Tag: NBA Playoffs

  • Reaves pode voltar hoje e Lakers querem fechar série contra Rockets

    Reaves pode voltar hoje e Lakers querem fechar série contra Rockets

    Cara, que novela! Austin Reaves tá na bronca há quase um mês com essa lesão no oblíquo esquerdo, mas parece que hoje pode ser o dia do retorno. O cara vai ser decisão de última hora antes do jogo contra os Rockets — e olha, se ele voltar, pode ser exatamente o que os Lakers precisam pra fechar essa série de uma vez.

    A situação é a seguinte: Lakers tão 3-1 na série, jogando em casa no Crypto.com Arena, e sem dois dos seus principais jogadores. Além do Reaves, o Luka Dončić também tá fora com problema no posterior da coxa. Mesmo assim, o time de LA conseguiu colocar os Rockets contra a parede.

    O que mudou desde a lesão

    Sinceramente, quando o Reaves se machucou no começo de abril contra o Oklahoma City, eu pensei: “Pronto, era isso pro Lakers”. O cara terminou o jogo ainda, mas você via que tava sentindo — ficava segurando o lado esquerdo toda hora. E no dia seguinte descobriram que o Dončić também tava lesionado. Dois caras fundamentais pro sistema dos Lakers.

    “Nossa confiança como time não abala”, disse o Reaves em sua primeira entrevista desde a lesão. E olha, pelo que a gente tá vendo em quadra, o cara não tá mentindo não. O LeBron voltou a ser o principal organizador, o Marcus Smart e Luke Kennard dividiram as responsabilidades de armação.

    A realidade dos playoffs sem Reaves

    Mas vamos ser honestos aqui — dá pra ver que os Lakers sentem falta dos dois. Vinte turnovers por jogo nos playoffs? Isso é coisa de time nervoso, de time que tá forçando jogadas que não existem. A defesa dos Rockets tá expondo exatamente essas limitações.

    O próprio Reaves admitiu que tem sido “miserável” assistir de fora. Imagina você, no auge da sua carreira, tendo que ver seus companheiros batalhando nos playoffs enquanto você fica no banco de terno? Deve ser tortura pura.

    E o Kevin Durant dos Rockets? Também tá fora do Jogo 5 por causa do tornozelo. Então pode ser que a gente tenha os dois times principais jogando meio “mancando” hoje à noite.

    Volta por cima ou mais espera?

    O técnico JJ Redick foi claro com o Reaves: só volta se tiver 100% confortável com o próprio corpo. Nada de forçar barra e se machucar de novo. E faz sentido — melhor ter o cara saudável pro resto dos playoffs do que queimar o filme agora.

    Sobre o Dončić, a situação é mais complicada. O cara ainda nem começou a jogar um contra um nos treinos. Fim de semana passado conseguiu fazer alguns movimentos, mas nada demais.

    “Desde o começo foi um esforço coletivo”, disse Reaves. “E o principal é me colocar de volta lá o mais rápido possível sem me colocar em risco de me machucar de novo.”

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem fechar essa série hoje mesmo sem o Austin 100%? Ou será que os Rockets vão conseguir levar pra um Jogo 6 decisivo? Uma coisa é certa: se o Reaves voltar, mesmo que por poucos minutos, vai dar aquela injeção de ânimo que o time precisa pra não deixar essa oportunidade escapar.

  • Embiid monstro! 33 pontos salvam os Sixers na série contra Boston

    Embiid monstro! 33 pontos salvam os Sixers na série contra Boston

    Cara, que noite foi essa do Joel Embiid! O gigante camaronês simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada dos Sixers acabar — pelo menos não ainda — e destruiu os Celtics por 113 a 97 no TD Garden. Trinta e três pontos e oito assistências. Na casa do adversário. Em jogo eliminatório.

    E olha, eu não esperava isso depois da surra que eles levaram no Jogo 4. Mas o Embiid mostrou porque é candidato ao MVP mesmo com todas as lesões que teve na temporada.

    Maxey também entrou na dança

    O Tyrese Maxey não ficou pra trás não. Double-double com 25 pontos e 10 rebotes — esse garoto tá crescendo nos playoffs de uma forma absurda. Paul George também colaborou com 16 pontos, 9 rebotes e 7 assistências. Enfim, o veterano apareceu quando precisava.

    Do lado de Boston, o Jayson Tatum fez 24 e 16 rebotes, enquanto Jaylen Brown contribuiu com 22 pontos. Números bons, mas não foram suficientes pra fechar a série em casa.

