Tag: NBA Playoffs

  • Cade Cunningham elogia James Harden: ‘É um dos maiores de todos os tempos’

    Cade Cunningham elogia James Harden: ‘É um dos maiores de todos os tempos’

    Cara, que reconhecimento bonito! Depois da vitória dos Cavaliers sobre os Pistons no Jogo 3, Cade Cunningham não poupou elogios para James Harden. E olha, quando um jovem craque como o Cade fala que alguém é “all-timer” (um dos maiores de todos os tempos), é porque realmente impressionou.

    O show do Barba no momento decisivo

    Harden fez exatamente o que sempre fez na carreira: aparecer quando o jogo estava pegando fogo. Dos 19 pontos que marcou, nove vieram no último quarto — justamente quando Detroit estava apertando o cerco após uma reação no terceiro período.

    O veterano acertou 8 de 14 arremessos (incluindo 3 de 7 do perímetro) e ainda distribuiu 7 assistências. Sinceramente, aos 36 anos, ver o Harden ainda mandando dessa forma é de arrepiar. O cara simplesmente não envelhece quando o assunto é decidir jogos.

    “Ele é um dos maiores de todos os tempos. Um pontuador de isolamento é onde ele se sente confortável”, disse Cunningham após o jogo. “Achei que fizemos um bom trabalho nele, mas obviamente, quando um cara pega o ritmo e consegue jogar com a bola, ele vai acertar os arremessos.”

    Cavaliers escapam da vassoura

    Cleveland estava contra a parede — ninguém quer ser varrido nos playoffs, né? Mas a experiência falou mais alto. Donovan Mitchell liderou com 35 pontos (monstro!), mas foi Harden quem deu o toque de mestre nos momentos finais.

    Os Pistons até tentaram uma reação heroica no terceiro quarto, diminuindo de 64-48 para algo mais respeitável, mas aí que mora o perigo de enfrentar veteranos cascudos como Harden. Eles sabem exatamente quando apertar o acelerador.

    A diferença mesmo foi na eficiência: Cavaliers acertaram 58% dos arremessos contra 45% de Detroit. Quando você tem cinco caras em duplo dígito (Mitchell, Harden, Jarrett Allen, Mobley e Schroder), fica difícil parar.

    Agora é Jogo 4 na segunda-feira, e vocês acham que os Pistons conseguem empatar a série? Ou a experiência dos Cavs vai falar mais alto de novo? Eu tô curioso pra ver se o jovem Cade vai conseguir responder à altura desse show todo do Barba.

  • Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Olha, eu admito que não esperava ver Paul Reed virando peça-chave nos playoffs do Detroit Pistons. Mas o cara tá mostrando uma mentalidade que todo técnico sonha em ter no banco. Mesmo na derrota por 116-109 para o Cleveland Cavaliers no sábado, Reed deixou claro qual é a sua função — e como ele abraça ela de verdade.

    “Eu jogo com muitas motivações”, disse Reed depois do jogo. “Minha parada é que você tem que jogar com muita energia e motor quente.” Cara, isso aí é música pros meus ouvidos. Quantas vezes a gente vê jogador reclamando do papel de sexto homem?

    A filosofia do rebote ofensivo

    Mas o que mais me impressionou foi quando Reed soltou essa pérola: “Não precisa me passar a bola o tempo todo, eu vou buscar o rebote ofensivo ou algo assim.” Monstro! Isso é mentalidade de campeão.

    E não é só papo não. O maluco fez 11 dos 26 pontos que vieram do banco dos Pistons. Pode não parecer muito, mas quem entende de basquete sabe que energia contagia. JB Bickerstaff, técnico do Detroit, até cogitou deixar Reed em quadra no lugar do Jalen Duren nos momentos finais.

    “Você sempre tem esses pensamentos sobre o que quer fazer”, explicou Bickerstaff. “P Reed obviamente nos dá uma faísca, mas voltamos com JD.” Sinceramente? Acho que essa confiança do técnico no Reed vai ser crucial pro resto da série.

    O que faltou pros Pistons

    Agora, não vou mentir — o banco não foi o problema nessa derrota. O Cleveland dominou completamente o garrafão, bloqueando sete arremessos e forçando incríveis 16 turnovers dos Pistons. É difícil ganhar jogo assim, por mais energia que o Reed traga.

