Tag: NBA Playoffs

  • Os milagres do 3-1: times que fizeram história nos playoffs da NBA

    Os milagres do 3-1: times que fizeram história nos playoffs da NBA

    Cara, vocês viram o que rolou nos playoffs de 2026? Duas viradas épicas de 3-1 na primeira rodada! Os Philadelphia 76ers e o Detroit Pistons entraram pra história fazendo algo que é mais raro que enterrada de costas do LeBron.

    E olha, eu tô falando sério quando digo que é raro mesmo. Desde os anos 60, apenas 15 times conseguiram virar um déficit de 3-1 nos playoffs da NBA. Quinze! Em mais de 60 anos de basquete profissional.

    As viradas históricas de 2026

    Primeiro foram os Sixers, que simplesmente destruíram o Boston Celtics no jogo 7 fora de casa. O Joel Embiid voltou machucando todo mundo, literalmente. Ok que o Jayson Tatum não jogou a decisão, mas mesmo assim — que pancada pros Celtics, que eram cabeças de chave 2.

    No dia seguinte? Detroit Pistons fazendo a mesma coisa com o Orlando Magic. Franz Wagner machucado nos últimos dois jogos, e os Pistons aproveitaram pra fazer história em casa. Dois milagres em dois dias consecutivos. Absurdo!

    O clube mais exclusivo da NBA

    Agora, vamos aos dados que todo fã de NBA precisa saber. Desses 15 times que conseguiram a façanha, apenas um fez isso nas Finais. E que time, hein? Os Cleveland Cavaliers de 2016, com LeBron James fazendo aquela que talvez seja a virada mais épica da história do esporte.

    Mano, eu lembro até hoje de assistir aqueles jogos contra o Golden State Warriors. O time dos Splash Brothers tinha quebrado o recorde de vitórias na temporada regular (73-9) e parecia invencível. Aí veio o LeBron e disse: “Cleveland, this is for you!” Arrepio total.

    A lista completa é de dar inveja: Celtics dos anos 60 e 80, Lakers dos anos 70, Washington Bullets, Miami Heat, Phoenix Suns, Houston Rockets… Times históricos que entraram na lenda fazendo o impossível.

    E o 3-0? Aí já é pedir demais

    Uma curiosidade que eu acho fascinante: a NBA é o único dos grandes esportes americanos onde NUNCA um time conseguiu virar um déficit de 3-0 em uma série melhor de sete. Nunca!

    Quatro times chegaram perto — forçaram um jogo 7 depois de estarem 3-0 pra baixo. O Boston Celtics de 2023 foi o mais recente, quase conseguindo contra o Miami Heat. Quase. Mas na hora H, não rolou.

    Sinceramente? Eu acho que um dia vai acontecer. O basquete é muito imprevisível, e com o tanto de arremesso de três que se vê hoje, qualquer coisa pode acontecer em uma série. E aí, vocês acham que veremos a primeira virada de 3-0 nos próximos anos? Qual time teria coragem pra isso?

  • Jalen Williams pode voltar contra os Lakers? A conta não fecha

    Jalen Williams pode voltar contra os Lakers? A conta não fecha

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa situação do Jalen Williams no Thunder tá me deixando preocupado. O cara se machucou no jogo 2 contra os Suns (lesão grau 1 no posterior da coxa esquerda) e desde então é aquele mistério de sempre — vai jogar ou não vai?

    A matemática até que ajuda um pouco. Segundo os especialistas, esse tipo de lesão demora entre 12 e 15 dias pra sarar. Se a conta estiver certa, ele poderia estar de volta já no jogo 1 contra os Lakers, que rola exatamente 13 dias depois da lesão. Mas convenhamos, lesão muscular é sempre uma incógnita.

    O histórico não inspira confiança

    E aqui que a coisa fica complicada. O Williams já perdeu metade da temporada por causa de lesões — começou o ano fora por 19 jogos (cirurgia no punho), depois ficou mais 10 jogos fora entre janeiro e fevereiro com… adivinha só? Lesão no posterior da coxa direita!

    Cara voltou, jogou dois jogos, se machucou DE NOVO e ficou mais cinco semanas parado. Agora é a perna esquerda. Sinceramente, eu tô começando a achar que o Thunder precisa rever alguma coisa no preparo físico desse menino.

    Thunder precisa dele desesperadamente

    Porque vamos combinar: quando o Williams tá em quadra, ele é um monstro. 17.1 pontos, 5.5 assistências e 4.6 rebotes por jogo numa temporada conturbada. E em apenas 33 jogos da temporada regular! Imagina se tivesse jogado os 82?

