Tag: NBA Playoffs

  • Thunder abre 2-0 nos Lakers mesmo com SGA limitado — time é absurdo

    Thunder abre 2-0 nos Lakers mesmo com SGA limitado — time é absurdo

    Olha só que situação maluca: o Oklahoma City Thunder estava em apuros no jogo 2, perdendo de cinco pontos para os Lakers quando o Shai Gilgeous-Alexander levou a quarta falta e teve que sair de quadra. Era exatamente o cenário que Los Angeles precisava pra virar o jogo.

    E aí que a coisa ficou surreal.

    O massacre sem o MVP em quadra

    Com SGA no banco pelos últimos 10 minutos do terceiro quarto, o Thunder simplesmente decidiu que não precisava dele. Fizeram uma corrida de 21-5 e viraram o jogo pra não largar mais. Ganharam de 125-107 e abriram 2-0 na série das semifinais do Oeste.

    Cara, eu sabia que esse time de OKC era profundo, mas isso aí é de outro planeta. O cara que ganhou MVP e MVP das Finals fica no banco e o time ainda assim atropela os Lakers? Isso não é normal.

    Chet Holmgren fez 22 pontos em apenas 11 arremessos. Ajay Mitchell, 20 pontos em 12 tentativas. Jared McCain, 18 em 11 chutes. É um arsenal de jogadores que pode explodir a qualquer momento, e sinceramente, não sei como você para isso.

    Lakers limitam SGA mas não resolve nada

    A estratégia dos Lakers até estava funcionando no papel. Eles conseguiram limitar o Gilgeous-Alexander a apenas 22 pontos — somando os dois jogos, são só 40 pontos total, a primeira vez na temporada que ele fica abaixo de 45 em duas partidas consecutivas.

    Problema é que quando você tem um time com essa profundidade toda, não adianta parar só uma peça. É como tapar um buraco e abrir outros três.

    Os Lakers até conseguiram diminuir pra cinco pontos no último quarto, mas a defesa do Thunder é um pesadelo pra qualquer tentativa de virada. Eles simplesmente não deixam você respirar.

    E agora, Lakers?

    Com a série indo pra Los Angeles em desvantagem de 2-0, os Lakers precisam urgentemente encontrar uma solução. E olha que com o Luka Dončić aparentemente fora por lesão, as opções ficaram ainda mais limitadas.

    Na minha visão, esse Thunder é candidato real ao título. A combinação de talento jovem, profundidade do elenco e uma defesa sufocante é receita pra ir longe. Os Lakers vão precisar de um milagre pra virar essa série — e vocês acham que eles conseguem fazer isso jogando em casa?

    Uma coisa é certa: quando um time ganha sem seu melhor jogador por 10 minutos cruciais, é porque tem algo muito especial acontecendo em Oklahoma City.

  • JJ Redick explica por que Austin Reaves não liga pra críticas

    JJ Redick explica por que Austin Reaves não liga pra críticas

    Olha, eu confesso que fiquei meio preocupado com o Austin Reaves depois daquele vexame no Jogo 1 contra o Thunder. O cara que deveria dividir a responsabilidade do ataque com o LeBron fez só 8 pontos em 3 de 16 arremessos. Três de dezesseis! E ainda errou todas as cinco tentativas de três pontos.

    Mas o JJ Redick, técnico dos Lakers, não tá nem um pouco nervoso com a situação. E o motivo é genial.

    O segredo do Reaves

    “Ele é um dos jogadores que menos fica online na liga toda”, disse Redick antes do Jogo 2. Cara, isso fez total sentido pra mim. Vivemos numa era onde qualquer jogada ruim vira meme em dois segundos, e todo mundo tem opinião no Twitter.

    O técnico continuou: “Ele tem uma grande consciência sobre si mesmo e é o seu próprio pior crítico. Ele se cobra um padrão de como quer jogar”.

    Sinceramente, isso explica muita coisa. Quantos jogadores a gente não viu se perdendo completamente depois de uma performance ruim porque ficaram lendo crítica no Instagram? O Reaves simplesmente não entra nessa.

    A pressão tá grande

    E olha, a pressão em cima do garoto não é pouca não. Com o Luka Doncic ainda machucado (lesão no posterior da coxa), o Reaves virou peça-chave no ataque dos Lakers. Redick foi claro: precisa dele e do Rui Hachimura marcando pontos se quiserem ter alguma chance contra os atuais campeões.

