Tag: NBA Playoffs

  • Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Cara, tem coisa mais bonita no basquete do que um cara que tava esquecido no banco aparecer na hora H e salvar o time? Landry Shamet fez exatamente isso no Jogo 3 dos Knicks contra o 76ers, e olha — foi lindo de ver.

    O moleque saiu do banco e meteu 15 pontos com 5/6 nos arremessos, incluindo 2/3 do perímetro. Detalhe: ele teve +20 de eficiência na vitória por 108-94 que deixou os Knicks com uma vantagem de 3-0 na série. Praticamente acabou com os Sixers ali.

    “Landry não jogou nem um minuto nos playoffs até agora”, disse o técnico Mike Brown depois do jogo. “No primeiro jogo ele tava na rotação, no segundo um pouquinho, depois sumiu. Seis, sete jogos sem ver a quadra direito. Hoje ele foi gigante pra gente.”

    A virada que mudou tudo

    Com OG Anunoby machucado (lesão no posterior), Shamet ganhou uma chance inesperada. E quando os Sixers abriram 31-27 no primeiro quarto, foi ele quem começou a virada.

    O cara entrou no segundo quarto junto com Karl-Anthony Towns como único titular em quadra e participou de praticamente toda a corrida que transformou uma desvantagem de 12 pontos numa vantagem de 12. Absurdo.

    “A gente já sabia que eles iam vir com tudo”, explicou Shamet. “Voltando pra casa perdendo de 2-0, claro que iam ter desespero. Eles jogaram muito bem no começo, fizemos alguns ajustes e aumentamos nossa intensidade defensiva.”

    Quando a oportunidade aparece

    Nos últimos minutos do primeiro quarto e durante todo o segundo, Shamet marcou 9 pontos em apenas 13 minutos combinados. Foi ele quem acertou a bola de três que cortou a diferença pra apenas 4 pontos.

    “Precisávamos de uma faísca quando eles nos atingiram na boca e o Landry nos deu isso”, disse Brown. “Foi um jogaço fora de casa e não o abalou. Foi muito divertido de assistir.”

    Na sexta, Shamet jogou 26 minutos — mais do que nos dois primeiros jogos da série somados (20). E olha, não é fácil pegar um cara que tava praticamente fora da rotação e jogar ele numa situação de playoff decisivo. Mas deu certo.

    Josh Hart resumiu bem: “Landry é o profissional definitivo. Ficar fora da rotação e nos dar minutos importantes tanto no ataque quanto na defesa.”

    “É só se manter pronto”, disse o próprio Shamet. “Quando seu número é chamado, você tem que estar pronto. Foi bom estar lá com meus companheiros. Foi bom conseguir a vitória.”

    Com Anunoby ainda incerto pro Jogo 4, Shamet pode ter mais oportunidades. E se a performance de sexta serve de indicação, o cara vai estar preparado. Às vezes o basquete é isso mesmo — quando você menos espera, alguém aparece e vira herói.

  • Wemby vs Ant-Man: duelo de titans no jogo 3 tá insano!

    Wemby vs Ant-Man: duelo de titans no jogo 3 tá insano!

    Gente, que primeira metade de jogo foi essa entre Spurs e Wolves? Eu tô aqui assistindo e sinceramente não consigo parar de sorrir com o nível absurdo de basquete que Victor Wembanyama e Anthony Edwards estão jogando.

    51 a 51 no intervalo do jogo 3 das semifinais de conferência. Simplesmente perfeito para quem ama NBA de verdade.

    Wemby fazendo coisa de outro mundo

    O francês tá com 16 pontos em apenas 16 minutos de quadra – isso é eficiência pura. 6 de 9 nos arremessos de quadra, 4 de 6 nos lances livres, nove rebotes e ainda bloqueou duas bolas. Cara, esse garoto não é normal não.

    O que mais me impressiona no Wembanyama é como ele consegue dominar o jogo sem forçar nada. Parece que tudo flui naturalmente pra ele. E olha que os Spurs chegaram a abrir 15 pontos de vantagem no primeiro tempo – grande parte por causa dele dominando o garrafão.

