Tag: NBA Playoffs

  • Thunder vence jogo 1, mas Daigneault admite: ‘podíamos ter jogado melhor’

    Thunder vence jogo 1, mas Daigneault admite: ‘podíamos ter jogado melhor’

    Cara, o Thunder conseguiu a vitória no Jogo 1 contra os Lakers por 108-90, mas sinceramente? Não foi aquela apresentação que a gente esperava, principalmente no primeiro tempo.

    O técnico Mark Daigneault foi bem honesto no pós-jogo — admitiu que o time ‘podia ter sido melhor’ na hora de reagir às duplas marcações que os Lakers fizeram no Shai Gilgeous-Alexander. E olha, ele não tá errado não.

    SGA sentiu a pressão dos Lakers

    O Shai, que é praticamente imparável quando tá no ritmo, claramente sentiu a marcação mais dura dos Lakers. Foram apenas 15 arremessos tentados e sete turnovers — números bem abaixo do que ele vinha fazendo na primeira rodada contra os Suns, onde tinha média de 33,8 pontos com 55,1% de aproveitamento.

    ‘Coletivamente, podíamos ter sido melhores. Obviamente não foi limpo, ficou meio travado’, disse Daigneault. E realmente, dava pra ver que o Thunder demorou pra se ajustar quando os Lakers começaram a apertar o cerco no SGA.

    O próprio Shai admitiu que tava meio ‘enferrujado’ — coisa que acontece mesmo nos playoffs, né? A intensidade é outra.

    Holmgren salvou a pátria

    Mas olha, se o SGA não teve sua melhor noite, o Chet Holmgren mais uma vez mostrou porque é um dos jovens mais promissores da liga. O cara fez 24 pontos, 12 rebotes e ainda botou 3 tocos. Monstro.

    E aqui tá o ponto: quando um jogador não tá 100%, outro precisa aparecer. Foi exatamente isso que rolou. O Thunder como um todo conseguiu se impor na defesa, segurando os Lakers em apenas 42% de aproveitamento nos arremessos.

    Vocês acham que o Daigneault vai mudar a estratégia para o Jogo 2? Na minha visão, ele não vai mexer drasticamente no esquema — é mais questão de executar melhor mesmo. Afinal, na temporada regular o Thunder varreu os Lakers por 4-0, com uma diferença média absurda de 29,3 pontos.

    O Jogo 2 é na quinta-feira, e aposto que vai ser bem diferente. Os Lakers vão tentar alguma coisa nova, e o Thunder precisa estar preparado pra responder melhor às duplas marcações no SGA. Vai ser interessante!

  • Wolves dominam Wemby e Knicks atropelam os Sixers nos playoffs

    Wolves dominam Wemby e Knicks atropelam os Sixers nos playoffs

    Cara, que início de semifinais da NBA! Os playoffs estão pegando fogo e eu já tô viciado em assistir cada jogo. Ontem rolaram dois jogaços que mexeram com o psicológico de todo mundo — principalmente dos fãs dos Spurs e dos Sixers.

    Vamos começar pelo Oeste, onde os Minnesota Timberwolves conseguiram fazer algo que poucos times fizeram essa temporada: incomodar Victor Wembanyama. E olha, não foi pouco não. O pivô francês de 2,24m simplesmente não conseguiu impor seu jogo como de costume.

    Como os Wolves ‘resolveram’ Wemby?

    A estratégia de Minnesota foi genial, na minha opinião. Eles não tentaram enfrentar o monstro de frente — isso seria burrada. Em vez disso, forçaram o Wemby a sair do garrafão constantemente, usando muito pick-and-roll e obrigando ele a defender na linha de 3 pontos.

    Jaden McDaniels teve uma atuação defensiva absurda, e o Karl-Anthony Towns aproveitou cada momento em que Wembanyama não estava protegendo o aro. Foi uma aula tática dos Wolves, que mostraram que experiência em playoffs conta muito.

    Sinceramente? Eu não esperava que seria tão ‘fácil’ assim para Minnesota no Jogo 1. Os Spurs ainda são um time muito jovem e isso fica evidente em momentos de pressão como esse.

    Knicks massacram os Sixers sem dó

    No Leste, a situação foi ainda mais brutal. Os New York Knicks simplesmente atropelaram os Philadelphia 76ers e nem deu pra chamar aquilo de jogo competitivo depois do primeiro quarto.