    O mais louco é que o próprio Reaves não tentou dar desculpa depois do Jogo 1. Mesmo voltando de uma lesão no oblíquo que o deixou um mês parado, ele foi direto: “Eu simplesmente preciso jogar melhor”.

    Essa mentalidade é de monstro, não acham? Nada de mimimi ou justificativa. Assumiu a responsabilidade e partiu para cima.

    No Jogo 2, o cara mostrou do que é feito: 23 pontos em 8 de 14 arremessos e 5 assistências. Assim que é. Provou que um jogo ruim não define ninguém – principalmente quando você não fica se martirizando nas redes sociais.

  • Jenkins surpreende nos playoffs: ‘Orlando nos preparou para isso’

    Jenkins surpreende nos playoffs: ‘Orlando nos preparou para isso’

    Cara, que história maluca é essa dos Pistons nos playoffs? O jovem Daniss Jenkins tá voando nessa segunda rodada contra os Cavaliers, e pasmem — ele deu todo o crédito pro Orlando Magic, que eles eliminaram na primeira rodada.

    Jenkins marcou 14 pontos em 26 minutos no jogo 2, mas o que chamou atenção mesmo foi o que ele falou depois da partida. ‘Acho que Orlando fez um trabalho muito bom nos preparando para esse momento’, disse o garoto. ‘Eles vieram e bateram na nossa cara primeiro, nos mostraram o que são os playoffs de verdade.’

    Aquele susto de 3-1 virou lição

    Olha só que maluquice: Jenkins acha que estar perdendo por 3-1 pro Magic foi a melhor coisa que podia ter acontecido. ‘Depois que superamos aquilo, só estamos voando desde então’, explicou. ‘Voltamos a jogar o basquete dos Pistons pelos 48 minutos como devíamos.’

    E não é só papo não. O moleque tem mostrado serviço. Tá com média de 13 pontos por jogo nessa série, 13 rebotes combinados, 7 assistências e ainda roubou 4 bolas. Aos 24 anos, Jenkins virou uma das surpresas desses playoffs — coisa que eu sinceramente não esperava dos Pistons.

    Mentalidade Mamba mesmo estando 2-0 na frente

    Mas o que mais me impressionou foi a mentalidade do garoto. Mesmo com os Pistons abrindo 2-0 na série contra Cleveland, Jenkins soltou uma frase digna do Kobe: ‘Vamos continuar batendo. Nossas costas ainda estão contra a parede, o mundo ainda não acredita. Ainda estamos tentando provar algo para nós mesmos. O trabalho não terminou.’

    Pô, essa humildade é absurda. Detroit não era nem cotado pra passar da primeira rodada, e agora tá dominando os Cavaliers em casa. Mas Jenkins não tá nem aí pra euforia — mantém os pés no chão.

    E vocês, estão surpresos com essa evolução dos Pistons? Porque eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. Jenkins pode não ser a estrela principal, mas tá provando que jogador de playoff não é só sobre talento — é sobre mentalidade também.

  • LeBron machucado: Rei leva pancada feia contra o Thunder

    LeBron machucado: Rei leva pancada feia contra o Thunder

    Cara, assistir o LeBron mancando em quadra é de partir o coração. O Rei levou uma pancada bruta do Jaylin Williams no primeiro quarto do jogo 2 contra o Thunder, e os árbitros simplesmente fingiram que não viram nada. Nada mesmo.

    A situação foi tensa. LeBron subiu pro arremesso, tomou a batida, caiu no chão e… sem falta marcada. O homem se levantou pistola, começou a reclamar com os zebras e depois a mancar pela quadra. Você via na cara dele que estava sentindo dor.

    Situação complicada pros Lakers

    Olha, eu sei que o LeBron já jogou quase 300 jogos de playoffs na carreira, mas o cara tem 39 anos, gente! Não dá pra ficar levando porrada desse jeito e continuar como se nada fosse. Principalmente quando você já admitiu que não estava se sentindo bem depois daquela série pesada contra os Rockets.

    E o pior é que os Lakers não têm muito escolha. Com o Luka Dončić fora por tempo indefinido por causa da lesão no posterior da coxa, e outros caras como Luke Kennard e Jarred Vanderbilt também no DM, sobra tudo pro Rei carregar o piano nas costas.

