que sim. Lesão de posterior é chata, mas quando o cara já está treinando completo, geralmente é sinal verde. E convenhamos — os Knicks PRECISAM dele pra sonhar com algo grande.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão das finais da Conferência após essa parada? Eu tô otimista. O cara estava numa pegada sensacional antes da lesão, e esses dias de descanso podem até ter feito bem.

  • Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Os Cleveland Cavaliers chegaram num ponto da série contra o Detroit Pistons onde todas as cartas já estão na mesa. Dificilmente algum dos times vai fazer algo muito surpreendente no Jogo 6. Vai ser mais do mesmo, com pequenos ajustes e execução variada.

    Mas tem um truque que os Cavs ainda guardam na manga: quando e onde escolher fazer a marcação dupla no Cade Cunningham.

    O fardo de Cade

    Olha, o Cunningham talvez carregue a maior responsabilidade individual de toda a liga. O sucesso ofensivo do Detroit depende quase que inteiramente dos ombros dele. Por isso a utilização dele tá nas alturas – Cade tenta mais arremessos por jogo nos playoffs (21.6) que qualquer outro cara.

    Isso pode dar muito certo. Cunningham foi um monstro na maior parte do Jogo 5, fazendo 39 pontos e quase colocando o time dele numa vantagem de 3-2. Mas algo mudou nos minutos finais, e o peso de tudo que o Cade tinha carregado até ali finalmente cobrou o preço.

    Os Cavs começaram a mandar dois na bola. Cunningham via múltiplos defensores na frente dele, com pressão assim que cruzava o meio da quadra. Isso forçou o garoto a se desfazer da bola e trabalhar mais pra ficar livre. É muito pra pedir de alguém que jogou 48 minutos no Jogo 5.

    A armadilha perfeita

    E os resultados falam por si só. Cunningham patinou contra a marcação dupla. Fez apenas 2 pontos nos últimos 10 minutos da partida regular e prorrogação, acertando 1 de 4 arremessos e perdendo bola num momento crucial do jogo.

    Max Strus, que já tinha roubado o passe de reposição do Cunningham no quarto período do Jogo 3, aproveitou mais uma vez o cansaço do cara e arrancou a bola dele na prorrogação do Jogo 5. Quando você tá cansado, comete erros. Os Cavs esperaram o momento perfeito pra aumentar a pressão no Cunningham.

    A pergunta que fica é: eles conseguem a mesma sorte hoje à noite?

    “É uma questão de feeling”, disse Kenny Atkinson. “Você faz depois de um pedido de tempo? Você faz pra tirar eles do ritmo, então faz na primeira jogada? Pra terminar o jogo? Obviamente, você tem que saber quando fazer, ou quando não fazer.”

    Risco calculado

    Marcar duplo um jogador como Cunningham vem com riscos. Você tá entregando de bandeja uma vantagem numérica pro ataque do Pistons ao colocar dois na bola. Pode se queimar rapidinho se os coadjuvantes do Detroit converterem nessas situações.

    Por isso é importante usar essa estratégia na hora certa. Faz muito cedo, e você corre o risco de deixar os Pistons pegarem ritmo. Faz muito tarde, e bem… é tarde demais. Variar a cobertura e manter Cunningham sempre alerta é tudo que dá pra fazer.

    “Ele é um grande jogador, não podemos dar só uma marcação pra ele”, disse Atkinson. “Então vamos continuar variando, e houve jogos nessa série onde não fizemos marcação dupla, então é questão de feeling mesmo.”

    Os Cavs têm a chance de eliminar os Pistons de 60 vitórias e avançar pras Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Pra isso, vão ter que ativar sua melhor estratégia defensiva no momento certo e dar o golpe de misericórdia.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue apertar esse botão secreto na hora exata?

  • Haliburton agradece NBA por ‘limpar agenda’ para novo álbum do Drake

    Haliburton agradece NBA por ‘limpar agenda’ para novo álbum do Drake

    Olha, eu não esperava que fosse ver o Tyrese Haliburton virando comentarista musical, mas aqui estamos. O armador dos Pacers aproveitou que não tinha jogos dos playoffs na quinta-feira para soltar uma dessas no Twitter que só ele mesmo.

    “Sem jogos dos playoffs porque o ‘Iceman’ tá chegando, respeito”, brincou o cara nas redes sociais. Para quem não manjou a referência — Haliburton tava falando do Drake, que depois de quase três anos finalmente ia dropar um álbum novo.

    Quando basquete encontra hip-hop

    Sinceramente, eu acho genial como esses caras da NBA vivem conectados com a cultura. O Tyrese não tava só fazendo uma piada — ele realmente tava ansioso pelo lançamento igual qualquer fã. E convenhamos, depois da decepção do Draft Lottery que os Pacers passaram, uma distração musical cai bem mesmo.