    Jalen Brunson tá jogando num nível absurdo nesses playoffs. O cara virou uma máquina de fazer cestas difíceis e ainda por cima distribui assistências como se fosse coisa mais natural do mundo. E o Julius Randle? Meu amigo, esse cara ressuscitou na pós-temporada.

    Os Sixers pareciam cansados, sem energia. Joel Embiid até tentou, mas o joelho dele claramente ainda incomoda. Tyrese Maxey sozinho não consegue carregar o piano — e olha que ele é craque.

    A pergunta que fica é: será que Philly consegue se recuperar ou já era? Na minha visão, se eles não ganharem o Jogo 2 em casa, pode arquivar essa série.

    OKC: o time que ninguém consegue gostar?

    E teve uma discussão interessante no podcast do Kevin O’Connor e do Russillo sobre o Oklahoma City Thunder. Eles levantaram uma questão curiosa: por que diabos esse time não consegue conquistar o coração dos fãs neutros?

    Olha, eu entendo o ponto deles. O Thunder tem jovens talentosos, joga um basquete bonito, mas tem algo ali que não ‘clica’ com o público geral. Talvez seja porque eles acumularam tantas escolhas de draft que parece meio artificial, sabe?

    E se eles terminarem com uma pick no top 4 ainda? Cara, seria o pesadelo da liga. Um time que já tem Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren e Josh Giddey ganhando mais uma peça de elite via lottery…

    Vocês acham que o Thunder consegue se tornar mais carismático? Ou eles vão continuar sendo esse time tecnicamente perfeito mas sem alma?

    De qualquer forma, essas semifinais prometem muito. Wolves mostrando que podem incomodar qualquer um, Knicks fazendo Nova York sonhar alto de novo, e o drama todo dos times veteranos tentando se segurar. Que playoffs, meus amigos!

  • Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Cara, tem coisas que são maiores que basquete. Nick Nurse, técnico do Philadelphia 76ers, teve que se ausentar da equipe na reta final dos playoffs para o funeral do irmão Steve, que morreu de forma inesperada na semana passada aos 62 anos.

    O timing não podia ser pior — ou melhor dizendo, essas coisas nunca têm timing bom mesmo. Os Sixers acabaram de levar uma surra histórica dos Knicks no primeiro jogo da segunda rodada (137 a 98, um massacre), e agora o técnico precisou viajar para Iowa no meio da série.

    A solidariedade em quadra

    O que me impressionou foi a classe do Mike Brown, técnico dos Knicks. O cara podia ter só dado uma resposta protocolar, mas foi além: “Gostaria de expressar minhas condolências ao Nick Nurse e sua família. A vida é preciosa e você não deseja isso para ninguém”.

    Isso mostra o lado humano do esporte que às vezes a gente esquece. Rivalidade é uma coisa, mas na hora que a vida real bate na porta, todo mundo se une. É basquete, galera, não guerra.

    Steve Nurse morreu na quarta-feira passada, de forma completamente inesperada. Nick deixou a equipe logo após aquela derrota constrangedora na segunda e foi para Ankeny, Iowa, onde aconteceu o funeral na terça.

    Voltará para o Jogo 2?

    A expectativa é que Nurse esteja de volta para comandar os Sixers no Jogo 2, que rola na quarta à noite no Madison Square Garden. Sinceramente, espero que sim — não só pelo time, mas porque trabalho às vezes ajuda a processar esse tipo de dor.

    Imaginem a cabeça do cara. Acabou de perder o irmão mais novo de forma súbita e ainda tem que lidar com uma equipe que levou 39 pontos de diferença em casa. Se eu fosse jogador dos Sixers, faria questão de dar uma resposta em quadra pelo técnico.

    Vocês acham que situações pessoais assim afetam o rendimento de um time? Às vezes pode até unir mais o grupo, né? Vamos ver como os Sixers vão reagir — porque depois daquela pancada no Jogo 1, eles precisam de um milagre mesmo.

  • Nick Nurse deixa os Sixers para funeral do irmão mais velho

    Nick Nurse deixa os Sixers para funeral do irmão mais velho

    Cara, tem notícias que te lembram que por trás de todos esses jogos e estatísticas existem pessoas reais, né? O Nick Nurse, técnico dos Philadelphia 76ers, teve que se afastar do time ontem (5 de maio) para ir ao funeral do irmão mais velho, Steve Nurse, que morreu aos 62 anos.

