Tag: NBA Playoffs

  • Finch detona arbitragem: ‘4 dos 12 bloqueios do Wemby foram infrações’

    Finch detona arbitragem: ‘4 dos 12 bloqueios do Wemby foram infrações’

    Cara, que rolo foi esse jogo 1 entre Wolves e Spurs! Victor Wembanyama quebrou o recorde de tocos numa partida de playoffs (12 bloqueios), mas o técnico do Minnesota, Chris Finch, não tá nada feliz com a arbitragem. Segundo ele, pelo menos quatro desses bloqueios eram infrações claras que não foram marcadas.

    “Quando analisamos as jogadas, pelo menos quatro eram infrações. Talvez até uma quinta”, disparou Finch na coletiva. “É um pouco alarmante que nenhuma delas foi marcada. Estamos falando de um cara de 2,21m que vai atrás de tudo, e não teve uma atenção especial pra essas jogadas?”

    A matemática da revolta

    O técnico dos Wolves fez as contas — e olha, ele tem razão. Se fossem quatro infrações não marcadas, são oito pontos que ficaram na mesa. “Vocês sabem o valor de oito pontos num jogo da NBA? É gigantesco”, falou Finch. “Isso representa 33% dos bloqueios dele. Se eu te desse um aumento de 33%, você gostaria, né?”

    Rudy Gobert, que conhece bem o francesinho por serem conterrâneos, concordou com tudo. “Se você olhar as jogadas, são provavelmente três ou quatro infrações mesmo”, disse o pivô. “Eu queria ter esse tipo de tratamento também”, brincou.

    A jogada mais óbvia

    A terceira posse do jogo foi a mais gritante. Terrence Shannon Jr. chegou rápido na cesta, conseguiu colocar a bola no vidro e aí o Wemby foi lá e cortou. Até o próprio Victor pareceu saber que tinha feito besteira — ele pausou, abriu os braços esperando o apito que nunca veio.

    Sinceramente? Essas coisas me irritam profundamente. Playoffs é outra parada, a pressão é máxima e os árbitros perdem lances assim? O cara tem 2,21m de altura, é óbvio que vai ter situações limítrofes. Mas quando a bola já tá no vidro e ele corta, não tem o que discutir.

    E não foi só isso não. Teve falta clara no Gobert que passou batida, outra infração no segundo quarto quando o Julius Randle já tinha posto a bola na tabela… Enfim, foi uma arbitragem bem questionável mesmo.

    O mais louco é que mesmo com toda essa polêmica, os Wolves conseguiram roubar o jogo 1 fora de casa (104-102) e tomaram a vantagem de quadra. Anthony Edwards saiu do banco por causa de uma lesão no joelho, jogou só 25 minutos, e mesmo assim deu conta do recado.

    E aí, pessoal, vocês acham que os árbitros realmente passaram pano pro Wembanyama ou é frescura do Finch? Uma coisa é certa: esse vai ser um assunto quente pro resto da série!

  • Towns mantém pé no chão após massacrar 76ers por 39 pontos

    Towns mantém pé no chão após massacrar 76ers por 39 pontos

    Gente, o que foi esse massacre ontem à noite? Os Knicks simplesmente destruíram os 76ers por 137-98 no Game 1 das semifinais da Conferência Leste. E olha, eu já vi muita coisa feia em playoffs, mas 39 pontos de diferença é de doer.

    O mais absurdo? Os Knicks acabaram de entrar pra história da NBA como o primeiro time a vencer três jogos consecutivos de playoffs por pelo menos 25 pontos de diferença. Cara, isso é de outro mundo mesmo.

    Brunson comandou o show, mas KAT roubou a cena

    Jalen Brunson fez sua parte com 35 pontos (o cara tá numa fase monstruosa), OG Anunoby ajudou com 18, e tanto Karl-Anthony Towns quanto Mikal Bridges contribuíram com 17 cada. Mas o que mais me impressionou foi a postura do Towns depois do jogo.

    “Estamos jogando bem, mas isso não significa nada se não conseguirmos mais três vitórias”, disse o pivô. Sinceramente, adoro essa mentalidade. Zero euforia, foco total no objetivo.

    E tem um dado que me deixou de boca aberta: os Knicks venceram os últimos três jogos por um total de 119 pontos de diferença. Isso é a maior diferença combinada de três jogos na história dos playoffs da NBA. Absurdo.