    A defesa dos Sixers funcionou muito melhor que no jogo passado. Eles conseguiram parar as transições rápidas dos Celtics e forçaram arremessos contestados. O Embiid protegendo o garrafão faz toda a diferença mesmo.

    Agora é jogo 6 na Filadélfia

    Sinceramente, achei que a série tava morta depois do que aconteceu no Jogo 4. Mas é isso aí — nos playoffs da NBA qualquer coisa pode acontecer. Os Sixers ainda estão atrás por 3-2, mas voltam pra casa com moral.

    O técnico Nick Nurse deve estar aliviado. Antes do jogo ele já tinha falado sobre a mentalidade do time, se eles iam aparecer mentalmente preparados. E apareceram. Principalmente o Embiid, que mesmo com os problemas físicos que vem enfrentando, mostrou que ainda é um dos caras mais dominantes da liga quando está 100%.

    Vocês acham que os Sixers conseguem forçar um Jogo 7? Porque se o Embiid continuar jogando nesse nível, vai ser complicado pros Celtics fecharem a série. O Jogo 6 vai ser na quinta-feira em Philadelphia, e a torcida da casa pode fazer a diferença. Vai ser jogaço!

  • Embiid monstro! 76ers fazem 33 pontos e ressuscitam nos playoffs

    Embiid monstro! 76ers fazem 33 pontos e ressuscitam nos playoffs

    Gente, que jogo absurdo do Joel Embiid ontem à noite em Boston! O cara simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada dos 76ers morrer assim, não. 33 pontos na vitória por 113 a 97 sobre os Celtics no Jogo 5, e agora a série volta pra Filadélfia com os Sixers vivos no páreo.

    Olha, eu não tô acreditando que esse homem tá jogando desse jeito depois de uma cirurgia de apendicite. Segundo jogo de volta e o maluco já tá distribuindo pancada nos Celtics em casa deles. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Virada épica no terceiro quarto

    O negócio tava feio no terceiro período — Boston abriu 13 pontos de vantagem e parecia que ia mesmo fechar a série. Aí o Embiid falou: “calma aí, galera”. Fez 10 pontos só no terceiro quarto e os 76ers responderam com uma sequência de 12 a 0 que virou completamente o jogo.

    De 3 pontos de desvantagem, os Sixers foram pra 15 na frente. Foi brutal de assistir, cara. O TD Garden ficou em silêncio total — vocês sabem como é quando a casa cai em cima do time da casa nos playoffs.

    O Tyrese Maxey também merece o papo: 25 pontos e 10 rebotes, fazendo um double-double importante quando mais precisava. E o Paul George contribuiu com 16 pontos e 9 rebotes. Time funcionando como um relógio quando importa.

    Celtics sentiram o baque

    Do lado de Boston, o Jayson Tatum fez a sua parte com 24 pontos e 16 rebotes, e o Jaylen Brown adicionou 22 pontos. Mas sinceramente? Deu pra sentir que eles relaxaram depois de abrir 3-1 na série. Aquela sensação de “já ganhou” que sempre dá problema nos playoffs.

    Agora o Jogo 6 é quinta-feira na Filadélfia. Os 76ers precisam vencer de novo pra forçar um Jogo 7 decisivo em Boston no sábado. E olha, depois do que eu vi ontem, não duvido de mais nada desse time.

    Vocês acham que os Sixers conseguem completar essa virada histórica? Com o Embiid jogando nesse nível, eu tô começando a acreditar que pode rolar uma das maiores zebras dos playoffs.

  • Embiid monstro! 76ers viram de 13 pontos e levam série pros playoffs

    Embiid monstro! 76ers viram de 13 pontos e levam série pros playoffs

    Cara, que jogaço! Joel Embiid simplesmente resolveu que não ia deixar a temporada dos 76ers acabar assim. O cara saiu do vestiário no segundo tempo e literalmente carregou Philly nas costas pra uma virada absurda de 113-97 sobre os Celtics no TD Garden.

    Olha só a situação: Boston tava ganhando de 63-50 no terceiro período, torcida já preparando a festa pra comemorar a classificação… e aí o Embiid disse “não, não vai ser hoje não”.

    A volta do gigante

    O mais louco de tudo isso? Era só o segundo jogo dele nos playoffs. O cara perdeu os três primeiros jogos da série por causa de uma apendicite — imagina a pressão! No jogo 4 ele ainda tava meio enferrujado, mas ontem foi pura classe.

