Tag: NBA Playoffs

  • RJ Barrett detona críticos de Scottie Barnes: ‘Jogador vencedor’

    RJ Barrett detona críticos de Scottie Barnes: ‘Jogador vencedor’

    Olha, eu sei que a temporada dos Raptors acabou de forma dolorosa — perder no jogo 7 sempre dói. Mas tem uma coisa que me chamou atenção depois da eliminação para os Cavaliers: RJ Barrett simplesmente saiu em defesa do parceiro Scottie Barnes de uma forma que me arrepiou.

    “Acho que ele calou muita gente, e fico feliz que ele conseguiu fazer isso porque, cara, esse é um jogador vencedor. Só porque ele não é um cara que sai tentando fazer 30 pontos toda noite não significa que ele não é um dos melhores jogadores de basquete desta liga”, disparou Barrett após o jogo 7.

    Sinceramente? Barrett tem razão total.

    Barnes mandou bem quando precisava

    No jogo decisivo, Barnes fez 24 pontos, 9 rebotes, 6 assistências e 1 toco. Aproveitamento? Um absurdo: 8/14 dos arremessos de quadra, 1/1 do perímetro e 7/7 nos lances livres. Isso é eficiência, galera.

    O problema é que vivemos numa era obcecada por números individuais. Todo mundo quer ver 30+ pontos por noite, triple-doubles a rodo. Mas basquete não é só isso — e Barnes prova isso constantemente.

    Barrett também fez a sua parte com 23 pontos e 6 assistências, mas foi na defesa de Barnes que ele realmente brilhou. Essa parceria entre os dois está ficando cada vez mais sólida.

    O que vem pela frente?

    Toronto levou Cleveland até o jogo 7, primeira vez nos playoffs desde 2022. Para uma equipe jovem, isso é gigante. E o melhor: dá pra ver que Barnes e Barrett se entendem dentro e fora de quadra.

    A eliminação doeu — principalmente depois daquele terceiro quarto onde os Cavaliers meteram 38-19 e praticamente definiram a série. Mas olhando o panorama geral, os Raptors têm motivos para acreditar.

    E aí, vocês concordam com Barrett sobre Barnes? Na minha visão, jogadores que fazem a equipe funcionar são tão valiosos quanto os cestinhas. Às vezes até mais.

  • Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Cara, que série foi essa entre Raptors e Cavaliers, hein? Sete jogos de pura emoção e no final, Cleveland levou a melhor por 114-102 no decisivo. Mas olha, considerando o que todo mundo esperava do Toronto nesta temporada, chegar até um Game 7 contra um time forte como os Cavs já foi um baita resultado.

    O show do Scottie Barnes

    E que atuação do Scottie Barnes no jogo decisivo! 24 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. O moleque fez de tudo em quadra — defendeu desde o James Harden até o Evan Mobley. Sinceramente, com apenas 24 anos, esse cara já tá mostrando que pode ser uma estrela de verdade na liga.

    O técnico Darko Rajakovic não poupou elogios depois do jogo: “Para esta fase da carreira dele, acho que ele deu tudo. Fez um progresso enorme e melhorou muito durante esta série de playoffs, mas esta ainda não é a melhor versão do Scottie… Acho que vamos ver um Scottie ainda melhor no ano que vem.”

    A ausência que pesou

    A lesão do Brandon Ingram realmente complicou as coisas pro Toronto. Por mais que ele não tenha feito sua melhor série, a falta de poder de fogo ofensivo do cara fez muita diferença. Barnes tentou carregar o time nas costas, mas sozinho fica difícil contra uma equipe completa como Cleveland.

    Uma coisa que chamou atenção: o time da casa ganhou TODOS os jogos da série. Isso mostra como foi equilibrada a disputa, mas também como jogar fora de casa no decisivo é complicado demais.

    Futuro brilhante

    Na minha visão, os Raptors saíram dessa série com muito mais do que entraram. Barnes mostrou que pode ser a cara da franquia pelos próximos anos, e essa experiência de playoffs vai ser fundamental pro desenvolvimento dele.