    O timing foi meio irônico porque na sexta tinha dois jogaços: Pistons tentando sobreviver contra os Cavs no Leste, e Spurs enfrentando os Wolves num jogo 6 decisivo no Oeste. Talvez o Drake deveria ter esperado mais um dia, né? Mas aí você lembra que estamos falando de um megastar — esses caras conseguem roubar a cena independente do que tá rolando.

    A treta que todo mundo tá falando

    E o álbum já tava dando o que falar antes mesmo de sair. O Drake meteu uma indireta pro LeBron James que tá todo mundo comentando — aparentemente porque o Rei teria “traído” ele ficando do lado do Kendrick Lamar naquela beef épica que rolou.

    Cara, imagina o LeBron ouvindo isso… O cara já tem que lidar com a pressão dos playoffs e ainda vira assunto de música. Mas enfim, essa é a vida quando você é o GOAT — todo mundo quer usar seu nome.

    No final das contas, o Haliburton e milhões de outros fãs passaram a sexta de fone no ouvido curtindo as novas tracks. Espero só que eles não tenham perdido os jogos por causa disso — porque aqueles confrontos prometiam ser bons demais para deixar passar. Vocês conseguiram equilibrar música e basquete ou ficaram só no Drake mesmo?

  • Brunson rejeita ser chamado de estrela: ‘Só quero ganhar’

    Brunson rejeita ser chamado de estrela: ‘Só quero ganhar’

    Cara, o Jalen Brunson acabou de me ganhar de vez. O cara simplesmente mandou a real quando perguntaram se ele se incomoda de ter menos bola nas mãos agora que os Knicks estão jogando mais pelo KAT: “Primeiro, eu não sou uma estrela. Segundo, eu quero ganhar.”

    Mano, que mentalidade é essa? Num esporte onde todo mundo quer ser o cara, o protagonista, ter as estatísticas bonitas, o Brunson vai lá e fala que não liga pra isso. E olha que ele tem todo o direito de se achar uma estrela — o cara carregou esse time nas costas a temporada toda.

    OG Anunoby ainda é dúvida

    Enquanto isso, o técnico Mike Brown tá numa sinuca de bico com o OG Anunoby. O cara participou do treino na quarta, mas quando rolou o coletivo mesmo, ele ficou de fora. Brown foi honesto: “Não sei o que ele vai conseguir fazer no Jogo 1.”

    Sinceramente, essa lesão do OG tá me deixando nervoso. O cara é fundamental na defesa dos Knicks, especialmente nessa fase dos playoffs onde cada posição importa. Brown até falou que “nos playoffs você precisa de versatilidade”, e convenhamos — OG é exatamente isso que falta quando ele não tá em quadra.

    KAT como facilitador? Por que não?

    E olha que interessante a mudança tática que o Brown implementou. Ele tá usando o Karl-Anthony Towns como um facilitador, tipo um Draymond Green ou Sabonis. Faz sentido total — o cara tem 2,11m e sabe passar a bola.

    O que mais me impressiona é como o Brunson abraçou essa mudança. Quando perguntaram sobre jogar menos com a bola, ele foi direto: “Qual foi o diálogo? Foi ‘OK, vamos fazer isso.’ Simples assim. Não tem muito o que conversar quando você tá perdendo por 2-1.”

    Isso aí é mentalidade de campeão, gente. Quantos armadores por aí aceitariam de boa reduzir seu protagonismo? Poucos. E o Brunson ainda complementa: “Eu não sou egocêntrico. É por isso.”

    Agora é esperar pra ver se os Knicks conseguem manter essa química toda na Conferência Leste. Com OG machucado e essa nova dinâmica ofensiva, vai ser um teste e tanto. Vocês acham que essa humildade do Brunson vai fazer a diferença na final do Leste?

  • Cavs destroem Cade na prorrogação e Wemby massacra no Oeste

    Cavs destroem Cade na prorrogação e Wemby massacra no Oeste

    Que noite maluca de playoffs, pessoal! Os Cavaliers simplesmente trancaram o jogo defensivamente contra os Pistons e levaram a melhor na prorrogação. E quando digo trancaram, é isso mesmo — Cade Cunningham, que vinha sendo o motor ofensivo de Detroit, praticamente sumiu de quadra quando a pressão apertou.

    Olha, eu já esperava que Cleveland tivesse uma defesa sólida, mas ver como eles conseguiram neutralizar completamente o ataque dos Pistons foi algo absurdo. Cade, que é um monstro no um-contra-um, simplesmente não conseguiu criar nada quando mais precisava. A intensidade defensiva dos Cavs foi de outro planeta.

    Wemby fazendo história no Oeste

    Enquanto isso, lá no Oeste, Victor Wembanyama tá mostrando por que todo mundo ficou maluco com esse garoto. A performance dele nos playoffs tá sendo algo que a gente não via há anos. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse dominar assim tão cedo na carreira.

