Tag: NBA Playoffs

  • Bridges manda real: Knicks têm que levar ‘fogo’ pro jogo 3

    Bridges manda real: Knicks têm que levar ‘fogo’ pro jogo 3

    Cara, que dor no peito deve ter sido aquele final do jogo 2 pros Knicks. Liderando tranquilo no último quarto e ver os Hawks virarem nos minutos finais… É de dar vontade de quebrar a TV.

    Mikal Bridges perdeu a cesta no último segundo que daria a vitória, mas não tá com papinho de derrotado não. Na coletiva de quarta-feira, antes da equipe embarcar pra Atlanta, o cara foi direto ao ponto sobre o que precisa rolar no jogo 3.

    A lição da derrota dolorida

    “Você sempre quer melhorar numa vitória, mas às vezes você precisa de uma derrota pra mergulhar fundo nas coisas que não tá fazendo bem”, falou Bridges. E olha, ele tem razão. Os Knicks dominaram dois tempos e meio, aí relaxaram completamente.

    O problema foi claro: perderam completamente a intensidade física no segundo tempo. Josh Hart, que fez um double-double massa com 15 pontos e 13 rebotes, botou o dedo na ferida: “Sinto que não tivemos aquela fisicalidade que tivemos no jogo 1 e no primeiro tempo.”

    Quando você perde essa pegada na NBA, meu amigo, o bicho pega. Os Hawks conseguiram ditar o ritmo do próprio ataque em vez de serem pressionados. Hart foi certeiro: “Esse é um jogo que devíamos ter ganhado.”

    Fogo na estrada pode ser a solução

    Agora a parada fica interessante. Com a série empatada 1-1, os Knicks perderam a vantagem de casa que tanto lutaram pra ter durante a temporada regular. Mas Hart tem uma visão diferente sobre jogar fora de casa nos playoffs.

    “Quando você vai pra estrada, são só os caras do vestiário e mais ninguém. Às vezes jogar fora de casa meio que ajuda vocês se unirem mais”, explicou Hart. E faz sentido — sem a pressão da torcida em casa, às vezes o time consegue se concentrar melhor no básico.

    O que mais me impressiona é a mentalidade desse grupo dos Knicks. Hart deixou claro que ninguém tá pensando em estatística individual: “Não ligamos pra pontos, toques na bola, minutos, nada disso. Estamos focados em ganhar o jogo.”

    Bridges prometeu que vão levar “aquele fogo” pro próximo jogo. E precisa mesmo, porque os Hawks mostraram que sabem como fazer uma virada. Basquete é um esporte de corridas, como Hart mesmo disse — você pode estar ganhando de 12, 14 pontos e de repente tá perdendo.

    O jogo 3 rola quinta-feira às 19h em Atlanta. Vocês acham que os Knicks conseguem recuperar a vantagem, ou os Hawks vão aproveitar a casa cheia pra abrir 2-1 na série?

  • Smart voltou a ser MONSTRO e os Lakers estão voando nos playoffs

    Smart voltou a ser MONSTRO e os Lakers estão voando nos playoffs

    Cara, eu não esperava isso do Marcus Smart quando ele chegou nos Lakers. Sinceramente, achei que seria mais um veterano ali só pra agregar experiência no vestiário. Mas o homem está DESTRUINDO nos playoffs — e olha que estou falando de um cara que já foi Defensor do Ano da NBA.

    Na vitória por 99 a 92 sobre o Houston na segunda partida, Smart foi simplesmente absurdo. Defendeu o Kevin Durant como se fosse uma sombra grudenta, forçou NOVE turnovers do cara (sim, nove!), e ainda meteu 25 pontos com cinco bolas de três. Cinco! O homem virou cestinha na hora que mais importa.

    “Eu poderia estar fora da liga”

    O que mais me impressiona é a humildade do Smart. Depois do jogo, ele disse uma parada que me arrepiou: “Sou muito grato por estar fazendo isso. Agradeço a Deus todo dia porque eu poderia estar fora da liga, né? Lesões e essas coisas. Então poder estar de volta nesse palco fazendo as jogadas que estou fazendo com esses caras, com esse time, essa organização, eu só sou grato.”

    Mano, isso é de arrepiar. O cara passou perrengue no Memphis e no Washington, todo mundo achava que ele tava acabado fisicamente. E agora? Tá mandando ver nos playoffs como se tivesse 25 anos.