    Ant-Man não tá pra brincadeira

    Do outro lado, Anthony Edwards tá carregando Minnesota nas costas. 19 pontos, 7 de 13 nos arremessos, incluindo duas bombas de três. E o mais impressionante? Nove rebotes também! O cara tá disputando cada bola como se a vida dependesse disso.

    Vocês viram como os Wolves conseguiram empatar depois de estar 15 pontos atrás? Isso é mentalidade de campeão. Edwards simplesmente decidiu que não ia deixar o time morrer na praia.

    Detalhes que fazem diferença

    Os números contam uma história interessante: Spurs dominando a pintura (28 a 18 em pontos no garrafão), mas os Wolves controlando os rebotes (33 a 26). San Antonio só conseguiu 19% nas bolas de três, enquanto Minnesota acertou 30%.

    Na minha opinião, quem conseguir ajustar melhor no vestiário vai levar essa. Os Spurs precisam continuar explorando a vantagem interna com Wemby, mas têm que melhorar de longe. Já os Wolves… cara, se o Edwards continuar nesse nível, vai ser muito difícil parar.

    E aí, quem vocês acham que leva essa batalha? Porque do jeito que tá indo, pode ser que a gente tenha um clássico nas mãos!

  • Torcida dos Knicks grita ‘MVP’ pra Brunson na Filadélfia

    Torcida dos Knicks grita ‘MVP’ pra Brunson na Filadélfia

    Cara, que cena foi essa na Filadélfia! Os Knicks acabaram de destruir os 76ers por 108-94 no jogo 3, e agora estão com o pé na semifinal — falta só uma vitória pro sweep. Mas o que mais me chamou atenção foi a torcida gritando ‘MVP! MVP!’ pro Jalen Brunson enquanto ele saía de quadra. Na casa do adversário, hein!

    Brunson fez um jogaço absurdo

    O cara simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 33 pontos, 11/22 nos arremessos, 5 rebotes e 9 assistências. Esses números são de craque mesmo, não tem como negar. Brunson tá carregando esse time nas costas nos playoffs, e ontem ele mostrou por que a galera tá falando em MVP pra ele.

    Olha, eu confesso que no começo da temporada não apostava muito nele como candidato a MVP. Afinal, tem o Shai Gilgeous-Alexander e o Jokic brigando lá em cima. Mas o maluco tá fazendo uma campanha absurda — foram 26 pontos e 6.8 rebotes de média na temporada regular, e ainda foi MVP do NBA Cup em dezembro quando os Knicks bateram o Spurs.

    Miles Bridges também meteu a mão na massa

    Não posso esquecer do Miles Bridges, que fez 23 pontos com 8/14 nos arremessos. Essa dupla tá funcionando demais, cara. Os Knicks encontraram uma química que tá dando muito certo nos momentos decisivos.

    Sinceramente? Acho que domingo eles fecham a série em casa. Se conseguirem o sweep, vão pras finais da Conferência Leste pelo segundo ano seguido. E vocês, acham que o Brunson tem chances reais de MVP? Porque olhando esses números dos playoffs… tá difícil ignorar esse cara.

    Uma coisa é certa: essa torcida dos Knicks não tá brincando. Ver eles gritando MVP pro Brunson na quadra do adversário foi de arrepiar. Charles Barkley até chamou o cara de GOAT esses dias — exagerou um pouco, mas entendi o recado (risos).

  • Embiid volta, mas Anunoby fica fora: Sixers tentam reagir no jogo 3

    Embiid volta, mas Anunoby fica fora: Sixers tentam reagir no jogo 3

    Finalmente! Joel Embiid voltou para o Sixers no jogo 3 contra os Knicks, depois de ficar de fora da derrota por 108-102 no jogo 2. O cara estava sofrendo com lesões no tornozelo e quadril direito, mas conseguiu voltar para o quinteto titular na sexta à noite.