    JJ Redick confia no veterano

    O técnico JJ Redick falou que não precisa criar estratégia especial pro LeBron – o cara simplesmente sabe jogar, machucado ou não. Quatro MVPs não mentem, né? Mas sinceramente, eu fico preocupado vendo ele forçar tanto assim.

    Na hora que escrevo isso aqui, os Lakers estão perdendo pro Thunder no segundo quarto. LeBron tinha 8 pontos, 2 rebotes e 3 assistências – números baixos pra ele, o que pode ser reflexo dessa pancada.

    E vocês, acham que o LeBron aguenta mais quanto tempo jogando nesse ritmo? Porque olhando de fora, parece que o corpo já está cobrando a conta de tantos anos de alta performance.

  • Estatística assombra James Harden e deixa torcida dos Cavs no desespero

    Estatística assombra James Harden e deixa torcida dos Cavs no desespero

    Gente, eu preciso falar uma coisa que tá me deixando de queixo caído: James Harden tá vivendo um pesadelo nos playoffs que nem nos piores delírios a gente imaginava. A estatística que saiu depois do jogo 2 contra o Detroit é de arrancar os cabelos.

    O cara fez 52 cestas de quadra nos playoffs até agora. Parece bom? Espera aí — ele cometeu 47 turnovers no mesmo período. Cinquenta e dois pra quarenta e sete. Mano, isso é praticamente 1 turnover para cada cesta que ele fez!

    A troca que virou dor de cabeça

    Os Cavaliers apostaram todas as fichas quando trocaram Darius Garland pelo Harden lá do meio da temporada. A ideia era formar uma dupla ofensiva monstro com o Donovan Mitchell — eu até acreditei que ia dar certo, não vou mentir.

    Mas cara, que realidade cruel. Cleveland tá perdendo por 2-0 para o Detroit Pistons (sim, o Detroit que ninguém esperava estar aqui), e o Harden parece que tá jogando com as mãos amarradas.

    No jogo 2, em 37 minutos de quadra, ele fez apenas 10 pontos. Dez pontos! Um cara que já foi MVP da liga fazendo 10 pontos em um jogo de playoff. Acertou apenas 3 de 13 arremessos de quadra e errou TODOS os 4 tentativas de três pontos.

    Mitchell carregando piano nas costas

    Enquanto isso, o Donovan Mitchell tá se matando tentando carregar esse time. Fez 31 pontos no jogo 2, mas sozinho não dá. O Jarrett Allen ajudou com 22 pontos, mas quando seu veterano contratado pra ser a segunda opção ofensiva tá mais entregando a bola pro adversário do que ajudando…

    Olha, eu sempre respeitei muito o Harden. O cara é um dos maiores scorers da história da NBA. Mas aos 36 anos, no que deveria ser sua primeira chance real de título desde que saiu do Houston, ele tá tendo atuações que lembram aqueles playoffs horríveis dele no passado.

    E vocês acham que ele consegue se recuperar? Porque o jogo 3 é em casa, e se os Cavs perderem mais um, aí já era mesmo. Ninguém volta de um 3-0 na NBA — bem, quase ninguém.

    A temporada inteira dos Cavaliers pode ir por água abaixo por causa dessa inconsistência do Harden nos momentos que mais importam. Que frustração, cara.

  • Tobias Harris vira herói dos playoffs e deixa técnico emocionado

    Tobias Harris vira herói dos playoffs e deixa técnico emocionado

    Cara, eu preciso falar sobre o que o Tobias Harris tá fazendo nos playoffs. O cara simplesmente virou outro jogador quando a temporada regular acabou, e isso tá deixando todo mundo de queixo caído — incluindo o técnico JB Bickerstaff.

    Olha só os números: sete jogos consecutivos com mais de 20 pontos nos playoffs. SETE. E o mais absurdo? Durante toda a temporada regular 2025-26, ele não conseguiu fazer nem dois jogos seguidos com 20+ pontos. É como se alguém tivesse ligado um interruptor no cara quando começaram os playoffs.

    “O mundo” — palavras do próprio técnico

    Bickerstaff não conseguiu nem esconder a emoção quando perguntaram sobre o Harris. “O mundo”, ele disse. “Eu nem consigo colocar em palavras. Já tentei antes, mas nós não estaríamos nessa posição se não fosse por ele.”

