Tag: NBA Playoffs

  • Wolves ressuscitam e empatam série com Denver depois de 19 pontos atrás

    Wolves ressuscitam e empatam série com Denver depois de 19 pontos atrás

    Cara, que jogaço foi esse ontem à noite! Os Timberwolves simplesmente ressuscitaram dos mortos e empataram a série com Denver em 1-1 depois de uma virada épica, saindo de 19 pontos de desvantagem pra vencer por 119-114. E olha, eu tava quase desligando a TV no primeiro quarto…

    Denver quase acabou com tudo no primeiro tempo

    Os Nuggets começaram simplesmente destroçando tudo que aparecia pela frente. 44-25 no primeiro quarto — parecia que iam ganhar de 30. Murray estava pegando fogo (acabou com 30 pontos), Jokic dominando o garrafão, e Minnesota parecia ainda estar no vestiário.

    Mas aí que tá a mágica dos playoffs, né? Nunca se sabe o que pode acontecer.

    Os Wolves começaram a roer a diferença devagarzinho, e se não fosse por uma cesta absolutamente surreal do Murray — literalmente da metade da quadra no final do segundo quarto — eles já estariam na frente no intervalo. Que arremesso foi aquele, mano?

    Ant-Man e os heróis improváveis

    Anthony Edwards fez o que tinha que fazer: 30 pontos e 10 rebotes. O moleque é um monstro mesmo, não tem como. Mas quem realmente me surpreendeu foi o Donte DiVincenzo — 16 pontos e duas jogadas decisivas no final que praticamente selaram a vitória.

    Julius Randle também deu sua contribuição com 24 pontos. Sinceramente, eu não esperava que esse time conseguisse reagir depois daquele primeiro quarto desastroso, mas é isso que separa os grandes times dos medianos nos playoffs.

    Jokic tentou carregar o time no terceiro quarto (14 pontos só no período), mas no final das contas, tanto ele quanto Murray sumiram na reta final. Apenas 2 de 13 nos últimos 12 minutos — isso é imperdoável numa partida de playoff.

    E vocês viram aquela enterrada do Jokic por cima do Gobert? O cara de 2,08m voando… Absurdo!

    Agora a série volta pra Minneapolis empatada, e eu tenho que admitir: essa vem sendo disparada a série mais emocionante dos playoffs até agora. Denver nunca deixou os Wolves subirem de um 0-2, mas agora com o empate, qualquer coisa pode acontecer.

    Quinta-feira tem mais, no Target Center. Quem vocês acham que leva?

  • O Big 3 dos Cavs simplesmente destroçou os Raptors no Jogo 2

    O Big 3 dos Cavs simplesmente destroçou os Raptors no Jogo 2

    Cara, eu não esperava que o trio Mitchell, Harden e Mobley já funcionasse tão bem assim nos playoffs. E olha que eles mal jogaram juntos na temporada regular! Mas ontem à noite em Cleveland foi um verdadeiro show — os Cavaliers bateram os Raptors por 115-105 e abriram 2-0 na série.

    Mitchell fez 30 pontos (com quatro bombas de três), Harden cravou 28 e ainda roubou cinco bolas, e o Mobley? Simplesmente perfeito: 25 pontos com 11 de 13 arremessos convertidos. Monstro demais.

    Harden mudou o jogo na defesa

    Sinceramente, eu achava que o Barba ia ser mais um problema defensivo pros Cavs, mas o cara tá provando o contrário. Cinco roubadas de bola! E segundo o próprio Mitchell, foi a comunicação defensiva do veterano que fez toda a diferença.

    “Ele é obviamente um talento ofensivo de outro mundo, mas o que mais me chama atenção é como ele se comunica sobre defesa”, disse Mitchell. “Eu fico falando sobre o que podemos fazer no ataque, e ele: ‘Cara, só precisamos de três paradas defensivas seguidas’”.