    Claro que ainda faltam algumas peças pro Toronto brigar de igual pra igual com os grandes times do Leste. Mas com Barnes jogando nesse nível aos 24 anos, o futuro tá bem promissor. E aí, vocês acham que ele consegue dar o próximo passo e virar uma estrela All-Star na próxima temporada?

  • Barrett manda recado após Raptors cair no Jogo 7: ‘Vai ser briga’

    Barrett manda recado após Raptors cair no Jogo 7: ‘Vai ser briga’

    Cara, que decepção. Os Raptors estavam ali, literalmente na ponta dos dedos, e acabaram caindo no Jogo 7 pros Cavaliers por 114-102. Mas olha só a atitude do RJ Barrett depois da eliminação — o cara mandou um recado que me arrepiou todo.

    “Óbvio que essa derrota dói, mas acho que também mostra pro resto da liga, pro mundo todo, o que estamos construindo aqui. Quando vocês virem os Toronto Raptors, vai ser briga de cachorro”, disparou Barrett.

    E não é que ele tá certo? Sinceramente, eu não esperava que esse time dos Raptors fosse levar Cleveland até o Jogo 7. Sem o Brandon Ingram (lesão no calcanhar) e sem o Immanuel Quickley (problema no posterior da coxa), era pra ter sido um 4-0 fácil pros Cavs.

    Barrett e Barnes carregaram o piano

    O que me impressionou foi como o Barrett e o Scottie Barnes seguraram a bronca. Barrett fechou o Jogo 7 com 23 pontos, 4 rebotes, 6 assistências e 3 roubos de bola. Tá, ele errou muito (9/25 nos arremessos), mas quando seu time tá quebrado de lesão, alguém tem que assumir a responsabilidade.

    Barnes foi ainda melhor: 24 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. Esses dois caras provaram que podem ser o futuro dos Raptors, cara.

    “Os caras chegaram e deram tudo de si. A gente sempre teve essa mentalidade de que o próximo da fila tem que estar pronto. Sempre acreditamos que podemos jogar nesse nível”, completou Barrett.

    E agora? Os Raptors voltam?

    Olha, na minha visão, esse time dos Raptors mostrou muito mais do que eu esperava. Chegar nos playoffs pela segunda vez em cinco temporadas já foi um baita avanço. E levar os Cavaliers até o Jogo 7? Isso é desenvolvimento, monstro.

    Barrett confessou que o que mais dói é saber que eles estavam ali: “Na maior parte da série, parecia que estávamos bem perto. Parecia que tínhamos eles na mão. Acho que é isso que vai doer”.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem manter esse núcleo e brigar por algo maior na próxima temporada? Porque se conseguirem ter todo mundo saudável — Ingram, Quickley, Barrett, Barnes — esse time pode incomodar muita gente no Leste.

    Uma coisa é certa: depois dessas declarações do Barrett, os adversários já sabem que enfrentar Toronto não vai ser moleza. E eu gosto dessa atitude, cara. Basquete é isso aí — respeito se conquista na quadra, e esses caras mostraram que têm personalidade pra brigar com qualquer um.

  • Shaq manda a real: Tobias Harris foi monstro no jogo 7 dos Pistons

    Shaq manda a real: Tobias Harris foi monstro no jogo 7 dos Pistons

    Olha, eu não esperava que ia estar falando de Tobias Harris como herói de um jogo 7 em 2024, mas a NBA sempre nos surpreende, né? O cara simplesmente destruiu a defesa do Magic no domingo e levou o Detroit Pistons pras semifinais do Leste. E quem tá elogiando? Ninguém menos que o Shaq.

    A noite mágica de Harris

    30 pontos, 9 rebotes, 3 roubos de bola. Em 36 minutos de quadra, o veterano mostrou por que ainda tem lugar nessa liga. Converteu 11 de 18 arremessos, incluindo um absurdo 5 de 7 do perímetro — isso é 71% de aproveitamento nas bolas de três, gente!

    Mas o que mais me impressionou foi a frieza. Jogo 7, pressão total, torcida em casa, e o cara jogando como se fosse um treino. Aquela enterrada dupla no canto da quadra que o Shaq mencionou foi de arrepiar.