    Vocês acham que Detroit consegue se recuperar? Reed tá mostrando que tem personalidade pra playoffs, mas vai precisar de ajuda dos titulares. O cara entendeu perfeitamente qual é o seu papel — agora é ver se o resto do time consegue executar no mesmo nível de intensidade.

    Uma coisa é certa: com essa mentalidade, Reed conquistou mais um fã aqui. Jogador que não reclama do papel e ainda fala em buscar rebote ofensivo? Isso sim é basquete raiz!

  • Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Olha, depois da eliminação precoce pros Timberwolves, o Denver Nuggets tá meio que prometendo fazer uma limpa no elenco. Mas calma aí — o Jokic não sai de jeito nenhum.

    Josh Kroenke, presidente do time, foi bem direto quando falou com a imprensa: “Tudo tá em aberto, exceto trocar o Nikola.” Cara, imagina se eles fossem loucos de trocar um tricampeão de MVP? Seria a maior burrice da história da NBA.

    A temporada que nunca aconteceu

    Sinceramente, esse ano foi complicado pro Nuggets. O Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular por causa de lesões. Christian Braun, Cam Johnson, Peyton Watson — todo mundo machucado em algum momento. Como que você monta uma química de time assim?

    E o pior é que mesmo com o Anthony Edwards dos Wolves perdendo dois jogos por lesão no playoff, eles ainda eliminaram Denver em seis. Isso dói, né?

    “Foi uma temporada que nunca existiu de verdade, porque esse grupo nunca teve a chance de mostrar ritmo de jogo”, falou o Kroenke. E ele não tá errado — é difícil desenvolver entrosamento quando metade do elenco tá no departamento médico.

    Murray pode ser o primeiro a vazar

    Agora, quem pode estar com os dias contados? Jamal Murray parece ser candidato número um. Cara fez uma baita temporada — 25.4 pontos de média, primeiro All-Star da carreira —, mas tá ganhando 50 milhões de dólares na próxima temporada. É muito dinheiro, mesmo pra NBA.

    Murray e Jokic são parceiros há 10 anos. Dez! Mas às vezes o negócio é assim mesmo: você precisa mexer pra não ficar parado no tempo. Aaron Gordon também pode entrar nessa dança — ele tá em Denver desde março de 2021 e pode render uma boa troca.

    E vocês acham que tá certo mesmo mexer no elenco? Porque o Jokic não jogou bem contra Minnesota, não vou mentir. 44.6% nos arremessos de quadra, 19.4% do perímetro. O Rudy Gobert fez um trabalho monstro na defesa, neutralizou bastante o sérvio.

    Mas né, o cara tem 31 anos e continua sendo um dos melhores do mundo. O problema não é ele — o problema é que desde o título em 2023, eles só chegaram numa final de conferência. Pra um time com esse talento todo, é pouco.

    Agora é esperar pra ver o que rola na offseason. Jokic vai continuar sendo o rei de Denver, mas o resto do castelo pode mudar bastante.

  • Reaves calou a boca de todo mundo no Jogo 2 contra o Thunder

    Reaves calou a boca de todo mundo no Jogo 2 contra o Thunder

    Cara, eu preciso falar uma coisa: Austin Reaves é simplesmente um monstro mental. O que esse cara fez no Jogo 2 contra o Thunder foi uma aula de como responder às críticas da forma mais bonita possível — jogando basquete de altíssimo nível.

    Vamos contextualizar aqui. No Jogo 1, o Reaves teve uma das piores noites da vida dele: 8 pontos, 3/16 nos arremessos, 0/5 do perímetro. Foi de dar dó. E aí, vocês sabem como é né? A imprensa americana desceu o martelo. “Ele não consegue jogar nos momentos decisivos”, “não merece contrato máximo”, “é só mais um que desaparece nos playoffs”.

    Sinceramente? Eu entendo a pressão. Jogar ao lado do LeBron já é tenso, imagina ser Laker nos playoffs. Cada arremesso que você erra vira notícia nacional.

    A resposta veio no jogo seguinte

    Mas olha só como esse cara respondeu: 31 pontos (recorde pessoal nos playoffs), 10/16 nos arremessos, 3/6 de três. Contra a MELHOR DEFESA da liga, hein. Não foi contra qualquer time não.