    E funcionou, né? Os Raptors perderam 22 bolas (recorde da temporada deles), que viraram 22 pontos pros Cavs. Quando um cara como Harden — que já foi MVP — chega falando de defesa, todo mundo escuta.

    Mobley continua sendo um monstro dos dois lados

    O garoto é simplesmente incrível. Oito rebotes, 25 pontos com aproveitamento absurdo, e ainda por cima fazendo a vida dos Raptors no garrafão um inferno. Lembram que ele foi o Defensor do Ano em 2025? Pois é, continua mostrando por quê.

    Teve uma jogada no quarto período que foi poesia pura: Mobley forçou o Mamukelashvili a errar na área, Harden roubou a bola e Mitchell finalizou com uma bandeja. Trio funcionando que é uma beleza.

    O mais louco é que isso foi apenas a quarta vez na história da franquia que três jogadores dos Cavs fizeram 25+ pontos num jogo de playoff. E olha que esses caras mal se conhecem ainda!

    Agora é manter o foco em Toronto

    Mitchell já emplacou seis jogos com 30+ pontos nos últimos sete playoffs que disputou. O cara é clutch puro. No último período, fez sete pontos consecutivos pra abrir 106-90, incluindo uma jogada de cinema: arremesso em fade away de 13 pés tocando na tabela. Showtime.

    O Jogo 3 é quinta-feira em Toronto, e vocês acham que os Raptors conseguem reagir? Porque, olha, esse trio dos Cavs tá com cara de quem veio pra incomodar muito na pós-temporada. Harden ainda passou o Rajon Rondo em assistências nos playoffs (1.139 agora) — só de curiosidade mesmo.

    Na minha opinião, se esses três continuarem jogando assim e se entendendo melhor a cada jogo, os Cavaliers podem ir longe. Muito longe mesmo.

  • CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    Cara, eu nunca pensei que ia ver CJ McCollum virando o novo pesadelo dos torcedores do Knicks no Madison Square Garden. Mas foi exatamente isso que rolou na madrugada de segunda.

    O veterano de 34 anos simplesmente resolveu destruir tudo em Nova York, marcando 32 pontos e liderando os Hawks numa virada absurda de 107-106 que empatou a série dos playoffs em 1-1. E olha, a situação dele é bem louca se você parar pra pensar.

    De quase aposentado a herói dos playoffs

    McCollum tava praticamente com as malas prontas pra umas férias antecipadas até janeiro, quando Washington mandou ele pros Hawks na troca pelo Trae Young. Imagina só – o cara que todo mundo conhecia por Portland e New Orleans de repente se vê em Atlanta tentando preencher o vazio deixado por Young.

    E não é que deu certo? O maluco não só substituiu Young no time, como virou o novo vilão do MSG. Os torcedores dos Knicks xingaram ele de tudo quanto é nome depois que ele e José Alvarado quase partiram pro soco no terceiro quarto. Lembra do que rolou com Young em 2021? Pois é, história se repetindo.

    “Eu não sou vilão nenhum”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e esposa.” Ahan, CJ… fala isso pros torcedores do Garden que te xingaram a noite toda (risos).

    A vingança é um prato que se come frio

    O mais impressionante foi como ele fechou o jogo. Dueloou cara a cara com Jalen Brunson o tempo todo – e olha que Brunson não é moleza não. Mas McCollum tava inspirado, procurando todo 1×1 possível contra o All-Star dos Knicks.

    A cesta da virada? Um arremesso de meia distância faltando 33 segundos. Friozinho total. Depois quase entregou o jogo errando dois lances livres no final, mas Mikal Bridges não conseguiu empatar.

    Sinceramente, eu não esperava que McCollum ainda tivesse esse tipo de performance no tanque aos 34 anos. O cara passou por Portland, New Orleans, Washington e agora Atlanta – e parece que finalmente achou seu lugar no sol.

