Tag: NBA Playoffs

  • Murray-Boyles tá voando nos playoffs e não consegue parar de sorrir

    Murray-Boyles tá voando nos playoffs e não consegue parar de sorrir

    Cara, que história bonita essa do Collin Murray-Boyles! O rookie dos Raptors tá vivendo um sonho nos playoffs e, sinceramente, não tem como não ficar feliz vendo um jovem assim aproveitando cada segundo.

    Depois da vitória no Jogo 4 contra os Cavs — que deixou a série empatada em 2-2 — o garoto falou uma coisa que me emocionou: “Estou aproveitando cada momento. Quando a torcida está envolvida e todo mundo de pé, a energia é… eu nunca senti nada assim. Me faz sorrir, só de poder fazer parte disso.”

    Os números não mentem: ele tá voando

    No Jogo 4, Murray-Boyles fez 15 pontos, pegou 10 rebotes, deu 3 assistências e ainda roubou 2 bolas. Olha, double-double em playoff de rookie? Isso não é pra qualquer um.

    Mas o mais absurdo mesmo são os números da série toda: 17.7 pontos por jogo com 72.7% de aproveitamento nos arremessos. Setenta e dois vírgula sete por cento! Na temporada regular ele fazia 8.5 pontos com 57.9% — ou seja, o cara literalmente dobrou de produção quando a coisa ficou séria.

    Do banco para protagonista

    Lembra que os Raptors pegaram ele na 9ª escolha do Draft de 2025? Na época, muita gente questionou — não vou mentir, eu mesmo pensei se não era muito cedo pra apostar nele. Mas olha só como as coisas mudam.

    Durante a temporada regular, Murray-Boyles jogou 57 partidas (22 como titular) com uns 21 minutos por jogo. Papel de coadjuvante, né? Agora nos playoffs? O monstro tá jogando 27 minutos e sendo peça fundamental na rotação.

    E vocês viram como ele encaixou perfeitamente ao lado do Scottie Barnes e do RJ Barrett? Esses três formam um trio jovem que pode incomodar muito gente nos próximos anos. Brandon Ingram também fez 23 pontos no Jogo 4, mostrando que Toronto tem opções ofensivas de sobra.

    Sinceramente acho que essa série contra Cleveland vai ser decidida nos detalhes — e ter um rookie jogando com essa confiança toda pode ser o diferencial que os Raptors precisavam. E aí, acham que ele consegue manter esse nível até o final?

  • Cavs entregaram o ouro pros Raptors — que vergonha foi essa?

    Cavs entregaram o ouro pros Raptors — que vergonha foi essa?

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no domingo. Os Cavaliers conseguiram perder pro Toronto Raptors num jogo que parecia impossível de entregar. Os caras do Canadá acertaram apenas 32% dos arremessos e AINDA ASSIM ganharam. Como que isso é possível?

    Sinceramente, foi doloroso de assistir. A defesa de Cleveland até funcionou — seguraram os Raptors em míseros 13,3% nas bolas de três e conseguiram cinco tocos. Mas quando você não consegue marcar nem contra uma defesa que tá dando mole, aí complica tudo.

    Mitchell sumiu na hora H

    Donovan Mitchell, que é praticamente o coração ofensivo desse time, simplesmente travou. O cara conseguiu acertar só 6 de 24 arremessos — um aproveitamento horroroso pra quem é o principal cestinha da equipe. Tá, ele cravou quatro bolas de três (que foram as únicas coisas que salvaram a noite dele), mas ainda assim não foi suficiente.

    E o pior? Mitchell perdeu a bola quatro vezes e ainda teve a audácia de tentar um chute de três desnecessário faltando 24 segundos. Cara, que decisão foi essa? Todo mundo que tava assistindo deve ter gritado com a TV.