    LeBron sabia o que estava fazendo

    O mais legal é que o LeBron já conhecia o trabalho do Smart de tanto enfrentar ele quando jogava no Cleveland contra o Boston. “O cara é testado em batalha”, disse o King. “Chegou na Final, jogou muitos playoffs, jogos grandes na carreira. Obviamente não tem medo do momento e sempre marcou alguns dos melhores jogadores que já jogaram.”

    E é isso mesmo! Quem acompanha NBA há tempo sabe que o Smart sempre foi aquele cara chato de marcar, que incomoda todo mundo. Agora imagina ter ele DO SEU LADO nos playoffs?

    Três roubos de bola por jogo na pós-temporada (terceiro melhor da NBA), sete assistências no último jogo, e aquela enterrada que ele armou pro LeBron no final… O homem tá jogando um basquete completo que dá gosto de ver.

    Lakers sem Dončić? Não tem problema

    Olha, com o Luka e o Austin Reaves fora, muita gente (eu inclusive) achou que os Lakers iam penar. Mas com o Smart jogando nesse nível, o time tá 2-0 na série e com cara de quem vai longe.

    Sério, vocês acham que esse Lakers com Smart nessa pegada aguenta uma segunda rodada? Porque do jeito que o cara tá jogando, não duvido nada que role uma surpresa boa aí…

    É isso que eu mais amo na NBA — esses arcos de redenção que ninguém vê vindo. Smart merece cada segundo dessa nova chance.

  • Cade Cunningham brilhou, mas o Pistons ainda me deixa na dúvida

    Cade Cunningham brilhou, mas o Pistons ainda me deixa na dúvida

    Cara, assistindo esse Pistons x Magic ontem, uma coisa ficou cristalina: Detroit é o tipo de time que ou atropela todo mundo ou sofre pra caramba. Não tem meio termo com essa galera.

    O Pistons venceu por 98 a 83 no Jogo 2, empatando a série em 1-1, mas sinceramente? Continuo com a pulga atrás da orelha sobre esse time de Detroit. Sim, eles foram a primeira seed do Leste na temporada regular, mas essa inconsistência me mata.

    Cade fazendo a diferença (de novo)

    O moleque Cade Cunningham foi simplesmente monstro no segundo jogo. Acertou 11 de 19 arremessos e carregou o time nas costas — de novo. É impressionante como esse cara evoluiu, mas aí que tá o problema: cadê o resto do elenco?

    Jalen Duren, que é All-Star, começou mal pelo segundo jogo consecutivo. 11 pontos e 9 rebotes tá longe de ser ruim, mas pra um cara do calibre dele, esperava mais. E olha que não é só ele — ninguém além do Cade consegue criar jogada própria de forma consistente nesse time.

    Na minha visão, isso deixa uma pressão absurda na movimentação de bola. Funcionou no segundo tempo (onde eles destruíram Orlando), mas dá pra sustentar isso numa série longa? Tenho minhas dúvidas.

    Magic continua um mistério ofensivo

    Agora, sobre o Magic… meu Deus do céu. Esse time às vezes parece que não entende que basquete é sobre fazer mais pontos que o adversário. 16 pontos no terceiro quarto? DEZESSEIS!

    Paolo Banchero tem estrelas nos olhos, mas assim como o Cade, ainda peca na eficiência. Os dois estão acertando pouco mais de 40% dos arremessos e são fracos na linha de três. A diferença é que Detroit pelo menos consegue criar um sistema ofensivo de vez em quando.

    Jamahl Mosley tá com os dias contados se continuar assim. Billy Donovan livre no mercado aí, né? Só digo isso.

    E vocês, acham que o Pistons consegue manter esse nível inconsistente até o final? Porque eu tô vendo esse time oscilando entre parecer candidato ao título e dar uma de jovem demais pros playoffs. Essa série vai ser decidida por quem conseguir acordar o próprio astro primeiro — e até agora, Cade tá levando essa.

  • Nuggets ignoram provocação: ‘Deixa eles falarem’

    Nuggets ignoram provocação: ‘Deixa eles falarem’

    Cara, os playoffs da NBA sempre rendem umas tretas incríveis, né? E dessa vez foi o Jaden McDaniels, dos Timberwolves, que resolveu cutucar a onça com vara curta. Depois da vitória por 119-114 sobre o Denver Nuggets no Jogo 2, o cara simplesmente chamou TODO MUNDO do time adversário de “defensores ruins”. E olha, ele não economizou na petulância não.