    Quin Snyder, técnico dos Hawks, sabia que precisava de liderança e pontuação para substituir Young. “Eu sentia que precisávamos dos dois”, disse ele. E pelo que vimos ontem, acertou em cheio na escolha.

    Agora os Knicks vão ter que descobrir como parar esse veterano inspirado quando a série voltar pra Atlanta. E aí, vocês acham que McCollum consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Hawks podem dar muito trabalho nessa primeira rodada.

  • Mitchell e Harden destroem os Raptors: Cavs abrem 2-0 nos playoffs

    Mitchell e Harden destroem os Raptors: Cavs abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, que dupla monstruosa! Donovan Mitchell e James Harden simplesmente resolveram o jogo e os Cleveland Cavaliers saíram de quadra com uma vitória por 115-105 sobre os Toronto Raptors, abrindo 2-0 na série dos playoffs.

    E olha, não foi aquele jogaço bonito de se ver, mas foi eficiente pra caramba. Os Cavs fizeram o que sabem fazer de melhor: executaram nos momentos decisivos e mostraram porque são favoritos nessa série.

    A defesa ditou o ritmo no começo

    O técnico Kenny Atkinson estava preocupado se o time ia entrar com a mesma intensidade depois de ter goleado no Jogo 1. Mas essa preocupação durou uns 5 minutos só. Os caras abriram oito pontos logo de cara, e sabe por quê? Defesa, meu amigo.

    Dean Wade, Harden, Sam Merrill… todo mundo que guardou Brandon Ingram deu trabalho pro cara. Ingram ficou perdido no primeiro quarto – 0 de 4 do campo, zero pontos. Zero! Isso desorganizou completamente o ataque dos Raptors, que fizeram apenas 19 pontos no primeiro período. Sinceramente, foi uma clínica defensiva.

    A vantagem de sete pontos no final do primeiro quarto diminuiu pra seis no intervalo, com Harden contribuindo com 10 pontos no segundo período. O cara tá jogando um basquete inteligente demais.

    Rajaković tentou, mas não rolou

    No terceiro quarto, o técnico dos Raptors, Darko Rajaković, resolveu apostar numa formação pequena com Collin Murray-Boyles no centro. A ideia era neutralizar o pick-and-roll dos Cavs com mais velocidade. Na teoria fazia sentido, mas na prática? Criou mais problemas ainda.

    Sem proteção no garrafão, Mitchell e Harden tiveram campo aberto pra atacar isolados. E com Evan Mobley e Jarrett Allen em quadra, os Raptors não podiam deixar esses caras sozinhos. Resultado: mais espaço pro ataque de Cleveland. Os Cavs chegaram a abrir 16 pontos de vantagem!

    Toronto ainda conseguiu diminuir pra sete pontos no final do terceiro, mas aí veio o quarto período…

    A dupla de ouro decidiu

    Mitchell: 30 pontos, 5 assistências, 7 rebotes. Harden: 28 pontos, 4 assistências, 5 roubos de bola. Monstros!

    O mais impressionante foi como eles se complementaram. Mitchell fazendo as cestas difíceis nos momentos cruciais, Harden organizando o ataque e garantindo que sempre rolasse uma jogada boa. E aqueles 5 steals do Harden? O veterano tá com fome de título, galera.

    Mobley também merece destaque. Quando os Raptors tentaram jogar pequeno, ele puniu. Quando voltaram com a formação tradicional, puniu também. ‘Vai fazer o que, né?’, como diria qualquer torcedor dos Cavs assistindo de casa.

    Agora a série vai pra Toronto, e a pergunta é: os Raptors conseguem encontrar uma resposta pra essa dupla Mitchell-Harden? Porque até agora, em dois jogos, não acharam. E se não acharem nos próximos dois jogos em casa, essa série vai acabar mais rápido do que muita gente imagina.

    O que vocês acham? Os Raptors conseguem reagir jogando em casa ou os Cavs vão confirmar o favoritismo e fechar em quatro?