    O técnico Mark Daigneault só disse que ele “tá se dedicando na reabilitação”, mas não deu nenhuma garantia. Traduzindo: ninguém sabe de nada ainda.

    Na minha opinião? Realísticamente falando, ele só volta mesmo no jogo 3 ou 4, quando a série for pra Los Angeles. E olha que o Thunder vai precisar de cada peça disponível pra enfrentar esses Lakers — que, por sinal, também estão com problemas de lesão.

    E aí, vocês acham que vale a pena forçar a volta dele ou é melhor ter paciência? Porque uma recidiva agora seria o fim da linha pros caras de Oklahoma City.

  • JB acusa Embiid de simulação e diz que árbitros têm agenda contra ele

    JB acusa Embiid de simulação e diz que árbitros têm agenda contra ele

    Cara, quando você perde um jogo 7 dói muito, mas ir na Twitch no dia seguinte desabafar? Isso é coisa de quem tá muito frustrado mesmo. Foi exatamente isso que o Jaylen Brown fez depois da eliminação do Celtics pros 76ers na primeira rodada dos playoffs.

    O cara não poupou ninguém, principalmente o Joel Embiid. “Simulação arruinou nosso jogo”, disse JB na live. “Joel Embiid é um grande jogador, um dos melhores pivôs da história do basquete, mas ele simula. Ele sabe disso. Isso não é novidade.”

    Olha, eu entendo a frustração do Brown. Ver um time com vantagem de 3-1 na série perder três jogos seguidos é de quebrar o coração de qualquer fã. Mas acusar o Embiid de simulação quando você mesmo cometeu duas faltas importantes no quarto período? Meio complicado, né?

    A suposta “agenda” dos árbitros

    Mas foi aí que a coisa ficou mais séria. Brown não parou por aí e partiu pra cima da arbitragem, dizendo que os árbitros tinham uma “agenda” contra ele. Segundo JB, os próprios juízes teriam admitido isso pra ele.

    “Por que vocês estão me perseguindo? Eles claramente tinham uma agenda”, desabafou. “Talvez porque eu falei, fui crítico dos árbitros na temporada regular. E vocês sabem como eles responderam? ‘Vamos marcar tudo, você vai liderar os playoffs em faltas ofensivas.’”

    Sinceramente? Isso é uma acusação bem pesada. Brown disse que alguns árbitros chegaram a falar pra ele que era “reputação” – qualquer movimento com o braço já seria falta. Cara, se isso for verdade mesmo, é um problema sério na liga.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Brown foi marcado com 10 faltas ofensivas na série toda, principalmente por usar o braço pra criar espaço na penetração. Isso limitou muito o jogo dele – na temporada regular ele fazia 13.2 pontos em 19.1 penetrações por jogo, contra os Sixers caiu pra 8.9 pontos em 18.1 penetrações.

    E tem que admitir – o JB tem um ponto. Paul George faz a mesma coisa. Jalen Brunson faz a mesma coisa. Shai Gilgeous-Alexander também. Por que só com ele que vira falta toda hora?

    Mas convenhamos, desabafar na Twitch no dia seguinte da eliminação não é a melhor ideia do mundo. A frustração tá aí, eu entendo, mas algumas coisas é melhor deixar pra lá. O que vocês acham? Brown tem razão ou tá sendo mau perdedor mesmo?

  • Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Olha, os Cleveland Cavaliers conseguiram passar pelos Raptors — que, convenhamos, deram muito mais trabalho do que qualquer um esperava. Mas agora? Agora a coisa complica de verdade. Pela frente têm os Detroit Pistons, que fecharam a temporada regular com 60 vitórias. Sessenta!

    E vocês sabem como é: playoff é outro campeonato. Os Pistons começaram meio moles contra o Orlando Magic, chegaram até a ficar atrás por 3-1 na série. Todo mundo pensando “opa, será que esses caras não conseguem traduzir o basquete da temporada regular pro playoff?”. Aí os caras foram lá e viraram a série. Virou bagunça.

    A defesa que vai dar pesadelo no Mitchell

    Mano, Detroit teve a segunda melhor defesa da liga na temporada regular. E não é por acaso não — esses caras simplesmente não deixam ninguém chegar na cesta. Foram os que menos permitiram arremessos na área restritiva, e quando deixavam, os times convertiam apenas 62,8%. É brincadeira isso.

