Tag: NBA Playoffs

  • Scoot Henderson explode com 31 pontos e empata série contra os Spurs

    Scoot Henderson explode com 31 pontos e empata série contra os Spurs

    Cara, eu tava esperando esse momento há três anos. Scoot Henderson finalmente mostrou por que foi escolhido em terceiro lugar no Draft de 2023 — e que timing absurdo pra fazer isso.

    O garoto meteu 31 pontos na cara do Wembanyama, em San Antonio mesmo, e empatou a série dos playoffs em 1-1 pros Blazers. Onze de dezessete arremessos. Monstro demais.

    A ressurreição do Scoot

    Olha, não vou mentir — eu tava começando a ficar preocupado com o Henderson. Enquanto o Wemby virou unanimidade no prêmio de Melhor Defensor e tá concorrendo a MVP, o Scoot passou boa parte da temporada no departamento médico. Cinquenta e dois jogos perdidos por causa de uma lesão feia no tendão da coxa.

    Quando voltou em fevereiro, os Blazers trataram ele como cristal. Começou apenas 10 dos 30 jogos que conseguiu disputar na temporada regular. E adivinha? Nem uma vez ele fez 30 pontos durante a temporada. Aí chega nos playoffs e faz 31 no segundo jogo da série. Playoff basketball hits different, né?

    “Não sei se tenho palavras para isso”, disse o técnico Tiago Splitter (sim, nosso Tiago!). “Foi o melhor jogo da temporada dele, talvez da carreira.” E eu concordo completamente — defensivamente ele também foi espetacular, não foi só ofensivo não.

    Vegas, 2022: onde tudo começou

    Lembram daqueles jogos em Las Vegas antes do Draft? Henderson pelo Ignite, Wemby pelos Metropolitans. O Scoot ganhou o primeiro com 28 pontos e 9 assistências. O francês respondeu no segundo com 36 e 11 rebotes. Foi tipo um preview do que tava por vir.

    Só que três anos depois, um tá brigando por MVP e o outro tava tentando se manter saudável. Até anteontem, né? Porque agora a conversa mudou completamente.

    Henderson falou que teve um pressentimento na terça de manhã. “Era só um sentimento. Eu tava me falando na noite anterior: ‘Ataca’. Eles não conseguem te parar.” E não conseguiram mesmo. O cara foi pra cima desde o primeiro minuto, atacando o garrafão sempre que tocava na bola.

    E vocês acham que isso muda tudo pra ele? Porque sinceramente, se o Scoot conseguir manter essa consistência e ficar longe do departamento médico, os Blazers podem ser bem mais perigosos do que todo mundo imagina. Jogo 3 é na sexta — quero ver se ele consegue repetir a dose.

  • VJ e Maxey fazem 59 pontos e calam Boston no Game 2

    VJ e Maxey fazem 59 pontos e calam Boston no Game 2

    Cara, que jogaço foi esse no TD Garden! Os Sixers empataram a série contra os Celtics em 1-1 com uma vitória absolutamente dominante por 111-97. E sabe quem foram os protagonistas? VJ Edgecombe e Tyrese Maxey combinaram pra fazer 59 pontos e literalmente silenciaram aquela torcida barulhenta de Boston.

    O susto que virou show do VJ

    Olha, por um momento eu achei que ia dar ruim. O VJ levou uma pancada feia no primeiro quarto indo buscar um rebote defensivo — dessas que você vê e já pensa ‘eita, machucou’. Ele até saiu de quadra, mas voltou no final do primeiro período.

    E aí que a mágica aconteceu. O rookie simplesmente pegou fogo no segundo quarto: 16 pontos, sendo 6 de 9 nos arremessos de quadra e um absurdo 4 de 5 nas bolas de três. Sinceramente, foi heroico. Os Sixers estavam tomando um baile (Boston abriu 16-0 no começo), mas o garoto assumiu o protagonismo e virou completamente o jogo.