    McDaniels foi lá e citou nome por nome: Tim Hardaway Jr., Cam Johnson, Aaron Gordon… aí quando perguntaram se eram todos ruins mesmo, ele confirmou: “É, são todos defensores ruins”. Mano, isso é jogar gasolina na fogueira ou não é?

    A resposta gelada dos Nuggets

    Agora, a reação do Denver foi interessante. Christian Braun manteve a classe e disse que isso faz parte da rivalidade entre os times. Na minha opinião, foi a resposta mais madura — falou que não precisam de combustível extra nos playoffs, que já deveriam estar ligados no 220V naturalmente.

    Cam Johnson, um dos citados nominalmente, foi ainda mais frio: “Eles andam falando muito. A temporada toda, toda a série. Deixa eles falarem. Deixa eles tirarem tudo do peito”. Sinceramente, essa postura me lembrou aqueles veteranos que já viram de tudo e sabem que no final das contas é no garrafão que se resolve.

    Técnico manda a real com números

    Mas quem deu a melhor resposta foi o técnico David Adelman. O cara simplesmente destruiu McDaniels com dados: perguntou qual era o rating defensivo dos Nuggets na série (109), se era bom (sexto melhor dos playoffs), e depois disse “Mal posso esperar pelo podcast dele”. SAVAGE.

    E o Aaron Gordon? Quando soube que estava na lista dos “ruins”, respondeu com um “Irmão, eu não me importo” que foi simplesmente perfeito. Essa é a mentalidade de quem já ganhou um anel, né?

    Olha, eu entendo a empolgação dos Wolves depois de empatar a série em 1-1, mas chamar time campeão de ruim defensivamente pode ser tiro no pé. E vocês, acham que essa provocação vai motivar ainda mais o Denver no Jogo 3? Porque uma coisa eu sei: quando você cutuca jogadores experientes assim, eles costumam responder onde dói mais — no placar.

    O próximo jogo é quinta-feira em Minnesota. Vai ser interessante ver se os Nuggets vão usar isso como combustível extra ou se vão continuar nessa postura de “deixa falarem”. Uma coisa é certa: a série ficou ainda mais temperada!

  • Suns precisam de milagre no Jogo 2 após massacre do Thunder

    Suns precisam de milagre no Jogo 2 após massacre do Thunder

    Cara, que vexame foi aquele Jogo 1. Os Suns começaram até bem contra o Thunder, chegaram a abrir 12-9 e eu pensei ‘vai que é hoje’. Aí o Oklahoma City simplesmente resolveu mostrar por que são os atuais campeões e meteram um 110-72 no resto da partida. Sim, vocês leram certo — depois daqueles primeiros minutos, foi um massacre completo.

    O que deu errado no primeiro jogo?

    Olha, foi tanta coisa que nem sei por onde começar. Os Suns atiraram apenas 35% dos arremessos de quadra — um número que dói só de olhar. Devin Booker, Dillon Brooks e Jalen Green pegaram 66% dos arremessos do time e foram ineficientes pra caramba. Isso não pode acontecer em playoffs, galera.

    E o pior: Phoenix teve só 16 assistências no jogo inteiro. Sabe qual foi o histórico dos Suns quando tiveram 16 assistências ou menos essa temporada? Perderam TODOS os jogos. É matemática básica — time que não move a bola, não ganha.

    Do lado do Thunder, até o Shai Gilgeous-Alexander teve uma noite estranha. O provável MVP converteu só 28% dos arremessos em 18 tentativas, mas foi 17 vezes à linha de lance livre e acertou 15. Na minha opinião, não contem com ele fazendo outro jogo ruim no Jogo 2.

    O que os Suns precisam fazer para empatar a série?

    Simples: Devin Booker precisa virar o monstro que foi nos playoffs de 2023, quando meteu 34 pontos por jogo com 59% de aproveitamento. Se ele não aparecer, podem ir arrumando as malas porque não tem como competir com esses caras do Oklahoma City.

    Mark Williams pode voltar hoje (está questionável com problemas no pé esquerdo) e seria uma boa. O cara é o melhor reboteiro do time e fez um double-double contra esse mesmo Thunder em novembro. Rebote vai ser fundamental — no Jogo 1 o OKC pegou muito mais rebotes ofensivos e isso matou o jogo.

    Outra coisa: os Suns têm que parar de perder bola como se fosse brincadeira. Foram 17 turnovers contra apenas 6 do Thunder. Resultado? Oklahoma City fez 34 pontos em cima dos erros de Phoenix, enquanto os Suns fizeram míseros 2 pontos com os turnovers adversários.