    Embiid fechou com 33 pontos, sendo 18 só no segundo tempo. E nem foi forçando arremesso de 3 não (errou os 5 que tentou) — foi na raça mesmo, atacando o garrafão, aproveitando as dupla-marcações. Sinceramente, foi lindo de ver.

    Teve até um susto no meio do caminho quando ele bateu o joelho com o Jaylen Brown e saiu de quadra. Pensei “pronto, acabou”. Mas o monstro voltou no mesmo período e continuou destruindo.

    Paul George apareceu na hora H

    E não foi só o Embiid não. Paul George abriu o último período com uma bomba de 3 que virou o jogo (88-86) e daí pra frente os 76ers não olharam mais pra trás. O cara quase fez um triple-double: 16 pontos, 9 rebotes, 7 assistências.

    Tyrese Maxey também apareceu forte com 25 pontos e 10 rebotes. E o Quentin Grimes? Saiu do banco pegando fogo — 18 pontos acertando 4 de 7 do perímetro.

    Do lado dos Celtics, os caras simplesmente travaram no último período. 11 pontos só! O Tatum até tentou (24 pontos, 16 rebotes), mas quando a defesa de Philly engrenou, não teve jeito.

    Agora é tudo ou nada

    A série volta pra Filadélfia na quinta-feira com Boston ainda na frente por 3-2. Vocês acham que os 76ers conseguem forçar um jogo 7? Porque depois dessa performance do Embiid, eu tô começando a acreditar que esse time pode fazer barulho.

    Uma coisa é certa: quando o Joel tá saudável e jogando assim, qualquer um pode passar sufoco. E olha que ele ainda não acertou nenhuma de 3 — imagina quando engatar essas bombas também?

    Quinta-feira promete ser um jogaço no Wells Fargo Center. Philly vai ter a torcida a favor e a pressão toda do lado de Boston. Vai ser lindo!

  • Franz Wagner machucado: Magic pode perder peça-chave nos playoffs

    Franz Wagner machucado: Magic pode perder peça-chave nos playoffs

    Cara, que susto para os fãs do Orlando Magic. Franz Wagner vai fazer uma ressonância magnética na panturrilha direita nesta terça-feira depois de sentir dores durante o jogo contra o Detroit Pistons ontem.

    O alemão saiu de quadra no terceiro quarto da vitória por 3×1 na série — e olha, ele é uma peça fundamental nesse time do Magic que tá surpreendendo geral nos playoffs. Wagner é daqueles jogadores que você só percebe a falta quando ele não tá em quadra, sabe?

    A situação da lesão

    A boa notícia é que o próprio Franz disse que espera jogar no Jogo 5, na quarta-feira em Detroit. Mas convenhamos, jogador sempre fala isso né? (risos) O importante é o que a ressonância vai mostrar.

    Sinceramente, eu acho que o Magic pode até dar uma segurada nele no próximo jogo. Com 3×1 na série, por que arriscar? Melhor preservar o cara para uma possível próxima fase do que forçar e ter um problema maior.

    Magic na vantagem, mas…

    O timing da lesão é meio chatinho. O Magic tá jogando um basquete incrível nessa série, dominando os Pistons de forma convincente. Franz tem sido peça-chave nessa campanha — não é o cara que mais pontua, mas faz de tudo um pouco e tem uma inteligência de jogo absurda.

    Vocês acham que vale arriscar ele no Jogo 5 ou é melhor garantir que ele tá 100% para os próximos desafios? Eu, particularmente, preservaria. Série praticamente definida, melhor não forçar a barra.

    Enfim, vamos torcer para que seja só um susto e que a ressonância não mostre nada grave. O Magic merece ir longe nesse playoff — e precisa do Franz Wagner inteiro para isso acontecer.

  • Jokic salva o Denver com triple-double monstro e força jogo 6

    Jokic salva o Denver com triple-double monstro e força jogo 6

    Cara, o Nikola Jokic simplesmente resolveu aparecer na hora que mais precisava. Triple-double de 27 pontos, 16 assistências e 12 rebotes pra manter o Denver vivo na série contra o Minnesota. 125 a 113 pro Nuggets no jogo 5, e agora vai ter jogo 6 em Minneapolis na quinta-feira.

    Olha, eu não vou mentir — depois de três derrotas seguidas, já tava achando que o Denver tinha entregado os pontos. Mas o Jokic é diferente, né? O cara é um monstro absoluto quando a pressão aperta.