    O ataque interno virou piada

    Evan Mobley e Jarrett Allen, que deveriam dominar o garrafão, simplesmente desapareceram no ataque. Mobley conseguiu apenas oito pontos em 32 minutos — e ainda errou todas as três tentativas do perímetro. Por favor, né?

    Allen foi ainda mais frustrante. O homem pegou 15 rebotes (o que é excelente), mas marcou só três miseráveis pontos. Três! Um jogador do tamanho dele, com a força que tem, e não consegue converter nem umas bandejas básicas. A situação ficou tão bizarra que o novato Collin Murray-Boyles marcou mais pontos que Allen e Mobley JUNTOS.

    Cleveland marcou 38 pontos na área restritiva, enquanto Toronto fez 50. Quando você perde a batalha no paint jogando em casa, algo tá muito errado.

    As bolas perdidas mataram qualquer chance

    James Harden perdeu a bola SETE vezes. Sete! O cara tem experiência de sobra nos playoffs e comete esse tipo de erro juvenil. Pode até ter marcado 19 pontos, mas essas perdas de bola quebram qualquer ritmo ofensivo que você consegue construir.

    No total, Cleveland perdeu 17 bolas — um número absurdo pra um time que quer ser levado a sério nos playoffs. Toronto converteu essas bobeiras em 17 pontos, que foi exatamente a diferença pra empatar a série.

    Olha, eu não sei vocês, mas esse tipo de jogo me deixa bolado. Os Cavaliers tinham tudo pra definir a série e simplesmente entregaram de bandeja. Agora volta tudo pro zero a zero, e a pressão aumenta exponencialmente. Será que eles conseguem se recuperar dessa vergonha toda?

  • Wemby liberado! Francês volta pro jogo 4 após pancada assustadora

    Wemby liberado! Francês volta pro jogo 4 após pancada assustadora

    Galera, que alívio! Victor Wembanyama foi liberado pelo protocolo de concussão e vai jogar o jogo 4 contra o Portland Trail Blazers hoje à noite. Cinco dias depois daquela queda horrível que deixou todo mundo de coração na mão, o gigante francês está de volta.

    Vocês viram a pancada que ele levou no jogo 2? Cara, foi de assustar mesmo. O Wemby bateu a cabeça no chão de uma forma que me lembrou daquelas quedas que a gente torce pra nunca ver no basquete. Saiu de quadra na hora e perdeu o jogo 3 – protocolo de concussão não brinca.

    Spurs seguraram a onda sem o gigante

    O mais impressionante? San Antonio conseguiu vencer o jogo 3 por 120 a 108 mesmo sem seu astro máximo. Dylan Harper, o rookie que foi a segunda escolha do draft, simplesmente explodiu saindo do banco: 27 pontos com 75% de aproveitamento e ainda pegou 10 rebotes. Monstro.

    Stephon Castle foi quem comandou a orquestra com 33 pontos em 10 de 18 arremessos. Sinceramente, não esperava que os Spurs conseguissem manter a liderança na série sem o Wemby, mas esses caras mostraram que têm profundidade no elenco.

    O que esperar do retorno

    No jogo 1, Wembanyama havia destruído: 35 pontos e 5 de 6 do perímetro em apenas 33 minutos. Foi um show à parte. No jogo 2, antes da lesão, os Spurs até estavam ganhando, mas despencaram sem ele e perderam por 106 a 103.

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que essa pausa forçada pode até ter sido boa pro francês descansar. O cara vinha numa temporada absurda – 25 pontos, 11.5 rebotes e liderando a liga com 3.1 tocos por jogo. E detalhe: foi o primeiro jogador da história a ganhar o prêmio de Melhor Defensor por unanimidade!

    Com 62 vitórias em 82 jogos na temporada regular e a segunda colocação no Oeste, San Antonio está numa posição privilegiada nessa série. Agora com Wemby de volta e uma vantagem de 2-1, será que Portland consegue reagir? Vai ser interessante ver como o gigante se comporta após cinco dias parado.