    Olha, sinceramente eu achei que ele ia demorar mais pra voltar. Essas lesões do Embiid sempre me deixam preocupado — o monstro já passou por tanta coisa na carreira que a gente nunca sabe se é algo simples ou se vai complicar.

    Sixers precisam reagir urgente

    A situação tá complicada pra Philadelphia. Eles já estão perdendo por 2-0 na série, e jogar sem o Embiid nos playoffs é praticamente impossível. No jogo 2, tentaram usar Andre Drummond, Adem Bona e Dominick Barlow no garrafão, mas não deu muito certo não.

    O técnico Nick Nurse disse que o Embiid estava “melhorando o tempo todo” e até participou do treino na manhã de sexta. Cara, espero que ele aguente o tranco, porque os Sixers dependem demais dele pra ter alguma chance nessa série.

    O quinteto titular ficou com Embiid, Tyrese Maxey, VJ Edgecombe, Kelly Oubre Jr. e Paul George. No papel é um time que briga, mas vamos ver se conseguem funcionar juntos sob pressão.

    Knicks perdem peça importante

    Agora do lado dos Knicks, eles vão sentir a falta do OG Anunoby, que ficou fora com lesão no isquiotibial direito. E olha que o cara estava jogando muito nestes playoffs — 21.4 pontos e 7.5 rebotes de média. Isso é coisa de monstro!

    O próprio Nick Nurse, que treinou o Anunoby no Toronto, falou que nunca viu o jogador tão bem: “Ele tem estado incrível, tanto na série contra o Atlanta quanto agora. Está no melhor momento que já vi dele.”

    Sem o Anunoby, os Knicks colocaram Miles McBride no quinteto titular, junto com Jalen Brunson, Mikal Bridges, Josh Hart e Karl-Anthony Towns. É um lineup menor, mas que ainda tem qualidade.

    Josh Hart jogou mesmo com uma entorse no polegar esquerdo, e Mitchell Robinson estava disponível depois de se recuperar de uma doença.

    E aí, vocês acham que o retorno do Embiid vai ser suficiente pros Sixers reagirem na série? Porque perder por 3-0 seria praticamente um atestado de óbito pros playoffs deles.

  • Lakers no buraco: rebotes e bolas perdidas estão matando LA

    Lakers no buraco: rebotes e bolas perdidas estão matando LA

    Mano, os Lakers estão numa sinuca de bico contra o Thunder. E olha, não é por falta de aviso — LeBron e JJ Redick já sacaram exatamente onde o bicho tá pegando: rebote e cuidado com a bola.

    Cara, é impressionante como os caras não conseguem resolver esses dois fundamentos básicos. Contra Houston na primeira rodada até que melhoraram com o passar da série, mas agora contra Oklahoma? Tá feio a coisa.

    Os números não mentem (e doem)

    Olha só que absurdo: em dois jogos, o Thunder já catou 76 rebotes contra 71 dos Lakers. Não é uma diferença gigante, mas numa série de playoffs cada posse vale ouro. E o pior são as bolas perdidas — 21 turnovers só no Jogo 2! O Thunder transformou essas bobeiras em 26 pontos. Vinte e seis, cara!

    “Vocês podem ver algumas tendências aqui”, falou o técnico JJ Redick depois do jogo. “Provavelmente precisamos voltar às duas chaves que tínhamos contra Houston: cuidar da bola e fazer o bloqueio no rebote.”

    E é exatamente isso. O Thunder não perdoa — eles lideram a NBA em pontos de segunda chance nos playoffs, com 18 por jogo. Contra os Lakers? Subiu pra 19. Quando você dá chances extras pro time favorito ao título, já sabe no que dá.

    LeBron sabe que o problema é básico

    “Acho que hoje fizemos um bom trabalho na primeira defesa, mas temos que limpar o vidro”, disse o LeBron. E olha, quando o cara de 39 anos tá tendo que falar sobre rebote defensivo, é porque a coisa desandou mesmo.