  • Ingram sumiu e os Cavs tão voando nos playoffs

    Ingram sumiu e os Cavs tão voando nos playoffs

    Olha só, os Cavs simplesmente atropelaram os Raptors em casa no Jogo 2 e agora lideram a série por 2-0. E cara, foi meio constrangedor de assistir.

    O Cleveland ganhou por 115-105 mesmo tendo produzido apenas 19 pontos vindos do banco, contra 45 dos canadenses. Quando o seu quinteto inicial é TÃO superior que compensa uma diferença dessas no banco, é sinal de que a coisa tá feia pro outro lado.

    Brandon Ingram virou problema

    Sinceramente, não sei o que houve com o Ingram. O cara foi pra Toronto nesta temporada como uma das grandes adições, mas tá parecendo fantasma em quadra. No Jogo 1 fez apenas 17 pontos e ainda reclamou do técnico por ter recebido só 9 arremessos.

    No Jogo 2? Zero pontos no primeiro tempo. ZERO. Terminou a partida com míseros 7 pontos, acertando apenas 3 de 15 tentativas. Mano, é playoffs da NBA! Você não pode simplesmente sumir assim quando o time mais precisa.

    O pior é que o Ingram sempre foi meio resistente ao arremesso de 3, e isso tá limitando demais o espaçamento ofensivo dos Raptors. Com um elenco que já não tem tantos atiradores assim, ter o seu principal ala evitando arremessos de longa distância é receita pro desastre.

    O trio dos Cavs tá monstruoso

    Do outro lado, Mitchell, Mobley e James Harden estão jogando um basquete lindo de se ver. Os três combinaram pra 83 pontos no Jogo 2 — é muita pancada.

    E sabe o que mais me impressiona? Não parece aquele basquete egoísta de “agora é minha vez, depois é a sua”. O Mobley especialmente tá sacando que precisa atacar a cesta quando o Mitchell e o Harden abrem espaço pra ele. Inteligência de jogo pura.

    Vocês acham que esse trio consegue manter esse nível durante toda a pós-temporada? Porque se conseguir, os Cavs podem fazer barulho mesmo no Leste.

    Quickley faz falta demais

    Os Raptors sentiram muito a ausência do Immanuel Quickley. O Jamal Shead até que se esforça, mas 22 turnovers em um jogo de playoffs? É amador demais.

    O problema é que sem o Quickley, a responsabilidade de criação de jogadas fica toda em cima do Ingram, RJ Barrett e Scottie Barnes. E quando esses caras estão sobrecarregados, tomam decisões apressadas e o negócio vira bagunça.

    O Quickley tá com uma lesão no tendão da coxa direita, e cara, ele precisa voltar urgente se os Raptors quiserem ter alguma chance nesta série.

    Jogo 3 é quinta-feira às 21h em Toronto. Será que jogando em casa eles conseguem reagir, ou os Cavs vão encaminhar a classificação de uma vez? Eu tô achando difícil pros canadenses, mas playoffs sempre reserva surpresas.

  • Sixers x Celtics Jogo 2: onde assistir a pancadaria hoje

    Sixers x Celtics Jogo 2: onde assistir a pancadaria hoje

    Olha só, depois de levar uma surra histórica no Jogo 1 (123-91 — sim, você leu certo), o Philadelphia 76ers volta à quadra hoje para tentar não passar mais vergonha contra o Boston Celtics. E cara, a situação não tá fácil pros caras da Filadélfia.

    O Jogo 2 rola hoje às 19h (horário de Brasília) no TD Garden, e sinceramente? Eu não sei como os Sixers vão reagir depois de tomar uma goleada dessas. Foi a maior vitória dos Celtics na estreia de uma série playoff na história da franquia. Absurdo mesmo.

    Tatum voltou e tá voando

    Desde que Jayson Tatum voltou de lesão em março, os Celtics estão 14-3. O cara simplesmente não perde jogo importante. No Jogo 1, ele fez mais um double-double e agora tem 23 jogos de playoffs com pelo menos 25 pontos, 10 rebotes e 5 assistências — passou até o Wilt Chamberlain nessa lista, monstro!