  • KD fora de mais um jogo decisivo — Rockets à beira do precipício

    KD fora de mais um jogo decisivo — Rockets à beira do precipício

    Olha, quando você já tá perdendo de 0-3 numa série de playoffs, a última coisa que você quer é ficar sem seu principal astro. Mas é exatamente isso que tá rolando com os Rockets. Kevin Durant não vai jogar no Game 4 de hoje contra os Lakers por causa daquela lesão no tornozelo esquerdo que simplesmente não melhora.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, o KD passou pela reabilitação na manhã de domingo e até participou da sessão de vídeo com o time, mas o cara não consegue nem se mover direito. A contusão óssea criou inchaço, rigidez e falta de mobilidade no tornozelo. Resumindo: tá fora.

    Uma série de pesadelo pra Houston

    Durant só conseguiu jogar UM jogo nesta série inteira — o Game 2, onde fez 23 pontos com 7/12 de aproveitamento e 6 rebotes. Números até que decentes, né? Mas não adiantou nada porque os Lakers ganharam assim mesmo.

    E o mais bizarro: no Game 3, o cara nem apareceu no banco pra apoiar os companheiros. Ficou lá no vestiário fazendo tratamento durante o jogo todo. Gente, isso não é normal. Quando seu melhor jogador não tá nem lá pra torcer pelo time, alguma coisa tá muito errada no vestiário.

    O técnico Ime Udoka tentou explicar que ele tava recebendo tratamento, mas sinceramente? Essa situação toda tá parecendo mais problema de química do time do que só lesão.

    Ataque travado e defesa furada

    E não é só a ausência do KD que tá complicando. Os Rockets simplesmente não conseguem marcar cestinha nenhuma contra a pressão defensiva dos Lakers. O rating ofensivo deles na série tá em 105.6 — isso é 13 pontos abaixo da média da temporada regular! Pra um time que tinha um dos 10 melhores ataques da liga, isso é simplesmente inadmissível.

    Do outro lado, a defesa de Houston tá sendo um queijo suíço. LeBron James tá fazendo o que quer, e olha que os Lakers nem têm o Luka Dončić nem o Austin Reaves disponíveis. Imaginem se tivessem todo mundo…

    A real é que sem o Durant — que foi o cestinha do time na temporada regular com 26 pontos por jogo — fica difícil demais. Os Rockets precisam de um milagre hoje à noite, e vocês acham que eles conseguem? Porque eu tô começando a achar que a temporada deles acaba hoje mesmo.

  • McDaniels provoca Jokić e Wolves dominam Nuggets sem Ant-Man

    McDaniels provoca Jokić e Wolves dominam Nuggets sem Ant-Man

    Cara, que jogaço foi esse ontem no Target Center! Os Timberwolves simplesmente atropelaram os Nuggets por 112-96 no Jogo 4 e agora tão com 3-1 na série. Mas o que mais chamou atenção não foram os pontos — foi a provocação absurda do Jaden McDaniels que deixou o Jokić maluco.

    A provocação que mexeu com todo mundo

    Nos últimos segundos, com os Wolves já ganhando de 14, o McDaniels podia simplesmente segurar a bola e deixar o tempo acabar. Mas não — o cara resolveu fazer uma bandeja na cara dos Nuggets. E o Jokić? Perdeu completamente a compostura.

    Olha, eu entendo a frustração do MVP sérvio, mas partir pra briga quando seu time tá tomando uma surra dessas é de doer. Principalmente contra um time que perdeu Anthony Edwards E Donte DiVincenzo pra lesão! Se não consegue ganhar nessas condições, pelo menos mantenha a classe, né?

    E o McDaniels? Esse cara é pura maldade. Quando o Jokić veio pra cima dele, o garoto deu um sorrisinho e ainda empurrou o gigante pra longe. Monstro demais!