    E não é só pelos pontos, não. O técnico destacou a liderança do veterano, como ele ensina os jovens sobre preparação, cuidar do corpo, treinar direito. Harris virou o pai da família ali no vestiário dos Pistons.

    Na vitória de 107-97 sobre o Cleveland na quinta-feira, Harris marcou 21 pontos e mostrou que chegou nos playoffs pra valer. E olha que no meio do jogo ele ainda tomou uma pancada feia do Donovan Mitchell e machucou o quadril.

    Jogou machucado e mesmo assim mandou ver

    Vocês viram aquela jogada do Mitchell passando o Harris pra trás? O cara caiu segurando o quadril e eu pensei “pronto, era isso”. Mas não conhecia o Tobias Harris dos playoffs.

    O monstro voltou e fez uma bandeja acrobática faltando cinco minutos pro fim — daquelas que você assiste três vezes no replay. E ainda ajudou na defesa, com dois tocos na partida.

    Sinceramente, eu não esperava essa transformação toda. Harris sempre foi um jogador sólido, mas nunca pensei que ele seria ESSA peça fundamental numa corrida dos playoffs. Os Pistons trouxeram ele depois daquela temporada horrorosa de 14-68 em 2023-24, e agora o cara tá sendo peça-chave do primeiro seed do Leste.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível absurdo de jogo? Porque se conseguir, Detroit vai longe nessa pós-temporada.

  • Cavs desperdiçam outra: Mitchell voltou, mas Harden afundou tudo

    Cavs desperdiçam outra: Mitchell voltou, mas Harden afundou tudo

    Cara, eu não aguento mais ver isso. Os Cavaliers perderam mais uma no clutch time e agora estão 0-2 na série contra os Pistons. É de arrancar os cabelos, sério.

    Olha, vou ser bem direto aqui: Donovan Mitchell finalmente acordou e mostrou por que ainda é uma estrela nessa liga. 31 pontos, sendo protagonista quando precisava ser. Foi o Mitchell que a gente conhece — atacando o garrafão, criando jogadas, sendo aquele cara que resolve os jogos.

    Mitchell voltou, mas sozinho não dá

    Durante o terceiro quarto, Don praticamente virou armador e foi lindo de ver. Ele entendeu que precisava assumir a responsa e foi pra cima. Enterradas, bandejas, arremessos de média distância — tudo funcionando. Era exatamente isso que os Cavs precisavam desde o jogo contra o Toronto.

    Mas aí chegou o quarto período e… puff. Mitchell sumiu nas jogadas decisivas. E sabe por quê? James Harden.

    O problema Harden está ficando sério

    Gente, eu não queria ter que escrever isso, mas o Harden está sendo um problema GIGANTE. 10 pontos, 4 turnovers e um basquete completamente egoísta. O cara simplesmente não consegue jogar sem a bola na mão.

    É frustrante demais ver o Mitchell pegando fogo e depois ter que ficar parado no canto vendo o Harden driblar por 15 segundos até perder a posse. Isso não é basketball moderno, isso é basquete dos anos 2000!

    E vocês sabem o que me deixa mais nervoso? É que os Cavs construíram o sucesso deles justamente no basquete coletivo. Agora virou one-on-one puro. Dá uma raiva…

    Jarrett Allen salvou as aparências

    Pelo menos o Jarrett Allen tá jogando como um monstro. 22 pontos em apenas 9 arremessos — isso é eficiência pura! O cara tá sendo o mais constante do time nessa série.

    Evan Mobley também fez sua parte na defesa (3 tocos e 3 roubadas!), mas precisa aparecer mais no ataque. O Jaylon Tyson até mostrou algumas coisas legais saindo do banco, mas ainda é pouco.

    E o Max Strus? Depois daquele jogaço no Game 1, voltou a ser aquele jogador inconstante que a gente conhece. 1/6 nos arremessos. É isso aí.

    Sinceramente, eu ainda acredito que os Cavs podem virar essa série. Mas só se o Harden entender que precisa jogar dentro do sistema. Se ele continuar com essa palhaçada de driblar sozinho, pode ir se preparando pras férias.

    O que vocês acham? Dá pra confiar que o Mitchell vai manter esse nível? E o Harden, será que muda ou vai continuar afundando o time?