    O mais pesado de tudo? Steve morreu no dia 29 de abril — bem no meio dos playoffs, antes do Jogo 6 entre Sixers e Celtics na primeira rodada. Imagina a cabeça do Nick tentando focar nos jogos enquanto passava por isso. O cara é um profissional absurdo mesmo.

    Uma perda inesperada

    Steve Nurse trabalhava há anos como gerente de equipamentos esportivos na Universidade do Norte de Iowa. Segundo os relatos, a morte foi “inesperada” — esse tipo de notícia que ninguém tá preparado pra receber, ainda mais em plenos playoffs.

    Nick voou pra Iowa logo depois da derrota pros Knicks no Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste. Os Sixers fizeram só uma sessão de vídeo ontem, sem treino mesmo. Totalmente compreensível.

    De volta aos negócios

    O técnico deve se juntar ao time hoje à noite em Nova York. O Jogo 2 contra os Knicks é amanhã às 21h no Madison Square Garden, pela ESPN.

    Olha, eu admiro muito a força mental que esses caras têm. Nurse está na terceira temporada à frente dos Sixers (desde 2023-24) e já levou o time aos playoffs duas vezes. Antes disso, fez história em Toronto — pegou os Raptors em 2018-19 e logo de cara conquistou o primeiro título da franquia. Monstro.

    Vocês acham que essa situação pode afetar o time emocionalmente? Às vezes essas adversidades unem ainda mais o grupo. De qualquer forma, fica aqui nossa força pro Nick Nurse e família nesse momento difícil.

  • Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cara, que frustração ontem à noite. Os Cavaliers tinham tudo pra roubar o primeiro jogo da série contra Detroit, jogando fora de casa, mas conseguiram entregar de bandeja — literalmente. Vinte turnovers. VINTE. É pedir pra perder mesmo.

    Olha, eu tava assistindo o jogo e não conseguia acreditar no que tava vendo. James Harden e Donovan Mitchell, que deveriam ser os caras que organizam o ataque, combinaram 10 turnovers contra apenas 9 assistências. Isso é de doer, gente.

    Harden precisa parar de entregar a bola

    O Harden foi o maior vilão da noite — perdeu a bola 7 vezes só nesse jogo. Pra vocês terem uma ideia do absurdo: já são 43 turnovers só nestes playoffs. Cara, o maluco tá jogando como se fosse pelada de domingo no parque.

    E o Mitchell? Rapaz, desde o Game 2 contra Toronto que ele tá sumido. Não é possível que o principal jogador do time termine a partida com mais turnovers que assistências. Os Cavs precisam URGENTE de alguém que saiba controlar o jogo, e nem Harden nem Mitchell tão entregando isso.

    Max Strus salvou o que dava pra salvar

    Pelo menos teve uma luz no fim do túnel: Max Strus jogou pra caramba. 19 pontos em 7 de 13 arremessos, sendo 4 de 8 do perímetro. O cara mostrou por que é importante ter um arremessador de volume na equipe.

    Sinceramente, prefiro Strus em quadra do que Dean Wade nesses momentos decisivos. Wade até defende melhor, mas ofensivamente ele trava o ataque dos Cavs. Com Strus, pelo menos a defesa adversária tem que grudar nele lá no perímetro, abrindo espaço pros outros.

    Kenny Atkinson perdeu a mão nas rotações

    Agora vem a parte que me deixou mais irritado: Kenny Atkinson usou 11 jogadores. ONZE! Nos playoffs, cara! Isso não faz sentido nenhum.

    Tá certo que Sam Merrill se machucou logo no começo e Jarrett Allen pegou 4 faltas. Mas começar o último quarto com Thomas Bryant, Keon Ellis e Dennis Schroder juntos em quadra? Isso é pedir pra entregar o jogo de mão beijada.

    E aí, vocês acham que Allen não conseguia jogar mais que 18 minutos mesmo com 4 faltas? O cara foi herói no Game 7 contra Toronto e fica no banco vendo Bryant tentar fazer milagre. Enquanto isso, Cunningham jogou 43 minutos pelos Pistons. Essa é a diferença entre querer ganhar e facilitar pro adversário.

    Os Cavs desperdiçaram uma oportunidade de ouro de largar na frente da série. Com essa quantidade absurda de turnovers e essas rotações malucas, não dá pra competir nos playoffs. Espero que aprendam pra o Game 2, porque senão essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina.

  • Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os Detroit Pistons estavam praticamente eliminados, perdendo por 3-1 na série, e simplesmente viraram o jogo. VIRARAM! Em sete jogos, com direito a uma volta histórica no segundo tempo do jogo 6.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. Quando vi eles perdendo por 3-1, pensei “pronto, acabou a temporada dos caras”. Mas esse time tem uma garra que é absurda. Durante toda a temporada regular, 82 jogos, a gente viu essa raça deles de nunca desistir. E nos playoffs foi a mesma coisa — só que com a pressão lá em cima.

    Cade Cunningham virou um monstro

    O destaque óbvio vai pro Cade Cunningham. O moleque simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. A evolução dele de quando chegou na liga pra agora é coisa de maluco. Lembra quando todo mundo duvidava se ele tinha o que precisava pra ser a cara de uma franquia? Pois é, agora ninguém mais duvida.

    E não posso esquecer do Tobias Harris — veterano fazendo o que veterano tem que fazer: liderar nos momentos cruciais. O cara trouxe uma experiência que esse time jovem precisava desesperadamente.

    JB Bickerstaff merece todos os créditos

    Olha, eu sempre achei o JB Bickerstaff meio subestimado como técnico. O cara conseguiu fazer ajustes durante a série que foram fundamentais. Não deve ser fácil comandar um time jovem numa situação dessas, mas ele soube exatamente quando apertar e quando afrouxar.

    Agora vem o Cleveland Cavaliers pela frente na segunda rodada. E aí que a coisa fica interessante mesmo. Os Cavs têm um esquema defensivo que pode dar muito trabalho — parecido com o que o Magic tentou fazer, só que mais consistente.

    A grande pergunta é: será que os Pistons conseguem manter esse nível de intensidade? Porque uma coisa é fazer uma virada heroica, outra coisa é sustentar isso contra um time mais experiente como Cleveland.

    O que esperar da próxima fase?

    Na minha visão, Detroit tem algumas vantagens. Primeiro, o momentum tá todo com eles — time que vem de uma virada dessas chega confiante pra qualquer jogo. Segundo, eles já provaram que não desistem mesmo quando tudo parece perdido.

    Mas os Cavaliers não são bobos. Eles viram o que aconteceu com o Magic e certamente vão se preparar melhor. A defesa deles no garrafão é sólida, e isso pode complicar a vida dos Pistons no ataque.

    E vocês, o que acham? Os Pistons conseguem manter essa pegada e chegar nas finais da Conferência Leste, ou foi só um momento mágico que não se repete? Uma coisa eu garanto: depois dessa virada histórica, ninguém pode subestimar esse time nunca mais.

  • Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Celtics. Sinceramente, parecia montanha-russa — um dia você tava achando que eles iam tankar, no outro você via o Jaylen Brown carregando o time nas costas, depois veio aquele trade maluco pra economizar dinheiro e, quando menos esperávamos, o Tatum voltou antes do previsto.

    E no final? Eliminação na primeira rodada pros 76ers. Em sete jogos. Pros caras que eles sempre davam surra.

    O que deu errado mesmo?

    Olha, na minha visão a temporada teve tudo pra dar certo. Os Celtics terminaram em segundo no Leste com 56 vitórias — nada mal pra um time que muita gente (eu incluído) achava que devia tankar enquanto esperava o Tatum voltar da lesão no tendão de Aquiles.

    Mas aí veio aquela decisão estranha de trocar metade do elenco no deadline só pra ficar abaixo do luxury tax. Cara, você tá brigando por título e vai economizar dinheiro? Não fez muito sentido.

    A volta do Tatum foi absurda, não vou mentir. Em 16 jogos na temporada regular: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.3 assistências. Nos playoffs, mesmo perdendo o jogo 7 por causa de dor no joelho, ele mostrou que tá inteiro: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo.

    E agora, qual é a real?

    O time tem uma folha salarial de quase 173 milhões de dólares — ou seja, tá no luxury tax até o pescoço. Tem as picks 27 e 40 no draft e precisa desesperadamente de um pivô decente. O Vučević tá free agent, então eles podem ficar sem ninguém no garrafão.

    O que mais me incomoda? Eles têm o Tatum e o Brown — duas estrelas no auge — e tão perdendo tempo preciosa tentando economizar dinheiro. Vocês acham que isso faz sentido? Championship window não dura pra sempre, galera.