    Jokić em crise total na série

    Vou ser sincero: nunca vi o Jokić jogar tão mal assim. Nos últimos três jogos (todos derrotas), o cara acertou apenas 23 de 68 arremessos. 33,8% de aproveitamento! No quarto período então, nem se fala — só 2 de 16 tentativas.

    E a culpa tem nome e sobrenome: Rudy Gobert. O francês tá fazendo a vida do MVP sérvio virar um inferno. Toda vez que Jokić vai pro garrafão, lá tá o Gobert esperando com aqueles braços gigantes.

    “Achei que fomos muito competitivos essa noite”, disse o técnico David Adelman depois do jogo. Competitivos? Cara, levaram 62-42 no segundo tempo com os Wolves jogando sem dois dos seus melhores! Isso aí é papo de técnico desesperado.

    Jamal Murray também não ajudou nada — ele e Jokić juntos fizeram apenas 6 de 24 arremessos. É muita coisa pra uma dupla que deveria liderar o time.

    McDaniels mostrou quem manda

    Adelman ainda reclamou da bandeja do McDaniels: “Não gostei do que ele fez. O jogo tinha acabado… em 2026 isso não acontece mais”. Ué, técnico, se não quer levar cesta, joga defesa direito!

    McDaniels já tinha provocado depois do Jogo 2, chamando toda a defesa dos Nuggets de ruim. E olha que ele não tava mentindo — os Wolves meteram 68 pontos na pintura no Jogo 3!

    Sinceramente, tô impressionado com a personalidade desse garoto. Enfrentar o MVP três vezes seguidas desse jeito, com um sorriso no rosto? E ainda por cima ganhando! Vocês acham que ele vai manter essa energia no Jogo 5 em Denver?

    Os Nuggets tão com a corda no pescoço agora. Jokić precisa acordar pra vida, porque do jeito que tá, os Wolves vão fechar a série na próxima. E olha que isso seria sem Ant-Man e DiVincenzo — imagina se eles tivessem jogando?

  • Castle machuca a mão esquerda e preocupa os Spurs nos playoffs

    Castle machuca a mão esquerda e preocupa os Spurs nos playoffs

    Olha, eu já estava feliz demais vendo o Wembanyama voltar da concussão, quando o Stephon Castle resolve me dar um susto desses. O garoto machucou a mão esquerda numa jogada besta contra o Portland Trail Blazers no Jogo 4 dos playoffs, e sinceramente? Me deixou com o coração na boca.

    A jogada foi daquelas que a gente vê mil vezes na NBA, mas que sempre dá errado. Castle estava penetrando contra o Jerami Grant, que tentou tomar a carga. Os dois se chocaram e caíram no chão, só que o nosso rookie do ano caiu em cima da própria mão esquerda. Deu pra ver na hora que não foi nada bom.

    O susto que todo fã dos Spurs teve

    O mais preocupante foi ver o Castle tentando disfarçar a dor no começo. Sabe como é — jogador jovem nos playoffs, não quer sair de quadra. Mas dava pra perceber que ele tava favorecendo a mão machucada toda vez que encostava em alguém. Até que ele mesmo pediu pra ser substituído e foi direto pro vestiário.

    Cara, quando vi ele balançando a mão no banco depois do raio-X, com mais fita do que antes, pensei: “lá vamos nós de novo com lesão em playoff”. Mas o moleque é durão — voltou pra quadra rapidinho, mesmo que só por alguns minutos antes do intervalo.

    Numbers não mentem: Castle tava jogando bem

    Antes da lesão, o rookie tava fazendo um jogão. Em pouco menos de 12 minutos, fez 10 pontos com 4/8 nos arremessos e ainda distribuiu 2 assistências. Nada mal pra quem tá na primeira experiência de playoffs, né?

    O problema é que os Spurs estavam tomando uma surra no segundo quarto — Portland abriu 58-41 no intervalo. Perder o Castle nessa hora seria um baque gigantesco, ainda mais com o time precisando de toda ajuda possível.