    Minnesota? Cara, eles simplesmente não têm resposta para o francês. É como tentar parar uma força da natureza. O Wemby tá jogando num nível que me lembra os grandes centros dos anos 90, mas com um arsenal ofensivo completamente moderno. Absurdo mesmo.

    E aí, vocês acham que os Wolves ainda conseguem dar a volta nessa série? Na minha visão, tá difícil viu.

    Bomba na Filadélfia

    Mas a notícia que realmente pegou todo mundo de surpresa foi a demissão do Daryl Morey como GM dos 76ers. Cara, ninguém esperava essa. Morey sempre foi considerado um dos executivos mais inteligentes da liga.

    A situação na Filadélfia tá complicada mesmo. Com Embiid sempre machucado e as expectativas altíssimas, alguém tinha que pagar o pato. Mas demitir o Morey? Essa eu não vi vindo não.

    Enquanto isso, o Draft Combine tá rolando e já tem alguns nomes chamando atenção. Cameron Carr e Aday Mara são dois prospectos que podem surpreender na loteria. Sempre fico animado com essa época do ano — é quando a gente descobre as futuras estrelas da liga.

    O que vocês acharam dessas movimentações? Cavs favoritos agora contra Detroit? E esse Wemby, será que já pode ser considerado top 10 da liga?

  • Mobley virou monstro e provou que os Cavs podem ganhar agora

    Mobley virou monstro e provou que os Cavs podem ganhar agora

    Cara, o que eu vi do Evan Mobley no Jogo 5 contra os Pistons foi simplesmente absurdo. O garoto literalmente carregou os Cavs nas costas quando mais precisavam dele — e olha que não foi fácil, não. Saiu de quadra com um corte perto do olho esquerdo, prova de que Detroit não facilitou nada pra ele.

    Sinceramente? Aquela troca do Darius Garland pelo James Harden sempre me pareceu uma aposta muito arriscada. Não no Harden — o cara é monstro. Mas era apostar que o Mobley já estava pronto pra ser protagonista nos playoffs AGORA, não daqui a 3 ou 4 anos. E cara, ele mostrou que tá pronto mesmo.

    Defesa e ataque: o show completo

    Quem acompanha a NBA desde que o Mobley chegou sabe que defesa sempre foi o ponto forte dele. Mas ontem foi além disso — o garoto simplesmente dominou a área defensiva. Intimidou tanta gente no garrafão que o Bickerstaff (técnico dos Pistons, que conhece bem esse time dos Cavs) teve que tirar o Jalen Duren — um All-Star, gente! — e fechar o jogo com o Paul Reed.

    E no ataque? Olha, os 7 pontos dele no final do quarto período vão ser manchete em todo lugar. Uma bomba de 3 decisiva e dois lances livres pra empatar o jogo no tempo normal. Duas coisas que ele vinha errando bastante na temporada regular. Mas o que mais me impressionou foi a tomada de decisão dele.

    Detroit tava fazendo de tudo pra parar o Mitchell e o Harden, então sobrou pro Mobley resolver. E ele resolveu.

    A evolução que todo mundo queria ver

    Vocês lembram dos playoffs de 2023 contra os Knicks? Cara, foi doloroso de assistir. O Mobley simplesmente não conseguia lidar com a pressão da marcação dupla. Ficava nervoso, tomava decisões ruins, não conseguia aproveitar quando o adversário mandava dois caras pra cima do armador.

    Três playoffs depois, é um jogador completamente diferente.

    O Bickerstaff (que inclusive era técnico dos Cavs naquela época traumática) tentou usar exatamente a mesma estratégia que o Thibodeau usou em 2023. Mandou pressão dupla nos armadores pra forçar o Mobley a decidir. Só que dessa vez não funcionou, não.

    O cara tava lendo a defesa como um veterano de 10 anos de NBA. Quando a ajuda vinha, ele achava o Jarrett Allen livre no garrafão — foram três assistências assim só no jogo. Quando a marcação vinha dos cantos, ele mandava a bola certinho pros arremessadores abertos.

    Oito assistências no total. Oito! Pro cara que começou a temporada dribblando demais e travando quando a pressão chegava.

    O Kenny Atkinson acertou a mão

    O técnico Kenny Atkinson falou uma coisa depois do jogo que fez muito sentido: “Ele tá encontrando o equilíbrio entre ser agressivo pra pontuar e ler a geografia da quadra. Quando eles fazem o ‘enxame’ — é assim que a gente chama —, ele consegue achar as janelas.”

    E aí, vocês acham que essa evolução do Mobley é suficiente pra levar os Cavs longe nos playoffs? Porque cara, se ele conseguir manter esse nível, esse time pode incomodar muito gente. A defesa sempre foi boa, agora com o ataque funcionando através dele…

    Não vou mentir: tô começando a acreditar nesse projeto de Cleveland. O Mobley finalmente virou o que todo mundo esperava que ele fosse.