    No final das contas, VJ terminou com 30 pontos, 10 rebotes, 2 assistências e 2 roubos de bola. Double-double tranquilo, e mais importante: mostrou personalidade quando o time mais precisava.

    Maxey decidiu na reta final

    Se o VJ foi o cara dos primeiros três quartos, o Maxey guardou o melhor pro final. Ele tava meio sumido até então, mas no último período explodiu com 12 pontos — incluindo umas bolas de três na hora certa pra selar a vitória.

    É isso que eu gosto de ver: veterano sendo veterano. Quando os Celtics ameaçaram uma reação, lá vem o Maxey com arremessos cirúrgicos pra acabar com qualquer esperança de comeback. No total, ele fez 29 pontos na noite.

    A dupla somou 59 pontos e mostrou que essa série vai ser muito mais equilibrada do que parecia depois do Game 1. Vocês acham que conseguem manter esse nível jogando em casa?

    Agora é série empatada voltando pra Philadelphia. O Wells Fargo Center vai estar pegando fogo na sexta-feira pro Game 3. Depois desse show no TD Garden, eu tô genuinamente empolgado pra ver como vai ser essa sequência em casa.

    Uma coisa é certa: se o VJ continuar jogando assim e o Maxey mantiver essa frieza nos momentos decisivos, os Sixers têm tudo pra incomodar muito Boston nessa série.

  • 3 culpados pela derrota feia dos Celtics no Jogo 2

    3 culpados pela derrota feia dos Celtics no Jogo 2

    Olha, eu não esperava que o Boston Celtics fosse entregar o Jogo 2 desse jeito pro Philadelphia 76ers. Mas foi exatamente isso que rolou na terça-feira à noite — uma derrota que não veio por azar ou uma sequência ruim, mas sim por falha dos caras que mais importam.

    Vou ser direto: Jayson Tatum, Derrick White e Payton Pritchard simplesmente não apareceram quando o time mais precisava. E cara, numa série de playoffs, isso é imperdoável.

    Tatum jogou como um All-Star comum, não como astro

    O Tatum fez 16 pontos com 7/13 nos arremessos. Em qualquer jogo da temporada regular, você diria “eficiência boa”. Mas contra o Sixers? Com a defesa deles sem muito poder no garrafão? Mano, precisava de muito mais.

    O Boston acertou apenas 39,3% dos arremessos e um horroroso 13/47 de três pontos. Nessas horas é que você vê a diferença entre um jogador bom e um astro de verdade. O Tatum não conseguiu quebrar a defesa nem criar jogadas de alto nível pros companheiros. E defensivamente? Deixou o Tyrese Maxey e o novato VJ Edgecombe combinarem 59 pontos. Absurdo.

    Sinceramente, acho que ele ainda não entendeu que precisa assumir o protagonismo total em jogos assim. Ser “sólido” não basta quando você é a cara do time.

    White sumiu na hora H

    O Derrick White é aquele cara que você conta pra manter tudo funcionando. Sabe, o cara que acerta os arremessos abertos, organiza o jogo, e marca bem. Só que terça-feira ele fez 2/8 dos arremessos e apenas 1/6 de três.

    Cara, quando o White não acerta os chutes abertos, a defesa pode se concentrar ainda mais no Tatum e no Jaylen Brown. É um efeito dominó terrível. E defensivamente? O Maxey e o Edgecombe fizeram o que quiseram com ele na quadra.

    Pra um cara considerado o melhor defensor perimetral do time, foi uma apresentação bem decepcionante. Você esperava mais dele numa situação dessas, né?

    Pritchard deixou o banco na mão

    Com o quinteto titular sofrendo pra pontuar (só o Brown jogou bem, com 36 pontos), o banco precisava aparecer. O Payton Pritchard é contratado justamente pra isso — entrar e dar aquela injetada na pontuação.

    Mas não rolou. Zero impacto ofensivo numa noite que o Celtics desesperadamente precisava de pontos. E defensivamente? Os caras do Sixers atacaram ele a noite toda, explorando cada mismatch possível.