    O mais impressionante? Ele literalmente dançou em cima do Chet Holmgren e do Isaiah Hartenstein — dois caras de mais de 2 metros que vivem tampando arremesso. E ainda driblou o Cason Wallace, que é uma das melhores defesas individuais da NBA.

    LeBron resumiu tudo perfeitamente: “Austin sendo Austin”. Traduzindo: ninguém ali ficou surpreso. Eles conhecem o cara.

    De jogador dispensado a estrela dos Lakers

    Gente, a história desse moleque é absurda. Em 2021, NENHUM TIME o draftou. Zero. Os Lakers deram uma chance com um contrato two-way (que é basicamente um “vamos ver no que dá”).

    Hoje? O cara tá elegível para assinar um contrato de quase 250 MILHÕES de dólares. Virou o segundo principal pontuador dos Lakers, passando até o LeBron na hierarquia ofensiva. Média de 23.3 pontos na temporada com 49% de aproveitamento geral.

    Na minha visão, isso mostra que o Reaves tem algo que nem todo jogador tem: confiança “delirante” (palavras dele mesmo). O cara simplesmente não deixa as críticas entrarem na cabeça.

    JJ Redick, técnico dos Lakers, falou uma parada interessante: Reaves é “um dos jogadores menos conectados nas redes sociais da NBA”. Ou seja, o cara nem vê o hate. Esperto demais.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me impressiona é a capacidade de reset dele. Jogo 1 foi terrível? Esquece. Jogo 2 é uma nova oportunidade. Isso é mentalidade de grande jogador.

    Claro que os Lakers perderam o jogo mesmo assim (125-107) e estão atrás 2-0 na série. Mas o Reaves fez a parte dele e calou muita boca por aí.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível pelo resto da série? Porque se conseguir, esses Lakers podem dar muito trabalho pro Thunder ainda.

  • Wemby destruiu tudo: 39 pontos e Spurs abrem 2-1 nos playoffs

    Wemby destruiu tudo: 39 pontos e Spurs abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, que noitada do Wembanyama! O francês simplesmente resolveu mostrar por que é considerado o futuro da NBA. 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos numa vitória por 115-108 sobre os Timberwolves em Minnesota. Os Spurs agora lideram a série por 2-1 e, sinceramente, depois dessa performance absurda do Wemby, eu tô começando a acreditar que San Antonio pode ir longe nestes playoffs.

    Foi daqueles jogos que a gente vai lembrar pra sempre. O garoto de 2,21m jogou como um veterano de 10 anos de NBA, dominando dos dois lados da quadra. Atacou no garrafão, acertou de três (3/5, nada mal!), fez enterradas monstruosas e ainda protegeu o aro como se fosse dono dele. E olha que os Wolves tentaram de tudo — seguraram, empurraram, fizeram de tudo pra tirar ele do ritmo. Mas o Wemby não amoleceu.

    O jogo da vida do francês

    Eu assisto NBA há anos e posso dizer: essa foi a primeira “performance de legado” do Wembanyama. Sabe aqueles jogos que definem uma carreira? Foi isso aí. Principalmente no quarto período, quando o jogo tava pegando fogo, ele assumiu a responsabilidade e carregou o time nas costas.

    O mais impressionante foi a variedade. Não foi só um jogão de uma forma só — ele fez de tudo. Bandejou forte no garrafão, pegou passes altos pro alley-oop, abriu o jogo de três quando precisava e ainda rotacionou perfeitamente na defesa. Jogou 37 minutos levando pancada e ainda terminou com +16 no plus/minus. Monstro total.

    Spurs estão voando

    E não foi só o Wemby, né? Stephon Castle distribuiu 12 assistências (que duplo-duplo lindo), De’Aaron Fox contribuiu com 17 pontos nos momentos certos, e Julian Champagnie pegou 12 rebotes pra ajudar na batalha dos boards.

    O que mais me impressiona neste time dos Spurs é como eles cresceram durante a temporada. Lembram do início difícil? Agora olha onde estão — ganhando em Minnesota, que não é brincadeira, e com o Wemby jogando num nível que poucos caras de 22 anos conseguem alcançar.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem fechar a série em casa no jogo 4? Com o Wembanyama jogando desse jeito e a torcida de San Antonio empurrando, eu não duvido de nada. O garoto tá pronto pra grandes momentos, e isso é só o começo.