    A realidade é que os Celtics ainda podem brigar pelo título no ano que vem, mas vão precisar tomar decisões difíceis. Ou gastam pesado pra reforçar o elenco (principalmente no garrafão) ou aceitam que talvez não seja o ano deles.

    Uma coisa é certa: depois de perder pros 76ers na primeira rodada, não dá mais pra fingir que tá tudo bem. Mudanças são necessárias, e elas precisam vir rápido.

  • Pistons derrubam os Cavs e quebram jejum histórico nos playoffs

    Pistons derrubam os Cavs e quebram jejum histórico nos playoffs

    Galera, vocês viram o que aconteceu em Detroit na terça? Os Pistons simplesmente destruíram os Cavaliers no primeiro jogo da série, ganharam de 111 a 101 e quebraram um jejum que já tava ficando constrangedor.

    Doze jogos. DOZE. Era o que os Pistons tinham perdido seguido pros Cavs nos playoffs desde 2007 — todas essas derrotas vieram quando o LeBron tava lá dominando tudo. Mas ontem não tinha King James pra salvar Cleveland, e Detroit mostrou que essa nova geração não tem medo de nada.

    Detroit saiu voando no primeiro quarto

    Os Pistons começaram o jogo como se fossem um foguete. Pressão na defesa, forçaram 6 roubos de bola só no primeiro quarto e abriram 37 a 21. Eu tava vendo e pensando: “Cara, vai ser goleada”. O ataque dos Cavs, que é normalmente uma metralhadora, travou completamente.

    Mas aí você já sabe como é playoff, né? Nada é fácil. O Detroit esfriou no ataque e Cleveland começou a roer a vantagem aos poucos. No quarto período, os Cavs fizeram uma sequência absurda de 11 a 0 — com o James Harden metendo 9 pontos nessa corrida — e empataram o jogo em 93 a 93.

    Mano, que sufoco. Imagina a tensão na Little Caesars Arena nessa hora.

    Cade Cunningham salvou a pátria

    Mas aí que entra o diferencial: Cade Cunningham. O garoto saiu do banco e puxou uma corrida de 6 a 0 que definiu o jogo. É isso que separa os bons dos grandes — saber aparecer na hora que o time mais precisa.

    E olha, os números mostram por que Detroit ganhou: 19 turnovers dos Cavaliers. Dezenove! Os Pistons transformaram essas bobeiras em 31 pontos. Mesmo Cleveland acertando mais arremessos (45% contra 44%) e sendo muito melhor nos lances livres (94% contra 77%), as perdas de bola custaram caro demais.

    Harden virou vilão da própria história

    Sinceramente? O James Harden foi o grande responsável pela derrota. O cara fez 22 pontos, pegou 8 rebotes e deu 7 assistências — números até bons. Mas perdeu a bola SETE vezes. Sete! Pra você ter noção, ele errou mais arremessos (9) do que acertou (6).

    E não é a primeira vez que isso acontece com ele nos playoffs — já é a terceira vez só nesta pós-temporada que ele tem mais turnovers que cestas convertidas. Na carreira toda, já aconteceu 29 vezes. Cara, isso não é sorte, é padrão.

    Harden representou quase 37% de todas as 19 perdas de bola de Cleveland. Em playoff, contra uma defesa organizada como a do Detroit, você não pode dar essas bobeiras de graça.

    Agora é esperar o jogo 2. Será que os Cavs conseguem se recuperar, ou os Pistons vão confirmar que essa nova fase do time é pra valer? Eu tenho a impressão de que Detroit tá com fome de fazer história neste playoff. E vocês, o que acham?

  • Timberwolves contestam tocos históricos do Wembanyama: ‘Foram 4 interferências!’

    Timberwolves contestam tocos históricos do Wembanyama: ‘Foram 4 interferências!’

    Olha, eu pensei que fosse só eu que estava achando alguns tocos do Wemby meio suspeitos no Jogo 1 contra o Minnesota. Turns out que não estava sozinho — os próprios Timberwolves estão questionando se todos aqueles 12 bloqueios históricos do francês foram legítimos mesmo.

    Para quem perdeu: o Alien quebrou o recorde de playoffs da NBA com 12 tocos numa única partida, passando o antigo recorde por duas unidades. Fez um triple-double ainda por cima, com 11 pontos e 15 rebotes. Histórico total.