    O sérvio salvou o time das próprias cinzas

    “Jok is Jok”, disse o técnico David Adelman após o jogo. E é isso mesmo, pessoal. Vocês viram como ele distribuiu bola? 16 assistências é coisa de louco. E não foram assistências forçadas não — o time finalmente acertou os arremessos (38% de 3 depois de uns míseros 28,5% nos primeiros quatro jogos).

    O Christian Braun foi sincero demais: “Apenas os primeiros quatro jogos embaraçosos da série”. Cara falou a real. Mas é isso aí — no basquete, às vezes você precisa de uma pancada na cara pra despertar.

    Coadjuvantes finalmente apareceram

    Spencer Jones fez 20 pontos com quatro bolas de três no lugar do Aaron Gordon machucado. O Cam Johnson — lembram dele? Veio na troca que mandou o Michael Porter Jr. pro Brooklyn — contribuiu com 18 pontos. E a defesa? Forçaram 25 turnovers e converteram em 35 pontos. Absurdo.

    Do lado do Minnesota, o Jaden McDaniels teve uma noite pra esquecer. Quatro turnovers, errou todas as tentativas de três pontos. E olha que o cara tava falando tanto dos “defensores ruins” do Denver… Futebol americano não, basquete é assim mesmo — uma hora a conta chega.

    “Nada sujo”, disse McDaniels depois. “É tudo diversão pra mim. Eu me alimento disso. Só temos que fazer o trabalho no próximo jogo, e não há mais conversa.” E completou: “Nós vamos ganhar o próximo”.

    Sinceramente? Essa confiança do McDaniels me impressiona. O cara perdeu feio em casa e ainda tá falando que vai ganhar o jogo 6. Vocês acham que o Minnesota consegue fechar em casa, ou o Denver vai completar essa virada histórica de 3-1?

    As casas de apostas agora dão 61% de chance pro Nuggets completarem o comeback. E cara, considerando que eles já fizeram duas viradas de 3-1 em 2020, eu não duvido de nada. Jokic em playoffs é outro nível.

  • Suns varridos: quem são os culpados pelo vexame contra o Thunder?

    Suns varridos: quem são os culpados pelo vexame contra o Thunder?

    Cara, o que aconteceu com o Phoenix Suns nos playoffs foi de doer o coração. Varridos por 4×0 pelo Thunder — que inclusive são os atuais campeões — numa primeira rodada que deveria ser pelo menos competitiva. Mas não foi nem isso.

    Olha, eu esperava que fosse difícil, mas esse nível de vexame? Sinceramente não vi vindo. E o pior é que dá pra apontar exatamente quem mais decepcionou nessa série.

    Devin Booker simplesmente sumiu quando mais precisavam

    Mano, o Booker é cinco vezes All-Star. Cinco! O cara deveria ter pegado essa série e falado “deixa comigo”. Só que isso nunca aconteceu.

    Logo no primeiro jogo já deu pra ver o tamanho do buraco: derrota por 119×84. Uma surra histórica. E onde estava o suposto líder? Perdido, sem conseguir dar ritmo pro ataque do Suns.

    Mesmo quando ele fez 24 pontos no último jogo, pareceu números vazios. Sabe aqueles jogos que você olha a estatística no final e pensa “ué, ele jogou bem”, mas na verdade não influenciou em nada? Foi exatamente isso. O Shai Gilgeous-Alexander controlou o ritmo da série inteira, e o Booker… bem, o Booker assistiu.

    Dillon Brooks veio pra ser o cara da defesa e foi um fantasma

    Quando os Suns contrataram o Brooks, a ideia era clara: trazer aquela pegada defensiva, incomodar os caras, fazer o trabalho sujo. O problema é que ele fez o contrário disso tudo.

    Os números não mentem: 119, 120, 120+ pontos nos três primeiros jogos. Isso contra uma defesa que supostamente tinha ganhado reforço. O Thunder simplesmente passeou na defesa de Phoenix, e o Brooks — que deveria ser a muralha — virou mais um cone no caminho.

    O mais constrangedor? Phoenix teve que mudar as marcações e tirar o Brooks do Shai. Quando o técnico faz isso, é porque admitiu que a estratégia original foi pro espaço. E foi mesmo.

    Vocês acham que vale a pena manter um cara contratado especificamente pra defesa se ele não consegue defender o principal jogador adversário?