    Mike Brown elogia a mentalidade do time

    O técnico Mike Brown destacou algo que eu também notei assistindo: “Eles estão tentando focar nos detalhes independente do placar. Ainda estão tentando se manter concentrados. E isso mostra que, estando com vantagem grande ou não, ainda mergulham no chão atrás de bolas perdidas.”

    Essa é a diferença entre um time que quer só ganhar e um time que quer ser campeão, na minha opinião. Os caras não relaxaram nem com 30 pontos na frente.

    Do lado dos 76ers, a situação tá complicada. Paul George fez 17 pontos, Embiid apenas 14. Nick Nurse, técnico dos Sixers, foi direto: “Eles estavam claramente nos despedaçando, se movimentando muito melhor que nós.”

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem dar a volta por cima? O Game 2 é na quarta-feira, no Madison Square Garden, com os Knicks favoritos por 6.5 pontos. Olhando esse primeiro jogo, parece pouco até.

  • Ant volta mais cedo que esperado e salva Wolves no Game 1

    Ant volta mais cedo que esperado e salva Wolves no Game 1

    Cara, ninguém esperava por isso. Anthony Edwards voltou antes do previsto de uma lesão no joelho e foi fundamental na vitória dos Minnesota Timberwolves por 104-102 sobre o San Antonio Spurs no Game 1 das semifinais da Conferência Oeste.

    Olha só a situação: o moleque machucou o joelho há oito dias tentando dar um toco, e todo mundo achava que ele só voltaria no Game 3, em Minneapolis. Até o próprio técnico Chris Finch falou que no máximo esperava ele no Game 2. Mike Conley foi direto: “Ninguém esperava que ele jogasse”.

    Edwards forçou a própria volta

    Mas o Ant é diferente mesmo. Ele mesmo pressionou o departamento médico e a direção, dizendo que o joelho estava respondendo bem. Apareceu no treino de segunda-feira de manhã com uma proteção grossa no joelho esquerdo e foi liberado pra jogar.

    Os Wolves foram cautelosos e limitaram ele a apenas 25 minutos — mas que 25 minutos, né? 18 pontos com 8/13 nos arremessos, incluindo 11 pontos nos últimos nove minutos que praticamente garantiram a vitória. Saindo do banco, o cara simplesmente resolveu o jogo.

    “Eu sei que só de eu estar lá em quadra, todo mundo fica mais calmo”, disse Edwards depois do jogo. “Não que tenha pressão nos meus companheiros, mas alivia todo mundo saber que eu tô disponível e fazendo o que eu faço de melhor: enfiar a bola na cesta.”

    Defesa dos Wolves foi absurda

    Não foi só o Edwards que brilhou. A defesa de Minnesota foi monstruosa, segurando De’Aaron Fox e Victor Wembanyama em apenas 10/31 nos arremessos — imagina a frustração desses caras.

    O Wemby até quebrou um recorde da NBA nos playoffs com 12 tocos (DOZE!), mas não adiantou nada. No final, Julian Champagnie tentou um arremesso de 3 no último segundo que poderia ter empatado o jogo, mas errou. Que sufoco!

    “Temos que jogar melhor”, admitiu Wembanyama. “Aparece na estatística. Precisamos descobrir em 48 horas o que podemos fazer melhor, e não tenho dúvida de que vamos conseguir.”

    Sinceramente? Eu não esperava que os Wolves conseguissem essa vitória fora de casa sem o Edwards em 100%. Mas é isso aí — na NBA playoffs, qualquer coisa pode acontecer. E vocês, acham que o Edwards aguenta o tranco jogando machucado? O Game 2 é quarta-feira, também em San Antonio, e os Spurs são favoritos por 9.5 pontos. Vai ser interessante ver como eles respondem.

  • Ben Stiller escolhe o Met Gala no lugar do Knicks, mas dá sua previsão

    Ben Stiller escolhe o Met Gala no lugar do Knicks, mas dá sua previsão

    Olha só a situação: Ben Stiller, um dos maiores fanáticos do Knicks que a gente conhece, perdeu o Jogo 1 das semifinais contra o 76ers porque estava no Met Gala. Mas o cara não deixou passar em branco — no tapete vermelho mesmo, levantou seis dedos indicando que o Knicks ganha em 6 jogos. Monstro demais!

    O ator foi no evento com a esposa, Christine Taylor, e quando alguém gritou sobre o Knicks, ele não pensou duas vezes. Ali mesmo, de smoking e gravata laranja (claro, nas cores do time), fez a previsão dele para a série. “Knicks in 6” virou trending topic na hora.