  • Harden tá fazendo Cavaliers passar vergonha nos playoffs de novo

    Harden tá fazendo Cavaliers passar vergonha nos playoffs de novo

    Olha, eu não queria ter que escrever isso, mas o James Harden tá conseguindo ser pior do que eu imaginava nos playoffs. Depois de prometer que ia cuidar melhor da bola após o Game 1, o cara simplesmente entregou o Game 2 pros Pistons de bandeja.

    Cavaliers perdeu por 107-97 e agora tá 2-0 pra baixo na série — e sinceramente, muito disso é culpa do Harden mesmo.

    Os números que doem na alma

    Vamos aos fatos que deixam qualquer torcedor dos Cavs com vontade de quebrar a TV: 10 pontos com 3/13 nos arremessos, 0/4 do perímetro e 4 turnovers. Mas o pior não são nem os números isolados — é que em dois jogos, o cara tem mais turnovers (11) do que cestas (9) ou assistências (10).

    Mano, como é que um cara que foi MVP da liga consegue atirar 32% de quadra e míseros 9% de três? E olha que eu nem falei da defesa ainda…

    A defesa dele tá sendo descrita como “hilariously bad” — traduzindo: ridiculamente horrível. Teve uma jogada que o Ausar Thompson mal encostou nele e o Harden caiu como se tivesse levado um soco. Vergonha alheia total.

    O histórico assombra

    Aqui que a coisa fica mais triste pra quem torce pelo Barba. Esse foi o 182º jogo de playoffs da carreira dele, e pela 36ª vez ele fez 3 cestas ou menos. Isso dá quase 20% dos jogos de pós-temporada dele!

    Pior ainda: em mais de 25% dos playoffs da carreira, ele teve mais turnovers que cestas. Vinte e cinco por cento, gente. É muita irregularidade pra um cara que deveria ser o segundo melhor jogador do time.

    Os Cavaliers trocaram o Darius Garland por ele em fevereiro justamente pra ter um criador de jogadas consistente ao lado do Donovan Mitchell. Não precisava ser MVP de novo — só alguém confiável nos momentos importantes.

    Será que ainda dá tempo?

    Olha, eu sei que todo jogador pode ter jogos ruins, e o Harden até mostrou algumas coisas boas na primeira rodada contra os Raptors. Mas aos 36 anos, será que ele ainda consegue se reinventar nos playoffs?

    A real é que talvez não exista outro jogador na NBA cuja reputação dependesse tanto de uma boa campanha nos playoffs. E por enquanto, tá acontecendo exatamente o oposto.

    Agora os Cavs precisam de uma virada histórica só pra chegar na final de conferência. E vocês acham que o Harden vai conseguir aparecer quando mais precisam dele? Porque pelo que vi até agora, tô com minhas dúvidas…

  • Cade resolve no último quarto e Detroit abre 2-0 na série

    Cade resolve no último quarto e Detroit abre 2-0 na série

    Cara, que show do Cade Cunningham ontem à noite! O garoto simplesmente decidiu que ia resolver o jogo no último quarto e meteu 12 pontos quando mais precisava. Detroit ganhou por 107-97 e agora tá 2-0 na semifinal do Leste contra Cleveland.

    Olha, durante três quartos os Cavs conseguiram segurar o Cunningham relativamente bem — só 8 arremessos e 13 pontos. Mas aí que tá: o monstro distribuiu 10 assistências! É isso que separa os grandes dos muito grandes, né? Quando não consegue pontuar, ele faz todo mundo jogar melhor.

    O quarto período foi show à parte

    Mas no último quarto… rapaz, não teve jeito. Cunningham simplesmente assumiu o controle da partida. Foram 12 pontos decisivos, e nem o Donovan Mitchell conseguiu responder na mesma moeda. Mitchell até jogou bem (31 pontos), mas não teve ajuda suficiente dos companheiros.

    Vocês viram como Detroit virou essa série? Estavam perdendo por 3-1 pra Orlando na primeira rodada e agora emendaram cinco vitórias seguidas nos playoffs. Isso é mentalidade de campeão, gente!

    O que mais chamou atenção

    O Tobias Harris tá jogando um absurdo — 21 pontos e 7 rebotes, fazendo cestas decisivas quando o jogo apertou. E o Ausar Thompson? Esse cara é um problema pra qualquer time. 8 pontos no primeiro quarto saindo da área restritiva, 7 rebotes no total, e ainda por cima é o melhor defensor perímetro da série (talvez da liga toda).