    Jaylen Brown liderou a festa com 26 pontos, mas o que mais impressionou foi a distribuição: seis jogadores dos Celtics fizeram dois dígitos. Quando o time todo tá jogando assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Sixers sem Embiid = problema sério

    E aí que tá o drama dos Sixers. Joel Embiid ainda tá fora por causa da cirurgia de apendicite que rolou esse mês. Tyrese Maxey tentou carregar o piano sozinho (16 pontos, 8 assistências), mas cara… quando você é superado por 29 pontos nos seus próprios 37 minutos em quadra, a coisa não tá boa.

    O quinteto titular da Filadélfia acertou apenas 2 de 16 tentativas do perímetro. Dois de dezesseis! Enquanto isso, Boston meteu 16 bolas de três em 44 tentativas. A diferença nos arremessos de longa distância foi brutal: 36 pontos a favor dos Celtics.

    Vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar dessa? Porque olha, Joe Mazzulla (técnico de Boston) tá invencível: 6-0 em séries após vencer o Jogo 1. E essa rivalidade entre Celtics e Sixers já dura décadas — é a 23ª série de playoffs entre eles, recorde da NBA.

    Ah, e um dado que dói no coração de Filadélfia: os Celtics ganharam as últimas seis séries entre os times. A última vez que os Sixers levaram a melhor foi lá em 1982, na Final da Conferência Leste. Era outro mundo.

    Como assistir: O jogo vai passar no Peacock e NBCSN nos Estados Unidos, mas aqui no Brasil ainda não temos confirmação oficial dos canais. Torçam aí pra Liga Pass ou algum streaming pegar os direitos logo!

  • Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Cara, eu não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks tinham 14 pontos de vantagem, estavam controlando o jogo tranquilamente, e conseguiram entregar tudo de bandeja pros Hawks. 107-106 para Atlanta no final, e os torcedores saíram do MSG com cara de velório.

    Olha, eu vi esse filme antes. Time de Nova York dominando por três quartos e derretendo na reta final — é quase uma tradição. No quarto período, os Hawks fizeram 28 pontos contra apenas 15 dos Knicks. Vinte e oito contra quinze! Como que você permite isso jogando em casa?

    Josh Hart foi um monstro, mas não foi suficiente

    O Hart fez de tudo em quadra: 15 pontos, 13 rebotes, e ainda distribuiu bola. Esse cara é o tipo de jogador que faz a diferença quando os astros principais estão meio apagados. No primeiro tempo, enquanto o Towns estava sumido (só 4 pontos na primeira metade), o Hart segurou a barra junto com o Mitchell Robinson.

    Falando no Robinson, que volta por cima! O cara cravou 11 dos seus 13 pontos no primeiro tempo, pegou rebote, intimidou no garrafão. Foi exatamente isso que os Knicks precisavam dele nos playoffs. Quando o Towns finalmente acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), parecia que o jogo estava resolvido.

    Brunson lutou, mas cadê o apoio na hora H?

    Jalen Brunson fez o que sempre faz — carregar o time nas costas. 29 pontos, incluindo aquela tripla que empatou o jogo em 103-103 com pouco mais de um minuto no relógio. Mas sinceramente? O cara não pode fazer tudo sozinho, principalmente nos playoffs.

    E o Towns? Simplesmente zerou no quarto período. Zero pontos no momento mais importante do jogo. Não dá pra aceitar isso de um jogador do calibre dele, ainda mais depois de ter feito 14 no terceiro quarto. É essa inconsistência que me deixa maluco com esse time.