    Fã de verdade ou fã de aparência?

    Cara, tem uma coisa que eu admiro no Stiller: o cara é fã MESMO. Não é dessa turminha que só aparece quando o time tá ganhando. Lembro que há dois anos, quando rolou aquela treta com o Kelly Oubre Jr., o ator não deixou passar. O jogador do 76ers criticou a “Celebrity Row” do Madison Square Garden, falando que dão ingressos caríssimos pros famosos que nem ligam pro jogo.

    A resposta do Stiller foi épica: “Eu me importo muito mais do que você acha que eu me importo… Kelly Who-bre?” Savage total. E olha que o cara tem moral pra falar — é fã desde 1973, viveu em LA por 20 anos mas continuou torcendo, e até viajou pra Detroit e Indianapolis quando o Knicks jogou fora nas últimas temporadas.

    Tradição no Garden que vem de longe

    O que mais me impressiona é a dedicação dele. Semana passada mesmo, no Jogo 5 contra o Hawks, tava lá na Celebrity Row sentado entre a esposa e a Kylie Jenner (que por sinal estava com o Timothée Chalamet). Mas não é só de aparecer não — o cara conhece a história do time de cor.

    Quando questionaram ele no Twitter sobre só postar quando o time tá bem, a resposta foi cirúrgica: “Meu amor pelo time não começou quando o Twitter foi inventado. Tweets não significam amor pelo time, pergunte pro Spike [Lee]. Sou fã desde 73.” E ainda citou jogadores obscuros como Ron Baker e Lou Amundsen. Isso é conhecimento de fã raiz!

    Sinceramente, acho que ele fez a escolha certa. O Met Gala é uma vez por ano, mas o Knicks… bem, quando você é fã há 50 anos, às vezes tem que fazer sacrifícios. E pelo menos deu a previsão dele: Knicks em 6. Vocês acham que ele acerta? Eu tô na torcida pro homem não passar vergonha no tapete vermelho da NBA!

  • 76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    Cara, que massacre foi esse ontem? Os 76ers tomaram uma sapatada histórica dos Knicks por 137-98 no primeiro jogo da semifinal de conferência. Dói até de escrever esse placar, mas vou ser sincero: já esperava algo assim depois daquela batalha épica no Jogo 7 contra os Celtics há apenas 48 horas.

    O problema é que enquanto os Knicks estavam descansadinhos em casa, nossos caras mal tiveram tempo de respirar depois daquela guerra em Boston. E isso ficou bem claro na quadra.

    Jalen Brunson destruiu geral

    O cara simplesmente resolveu jogar basquete em um nível absurdo. 35 pontos com 66% de aproveitamento de quadra – esses números são de videogame, galera. E não foi só ele não: Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges e OG Anunoby combinaram 52 pontos acertando 72% dos arremessos. É muito tiro certeiro, impossível competir contra isso quando você tá com as pernas pesadas.

    Do lado dos Sixers, o negócio foi bem complicado. Embiid e Maxey – nossos principais nomes – somaram apenas 27 pontos juntos com uns míseros 30% de aproveitamento. Quando seus astros não aparecem, não tem jeito.

    Paul George salvou a pátria (pelo menos um pouco)

    Se teve alguém que mostrou que veio pra jogar essa série, foi o PG13. O maluco fez 17 pontos com 6 de 11 arremessos e ainda acertou 4 das 6 tentativas do perímetro. Sinceramente, sem ele teria sido ainda pior – se é que isso é possível.

    George começou quente logo no primeiro período, acertando de três após um passe do Embiid que sofreu marcação dupla. Depois meteu outra bomba atacando o Mitchell Robinson na tela, e ainda abriu o segundo quarto com mais um arremesso certeiro da ala esquerda. O cara tava inspirado mesmo.

    E não foi só nos arremessos não. Ele encontrou o Kelly Oubre várias vezes no primeiro tempo – uma vez com um passe perfeito pro Oubre cortar e enterrar, depois numa assistência após uma penetração que resultou numa tripla livre. Jogadas que mostram por que contrataram o veterano.

    Oubre deu o ar da graça também

    Falando no Kelly Oubre Jr., o cara finalmente acertou umas bolas de três e jogou com uma energia boa dos dois lados da quadra. Começou a partida até com um toco no Josh Hart – coisa linda de se ver.