    E nos playoffs? Continuaram nessa pegada. Tiveram o melhor rating defensivo da primeira rodada. O Magic conseguiu converter apenas 56,2% dos arremessos perto da cesta contra eles.

    Isso me lembra muito do que o Toronto fez com o Donovan Mitchell. Os Raptors conseguiram impedir que ele penetrasse, forçaram ele a ser só um arremessador de fora. E sabemos como foi — Mitchell não conseguiu fazer eles pagarem por essa estratégia.

    Cade Cunningham: o cara que decidiu virar monstro

    Se por um lado a defesa de Detroit é sólida, o ataque deles sempre foi a grande interrogação. E cara, no começo da série contra Orlando parecia que as preocupações eram fundadas mesmo. Offense travado, bola de três não caía, o Jalen Duran sumiu… sobrou tudo pro Cade Cunningham.

    Aí que o bicho pegou. Cunningham simplesmente decidiu que não ia perder. 45, 32 e 32 pontos nos três jogos de eliminação. Quarenta e cinco pontos! O cara carregou o time nas costas e mandou Orlando pra casa.

    Agora é que vem o teste de verdade pro Dean Wade. Ele que vai ter que marcar o Cade, e olha… não vai ser fácil não. Wade se saiu bem marcando o Brandon Ingram e o Scottie Barnes, mas Cunningham é outro nível. A capacidade de criação desse cara é absurda.

    A chave da série está na mão do Wade?

    Sinceramente? Se o Wade conseguir incomodar o Cunningham, os Pistons podem desmoronar rapidinho. Porque os outros caras — Tobias Harris, Daniss Jenkins, Caris LeVert — são bons coadjuvantes, mas não são criadores de elite. E com o arremesso de três deles meio inconstante, fica tudo muito dependente do Cade.

    Mas não se enganem. Esta vai ser uma série dura, daquelas de sangue no olho. Os Cavs têm mostrado algumas fragilidades, e Detroit não é time que desiste fácil — a virada contra Orlando prova isso.

    O que vocês acham? Mitchell consegue se impor contra essa defesa dos Pistons, ou vai ser mais uma série complicada para o astro dos Cavs?

  • Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Cara, que reviravolta absurda! Por 6 jogos inteiros eu fiquei me perguntando onde diabos estavam os Cavaliers que a gente esperava ver. Aí no Game 7, quando a coisa apertou mesmo, eles simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    O Cleveland estava perdendo por 9 pontos e parecia que ia dar zebra. Mas aí, nos últimos 27 minutos de jogo, os caras entraram numa sintonia que foi lindo de ver — 51.5% nos arremessos, 38.5% nas bolas de três, pegando rebote ofensivo e transformando em pontos. Enquanto isso, Toronto derreteu: 29.2% de aproveitamento e 1 de 8 nas tentativas de três.

    Jarrett Allen foi simplesmente brutal

    O cara que carregou esse time nas costas foi o Jarrett Allen. Sinceramente, eu não esperava uma performance dessas dele num jogo 7. Com o Evan Mobley em problemas de falta, o pivô assumiu a responsa de vez: 22 pontos, 19 rebotes (8 ofensivos!), 3 tocos e ainda roubou 2 bolas.

    Desde 2020, com o Nikola Jokić, ninguém tinha feito 20+ pontos, 15+ rebotes e 3+ bloqueios num Game 7. Allen entrou pra história, meu amigo.

    O Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, e até o James Harden acordou no segundo tempo pra contribuir com 18. Do lado de Toronto, o Scottie Barnes lutou até o fim (24 pontos), e o RJ Barrett até que tentou com 23, mas precisou de 25 arremessos pra chegar lá.

    A virada que ninguém viu vindo

    No primeiro tempo, parecia que ia ser mais do mesmo — Cleveland com 13 turnovers, errando de três (4 de 15) e correndo atrás do placar. Toronto comandava tranquilo, chegou a abrir 10 pontos de vantagem.

    Mas aí que tá: uma corridinha de 11-2 no final do segundo quarto empatou o jogo em 49-49, e foi ali que mudou tudo. No terceiro período, os Cavs abriram com um 9-0 devastador. Mitchell marcou 5 desses 9 pontos logo de cara.

    A partir daí foi um show à parte — Toronto começou errando tudo (3 de 12), cometendo turnover atrás de turnover, e Cleveland transformando cada erro em pontos fáceis. Max Strus roubou a bola do Barnes e tocou pro Allen cravar uma enterrada que praticamente decretou o fim do jogo.