    O pior é que contra Houston eles conseguiram ajustar isso durante a série. Mas agora parece que voltaram aos velhos hábitos. E contra um time como Oklahoma, que não tem fraqueza aparente, você não pode se dar ao luxo de cometer erros primários.

    Sinceramente, eu tô vendo os Lakers repetirem os mesmos erros há dois jogos. JJ Redick falou sobre “cuidar dos detalhes” antes da série começar, mas até agora tá mais pra “esquecer dos detalhes”. E numa série de playoffs, principalmente contra um candidato real ao título, isso é suicídio.

    Agora é ganhar ou ir pra casa

    A real é que o Thunder tá fazendo o que todo time bom faz: aproveitando os erros do adversário e não dando mole. Eles sabem que são favoritos e tão jogando como tal.

    Pro Jogo 3, os Lakers não têm escolha. Ou seguram o rebote e param de entregar a bola, ou vão estar com um pé na pescaria. E convenhamos — depois de tudo que aconteceu na temporada, seria uma pena terminar assim, né?

    Vocês acham que LA consegue ajustar a tempo, ou o Thunder é forte demais mesmo? Pra mim, se não mudarem esses fundamentos básicos no próximo jogo, já era.

  • Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Cara, quando você vê o presidente de um time dizendo que “tudo está em aberto” menos trocar o cara principal, já sabe que a coisa ficou feia mesmo. E foi exatamente isso que rolou com o Denver Nuggets após serem eliminados na primeira rodada dos playoffs pelos Timberwolves.

    Josh Kroenke, presidente dos Nuggets, não teve papas na língua na coletiva de sexta-feira. O time que se via como candidato ao título acabou caindo logo de cara nos playoffs, e agora todo mundo tá questionando o futuro da franquia.

    A temporada que nunca existiu

    “Eu achava que, se esse grupo estivesse saudável, poderia ser um time de 60, 65 vitórias”, disse Kroenke. E olha, ele não tava viajando não. O problema é que lesão pegou pesado no elenco.

    Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular. Christian Braun, 44. Peyton Watson e Cameron Johnson, 54 cada um. Mesmo assim, terminaram com 54-28 — nada mal para um time todo quebrado, né?

    Mas aí que tá o problema: mesmo com todas essas ausências, não dá para usar lesão como desculpa. Sabe por quê? Porque Minnesota tava ainda mais ferrado de lesionados e mesmo assim passou por cima do Denver. Os Wolves fecharam a série SEM Anthony Edwards, Donte DiVincenzo e Ayo Dosunmu. Imagina só.

    Jamal Murray pode ser negociado?

    Essa foi a bomba da coletiva. Quando Kroenke disse que “tudo está na mesa, exceto trocar o Nikola”, ele não estava brincando. Isso significa que até o Jamal Murray — que acabou de fazer sua primeira temporada All-Star e provavelmente All-NBA — pode ser trocado.

    Sinceramente? Eu não sei se concordo com isso. Murray é peça fundamental no esquema do Jokić, e os dois têm uma química absurda. Mas também entendo a pressão da diretoria — você não pode ficar parado depois de uma eliminação dessas.

    O Gordon também entra nessa lista de possíveis trocas. Cara que custou caro e não conseguiu ficar saudável quando mais precisavam dele.

    O dilema do Peyton Watson

    Agora vem a parte mais complicada da offseason. Watson foi a melhor descoberta da temporada — o moleque evoluiu demais e virou um criador de jogadas real. O problema? Ele não renovou antes da temporada e agora é agente livre restrito.

    Se Denver quiser manter o Watson, vai ter que desembolsar uma grana pesada e provavelmente passar do segundo limite salarial. Isso significa mais restrições, mais imposto, mais dor de cabeça financeira.

    “Peyton teve um ano fantástico”, disse Ben Tenzer, executivo do time. “Esperamos que ele seja um Nugget por muito tempo.” Mas entre querer e conseguir pagar, tem uma diferença enorme.