    Teve umas perdas de bola chatinhas, mas mostrou que pode ser um fator importante nessa série cortando pro garrafão. Várias enterradas em cortes bem executados ajudaram a manter o ataque funcionando pelo menos no primeiro tempo. Inclusive liderou o time nos rebotes, o que é meio preocupante pensando nos jogos que vêm por aí.

    Olha, não vou mentir pra vocês: foi feio. Muito feio. Mas às vezes é assim mesmo nos playoffs – você perde um jogo por diferença grande e o mundo não acaba. A questão é como a equipe vai responder no próximo jogo. Vocês acham que os caras conseguem se recuperar dessa ou a fadiga vai pesar muito?

    Uma coisa é certa: se o Embiid e o Maxey não aparecerem no próximo jogo, vai ser bem complicado. A defesa dos Knicks tá consistente demais no meio de quadra, e sem transição rápida fica difícil criar espaços. Mas hey, é isso aí – NBA playoffs é isso mesmo, uma montanha russa de emoções.

  • Wemby quebra recorde histórico mas ataque some no playoffs

    Wemby quebra recorde histórico mas ataque some no playoffs

    Cara, que noite maluca foi essa na NBA! O segundo turno dos playoffs começou e já veio com surpresas do tamanho de um prédio. Vou ser sincero: não esperava ver o Wemby quebrando recordes históricos E ao mesmo tempo passando sufoco no ataque.

    O garoto francês fez algo absurdo — 12 bloqueios em um jogo só. DOZE! O recorde anterior era 10, que já era uma loucura. Mas olha só que situação estranha: ele conseguiu um triple-double (11 pontos, 15 rebotes, 12 bloqueios) e mesmo assim saiu como “perdedor” da noite porque o ataque simplesmente não funcionou.

    Minnesota surpreende todo mundo

    Enquanto isso, do outro lado, os Timberwolves fizeram aquilo que só eles sabem fazer: chegar como azarão e meter o louco. Eram dados como 9.5 pontos de desvantagem contra o Spurs em San Antonio, e o que fizeram? Roubaram o Jogo 1 por 104-102.

    E olha que eles estavam sem o Ayo Dosunmu e o Donte DiVincenzo. O Anthony Edwards ainda estava se recuperando de uma lesão no joelho, jogou apenas 25 minutos, mas quando precisou aparecer no último quarto, apareceu. 8/13 nos arremessos — o moleque é diferenciado mesmo.

    O Chris Finch, técnico dos Wolves, merece todos os aplausos. O cara tem uma capacidade impressionante de fazer esse time render mais nos playoffs do que na temporada regular. Terceiro ano seguido que eles ganham uma série como azarões. Isso não é sorte, é competência.

    Knicks atropelam os Sixers

    Mas se você achou que só Minnesota surpreendeu, se enganou. O Jalen Brunson e os Knicks simplesmente massacraram o Philadelphia 76ers por 137-98. Uma surra histórica no Jogo 1 de uma série que todo mundo esperava que fosse equilibrada.

    Brunson dominou completamente a partida. O cara está numa fase impressionante e mostrando por que vale cada centavo que os Knicks investiram nele. Philadelphia nem sabia o que tinha acontecido quando acabou o jogo.

    Wemby precisa encontrar o meio-termo

    Voltando pro Wembanyama, é impressionante como um jogador pode ser dominante defensivamente e ao mesmo tempo ter dificuldades no ataque. Ele diminuiu a quantidade de tentativas de 3 pontos de 47% na temporada passada para 32,4% agora — o que foi uma mudança positiva.

    Mas sinceramente, acho que ele ainda está encontrando seu lugar no ataque dos playoffs. É diferente da temporada regular, a marcação é mais intensa, os esquemas são mais elaborados. O cara tem 2,24m de altura e habilidade técnica absurda, mas precisa ser mais assertivo perto da cesta.

    E aí, vocês acham que Wemby vai conseguir equilibrar melhor ataque e defesa no restante da série? Porque se ele conseguir somar 20+ pontos com essa defesa monstruosa, aí o bicho vai pegar pro Minnesota.

    Os playoffs estão só começando e já temos história pra contar. Que venham os próximos jogos!

  • Brunson já sabe: Sixers vão vir com sede de vingança no Jogo 2

    Brunson já sabe: Sixers vão vir com sede de vingança no Jogo 2

    Olha só, 39 pontos de diferença no primeiro jogo dos playoffs. Trinta e nove! Os Knicks simplesmente destruíram o Philadelphia 76ers no Madison Square Garden, e agora todo mundo tá perguntando: será que vai ser assim fácil a série toda?