    “Durante toda minha carreira, os ‘outros’ me salvaram várias vezes”, disse O’Neal no Inside The NBA. Ele tava se referindo aos coadjuvantes, aqueles jogadores que não são as estrelas principais mas que decidem jogos importantes. E Harris foi exatamente isso.

    Cunningham não ficou sozinho

    Cade Cunningham teve seus 32 pontos e 12 assistências — números de craque mesmo. Mas sinceramente? Se o Tobias não tivesse jogado no nível que jogou, ia ser muito difícil pros Pistons. O Magic é chato defensivamente, e ter outro cara pontuando pesado tirou a pressão toda do garoto.

    A profundidade do Detroit impressionou: cinco caras em dois dígitos. Daniss Jenkins com 16, Jalen Duren fazendo double-double (15 pontos e 15 rebotes), Duncan Robinson colaborando com 10. Mas Harris foi o diferencial.

    “Quando um ‘outro’ tá jogando desse jeito, em casa, com a torcida empolgada… não tem muito o que fazer”, completou Shaq. E tá certo, cara. Às vezes o jogo é assim mesmo.

    Agora os Pistons esperam o vencedor entre Cavaliers e Raptors pras semifinais. Jogo 1 já na segunda, dia 5 de maio. E vocês acham que esse Detroit pode incomodar mesmo? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a acreditar que sim.

  • 76ers x Knicks: A verdadeira final do Leste chegou mais cedo

    76ers x Knicks: A verdadeira final do Leste chegou mais cedo

    Gente, pode esquecer Detroit e Cleveland por um momento — a verdadeira final da Conferência Leste vai rolar agora mesmo entre Knicks e 76ers. E olha, eu tô falando sério quando digo que esse confronto tem cara de ser mais eletrizante que qualquer final que a gente poderia ter pela frente.

    O que mais me chamou atenção é como esses dois times se transformaram nos playoffs. Os 76ers, principalmente. Durante a temporada regular, a gente só viu Embiid, Paul George e Tyrese Maxey jogando juntos em 22 jogos — vinte e dois! E mesmo assim eles nunca clicaram como clicaram nos últimos três jogos contra Boston. Foi absurdo de assistir.

    O monstro que é Joel Embiid voltou

    Cara, desde o training camp todo mundo falava a mesma coisa: “Se os 76ers estiverem saudáveis, eles batem qualquer um… mas eles não vão conseguir ficar saudáveis.” Pois é, conseguiram por três jogos e foi o suficiente pra mandar o Celtics pra casa mais cedo. Que pancada foi aquela, hein?

    Agora a pergunta que não quer calar: será que eles conseguem manter essa saúde numa série física contra os Knicks, com jogos a cada dois dias? Se qualquer um do trio principal se machucar ou não estiver 100%, os Sixers estão ferrados.

    Karl-Anthony Towns pode decidir tudo

    Contra o Hawks, o KAT teve seu momento de revelação — começaram a usar ele como distribuidor no high post em vez de só procurar ele pra arremessar. Resultado? Dois triple-doubles (primeiro Knick da história a fazer isso numa série) e o time começou a fluir de verdade.

    Mas enfrentar Embiid é uma história completamente diferente. O Process é mais físico, sabe sair do garrafão pra defender e tem um timing absurdo. Towns não vai ter o mesmo tempo e espaço que teve contra Atlanta.

    Sinceramente? Se o KAT não conseguir repetir a performance, os Knicks podem estar em maus lençóis. E vocês acham que ele aguenta a pressão de enfrentar um dos pivôs mais dominantes da liga?

    A defesa dos Knicks vai ser testada de verdade

    Nova York teve uma defesa top 10 depois do All-Star break (sexta melhor desde janeiro), e isso apareceu contra os Hawks. Mas cara, Embiid e Maxey são desafios de outro nível completamente.

    Os Knicks sempre tiveram dificuldade com armadores rápidos, e Maxey é exatamente isso. Josh Hart é muito lento pra ele. Mikal Bridges provavelmente vai pegar a marcação, mas não sei se ele consegue parar um cara que tá jogando inspirado como o Maxey tá.