    A boa notícia? O garoto voltou pra começar o terceiro quarto e os Spurs fizeram uma sequência de 13-0 logo de cara. Coincidência? Eu acho que não. Esse moleque faz uma diferença absurda no ritmo do time.

    E aí, galera — vocês acham que o Castle aguenta o tranco do resto da série machucado? Porque sinceramente, se ele conseguir jogar nem que seja com dor, pode ser a diferença entre avançar ou ir pra casa cedo nos playoffs.

  • KD fora do jogo 4: Rockets na corda bamba sem seu astro

    KD fora do jogo 4: Rockets na corda bamba sem seu astro

    Cara, a situação tá ficando feia pros Rockets. Kevin Durant, o cara que deveria estar carregando o time nas costas nos playoffs, vai ficar de fora do jogo 4 contra os Lakers — justamente quando Houston precisa de um milagre pra não ser varrido.

    O KD machucou o tornozelo no segundo tempo do jogo 2, numa jogada boba onde pisou no pé do Luke Kennard. Na hora eu até pensei “vai dar nada”, mas os exames revelaram que além da entorse, tem uma contusão óssea no tornozelo esquerdo. Ou seja: a coisa tá mais séria do que parecia.

    A pressão tá toda no Houston agora

    Olha, 3-0 em série de playoffs é praticamente uma sentença de morte. Desde que a NBA existe no formato atual, apenas uma equipe conseguiu reverter essa situação — foi o Boston em 2008, e mesmo assim contra o Philadelphia, não contra um Lakers que tá jogando um basquete bonito de se ver.

    O mais frustrante é que no primeiro tempo do jogo 2, o Durant tava simplesmente imparável. 20 pontos em 6 de 7 arremessos — praticamente um recital. Aí na volta do intervalo, o JJ Redick (que tá fazendo um trabalho sensacional como técnico dos Lakers, diga-se de passagem) mandou dobrar a marcação no KD, e o bicho desandou. 3 pontos no segundo tempo, 1 de 5 nos arremessos.

    KD nem no banco apareceu

    No jogo 3, que os Rockets perderam por 112-108, o Durant nem sequer apareceu no banco. Gente criticou nas redes sociais, mas o técnico Ime Udoka explicou que o cara tava lá atrás fazendo tratamento na piscina, gelo, essas coisas todas que você não consegue fazer sentado na beirada da quadra.

    Sinceramente? Eu entendo a crítica, mas também entendo o Durant. Aos 37 anos, depois de uma temporada onde jogou 78 partidas (o que é bastante coisa pra idade dele), o cara sabe que tem que cuidar do corpo. E convenhamos — ficar no banco vendo o time perder sem poder ajudar deve ser uma tortura.

    A questão agora é: será que os Rockets conseguem pelo menos forçar um jogo 5? Sem o KD, que fez 26 pontos de média na temporada regular, fica muito difícil. O time vai ter que encontrar heróis improváveis, e vocês sabem como é playoff — às vezes rola essas surpresas mágicas.

    Mas vou ser honesto com vocês: não tô muito otimista não. Os Lakers tão jogando um basquete coletivo demais, e sem o principal pontuador, Houston vai ter que fazer um jogo perfeito. Será que conseguem?

  • Barnes e Ingram fazem 23 cada um e Raptors empatam série com Cavs

    Barnes e Ingram fazem 23 cada um e Raptors empatam série com Cavs

    Cara, que jogo foi esse em Toronto! O Scottie Barnes simplesmente decidiu ser clutch nos minutos finais e mandou os lances livres que deram a vitória pros Raptors sobre os Cavaliers por 93 a 89. Série empatada 2 a 2 — agora é que a coisa fica boa.