    Jalen Brunson, que tem sido o cérebro dessa máquina dos Knicks, já botou os pés no chão. “Não acho que vamos ver o mesmo time que enfrentamos no Jogo 1”, disse o armador. E cara, ele tá certíssimo.

    Uma surra histórica no MSG

    A atuação dos Knicks foi daquelas que você guarda na memória. Defensivamente, eles anularam completamente a dupla Tyrese Maxey e Joel Embiid – imagina só, os dois caras mais perigosos dos Sixers fizeram apenas 27 pontos JUNTOS. Seis cestas de quadra no total. Isso não é defesa, é quase crime (risos).

    No ataque? 63% de aproveitamento de quadra. Todo mundo que entrou fez pelo menos uma cesta. Josh Hart resumiu bem: “Jogamos 48 minutos completos de basquete dos Knicks”.

    E tem um dado que é absolutamente absurdo: nas últimas quatro partidas, New York ganhou por uma diferença combinada de 135 pontos. Isso é recorde histórico nos playoffs da NBA. Recorde histórico, gente!

    Pé no freio e foco no próximo jogo

    Mas é aqui que mora o perigo, né? Quando você faz uma partida dessas, é fácil relaxar. Mikal Bridges, veterano experiente que já passou por altos e baixos na carreira, foi direto ao ponto: “É bom, mas é só um jogo. Volta tudo pra 0 a 0 no Jogo 2”.

    Brunson completou o raciocínio com a maturidade de quem já aprendeu que nos playoffs, time encurralado é time perigoso. “Você tem que encarar isso com um grão de sal e seguir em frente”, disse o armador.

    Sinceramente, acho que ele tá certo. Os Sixers vão voltar completamente diferentes na quarta-feira. Joel Embiid deve estar fervendo de raiva depois de fazer só 12 pontos, e Maxey provavelmente passou a madrugada toda vendo os errinhos do primeiro jogo.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem manter esse nível absurdo? Ou os Sixers vão conseguir equilibrar a série no Jogo 2?

    A resposta vem quarta-feira, 19h, de volta ao caldeirão do Madison Square Garden. Eu já tô ansioso.

  • Knicks fazem história nos playoffs massacrando os 76ers por 39 pontos

    Knicks fazem história nos playoffs massacrando os 76ers por 39 pontos

    Mano, os Knicks simplesmente destruíram os 76ers ontem à noite. 137 a 98. Trinta e nove pontos de diferença. E o mais absurdo? Eles fizeram história da NBA no processo.

    Olha só que loucura: os Knicks se tornaram o primeiro time na história dos playoffs da NBA a vencer três jogos consecutivos por 25 ou mais pontos de diferença. Três seguidos! Isso é coisa de monstro mesmo.

    A máquina de guerra nova-iorquina

    Cara, esse time tá voando. Depois de virar uma série contra o Hawks (estavam perdendo por 2-1 e ganharam tudo), os caras chegaram contra Philadelphia com uma confiança absurda. E mostrou logo no primeiro jogo.

    Foi dominação total — ganharam os quatro quartos por oito ou mais pontos cada um. O segundo quarto foi um massacre: 41 a 26 para os Knicks. Os 76ers nem sabiam o que tava acontecendo.

    Jalen Brunson foi o cestinha da noite com 35 pontos, acertando 12 de 18 arremessos e indo perfeito nos lances livres (8/8). O cara tá jogando num nível estratosférico nesses playoffs. OG Anunoby contribuiu com 18, enquanto Karl-Anthony Towns e Mikal Bridges fizeram 17 cada um.

    Rumo às finais do Leste?

    Sinceramente, eu não esperava ver os Knicks dominando desse jeito. Chegaram às finais da Conferência Leste ano passado e agora parecem ainda mais maduros, mais entrosados. Esse elenco tem tudo pra incomodar qualquer um.

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem se recuperar no Jogo 2? Ou os Knicks vão abrir 2-0 na série? A impressão que dá é que Nova York encontrou uma fórmula que tá funcionando perfeitamente.

    O próximo confronto é amanhã, 6 de maio, às 20h (horário de Brasília), no Madison Square Garden. Se continuar nesse ritmo, pode ser que a gente veja os Knicks fazendo uma campanha histórica mesmo.