    O primeiro jogo é hoje à noite no Madison Square Garden, e eu já tô ansioso. Essa série tem tudo pra ser épica — duas torcidas apaixonadas, rivalidade histórica e times que chegaram no seu melhor momento. Quem vocês acham que leva essa?

  • Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse! Os Cleveland Cavaliers simplesmente atropelaram o Toronto Raptors por 114 a 102 no jogo 7 da primeira rodada dos playoffs, e olha, não foi nem tão apertado quanto o placar sugere.

    O negócio pegou fogo mesmo no segundo tempo. Os Cavs abriram uma vantagem de dois dígitos no final do terceiro quarto e daí não teve mais volta. Os Raptors até tentaram reagir, mas sinceramente? Dava pra ver que Cleveland queria muito mais essa vitória.

    Jarrett Allen foi um monstro absoluto

    O pivô dos Cavs teve uma daquelas noites que a gente guarda na memória. Double-double com 22 pontos e 19 rebotes — dezenove rebotes, galera! Ainda distribuiu duas assistências, fez dois roubos de bola e três tocos. Simplesmente dominante dos dois lados da quadra.

    Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, enquanto James Harden contribuiu com 18 pontos, seis rebotes e três assistências. E o mais impressionante? Os Cavs pegaram 60 rebotes contra apenas 33 dos Raptors. No rebote ofensivo então foi 20 a 7. Uma surra no garrafão.

    Raptors lutaram, mas não foi suficiente

    Do lado de Toronto, Scottie Barnes foi o cara que mais brigou: 24 pontos, nove rebotes e seis assistências. RJ Barrett, que tinha sido o herói no jogo 6 com aquela cesta no final, fez 23 pontos mas não conseguiu repetir a mágica.

    O problema é que os Raptors jogaram sem Brandon Ingram por causa de uma lesão no calcanhar, e isso pesou demais. Faltou profundidade no elenco na hora H.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada, e cara, eles tão com sede de vingança. Ano passado foram eliminados de forma vexatória pelos Indiana Pacers sendo o primeiro colocado do Leste — perderam em cinco jogos, que vergonha!

    Mitchell prometeu que seria diferente dessa vez, e até agora tá cumprindo a palavra. Vocês acham que os Cavs conseguem chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018? Eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Darko se emociona após eliminação dos Raptors: ‘Amo demais esse grupo’

    Darko se emociona após eliminação dos Raptors: ‘Amo demais esse grupo’

    Cara, que momento mais emocionante. Darko Rajakovic simplesmente não conseguiu esconder a emoção depois da eliminação dos Raptors pelos Cavaliers no jogo 7 da primeira rodada dos playoffs. E olha, não é pra menos.

    “Aprendi o quanto eu amo esse elenco, o quanto eu amo meus jogadores… Esse é um grupo muito especial de pessoas”, disse o técnico sérvio após a derrota que encerrou a temporada de Toronto. Mano, dá pra sentir a sinceridade nas palavras dele.

    A evolução que ninguém esperava

    E tem que reconhecer — o trabalho do Darko tem sido absurdo. Na primeira temporada dele? 25 vitórias. Na segunda? 30. Agora? 46 vitórias e playoffs pela primeira vez desde 2022. Isso é progressão de verdade, não é sorte.

    Ainda mais impressionante foi como eles levaram os Cavaliers pro jogo 7. Sinceramente, quando vi o confronto no bracket, achei que seria uma varridinha fácil pra Cleveland. Mas não — os Raptors mostraram que têm personalidade e brigaram até o fim.

    O jogo decisivo foi dramático demais. Empatado 49 a 49 no intervalo, tudo em aberto. Aí veio aquele terceiro quarto maldito: Cavaliers 38 x 19 Raptors. Foi o nocaute técnico. Deu pra ver que Toronto nunca se recuperou daquela pancadaria.

    Scottie Barnes comandando a resistência

    Mesmo na derrota, Scottie Barnes foi monstro: 24 pontos, 9 rebotes, 6 assistências. O cara jogou com a pressão de ser a principal referência do time e entregou tudo que tinha. RJ Barrett também fez a sua parte com 23 pontos — dupla que promete muito pra próxima temporada.