    Em playoffs, esses minutos do banco fazem toda diferença. Quando não rendem nada, complica muito a vida do time titular.

    E aí, vocês acham que esses três vão conseguir se redimir no próximo jogo? Porque se não conseguirem, essa série pode ficar bem complicada pro Boston…

  • Novo dono dos Blazers já tá cortando custos até no hotel dos jogadores

    Novo dono dos Blazers já tá cortando custos até no hotel dos jogadores

    Cara, quando eu vi essa notícia sobre o Tom Dundon cortando gastos dos Trail Blazers, pensei: “Lá vamos nós de novo com dono pão-duro na NBA”. O cara mal assumiu a franquia há um mês e já tá fazendo uma economia que chega a ser constrangedora.

    Olha só a situação: os Blazers voltaram aos playoffs depois de cinco anos (coisa boa, né?), mas os jogadores two-way nem viajaram com o time pra San Antonio enfrentar os Spurs. Isso mesmo, ficaram em casa. Todos os outros sete times que jogaram fora de casa levaram seus caras two-way junto — é tradição, faz parte do grupo. Mas não, o Dundon achou que podia economizar umas passagens aéreas.

    A polêmica das camisetas dos playoffs

    E não parou por aí. Vocês viram como os Spurs capricharam naquelas camisetas lindas pro playoff? Turquesa, rosa e laranja, homenageando o logo antigo e a festa Fiesta San Antonio. Um show à parte. Já os Blazers anunciaram que não vão distribuir camiseta nenhuma pros torcedores no Moda Center.

    A revolta foi tanta que o co-proprietário Sheel Tyle teve que ir no X (antigo Twitter) prometer que iam “fazer outra coisa”. Sinceramente, que mico. Você volta aos playoffs depois de meio década e não consegue nem bancar umas camisetas pros seus torcedores?

    O histórico “econômico” do novo dono

    O Tom Dundon não é novato nessa de cortar custos. O cara comprou o Carolina Hurricanes em 2017 e fez a mesma coisa — demitiu locutores, cortou salários da comissão técnica, o pacote completo da economia selvagem.

    Mas olha, devo admitir uma coisa: funcionou no hockey. Os Hurricanes fizeram oito playoffs seguidos desde então, com três aparições na final da Conferência Leste. Então talvez o cara saiba o que tá fazendo? Ou será que basquete é diferente de hockey?

    “Eu acho que ele pensa que isso é só o começo”, disse uma fonte anônima do time pro The Athletic. “Ele passou por tempos difíceis em Carolina, mas no fim todo mundo só se importa com vitórias.” Faz sentido, mas cara… cortar viagem de jogador e camiseta de torcedor?

    A mudança deve tá sendo um choque cultural gigante em Portland. Paul Allen, que foi dono dos Blazers por 30 anos até morrer em 2018, era o oposto — tratava todo mundo como rei. O cara co-fundou a Microsoft, não ligava muito pra grana. A irmã dele, Jody, manteve o mesmo padrão.

    Agora os funcionários tão tendo que fazer check-out do hotel uma hora mais cedo pra economizar diária. Juro, uma hora mais cedo! Isso é nível de economia doméstica, não de time que vale 4,25 bilhões de dólares.

    E aí, vocês acham que essa economia toda vai valer a pena se os Blazers virarem uma potência? Ou será que tem coisa que não dá pra cortar sem afetar o moral do grupo?

  • Pistons precisam de milagre: só um jogo pra salvar a temporada

    Pistons precisam de milagre: só um jogo pra salvar a temporada

    Cara, eu ainda não acredito no que vi no Jogo 1 entre Pistons e Magic. Detroit passou a temporada INTEIRA na liderança da Conferência Leste — não teve um dia sequer fora do primeiro lugar — e chega nos playoffs pra entregar uma das performances mais constrangedoras que já vi.

    O Orlando Magic, oitavo colocado, simplesmente não deixou Detroit liderar nem por um segundo. Nem quando Cade Cunningham fez 39 pontos (trinta e nove!), os Pistons pareceram capazes de assumir o controle do jogo. Foi humilhante.