  • Harden calou a boca dos críticos e salvou Cleveland no jogo 3

    Harden calou a boca dos críticos e salvou Cleveland no jogo 3

    Olha só que reviravolta! James Harden, que vinha sendo criticado pelos erros bobos nos dois primeiros jogos, simplesmente resolveu aparecer quando mais precisava. No último período do jogo 3 entre Cavaliers e Pistons, o Barba mostrou porque ainda é um dos melhores clutch players da liga.

    Cleveland venceu por 116-109 e diminuiu a desvantagem na série para 2-1. Donovan Mitchell foi o cestinha da noite com 35 pontos (cara, esse cara não para nunca), mas quem roubou a cena foi mesmo o Harden nos momentos decisivos.

    O show do Barba nos minutos finais

    Nos últimos dois minutos, Harden acertou três arremessos fundamentais. Primeiro um step-back de média distância que é a marca registrada dele. Depois um floater no garrafão para manter a vantagem. E por último? Um step-back de três que praticamente selou o jogo com 25 segundos no cronômetro.

    Sinceramente, depois das críticas que ele recebeu pelos erros nos jogos anteriores, ver o veterano de 37 anos respondendo assim foi emocionante. É isso que separa os grandes dos demais — aparecer quando o time mais precisa.

    Mitchell faz história e Cunningham quase rouba o show

    Enquanto isso, Spida Mitchell continuou sua temporada absurda. Com os 35 pontos de ontem, ele chegou aos 2.000 pontos em playoffs na carreira em apenas 73 jogos. É o terceiro mais rápido entre os jogadores ativos e nono na história da NBA. Monstro demais!

    Do lado de Detroit, Cade Cunningham fez um triple-double com 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. O problema? Oito turnovers que custaram caro no final. Tobias Harris ajudou com 21 pontos, mas não foi suficiente.

    O jogo estava empatado em 104 a 104 quando Max Strus interceptou um passe de Cunningham no meio da quadra e fez uma bandeja fácil. A partir daí, Cleveland assumiu o controle e não soltou mais.

    Agora vem o jogo 4 na segunda-feira em Cleveland, onde os Cavs estão invictos nos playoffs (5-0 em casa). Vocês acham que eles conseguem empatar a série? Porque depois dessa performance do Harden, eu tô começando a acreditar numa virada épica!

  • Wemby explodiu! 39 pontos mostram como Spurs destravaram o alien

    Wemby explodiu! 39 pontos mostram como Spurs destravaram o alien

    Cara, eu ainda tô processando o que o Victor Wembanyama fez ontem à noite. 39 pontos, 15 rebotes, 5 tocos — e tudo isso arrebentando 13 de 18 arremessos. O moleque simplesmente destruiu o Minnesota e colocou os Spurs na frente da série por 2-1.

    Mas olha só o plot twist: nos dois primeiros jogos, Wemby tava forçando demais o arremesso de 3. Quase metade dos chutes dele vinham de trás da linha, onde ele acertou apenas 2 de 15 tentativas. Resultado? Só 30 pontos SOMADOS em duas partidas. Não dava, né?

    A fórmula que funcionou

    Aí que entra o lance genial dos Spurs. No jogo 3, mudaram completamente a estratégia: botaram o alien perto do garrafão primeiro. As cinco primeiras cestas dele vieram todas de dentro da área restritiva. Depois que ele tava quentinho, aí sim liberaram o verde de três.

    É tipo aquela história do quarterback que começa com passes fáceis antes de soltar as bombas, sabe? Wemby destruiu por dentro primeiro, ganhou confiança, e quando partiu pros chutos de longe (3 de 5), já era tarde demais pro Minnesota.

    E vocês viram os números históricos? Ele se tornou apenas o quarto jogador NA HISTÓRIA dos playoffs a fazer pelo menos 35 pontos, 15 rebotes e 5 bloqueios num jogo. Os outros três? Hakeem, Kareem e Shaq. Pequenos detalhes. Ah, e ele é o ÚNICO a conseguir isso com 70% de aproveitamento nos arremessos. Em sete jogos de playoffs na carreira. Aos 22 anos.

    Por que isso muda tudo

    Sinceramente? Eu tô começando a acreditar que os Spurs podem levar essa toda. Não é só pelo Wemby (que é um monstro, obviamente), mas porque eles finalmente entenderam como usar ele da forma certa.