  • Josh Hart desamarra o tênis do Jimmy Fallon em pleno jogo da NBA

    Josh Hart desamarra o tênis do Jimmy Fallon em pleno jogo da NBA

    Mano, eu já vi muito jogo da NBA na vida, mas o que o Josh Hart fez ontem no Madison Square Garden foi de outro mundo. E não, não tô falando dos 8 pontos dele — tô falando da pegadinha ÉPICA que ele pregou no Jimmy Fallon durante a goleada histórica dos Knicks sobre os 76ers por 137 a 98.

    A situação foi a seguinte: Knicks metendo 40 pontos de vantagem (quarenta, gente!), Jalen Brunson destruindo tudo com 35 pontos, e o Hart decidiu que o jogo já tava ganho mesmo. Resultado? Foi lá e desamarrou o tênis do Jimmy Fallon, que tava sentadinho na courtside curtindo o massacre.

    Brunson foi o monstro, mas Hart roubou a cena

    Olha, o Brunson tá num outro nível. 35 pontos em 12 de 18 arremessos, sendo 27 só no primeiro tempo. O cara literalmente decidiu o jogo antes do intervalo. Mas convenhamos — todo mundo vai lembrar mesmo é do Hart desamarrando o tênis do apresentador mais famoso da TV americana.

    E o melhor de tudo? O Fallon é fã roxo dos Knicks há décadas. Se tem alguém que sabe apreciar uma boa brincadeira, é ele. Imagina só a felicidade do cara vendo o time dele massacrando os rivais da Filadélfia e ainda sendo “vítima” de uma pegadinha dos próprios jogadores.

    Sixers chegaram cansados e pagaram o preço

    Sinceramente, não deu nem para ter dó dos 76ers. Os caras chegaram em Nova York depois de um Game 7 sufocante contra os Celtics no sábado, enquanto os Knicks tiveram dias extras de descanso. A diferença ficou clara desde o primeiro quarto.

    Hart fechou a noite com 8 pontos, 8 rebotes, 6 assistências, 3 roubos de bola e 1 toco. Mas como a própria NBA brincou nas redes sociais: ele liderou o time em “tênis desamarrados”. Genial.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar 2 a 0 na quarta-feira? Com esse clima no Madison Square Garden e os 76ers ainda sentindo o baque, eu não duvido de mais uma exibição dominante. O Hart promete mais pegadinhas?

  • Edwards volta com susto: joelho preocupa na estreia contra Spurs

    Edwards volta com susto: joelho preocupa na estreia contra Spurs

    Olha, eu não sei vocês, mas eu estava aqui torcendo pra que o Anthony Edwards voltasse logo pros playoffs. E ele voltou mesmo — mas agora tô com um friozinho na barriga.

    O cara estava fora há nove dias por causa de uma hiperextensão no joelho esquerdo e um edema ósseo. Nove dias! Qualquer um que já se machucou jogando bola sabe que isso não é brincadeira. Mas lá estava ele, disponível pro Jogo 1 contra os Spurs na segunda-feira.

    Volta cautelosa mas eficiente

    Os Wolves foram espertos e não colocaram ele no quinteto inicial — mantiveram a mesma formação que funcionou nos jogos 5 e 6 contra Denver. Sinceramente, achei a decisão correta. Melhor prevenir do que remediar, né?

    Nos três primeiros quartos, Edwards teve números modestos: 7 pontos, 3 rebotes e 2 assistências em pouco mais de 15 minutos. Claramente estava com restrição de minutos, o que faz todo sentido considerando a lesão recente.

    O quarto período e o susto

    Aí chegou o último quarto e o monstro acordou. Em cinco minutos, o cara meteu 11 pontos acertando 5 de 6 arremessos. Tava destruindo! Mas foi aí que veio o momento que deixou todo mundo preocupado.

    Numa jogada mais intensa, Edwards aparentemente sentiu algo no joelho esquerdo e começou a segurar a região. Meu coração quase parou na hora. Será que forçou demais? Será que voltou cedo demais?

    É difícil avaliar se foi só o impacto do lance ou se realmente está relacionado à lesão anterior. O Edwards é um guerreiro e conseguiu continuar jogando, mas qualquer sinal assim deixa qualquer fã de Minnesota nervoso.

    E aí, vocês acham que foi precipitação colocar ele pra jogar já? Ou era necessário arriscar pensando na importância da série? Eu fico dividido — por um lado, Minnesota precisa dele contra os Spurs, mas por outro, uma recaída seria devastadora pros playoffs inteiros.

    O que sabemos é que vamos acompanhar de perto como ele se sente pros próximos jogos. Torcendo pra que tenha sido só um susto mesmo!