    A realidade cruel dos playoffs

    Olha, eu sempre defendia Detroit quando todo mundo falava que Celtics, Knicks e Cavs eram os verdadeiros candidatos ao título. “Os caras não tão vendo os Pistons jogando”, eu falava. Agora? Os haters têm toda razão pra dobrar a aposta contra a gente.

    O problema é que playoff não é temporada regular. Você tem tempo demais pra estudar o adversário, montar esquemas específicos. E o Magic fez a lição de casa: fechou completamente o garrafão pros Pistons. Pra um time que não tem arremesso exterior consistente como Detroit, isso foi um desastre completo.

    Quer um número que dói? 34 pontos no paint. Trinta e quatro. O mesmo time que fez 80 pontos na área contra o Brooklyn e pelo menos 60 pontos no garrafão em 38 jogos na temporada conseguiu míseros 34 contra Orlando.

    Jalen Duren sumiu quando mais precisava

    E o Duren? Meu amigo, melhor nem falar. O cara foi completamente anulado — só dois jogadores do Magic tentaram menos arremessos que ele. Na defesa então, foi um festival de cortes pelas costas e posições perdidas. Sinceramente, foi doloroso de assistir.

    Mas sabe o que me deixa com um pingo de esperança? Cade mostrou que aguenta a pressão dos playoffs. 39 pontos provam que ele pode resolver sozinho quando precisa. O problema é que basquete é esporte coletivo, e ele precisa da ajuda dos companheiros.

    A questão agora é: como Detroit vai ajustar? Precisam usar mais o Duren no short-roll, deixar ele trabalhar de frente pro aro em vez de só tentar enfiá-lo no poste baixo. Qualquer coisa pra criar pelo menos um pouco de espaçamento e dar trabalho pra defesa do Magic.

    Quarta-feira é tudo ou nada

    Se os Pistons não conseguirem ajustar no Jogo 2 em casa — e olha que Little Caesars Arena vai estar pegando fogo —, a temporada acabou. Mais que isso: vai ser hora de repensar todo esse projeto.

    Porque se é tão fácil assim anular seu ataque só colocando defensores melhores em quadra, então você não tem fórmula pra ser campeão. E aí Detroit vai ter que tomar decisões difíceis sobre quem faz parte desse futuro de candidato ao título.

    Cunningham já provou que é o cara. Agora os outros precisam aparecer, ou essa história linda de temporada regular vai virar apenas mais uma frustração na história dos Pistons. Vocês acham que eles conseguem dar a volta por cima, ou já era?

  • Wemby sofre concussão após queda feia contra Portland nos playoffs

    Wemby sofre concussão após queda feia contra Portland nos playoffs

    Cara, que susto foi esse no jogo de ontem. Victor Wembanyama, nosso fenômeno francês de 2,24m, teve que entrar no protocolo de concussão da NBA após uma queda de dar dó no segundo quarto da derrota do San Antonio Spurs por 106-103 para o Portland Trail Blazers.

    A situação foi assim: Wemby estava fazendo uma jogada no garrafão, recebeu falta do Jrue Holiday e não conseguiu se proteger na queda. O queixo dele bateu direto no chão com força total. Ficou uns 30 segundos caído antes de conseguir se sentar e conversar com o Castle. Quando o técnico Mitch Johnson pediu tempo, ele saiu correndo direto pro vestiário.

    Protocolo rigoroso pode tirar Wemby do jogo 3

    “Ele tem concussão. Está no protocolo”, disse Johnson após o jogo. E olha, o protocolo da NBA não brinca em serviço – são no mínimo 48 horas parado, testes neurológicos e liberação médica. O jogo 3 é na sexta em Portland, então parece bem difícil ele estar em quadra.

    Sinceramente? Prefiro que ele fique fora mesmo se não estiver 100%. Concussão não é brincadeira, ainda mais com um jogador que é o futuro da franquia. O Spurs teve o segundo melhor recorde da liga essa temporada justamente por causa do que esse monstro faz em quadra.