    Quando a vantagem chegou aos 22 pontos, já era. Toronto ainda tentou uma reação no último quarto, mas nunca conseguiu chegar perto de empatar novamente. Final: 114-102 para Cleveland.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons, cabeça de chave número 1 do Leste, nas semifinais da conferência. E aí, vocês acham que esse Cleveland que apareceu no Game 7 consegue incomodar os Pistons? Porque se jogarem assim, a série promete ser boa demais!

  • JJ Redick manda a real sobre o Thunder: ‘Eles não cometem faltas’

    JJ Redick manda a real sobre o Thunder: ‘Eles não cometem faltas’

    Olha, eu já vi muito sarcasmo na NBA, mas o JJ Redick conseguiu elevar o nível ontem. O técnico dos Lakers basicamente disse que o Oklahoma City Thunder tem um superpoder: eles simplesmente NÃO cometem faltas. Segundo ele, é “uma das coisas mais notáveis da história da NBA”.

    E cara, dá pra entender a ironia. O Thunder lidera praticamente todas as estatísticas defensivas — roubos de bola, tocos, turnovers forçados — mas de alguma forma mágica fazem tudo isso sem cometer infrações. É como se jogassem numa dimensão paralela onde as regras são diferentes.

    A provocação é direta

    “Eles não cometem faltas. Os apitos não vão aparecer. Então você aceita isso desde o início — eles não cometem faltas”, disparou Redick depois do treino de domingo. Traduzindo: se preparem pra apanhar sem receber as faltas que deveriam receber.

    A referência é clara. Na série anterior, Devin Booker do Suns teve um chilique total reclamando da arbitragem contra o Thunder. E olha, quem acompanha sabe que não foi à toa — Lu Dort já mostrou várias vezes que joga no limite (e às vezes passa dele). Lembram daquela expulsão contra o Jokić? Foi tensa.

    Lakers na bronca

    Sinceramente? Redick tá certo em preparar o terreno. Shai Gilgeous-Alexander é agressivo pra caramba na marcação e usa bastante o corpo no ataque — mas raramente é chamado. Dort então nem se fala, o cara defenderia até dentro de um elevador se fosse preciso.

    O problema é que essa “proteção” dos árbitros pro Thunder pode complicar demais a vida dos Lakers. Eles não são exatamente um time que se adapta bem a jogos físicos sem as devidas marcações.

    E aí, vocês acham que Redick tá exagerando na provocação ou realmente existe essa proteção toda pro Thunder? Na minha visão, ele tá jogando a real — e se preparando pra uma série onde vai ter que engolir muito apito não dado.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante ver se essa estratégia de “aceitar que eles não cometem faltas” vai funcionar ou se os Lakers vão precisar encontrar outro jeito de lidar com a defesa sufocante de Oklahoma City. Porque, convenhamos, reclamar da arbitragem depois que o jogo já era nunca resolveu nada.

  • Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Cara, que noite foi essa do Jarrett Allen! O pivô simplesmente decidiu que não ia deixar o Cleveland Cavaliers ser eliminado pelos Toronto Raptors no Jogo 7, e carregou o time nas costas pra uma vitória por 114 a 102. Foi lindo de assistir.

    Olha, não vou mentir — começou mal pra caramba. O próprio Allen perdeu uma enterrada livre no primeiro ataque dos Cavs. Imagina o desespero da torcida? Oito anos construindo esse elenco caríssimo, trocando por veterano na deadline, e o cara perde uma enterrada de graça logo no começo do Jogo 7.

    Primeira metade foi sofrimento puro

    Os Raptors vieram com tudo desde o início. Jamal Shead (que virou pesadelo recorrente dos Cavs nessa série) começou metendo pontos e Toronto abriu 10 de vantagem no primeiro quarto. A situação tava feia mesmo.

    No segundo quarto a coisa continuou complicada, mas aí que veio a virada. Com 2:41 pra acabar o primeiro tempo, Toronto ainda tava na frente por nove pontos. Só que os Cavs acordaram do nada: uma sequência de 11 a 2, com direito a bomba do Jaylon Tyson, e o jogo tava empatado no intervalo.

    Allen virou o Shaq no terceiro período

    E foi aí que o show começou de verdade. Terceiro quarto foi simplesmente um espetáculo do Jarrett Allen. O cara decidiu que ia resolver sozinho.