    O que mais me impressionou foi a dupla Barnes e Brandon Ingram fazendo 23 pontos cada um. Sinceramente, não esperava ver o Ingram nos Raptors, mas que dupla absurda eles formaram nesse jogo 4. O Scottie ainda pegou 9 rebotes e deu 6 assistências — esse moleque tá virando um jogador completo mesmo.

    Arremesso de 3 foi um pesadelo para todo mundo

    Olha, eu já vi jogo ruim de três pontos, mas isso aí foi de outro nível. Os Raptors acertaram apenas 4 em 30 tentativas do perímetro. Quatro! Em trinta! Mesmo assim conseguiram ganhar — isso mostra o quanto eles dominaram outros aspectos do jogo.

    Os Cavaliers até que se saíram melhor (10 de 40), mas 18 turnovers? Não dá pra ganhar jogo de playoff assim. O Donovan Mitchell até tentou salvar no último quarto com 12 dos seus 20 pontos, mas errou dois arremessos cruciais nos últimos 25 segundos, incluindo uma bola de três que empataria tudo.

    Wembanyama voltou com tudo contra Portland

    Enquanto isso, do outro lado do país, o Victor Wembanyama mostrou por que é o Defensor do Ano. Voltou do protocolo de concussão e meteu 27 pontos, 11 rebotes e 7 tocos contra Portland. Monstro.

    Os Spurs estavam perdendo de 17 no intervalo — eu até pensei “puts, sem o Wemby eles não conseguem mesmo”. Mas aí o francesão voltou no segundo tempo e mudou tudo. De’Aaron Fox também ajudou com 28 pontos numa performance que colocou San Antonio a uma vitória de eliminar Portland.

    E aí, galera, quem vocês acham que leva essas séries? Toronto consegue manter o momentum em Cleveland, ou os Cavs voltam a jogar em casa? E os Spurs fecham em San Antonio ou Portland ainda tem gás pra forçar um jogo 6?

  • Embiid volta 17 dias após cirurgia e salva os Sixers no Game 4

    Embiid volta 17 dias após cirurgia e salva os Sixers no Game 4

    Cara, eu não acreditei quando vi o nome do Embiid no lineup titular ontem à noite. Dezessete dias após uma apendicectomia. Dezessete! A maioria de nós fica de molho uma semana inteira só com uma gripe, e o monstro volta pra decidir playoff menos de três semanas depois de abrir a barriga.

    E que volta, hein? O Wells Fargo Center explodiu quando anunciaram o nome dele. Você conseguia sentir a energia através da TV — era aquele tipo de momento que te arrepia mesmo assistindo de casa.

    O show começou logo cedo

    Embiid não perdeu tempo. Primeiros pontos do jogo? Dois lances livres dele. Logo depois? Uma enterrada de duas mãos que quase derrubou a tabela. Os primeiros oito pontos dos Sixers saíram todos da mão do MVP de 2023.

    Sinceramente, eu não esperava que ele fosse conseguir jogar no nível normal dele. O cara tava listado como “duvidoso” no início do dia e só foi liberado 40 minutos antes da bola subir. Ainda por cima usando uma proteção no abdômen — dava pra ver que não tava 100%.

    Mas é o Embiid, né? O cara que já jogou playoff com paralisia facial em 2024, que já enfrentou Boston com o rosto inchado por causa da lesão que levou do Pascal Siakam em 2022. Este homem simplesmente não desiste.

    A sequência de azar que não acaba

    Olha, eu torço pra que essa volta dê certo porque o histórico de lesões do Embiid nos playoffs é de partir o coração. Desde 2018 ele perdeu jogos de playoff praticamente todo ano: menisco rasgado, fratura orbital, ligamento do polegar, joelho, a paralisia facial do ano passado… É como se todo abril chegasse com uma nova desgraça.

    Este ano foram só 19 jogos na temporada regular. Dezenove jogos de um cara que fez média de 26.9 pontos e 7.7 rebotes quando jogou. É frustrante demais ver um talento desse limitado pelo próprio corpo.