    Será que rola a virada?

    Sinceramente? Tá difícil. O Thunder tem muito mais profundidade no elenco e estão jogando em casa. Mas basquete é isso — um jogo de cada vez. Se o Booker resolver aparecer do jeito que a gente sabe que ele pode e o time conseguir mover mais a bola, quem sabe não rola uma surpresa?

    O jogo é hoje às 22h30 (horário de Brasília) no Paycom Center. Vocês acham que os Suns conseguem reagir ou vai ser mais uma goleada? Eu tô torcendo pela reação, mas confesso que não tô muito confiante não…

  • Anthony Edwards virou o líder que o Wolves sempre precisou

    Anthony Edwards virou o líder que o Wolves sempre precisou

    Mano, o Anthony Edwards tá simplesmente jogando numa frequência diferente nesses playoffs. O cara colocou 30 pontos, 10 rebotes e ainda teve que fazer papel de veterano no Jogo 2 contra o Denver — e olha que ele tem só 22 anos, gente!

    O mais impressionante nem são os números (que já são monstruosos). É a postura de liderança que o Ant-Man assumiu. Chris Finch, técnico dos Wolves, falou uma parada que me chamou atenção: mesmo depois daquela performance meio apagada no Jogo 1, Edwards ficou lá no banco motivando todo mundo quando o time estava tomando uma surra.

    A evolução de um craque

    “Ele estava calmo e dava confiança pros caras”, disse Finch. Cara, isso é coisa de veterano mesmo. Ver um moleque de 22 anos tendo essa maturidade… sinceramente, não esperava isso tão cedo dele.

    E tem outro detalhe que me impressiona: Edwards tá jogando no sacrifício, literalmente. O joelho direito dele tá zoado — tanto que ele perdeu 11 dos últimos 13 jogos da temporada regular. Mas nos playoffs? O monstro tá lá, dando tudo de si.

    Julius Randle falou uma coisa que resume bem o impacto do Edwards no vestiário: “Me motiva demais. Sinto que não posso decepcionar ele. Se ele tá lá batalhando machucado, não tem desculpa pra eu não dar meu máximo”.

    Rivalidade que tá esquentando

    Agora vem a parte mais legal: essa rivalidade com o Denver tá ficando absurda de boa. Nos últimos quatro anos, contando temporada regular e playoffs, os dois times têm 15 vitórias cada um nos últimos 30 confrontos. É literalmente 50-50!

    Naz Reid, que é um dos caras que mais entende de basquete no banco dos Wolves, resumiu perfeitamente: “Quem não ama um jogaço? Quem não quer acordar pra um jogo cheio de emoção e de vai-e-vem?”

    E é exatamente isso que temos pela frente. O Jogo 3 vai ser em Minneapolis, e o Denver vai chegar com aquela moral de time campeão. Mas, cara, se o Edwards continuar nesse nível — liderando, motivando e jogando pra caramba —, eu genuinamente acho que os Wolves podem surpreender.

    Vocês acham que o Ant consegue manter esse ritmo a série toda? Porque se conseguir, essa pode ser a temporada da virada definitiva dele de jovem talento pra superstar consolidado da liga.

  • McDaniels mete o pau na defesa dos Nuggets e time responde na ironia

    McDaniels mete o pau na defesa dos Nuggets e time responde na ironia

    Cara, eu já vi muito trash talk nos playoffs da NBA, mas o Jaden McDaniels dos Timberwolves passou dos limites na segunda-feira. Depois da vitória por 119-114 sobre o Denver, o cara simplesmente DETONOU a defesa dos Nuggets — e não foi só uma alfinetada genérica, não. O maluco citou nome por nome!

    “Eles são todos defensores ruins”, disparou McDaniels, citando Jokić, Jamal Murray, Tim Hardaway Jr., Cam Johnson e Aaron Gordon. Todos. De uma vez só. Olha, eu entendo que o clima de playoffs esquenta mesmo, mas isso aí foi pesado demais.

    A resposta gelada de Denver

    Os Nuggets não deixaram barato, óbvio. O técnico David Adelman veio com uma das respostas mais friasdo ano: “Mal posso esperar pelo podcast dele”. Destruição total em poucas palavras — adorei essa.

    Quando os repórteres insistiram no assunto, Adelman foi ainda mais cirúrgico. O cara perguntou qual era o rating defensivo dos Nuggets nos playoffs (109.6, sexto melhor), e quando um jornalista acertou, simplesmente disse “OK. Próximo”. Que frieza, monstruoso!