    O cara altera a geometria da quadra igual o Curry fez em 2015. Lembram quando todo mundo duvidava que os Warriors tavam prontos? Eram, porque o Stephen mudou tudo — inclusive o cronograma tradicional que um time demora pra chegar ao título.

    Com o Wemby é a mesma coisa. Chute que antes precisava de 60 centímetros de espaço agora precisa de metro e meio. Mesmo quando ele tá do outro lado da quadra, os caras ficam com medo de penetrar. Tu nunca tá seguro passando por ele — o maluco te bloqueia de dois metros de distância.

    E agora, Minnesota?

    O Anthony Edwards fez a parte dele (32 pontos, 14 rebotes), mas quando o Wemby tá jogando assim, é quase impossível parar. O momento que definiu tudo? Quando o Naz Reid acertou um triple e deixou o jogo em 3 pontos de diferença, faltando pouco mais de 3 minutos. O que o alien fez? Respondeu na lata com outro triplo.

    Minnesota nunca mais chegou perto, e olhando como o Wemby tá jogando agora que os Spurs destravaram ele… não sei se conseguem voltar pra série. E vocês, acham que dá pra parar esse moleque quando ele tá inspirado assim?

  • Harden cala críticos e Mitchell brilha na virada histórica dos Cavs

    Harden cala críticos e Mitchell brilha na virada histórica dos Cavs

    Cara, que jogaço foi esse dos Cavs! Donovan Mitchell com 35 pontos e James Harden calando todos os críticos nos minutos finais — os caras viraram o jogo contra o Detroit quando ninguém mais acreditava. 116 a 109 no fim, série agora 2-1 para os Pistons.

    O mais absurdo de tudo? Detroit teve 17 arremessos a MAIS que Cleveland e mesmo assim perdeu por 7 pontos. Isso é coisa de maluco, sinceramente. Mostra que às vezes não é quantidade, é qualidade.

    Harden respondeu na hora H

    Olha, eu vou ser honesto: o Harden estava levando porrada da crítica (e com razão) depois de duas performances horríveis nos primeiros jogos. Mais erros de ataque que cestas convertidas em quatro jogos dos playoffs? Pesado.

    Mas no último quarto, o cara simplesmente lembrou que já foi MVP dessa liga. Primeiro acertou um stepback no meio da área (sim, aquele arremesso que ele odiava no Houston mas agora virou marca registrada). Depois enfiou uma bandeja por cima do Jalen Duren. E pra fechar? Uma bomba de três na cara do Tobias Harris com 25 segundos no relógio.

    “Que crítica?”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre as cobranças. Monstro.

    Spider-Man não decepciona em casa

    Mitchell foi simplesmente perfeito. 35 pontos, 10 rebotes, 13/24 nos arremessos. O cara carregou o time nas costas quando precisava, especialmente no terceiro quarto quando tudo estava desandando.

    A dupla Mitchell-Harden funcionou exatamente como o Cleveland imaginava quando montou esse time. Um criando, o outro finalizando, e vice-versa. Nos minutos finais, eles se revezaram nas jogadas decisivas.

    O engraçado é que Detroit teve muito mais posses de bola, mas Cleveland foi cirúrgico. Cada arremesso importava, cada jogada era pensada. É basquete de playoff no seu melhor.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem empatar a série no jogo 4? Porque se o Harden mantiver esse nível, essa série pode ficar muito interessante. Detroit ainda tem a vantagem, mas agora Cleveland mostrou que pode brigar de igual para igual.

  • Knicks e Thunder praticamente garantidos nas finais de conferência

    Knicks e Thunder praticamente garantidos nas finais de conferência

    Mano, os playoffs estão pegando fogo e algumas coisas já estão praticamente definidas. Os Knicks e o Thunder chegaram nos 99% de probabilidade de avançar para as finais de conferência — isso é basicamente certeza matemática no mundo das apostas.

    Os Knicks atropelaram o 76ers por 108-94 no Jogo 3 e agora lideram por 3-0. Sinceramente? Game over. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. É estatística pura: 99% de chance de chegar na final do Leste pelo segundo ano consecutivo.