    Jalen Green: pontos bonitos, mas sem peso nenhum

    O Green até fez uns números interessantes — 26 no terceiro jogo, 23 no quarto. Mas sabe aqueles pontos de “lixo time”? Foi mais ou menos isso.

    O cara não conseguiu nem uma vez pegar o jogo e falar “agora é comigo”. Diferente do Shai, que controlava quando queria acelerar, quando queria diminuir o ritmo, quando queria decidir. O Green jogou como coadjuvante numa série onde precisava ser protagonista.

    É aquela história: não adianta fazer 25 pontos se o time perdeu de 20. O impacto real no jogo foi praticamente zero.

    No final das contas, essa varrida mostrou que o Suns ainda está longe de brigar com os grandes. Contra o campeão atual, a margem de erro era pequena mesmo, mas cara… nem tentar eles tentaram direito. Agora é repensar tudo e torcer pra que ano que vem seja diferente. Porque assim não dá não.

  • Cade Cunningham admite: Pistons merecem estar perdendo pros Magic

    Cade Cunningham admite: Pistons merecem estar perdendo pros Magic

    Olha, quando um jogador da calibre do Cade Cunningham fala abertamente que o time dele não merece estar ganhando, você sabe que a coisa tá feia mesmo. E é exatamente isso que tá rolando com o Detroit Pistons — eles estão 3-1 pra baixo contra o Orlando Magic nos playoffs, e o cara simplesmente assumiu: “não é chocante a gente estar perdendo jogando desse jeito”.

    Sinceramente? Respeitei demais essa postura do Cade. Depois do Jogo 4, onde ele fez 25 pontos mas o time ainda assim tomou mais uma, o armador foi direto ao ponto nas entrevistas. Nada de desculpinha, nada de culpar arbitragem ou azar — foi na lata mesmo.

    A real por trás dos 3-1

    “Entrando na série, eu ficaria chocado. Mas do jeito que a gente tem jogado, esse nível não é bom o suficiente pra ganhar jogos”, disse o Cunningham. Cara, que maturidade absurda pra um cara de 22 anos, né?

    E ele tá certíssimo. Os Pistons entraram nesses playoffs como cabeça de chave número 1 do Leste — uma responsabilidade gigante. Todo mundo esperava que eles fossem resolver fácil o Magic, mas a realidade foi bem diferente. Muitas bolas perdidas, execução ruim nos momentos decisivos, e aquela sensação de que o time simplesmente não consegue fechar os jogos quando precisa.

    O que deu errado com Detroit?

    Olhando de fora, parece que os Pistons entraram meio relaxados nessa série. Sabe aquela história de “ah, somos favoritos, vai ser moleza”? Pois é. O Magic aproveitou cada vacilo e agora tá com três vitórias no bolso.

    As bolas perdidas têm sido o câncer do time. E não é só quantidade — são erros bobos, passes mal calculados em momentos cruciais. Isso sem falar na dificuldade pra manter ritmo ofensivo quando a pressão aperta. É como se o time todo travasse nos minutos finais.

    E vocês acham que ainda dá pra virar essa série? Porque tecnicamente é possível, mas na prática… Cunningham vai ter que fazer muito mais que 25 pontos por jogo. O cara vai precisar praticamente carregar o time nas costas se quiserem evitar essa eliminação constrangedora.

    Jogo 5 é tudo ou nada

    A boa notícia é que pelo menos o líder do time tá com a cabeça no lugar. Quando o Cade assume publicamente que o nível tá abaixo do esperado, isso pode ser um chacoalhão que o vestiário precisava ouvir.

    Agora é torcer pra essa autocrítica virar combustível no Jogo 5. Porque se eles saírem de cena agora, vai ser uma das maiores zebras dos últimos playoffs. Um time que era pra estar brigando pelo título sendo eliminado na primeira rodada pelo Magic? Seria de doer o coração de qualquer torcedor de Detroit.

    O que vocês acham — ainda rola uma reação histórica ou os Pistons vão mesmo pra casa mais cedo?

  • SGA e o Thunder já de olho nos Lakers: ‘Sabemos o que esperar’

    SGA e o Thunder já de olho nos Lakers: ‘Sabemos o que esperar’

    Cara, o Thunder não brinca em serviço. Pelo segundo ano seguido, Oklahoma City foi o primeiro time a carimbar vaga na segunda fase dos playoffs da NBA — e dessa vez foi com uma varrida histórica nos Suns. 4-0. Sem dó nem piedade.