    “Ele é um ótimo jogador. Todo mundo tem uma caixa de som hoje em dia. Vai ajudar as redes sociais dele”, completou Adelman. Sinceramente, achei genial essa abordagem — muito melhor que entrar numa briga verbal.

    Jogadores também entraram na brincadeira

    Cam Johnson, que foi um dos citados, manteve a classe: “Não vou dar corda pra essas palhaçadas. Eles falam muito. A temporada toda, a série toda. Deixa eles falarem”.

    Já o Christian Braun foi mais direto: “Você não deveria precisar de motivação extra nos playoffs”. E ainda complementou que não ficou surpreso — aparentemente é só mais um capítulo dessa rivalidade que tá esquentando.

    Agora, vamos ser justos aqui: o McDaniels exagerou MUITO. Aaron Gordon defensor ruim? O cara é um dos melhores defensores versáteis da liga! Jokić pode não ser o Hakeem Olajuwon na defesa, mas chamar ele de “ruim” é sacanagem.

    Por outro lado, os números não mentem completamente. Denver terminou a temporada regular como 21ª defesa da NBA — não é exatamente uma muralha. E no jogo que perderam, os Wolves fizeram 142.2 pontos por 100 posses quando o Gobert saiu de quadra. Isso é absurdo de ruim.

    Vocês acham que esse tipo de provocação funciona ou só serve pra motivar ainda mais o adversário? Na minha visão, McDaniels pisou na bola — playoff já é guerra por si só, não precisa dessa lenha extra na fogueira.

    O que me impressiona é como os Nuggets reagiram com classe e ironia. Essa postura madura pode ser exatamente o que eles precisavam pra focar no que importa: resolver os problemas defensivos reais que têm pela frente.

  • Maxey mandou um “eu resolvo” e destruiu os Celtics no jogo 2

    Maxey mandou um “eu resolvo” e destruiu os Celtics no jogo 2

    Cara, que jogada do Tyrese Maxey ontem à noite! Os 76ers estavam praticamente mortos nessa série contra os Celtics — perderam o primeiro jogo por TRINTA E DOIS pontos, pareciam um time de várzea jogando contra os caras de Boston. Aí o Maxey resolve aparecer no jogo 2 e fala pro Nick Nurse: “I got it” (eu resolvo).

    E resolveu mesmo, meu amigo.

    O momento que mudou tudo

    Segundo o próprio técnico Nick Nurse contou depois do jogo, no último quarto o Maxey olhou pra ele pedindo uma jogada. O treinador chamou a jogada, mas o cara simplesmente disse: “I got it!” — três palavrinhas que resumiram toda a partida.

    “Ele só queria a bola e acho que todos pudemos ver isso”, disse Nurse. E olha, deu pra ver mesmo. Maxey fez 12 pontos só no último quarto, enterrou umas bolas de três absurdas e converteu umas bandejas que deixaram a torcida dos Celtics em silêncio.

    Show do VJ Edgecombe também

    Não posso esquecer do VJ Edgecombe, que foi o cestinha da noite com 30 pontos e ainda fez história no processo. Mas na hora H, quando a coisa ficou feia, foi o Maxey quem pegou a responsabilidade.

    O cara usou muito bem o pick-and-roll com o Adem Bona e o Andre Drummond, encontrou espaços que pareciam impossíveis e simplesmente decidiu que os Celtics não iam ganhar esse jogo. Final: 111-97 para os Sixers, série empatada em 1-1.

    Sinceramente, eu não esperava isso dos 76ers sem o Embiid. O cara está machucado e todo mundo achava que Philly ia tomar uma varredura histórica. Mas olha só — às vezes é isso que acontece nos playoffs: um jogador resolve que não vai perder e carrega o time nas costas.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter esse ritmo pro resto da série? Porque se o Maxey continuar jogando assim, os Celtics vão ter que suar muito mais do que imaginavam.

  • Avdija rasga elogios ao brasileiro Splitter: ‘Trabalho fenomenal’

    Avdija rasga elogios ao brasileiro Splitter: ‘Trabalho fenomenal’

    Sinceramente, quem diria que 2026 seria o ano do Tiago Splitter? O nosso brasileiro que brilhou como jogador está fazendo história como técnico, e os elogios não param de chegar.

    Deni Avdija, astro do Portland Trail Blazers, não poupou palavras para exaltar o trabalho do ex-pivô brasileiro que assumiu o comando da equipe numa situação bem complicada. “Ele foi jogado numa situação difícil. Nem sempre é fácil assumir o cargo de técnico principal de repente. Acho que ele está fazendo um trabalho fenomenal”, disse Avdija.