    Spurs precisam mostrar que aprenderam a jogar sem o alien

    A boa notícia é que San Antonio tem um recorde decente sem Wembanyama – foram 12 vitórias em 18 jogos na temporada regular. O Luke Kornet entrou no lugar dele e fez um trabalho honesto: 10 pontos e 9 rebotes em 28 minutos.

    “Todos nós temos que dar um passo à frente”, disse Devin Vassell. “Sabemos o que o Vic traz para a mesa. Já jogamos sem ele alguns jogos este ano.”

    Mas vamos combinar – perder uma vantagem de 14 pontos no último quarto dos playoffs pela primeira vez desde 2003? Isso dói. E mostra como Wemby faz falta mesmo.

    O que mais me impressiona é que o cara acabou de ganhar o prêmio de Melhor Defensor do Ano por unanimidade na segunda-feira, com médias absurdas de 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo. Aí no outro dia acontece isso.

    Vocês acham que o Spurs consegue segurar a série sem o alien? Ou Portland vai aproveitar pra virar o jogo?

  • Wemby sofre concussão em queda feia e Spurs podem ter problema

    Wemby sofre concussão em queda feia e Spurs podem ter problema

    Gente, a coisa ficou séria pra turma do San Antonio. Victor Wembanyama, o francês monstro de 2,24m que tá revolucionando a liga, sofreu uma concussão depois de uma queda de cara no chão durante a derrota dos Spurs por 106-103 pro Portland Trail Blazers nos playoffs.

    A cena foi meio assustadora, não vou mentir. Wemby estava girando no garrafão, tomou uma falta do Jrue Holiday e não conseguiu se proteger na queda — o queixo dele bateu direto na quadra. Ficou uns 30 segundos caído antes de conseguir sentar e conversar com o Stephon Castle.

    Protocolo rígido da NBA entra em ação

    “Ele tem uma concussão e está no protocolo”, confirmou o técnico Mitch Johnson depois do jogo. E olha, pelo que sabemos das regras da NBA, a situação não é simples. O jogador precisa ficar pelo menos 48 horas em repouso, passar por uma bateria de testes neurológicos e só volta quando estiver 100% liberado pelos médicos.

    O Jogo 3 é na sexta-feira em Portland. Sinceramente? Parece quase impossível que o Wemby esteja disponível. Johnson não quis especular, mas a matemática não favorece: “O protocolo é o protocolo”, disse ele.

    E cara, que timing ruim. Na segunda-feira, Wemby tinha acabado de ganhar o prêmio de Melhor Defensor do Ano por unanimidade — merecidíssimo, diga-se de passagem. O cara vinha fazendo uma temporada absurda: 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo.

    Spurs vão ter que se reinventar rapidamente

    A grande questão agora é: como San Antonio vai se virar sem sua estrela? Os Spurs até têm um histórico razoável sem o francês — foram 12-6 na temporada regular quando ele não jogou. Mas playoffs é outra história completamente.

    “Todos nós temos que dar um passo à frente”, falou Devin Vassell. “Sabemos o que o Vic traz pra mesa. Já jogamos alguns jogos sem ele esse ano. Vai ser o próximo na fila. Todo mundo vai ter que se superar.”

    Luke Kornet assumiu o posto no segundo tempo e se saiu bem (10 pontos e 9 rebotes), mas convenhamos — substituir um fenômeno de 2,24m que bloqueia tudo quanto é arremesso não é tarefa pras mais fáceis.

    O mais doloroso? Os Spurs estavam com 14 pontos de vantagem no último quarto e entregaram o jogo. Foi a primeira vez desde 2003 que eles perderam uma vantagem dessas nos playoffs. Vocês acham que seria diferente com Wemby em quadra? Eu acho que sim.

    Tiago Splitter, técnico do Portland, também ficou preocupado com as imagens da queda: “Foi assustador. Eu vi as imagens. Não foi bom.” Pelo menos o respeito entre os profissionais tá aí.