    Agora é sentar, relaxar e ver quem vem pela frente: Lakers ou Rockets. E pelo jeito das coisas, vai ser Los Angeles mesmo. Eles tão com 3-1 na série e jogam o próximo em casa. Matematicamente não acabou, mas né… difícil os Rockets virarem isso.

    SGA já tá de olho nos possíveis rivais

    O que mais me impressiona é a maturidade do Shai Gilgeous-Alexander. O cara já tá estudando os dois times há tempos, sacou? Não é à toa que ele é o líder dessa geração do Thunder.

    “Eu já venho assistindo toda a série entre Lakers e Houston, então vou continuar fazendo isso. Assistir os dois times e ver os pontos fortes e fracos. Nós jogamos contra os dois algumas vezes nesta temporada. Sabemos como vai ser”, disse SGA após a vitória que fechou a série.

    Essa confiança não é à toa, não. Na temporada regular, o Thunder simplesmente DESTRUIU os Lakers. Foram quatro jogos, quatro vitórias — e todas de forma dominante. A margem total de pontos? 117. Cento e dezessete! Os Lakers mal conseguiam respirar contra essa defesa de Oklahoma City.

    E se for Houston?

    Contra os Rockets a coisa foi mais equilibrada — OKC ganhou a série por 2-1. Mas sinceramente? Sem o Kevin Durant (que ainda tá se recuperando), fica difícil pros Rockets pararem essa máquina do Thunder.

    O que vocês acham? Os Lakers conseguem pelo menos incomodar ou vai ser mais uma varrida? Porque do jeito que esse Thunder tá jogando, com essa defesa sufocante e o SGA no modo assassino, qualquer um que vier pela frente vai sofrer.

    Uma coisa é certa: Oklahoma City chegou pra brigar pelo título de verdade. E o melhor de tudo é que eles são jovens, famintos e não têm medo de ninguém. Essa segunda fase vai ser interessante demais!

  • Torcida dos Nuggets humilha McDaniels com cântico impiedoso

    Torcida dos Nuggets humilha McDaniels com cântico impiedoso

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi essa cena no jogo 5 entre Nuggets e Timberwolves, quase cuspi o café. A torcida de Denver simplesmente decidiu que era hora de dar o troco no Jaden McDaniels — e não foi nada sutil.

    “McDaniels é um lixo!” — esse foi o cântico que ecoou pela Ball Arena na segunda-feira. Impiedoso? Totalmente. Merecido? Bom, depois das provocações do cara, eu diria que sim.

    A origem da treta toda

    Pra quem não tá ligado na história, o McDaniels virou persona non grata no Colorado depois de umas declarações bem infelizes. O mala teve a audácia de chamar os Nuggets de “defensores ruins” após o jogo 2. Defensores ruins? Cara, o time que tem o Jokic comandando a defesa?

    Mas a coisa ficou mais tensa mesmo no final do jogo 4, quando ele desrespeitou uma “regra não escrita” do basquete e fez o Jokic partir pra cima dele. Sinceramente, mexer com o sérvio gigante não é uma boa ideia — o cara é tranquilo, mas quando perde a cabeça…

    E olha, a torcida não perdoou nem quando o Christian Braun meteu uma enterrada monstro em cima do McDaniels no terceiro quarto. A assistência do Jokic foi perfeita, e o Braun simplesmente destruiu o cara. A arena explodiu.

    Nuggets mostraram quem manda em casa

    No final das contas, os Nuggets golearam por 125-113 e forçaram o jogo 6. O Jokic fez mais um triple-double absurdo — 27 pontos, 12 rebotes e 16 assistências. Dezesseis assistências, gente! O cara é um computador.

    O Jamal Murray também apareceu com 24 pontos, e o destaque foi o Spencer Jones saindo do banco com 20 pontos. Enquanto isso, McDaniels fez só 13 pontos e ainda perdeu 4 bolas. Complicado.

    Os Nuggets chegaram a abrir 27 pontos de vantagem e converteram as 25 bolas perdidas dos Wolves em 35 pontos. Foi um massacre técnico acompanhado de uma pressão psicológica gigante da torcida.

    Agora é aguardar o jogo 6 em Minneapolis na quinta-feira. Será que McDaniels consegue dar a volta por cima, ou vai continuar sendo alvo da pressão? Uma coisa eu garanto: depois dessa humilhação pública, ou ele vira o herói da série ou afunda de vez. E vocês, acham que ele aguenta a pressão?