    CJ McCollum foi implacável

    Do outro lado, o CJ McCollum destruiu. 32 pontos e comandou a virada histórica dos Hawks. Tá, ele perdeu dois lances livres nos segundos finais que poderiam ter definido o jogo, mas mesmo assim foi ele quem manteve Atlanta viva quando parecia impossível.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar em Atlanta? Porque olha, perder um jogo que você estava ganhando por 14 pontos em casa é de doer. Agora eles vão ter que jogar na casa dos Hawks no Jogo 3, quinta-feira às 19h, e a pressão vai estar toda em cima deles.

    Essa é a NBA, galera. Um minuto você está comemorando, no outro está saindo cabisbaixo do seu próprio ginásio. Os Knicks têm time para reagir, mas precisam mostrar muito mais consistência se quiserem passar dos Hawks nessa série.

  • Embiid começa reabilitação mas 76ers levam um baile sem ele

    Embiid começa reabilitação mas 76ers levam um baile sem ele

    Olha, a situação do Joel Embiid tá complicada mesmo. O cara começou um programa de fortalecimento depois da apendicite que tirou ele de circulação há duas semanas, mas continua em Filadélfia e tá fora do jogo 2 contra os Celtics na terça.

    E os números já mostram o estrago: 123 a 91 pro Boston no primeiro jogo. Sinceramente? Era meio esperado, mas ver na prática como os Sixers ficam perdidos sem o Embiid é de doer o coração.

    O buraco que o MVP deixa

    Sem o gigante no garrafão, os Celtics puderam marcar o Tyrese Maxey e o Paul George com muito mais liberdade. É aquela coisa: quando você não tem uma ameaça real no poste, a defesa adversária fica solta pra fazer a vida dos outros difícil. E Boston fez isso muito bem — sufocaram completamente o ataque dos Sixers.

    O mais frustrante? Boston simplesmente não tem ninguém pra parar o Embiid no um contra um. Mas com ele no banco de terno, essa vantagem vira pó.

    Nick Nurse tentando consertar o estrago

    O técnico Nick Nurse foi bem direto depois da derrota. Disse que o treino de segunda foi “mais específico” que o normal. Traduzindo: os caras levaram uma bronca e tanto no vídeo.

    “Normalmente a gente passa o filme geral, ataque, defesa, jogadas especiais”, disse Nurse. “Hoje não. Fomos muito mais específicos.”

    Na minha visão, isso é código para “vocês jogaram mal pra caramba e precisam acordar”. E olha, não tá errado não.

    A esperança dos Sixers é que o Embiid volte ainda nesta série, mas a janela tá fechando rápido. Se Boston abrir 2-0, fica difícil demais — principalmente considerando que Embiid jogou só 38 jogos na temporada regular, média de 26 pontos por jogo.

    O plano original era poupar o cara durante a temporada regular justamente pra ter ele 100% nos playoffs. Aí vem uma apendicite do nada e bagunça tudo. Basquete às vezes é cruel mesmo.

    Vocês acham que os Sixers conseguem pelo menos equilibrar a série sem o Embiid? Porque do jeito que tá, pode virar um massacre.

  • Blazers cortam até camiseta dos torcedores nos playoffs – que fase!

    Blazers cortam até camiseta dos torcedores nos playoffs – que fase!

    Olha só que situação constrangedora: os Portland Trail Blazers estão nos playoffs (milagre considerando a temporada caótica que tiveram), mas os torcedores não vão ganhar nem camiseta para os jogos em casa. Isso mesmo, aquelas camisetas que TODOS os times distribuem para deixar a arena colorida? Cortaram.

    Na minha opinião, isso é de uma mesquinhez absurda. O novo dono, Tom Dundon – bilionário do Texas que também tem o Carolina Hurricanes da NHL – pagou 4,25 BILHÕES de dólares pelo time, mas tá economizando em camiseta de torcedor. Faz sentido isso pra vocês?

    O tal corte de custos chegou nos playoffs

    Cara, a coisa tá feia mesmo. Os Blazers também não levaram os jogadores de contrato two-way (aqueles que jogam na NBA e na G-League) para os jogos fora de casa. Caleb Love, Chris Youngblood e Jayson Kent ficaram em casa. Detalhe: o Love jogou 49 partidas na temporada regular, fazendo 10.2 pontos por jogo. Ou seja, não é qualquer um.