    Agora é torcer pro Wemby se recuperar logo e bem. Sem ele, fica muito mais difícil pros Spurs sonharem com algo grande nestes playoffs. E olha que eles voltaram pra pós-temporada depois de cinco anos — seria uma pena desperdiçar essa oportunidade.

  • VJ Edgecombe explode e Sixers roubam jogo 2 em Boston!

    VJ Edgecombe explode e Sixers roubam jogo 2 em Boston!

    Cara, quem disse que os Sixers iam passar vergonha em Boston não viu o que rolou ontem à noite. VJ Edgecombe simplesmente decidiu que ia dominar o playoff da NBA e liderou uma virada histórica no TD Garden, com direito a vitória por 111-97 sobre os Celtics.

    Olha, eu já esperava que o Tyrese Maxey ia jogar bem – 29 pontos e 9 assistências -, mas o que não esperava era ver um rookie chamado VJ Edgecombe meter 30 pontos e pegar 10 rebotes como se fosse veterano de playoff. Monstro total.

    Edgecombe rouba a cena no Garden

    Sinceramente? Quando vi o garoto caindo pesado no primeiro quarto e mancando pro vestiário, pensei “acabou”. Mas o moleque voltou no segundo tempo e meteu QUATRO bolas de três só no primeiro tempo. Quatro! Em Boston! No playoff!

    E o mais absurdo: segundo os caras da estatística, foram os mais pontos de um rookie em um quarto de playoff desde o Tyler Herro lá na bolha de 2020. Imagina a pressão que é jogar no Garden dos Celtics e ainda assim conseguir brilhar desse jeito?

    Paul George também fez a sua parte com 19 pontos em 7/13 arremessos – finalmente o PG que a gente conhece apareceu. Porque, convenhamos, no jogo 1 ele passou em branco.

    Celtics sentem o peso da casa

    Do lado dos Celtics, o Jaylen Brown tentou carregar o time nas costas com 36 pontos (foi o cestinha da partida), mas não adiantou. Aliás, o cara ainda tomou uma técnica por enforcar a cesta numa enterrada violenta no Adem Bona – típico playoff da NBA.

    O que me chamou atenção foi como os Sixers conseguiram controlar os rebotes ofensivos no segundo tempo. No começo do jogo, Boston tava pegando rebote ofensivo à vontade, mas depois do intervalo a coisa mudou completamente.

    E vocês viram aquele lance do Quentin Grimes bloqueando o arremesso do Payton Pritchard por trás? Que defesa absurda! Esses detalhes fazem toda diferença no playoff.

    Agora a série tá 1-1 e voltando pra Filadélfia. Claro que ainda falta o Joel Embiid (que continua se recuperando da cirurgia de apendicite), mas se o Edgecombe continuar jogando assim… cara, os Celtics vão ter trabalho.

    E aí, galera do Sexto Homem – vocês acham que esse foi só um jogo isolado do VJ ou ele realmente chegou pra ficar no playoff? Eu tô começando a acreditar que os Sixers podem incomodar muito mais do que todo mundo imaginava.

  • Wemby saiu machucado do jogo 2 e pode ficar fora dos playoffs

    Wemby saiu machucado do jogo 2 e pode ficar fora dos playoffs

    Galera, a notícia que ninguém queria ouvir chegou. Victor Wembanyama saiu de quadra no jogo 2 contra o Portland Trail Blazers depois de bater a cabeça no chão e entrar no protocolo de concussão da NBA.

    A jogada aconteceu no segundo quarto, faltando 8:57 para o fim do período. O Wemby estava atacando quando o Jrue Holiday aplicou aquela clássica “puxada de cadeira” — vocês sabem, né? O cara fingia que ia dar a falta e se afasta na última hora. O problema é que o francês caiu de cara no chão e bateu o queixo com força total na quadra.