    “Pelo menos quatro foram interferências”

    Mas aí que a coisa fica interessante. Depois de reverem as imagens do jogo (que o Minnesota ganhou por 104-102, diga-se de passagem), o técnico Chris Finch foi direto ao ponto:

    “Obviamente ele teve uma noite histórica, mas quando olhamos as jogadas, pelo menos quatro delas foram interferências na bola, talvez até uma quinta. Para mim é alarmante que nenhuma foi marcada.”

    Cara, imagina a situação. Você ganha o jogo mas tem que ouvir sobre o recorde histórico do adversário sendo quebrado no seu nariz. Aí você olha o replay e pensa: “Pera aí, esses tocos aí tão meio estranhos…”

    Até o Gobert entrou na polêmica

    E não foi só o Finch não. Rudy Gobert, que é francês igual o Wemby (e que sabe um bocado sobre bloqueios), também deu sua opinião: “Ele fez falta em mim no primeiro. Mas se você olhar direito, foram provavelmente três ou quatro interferências.”

    O Gobert ainda brincou no final: “Eu queria ter esse tipo de tratamento também” — e eu ri alto aqui. O cara tem quatro prêmios de Melhor Defensor e tá vendo o compatriota ganhar uns tocos de presente dos árbitros.

    Finch foi além e fez as contas: se fossem quatro interferências mesmo, isso daria oito pontos extras pro Minnesota. “Vocês sabem o valor de oito pontos num jogo da NBA? É enorme. E isso representa 33% dos bloqueios dele sendo interferências não marcadas.”

    Sinceramente, eu entendo a revolta. Wembanyama é um fenômeno defensivo, não precisa de ajudinha dos árbitros. O cara já é o Defensive Player of the Year mais jovem da história — conquistou de forma unânime ainda por cima.

    Mas olha, no fim das contas o Minnesota ganhou o jogo. E como o próprio Finch falou: “Vamos continuar indo pra cima. Temos que tomar decisões melhores em como atacar o garrafão.”

    E aí, vocês acham que os árbitros passaram a mão na cabeça do Wemby? Ou os Wolves que estão chorando demais? Jogo 2 é hoje à noite, e tenho certeza de que os árbitros vão estar de olho mais atento dessa vez.

  • Brunson destrói os 76ers: maior goleada da história dos Knicks!

    Brunson destrói os 76ers: maior goleada da história dos Knicks!

    Gente, o que o Jalen Brunson fez ontem foi simplesmente absurdo. 35 pontos com 66,7% de aproveitamento de quadra contra os 76ers – e ainda acertou metade das tentativas de 3. O resultado? Uma goleada histórica de 137 a 98 que deixou todo mundo de queixo caído.

    Sério, quem tava esperando drama no Jogo 1 pode culpar o Brunson por ter transformado isso numa sova. A diferença de 39 pontos foi a MAIOR vitória em Jogo 1 na história dos Knicks. E olha só que loucura: foi a primeira vez na história da NBA que um time venceu dois jogos seguidos de playoffs por essa margem.

    Wemby não conseguiu segurar os Wolves

    Enquanto isso, do outro lado, o Victor Wembanyama fez algo que eu nunca pensei que veria: 12 bloqueios em um jogo de playoff. Doze! Mas nem isso foi suficiente pra segurar Anthony Edwards e os Timberwolves, que arrancaram uma vitória de 104-102 dos Spurs.

    E o mais louco? Edwards voltou de surpresa depois de ficar fora por lesão. O cara simplesmente apareceu e disse: “Hoje não, Wemby”. Isso que são playoffs, meu amigo – qualquer coisa pode acontecer.

    Será que rola troca Giannis por Jaylen Brown?

    Agora que os Celtics foram eliminados pelos 76ers no Jogo 7, as especulações já começaram. E cara, tem uma rumor maluco rolando: e se os Celtics e Bucks trocassem suas estrelas? Giannis indo pra Boston e Jaylen Brown pra Milwaukee?

    Olha, eu sei que parece loucura, mas pensa comigo: Giannis é bicampeão de MVP e quando tá saudável é simplesmente imparável. Pros Celtics faria todo sentido. Agora pros Bucks… será que eles topariam trocar o Greek Freak por Brown?

    A ideia é que Brown poderia abraçar Milwaukee de um jeito que outros astros não fariam, e daria um gás pro time enquanto eles se reorganizam. Sinceramente, acho difícil rolar, mas nos playoffs tudo é possível.

    E aí, vocês acham que essa troca faria sentido? Ou seria loucura demais abrir mão do Giannis?