    Quando o Evan Mobley tomou a quarta falta logo no início do período, todo mundo pensou: “ferrou”. Mas na verdade foi a hora que Allen mostrou por que é um dos melhores pivôs da liga. Defendeu TUDO que apareceu pela frente, pegou rebote ofensivo como se fosse brincadeira, e atacou a cesta com uma autoridade que eu não via há muito tempo.

    Os números são absurdos: 14 pontos e 10 rebotes só no terceiro quarto, sendo 5 rebotes ofensivos. Enquanto isso, os Raptors INTEIROS fizeram apenas 19 pontos no período. Foi um massacre. Cleveland ganhou o terceiro por 38 a 19 — praticamente matou o jogo ali.

    Final com classe

    No último quarto Toronto ainda tentou uma reação, chegou a diminuir a diferença pra 11 pontos, mas não teve como. Allen já tinha quebrado o espírito deles no terceiro período.

    No final das contas: 22 pontos e 19 rebotes pra Allen, com 7/11 nos arremessos. Performance de gala quando mais precisava. Sam Merrill ajudou com 13 pontos vindos do banco, e Max Strus foi aquele cara que faz o trabalho sujo e termina com +20 de plus/minus.

    Sinceramente? Esse Cavs tem potencial pra ir longe nos playoffs. Quando o Allen joga nesse nível, fica difícil parar. E vocês, acham que eles conseguem manter esse ritmo na próxima fase? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho pra qualquer adversário.

  • Cavs x Pistons: série promete pegar fogo nos playoffs da NBA

    Cavs x Pistons: série promete pegar fogo nos playoffs da NBA

    Mano, os Cavs mal tiveram tempo de comemorar aquela vitória ÉPICA no Jogo 7 contra os Raptors e já vão ter que entrar em quadra de novo. É isso mesmo — Cleveland vai enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada dos playoffs, e o primeiro jogo já é amanhã à noite!

    Olha só como ficou a programação completa da série:

    Jogo 1 em Detroit: Terça, 5 de maio, às 19h (NBCSN)
    Jogo 2 em Detroit: Quinta, 7 de maio, às 19h (Prime Video)
    Jogo 3 em Cleveland: Sábado, 9 de maio, às 15h (NBC)
    Jogo 4 em Cleveland: Segunda, 11 de maio, às 20h (NBC)

    Se a série for até o fim (e eu tenho a sensação de que vai), os Jogos 5, 6 e 7 estão programados para os dias 13, 15 e 17 de maio, respectivamente.

    Descanso? Que descanso?

    Uma coisa que me chamou atenção é que só tem UM DIA de descanso entre cada jogo. Cara, isso vai ser brutal. Tanto Cleveland quanto Detroit saíram de séries de sete jogos desgastantes na primeira rodada, e agora vão ter que jogar praticamente dia sim, dia não.

    Sinceramente, acho que isso pode favorecer o time com melhor condicionamento físico — e pelos playoffs até agora, os dois times parecem estar bem preparados fisicamente.

    Série equilibrada como poucas

    Na temporada regular, essas duas equipes dividiram os quatro confrontos diretos, então realmente não dá pra cravar favorito aqui.

    O primeiro encontro foi uma surra dos Cavs por 116-95, com Donovan Mitchell simplesmente resolvendo fazer 35 pontos sem nem suar. Mas aí Detroit acordou e ganhou os dois jogos seguintes.

    O mais emocionante foi aquele jogo de janeiro, quando Ausar Thompson decidiu o jogo com um rebote ofensivo e enterrada no finalzinho — que jogadaça! No último encontro entre eles, em março, Cleveland venceu sem Mitchell mesmo, com James Harden comandando a parada (18 pontos e 7 assistências).

    E aí, galera? Quem vocês acham que leva essa série? Eu tô dividido, mas se os Cavs conseguirem manter aquela intensidade do Jogo 7 contra Toronto, acho que podem surpreender jogando fora de casa logo no primeiro jogo.

    Uma coisa é certa: depois daquela classificação dramática contra os Raptors, Cleveland tá com moral lá em cima. Agora é ver se conseguem sustentar esse momentum contra um Pistons que também não tá brincando em serviço nestes playoffs.

  • Luka nos Lakers? JJ Redick não dá esperanças pra série contra OKC

    Luka nos Lakers? JJ Redick não dá esperanças pra série contra OKC

    Olha, eu sei que é estranho pensar no Luka Dončić vestindo amarelo e roxo, mas aparentemente essa realidade alternativa existe em algum lugar — e as notícias não são nada animadoras pra torcida dos Lakers.