    O susto foi real

    Cara, foi assustador de assistir. Pelo vídeo que circulou nas redes, dá pra ver que ele ficou meio zonzo por alguns segundos depois da pancada. Tentou levantar, pareceu confuso, sentou de novo e foi direto pro vestiário. Não voltou mais pro jogo.

    Sinceramente? Achei que foi a decisão certa tirá-lo de quadra imediatamente. Concussão não é brincadeira, ainda mais num cara de 2,24m que já tem todo aquele histórico de lesões que a gente fica preocupado.

    E agora, como fica a série?

    Olha, não tem prazo definido pra voltar de uma concussão. O protocolo da NBA exige que o jogador passe em vários testes e fique pelo menos 24 horas sem sintomas antes de ser liberado. A média de retorno costuma ser entre 5 a 7 dias, o que significa que ele pode perder até o jogo 5.

    O lado positivo (se é que dá pra chamar de positivo) é que o San Antonio fez 2-1 contra o Portland na temporada regular sem o Wemby. Mas playoffs são outro nível, né? A intensidade é completamente diferente.

    Quando ele saiu, tinha jogado apenas 12 minutos com 5 pontos e 4 rebotes. Os Spurs estavam perdendo por 32-34, mas conseguiram empatar em 57-57 no intervalo. E aí, vocês acham que o time consegue segurar a onda sem o gigante francês?

    Esperança é que seja só um susto e ele volte logo. Porque ver os playoffs sem o Wemby fazendo aquelas enterradas monstruosas não é a mesma coisa.

  • Wemby no protocolo de concussão: Spurs em perigo nos playoffs

    Wemby no protocolo de concussão: Spurs em perigo nos playoffs

    Gente, que sufoco. O Victor Wembanyama caiu de cara no chão ontem à noite e agora está no protocolo de concussão da NBA. O francês de 2,24m saiu machucado no segundo quarto da derrota por 106-103 para o Portland Trail Blazers, e agora a série está empatada 1-1.

    A queda foi feia, não vou mentir. Wemby tentou uma jogada no garrafão, sofreu falta do Jrue Holiday e não conseguiu se equilibrar. Bateu o queixo no chão com tudo — deu até pra ouvir o barulho pela TV. Ficou uns 30 segundos no chão conversando com o Stephon Castle antes de conseguir sentar.

    San Antonio pode perder seu monstro

    Olha, se o Wembanyama ficar fora por mais tempo, o Spurs tá ferrado. O cara acabou de ganhar o prêmio de Melhor Defensor da NBA de forma UNÂNIME aos 22 anos — primeira vez na história que alguém tão novo consegue isso. E não é à toa: 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos de média na temporada.

    O protocolo de concussão da NBA é rígido mesmo. Mínimo de 48 horas parado, testes neurológicos, avaliação médica… não é brincadeira. E sem ele, como é que o Spurs vai segurar essa defesa? O cara é praticamente uma parede humana ali embaixo.

    Mas vocês viram como Portland reagiu? Scoot Henderson meteu 31 pontos e comandou uma virada absurda. Os Blazers seguraram San Antonio sem arremesso de quadra nos últimos 3min37s e fecharam com uma corrida de 11-2. Robert Williams III ainda cravou uma enterrada de alley-oop faltando 12 segundos — que frieza!

    Spurs desperdiçaram vantagem de 14 pontos

    Sinceramente, achei que o Spurs ia conseguir segurar o jogo mesmo sem o Wemby. Chegaram a abrir 14 pontos no último quarto! Mas aí o ataque travou completamente e Portland mostrou porque chegou nos playoffs.

    Castle fez sua parte com 18 pontos, Fox contribuiu com 17, mas não foi suficiente. E agora? Jogo 3 é na sexta-feira em Portland, e se Wembanyama não estiver 100%, as coisas ficam bem complicadas para San Antonio.

    Os Spurs estão nos playoffs pela primeira vez desde 2019 — era pra ser uma volta triunfal, mas agora pode virar pesadelo. E aí, vocês acham que conseguem vencer em Portland sem o francês?