    O que mais me chama atenção é como jogadores jovens como Jamal Shead (14 pontos e 7 assistências) e Ja’Kobe Walter (13 pontos) apareceram na hora do aperto. Isso mostra que o trabalho de desenvolvimento do Darko tá dando resultado.

    E vocês, acham que os Raptors conseguem dar o próximo passo na temporada que vem? Com essa base sólida e a experiência dos playoffs, eu tô otimista. O Darko mostrou que sabe o que tá fazendo, e quando um técnico fala com essa emoção sobre seus jogadores… é porque algo especial tá sendo construído em Toronto.

  • Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Boston Celtics. Perder uma série que estava 3-1 para o Philadelphia 76ers? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete. E o Bill Simmons, que é praticamente a voz dos torcedores do Celtics, não poupou críticas ao técnico Joe Mazzulla.

    O mais irônico? Simmons tinha votado em Mazzulla para Técnico do Ano. Mas depois dessa eliminação catastrófica, mudou completamente de opinião.

    O experimento que deu errado

    A crítica do Simmons é cirúrgica: Mazzulla abandonou exatamente o que fazia o Celtics funcionar na temporada regular. Ao invés de manter o ritmo acelerado e usar todo o elenco, o técnico resolveu fazer experiência na hora mais crítica.

    “Eles voltaram pro estilo de 2024 sem ter os mesmos jogadores”, disparou Simmons. “Diminuíram o ritmo, abandonaram o banco.”

    E olha, eu concordo completamente. O segundo quinteto era o verdadeiro superpoder do Boston. Jogadores como Hugo e Walsh entravam pra dar cinco, seis minutos de energia pura – aquele basquete doido que desestabiliza qualquer adversário. Mas Mazzulla simplesmente ignorou essa arma.

    Pior ainda: o técnico admitiu que queria “ver o que tinha com Vucevic”. Mano, você tá numa série decisiva e resolve fazer teste? Isso é coisa de pré-temporada, não de playoffs!

    Tatum pagou o preço da teimosia

    Se a gestão do elenco já foi questionável, o que fizeram com Jayson Tatum foi desumano. O cara tinha voltado há pouco tempo de uma lesão séria no tendão de Aquiles – perdeu 62 jogos, gente!

    E mesmo assim, Mazzulla botou ele pra jogar 39, 42, 35 e 41 minutos nos jogos 2 a 5. Resultado? Tatum se machucou de novo no jogo 6 e ficou fora do decisivo jogo 7.

    Sem o astro em quadra, o quinteto inicial que Mazzulla escalou entrou pra história pelos motivos errados. Luka Garza, Baylor Scheierman e Ron Harper Jr. – três caras no quinteto inicial – combinaram zero pontos. ZERO. Primeira vez desde 1970 que três titulares ficam sem pontuar em um jogo de playoff.

    Vocês conseguem imaginar a pressão? Jogo 7, sem seu melhor jogador, e ainda por cima com um técnico que parece ter perdido o rumo completamente.

    Na real, Simmons resumiu tudo perfeitamente: “Philly ganhou a série, mas Boston que entregou de bandeja.” E eu não consigo discordar. Que desperdício absurdo de uma temporada que prometia tanto.

  • Jaylen Brown admite: ‘Foi meu ano favorito na carreira’

    Jaylen Brown admite: ‘Foi meu ano favorito na carreira’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu com o Celtics nessa temporada. Jaylen Brown acabou de abrir o jogo numa live e confessou algo que me pegou de surpresa: mesmo com aquela eliminação dolorosa pros 76ers, 2026 foi o ano favorito da carreira dele.

    Vamos contextualizar a loucura que foi essa temporada. Tatum machucado por meses, Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford todos fora da equipe. Todo mundo falava que ia ser gap year, rebuild completo, até tanking rolou nos papos. Brown simplesmente ignorou e decidiu carregar esse Celtics nas costas.

    O show de Brown que ninguém esperava

    E mano, que show! Brown virou candidato real ao MVP, levou Boston pra segunda posição do Leste com 56 vitórias. Um time que teoricamente não tinha nada a fazer competindo de igual pra igual com os melhores da conferência.