    Todos os outros sete times dos playoffs levaram seus two-way players. Todos! É aquela situação que você fica constrangido pelos caras.

    E tem mais: segundo a Sports Illustrated, funcionários do time foram flagrados no lobby do hotel porque tiveram que fazer checkout na hora certa pra não pagar taxa extra. Imagina você trabalhando pros Blazers e tendo que ficar no lobby do hotel feito mendigo porque o patrão bilionário não quer pagar 50 dólares de taxa de late checkout.

    Temporada maluca do começo ao fim

    Sinceramente, considerando toda a loucura que foi essa temporada dos Blazers, eles chegarem nos playoffs já foi um milagre. Lembram da história toda? Chauncey Billups foi preso em outubro por envolvimento com apostas ilegais e jogos de poker da máfia (juro que não tô inventando isso). Desde então, quem comanda é Tiago Splitter – sim, o brasileiro ex-Spurs.

    O Dame Lillard ainda tá lá, rodeado de uma molecada talentosa: Scoot Henderson, Deni Avdija, Donovan Clingan, Toumani Camara e Shaedon Sharpe. É uma base interessante para o futuro, mas será que com essa administração mesquinha conseguem construir algo sólido?

    O co-proprietário Sheel Tyle postou no X que “estão fazendo outra coisa” no lugar das camisetas, mas até agora ninguém explicou o que é. Aposto que vai ser alguma palhaçada tipo “experiência digital” ou coisa do tipo.

    Olha, eu entendo cortar gastos, mas nos playoffs? Com a torcida? Isso é queimar o filme com os próprios fãs. E vocês, acham que os Blazers conseguem ir longe com toda essa instabilidade nos bastidores?

  • Quickley continua fora e Raptors sofrem sem seu armador

    Quickley continua fora e Raptors sofrem sem seu armador

    Cara, a situação do Toronto Raptors tá complicada mesmo. Immanuel Quickley foi cortado novamente do Jogo 2 contra o Cleveland Cavaliers ontem, e sinceramente, isso pode custar caro pro time canadense.

    O armador machucou o posterior da coxa direita no último jogo da temporada regular e já perdeu os dois primeiros jogos dos playoffs. Olha, eu não esperava que fosse demorar tanto pra ele voltar — lesão muscular é sempre complicada, mas duas semanas já é bastante tempo.

    Quickley fez falta demais na estreia

    Quem acompanhou o Jogo 1 viu como os Raptors sentiram a ausência do cara. Quickley teve uma temporada regular monstro: 16.4 pontos e quase 6 assistências por jogo. É o tipo de jogador que faz a diferença na criação de jogadas e na pontuação vinda do banco.

    O técnico Darko Rajaković disse que o jogador participou do treino na manhã de segunda-feira e tá melhorando, mas óbvio que não dá pra forçar. A última coisa que Toronto precisa é perder o cara pro resto da série.

    Histórico de lesões preocupa

    O que me deixa meio preocupado é que Quickley já tinha perdido oito jogos entre março e abril por causa de uma fascite plantar no pé direito. Duas lesões seguidas assim não é coincidência — pode ser sobrecarga ou falta de preparo físico mesmo.

    Agora a pergunta que fica: será que ele consegue voltar pro Jogo 3, em casa, na quinta-feira? Os Raptors já saíram atrás no placar (1-0 pra Cleveland) e precisam MUITO da criatividade e pontuação que só o Quickley oferece no elenco deles.

    Na minha opinião, Toronto vai ter que encontrar soluções rápido. Os Cavaliers não são brincadeira nos playoffs, e ficar sem um dos principais jogadores logo no começo da série é pedir pra ser eliminado cedo. Vocês acham que os Raptors conseguem se virar sem ele?