    E aí, vocês acham que vale a pena quebrar o banco pelo Watson? Ou será que é melhor focar em outras posições e deixar ele ir embora?

    Uma coisa é certa: essa offseason vai definir se o Denver ainda tem chance real de título com o Jokić no auge, ou se vão desperdiçar mais alguns anos da carreira do melhor pivô do mundo. A pressão tá toda em cima da diretoria agora.

  • Thunder arrasa Lakers sem Shai e mostra que banco é diferenciado

    Thunder arrasa Lakers sem Shai e mostra que banco é diferenciado

    Mano, que aula de basquete coletivo foi essa do Oklahoma City Thunder ontem! 125-107 nos Lakers, 2-0 na série, e o mais impressionante: fizeram isso com o Shai Gilgeous-Alexander praticamente assistindo do banco por causa de faltas bobas.

    A história toda começou no terceiro quarto. Lakers na frente por 5, tudo equilibrado, aí o Shai comete a quarta falta com apenas 1 minuto e 26 segundos de terceiro período. Pronto, tinha que sentar. Na minha visão, qualquer outro time ia desabar nessa hora — mas não esse Thunder.

    Banco que vale ouro

    Enquanto o Shai ficou de escanteio, a galera simplesmente meteu um 22-4 nos caras. Quando ele voltou pro último quarto, o Thunder já tava na frente por 13. Absurdo, né?

    “Foi incrível”, disse o próprio Shai depois do jogo. “Eles conseguiram parar o ataque dos Lakers e jogaram do jeito certo no ataque. Tenho total confiança nesses caras.” E cara, dá pra ver que ele não tava só sendo educado — esses meninos realmente sabem jogar.

    O Ajay Mitchell, que tá substituindo o Jalen Williams machucado, fez 20 pontos e 5 assistências. Detalhe: 7 pontos e 3 assistências vieram justamente naquele terceiro quarto decisivo. O maluco era reserva da reserva ano passado nos playoffs!

    McCain veio pra resolver

    Mas sabe quem me chamou atenção mesmo? O Jared McCain, que veio do Philadelphia no trade deadline. O cara entrou gelado do banco e meteu 18 pontos em 18 minutos, acertando 4 de 5 tentativas do perímetro. Monstro.

    “Toda vez que vejo ele arremessar, acho que vai entrar”, falou o Chet Holmgren sobre o McCain. E olha, dá pra entender — o mlk tem uma confiança diferenciada pra entrar frio e começar a acertar tudo.

    O próprio Holmgren fez a sua parte: 22 pontos (empatou com Shai na liderança), 9 rebotes, 3 assistências, 4 roubos de bola e 2 tocos. Quando os Lakers chegaram perto no último quarto, foi ele que respondeu com uma bomba de três e dois lances livres pra acabar com qualquer esperança angelina.

    Vocês acham que esse Thunder consegue fechar a série em casa? Porque sinceramente, do jeito que o banco tá jogando, eu não vejo como os Lakers vão conseguir reagir. O Thunder é favorito por 8.5 pontos no jogo 3 — e olha que vai ser em Los Angeles!

  • Lakers acordaram! Austin Reaves ressuscita contra o Thunder

    Lakers acordaram! Austin Reaves ressuscita contra o Thunder

    Olha, eu não esperava isso. Depois de ver o Austin Reaves completamente perdido no Jogo 1 (3/16 nos arremessos, que sofrimento), achei que os Lakers iam tomar uma surra histórica dos Thunder. Mas o cara simplesmente ressuscitou no Jogo 2 e tá liderando a reação angelina com 16 pontos no primeiro tempo.

    Pra quem não tava acompanhando: Oklahoma City chegou descansadinho nessa série depois de varrer os Suns na primeira rodada. No Jogo 1, foi aquela coisa — Thunder 108 x 90, com Chet Holmgren fazendo um double-double monstro (24 pontos e 12 rebotes). Parecia que iam repetir a dose.