    Já do lado de Cleveland, o James Harden tá passando um sufoco. O cara tá 9/28 na série e 1/11 do perímetro. Onze erros de ataque! Sinceramente, se ele não melhorar drasticamente em casa, essa série já era.

    Duncan Robinson acertou 5 de 9 do perímetro pro Detroit — 17 pontos que fizeram toda diferença. E o Daniss Jenkins saindo do banco com 14 pontos também foi fundamental.

    Agora a série vai pra Cleveland no domingo, jogo 3 às 15h. Os Cavs jogam muito melhor em casa nos playoffs (mas tão 0-5 fora), então ainda dá pra ter esperança. Mas na minha opinião? Detroit tá com uma confiança absurda e o Cade tá naquele nível que poucos jogadores conseguem alcançar.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue reagir em casa ou Detroit vai fechar a série rapidinho?

  • Ayton pode reescrever sua história nos Lakers: ‘Muda nosso teto’

    Ayton pode reescrever sua história nos Lakers: ‘Muda nosso teto’

    Cara, essa pode ser a chance que o Deandre Ayton estava esperando pra mostrar que não é só mais um pivô perdido na liga. Depois de rolar por Phoenix e Portland como uma batata quente, o gigante chegou nos Lakers com uma última oportunidade de ouro — e olha, eu sinceramente acho que ele tá começando a sacar o recado.

    JJ Redick não tá brincando quando diz que “ele é a pessoa que mais muda nosso teto”. É isso aí mesmo. Com Anthony Davis machucado boa parte da temporada, Ayton virou peça-chave nos playoffs, e contra o Thunder na segunda rodada, a parada ficou séria.

    O monstro acordou nos playoffs

    Vamos ser justos: Ayton foi essencial pra passar do Houston na primeira rodada. 11.8 pontos e 10.8 rebotes em 31 minutos por jogo — números até modestos, mas a consistência que ele mostrou foi absurda. Principalmente no Jogo 5, quando os Lakers perderam mas ele meteu 18 pontos e 17 rebotes. No Jogo 6, que fechou a série, catou 16 rebotes. O cara tava voando na quadra.

    Mas aí chega o Thunder com Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein — dois caras que vivem bloqueando tudo que é arremesso no garrafão. No Jogo 1, Ayton até começou bem (10 pontos, 12 rebotes), mas na segunda metade simplesmente sumiu de quadra. Quatro faltas no terceiro quarto e praticamente inexistente no último período.

    As velhas manias voltaram?

    Olha, eu não vou mentir — sempre fico com um pé atrás com o Ayton. O cara tem talento de sobra, foi primeira escolha geral do draft por algum motivo, né? Mas essas oscilações de esforço que perseguem ele desde Phoenix me deixam maluco.

    Lembro quando ele falou no vestiário em fevereiro: “Eu não sou nenhum Clint Capela”. Cara, que desnecessário. Capela pode não ter o talento ofensivo dele, mas pelo menos joga com consistência todo santo jogo. Ayton às vezes parece que tá jogando videogame — quando tá inspirado, é imparável. Quando não tá, você nem lembra que ele existe em quadra.

    Vocês acham que ele consegue manter o foco pra essa série toda? Porque contra o Thunder, meio termo não vai rolar. Holmgren fez 24 pontos e 12 rebotes no Jogo 1, e o Oklahoma meteu 48 pontos no garrafão. Isso é inaceitável pra um cara do tamanho e da qualidade do Ayton.

    A última chance de redenção

    A real é que essa sequência de 16-2 dos Lakers na reta final da temporada mostrou o que acontece quando o Ayton compra a ideia. Ele parou de querer ser estrela e aceitou ser a estrela do seu papel. Faz toda a diferença.

    Mas agora vem o teste de fogo. O Thunder não é o Houston. Holmgren e Hartenstein não vão facilitar nada pra ele no garrafão. Precisa ser físico, disciplinado, e principalmente — precisa jogar os 48 minutos com a mesma intensidade.

    Se ele conseguir, os Lakers viram outro time. Se ele oscilar como sempre fez… bom, aí pode ser tchau pra temporada e talvez tchau pra última chance dele se consolidar como um pivô de elite na NBA. Sem pressão, né Ayton?