    De jogador campeão a técnico revelação

    Olha, eu lembro bem do Splitter nos tempos de Spurs — aquele cara sabia o que era ganhar. E parece que essa mentalidade vencedora ele trouxe pros Blazers. “Ele sabe tirar o melhor de todo mundo. Acredita em cada um dos jogadores. Nós amamos jogar pra ele”, continuou Avdija.

    E não é papo furado não. Os Blazers empataram a série dos playoffs contra o San Antonio Spurs em 1-1 depois de vencerem por 106-103. Quem apostava neles conseguindo isso depois da saída turbulenta do Chauncey Billups?

    O brasileiro que pode fazer história

    A história do Splitter assumindo é meio cinematográfica, né? Billups se meteu numa encrenca federal por apostas (que situação!), e nosso brasileiro teve que assumir o time no meio da temporada. Primeira vez como técnico principal na NBA, pressão total.

    “Ele é um vencedor, um competidor, sabe o que é ganhar um campeonato. Vocês podem ver que ele é apaixonado e tem todas as ferramentas pra ser um grande técnico”, finalizou Avdija sobre o brasileiro.

    E aí, acham que o Splitter vai ficar definitivo no cargo? Eu, particularmente, acho que seria uma injustiça não dar a oportunidade oficial pra ele depois dessa campanha. O cara pegou um time em reconstrução e botou nos playoffs!

    Ver um brasileiro comandando time na NBA e recebendo esse reconhecimento é de arrepiar. Splitter sempre foi inteligente como jogador, e agora tá provando que sabe passar isso pros outros também.

  • Wemby sofre concussão e Spurs perdem controle da série

    Wemby sofre concussão e Spurs perdem controle da série

    Cara, que pesadelo pros Spurs. Victor Wembanyama acabou de ganhar o prêmio de Melhor Defensor da temporada por unanimidade — coisa que quase nunca acontece — e aí vai o cara e sofre uma concussão feia no segundo jogo contra o Portland.

    A sequência foi assustadora, não vou mentir. O Wemby tentou uma penetração, se enroscou com o Jrue Holiday dos Blazers e plantou a cara no chão de uma forma que deu arrepio só de ver. Ficou uns segundos parado lá, depois se arrastou até o poste da cesta. Dá até pra imaginar o desespero da torcida do Spurs vendo aquilo.

    E agora, como fica a série?

    O protocolo da NBA é cruel: 48 horas obrigatórias fora antes de qualquer avaliação. Ou seja, no mínimo o jogo 3 ele não joga. E olha que os Spurs perderam esse jogo 2 por apenas 106-103 — uma diferença que o Wemby facilmente cobriria.

    O mais frustrante? San Antonio até jogou bem defensivamente sem ele. Seguraram Portland em apenas 76.1 pontos por 100 posses — número de elite. Ganharam no rebote, controlaram as transições. Mas aí vem o problema: o ataque virou uma zona de guerra.

    Stephon Castle e De’Aaron Fox, que deveriam assumir a responsabilidade, fizeram apenas 2 de 10 arremessos no último período. Devin Vassell tentou salvar com 16 pontos, mas errou todos os cinco arremessos de 3, incluindo o último que forçaria a prorrogação. Sinceramente, dói de assistir.

    Portland não tá de brincadeira

    E vocês acham que o Trail Blazers vai facilitar? Que nada. Jrue Holiday, Toumani Camara e Scoot Henderson formam um trio de defensores que é o pesadelo de qualquer armador. Esses caras sabem usar a fisicalidade permitida nos playoffs pra incomodar mesmo.

    Na minha visão, esse foi exatamente o cenário que San Antonio queria evitar: dar esperança e momentum pro adversário. Portland tem uma das 10 melhores defesas da liga desde fevereiro, e agora eles provaram que conseguem competir mesmo sem ter o melhor jogador em quadra.

    O técnico Mitch Johnson até tentou passar pano: “Os caras lutaram pra caramba”. Mas a real é que sem Wembanyama, os Spurs perdem muito mais que pontos e rebotes — perdem aquela presença intimidadora que muda o jogo dos oponentes.

    Série empatada em 1-1, e agora a pressão vira totalmente. San Antonio precisa descobrir como vencer sem seu monstro de 2,24m. Será que conseguem? Ou Portland vai aproveitar essa janela de oportunidade pra fazer a zebra?