    O despertar dos Lakers

    Mas aí que tá — os Lakers acordaram pra vida. Depois de um primeiro período meio morno (perdendo por 27-23), eles meteram 35 pontos no segundo quarto contra apenas 30 do Thunder. LeBron com 10 pontos e 5 assistências fazendo o que sabe fazer melhor: distribuir o jogo. E o Rui Hachimura contribuindo com 14 pontos.

    Sinceramente, o que mais me impressiona é como o Reaves se recuperou. Cara tinha jogado TÃO mal no primeiro jogo que eu pensei “acabou pro menino”. Mas olha ele aí, liderando ambos os times em pontuação no intervalo.

    Thunder ainda perigoso

    Não vamos nos empolgar demais. Oklahoma City continua sendo aquele time profundo que a gente conhece — quatro caras já em duplos dígitos no primeiro tempo. Shai Gilgeous-Alexander com 13 pontos (controlado pelos Lakers, mas ainda assim produzindo), Chet Holmgren, Isaiah Hartenstein e Ajay Mitchell (que liderava o Thunder com 15) todos contribuindo.

    O problema do Thunder hoje? Os arremessos de 3. Enquanto os Lakers acertaram 9 das 19 tentativas (47,4% — absurdo!), Oklahoma City converteu apenas 6 de 27 (27,3%). É muita diferença pra compensar.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem sustentar esse nível ou foi só um lampejo? Porque uma coisa é certa: se o Austin Reaves voltou ao jogo, essa série ficou BEM mais interessante.

  • Invasão dos fãs do Knicks na Filadélfia parece inevitável

    Invasão dos fãs do Knicks na Filadélfia parece inevitável

    Cara, o Joel Embiid deve estar com dor de cabeça — e não é só por causa das lesões. O cara implorou pros fãs do 76ers não venderem os ingressos, mas parece que a invasão laranja e azul na Filadélfia vai rolar mesmo assim.

    Os números são brutais: 59% dos ingressos vendidos no mercado secundário para o Jogo 3 foram comprados por gente de Nova York e Nova Jersey. Só 22% foram pra galera da Pensilvânia. Mano, isso é praticamente um Madison Square Garden 2.0 na casa do Sixers.

    A súplica desesperada do Embiid

    Depois que o Philadelphia passou pra segunda rodada, o Embiid fez um apelo público que até deu pena: “Da última vez que jogamos contra os Knicks, parecia que a Filadélfia era o Madison Square Garden East. Não vendam os ingressos de vocês. Isso é maior que vocês. A gente precisa do apoio”.

    O cara foi além e disse que se alguém precisasse de dinheiro, ele bancaria. Imagina a situação: um MVP da liga tendo que implorar pros próprios fãs não abandonarem o time. Pesado.

    O 76ers até tentou ser esperto, copiando o que os Pistons fizeram ano passado. Limitaram a venda só pra galera da Grande Filadélfia, checando o endereço do cartão de crédito e tudo mais. Cancelaram pedidos de fora sem dó nem piedade.

    A realidade cruel dos números

    Mas quando você tá perdendo por 2-0 na série e seu astro principal tá machucado (Embiid perdeu o Jogo 2 por lesões no tornozelo e quadril), a fé dos torcedores some mesmo. Kyle Zorn, do TickPick, disse que mais de 3.400 ingressos já estão disponíveis pro Jogo 3.

    E olha só que absurdo: o preço mínimo pro Jogo 3 era $272 no começo da série. Agora? $165. Queda livre. “Depois do Jogo 2, vimos um pico enorme na quantidade de ingressos sendo colocados à venda”, explicou Zorn.

    Sinceramente? Não dá pra culpar totalmente os fãs do Sixers. Time perdendo em casa, jogador franquia quebrado de novo, esperança indo pro espaço… É difícil manter a fé nessa situação.

    Madison Square Garden Sul?

    A ironia é que os fãs do Knicks são conhecidos justamente por isso — viajam pra caramba e lotam estádios rivais. É uma das torcidas mais fiéis da NBA, mesmo com décadas de sofrimento (até recentemente).