    Wembanyama está jogando um basquete absurdo

    Mas cara, quem tá me impressionando mesmo é o Wembanyama. O francesinho fez 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos contra o Minnesota. ABSURDO. Os Spurs viraram a série pra 2-1 e agora têm 92% de chance de avançar — uma subida gigantesca nas odds depois dessa performance monstruosa.

    O garoto tá mostrando porque foi a primeira escolha do draft. Aos 20 anos, fazendo o que veteranos não conseguem fazer nos playoffs. É de arrepiar.

    Thunder dominando sem nem forçar a barra

    Já o Thunder… meu Deus. 99% de probabilidade também, mas o mais louco é que o Shai Gilgeous-Alexander nem está jogando no nível MVP dele. E mesmo assim estão massacrando os Lakers (que nem têm o Doncic — peraí, Doncic é dos Mavs, não dos Lakers… enfim, Lakers sem estrelas mesmo).

    Os coadjuvantes como Ajay Mitchell e Jared McCain estão brilhando. Isso mostra a profundidade do elenco que o Sam Presti montou. Quando você não depende só das suas estrelas principais, é sinal de que o time está maduro pra buscar título.

    E olha as odds para o título: Thunder favorito com -165, seguido pelos Spurs (+320), Knicks (+700) e Pistons (+1600).

    Vocês acham que algum time ainda consegue uma virada histórica ou os favoritos vão mesmo confirmar? Eu tô com um pé atrás com essas certezas todas…

  • Wembanyama histórico: 39 pts e 15 reb destroem os Wolves

    Wembanyama histórico: 39 pts e 15 reb destroem os Wolves

    Mano, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Victor Wembanyama simplesmente decidiu fazer história nos playoffs da NBA, e fez isso do jeito mais absurdo possível: 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos na vitória por 115-108 sobre o Minnesota. Os Spurs agora lideram a série por 2-1, e eu tô começando a acreditar que esse menino francês pode levar San Antonio longe mesmo.

    Na companhia dos grandes

    O que mais me impressiona é que Wemby entrou pra um clube seleto. Desde 1973 (quando os tocos viraram estatística oficial), apenas quatro caras conseguiram fazer pelo menos 35 pontos, 15 rebotes e 5 bloqueios em um jogo de playoff. Os outros três? Hakeem Olajuwon, Shaquille O’Neal e Kareem Abdul-Jabbar. Só gigante histórico, cara.

    “É bom ser mencionado junto com os grandes”, disse Wemby depois do jogo. E olha, ele trabalhou diretamente com o Hakeem no verão passado, e dava pra ver isso na quadra. No último quarto, quando a coisa apertou, ele sacou uns movimentos que eram pura escola do Dream Team.

    Destruição total no ataque

    Os números do francesão foram de outro planeta: 72,2% de aproveitamento nos arremessos, incluindo 3 de 5 do perímetro. Ele virou o primeiro jogador desde LeBron James (em 2012) a fazer pelo menos 35 pontos e 15 rebotes acertando mais de 70% dos chutes. Absurdo!

    E na defesa? O cara segurou Minnesota em apenas 4 de 21 nos arremessos contestados. Rudy Gobert, que já foi quatro vezes melhor defensor da liga, virou boneco nas mãos do Wembanyama. Teve até uma enterrada do francês que eu juro que quebrou a cesta do Target Center.

    Anthony Edwards tentou responder com 32 pontos pelos Wolves, e chegou a fazer 12 pontos nos dois minutos finais do primeiro quarto pra virar um 18-3 inicial dos Spurs. Mas não teve jeito — quando Wemby tá assim, não tem quem segure.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me chamou atenção foi a maturidade do garoto depois do jogo. Aos 22 anos, fazendo uma das maiores atuações da história dos playoffs, e o cara falando que “ainda não fizeram nada”. Essa mentalidade me lembra muito o Tim Duncan nos velhos tempos dos Spurs.

    “Às vezes parece que estar em um ambiente mais hostil nos força a elevar nosso jogo”, disse Wembanyama. E sinceramente? Eu acho que ele tá certo. Os Spurs sempre foram assim — quanto maior a pressão, melhor eles jogam.

    Vocês acham que o Wemby consegue sustentar esse nível? Porque se conseguir, essa série tá longe de acabar. O jogo 4 é domingo, e eu já tô contando as horas pra ver se ele consegue repetir a dose.