    A série contra Boston tava 2-1 pra eles. Os Sixers eram azarão em casa — imagina que loucura é isso? Mas com o Embiid voltando ao lado do Maxey, do Paul George e desse rookie VJ Edgecombe que tem mostrado muita categoria, talvez a coisa mude de figura.

    E agora, aguenta o tranco?

    A grande pergunta é: por quanto tempo ele consegue sustentar essa volta? O Nick Nurse não tinha respostas antes do jogo, e convenhamos, ninguém sabia o que esperar de um cara que teve o abdômen aberto há menos de três semanas.

    Mas às vezes é isso que faz a diferença nos playoffs, né? Não é só talento — é coragem, é vontade, é aquela capacidade de superar o próprio corpo quando tudo tá em jogo.

    Vocês acham que o Embiid consegue manter esse nível e levar os Sixers longe? Ou será que foi só uma centelha de grandeza antes do corpo cobrar a conta? Eu tô na torcida, mas com o pé atrás — já vi esse filme muitas vezes.

  • Wemby volta e os Spurs fazem uma virada ABSURDA de 19 pontos

    Wemby volta e os Spurs fazem uma virada ABSURDA de 19 pontos

    Cara, que jogaço foi esse! Os Spurs estavam tomando um banho de 19 pontos dos Trail Blazers no domingo, e eu já estava pensando: “Pô, sem o Wembanyama vai ser difícil mesmo”. Mas aí o francês voltou da concussão e… meu Deus do céu, que espetáculo.

    O garoto de 2,24m simplesmente destroçou tudo no segundo tempo. Foram 27 pontos, 11 rebotes e 7 tocos — sendo que 5 dessas enterradas de volta foram só na segunda metade do jogo. E olha que dado absurdo: ele é o mais novo da história a fazer essa linha de stats nos playoffs. Aos 21 anos, o moleque já tá reescrevendo os livros de recordes.

    A volta do alien francês

    Wemby perdeu o jogo 3 por causa de uma concussão, mas voltou com tudo. Na entrevista pós-jogo, ele ainda reclamou de como o protocolo foi conduzido por “outras partes” — claramente cutucando a liga. Típico do francês, que nunca esconde o que pensa.

    E o De’Aaron Fox? Rapaz, que aquisição foi essa dos Spurs! O cara fez 28 pontos (sendo 18 só no segundo tempo) e comandou a virada junto com Wembanyama. Os dois formam uma dupla que mete medo em qualquer defesa da NBA.

    Portland começou voando, mas…

    Os Trail Blazers saíram com fome no primeiro tempo. Shaedon Sharpe saindo do banco pegando fogo, Deni Avdija fazendo a festa — o time de Portland teve um segundo quarto MONSTRO de 33 pontos. Eu até pensei: “Será que vão conseguir fechar o jogo em casa?”

    Mas aí veio o terceiro quarto. Os Spurs viraram a chave defensiva e fizeram uma corrida de 13-0 logo no começo. Portland que estava acertando tudo começou a errar tiro atrás de tiro. No final do terceiro: 74 a 74. Jogo empatado e a torcida de Portland já estava nervosa.

    No quarto período foi só pancada. Fox e Wembanyama decidiram que não iam perder, e pronto. Resultado final: 114 a 93 para San Antonio, com uma vantagem de 3-1 na série.

    Agora é finalizar em casa

    Sinceramente? Eu não vejo como Portland vira essa série. Voltar para San Antonio com essa vantagem, com Wemby healthy e Fox jogando nesse nível… Os Spurs têm tudo pra fechar na terça-feira no jogo 5.

    E vocês, acham que os Trail Blazers ainda têm chance de virar? Porque pelo que vi ontem, quando os Spurs ligaram o modo playoffs, não teve pra ninguém. Wembanyama tá mostrando por que é considerado o futuro da liga — e esse futuro já chegou.