    Agora imagina a cena: Embiid volta machucado, olha pro público e vê uma onda de laranja gritando “Let’s go Knicks” na casa dele. Deve ser traumático. E vocês acham que ele aguenta a pressão, ou vai ser mais um desses jogos que ele some quando o time mais precisa?

    Uma coisa é certa: se o Knicks fechar a série em 4, vai ser com a torcida deles praticamente em casa. Embiid fez o que pôde, mas parece que nem dinheiro resolve quando a esperança já era.

  • Cade mostra quem manda: Pistons abre 2-0 nos playoffs contra os Cavs

    Cade mostra quem manda: Pistons abre 2-0 nos playoffs contra os Cavs

    Que jogaço! Os Detroit Pistons acabaram de mostrar que não vieram pra brincadeira nos playoffs, vencendo os Cleveland Cavaliers por 107-97 e abrindo 2-0 na série das semifinais da Conferência Leste. E cara, foi bem mais suado que o primeiro jogo — Cleveland veio com sangue nos olhos.

    Mas vamos direto ao ponto: Cade Cunningham simplesmente resolveu o jogo quando precisava. 25 pontos e 10 assistências, sendo 12 pontos nos últimos seis minutos do quarto período. Esse menino tem sangue frio nas veias, não é possível.

    O susto do terceiro quarto

    Olha, não vou mentir — por um momento ali eu pensei “será que vão entregar o jogo?”. Detroit estava tranquilo no primeiro tempo, mas aí veio aquele terceiro quarto maldito. Sabe como é, né? A arbitragem mudou completamente o critério (interessante como isso sempre acontece depois de reclamação), os Cavs diminuíram pra 4 pontos de diferença e ainda abriram o último período fazendo os três primeiros arremessos.

    Quando o Evan Mobley meteu aquela enterrada violenta e Cleveland tomou a frente pela primeira vez desde o começo do jogo, eu já estava preparando o coração pra sofrer. Mas aí entraram em cena os dois caras que já tinham salvado o primeiro jogo.

    Tobias e Duncan: a dupla da confiança

    Tobias Harris com aquele jump shot clássico dele de meio distância (21 pontos no jogo), Duncan Robinson chuva de três (17 pontos, 5 bolas do perímetro). Toda vez que Cleveland diminuía, esses dois respondiam na lata. É isso que separa time de playoff de time comum — ter jogadores que não tremem na pressão.

    E quando a coisa ficou feia mesmo? Aí chegou a “Cade Time”. Arremesso de três no topo da chave, fadeaway na linha de fundo, foi pra linha de lance livre e fechou com um stepback absurdo faltando dois minutos. Sinceramente, esse mlk me lembra muito o que a gente via de Kobe nos playoffs — aquela frieza de assassino.

    Cleveland lutou, mas não foi suficiente

    Donovan Mitchell fez a parte dele — 31 pontos, liderando todos os cestinhas da noite. O cara jogou como um monstro, com aquele seu drive característico e alguns chutes impossíveis de fora. Jarrett Allen ajudou com 22 pontos. Mas cara, o James Harden… que decepção.

    3 de 13 nos arremessos, quatro turnovers (incluindo um crucial no final quando o Ausar Thompson roubou a bola dele), e passando o jogo inteiro tentando cavar falta. Não dá pra ganhar playoff assim, não é possível. O Beard precisa acordar urgente se Cleveland quer ter alguma chance.

    Os Pistons tiveram contribuição coletiva mesmo: Ausar Thompson com 10 pontos (mesmo com problemas de falta), Daniss Jenkins com 14 pontos sendo fundamental quando Cade estava mais quieto. Esse é o basquete que eu gosto de ver — todo mundo contribuindo.

    Agora é partir pra Cleveland e tentar dar o golpe de misericórdia. Vocês acham que os Cavs conseguem reagir jogando em casa, ou Detroit vai fechar em 4?