    Eu sinceramente não esperava que ele conseguisse fazer isso. Claro, sempre soube que o Brown era monstro, mas carregar um time inteiro assim? Foi absurdo de assistir.

    “Esse grupo é especial. Tenho muito orgulho desse grupo e da forma como jogamos. Eu queria que tivéssemos confiado mais nesse estilo de jogo, mas sei que os playoffs mudaram nossas rotações e o que queríamos fazer”, disse Brown na live dele.

    A eliminação que ainda dói

    Aí que vem a parte mais doída de toda essa história. Celtics abriu 3-1 na série contra os 76ers e… entregou. Sim, entregaram uma vantagem dessas. No jogo 7, Brown fez de tudo: 33 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 3 tocos. Derrick White também tentou ajudar, mas sem Tatum (lesionado no joelho) ficou pesado demais.

    Philadelphia ganhou por 109-100 e mandou Boston pra casa na primeira rodada. Imagina a frustração do cara depois de carregar o time a temporada inteira?

    Mas olha a maturidade do Brown: “Foi meu ano favorito da carreira de basquete”. Cara, isso é de outro nível. Mesmo com a eliminação dolorosa, ele consegue enxergar o quanto evoluiu como líder.

    Vocês acham que ele tem razão em celebrar a temporada mesmo com esse final amargo? Eu acho que sim. O que o Brown fez foi algo que poucos jogadores conseguem: transformar um time que todo mundo dava como morto em candidato real a título.

    Agora é esperar 2027 pra ver se com o elenco mais completo eles conseguem ir além. Mas essa temporada já entrou pra história como o ano em que Jaylen Brown provou que pode ser o cara de um time grande.

  • JB detona arbitragem: ‘Tinham agenda contra mim nos playoffs’

    JB detona arbitragem: ‘Tinham agenda contra mim nos playoffs’

    Cara, o Jaylen Brown não segurou a língua depois da eliminação dolorosa do Celtics pros 76ers no Game 7. O cara foi direto ao ponto: a arbitragem tinha uma agenda clara contra ele nos playoffs.

    E olha, eu entendo a revolta dele. O JB teve a melhor temporada regular da carreira — foi papo de MVP enquanto o Tatum ficou no DM tratando o Aquiles. Aí nos playoffs, do nada, começaram a marcar falta ofensiva em todo movimento que ele fazia. Movimentos que ele vinha fazendo a temporada inteira sem problema nenhum.

    “Por que só comigo?”

    Em uma live no Twitch, o Brown soltou o verbo e não poupou ninguém:

    “Vocês sabem quantos jogadores fazem isso? É uma jogada comum, jogada de basquete que todo mundo faz. Então por que estão me perseguindo? Eles claramente tinham uma agenda, talvez porque eu critiquei esses árbitros na temporada regular.”

    O mais revoltante? Ele disse que alguns árbitros confirmaram que realmente tinha essa perseguição. “Toda vez que o Jaylen levantar o braço, só pela reputação, marca a falta”. Mano, isso é absurdo!

    E ele tá certo quando cita outros caras que fazem a mesma coisa: Paul George, Jalen Brunson… A lista é gigante. Mas com eles, passa batido. Com o JB, apito na certa.

    Números não mentem

    Mesmo com toda essa perseguição da arbitragem, o cara manteve o nível: 25.7 pontos, 5.7 rebotes e 3.3 assistências na série. No Game 7 da eliminação, que dor no coração, ele fez de tudo — 34 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e ainda 3 tocos.

    Sinceramente? Acho que o JB tem razão. Não é possível que um cara que fez esses movimentos a temporada toda, de repente, vire “rei da falta ofensiva” só nos playoffs. Coincidência? Duvido muito.

    Agora o Celtics entra no offseason com mais dúvidas do que respostas. Como melhorar o elenco em volta do Tatum e Brown? E principalmente: como evitar que essas palhaçadas da arbitragem aconteçam de novo? Porque uma coisa é certa — se for pra perder, que seja jogando basquete, não sendo perseguido pelos caras do apito.

    E aí, vocês acham que o JB tá certo ou foi só choro de derrotado? Na minha opinião, quando até os próprios árbitros admitem que tinha agenda, é porque o negócio realmente tava feio.