    JJ Redick foi direto ao ponto quando perguntaram sobre o status do craque esloveno: “Sem novidades”. E repetiu. E repetiu de novo. Cara, quando um técnico fica repetindo a mesma resposta, é porque a coisa não tá boa mesmo.

    Cinco semanas fora e contando

    Faz quase cinco semanas que o Luka sofreu uma lesão grau 2 no posterior da coxa — ironicamente contra o Thunder, justamente o time que os Lakers vão enfrentar agora nas semifinais da Conferência Oeste. O destino tem dessas pegadinhas cruéis, né?

    A lesão já custou toda a primeira rodada dos playoffs pro cara. Os Lakers até conseguiram passar pelos Rockets em seis jogos (ganhando fora de casa na sexta), mas agora vem o Thunder — atual campeão da NBA. E sem o Luka? Rapaz, a coisa complica muito.

    Austin Reaves não escondeu o óbvio: “Obviamente, sempre queremos o Luka em quadra. Ele é um dos melhores jogadores da liga, se não o melhor”. E olha, concordo com o Reaves — quando você perde um cara que controla o ritmo do jogo inteiro, todo mundo tem que se reinventar.

    Tratamento na Espanha não adiantou muito

    O mais frustrante? O Luka foi até a Espanha fazer um tratamento avançado pra acelerar a recuperação, mas pelo visto não rolou milagre. Ele tá fazendo trabalhos controlados na quadra — arremessos, movimentos leves — mas ainda não foi liberado pra corrida em velocidade máxima ou contato físico.

    Segundo fontes (que eu sempre fico meio desconfiado, mas enfim), o esloveno deve perder pelo menos os dois primeiros jogos em Oklahoma City. O Jogo 3, que rola sábado em Los Angeles, pode ser a primeira chance real dele voltar — vai estar entre a quinta e sexta semana da lesão.

    Lesão grau 2 no posterior normalmente leva de quatro a oito semanas pra curar completamente. Tá no meio do prazo, mas será que vale a pena forçar a barra nos playoffs?

    Sinceramente? Acho que os Lakers vão ter que se virar sozinhos pelo menos no começo dessa série. E contra o Thunder atual campeão, sem o seu melhor jogador… vai precisar de muito mais que sorte pra essa dar certo.

  • Max Strus dá cabeçada em Scottie Barnes no Game 7 e não é expulso

    Max Strus dá cabeçada em Scottie Barnes no Game 7 e não é expulso

    Gente, eu vi muita coisa bizarra na NBA, mas o que o Max Strus fez ontem no Game 7 contra os Raptors foi simplesmente surreal. O cara literalmente deu uma cabeçada no Scottie Barnes. No meio do jogo. Do nada.

    Não tô brincando. Foi no finalzinho do terceiro quarto, Cavaliers ganhando de 76-61, e o Strus simplesmente baixou a cabeça e meteu uma cabeçadona no queixo do Barnes. Assim, sem motivo aparente. O canadense tava só pegando a bola na reposição e levou essa voadora gratuita.

    Árbitros pegaram leve demais

    Olha, eu não consigo entender como os árbitros não expulsaram o cara na hora. Depois da revisão no replay, deram apenas falta técnica grau 1 pro Strus. Cara, isso aí era expulsão automática! Não teve nada de lance de basquete nisso daí.

    O próprio Strus tentou argumentar com os árbitros antes da revisão, mas sinceramente? Como você explica uma cabeçada deliberada? Não dá pra passar pano não. Foi antidesportivo pra caramba.

    Barnes converteu os dois lances livres e ainda fez uma cesta na sequência — quatro pontos de presente pros Raptors, que diminuíram pra 76-65. Mas podia ter sido muito pior pros Cavaliers se tivessem perdido o Strus no momento mais importante do jogo.

    Game 7 é assim mesmo, mas tem limite

    Game 7 sempre foi tensão pura, pressão total. A gente sabe que os caras ficam nervosos, que às vezes rola umas trombadas mais duras. Mas cabeçada? Isso aí já passou de todos os limites do aceitável.

    Na minha opinião, os árbitros erraram feio em não expulsar o Strus. Esse tipo de atitude não pode passar batido, ainda mais numa partida decisiva que tá sendo vista pelo mundo inteiro. Que exemplo a gente tá dando pros jovens que tão assistindo?

    E vocês, o que acharam da decisão dos árbitros? Acham que foi falta técnica mesmo ou mereceu expulsão? Porque pra mim, isso aí era flagrante 2 na lata.